DISCIPULANDO 3º CICLO

 

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DISCIPULANDO 3º CICLO

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Professor \ 3° CICLO a3sa-fiis2 issn Vivendo as Verdades

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MUNDIAL PENTECOSTAL 7 a 10 / SETEMBRO / 2016 24a CONFERÊNCIA IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS M i n i s t é r i o d o B e lé m - SP

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Sumário Tema: V ive n d o a s v e rd a d e s d a B íb lia Comentarista: A le x a n d re C la u d in o C o e lh o ► Lição 1 Lição 2 Lição 3 Lição 4 - A BÍBLIA COMO REGRA DE FÉ E PRÁTICA ........................................................................................ 3 A BELEZA DO PERDÃO .................................................................................................................................................10 VIVENDO SEM ACUSAÇÃO NEM CONDENAÇÃO .......................................................... 17 SOU NOVA CRIATURA .................................................................................................................................................. 24 VENCENDO A TENTAÇÃO ....................................................................................................................................... 31 UMA VIDA CHEIA DO ESPÍRITO ..................................................................................................................38 UMA VIDA FRUTÍFERA NO ESPÍRITO ....................................................................................... 45 RELACIONANDO-SE COM A FA M ÍLIA ..................................................................................... 52 RELACIONANDO-SE COM OS ESTUDOS ......................................................................... 59 RELACIONANDO-SE COM A SOCIEDADE ........................................................................ 66 ► * ► ► Lição 5 Lição 6 Lição 7 ► » - ► Lição 8 Lição 9 - ► ► Lição 10 - ► Lição 11 - RELACIONANDO-SE COM SUA IGREJA LOCAL ...............................................................................73 Lição 12Lição 13VIVENDO EM ORAÇÃO 80 ► ........................................................................................................................................... ► VIVENDO EM S A N TID A D E ....................................................................................................................................... 87 1 | Discipulando Professor 3 |

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Discipulando Professor CASA PUBLICADORA DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS Av. Brasil, 34.401 - Bangu Rio de Janeiro - RO - cep: 21852/002 TeL (21) 2406-7373 / Fax: (21) 2406-7326 Presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil José Wellington Bezerra da Costa EDITORIAL Caro professor, como tem sido a sua atividade educativa até aqui? Fazemos votos de que você esteja desenvolvendo a fé dos discipulandos em Cristo por in­ termédio das Escrituras e no aprofunda­ mento da comunhão com os irmãos da igreja local, o Corpo de Cristo. O assunto deste 3o Ciclo de estudos, na revista Discipulando, é Vivendo as Verdades da Bíblia. No Ciclo passado, você ministrou as grandes doutrinas da Palavra de Deus. Neste Ciclo, você fala­ rá sobre como podemos aplicar o ensino das grandes doutrinas, aprendidas no Ci­ clo passado, na vida diária. Que o Senhor abençoe a sua vida, a sua família, a sua igreja local e o seu mi­ nistério. Que o amor de Deus seja abun­ dantemente derramado em seu coração e conduza você a viver uma vida de fru­ tos maravilhosos para o Reino de Deus, para a sociedade e, sobretudo, para a vida dos novos convertidos de sua igreja. Presidente do Conselho Administrativo José Wellington Costa Júnior Diretor Executivo Ronaldo Rodrigues de Souza Gerente de Publicações Alexandre Claudino Coelho Consultoria Doutrinária e Teológica Antonio Gilberto e Claudionor de Andrade Gerente Financeiro Josafá Franklin Santos Bomfim Gerente de Produção e A rte S Design Jarb as Ramires Silva Gerente Comercial Cícero da Silva Gerente da Rede de Lojas João Batista Guilherme da Silva Chefe de A rte S Design W agner de Almeida Chefe do Setor de Educação Cristã César Moisés Carvalho Editor Marcelo Oliveira de Oliveira Projeto Gráfico - capa e miolo Jonas Lemos Os Editores 2 | Discipulando Professor 3 |

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Data Bíblia como Regra de Fé Prática A TEXTO BÍBLICO BASE Salmos 119.1-7; 14-19 1 - Bem-aventurados os que trilham caminhos retos e andam na lei do SENHOR. 2 - Bem-aventurados os que guardam os seus testemunhos e o buscam de todo o coração. 3 - E não praticam iniqüidade, mas andam em seus caminhos. 4 - Tu ordenaste os teus mandamentos, para que diligentemente os observássemos. 5 - Tomara que os meus caminhos sejam dirigi­ dos de maneira a poder eu observar os teus estatutos. 6 - Então, não ficaria confundido, atentando eu para todos os teus mandamentos. 7 - Louvar-te-ei com retidão de coração, quando tiver aprendido os teus justos juízos. 14 - Folgo mais com o caminho dos teus teste­ munhos do que com todas as riquezas. 15 - Em teus preceitos meditarei e olharei para os teus caminhos. 16 - Alegrar-me-ei nos teus estatutos; não me esquecerei da tua palavra. 17 - Faze bem ao teu servo, para que viva e observe a tua palavra. ► SEGUNDA-Salmo 119.9 ► TERÇA - 1 Jo 2.4 ► QUARTA - Salmo 119,30 ► QUINTA-João 17.14 ► SEXTA-João 17.17 ► SÁBADO-Salmo 119.59 | Discipulando Professor 3 18 - Desvenda os meus olhos, para que veja as maravilhas da tua lei. 19 - Sou peregrino na terra; não escondas de mim os teus mandamentos. MEDITAÇÃO Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça. (2 Tm 3.16) REFLEXÃO BÍBLICA DIÁRIA

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ORIENTAÇÃO AO PROFESSOR INTERAGINDO COM O ALUNO Hoje, começamos mais um trimes­ tre para a sua classe de discipulado. E nada melhor do que começar estudando um pouco sobre a Palavra de Deus, a nos­ sa regra de fé e prática. Nela temos a re­ velação de Deus às nossas vidas e a forma de viver que agrada realmente ao Criador. A importância da Palavra de Deus na vida do cristão deve ser o referencial desta aula. Ela é a inspirada Palavra de Deus, um manual para a humanidade. Lembre-se de que o mundo não tem essa mesma visão que os cristãos têm, por isso provavelmente haverá pessoas na tur­ ma que terão dúvidas sobre a veracidade da Palavra de Deus, sua inspiração, e como lidar com os ataques dos críticos que tentam es­ vaziar o testemunho das Sagradas Escrituras. Lembre-se de mostrar a eles a importância doutrinária da Palavra de Deus, e que a Bíblia mantém sua coerência em tudo o que aborda. Lembre-se de que os primeiros cristãos de­ ram muita importância aos escritos sagrados, pois por eles aqueles crentes orientaram suas vidas e reconheceram a Jesus como o seu Salvador e Senhor. ►Explicar a necessidade da leitu­ ra da Bíblia no dia a dia, para cres­ cermos em sabedoria e graça; ►Dissertar sobre a influência da Palavra de Deus em nossa relação com o traba­ lho, a família e o próximo. PROPOSTA PEDAGÓGICA Para esta aula, busque interagir com seus alunos direcionando-os a expressar o que eles sabem sobre a Palavra de Deus, ou seja, o que eles, os novos convertidos, já ou­ viram sobre a Bíblia Sagrada, seja de forma positiva ou de forma negativa. Esse é um mo­ mento ímpar para que você descubra essas ideias e venha a corrigi-las de forma gentil e auxiliado pelo Espírito Santo. Uma proposta interessante é iniciar a aula perguntando, a pelo menos, dois alunos, o que eles ouviram sobre a Bíblia antes de aceitarem a Jesus, e no que seus amigos e parentes acreditam acerca da Bíblia. À medi­ da que dois ou três falarem, certamente ou­ tros alunos vão sentir-se motivados a expor suas opiniões. Então, você terá a oportunida­ de de mensurar as correções que terá de fazer junto à classe. OBJETIVOS Sua aula deverá alcançar os seguintes objetivos: t Demonstrar que a Palavra de Deus é um livro inspirado por Deus e atual, mesmo tendosidoescritohámaisdedoismilanos; 4 | Discipulando Professor 3 |

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COMENTÁRIO | INTRODUÇÃO Todas as pessoas precisam direcionar suas vidas por algum conjunto de princípios que lhes sirva de orientação. Esses princípios devem ser exteriorizados de maneira simples e direta, de forma que a sua prática seja algo palpável. Nesta lição, veremos como a Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada, pode nos ajudar, como cristãos, a pautar nossas existências de acordo com os princípios que o próprio Deus ordenou. \ *y ► 1.2. A atualidade da Palavra de Deus. A Bíblia foi escrita por pelo menos 40 autores ► 1.1.0 que é a Bíblia Sagrada? A Palavra diferentes, em diferentes épocas, lugares, de Deus é a revelação divina ao homem, a fim de situações e posições sociais. Samuel era um que este consiga não apenas saber a vontade profeta e juiz; Moisés, um legislador; Daniel, de Deus para ele, mas também sobre suas um administrador público; Mateus, um fiscal promessas. É a lei de Deus que nos orienta e da Receita; Lucas era um médico; Pedro, um ensina a forma adequada para vivermos bem pescador. Com essas diferenças, poderíamos com Ele, com o nosso próximo e conosco encontrar diferentes propósitos e mensagens mesmos. Lembre-se de que Deus revelou sua na Bíblia. Mas não é isso que acontece, pois vontade de forma escrita para que pudesse ser o mesmo Espírito de Deus inspirou cada um lida, consultada, estudada e vivida. desses autores de tal forma que as Escrituras são unânimes em seus assuntos, e, coerentes A Bíblia nos mostra que apenas Jesus em sua mensagem. Cristo nos leva a Deus: “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém Em que pese o fato de a Bíblia ter sido vem ao Pai senão por mim” (Jo 14.6). Isso quer escrita há mais de dois mil anos, ela mantém dizer que nenhuma pessoa pode alegar ser sua atualidade. Ela vai ao encontro do coração um profeta com alguma nova revelação sobre humano e lhe conforta, orienta, adverte e conduz o caminho que nos conduz a Deus. em todas as situações. A Bíblia nos mostra que Deus é bom, a ponto de buscar àqueles que, por causa do pecado, se fizeram seus inimigos, mas que por meio de Jesus, podem ser aceitos por Deus: “ Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estan­ do nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), e nos ressuscitou juntamente com ele, e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus” (Ef 2.4-6). Isso nos mostra que quando aceitamos a Jesus, de inimigos de Deus passamos à condição de reconciliados com Ele, convidados para ter uma nova vida em Deus. ► 1.3. A Bíblia é um livro confiável. Diver­ sas religiões possuem seus próprios livros, mas apenas a Bíblia afirma ser um livro inspirado por Deus: “Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça” (2 Tm 3.16). Essa declaração traz uma verdade radical às nossas vidas, a de que todos os outros livros não são inspirados por Deus, ou seja, são frutos da imaginação humana ou maligna. Há muito tempo a Bíblia vem sendo alvo de ataques por parte de pessoas céticas ou estudiosos que tentam aplicar metodologias | Discipulando Professor 3 1. A B ÍB L IA -U M A PALAVRA DIVINA E ATUAL

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científicas viciadas à Bíblia, como se esta fos­ se um livro comum. Paulo fala que “o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1 Co 2.14). Por isso, devemos ter bastante cautela quando ouvirmos notícias que tentam esvaziar o testemunho bíblico. Na maioria dos casos, pessoas que dizem que há contradições na Bíblia jamais a leram, nem podem comprovar realmente o que dizem. De nossa parte, devemos estudar a Bíblia com um coração aberto para ouvir Deus falando conosco, e deixar que a Bíblia explique a própria Bíblia. na, por nos mostrar onde os nossos caminhos estão em conflito com os caminhos de Deus. Por outro lado, esta mesma revelação nos cor­ rige, restaurando-nos, ao nos conduzir de volta àquilo que é correto. Restaurados novamente à harmonia com Deus, esta mesma revelação nos instrui em justiça, ensinando-nos diaria­ mente como devemos louvar ao Senhor e viver para Ele. Assim, quando lermos as Escrituras, deveremos permitir que elas nos falem destas maneiras, pouco usuais, respondendo de for­ ma positiva àquilo que ouvimos” (RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico Cultural do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2014, p.480). 2. A BÍBLIA ORIENTA NOSSA VIDA ESPIRITUAL ► 2.1. A Bíblia é nossa bússola. Uma bússola serve para trazer direção a quem a consulta. Por ser um livro inspirado por Deus, a Bíblia pode nos orientar em todos os aspectos de nossa existência. Ela é como um manual de instruções de Deus para o homem. Como foi Deus que inspirou a escrita da Bíblia, Ele garante a sua fidelidade. Abraham Lincoln disse certa vez: “Estou ultimamente ocupado em ler a Bíblia. Tirai o que puderdes deste livro pelo raciocínio e o resto pela fé, e, vivereis e morrereis um homem melhor”. Para que possamos tirar sempre o melhor proveito da Palavra de Deus, é preciso que a leiamos sempre. Um crente não pode deixar de meditar em suas palavras, pois apenas meditando nela diariamente terá mensagens divinas para sua vida. ► 2.2. A vida com Deus. Na Bíblia encon­ tramos as respostas necessárias para uma vida plena em comunhão com Deus. Deus é um Deus pessoal, e deseja ter uma comunhão com você e eu. Billy Graham, o evangelista norteamericano, certa vez comentou: “A Bíblia é confirmada pelo seu poder de transformar vidas”. Além disso, a Bíblia tem as soluções para os problemas do homem moderno. Ela ^ AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO 1 “O valor das Escrituras ([2 Tm] 2.16,17). Tendo ouvido a palavra salvadora, o novo cren­ te, que agora é um ‘homem de Deus’, preci­ sa estar plenamente equipado para as boas obras. Neste ponto, as Escrituras assumem esse papel desafiador. A Palavra de Deus é ‘proveitosa’ (lucrativa, útil). E como encara­ mos as Escrituras para ouvi-la como a palavra capacitadora de Deus? Paulo afirma que as Escrituras são proveitosas para ‘ensinar, para redarguir [condenar], para corrigir [restaurar ao estado correto], para instruir em justiça’. Aqui há um padrão. ‘Ensinar’ é uma palavra genéri­ ca que podemos assumir como a informação a respeito da realidade que Deus conhece e re­ velou. Por um lado, esta revelação nos conde­ 6 | Discipulando Professor 3

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fala sobre o uso do dinheiro, sobre criação de filhos, sobre a vida em comunidade, trabalho, fé e confiança em Deus. São muitos assuntos que são abordados nela, e nela encontramos a solução de Deus para cada situação. para honrar seus pais e dar continuidade à sua descendência. Dentro do Projeto de Deus, o homem foi criado para ter uma esposa, e a esposa para ter um marido, para que sejam fiéis um ao outro e possam dar bons exemplos aos filhos. Dentro do projeto de Deus, os filhos devem honrar seus pais e apoiá-los na velhice ou quando estiverem doentes. Dentro do projeto de Deus, irmãos devem aprender a se respeitar de forma que aprendam a ser adultos responsáveis e de boa convivência na sociedade. E dentro do projeto de Deus, a família deve ser o primeiro ambiente onde as pessoas, já na infância, aprendem sobre Deus, para poder servi-Lo e amá-Lo. Esses são os planos de Deus para as fa­ mílias, e a Bíblia nos mostra cada um deles de forma especial, como um padrão para nossa existência. ► 3.2. A vida no trabalho. Diferente do senso comum, a Bíblia nunca considerou o trabalho como uma maldição de Deus. Antes de pecar, o homem já trabalhava no jardim do Éden: “E tomou o SENHOR Deus o homem e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar” (Gn 2.15). Claro que por causa do pecado, o trabalho se tornou mais difícil, mas o plano de Deus não foi afetado por isso, pois o Altíssimo valoriza o trabalho. Há diversos textos na Bíblia que condenam a atitude de preguiça ou de abandono do trabalho para viver uma vida à custa de outras pessoas. ^ AUXÍLIO APOLOGÉTICO 2 “Até que ponto os documentos bíblicos são confiáveis? Questão: Ensinaram-me no seminário, e li também, a mesma acusação em um bom número de livros acadêmicos, que o Novo Tes­ tamento não é confiável, pois foi escrito por ho­ mens que nem mesmo foram contemporâneos de Jesus, séculos depois da época de Cristo. O ‘Seminário Jesus’, um grupo de estudiosos com títulos impressionantes, faz essa afirmação hoje. Há alguma evidência em contrário? Resposta: Essa acusação é refutada não apenas pelos manuscritos, mas pelas citações que temos de todo o Novo Testamento em ou­ tros escritos do final do século I e início do sécu­ lo II. Há provas até mesmo em escritos dos ini­ migos do cristianismo. Por exemplo, Celso, um amargo oponente do cristianismo que nasceu no início do século II, referiu-se aos quatro evan­ gelhos como parte dos livros sagrados dos cris­ tãos, os quais já eram bem conhecidos em sua época. Apenas essa pequena evidência refuta a afirmação de que o Novo Testamento foi es­ crito apenas séculos mais tarde! Além disso, há mais do que provas suficientes no próprio Novo Testamento de que o mesmo existiu, conforme seus escritores afirmam, escrito por contempo­ râneos de Jesus” (HUNT, Dave. Em Defesa da Fé Cristã. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p.64). No primeiro século da era cristã, a igreja em Tessalônica passou por uma situação inusitada. Nesta igreja, as pessoas aguardavam a volta de Jesus em pouco tempo, e alguns crentes da­ quela igreja decidiram que deveriam deixar seus trabalhos e empregos para esperar a volta de Jesus. Naturalmente, essas pessoas passaram a 3. A BÍBLIA ORIENTA A NOSSA depender da ajuda de outras pessoas da igreja, VIDA EM SOCIEDADE o que deixou o apóstolo Paulo preocupado. Ele ► 3.1. A vida com a Família. Um dos maio­ mesmo esperava a volta de Jesus também, mas res presentes que Deus deu à humanidade é a não parou de trabalhar para depender da ajuda família. Dentro do projeto de Deus, quando uma de outras pessoas. Ele fabricava tendas para se manter, e como a Bíblia diz, Paulo chegou a criança vem ao mundo, deve ser recebida por receber ajuda financeira de igrejas, mas isso não sua família para ser protegida, amada, ensinada, | Discipulando Professor 3 |

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era a regra. Por isso, ele escreveu aos tessalonicenses que quem não trabalhasse também não deveria comer (2 Ts 3.10). Essa ordem do apóstolo pode parecer radical, mas reflete o plano divino de que o homem e a mulher, sejam pessoas produtivas, que valorizem o trabalho e não sejam preguiçosos. de provas adicionais de natureza distinta. To­ mamos conhecimento através das descobertas arqueológicas de citações em outros escritos de que o Novo Testamento já estava em circu­ lação, pelo menos, até o fim do século I. Mui­ tas pessoas que ainda estavam vivas naquela época conheciam os apóstolos, e para elas, os escritos deles soavam verdadeiros conforme ► 3.3. A vida com o próximo. O homem os é fatos ocorridos. Se as Epístolas não disses­ sem a verdade, haveria um protesto veemen­ um ser gregário, que precisa conviver com outras te — mais uma vez, não temos essa evidência. pessoas. Mas nem sempre essa convivência Inquestionavelmente, os rabinos judeus teriam significa compreensão mútua das pessoas se apegado à menor mentira ou exagero a fim para com as outras. Deus, por sua Palavra, nos de desacreditar essa ‘nova religião’, conforme ensina a forma como devemos interagir com eles concebiam, a qual estava minando a lide­ outras pessoas. Não podemos ser arrogantes, rança que tinham e levava milhares de judeus a iracundos, orgulhosos, mentirosos, ladrões, se converter a ela. Não há registro de qualquer cobiçosos, caluniadores e perseguidores. ataque a esses fundamentos por parte daquele grupo. Além disso, há evidências abundantes e Há casos em que um relacionamento mais inquestionáveis no Novo Testamento de que fo­ próximo com uma pessoa não crente pode interferir ram escritas por testemunhas oculares. Lucas, em nossa comunhão com Deus. Paulo aborda por exemplo, refere-se aos outros escritores esse assunto em 2 Coríntios 6.14, quando disse: dos Evangelhos como testemunhas oculares “ Não vos prendais a um jugo desigual com os ‘desde o princípio’ e afirmou que eles regis­ infiéis; porque que sociedade tem a justiça com traram ‘os fatos que entre nós se cumpriram’” a injustiça? E que comunhão tem a luz com as (HUNT, Dave. Em Defesa da Fé Cristã. Rio de trevas?”. Paulo ensina que um relacionamento Janeiro: CPAD, 2005, p.66). com uma pessoa não cristã pode comprometer o nosso relacionamento com Deus, e por isso tais relacionamentos devem ser evitados. É claro que isso não abrange as relações em que nos é necessário conviver com pessoas não crentes: “Já por carta vos tenho escrito que não vos associeis com os que se prostituem; isso não quer dizer absolutamente com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo. Mas, agora, escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais” (1 Co 5.9-11). CONCLUSÃO A Palavra de Deus traz-nos todos os ele­ mentos necessários a que orientemos nossas vidas de acordo com a vontade de Deus. Ela é a nossa bússola, orientando-nos no caminho do céu. Ela nos dirige de tal forma que por meio dela podemos ter o equilíbrio necessário em nossa forma de viver. APROFUNDANDO-SE “Orando enquanto lê a Bíblia. Outra ma­ neira de enriquecer a leitura da Bíblia é orar enquanto a lê. Leonard LeSourd, esposo da falecida Catherine Marshall, descreveu como ela orava enquanto lia, de joelhos, a Bíblia aberta diante de si. ‘Senhor, qual é a tua próxima palavra para Rita?, orava ^ AUXÍLIO DIDÁTICO 3 Professor, tratando sobre a inspiração di­ vina da Bíblia, Dave Hunt fala da confirmação contemporânea do livro divino: “Há abundância 8 | Discipulando Professor 3 |

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Catherine, preocupada com os problemas de casamento enfrentados pela amiga. Era comum vir à mente um versículo bíblico, enquanto mostrava preocupação pelos ou­ tros e ficava ouvindo Deus falando através da Palavra... Antes de começar sua leitura diária da Bíblia, peça a Deus que enquanto você a lê, possa ouvir em seu coração a voz da Palavra mediante seu Santo Espírito. Além de marcar versículos, pode ser que você também queira fazer anotações nas mar­ gens da Bíblia, à medida que for ouvindo Deus lhe mostrar sua vontade para a vida que você leva” (BLANKEMBAKER, Francês. Quero Entender a Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2000, p. 15). VERIFIQUE SEU APRENDIZADO . O que é a Bíblia sagrada? R. É a revelação divina ao homem, a fim de que este consiga não apenas saber a vontade de Deus para ele, mas também sobre suas promessas. 2 . O que significa dizer que a Bíblia é um livro confiável? R. Diversas religiões possuem seus próprios livros, mas apenas a Bíblia afirma ser um livro inspirado por Deus (2 Tm 3.16). 3 . Porque a Bíblia é como uma bússola? R. Por ser um livro inspirado por Deus, a Bíblia pode nos orientar em todos os aspectos de nossa existência. 4 . Qual é um dos grandes presentes de Deus à humanidade? R. A família. 5 . O que não podemos ser quando nos rela­ cionamos com pessoas? R. Não podemos ser arrogantes, iracundos, orgulhosos, mentirosos, ladrões, cobiçosos, caluniadores e perseguidores. 1 SUGESTÃO DE LEITURA ►A Bíblia Nesta obra, o pastor Severino Pedro nos conta a origem do livro sagrado, defende sua inspiração, discorre sobre suas tradu­ ções e sobre suas divisões, mostrando que a Bíblia é, de fato, o livro de Deus. y A Bíblia através dos Séculos Em estilo agradável, este compêndio discorre sobre a cronologia, a geografia e a história bíblicas; a preservação e a tradu­ ção dos originais; a vida e os costumes dos povos antigos, e muitas outras informações que fazem desse livro uma obra de consul­ ta permanente. ►A Origem da Bíblia Uma visão geral de como a Bíblia foi ins­ pirada e canonizada. Lida como literatura sagrada, copiada em antigos manuscritos hebraicos e gregos e, finalmente tradu­ zida para línguas do mundo inteiro. Uma excelente fonte de pesquisa para pastores, seminaristas, professores, estudantes da Bíblia e crentes desejosos de um melhor aprofundamento bíblico. ► “O significado da palavra grega bíblia. Originário do grego, o termo bíblia significa ‘livros’ ou ‘coleção de pequenos livros’. Atri­ bui-se a João Crisóstomo a disseminação do uso desse vocábulo para se referir à Palavra de Deus. No Ocidente, a palavra em questão foi introduzida por Jerônimo - tra­ dutor da Vulgata - o qual, costumeiramente, chamava o Sagrado Livro de Biblioteca Divina” (LIMA, Elinaldo Renovato; ZIBORDI, Ciro Sanches; GILBERTO, Antonio (et al). Teologia Sistemática Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2014, p.20). | Discipulando Professor 3 |

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TEXTO BÍBLICO BASE Mateus 18.23-35 23 - Por isso, o Reino dos céus pode compararse a um certo rei que quis fazer contas com os seus sen/os; 24 - e, começando a fazer contas, foi-lhe apre­ sentado um que lhe devia dez mil talentos. 25 - E, não tendo ele com que pagar, o seu senhor mandou que ele, e sua mulher, e seus filhos fossem vendidos, com tudo quanto tinha, para que a dívida se lhe pagasse. 26 - Então, aquele servo, prostrando-se, o reve­ renciava, dizendo: Senhor, sê generoso para comigo, e tudo te pagarei. 27 - Então, o senhor daquele servo, movido de íntima compaixão, soltou-o e perdoou-lhe a dívida. 28 - Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem dinheiros e, lançando mão dele, sufocava-o, dizendo: Paga-me o que me deves. 29 - Então, o seu companheiro, prostrando-se a seus pés, rogava-lhe, dizendo: Sê generoso para comigo, e tudo te pagarei. 30 - Ele, porém, não quis; antes, foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida. 31 - Vendo, pois, os seus conservos o que acon­ tecia, contristaram-se muito e foram decla­ rar ao seu senhor tudo o que se passara. 32 - Então, o seu senhor, chamando-o à sua pre­ sença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste. 33 - Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti? 34 - E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que devia. 35 - Assim vos fará também meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas. MEDITAÇÃO Mas contigo está o perdão, para que sejas temido. (Salmo 130.4) REFLEXÃO BÍBLICA DIÁRIA ► SEGUNDA - Daniel 9.9 ► TERÇA-Atos 2.38 ► QUARTA-Marcos 11.25 ► QUINTA-Lucas 5.21 ► SEXTA - Jeremias 33.7,8 ► SÁBADO - Isaías 55,7 10 | Discipulando Professor 3 |

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ORIENTAÇÃO AO PROFESSOR INTERAGINDO COM O ALUNO A lição de hoje abordará um tema de extrema importância, não apenas para a teologia, mas também para a vida cristã: o perdão. Perdoar deve fazer parte da prática cristã, primeiramente, porque é bíblico, e se­ gundo, porque fomos perdoados por Deus, e esses dois motivos devem nos fazer levar a sério tanto perdoar quanto receber o perdão. Lembre-se de que seus alunos podem ter dúvidas sobre o alcance do perdão, o preço que foi pago para que pudessem ser perdo­ ados, e outras questões podem vir a tona sobre esse mesmo tema. É importante que eles saiam da aula de hoje conscientes de que Deus estende seu perdão a pessoas que se arrependeram genuinamente, e que o perdão implica também em abandono das práticas que os fazem se inclinar ao pecado. Lembre-lhes de que Deus é poderoso para nos purificar de todo pecado (e não apenas de alguns) e nos perdoar de toda iniqüidade. E esteja preparado também para discorrer sobre a opinião dos homens e o perdão de Deus, pois certamente seus alunos hão de questionar sobre esse aspecto da aula. ►Mostrar que somos perdoados por Deus na medida em que nos arrependemos e confessamos nossos pecados; ►Motivar seus alunos à prática do perdão, tendo como base o perdão que recebe­ mos de Deus. PROPOSTA PEDAGÓGICA Uma forma de começar a aula é pergun­ tando aos seus alunos sobre o que é o per­ dão. Após responderem a pergunta, questio­ ne sobre o que eles imaginam a respeito do alcance do perdão, e encerre esse grupo de questionamentos iniciais com a seguinte in­ dagação: Deus perdoa um pecador que se arrependeu, mesmo que os homens o con­ denem? Esteja preparado para as variadas respostas que virão, lembrando-se de que, certamente, seus alunos não têm a mesma maturidade espiritual que você, e que, prova­ velmente, estão tendo o primeiro contato com esse tema. Ao fim da aula, não se esqueça de interceder por seus alunos e motive-os a que façam da confissão a Deus uma atitude cons­ tante em suas vidas, para que possam expe­ rimentar o perdão divino em sua plenitude. | Discipulando Professor 3 | t P OBJETIVOS Sua aula deverá alcançar os se­ guintes objetivos: t Explicar o que é o perdão e a sua impor­ tância para a vida dos salvos em Cristo;

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sericordiosamente o perdão de nossos pecados. O apóstolo Paulo registra o nosso estado com essas palavras: “Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos)” (Ef 2.4,5). Esse versículo mostra que fomos reconciliados com Deus porque fomos perdoados pela misericórdia divina. Não somos mais inimigos do Altíssimo, e sim, amigos; convidados dEle para um dia partilharmos os céus na vida eterna. ►1.3. Crendo no perdão de Deus. Quando pecamos, naturalmente nossas consciências nos acusam dos erros cometidos contra Deus ou contra algum irmão ou pessoa próxima da nossa convivência. Para sermos perdoados pelo Pai, é preciso primeiramente confessar o pecado cometido a Deus e, se possível, buscar o perdão da pessoa atingida e a reconciliação ou a reparação daquilo que foi cometido. COMENTÁRIO | INTRODUÇÃO O perdão é um dos mandamentos mais importantes aos seguidores de nosso Senhor Jesus Cristo. Por meio do perdão, Deus fez com que aqueles que creem em Jesus como seu Salvador se aproximassem do Todo-Poderoso sem receios, visto que os seus pecados foram apagados. Mas o que é realmente o perdão? Quais são as suas conseqüências em nossas vidas, tanto em relação a Deus quanto para com as pessoas que nos cercam? É isso que veremos nesta lição. 1 - O QUE É O PERDÃO ► 1.1. Definindo o termo. A palavra perdão, de acordo com o Dicionário Aurélio, traz a ideia de um ato de generosidade que absolve um culpado de uma pena. Outra definição seria tirar a culpa de uma pessoa que tenha cometido um pecado ou um crime. Ainda, podemos apontar o perdão como um procedimento da mente ou do espírito que tem por objetivo extinguir um ressentimento para com outra pessoa ou consigo mesmo. ► 1.2.0 perdão traz a reconciliação com Deus. Para que entendamos o efeito do perdão em nossas vidas, devemos voltar ao que a Bíblia fala sobre nós. Éramos considerados filhos da desobediência, mortos em ofensas e pecados, filhos da ira (Ef 2.1-3). Nosso estado diante de Deus era deplorável, mas Ele nos concedeu mi12 | Discipulando Professor 3 Para que enten­ damos o efeito do perdão em nossas vidas, devemos voltar ao que a Bíblia fala sobre nós.

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Não podem os esquecer de que se pedimos perdão a Deus, Ele nos perdoa, e isso deve ser encarado como uma verdade a ser seguida em nossas vidas (1 Jo 1.8-10). Se pedirmos perdão a Deus, confessando nossos pecados, Ele nos perdoa, mesmo que nossas consciências continuem nos acusando. Nessas horas, devem os dar valor à verdade da Palavra de Deus, que é imutável e suficiente para nos trazer a paz de que precisamos para continuar servindo e adorando a Deus. Se fomos perdoados por Deus, ninguém pode nos acusar, nem mesmo nossa consciência. sasse a misericórdia com que foi tratado a ou­ tro, que como ele, também tinha dívidas. Essa ausência de misericórdia e da capacidade de perdoar custou muito ao servo dessa história, que não soube perdoar uma pessoa que tinha um débito muitíssimo menor. 2. DEUS NOS PERDOOU, EMBORA PECADORES ► 2.1. Deus tem prazer em perdoar. Deus é um Deus que abomina o pecado, mas tem 0 desejo de receber o pecador arrependido e lhe conceder o perdão. Se temos um coração quebrantado diante dEle, somos por Ele re­ cebidos amorosamente: “Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus” (SI 51.17). Diferente disso, Deus rejeita os soberbos, conforme diz o apóstolo Pedro: “ [...] e sede todos sujeitos uns aos outros e revesti-vos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” 1 Pe 5.5b). O Altíssimo não nega o seu perdão a um coração arrependido, mas a um coração soberbo, que peca obstinadamente e não confessa nem reconhece a sua necessidade de se reconciliar com Deus, não é perdoado. ^ AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO 1 “Dívida Perdoada (Mt 18.18-35). Quan­ do o nosso Senhor ordenou que os irmãos e irmãs da família de Deus oferecessem perdão ilimitado, uns aos outros (w. 1522), Ele não explicou como isso ajudaria o pecador insistente a crescer em santidade. Isso foi deixado para que o apóstolo Paulo explicasse, em 2 Coríntios 5. O que Jesus fez foi nos dar o motivo mais convincente de todos para que nos perdoemos uns aos outros. Essa razão é apresentada na história de um servo que devia uma grande quantia a um rei. Quando o servo não pode pagar, o rei ‘movido de íntima compaixão, soltou-o e perdoou-lhe a dívida (v. 27)’. A seguir, o servo encontrou um de seus conservos, que lhe devia uma soma desprezível,e ‘foi encar­ cerá-lo na prisão até que pagasse a dívida’ (v. 30). O rei se enfureceu quando soube dis­ so. Não era apropriado para alguém a quem tanto tinha sido perdoado, fizesse tamanha confusão por uma dívida tão pequena” (Co­ mentário Devocional da Bíblia. Rio de Ja­ neiro: CPAD, 2014, p.580). ► 2.2. Devemos confessar nossos peca­ dos ao Senhor. Uma das mais difíceis atitudes do ser humano é a confissão de alguma falha, erro ou pecado. Entretanto, a Palavra de Deus nos recomenda a que estejamos prontos para confessar nossas falhas ao Senhor. O apóstolo João nos diz: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 Jo 1.9). A palavra confessar no texto do apóstolo, na língua em que foi escrito o Novo Testamento, o grego, é homologeô, de onde vem a palavra em português homologar, que O texto de Mateus deve nos fazer refletir traz a ideia de confirmar, de dizer a mesma sobre a incapacidade do servo do rei entender coisa. Na prática, quanto confessam os a grandiosidade do perdão de sua dívida. Ele nossos pecados, estamos concordando deve ter percebido o peso que saiu de suas com Deus que pecamos e que precisamos costas, mas isso não fez com que ele repas­ do seu perdão. | Díscipulando Professor 3 |

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