Jornal Conecta Baixada - 9ª Edição

 

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Jornal Conecta Baixada - 9ª Edição

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995-75-4545 www.conectabaixada.com.br 2016 BAIXADA FLUMINENSE A INFORMAÇÃO VAI ATÉ VOCÊ 2 a 16 de Março ANO 2 - N° 9 Distribuição gratuita BAIXADA FLUMINENSE VIVE EPIDEMIA DE ZIKA NUMEROS DE CASOS ASSUSTA Cidades da região contabilizam 4,6 mil casos de doenças transmitidas pelo Aedes. DEPUTADOS CONTRA SERVIDORES Páginas 6 e 7 VOLTA ÀS AULAS SEM MATERIAL ESCOLAR Lélio Neto/Conecta Baixada HANDEBOL: DE NOVA IGUAÇU PARA A SELEÇÃO Divulgação Dez parlamentares da Baixada votaram contra emenda que previa prioridade de pagamento a servidores estaduais. Página 2 CONECTA DÁ BOLSAS DE ESTUDO Bilhetes enviados aos pais pedem material de uso coletivo: "colaboração" Alunos das escolas municipais de Mesquita começaram o ano letivo sem lápis, cadernos e uniformes, que deveriam ser fornecidos pela Prefeitura. Pais estariam sendo obrigados também a comprar material de uso coletivo. Página 3 Parceria com Curso Primor vai sortear bolsas integrais e de 50% em preparatórios para concursos Página 4 de nível médio. Jéssica começou a jogar em 2010 e já coleciona títulos importantes Jéssica Ribeiro dos Santos, de 17 anos, é a única representante do estado do Rio de Janeiro convocada para a Seleção Brasileira Juvenil que disputará o Pan-AmericaPágina 12 no do Chile, em abril.

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OPINIÃO/GERAL 2 BAIXADA FLUMINENSE, 02 a 16 de Março WWW.CONECTABAIXADA.COM.BR JORGE MIRANDA jorge.miranda@conectabaixada.com.br DOCUMENTOS À ESPERA DOS DONOS Pessoas que tiveram carteira de hablitação e documentos de carro ou moto perdidos ou furtados, podem fazer uma busca no Detran para saber se estão acatelados no órgão. Basta acessar a aba “Ouvidoria” no site do Detran (www. detran.rj.gov.br). Para recuperar o documento basta procurar a sede do Detran, na Avenida Presidente Vargas, 817/ 8º andar, no Centro do Rio. É necessário levar um documento de identificação com foto. Cônjuge ou outro parente deverão apresentar documento comprovando o parentesco. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Empresário Mesquitense LIXO, AEDES, ZIKA E MAQUIAGEM Há mais de 85 dias os moradores de Mesquita convivem com os problemas decorrentes da falta de regularidade na coleta de lixo. Não bastasse o mau cheiro, que se tornou cartão de visita para quem chega à cidade pela estação de trem, o acúmulo de resíduos só faz aumentar os riscos à saúde da população. O lixo acumulado, somado às típicas chuvas de verão, geram condições perfeitas ao surgimento de criadouros para o Aedes aegypti e albopictus. Mosquitos que transmitem a dengue, a febre chicungunha e a zika, essa última cefalia, a administração se alastra em ritmo de municipal segue empurepidemia por Mesquita rando os problemas para e pelos demais baixo do tamunicípios da pete. Maquiagem Baixada. Na págiE enquanto o para na da premosquito faz a enganar o feitura de festa, sofre o moMesquita eleitor rador. Sofre com não há esa doença, sofre tatísticas com o lixo na porta de sobre a dimensão da casa e sofre para con- epidemia. Apesar da Lei seguir atendimento nas da Transparência, a adunidades da Rede Muni- ministração municipal cipal de Saúde. não informa ao cidadãoApesar da gravidade -eleitor-contribuinte o do problema, que para as tamanho do problema. gestantes ganha um con- Em toda a Baixada mais torno ainda mais dramá- de 4,6 mil pessoas foram tico diante do risco de o infectadas por dengue, bebê nascer com micro- zika e chicungunha. “ ” Enquanto a população fica sem informação, sem coleta de lixo e sem saúde, a administração municipal faz maquiagem nas ruas do centro, pintando meios-fios, muros da linha férrea, espalhando lâmpadas verdes pela cidade e reformando praças. Tudo sem dar conhecimento público aos gastos. O que contraria a Lei de Transparência, que determina a divulgação pelo poder público de todas as ações em andamento na cidade, incluindo, os gastos com licitações e contratações de empresas. Nesse caso, Mesquita tirou nota 2. DEPUTADOS DA BAIXADA FURAM OLHO DE SERVIDOR D Emenda ao orçamento que previa prioridade para pagamento foi rejeitada na Alerj aprovada. O Orçamento estadual para 2016 tem previsão de cerca de R$ 80 bilhões. A emenda tentava garantir o direito dos 460 mil servidores civis e militares, ativos e inativos ativos, e pensionistas no caso de acontecer esse ano o que aconteceu no final de 2015, quando o governo do estado atrasou pagamentos de salários e do 13º, que acabou parcelado em três vezes, alegando falta de recursos. Em janeiro, a Justiça determinou que o governo estadual cumprisse o calendário regular de pagamento dos servidores ativos e inativos, bem como dos pensionistas, e quitasse, de uma só vez, as par- Fotos: Divulgação ez deputados estaduais originários ou com domicílio eleitoral na Baixada Fluminense, entre eles Daniele Guerreiro (PMDB), de Mesquita, Farid Abrão, de Nilópolis e André Ceciliano, de Japeri, estão entre os 43 que votaram contra emenda ao orçamento estadual de 2016, que previa prioridade para pagamento de funcionários públicos estaduais. O Projeto de Lei orçamentária, enviado pelo governo do estado teve quase 7 mil emendas e foi aprovado durante uma sessão tumultuada, no dia 21 de dezembro do ano passado. A emenda que favorecia os servidores estaduais não foi Os 10 deputados da Baixada Fluminense que votaram contra os servidores públicos estaduais celas restantes do 13° salário, no início de fevereiro. A decisão atendeu ação civil pública ajuizada pela Federação das Associações e Sindicatos dos Servidores Públicos do Estado do Rio de Janeiro (Fasp-RJ). Deputados que votaram contra servidores: André Ceciliano (PT) Daniele Guerreiro (PMDB) Dr. Deodalto (PTN) Farid Abrão (PTB) Luiz Martins (PDT) Marcelo Simão (PMDB) Marcos Müller (PHS) Rosenverg Reis (PMDB) Waguinho (PMDB) Zito (PP)

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BAIXADA FLUMINENSE, 02 a 16 de Março WWW.CONECTABAIXADA.COM.BR 3 GERAL FALTA TUDO NA ESCOLA PREFEITURA DEIXA ALUNOS SEM MATERIAL ESCOLAR EM MESQUITA Lélio Neto/Conecta Baixada Janice da Rocha, mãe de quatro alunos da Rede Pública Municipal gastou mais de R$ 500 na compra de material qe deveria ter sido dado pla Prefeitura, inclusive uniformes Leilane Oliveira leilane.oliveira@conectabaixada.com.br “A gente quer estudar direito, mas não consegue”. É assim que Matheus Henrique, de 11 anos, do 5º ano da Escola Municipal Ernestro Che Guevara, no bairro Santa Terezinha, em Mesquita, se sente em relação à falta de material escolar. As aulas começaram no dia 15 de fevereiro, mas muitos estudantes da Rede Municipal de Ensino não receberam uniformes e kits com lápis, borracha, caderno e apontador. Pais de alunos estão sendo obrigados a pagar, a título de "doação para o uso coletivo", pelo material que deveria ser distribuído pela Prefeitura. Janice da Rocha, de 36 anos, mãe de Luiz Fernando, Miguel Nascimento, Luan da Silva e Matheus Henrique, todos alunos da Rede Púbica Municipal de Mesquita, gastou mais de R$ 500 com a compra de mochilas, cadernos, estojo, lápis e uniforme. Segundo ela, a diretora da escola informou que já fez o pe- Leilane Oliveira/Conecta Baixada A lista de material coletivo entregue aos pais: "colaboração" dido à Secretaria Municipal de Educação mas ainda não recebeu o kit. "Material escolar é o municipio que tem que dar, mas nem sempre chega, como o uniforme, que só aparece na época do desfile", desabafa. Sem querer se identificar, a mãe de outro aluno afirmou que a está pedindo para os pais fornecerem material de uso coletvo, como papel ofício, canetinhss e massa de modelar. "O aluno que não trouxer acaba se prejudicando e é um absurdo, porque a escola tem obrigação de comprar esse material esse material para os professores trabalharem", diz indignada. No Colégio Roberto Silveira a situação não é diferente. Alunos do 9º ano reclamam da falta de uniforme. "Só queremos logo o material e o uniforme para não ter que ficar vindo com nossas roupas de sair para a escola", desabafou um dos estudantes. Eliane de Souza, de 45 anos, mãe de um dos meninos, se queixa da falta de material para aulas de Educação Física e diz que a cada reclamação ouve a mesma resposta: “vamos providênciar”.

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EDUCAÇÃO PREPARATÓRIO OFERECE VAGAS GRATUITAS E DESCONTOS 4 BAIXADA FLUMINENSE, 02 a 16 de Março WWW.CONECTABAIXADA.COM.BR Estabilidade em meio à crise. É essa a esperança de milhares de concurseiros que correm atrás das vagas abertas no emprego público. No entanto, essa conquista exige preparo. Para ajudar o leitor nessa empreitada, o Conecta Baixada em parceira ao Curso Primor disponibilizará bolsas integrais e descontos de 50% para preparatórios online de nível médio, como os da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), do Ministério da Previdência Social (INSS) e para o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP), que já tiveram editais publicados. “A maior parte dos professores é formada por servidores públicos, que por experiên- cia própria sabem como chegar lá”, celebra o Primor em seu site, que pode ser acessado pelo link: http://cursoprimor.com.br/ As bolsas integrais serão sorteadas pelo Conecta Baixada. Para concorrer, basta enviar um e-mail para o equipe@conectabaixada.com.br com o assunto "Bolsa de estudos". Na mensagem informe seu nome completo e telefone para contato. Para conseguir o desconto basta informar, no ato da inscrição, que é leitor jornal que "leva a informação até você". Serviço: Telefone: (21) 30887547 Whatsapp: (21) 97206-2510 E-mail: primor@cursoprimor.com.br WhatsApp (21) 995-75-4545

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BAIXADA FLUMINENSE, 02 a 16 de Março WWW.CONECTABAIXADA.COM.BR 5 GERAL CONEXÃO GERAL Davi de Castro davi.castro@conectabaixada.com.br Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou o projeto de lei que “desvincula a Comarca de Mesquita da Comarca de Nova Iguaçu”. A votação simbólica aconteceu dia 24. Isso significa que o mais novo município da Baixada, emancipado em 25 de setembro de 1999, deu o primeiro passo para ser totalmente independente. O projeto segue agora para as mãos do presidente do Tribunal de Justiça do Estado (TJ), desembargador Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho. A Corte irá analisar o projeto e, se entender que é bom para os mesquitenses, acatará a sugestão proposta no projeto. A ALERJ APROVA PROJETO DO FÓRUM DE MESQUITA Lélio Neto/Conecta Baixada CINQUENTINHA Um novo modelo de fazer campanha politica, de ganhar dinheiro e de derrotar o politico comprador de voto, está ganhando força na Baixada. “Recebe o cinquentinha deles (R$ 50), bota no bolso e vota em mim”. Assim, alguns candidatos (?) estão orientando os eleitores. MUDANÇA SEM DATA Como o texto do projeto faz sugestão ao TJ, para a referida mudança, isso significa que o órgão não tem tempo determinado para acatar ou rejeitar a proposta. Porém, há entendimentos entre os dois poderes, para que a tramitação seja rápida e todos sejam felizes (rs). Jorge Miranda, um bem sucedido empresário mesquitense, está juntando um grande pelotão de aliados para disputar a prefeitura de Mesquita. Com ele não tem papo de acordo financeiro. As conversas são em torno de projetos de mudança. E o time só cresce. NOVAS VARAS O projeto, de autoria do deputado de Paracambi, André Ceciliano, que, por bondade própria, colocou nomes de deputados que não moveram uma palha sequer para andamento da proposta, trará para Mesquita varas de Família, Cível e Criminal, além do Juizado Especial Cível (JEC). POUPA TEMPO A iniciativa faz justiça ao trabalho iniciado pelo primeiro prefeito da cidade, José Paixão, que deixou tudo pronto. Mas, morreu e seus sucessores não deram prosseguimento. Com a implantação do Fórum de Mesquita, os mesquitenses economizarão tempo e dinheiro. PARA CANDIDATOS Para quem tem mandato e quer disputar eleição por outro partido, a janela para isso abriu no dia 18 e vale por 30 dias – fechando em 18 março. E para quem não tem mandato, o prazo para se filiar a um partido e disputar eleição encerra dia 5 abril. NOVO PHS COM VELHO SANDRO A politica no Brasil tem umas coisas engraçadas. Políticos envelhecem em um partido, se desgastam, fundam outro e passam a morar nele. A partir daí chamam esse partido de “novo”. Como pode ser novo com cérebro velho? O prefeito de Meriti, Sandro Matos, agora não é mais do velho PDT. É do “novo” PHS. E o pior de tudo é que tem gente que acredita nesse “novo”. Enquanto isso, eles atacam novamente.

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SAÚDE EPIDEMIA NA BAIXADA 6 BAIXADA FLUMINENSE, 2 a 16 de Março WWW.CONECTABAIXADA.COM.BR BAIXADA FLUMINENSE, 2 a 16 de Março WWW.CONECTABAIXADA.COM.BR 7 SAÚDE REGIÃO TEM 4,6 MIL INFECTADOS, 68,8% POR ZIKA Marcelle Bappersi marcelle.bappersi@conectabaixada.com.br O ano mal começou e o número estimado de infectados por doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti na Baixada Fluminense já passa de 4,6 mil. Mapeamento elaborado pelo Conecta Baixada mostra que os casos de zika representam 68,8% nesse universo. O que, para especialistas, confirma que a região enfrenta uma epidemia da doença. Duque de Caxias, por exemplo, contabilizou de janeiro a fevereiro 1.035 casos 1.023 por zika e 56 por dengue. As estatísticas oficiais, contudo, são defasadas pois o tempo necessário à confirmação do diagnóstico leva 45 dias. Entre as 13 cidades da Baixada, apenas seis informaram os casos de suspeitos de dengue, febre chicungunha e zika. Em Nova Iguaçu, 1.010 notificações de zika, dentre elas quaMUNICÍPIOS tro gestantes, e um de chicungunha foram regisJaperi trados esse ano. B.Roxo Para Luciana Oliveira Lisboa, de 40 anos, de JarQueimados dim Nova Era, em Nova Iguaçu, ter contraído zika D.Caxias no início da gravidez foi N.Iguaçu desperador. Ela teme que sua filha entre na estatísS.J.Meriti tica de bebês com microcefalia associada ao vírus. Mesquita Angústia dividida por muiNilópolis tas grávidas, já que o diagnóstico da doença é feito no Magé nascimento. Paracambi “Fico apavorada com a situação, cheguei a soSeropédica nhar com minha filha Guapimirim nascia assim. Cheguei a ir no nefrologista, e ele afirmou que meu bebê está se desenvolvendo normalmente, mas tenho medo que no nascimento a situação mude”. Já em Belford Roxo, os dois primeiros meses do ano contabilizam 346 infectados. Foram 97 pessoas com dengue e 249 com zika. Em Queimados, o total de prognósticos de zika foi de 174. Já o número de infectados por dengue é de 25 pessoas. Duque de Caxias lidera o ranking da epidemia na Baixada. Em São João de Meriti foram computados 567 casos de zika e 87 de dengue. Em Nilópolis foram registrados 26 casos de dengue. Em Mesquita foram contabilizados 182 casos de dengue. Moradores de uma rua inteira já contraíram uma das três doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti. Sem ter para onde correr, quem mora na Rua Aurélia, na Santa Teresinha, afirma que o perigo mora ao lado em um terreno baldio. Revoltada com a epidemia, a doméstica Francisca Indaiara, de 59 anos, relata que todas as medidas preventivas para manter a saúde da filha, que está grávida de oito meses, foram em vão. No terreno moram cerca de 50 pessoas: duas gestantes e 30 crianças. Não teve jeito, todos contraíram zika e dengue mais de uma vez. “Não adianta, esse terreno oferece perigo para a gente. Meus sobrinhos, uma de seis e outro de cinco meses, nasceram perfeitos graças a Deus. Mas fico preocupada com minha filha. Repelente é muito caro. Não é sempre que temos dinheiro para comprar”, desabafou. A reportagem usou como base dados do Alerta Dengue da Secretaria Estadual de Saúde, além de informações repassadas pelas secretarias municipais, com exceção das cidades de Mesquita, Nilópolis, Magé, Paracambi, Seropédica e Guapimirim. ZICA DENGUE CHICUNGUNHA 1 249 174 1.023 1.010 567 * * 0 * * * 3.024 71 97 25 56 457 87 182 26 178 14 * 395 1.588 0 0 0 0 27 0 * * 0 * * * 27 4.639 CONDIÇÕES SOCIAIS TAMBÉM FAVORECEM A PROLIFERAÇÃO DO MOSQUITO AEDES AEGYPTI Devido à rápida disseminação de doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti é possível afirmar que Baixada Fluminense esteja sofrendo uma epidemia de zika. Segundo o pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz(ENSP/ FOW), Eduardo Maranhão, o número de casos de infectados por zika surpreendeu especialistas desde a entrada do vírus no país, no segundo semestre de 2015. O pesquisador ainda alerta à população para um possível número de casos nos meses de março e abril, que são mais úmidos. “As condições ambientais e sociais da Baixada favorecem a proliferação do mosquito. É necessário que haja combate aos criadouros. O mosquito aparece dois dias depois das chuvas”. Ainda segundo o infectologista, pouco se sabe sobre zika e a chicungunha. Porém, por semelhança com outros vírus é possível acreditar que o infectado desenvolve imunidade para a vida toda em relação a doença. TOTAL:

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EMPREENDEDORISMO NEGÓCIO PRÓPRIO 8 BAIXADA FLUMINENSE, 02 a 16 de Março WWW.CONECTABAIXADA.COM.BR VIDA DE UM EMPREENDEDOR Jorge Eduardo jorge.eduardo@conectabaixada.com.br TAXA DE EMPREENDEDORISMO É A MAIOR DOS ÚLTIMOS 14 ANOS Divulgação EMPREENDENDO NO ATUAL CENÁRIO ECONÔMICO Olá guerreiros! Hoje eu os chamo assim pois empreender no cenário atual está realmente uma batalha. Nos deparamos com a crise que reduz o poder de compra por diversos motivos. Temos o aumento do desemprego, medo dos consumidores em continuar comprando ou até de aumento das taxas de calote. O empreendedor também se depara com um movimento muito comum em momentos de crise por parte do governo, o aumento de impostos. Você diminuiu a receita, aumentaram as taxas de calotes e o governo aumentou os impostos, que consequentemente gera aumento no preço dos seus fornecedores. Tudo isso faz você se sentir em um beco sem saída. Este é o cenário que estamos vivendo e que só faz a inflação crescer. Como lidar com esses fatores externos? Será que é só sentar e chorar? Ou realmente existe alguma saída? São em momentos como esse que você deve se reinventar; são em momentos de crise que novos negócios ou novas alternativas surgem e recuperam o mercado. Só o empreendedor brasileiro com a sua capacidade criativa poderá criar ofertas que atraiam o mercado para o consumo. Dentro dessas possibilidades eu separei alguns pontos que podem ajudar a livrar seu negócio do momento ruim do mercado. Economia colaborativa Conceito que estudo desde 2010 e que, segundo o wikipedia, é uma nova prática comercial que possibilita o acesso a bens e serviços sem que haja necessariamente aquisição de um produto ou troca monetária entre as partes envolvidas no processo. Compartilhar, emprestar, alugar e trocar substitui o verbo comprar no consumo colaborativo. Isso pode trazer alternativas de readaptação da forma que você pensa o consumo da sua loja. Reposicionamento de produto Ofertas dos mesmos produtos de antes, com um preço reduzido que caiba no bolso do cliente, sem prejuízos para você. Por exemplo, uma casa de festas pode oferecer o serviço de buffet e fotografia para eventos externos ou convenções empresariais. Boa sorte! A pesquisa revelou que 56% dos empreendedores tomaram a decisão pelo próprio negócio ao identificarem uma oportunidade D e cada dez brasileiros adultos, quatro já possuem ou estão envolvidos com a criação de uma empresa. É o que revela a nova pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2015, patrocinada pelo Sebrae no Brasil. No ano passado, a taxa de empreendedorismo no país foi de 39,3%, o maior índice dos últimos 14 anos e quase o dobro do regis- trado em 2002, quando a taxa era de 20,9%. A pesquisa também revela que 56% dos empreendedores que estão criando ou já abriram uma empresa identificaram uma oportunidade. Esse número sofreu uma queda em relação aos últimos anos e voltou ao mesmo patamar de 2007, quando a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa entrou em vigor. “Com a melhoria do ambiente legal no Brasil, presenciamos um boom no empreendedorismo. O aumento de incentivos influenciou o forte crescimento do empreendedorismo por oportunidade, que pode ter voltado a um patamar mais equilibrado quando comparado com o empreendedorismo por necessidade”, destaca o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. A GEM A pesquisa GEM é parte do projeto Global Entrepreneurship Monitor, iniciado em 1999 com uma parceria entre a London Business School e o Babson College, abrangendo dez países no primeiro ano. Desde então, quase cem países se associaram ao projeto, que constitui o maior estudo em andamento sobre o empreendedorismo no mundo. No Brasil, a pesquisa foi realizada entre os meses de setembro e novembro de 2015 e entrevistou duas mil pessoas entre 18 e 64 anos de todas as regiões do país, e 74 especialistas em empreendedorismo. WhatsApp 995-75-4545

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BAIXADA FLUMINENSE, 02 a 16 de Março WWW.CONECTABAIXADA.COM.BR 9 RELIGIÃO E FÉ PROFESSOR CLÁUDIO DUARTE evangelho@conectabaixada.com.br PELA VOLTA URGENTE AO EVANGELHO! "Pois Esdras tinha decidido dedicar-se a estudar a Lei do Senhor e a praticá-la, e ensinar os seus decretos e mandamentos aos israelitas". Esdras 7:10 Em um memorável e belíssimo artigo, o pastor João Falcão Sobrinho discorre acerca dos três verbos que aparecem neste texto, em uma ordem que não pode ser alterada: estudar, praticar e ensinar. Não se pode praticar a Lei do Senhor sem a estudar, e quanto mais você estuda a Bíblia, mais estará capacitado a praticar seus ensinos belos e cheios de vida, a própria Vida de Deus. Porém, ao contrário desta que deveria ser a prática cotidiana de todo aquele que se diz crente em Jesus, o Reverendo Augustus Nicodemos Lopes, outro respeitado e combativo líder evangélico, afirma que há muito show, muita música, muito louvor, mas pouco ensino bíblico. Diz o Reverendo, com muita propriedade e verdade, que nunca os evangélicos cantaram tanto, e nunca foram tão `analfabetos´ de Bíblia. Infelizmente, a Bíblia, a genuína, pura, irrefutável Palavra de Deus, deixou de ser pregada em vários púlpitos, dando lugar a manifestações carnais e até heréticas, e pastores, em alguns lugares, foram substituídos por animadores de auditório montando seus toscos shows da fé. E alguns destes animadores, ignorantes bíblicos, ainda falam da presença do Espírito Santo. Ora, senhores e senhoras, quando o Espírito Santo de fato está agindo, Ele desperta o povo de Deus para a Palavra de Deus. É tempo de resgatar púlpitos e sermões totalmente centrados na Bíblia, e que tenham somente em Jesus seu tema permanente. Basta de frivolidades e discursos psicológicos e humanistas. A Bíblia é o centro de todo culto genuíno e verdadeiro a Deus. Como está escrito no belíssimo Salmo 119, um autêntico hino de adoração à Palavra e ao Deus da Palavra, no versículo 105: "Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho".O resto é silêncio e escuridão. GIRO PELAS IGREJAS A Assembleia de Deus Missionária Tanque de Betesda realiza cultos às quintas e domingos, às 19h, em seu templo, na Rua Lídia, 645, Chatuba. Aos domingos, 9 da manhã, com a Escola Bíblica Dominical, e 19h, com o Culto de Louvor, os membros da Igreja Congregacional em Edson Passos se reúnem para estudar e cultuar a Deus. A Igreja fica situada na Rua Abel de Alvarenga, 95, em Edson Passos. Mande para nossa coluna a programação e eventos de sua igreja, e divulgaremos GRATUITAMENTE. O endereço do e-mail é claudio.darte@conectabaixada.com.br.

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COMPORTAMENTO/CULTURA MUSICAÇÃO 10 BAIXADA FLUMINENSE, 02 a 16 de Março WWW.CONECTABAIXADA.COM.BR SOM, SKATE E BATALHA DE RIMAS EM NOVA IGUAÇU Fotos: Lélio Neto/Conecta Baixada Demétrius, o MC DMT (direita), superou o trauma e a sequela resultante de um assalto, onde levou dois tiros, criando o Musicação. O evento que acontece uma vez por mês reúne skatistas e MCs. Marcelle Bappersi marcelle.bappersi@conectabaixada.com.br U m assalto, dois disparos e uma vítima quase terminal. A cena de violência protagonizada por Demétrius Maia, mais conhecido como MC DMT, de 37 anos, ditou um novo rumo para sua carreira artística e transformou revolta em arte. Assim surgiu, em 2013, o coletivo Musicação, que ocupa pelo menos uma vez por mês as pistas de skate, em Nova Iguaçu. DMT conta que devido às sequelas que ficaram após o crime, o sustento da família ainda falava mais alto. Ele, que já está familiarizado com a cena independente, aproveitou suas influências mu- sicais para tocar o projeto. "Eu estava na cadeira de rodas quando criei o Musicação. Fui atrás de patrocínio, convidei alguns MCs e divulguei na internet", explicou. E logo na primeira edição do evento, um protesto pacífico foi feito contra a má utilização das rampas de skate da cidade. Tudo aconteceu de repente, na pista Skate Park, na Via Light. Surgiram skatistas, MCs e amigos. "Uma construtora utilizou a nossa pista como canteiro de obras para erguer um prédio ao lado. Então, resolvemos ocupar o local para protestar. Um segurança armado tentou impedir o evento. Por fim, entramos em um consenso com a empresa e o Musicação continuou nas pistas", relatou o rapper. Segundo o MC, se antes o objetivo era apenas coexistir entre outros coletivos da cidade, hoje o evento tomou grande proporção e se tornou referência na Baixada Fluminense. "Eu queria levar um som para a galera do rolé (skatistas). Não tinha a intenção de fazer do Musicação um evento grande, mas fugiu do meu controle. Eu só tenho orgulho", comentou com emoção. E quem sabe rimar, andar de skate ou se equilibrar na fita elástica do slackline pode se inscrever de graça nos desafios e concorrer a prêmios. E dentre todos os critérios de produção, DMT revela que se preoupa muito DMT (esquerda) e Gustavo Baltar são os produtores do Musicação com o som. "Posso não ter dinheiro para nada, mas o som tem que rolar bem. Eu também rimo, então sei o que o som pode estragar a apresentação". Muitos jovens que frequentam o Musicação criaram seus próprios coletivos, inspirados no projeto do rapper. E para ele, é importante que haja essa troca para que a cidade valorize os artistas independentes."A experiência que ganhei com o coletivo deve ser disseminada. A rapaziada sempre me pede conselho, e eu falo: 'corre atrás dos patrocínios e coloque o projeto em ação'. Acho que somos todos parceiros,pra mim não existe essa de concorrente", explica.

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BAIXADA FLUMINENSE, 02 a 16 de Março WWW.CONECTABAIXADA.COM.BR 11 PASSATEMPO EXPEDIENTE: Presidente: Ricardo Lucena Consultor Editorial: Sérgio Ramalho Coordenador Editorial: Marco Antonio Canosa Projeto Gráfico : Daniel Souza e Renato Ferreira Diagramação: Renato Ferreira Tecnologia: Ronald Henrique Tiragem: 20 mil exemplares Distribuição Gratuita Edição Quinzenal Impressão: NewsTech - (21) 3552-0580 O Jornal Conecta Baixada não se responsabiliza pelas opiniões emitidas por colunistas e colaboradores. Redação: Rua Dr. Mário Guimarães . Nº 428, SL. 308 . Centro, CEP: 26255-230, Nova Iguaçu, RJ. Tel: (21) 3765-3423 Comercial: (21) 3765 3423 WhatsApp: 995-75-4545 Email: contato@conectabaixada.com.br

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ESPORTES HANDEBOL 12 BAIXADA FLUMINENSE, 02 a 16 de Março WWW.CONECTABAIXADA.COM.BR JOGADORA IGUAÇUANA QUER BRILHAR NA SELEÇÃO BRASILEIRA TÍTULOS Campeã da Copa Papucaia Infantil 2012. Tetracampeã dos Jogos da Baixada 2012/13/14/15. Campeã geral da Nossa Liga de Handebol 2014. Tricampeã dos Jogos do SESC. Campeã da Copa Odete 2014. Bicampeã dos Jogos estudantis do Rio de Janeiro 2014/2015. Campeã da Copa Papucaia Adulto 2015. Rodrigo Melo rodrigo.melo@conecta baixada.com.br s to Fo :D iv ul o çã ga eunida no dia 12 de fevereiro, em Blumenau, Santa Catarina, a equipe Juvenil de Handebol feminino já está pensando no Campeonato Pan-Americano que acontecerá em abril, no Chile. Entre as 22 convocadas, uma jovem moradora de Nova Iguaçu, de 17 anos, vem chamando a atenção do público nas competições que participou pelo Brasil. Jogadora de muita habilidade e força, Jéssica Ribeiro dos Santos é a única representante do estado do Rio de Janeiro na convocação nacional. Das convocadas, apenas 16 disputarão o Pan-Americano e Jéssica, que iniciou no Handebol em 2010, espera a tão sonhada vaga e afirma que pretende viver do esporte. “Comecei no Handebol quando estudava no Colégio Estadual Antônio Silva, em 2010. Graças ao R meu vizinho Joel, que era técnico na escola, acabei tomando gosto pelo esporte. Depois disso, entrei no projeto Criando um Futuro II, comandado pela Norma Nascimento, e as coisas aconteceram muito rápido. Quando vi meu nome entre as convocadas não acreditei. Espero estar entre as 16 que vão representar o Brasil no Chile. Porém, se dessa vez não der certo, tentarei na próxima. Vou viver de Handebol, isso eu tenho certeza”, afirmou a jogadora. Falta de apoio A jogadora falou das dificuldades que enfrentou para chegar até a convocação. Além de duas enchentes terem alagado o colégio onde treina, Jéssica também citou a falta de apoio e patrocinador no Handebol. “Tive algumas dificuldades ao longo desses anos. Duas enchentes terríveis atingiram minha casa e o local onde eu treino. Perdemos muitos materiais de treinamento e muitas coisas na minha residência. A falta de apoio atrapalhou no início. Meus pais sempre me apoiaram, mas eu só gastava, não recebia nada. Mesmo depois de todas as dificuldades, tudo deu certo. Espero que continue assim por muito tempo”, desabafou a atleta. A jovem Iguaçuana garante que, mesmo sendo a única representante do Rio de Janeiro na convocação, não foi fácil conseguir essa vaga. De acordo com a jogadora, o Handebol não é um esporte muito valorizado no estado. “As jogadoras de Handebol do Rio não são tão visadas como as dos outros estados. Existem muitas meninas talentosas aqui no estado. Eu só fui convocada porque fui fazer um teste em São Paulo e a comissão da seleção estava no local. Porém, estou honrada em representar a Baixada Fluminense e vou continuar treinando para realizar um bom trabalho na seleção”, finalizou.

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