Jornal dos Estatutário - março de 2016

 

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JORNAL DOS ESTATUTÁRIOS DIMINUINDO PERDAS SALARIAIS S I N D I C AT O D O S S E R V I D O R E S E S TAT U T Á R I O S M U N I C I PA I S D E S A N T O S Ano IV - Nº 21 – Março 2016 Em seis anos, nossa diretoria corrigiu os salários em 75,34% Quem recebia R$ 2 mil em 2010 hoje recebe, em média, R$ 3.506 Os números dessa manchete referem-se à soma dos reajustes salariais baseados na inflação, aos aumentos reais acima da inflação e ao impacto médio do plano de carreiras. Assim que assumiu o mandato, em fevereiro de 2010, a atual direção do Sindest constatou que os salários da categoria estavam realmente muito baixos. E resolveu lutar para melhorá-los. Para isso, adotou uma estratégia de negociação com a prefeitura baseada no respeito, embora sempre com muita firmeza. Conquistou, assim, uma reciprocidade que acabou beneficiando os servidores. Construído esse relacionamento democrático, ficou mais fácil demonstrar às administrações as dificuldades e necessidades da categoria. Daí para conseguir negociações salariais vantajosas foi um pulo. Já na campanha salarial de 2010, para reposição das perdas de 2009, conseguimos um aumento real de 2,19%. A inflação foi de 4,31% e o reajuste, de 6,50%. EM % No movimento reivindicatório de 2011, com a mesma tática, o aumento real foi de 1,10%. Nessa data-base, a correção foi de 7%, diante da inflação de 5,9%. Plano de carreiras Nessas duas primeiras negociações, a direção do Sindest aproveitou para regar as sementes do plano de carreiras, que, verdade seja dita, era uma intenção do prefeito João Paulo Tavares Papa. Infelizmente, esse benefício não havia frutificado justamente por conta da rabugice da direção do Sindserv, que aparecia sempre de cara amarrada nas conversações e irritava os negociadores. O plano foi concretizado em 2012, quando também conseguimos aumento real de 0,5%. A inflação dos 12 meses foi de 6,5 e o reajuste salarial, de 7%. Nas campanhas de 2013, 2014, 2015 e 2016, também conseguimos aumentos acima do custo de vida, conforme mostram as tabelas elaboradas pela equipe técnica do sindicato. Participação da categoria nas assembleias das campanhas salariais sempre foi necessária para os bons resultados obtidos até agora VAI SE CATAR! Sindserv critica 0,34%, mas já engoliu 0,10%! ‘Se pegarmos os quatro anos de gestão do Sindserv demonstrados no quadro, e compararmos com os nossos quatro primeiros anos, chegamos à seguinte conclusão: eles conseguiram uma soma de 3,82%. Por outro lado, nós conseguimos 5,96%. Ou seja, uma diferença de 2,14%.’ ‘Portanto, quando a atual diretoria do Sindserv nos critica por fechar acordo com aumento real de 0,34%, esquece que eles já engoliram 0,10%. O ganho real acumulado de 2010 a 2016, em nossa gestão, foi de 10,44%.’ Fábio Pimentel, presidente do Sindest Números do Sindserv, antes da nossa diretoria data-base 2006 2007 2008 2009 inflação 5,69 3,14 4,45 5,90 correção 6 4 7 6 aumento real 0,31 0,86 2,55 0,10 Números do Sindest, durante a atual gestão data-base 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 inflação 4,31 5,90 6,50 5,83 5,91 6,40 10,67 correção 6,5 7 7 8 7,50 8 11 aumento real 2,19 1,1 0,5 2,17 1,59 1,6 0,33 Fotos: Paulo Passos

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Jornal dos ESTATUTÁRIOS ESTATUTÁRIOS Nº 21 – MARÇO 2016 - PÁGINA 2 Jornal do Sindest. Publicação do Sindicato dos Servidores Estatutários Municipais de Santos. Rua Monsenhor de Paula Rodrigues, 73, Vila Mathias, Santos, 13-3202-0880, contato@sindest.com.br , www.sindest.com.br . Presidente: Fábio Marcelo Pimentel. Diretor responsável: Rogério Catarino. Redação e edição: Paulo Esteves Passos, MTb 12.646, matrícula sindical 7588 SJSP. Colaborador: Mário Ribeiro, MTb 15.381 Diagramação: www.cassiobueno.com.br Impressão: Graficópias Nunes. 10 mil exemplares. Sindest representa os servidores municipais Justiça considera ‘clássica a distinção entre estatutários e celetistas’ O Sindicato dos Servidores Municipais Estatuários de Santos (Sindest) representa dez mil trabalhadores e quatro mil aposentados admitidos por meio de concurso público. Já o Sindicato dos Servidores Municipais (Sindserv) representa menos de dois mil funcionários, sendo 800 em cargos de confiança, 800 contratados temporariamente pela Lei 6501990 e cento e poucos celetistas. A explicação é do presidente do Sindest, Fábio Marcelo Pimentel, para esclarecer dúvidas sobre a representação dos dois DIREITOS DO FUNCIONALISMO sindicatos. Segundo ele, o enquadramento foi decidido pela Justiça do Trabalho. Ele recorda que, em dezembro de 2007, a diretoria do Sindserv protocolou ação para anular a existência do Sindest, na 7ª Vara da Justiça do Trabalho em Santos. Em 5 de outubro de 2008, a juíza substituta Virgínia Maria de Oliveira Bartholomei julgou o pedido improcedente e condenou o Sindserv a pagar custas do processo e honorários advocatícios. TRT Descontente com o resul- tado, a direção do Sindserv recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT-SP), onde um colegiado de três juízes reafirmou a decisão de primeira instância. Assinada por Eduardo de Azevedo Silva, a sentença reitera basicamente os argumentos da juíza de Santos quanto às representações do Sindest e do Sindserv. “Os sindicatos representam trabalhadores distintos. O dos estatutários, obviamente, representa os estatutários dos órgãos que elenca em seu estatuto”, diz A sede que diz respeito à quase totalidade do funcionalismo municipal de Santos o relator. “Por sua vez”, continua, “o sindicato dos servidores públicos municipais representa os trabalhadores contratados pelo regime de CLT. É clássica a distinção entre estatutários e celetistas”. Quase regulamentada a convenção 151 da OIT Por Fábio Marcelo Pimentel, presidente do Sindest Santos Em 2010, o Brasil tornou-se signatário da Convenção 151-1978, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), graças à intensa luta do sindicalismo, principalmente dos funcionários públicos. Foram mais de 20 anos de campanhas intensas. Já na década de 1990, quando lutávamos contra as reformas constitucionais de administração e previdenciária, cobrávamos a adesão do Brasil à convenção. Na verdade, a batalha é mais antiga, pois foi com base na convenção que desenvolvemos as ações para positivar o direito à sindicalização dos servidores na constituição federal. Aprovada na 64º reunião da OIT, em Genebra, no dia 7 de junho de 1978, a 151 passou a vigorar em 25 de fevereiro de 1981, propondo a solução dos problemas do funcionalismo nos países signatários. Ela normatiza os direitos sindicais, as relações entre o poder público e seus trabalhadores, as negociações, acordos coletivos, o direito de greve e caracteriza o servidor como categoria profissional. Infelizmente, apesar de sermos signatários da convenção há quase dez anos, os costumes brasileiros, ainda hoje, não reconhecem o funcionalismo como categoria profissional. Isso porque a convenção não foi aprovada como emenda constitucional, mas sim como lei comum, necessitando, portanto, de regulamentação legal. As centrais sindicais exigiram um projeto de lei que regulamente o direito. Coordenados pela Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB), a maior do país, filiada à Nova Central Sindical, fomos à luta. Porém, embora unidas, as centrais ainda não venceram a batalha. Pior: o congresso nacional intenciona fatiar o direito, dividindo-o em diversas leis (de greve, negociação salarial etc), uma pior que a outra. Assim, a CSPB e a Federação dos Servidores Públicos Municipais do Estado de São Paulo (Fupesp) resolveram mudar de tática e tentar a regulamentação do direito nos municípios e estados. Em Santos, pegamos a minuta de projeto de lei das centrais e passamos a discuti-lo com os prefeitos João Papa Tavares Papa e Paulo Alexandre Barbosa. Passados quatro anos, após muita discussão, chegamos à minuta de projeto de lei que, com pequenas adequações, regulamentará no município os direitos previstos na resolução 151. O projeto seguirá em breve para a câmara de vereadores. Se aprovado, seremos a primeira cidade do Brasil a regulamentar os direitos previstos na resolução da OIT. E teremos, então, negociações coletivas, relações sindicais e até direito de greve. Isso é motivo de plena realização para os dirigentes do Sindest, em especial, para mim, enquanto cidadão e servidor. Projeto seguirá em breve para a câmara, prevendo negociações coletivas, relações sindicais e até direito de greve Fabio Pimentel, presidente do Sindest, sempre na luta pela regulamentação dos direitos internacionais dos servidores Fotos: Paulo Passos

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contato@sindest.com.br • www.sindest.com.br Rua Monsenhor de Paula Rodrigues, 73, Vila Mathias, Santos SINDICALIZE-SE 13-3202-0880 Jornal do ESTATUTÁRIOS É difícil conversar com os coronéis que fazem da guarda municipal bicos para complementar suas aposentadorias na polícia militar MATHEUS TAGÉ DL Nº 21 – MARÇO 2016 - PÁGINA 3 DESMILITARIZAÇÃO Abaixo a intransigência do comando da guarda! As condições de trabalho da guarda municipal de Santos são as piores possíveis. E os entendimentos com a prefeitura, para melhorá-las, são truncados pelo comando da corporação. Nos últimos dias, as condições do canil municipal ganharam destaque no jornal ‘Diário do Litoral’, requentadas pelo autodenominado sindicato dos guardas municipais da baixada santista. Não reconhecemos essa entidade como procuradora da categoria. Ela não existe e ludibria até jornalistas experientes. O Sindest é o único e legítimo representante dos guardas municipais de Santos. Os dados da reportagem, porém, apurados pelo jornal, são verídicos. O equipamento está de fato caindo pelas tabelas, conforme já denunciamos várias vezes e pedimos providências da prefeitura. As reclamações do Sindest SEGURANÇA resultaram na elaboração de um projeto de reforma do canil, o que é ignorado pelos que tentam representar ilegalmente a categoria. Mas as péssimas condições de trabalho dos guardas não estão apenas no canil. Estão, da mesma forma, nas coordenadorias da corporação nas zonas noroeste, leste, centro, morros, e praias. Há falta de equipamentos e de uniformes. Chove nos refeitórios e demais dependências, inclusive no prédio novo do emissário submarino. São locais quentes, úmidos e abafados. O vereador Adilson Júnior também tem encaminhado à prefeitura diversas denúncias sobre os problemas na guarda municipal, inclusive sobre o canil. Infelizmente, a secretaria municipal de segurança e o comando da guarda travam as negociações do sindicato com a administração Péssimas condições do canil da guarda municipal foram tema de recente reportagem do jornal ‘Diário do Litoral’ municipal sobre a corporação. Enquanto o secretário e o comandante forem policiais militares reformados, e não integrantes do quadro de carreira da guarda, a situação permanecerá assim. É difícil conversar com esses verdadeiros coronéis, iguais aqueles dos sertões brasileiros, que fazem da guarda municipal bicos para complementar suas aposentadorias na polícia militar. PERIGO O sindicato espera que a adequação do estatuto municipal (lei complementar 135-2012) ao estatuto nacional das guardas civis municipais (lei 13.022-2014) resolva a questão. Lei federal da guarda completará dois anos Estamos prestes a comemorar, em 8 de agosto, dois anos de promulgação da lei federal 130222014, que regulamenta as guardas municipais de todo o Brasil. Além das atribuições já praticadas, a lei prevê atuação no trânsito, patrulhamento preventivo e porte de arma, entre outros pontos. Determina ainda que a guarda seja comandada por um membro da corporação. Enquanto cobra a aplicação da lei pela prefeitura, o Sindest negocia as cláusulas sociais da categoria para a data-base, aprovadas na assembleia de campanha salarial, em dezembro. Uma delas é o início da carreira no nível ‘l’, com aumento dos demais níveis na mesma proporção. Outro ponto são as gratificações de risco, de condução de veículos e de fiscalização de posturas. MATHEUS TAGÉ DL Questionado o uso de filmadoras A utilização de câmeras portáteis pelos guardas municipais de Santos, ainda em fase de experiência, é questionada pelo presidente do sindicato, Fábio Pimentel. “A medida foi implementada unilateralmente, nas festas de fim de ano, sem qualquer consulta aos guardas e ao sindicato. Temos bons motivos para contestá-la”, diz o sindicalista. Fábio argumenta que as seis câmeras em testes pela secretaria municipal de segurança podem trazer riscos graves à integridade física dos guardas, que ficam, segundo ele, sujeitos a revides violentos de marginais. “Qualquer bandido, sabendo que está sendo filmado pelo equipamento instalado no colete do guarda, poderá agredi-lo e até matá-lo para resguardar seu anonimato”, alega. “Teoricamente”, diz o presidente do Sindest, “a medida é simpática, do ponto de vista da segurança pública, sendo inclusive apoiada pela maioria da população”. “Mas”, finaliza, “na prática, a questão é mais complexa do que aparenta, devendo, portanto, ser amplamente discutida com os guardas e com o sindicato”. Corporação aguarda adequação da lei aos serviços o quanto antes

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Jornal dos ESTATUTÁRIOS CAMPANHA SALARIAL contato@sindest.com.br • www.sindest.com.br Rua Monsenhor de Paula Rodrigues, 73, Vila Mathias, Santos SINDICALIZE-SE 13-3202-0880 Nº 21 – MARÇO 2016 - PÁGINA 4 Sindicato e prefeitura negociam pontos sociais Encerradas as negociações econômicas da campanha salarial, reiniciamos imediatamente os entendimentos sobre as reclassificações de algumas categorias administrativas. Entre essas funções, estão os funcionários do extinto Demutran, os administradores e os contadores. As agendas tratam também das gratificações dos funcionários dos cemitérios e operadores sociais. NÍVEL ‘Q’ Tramitação de projetos, às portas da eleição municipal, tem urgência por causa das leis de responsabilidade fiscal e eleitoral Cobramos agilidade da prefeitura porque o envio e retorno dessas leis são urgentes. Estamos às portas da eleição municipal, com limitações impostas pelas leis de responsabilidade fiscal e eleitoral. O prazo para concretização de vantagens e gratificações para os servidores termina em 5 de abril e queremos evitar prejuízos para os trabalhadores. Se tivermos que retaliar, assim será feito. Professores têm urgência ARQUIVO DL Paulo Passos Todos os locais de trabalho da prefeitura são abrangidos pelas negociações das cláusulas sociais da campanha BOM HABITAÇÃO Dica de filme de professoras Condições de trabalho nas escolas municipais deixam professores com os nervos à flor da pele Uma das categorias com urgência de passar ao nível ‘q’ são os professores. Mesmo nos municípios da região com dificuldades financeiras, os salários da categoria são maiores do que em Santos. Não bastasse, o pessoal trabalha em salas superlotadas, com temperaturas elevadíssimas, em locais de difícil acesso, prédios antigos, telhados de amianto ou em outras condições lamentáveis. Além disso, o sindicato exige alteração na lei municipal para permitir ao professor adjunto ser alçado a professor titular, sem a burocracia de hoje e sem necessidade de concurso interno. A exigência descabida da lei atual, junto com o reduzido número de vagas no quadro, obriga os professores com mais de oito anos de serviço a continuar como adjunto. Dessa forma, ele fica sem poder acessar o plano de carreira do magistério. A situação resulta ainda na perda de excelentes profissionais para outros municípios. A pauta reivindicatória prevê também a adequação das escolas às condições de trabalho previstas na legislação, com reformas, climatização das salas de aulas e outras medidas. Outro ponto importante é a correção da hora aula projeto em 50%, como acontece com os demais trabalhadores do serviço público. Essa hora excede a jornada de trabalho. ‘Anjos do arrabalde’, Brasil, 1987, cor, 90 minutos. Drama. História e cotidiano de três professoras na periferia de São Paulo. Carmo abandona o magistério por pressão do marido machista. Dália sustenta irmão viciado, é vítima de preconceito por causa de sua vida sexual e por romance com homem casado. Rosa está desiludida com a profissão. Direção e roteiro de Carlos Reichenbach. Com Betty Faria, Irene Stefânia, Clarisse Abujamra, Vanessa Alves. DIVULGAÇÃO Sindicato trabalhando O setor habitacional do sindicato trabalha para viabilizar ofertas de empreendimentos em Guarujá, São Vicente e Praia Grande. Um deles prevê 30 casas, já prontas, no bairro Enseada, Guarujá. Aguarde informações detalhadas. ARQUIVO SINDEST Em breve, sorteio para conjunto em condomínio fechado no bairro Enseada, Guarujá

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contato@sindest.com.br • www.sindest.com.br Rua Monsenhor de Paula Rodrigues, 73, Vila Mathias, Santos SINDICALIZE-SE 13-3202-0880 Jornal do ESTATUTÁRIOS Cesta básica e adequação do convênio médico da Capep permeiam os agradáveis bate-papos Nº 21 – MARÇO 2016 - PÁGINA 5 MATANDO SAUDADES Aposentados organizam departamento para lutar O Sindest promoveu, neste ano, dois encontros com os aposentados. Na verdade, dois cafés-da-manhã. Um em 20 de janeiro e outro em 17 de fevereiro. Isso para reativar o seu departamento. As demandas do segmento e a necessidade de organização para concretizá-las são as metas da diretoria com esses eventos, além de reduzir a dispersão dos antigos colegas de trabalho. Infelizmente, não dá mais para o sindicato localizar o pessoal nos locais de trabalho, como outrora. Daí a utilidade dessa programação, em nossa sede, agora mensal. Os eventos relembram o pasINFORMAÇÕES sado com músicas, brincadeiras, passeios e debates sobre as grandes necessidades desses valorosos servidores que tanto contribuíram para o serviço público ser referência na região. Entre as principais reivindicações, estão a cesta básica e a adequação do convênio médico da Capep às necessidades dos aposentados, inclusive com atendimento geriátrico. Outras propostas são para o Iprev assumir funções sociais, terapias em grupo, oficinas culturais e visitas de assistentes às residências dos segurados com dificuldade de locomoção. QUARTO LUGAR Encontros, na sede do sindicato, proporcionam conversas e reminiscências que acabam por alegrar a vida de muita gente Já está valendo a préaposentadoria Já foi publicado o decreto da pré-aposentadoria, um avanço dos servidores de Santos que foi proposto pela atual diretoria do Sindest nos últimos anos. Apesar de já existir em outros municípios, o daqui é mais completo, pois não visa apenas o adeus ao trabalho, mas prepara a pré-aposentadoria em dois anos. O programa é desenvolvido pela secretaria municipal de gestão (Seges), com equipe multidisciplinar do departamento de gestão de pessoas e ambiente do trabalho (Degepat), Iprev e Capep. Estão sendo mapeados os servidores em período de pré-aposentadoria, que serão convidados a participar com um ano de antecedência. Haverá atividades de conhecimento, reflexão e planejamento da vida profissional e pessoal, palestras sobre aposentadoria e benefícios previdenciários, além de estímulos a hábitos e estilo de vida saudáveis. Escola de samba da Vila em ascensão O Grêmio Recreativo e Cultural Escola de Samba Vila Matias está em ascensão. No primeiro grupo do carnaval santista, neste ano, pegou a quarta colocação, embora tenha apenas oito anos de vida. O orgulho dessa história é que o Sindest tem há seis anos uma das 12 alas da escola, disponibilizada para os associados que queiram participar. O grupo um tem 12 escolas. Em 2011, por causa de um problema na ala das baianas, a Vila caiu para o segundo gru po, mas não fez chororô nem colocou culpa nas demais. Em 2012, porém, foi campeã do grupo de acesso e voltou ao principal. O samba-enredo que possibilitou o retorno ao primeiro grupo se chamava ‘A luta deste povo varonil’. E enaltecia a história do sindicalismo na cidade, citando as intervenções e prisões no golpe de 1964. O navio prisão ‘Raul Soares’ foi destaque na composição de Poty do Cavaco, Edirley, Alê Lopes, Marquinhos, Jota R, Chitão, Rudney, Rogério Ximú e Sidney Melodia. Em 2016, o enredo do samba foram os 470 anos dos meios de transporte na cidade, aberto com a caravela de Martim Afonso de Souza e fechado com o veículo leve sobre trilhos. O tema abordou ainda as carroças, trens, bondes, ônibus, táxis e outras modalidades de transporte coletivo, com três carros alegóricos, 14 alas, 1.200 componentes e bateria com 120 pessoas. A escola foi a quarta a entrar na passarela do samba Dráusio da Cruz, na primeira noite do desfile, sendo a segunda do grupo especial. Com muita animação, o luxo das alegorias empolgou o público. Seguindo a comissão de frente, a ala das baianas formava um mar azul diante do abre-alas. O veículo trazia uma lu- Escola empolgou a passarela do samba Dráusio da Cruz, na primeira noite do desfile, com animação e luxo das alegorias ARQUIVO SINDEST minosa coroa, símbolo da Vila Mathias, e uma imensa nau Comandados por mestre Edir, os destaques foram a rai- nha de bateria Joice Mendes e o casal de mestre-sala e porta-bandeira César Augusto, 22 anos, e Jenifer Lima, 23. ARQUIVO SINDEST

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Jornal dos ESTATUTÁRIOS Nº 21 – MARÇO 2016 - PÁGINA 6 Conheça os convênios e parcerias do Sindest A diretoria do Sindest acredita que não só as lutas reivindicatórias movem o sindicalismo. Desde sua posse, a direção do sindicato procura sempre o melhor para os associados e dependentes. Nossos convênios e parcerias, por exemplo, oferecem benefícios gratuitos e vários descontos em serviços essenciais. Isso certamente melhora a qualidade de vida do funcionalismo. Neste encarte especial, mostramos alguns desses convênios. Qualquer dúvida sobre os serviços que eles oferecem pode ser tirada com os diretores, na sede ou nos locais de trabalho. EDUCAÇÃO www.unimonte.br 13-3228-2100 www.unisantos.br 13-3205-5555 www.treinasse.com.br 13-3232-9273 www.leao13.com.br 13-3231-1328 ÓTICAS - SAÚDE - ASSISTÊNCIA FAMILIAR Farmácia de manipulação e homeopatia 13-3301-1304 Memorial Necrópole Ecumênica www.memorialcemiterio.com.br 13-3226-4900 Plano de assistência familiar. Gratuito para associados, cônjuges e filhos menores de 18 anos. Osan

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ÓTICAS - SAÚDE - ASSISTÊNCIA FAMILIAR Jornal do Foi prorrogado o prazo para adesão gratuita ao plano. Era até novembro e agora está por tempo indeterminado. ESTATUTÁRIOS TURISMO Nº 21 – MARÇO 2016 - PÁGINA 7 Recepcionistas e guias avançam As negociações do Sindest com o secretário municipal de turismo, Luiz Dias Guimarães, sobre as demandas dos 30 guias e 50 recepcionistas bilíngues, caminham bem. As conversas são sobre as cláusulas sociais das duas categorias na campanha de data-base. A terceira reunião foi em 15 de fevereiro, quando regulamentamos as folgas e pagamentos de horas extras em feriados. O próximo passo é a fase final de elaboração do plano de carreira vertical, a exemplo dos oficiais, que prevê melhor organização e condições de trabalho. As duas categorias são importantíssimas para o turismo, como se comprovou nas estadias das delegações estrangeiras na copa do mundo. Agora, nas olimpíadas, elas repetirão o êxito. ARQUIVO DL SERVIÇOS Use e abuse da nossa assessoria imobiliária BOX • ESPELHOS • VIDROS Maquete de conjunto habitacional à mostra no corredor de entrada do sindicato Trabalhadores do turismo avançam nas negociações de cláusulas sociais SINDICALIZE-SE FONE: 13. 3202-0880 contato@sindest.com.br www.sindest.com.br Rua Almeida de Morais, 172 Vila Mathias - Santos (13) 3877-5156 ID 957*6113 PET 13-3226-4900 www.memorialcemiterio.com.br Pet Memorial

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Jornal dos ESTATUTÁRIOS EM SEIS ANOS contato@sindest.com.br • www.sindest.com.br Rua Monsenhor de Paula Rodrigues, 73, Vila Mathias, Santos SINDICALIZE-SE 13-3202-0880 Nº 21 – MARÇO 2016 - PÁGINA 8 Aumento na cesta básica foi de 177% Em breve, partiremos para conquistar o almejado ‘cartão cidadão’ Nos últimos seis anos, en tre 2010 e 2016, conseguimos valorizar a cesta-básica em 177%. Ela passou de R$ 90 para R$ 250, num aumento médio anual de 29,5%. Além disso, as lutas do sin dicato conseguiram ampliar a extensão do benefício para diversos setores. Antes restrito a poucos servidores, hoje es tão de fora apenas os médicos, dentistas e aposentados. Como as negociações da campanha salarial de 2016 prosseguem para itens como a cesta, a diretoria do Sindest in siste num valor melhor e tam bém para contemplar esses três segmentos. Em 2010, o valor de mercado da cesta era de R$178, a mais barata, 97% maior do que o benefício então pago aos servidores. Hoje, a diferença caiu para 36%, diante dos R$ 341 oficiais. Após igualar o valor da nossa cesta ao valor real de mercado, o que esperamos acontecer em breve, podere mos partir para conquistar o almejado ‘cartão cidadão’. Mobilizações de peso, como a assembleia dos administrativos, são vitais para o avanço das lutas da categoria 2016 SOCIAIS Neste ano, correção salarial foi de 11% Neste ano, a correção salarial dos 10 mil estatutários e 4 mil aposentados, na data-base de fevereiro, foi de 11%. O auxílio-alimentação foi aumentado em 11,5%. E a cesta-básica, em 13,64%. A proposta da prefeitura, feita em negociação na manhã de 5 de fevereiro, uma quinta-feira, foi aprovada em assembleia na noite daquele mesmo dia. O auxílio alimentação passou de R$ 359,26 para R$ 400,62. A cesta básica, de R$ 220 para R$ 250. Houve também acréscimo de 0,25% na contribuição da prefeitura à Capep Saúde. Na sexta-feira anterior (29), a categoria havia rejeitado reposição de 10,67% e mantido o ‘estado de alerta’ decretado em 21 de janeiro, após recusar 9%. A diretoria do sindicato havia ainda rejeitado outras três propostas apresentadas pela prefeitura. A primeira foi de 7,8%. A segunda, de 8%. E a terceira, de 9%. As assembleias foram sempre no sindicato dos trabalhadores em saúde (Sintrasaúde), na Avenida Ana Costa, 70. As reivindicações foram aprovadas em novembro e encaminhadas naquele mês à prefeitura. Categoria aprovou o índice em assembleia do Sindest, na noite de 5 de fevereiro Segue a negociação da campana salarial Aprovadas as cláusulas econômicas da data-base de fevereiro, agora negociamos as reivindicações sociais, inclusive o aumento da cesta básica e sua extensão a todos as funções, além dos aposentados. A reclassificação de muitos servidores de diversas ocupações é uma necessidade, após longos anos de defasagem salarial perante o mercado de trabalho e consequente achatamento dos ganhos. Entre outros, estão nessa situação os oficiais administrativos, os agentes da antiga Demutran, contadores, administradores e professores. Todos almejam o nível ‘q’ e gratificações por serviços continuados. Mais na página 4 Arquivo DL Negociações ocorrem no prédio do paço municipal Fotos: Paulo Passos

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