Relatório de Gestão 2014 do Sicoob Planalto Central

 

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Relatório de Gestão 2014 do Sicoob Planalto Central

Popular Pages


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Demonstrações Contábeis 2014 Planalto Central

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Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis 2014

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Central das Cooperativas de Economia e Crédito do Planalto Central Ltda - Sicoob Planalto Central SIG - Quadra 06 - Lote 2080 - Torre II - 2º Andar - CEP: 70.610-460 - Brasília - DF CNPJ: 00.692.214/0001-76 BALANÇOS PATRIMONIAIS Exercícios findos em 31/12/2014 e 31/12/2013 ATIVO ATIVO CIRCULANTE Disponibilidades Caixa Bancoob Aplicações Interfinanceiras Letras Financeiras do Tesouro Aplicações em Depósitos Interfinanceiros Títulos e Valores Mobiliários Outros - Instrumento Hibrido de Cap e Divida Cotas de Fundos de Investimento – Curto Prazo Títulos Vinculados a Prestação de Garantias Operações de Crédito Empréstimos e títulos descontados Empréstimos (-) Rendas a apropriar (-) Provisão para operações de crédito Outros Créditos Rendas a Receber Diversos Outros Valores e Bens Almoxarifado Despesas Antecipadas ATIVO NÃO CIRCULANTE Realizável a Longo Prazo Operações de Crédito Emprestimos e Títulos Descontados Empréstimos (-) Rendas a Apropriar (-) Provisão para operações de crédito Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Depósitos Interfinanceiros Investimentos Participação Instituição Financeira Controlada - Bancoob Participação Empresa (Confebrás, Controlada -CNAC Corretora Annellus Outros Investimentos e Sicoob Confederação) Imobilizado de Uso Imóveis Moveis e Equipamentos de Uso Sistema de Comunicação Sistema de Processamento de Dados (-) Depreciações Acumuladas Diferido Gastos c/ Aquisição e Desenvol. de Logisciais (-) Amortização Acumulada Intangível Outros Ativos Intangíveis (-) Depreciações Acumuladas TOTAL DO ATIVO 31/12/2014 147.175.513,16 35.330,04 32.330,04 3.000,00 106.849.701,35 5.038.820,24 101.810.881,11 8.237.865,68 8.237.865,68 31.175.685,09 31.684.687,75 32.486.798,36 (802.110,61) (509.002,66) 839.010,86 281,60 838.729,26 37.920,14 2.086,72 35.833,42 75.496.874,55 299.178,49 299.178,49 299.178,49 72.016.426,50 67.563.851,36 12.500,00 4.440.075,14 3.075.358,61 3.816.689,60 183.748,46 17.398,46 485.316,44 (1.427.794,35) 88.244,06 117.030,93 (28.786,87) 17.666,89 40.000,00 (22.333,11) 222.672.387,71 31/12/2013 153.919.358,26 151.702,80 148.702,80 3.000,00 123.758.972,23 9.204.684,21 114.554.288,02 7.596.712,24 6.450,28 7.368.210,89 222.051,07 21.555.112,71 21.915.507,57 22.748.334,33 (832.826,76) (360.394,86) 793.775,52 1.470,38 792.305,14 63.082,76 2.307,28 60.775,48 55.568.045,76 1.684.099,59 1.120.026,54 1.140.706,55 1.145.431,27 (4.724,72) (20.680,01) 564.073,05 564.073,05 50.506.839,99 48.111.511,01 12.500,00 2.382.828,98 3.262.756,23 3.816.689,60 180.048,46 17.398,46 452.928,99 (1.204.309,28) 92.683,10 117.030,93 (24.347,83) 21.666,85 40.000,00 (18.333,15) 209.487.404,02 TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LIQUIDO 222.672.387,71 209.487.404,02 PASSIVO E PATRIMÔNIO LIQUIDO PASSIVO CIRCULANTE Relações Interfinanceiras Centralização Financeira - Cooperativas Outras Obrigações Sociais e Estatutárias Fundo de Assitência Tecnica Educacional e Social Fiscais e Previdenciárias Impostos e Contribuições a Recolher Diversas Obrigações por Aquisição de Bens e Direitos Obrigações Por Prestação de Serviços de Pagamento Provisão para Pagamentos a efetuar Credores Diversos 31/12/2014 137.929.607,79 134.734.423,01 134.734.423,01 3.195.184,78 645.621,28 645.621,28 152.034,06 152.034,06 2.397.529,44 1.358,12 19.474,00 420.311,64 1.956.385,68 Em Reais 31/12/2013 144.894.998,02 141.983.276,09 141.983.276,09 2.911.721,93 330.703,05 330.703,05 144.569,53 144.569,53 2.436.449,35 24.318,29 18.200,00 391.176,56 2.002.754,50 PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social Capital de Domiciliados no País (-) Capital a Realizar Reserva de Lucros Reserva Legal Sobras ou Perdas Acumuladas Sobras ou Perdas Acumuladas 84.742.779,92 74.050.824,47 74.050.824,47 8.418.545,38 8.418.545,38 2.273.410,07 2.273.410,07 64.592.406,00 54.833.283,62 54.951.783,62 (118.500,00) 7.786.374,13 7.786.374,13 1.972.748,25 1.972.748,25 José Alves de Sena Diretor Presidente Sérgio Luiz Viott Diretor Financeiro Jorge Luiz Moreira Contador CRC/DF 7.534 (As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis) Pág.: 241

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Central das Cooperativas de Economia e Crédito do Planalto Central Ltda - Sicoob Planalto Central SIG - Quadra 06 - Lote 2080 - Torre II - 2º Andar - CEP: 70.610-460 - Brasília - DF CNPJ: 00.692.214/0001-76 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO 2º SEMESTRE DE 2014 E EXERCÍCIOS FINDOS EM DEZEMBRO DE 2014 E 2013 Em Reais Descrição 2º Semestre 2014 Exercício de 2014 Exercício de 2013 Receitas da Intermediação Financeira Operações de Crédito Resultado Operações com Títulos e Valores Mobiliários Despesas da Intermediação Financeira Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa Resultado Bruto Intermediação Financeira Outras Receitas/Despesas Operacionais Receitas Prestação de Serviços Receitas Prestação de Serviços de atos não cooperativos Resultado de Participação em Coligadas e Controladas Outras Receitas Operacionais Despesas de Pessoal Outras Despesas Administrativas Despesas Tributárias Outras Despesas Operacionais Resultado Antes Tributação do Lucro e Participações Imposto de Renda e Contribuição Social Resultado Antes Participações Estatutárias Participações Estatutárias (FATES/Reserva Legal) Sobras Líquidas 11.023.403,94 3.343.837,67 7.679.566,27 155.186,87 155.186,87 11.178.590,81 (8.333.850,35) 1.387,40 2.666,47 2.688.192,97 3.960.523,64 (2.641.017,24) (1.266.128,58) (13.295,81) (11.066.179,20) 2.844.740,46 (357,76) 2.844.382,70 2.844.382,70 19.832.606,79 5.750.137,49 14.082.469,30 (127.927,79) (127.927,79) 19.704.679,00 (13.379.621,54) 2.391,20 4.413,78 6.450.456,86 7.850.420,89 (5.118.839,42) (2.643.944,23) (27.339,69) (19.897.180,93) 6.325.057,46 (724,89) 6.324.332,57 (1.266.962,61) 5.057.369,96 13.145.596,12 3.466.250,59 9.679.345,53 (60.533,63) (60.533,63) 13.085.062,49 (9.795.828,92) 2.368,80 2.968,90 3.346.916,05 7.060.053,61 (4.624.279,44) (2.350.901,22) (29.410,77) (13.203.544,85) 3.289.233,57 (363,57) 3.288.870,00 (1.316.121,75) 1.972.748,25 José Alves de Sena Diretor Presidente Sérgio Luiz Viott Diretor Financeiro Jorge Luiz Moreira Contador CRC/DF 7.534 (As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis) pàg.: 242

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Central das Cooperativas de Economia e Crédito do Planalto Central Ltda - Sicoob Planalto Central SIG - Quadra 06 - Lote 2080 - Torre II - 2º Andar - CEP: 70.610-460 - Brasília - DF CNPJ: 00.692.214/0001-76 DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EXERCÍCIOS DE 2013 A 2014 Em Reais ESPECIFICAÇÕES SALDOS EM 01/JAN/2013 INTEGRALIZAÇÃO DE CAPITAL TRANSF. AUTORIZADA AGO ABRIL/2013 SOBRAS DO EXERCICIO DESTINAÇÕES -Reserva Legal -FATES SALDOS EM 31/DEZ/2013 MUTAÇÕES DO EXERCÍCIO SALDOS EM 01/JAN/2014 INTEGRALIZAÇÃO DE CAPITAL TRANSF. AUTORIZADA AGO ABRIL/2014 SOBRAS DO EXERCICIO DESTINAÇÕES -Incorporação de sobras do 1º sem AGO/08/2014 -Reserva Legal -FATES SALDOS EM 31/DEZ/2014 MUTAÇÕES DO EXERCÍCIO CAPITAL REALIZADO 38.809.777,46 12.486.624,18 3.536.881,98 54.833.283,62 16.023.506,16 54.833.283,62 14.460.832,71 1.972.748,25 RESERVA LEGAL 6.481.875,78 318.124,22 SOBRAS OU PERDAS ACUMULADAS 3.855.006,20 (3.855.006,20) 3.288.870,00 TOTAL 49.146.659,44 12.486.624,18 3.288.870,00 986.374,13 7.786.374,13 1.304.498,35 7.786.374,13 - (986.374,13) (329.747,62) 1.972.748,25 (1.882.257,95) 1.972.748,25 (329.747,62) 64.592.406,00 15.445.746,56 64.592.406,00 11.676.872,82 6.324.332,57 (634.791,36) 81.958.820,03 17.366.414,03 (1.972.748,25) 6.324.332,57 2.783.959,89 74.050.824,47 19.217.540,85 632.171,25 8.418.545,38 632.171,25 (2.783.959,89) (632.171,25) (634.791,36) 2.273.410,07 300.661,82 José Alves de Sena Diretor Presidente Jorge Luiz Moreira Contador CRC/DF 7.534 (As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis) Sérgio Luiz Viott Diretor Financeiro

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Central das Cooperativas de Economia e Crédito do Planalto Central Ltda - Sicoob Planalto Central SIG - Quadra 06 - Lote 2080 - Torre II - 2º Andar - CEP: 70.610-460 - Brasília - DF CNPJ: 00.692.214/0001-76 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA PELO MÉTODO INDIRETO FINDOS EM DEZEMBRO DE 2014 E 2013 Exercício 2014 FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Sobras/(perdas) líquidas antes do imposto de renda e da contribuição social...................................... 6.325.057,46 3.289.233,57 Exercício 2013 Ajustes as sobras/perdas líquidas: (não afetaram o caixa) Despesas de depreciação e amortização................................................................................ (Lucro)/Prejuízo na equivalência patrimonial............................................................................ Provisão Para Crédito de Liquidação Duvidosa.................................................................. (6.090.605,00) 231.924,07 (6.450.456,86) 127.927,79 (3.061.106,68) 225.275,74 (3.346.916,05) 60.533,63 Variações patrimoniais: (afetaram o resultado/receitas e despesas) Aplicações interfinanceiras de liquidez.................................................................................... Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos.................................................. Relações interfinanceiras e interdependências.......................................................................... Operações de crédito....................................................................................................... Outros créditos.............................................................................................................. Outros valores e bens...................................................................................................... Outras obrigações .......................................................................................................... (21.031.528,97) (4.140.922,70) (641.153,44) (7.248.853,08) (8.628.473,63) (45.235,34) 25.162,62 (351.394,47) (658,93) (1.952.562,44) (47.074.946,11) (2.302.535,78) 49.578.350,78 (2.090.949,04) (117.277,86) (19.255,74) 74.329,99 (278,68) Imposto de Renda e Contribuição Social pagos............................................................................................................ CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Aquisição de investimentos................................................................................................ Aquisição de imobilizado de uso........................................................................................... (20.797.076,51) (1.724.435,55) (15.059.129,65) (36.087,45) (8.557.960,27) (57.982,93) CAIXA LÍQUIDO USADO NAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO (15.095.217,10) (8.615.943,20) FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Variações patrimoniais: Integralização de capital............................................................................................. 14.460.832,71 14.460.832,71 12.486.624,18 12.486.624,18 CAIXA LÍQUIDO USADO NAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO 14.460.832,71 12.486.624,18 Aumento líquido de caixa e de equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do período..................................................................... Caixa e equivalentes de caixa no fim do período....................................................................... (21.431.460,90) 28.510.727,54 7.079.266,64 2.146.245,43 26.364.482,11 28.510.727,54 José Alves de Sena Diretor Presidente Jorge Luiz Moreira Contador CRC/DF 7.534 (As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis) Sérgio Luiz Viott Diretor Financeiro

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Parecer Externo e do Conselho Fiscal Demonstrações Contábeis 2014

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RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PAR 15/006 Aos Administradores e Conselheiros da CENTRAL DAS COOPERATIVAS DE ECONOMIA E CRÉDITO DO PLANALTO CENTRAL – SICOOB PLANALTO CENTRAL Brasília – DF Examinamos as demonstrações contábeis da CENTRAL DAS COOPERATIVAS DE ECONOMIA E CRÉDITO DO PLANALTO CENTRAL – SICOOB PLANALTO CENTRAL, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2014 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A Administração da Cooperativa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante das demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações contábeis da instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da cooperativa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. SAUS Qd. 04, bl. A, lotes 09/10, salas 1225 a 1228 Ed. Victória Office Tower Asa Sul - Brasília/DF – CEP 70070-938 – Telefones (61) 3012-9900 – Fax (61) 3012-9900 www.bakertillybrasil.com.br

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Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da CENTRAL DAS COOPERATIVAS DE ECONOMIA E CRÉDITO DO PLANALTO CENTRAL – SICOOB PLANALTO CENTRAL em 31 de dezembro de 2014, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros Assuntos Os valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, apresentados para fins de comparação, foram anteriormente auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório sem modificação datado de 06 de fevereiro de 2014. Brasília, 18 de fevereiro de 2015. MG AUDITORES INDEPENDENTES CRC/MG – 005455/O-1 “S” DF GILBERTO GALINKIN Contador CRC/MG 35718/O-8 NESTOR FERREIRA CAMPOS FILHO Contador CRC/DF 013421/O-9 SAUS Qd. 04, bl. A, lotes 09/10, salas 1225 a 1228 Ed. Victória Office Tower Asa Sul - Brasília/DF – CEP 70070-938 – Telefones (61) 3012-9900 – Fax (61) 3012-9900 www.bakertillybrasil.com.br

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O Conselho Fiscal da Central das Cooperativas de Economia e Credito do Planalto Sicoob Planalto Central, no uso de suas atribuig6es legais e estatut6rias, declara que procedeu ao exame das Demonstrag6es ContSbeis do exercicio de 2014, conforme registrado em sua 204a Ata de ReuniSo Ordin6ria, do Central Ltda - exercicio 2014, fundamentado nas andlises e verificagOes, nas Notas Explicativas, nas averiguag6es periodicas e no Parecer da Auditoria lndependente de da empresa Baker Tilly Brasil Auditores & Consultores, cujos documentos refletem, de forma adequada, a situagio patrimonial e financeira do Sicoob Planalto Central. Assim sendo, o Conselho Fiscal 6 favor6vel a aprovagdo das contas do exercicio de 2014 e recomenda a aprovagio pela Assembleia Geral Ordin6ria. Brasilia•\ DF,25 de fevereiro de 2015. Mttfte ƒ q Humberto B•Ý ges de Souza Membro - ecret6rio Espedito I de Souza J0nior Jos„v AntOnio de Oli stcooB pLANALTo cENTRAL - cENTRAL DAs coopERATtvAs DE EcoNoMrA r cREotro Do PLANALTo cENTRAL LTDA. 5000 Telefax:(61)3204•] DF•] 460-Brasllia•\ ‚È o06•Œ te 2080•Œ Torre 2Q ll•ŒAndar-70610•] SiG Quadra Siter www,sicoobplanaltocentral.coop.br - E-mail: sicoob@sicoobplanaltocentral.coop'br

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Gerenciamento de Risco Demonstrações Contábeis 2014

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Risco Operacional O gerenciamento do risco operacional da Credsef objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco operacional, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN 3.380/2006. . 1.2 Conforme preceitua o artigo 11 da Resolução CMN 3.721/2009, a Cooperativa aderiu à estrutura única de gestão do risco operacional do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. (Sicoob Confederação), a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br.. 1.3 O processo de gerenciamento do risco operacional do Sicoob consiste na avaliação qualitativa dos riscos objetivando a melhoria contínua dos processos. 1.4 O uso da Lista de Verificação de Conformidade (LVC) tem por objetivo identificar situações de risco de não conformidade, que após identificadas são cadastradas no Sistema de Controles Internos e Riscos Operacionais (Scir). 1.5 As informações cadastradas no Sistema de Controles Internos e Riscos Operacionais (Scir) são mantidas em banco de dados fornecido pelo Sicoob Confederação. 1.6 A documentação que evidencia a efetividade, a tempestividade e a conformidade das ações para tratamento dos riscos operacionais, bem como as informações referentes às perdas associadas ao risco operacional são registradas e mantidas em cada entidade do Sicoob, sob a supervisão da respectiva entidade auditora (se cooperativa singular, da cooperativa central; se cooperativa central e Bancoob, do Sicoob Confederação) . 1.7 Para as situações de risco identificadas são estabelecidos planos de ação, com a aprovação da Diretoria Executiva, que são registrados em sistema próprio para acompanhamento pelo Agente de Controles Internos e Riscos (ACIR) . 1.8 Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, a Credsef possui estrutura compatível com a natureza das operações e com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco operacional.

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2. Riscos de Mercado e de Liquidez 2.1 O gerenciamento dos riscos de mercado e de liquidez da Credsef objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar os riscos de mercado e de liquidez, por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída nas Resoluções CMN 3.464/2007. 2.2 Conforme preceitua o artigo 11 da Resolução CMN 3.721/2009, a Credsef aderiu à estrutura única de gestão dos riscos de mercado e de liquidez do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), que pode ser evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. 2.3 No gerenciamento dos riscos de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira de negociação (trading) e não negociação (banking), de mensuração do risco de mercado, de estabelecimento de limites de risco, de testes de stress e de aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting). 2.4 Não obstante a centralização do gerenciamento dos riscos de mercado e de liquidez, a Credsef possui estrutura compatível com a natureza das operações e com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da entidade. 3. Risco de crédito 3.1 O gerenciamento de risco de crédito da Credsef, objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas práticas de gestão de riscos. 3.2 Conforme preceitua o artigo 10 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Credsef aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual encontrase evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. 3.3 Compete ao gestor a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas

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. 3.4 Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, a Credsef possui estrutura compatível com a natureza das operações e com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade. 4. Gerenciamento de capital 4.1 A estrutura de gerenciamento de capital da Credsef, objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de insuficiência de capital para fazer face aos riscos em que a entidade está exposta, por meio das boas práticas de gestão de capital, na forma instruída na Resolução CMN 3.988/2011. 4.2 Conforme preceitua o artigo 9 da Resolução CMN 3.988/2011, a Credsef aderiu à estrutura única de gerenciamento de capital do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. (Sicoob Confederação), a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. 4.3 O gerenciamento de capital centralizado consiste em um processo contínuo de monitoramento do capital, e é realizado pelas entidades do Sicoob com objetivo de: a) avaliar a necessidade de capital para fazer face aos riscos a que as entidades do Sicoob estão sujeitas; b) b) planejar metas e necessidade de capital, considerando os objetivos estratégicos das entidades do Sicoob; c) adotar postura prospectiva, antecipando a necessidade de capital decorrente de possíveis mudanças nas condições de mercado. 4.4 Adicionalmente, são realizadas também simulações de eventos severos em condições extremas de mercado, com a consequente avaliação de seus impactos no capital das entidades do Sicoob.

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Planalto Central

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