Jornal do Coach 3ª Ed.

 

Embed or link this publication

Description

Coach

Popular Pages


p. 1

Jornal do Coach Sociedade Gaúcha de Coaching Fevereiro/2016 - Edição 03 Eles ensinam a colher Projeto social Acolher, em Gravataí, que adaptou o coaching ao tratamento de dependentes químicos, tem ajudado a resgatar pessoas ao convívio social e torná-los empreende dores À direita, foto da fazenda onde Carlos e Josué (à esquerda) desenvolvem o projeto Nutricoach Economia Repórter do programa Economia & Desenvolvi mento, Silvio Mário Lopes, relaciona coaching e capital humano A Platão e o Super Coach Especialista Apresentam: Solicite já seu relatório detalhado de Coaching de Inteligência Emocional Palestras e dinâmicas com o tema "Inteligência Emocional’’ Prof. Paulo Ratki - Analista e Coach Especialista em Inteligência Emocional. Certificado pela Six Seconds Emotional Intelligence A s s e s s m e n t - S E I http://www.6seconds.org/ Temas que são cases da Platão com o tópico da "IE": 1. IE nos relacionamentos conjugais 2. IE nas relações pessoais 3. IE no trabalho 4. IE no desenvolvimento da liderança 5. IE e o cérebro, neurociência e neurofeedback 6. IE e resiliência 7. IE e a mentira nas expressões faciais Não perca também a oportunidade de conhecer nossa dinâmica de Coaching de Inteligência Emocional. Uma dinâmica de 10 horas abordando os 4 principais tópicos da "IE" em um treinamento completo. Os tópicos são: a. AUTOCONSCIÊNCIA ou escolha dos nossos pensamentos. b. CONSCIÊNCIA SOCIAL ou impacto da minha liderança nas outras pessoas. c. AUTO GESTÃO ou escolha consciente das minhas ações. d. GERENCIAMENTO DE RELACIONAMENTOS ou impacto dos meus comportamentos nas outras pessoas. Prof. Paulo Ratki Analista e Coach Especialista em Inteligência Emocional Six Seconds Emotional Intelligence Assessment - SEI Presidente do LIDE RS Líderes Empresariais Grupo Dória www.lidebr.com.br Contato: (51) 8452 3623 (51) 3407 5264 e-mail: ratki@terra.com.br Skype: paulo.ratki Linkedin: br.linkedin.com/in/pauloratkicoac hespecialista/ https://www.facebook.com/pratki

[close]

p. 2

EDITORIAL 2 Fevereiro/2016 O céu não é o limite Enquanto a cultura brasileira sedimenta o início do ano após o Carnaval, nós das Sociedades Gaúcha, Catarinense e Paranaense estamos a mil desde a primeira semana de 2016. Sim, você leu correto, o sonho de levar o coaching para o maior número de pessoas que pudermos está se expandindo para mais dois estados. Meus ex-alunos, hoje, amigos, irmãos e sócios, Anna Neves e César Rovak, toparam o desafio de levar a nossa MISSÃO para os estados do Sul e o sonho de TRANSFORMAR PESSOAS E ORGANIZAÇÕES ATRAVÉS DO COACHING se cristaliza em outros pagos. Isso me deixa extremamente emocionado, realizado, porém, ao mesmo tempo, com uma responsabilidade muito grande de levar um modelo vencedor a outras culturas diferentes da gaúcha, que conhecemos muito bem. O desafio de treinar novos instrutores, estabelecer parcerias, desenvolver fornecedores etc., nos estimula e excita no sentido de buscarmos a mesma excelência entregue até agora e que fez da Sociedade Gaúcha de Coaching (SGC) referência em coaching no RS, um dos estados da federação mais críticos quando falamos em lançamento de novos produtos. Quando dizemos aos nossos alunos que o “CÉU NÃO É O LIMITE”, e que o limite quem estabelece somos nós mesmos, tenho convicção do que estou falando. Ao mesmo tempo que estabeleci uma meta inicial de levar o coaching de maneira mais intensa para os três estados do Sul, hoje tenho convites de amigos/irmãos das cidades de Belo Horizonte, Brasília, Bahia, Vitória/ES, São José dos Campos/SP e outros para “copiar” o que deu certo no RS e levar para esses locais. Que orgulho! Gratidão e humildade, essas são palavras chaves para mantermos o FOCO naquilo que já foi construído e por tudo que ainda está por vir. Nossa MISSÃO é longa! Trilhamos um caminho fantástico até esse momento, porém temos a certeza de que há muito por fazer e que muitos desafios virão. Com Deus como sócio majoritário e guia principal, aliado a amigos e irmãos de jornada que, assim como eu, enxergam no coaching uma metodologia/filosofia de mudar/transformar vidas, a certeza do sucesso é absoluta! CARPE DIEM e até a próxima edição! Fraterno abraço. Ronald Dennis Pantin Filho Presidente das Sociedades Gaúcha e Catarinense de Coaching Vice-presidente da Sociedade Paranaense de Coaching Quem faz: Social Os coaches da Sociedade Gaúcha de Coaching e Sociedade Catarinense de Coaching, a comando do presidente Ronald Dennis Pantin Filho, estiveram neste mês no Instituto de Formação de Treinadores, em São Paulo, em imersão em Coaching com Massaru Ogata, um dos maiores especialistas do país. Na foto, Ronald Dennis, Silvia Sarmento, Massaru Ogata, Lília Sabrina, Priscila Souza, Sueli Neves e Anna Cristina com a bandeira do Rio Grande do Sul, sede da SGC. Mas bah tchê Uma empresa de Treinamentos diferenciada. É assim que nasceu a Tc h ê T r e i n a m e n t o s , dirigida por Silvia Sarmento, uma das alunas da SGC que está colocando em prática seu aprendizado. “Vivente, seja bemvindo a nossa querência! Aqui a gurizada é loca de especial e se destaca de verdade!”, alerta a Fanpage, para lá de animada e cheia de trejeitos gaúchos que chamou a atenção da reportagem do jornal do Coach: “Aqui o vivente se destaca. Tu vais encontrar conteúdo sobre ser forte, aguerrido e bravo. Nosso sonho é levar treinamento de alto impacto feito para Gaudérios. Sobre os treinamentos, te prepara!, são de cair os butiás do bolso”, avisa a página nas redes sociais. “Acredito que um dos motivos que nortearam a escolha do nome da empresa, foi o nosso jeito de fazer as coisas e dedicamos aos treinamentos a mesma raça que os gaúchos incutem em suas atividades”, completa Silvia. Jornalista responsável: William Brasil (MTB: 64926SP) Fanpage: https://www.facebook.com/jornaldocoach e-mail: editorjornaldocoach@sgcoaching.com.br Anúncios: (55) 3281-2266/9926-7699 Produto da Sociedade Gaúcha de Coaching (SGC) Produção e impressão: Gazeta de Caçapava

[close]

p. 3

3 Fevereiro/2016 ESPECIAL Coaching social transformando vidas Projeto Acolher, desenvolvido em Gravataí, usa técnicas de coaching e ajuda ex-dependentes como Josué, que após passar pelo tratamento, hoje é bem sucedido consigo, família e está feliz com a empresa que abriu Antes de libertar a mente, faz se necessário livrar-se dos vícios. Antes de desvendar a vocação, é preciso descobrirse. Antes de programar o futuro, precisa se rever o passado e sustentar sua base. Foi assim que Josué Goulart, ex-dependente químico, se descobriu. Josué faz parte do Projeto Fazenda Terapêutica Acolher, em Gravataí, que resgata, através da fé, e de técnicas de Coaching, dependentes químicos. “O coaching vem me ajudando muito, tanto na evolução como pessoa quanto na profissional. Ele ajudou a me conhecer melhor, aprimorar a resiliência e ter foco em meus objetivos. Estabelecer metas, ter mais organização e produtividade”, diz Josué. Fiz tratamento de nove meses entre 2011 e 2012. Fiquei esse período encostado pelo INSS. Conheci o Dudu (responsável pela fazenda) lá. E um grupo de espiritualidade, que hoje sou integrante também. Minha família me apoiou quando decidi me tratar, já eram anos de sofrimento”, completou Josué, que se diz um empreendedor nato. “Depois de ter a minha base estruturada e resgatar meus valores, me formalizei como MEI. Aprendi a trabalhar com planilhas em Excel, a organizar corretamente a logística de entrega de mercadorias e fiz um plano de negócios em cima da empresa que queria abrir”, fala. Através do resgate pessoal e social, no projeto Acolher. Josué teve seções de coaching pessoal e de negócios e abriu a Empresa Art Sul Enxovais, ramo que já conhecia bem, quando era empregado de um depósito de artigos de cama, mesa e banho. Além da empresa, ele foi em busca de aperfeiçoamento e hoje faz faculdade de Gestão Comercial pelo Instituto Leonardo da Vinci (Uniasselvi). “Aos poucos vou evoluindo, com constância e perseverança. Gostaria de agradecer a Deus, primeiramente; à comunidade terapêutica Acolher, ao grupo de espiritualidade Nova Geração e também em especial ao meu Coach Carlos Eduardo, que me orientou e preparou para esta jornada”, diz Josué, que hoje desenvolve o coaching com novos agregados do “Acolher”. Projeto O Projeto Acolher é desenvolvido para atendimento de homens adultos, em situação de risco social, dependentes de drogas e de álcool. Lá na fazenda é feito um trabalho de espiritualidade, com técnicas de coaching experimental com os internos, que ficam até nove meses em tratamento. De acordo com Carlos Eduardo Hansen, formado pela SGC, que desenvolve o coaching há seis anos na fazenda, a aplicação do processo de coaching trata-se de um diferencial no tratamento, que é feito de forma individual: “O projeto, que tem uma rotatividade de mais de 60 pacientes no ano, tem obtido resultados maravilhosos. Tudo a eles é permitido, mas nem tudo convém. É isso que demonstramos”, frisa. Segundo o responsável pela fazenda, ao lado de Tiago Teixeira e Dudadani Keller, eles trabalham ainda o autoconhecimento, a valorização da vida, família, trabalho e espiritualidade, baseados nas técnicas de coaching. “Nosso projeto é formar lideranças para que eles se formem coaches e apliquem, posteriormente, como no caso de Josué, difundindo esta corrente do bem”, completou Carlos Eduardo.

[close]

p. 4

SAÚDE 4 Fevereiro/2016 Você é o que você come! Sente, pensa, faz... Método usado em países como EUA e Canadá, nutricoach é oferecido em Porto Alegre doenças crônicas que exigem mudanças no estilo de vida do paciente, como diabetes ou doença cardiovascular, é aplicada pela nutricoach Priscila Souza. “O programa de Coaching Nutricional analisa todos os aspectos que envolvem a vida do paciente. Para a transformação do comportamento alimentar é necessário entender o contexto social em que ele vive, qual a relação que tem com a alimentação e qual a importância que ele atribui aos alimentos”, diz Para Priscila, o coach nutricional traz para o consciente questões que estão no inconsciente e que muitas vezes são descontadas na alimentação, ajudando o paciente a entender a causa, por exemplo, da ansiedade que é descontada na comida: “Não basta prescrever uma dieta sem conhecer os reais motivos que levam ele a se alimentar e também qual sua verdadeira meta. Sabemos que hoje a questão alimentar envolve muitos fatores que vão além do simples ato de comer, envolve vida social, relacionamentos e diversão, o que torna a mudança do comportamento alimentar m u i t o d e s a fi a d o r. O Coaching Nutricional entra como forte aliado nesse processo”, alerta. Destinado para aqueles que se preocupam com seu bem-estar físico e emocional e pretendem ter uma melhor relação com a comida, com o Coaching Nutricional o paciente consegue identificar os bloqueios que impedem a transformação do comportamento alimentar. “O processo auxilia o paciente na busca do equilíbrio, identificando quais os aspectos da vida que influenciam em sua maneira de se relacionar com a alimentação. Muitas vezes o paciente confunde os sentimentos e acaba descontando suas emoções na alimentação. Com o nutricoach é possível identificar essas emoções e fortalecer a capacidade do paciente lidar com elas”, completa. A nutricionista ministrará em março, em Porto Alegre, o I Programa de Formação em Coaching Nutricional (PFCN) no estado, em parceria com a Sociedade Gaúcha de Coaching. “O objetivo é formar NutriCoaches que queiram potencializar seu atendimento como nutricionista, gerando a transformação no comportamento alimentar de seus pacientes. Além disso, este treinamento visa ensinar uma metodologia para aumentar o nível de resultados, realização, sucesso pessoal e profissional, plenitude e felicidade na área pessoal, nos negócios e na carreira, nos relacionamentos e na qualidade de vida”, completa. O C o a c h i n g Nutricional é um processo inovador no Brasil que atua nas causas para transformar comportamentos, gerando maior equilíbrio alimentar como objetivo de elevar a performance do indivíduo. Trata-se de uma metodologia para alcance de resultados de forma mais eficaz e rápida e desponta como método capaz de modificar definitivamente o comportamento alimentar. A técnica, estabelecida nos sistemas de saúde dos EUA, Austrália e Canadá, e que tem demonstrado ser muito eficaz no tratamento da obesidade e outras

[close]

p. 5

5 Fevereiro/2016 ENTREVISTA Coaching e economia, a balança do capital humano O economista e jornalista do programa Economia & Desenvolvimento, Silvio Mário Lopes, deu uma entrevista exclusiva ao Jornal do Coach abordando a macroeconomia brasileira e a importância do coach no capital humano. Relacionando economia, comportamento humano e desenvolvimento sustentável, o ‘coach-autodidata’ falou também da Parceria com a SGC e dos projetos para 2016. Confira: JC: De que se trata o programa Economia e desenvolvimento? O programa busca dedicar espaço a segmentos da economia que promovem o desenvolvimento sustentado dela. Nosso público-alvo é toda a pessoa que estiver interessada em conhecer melhor como funciona a engrenagem econômica, de que forma me insiro nela e como posso desfrutar de benefícios ao iniciar um negócio ou algum investimento que desejar fazer. JC: Como ele aborda o coaching? Mediante entrevistas que revelam as transformações alcançadas a partir da formação no curso da SGC, e, claro, com opiniões de especialistas. Temos como comentarista do segmento a coach Lilia Sabrina da Cunha, que inclusive acumula a função de apresentadora do programa comigo. JC: Qual relação coaching e economia? Creio que os instrumentos utilizados pelo processo de coaching transformam a pessoa justamente porque tocam a mente do indivíduo, aí onde tudo começa. Quando mudamos nossa maneira de pensar, mudamos tudo que está dentro e fora de nós. Tratase de uma experiência maravilhosa, que realmente torna possível o que muitas vezes julgamos impossível. É com a fé, que ao contrário do que comumente se pensa nada tem de religião, mas se trata, isto sim, de uma certeza de que amanhã colherei os frutos do que eu determinar hoje, caso estabeleça metas, tenha foco definido e persistência para obter o retorno almejado no tempo devido. Tal qual em economia. JC: Seria então um novo filão no mercado econômico? Ou uma nova ‘arma’ para economistas? O coaching está recém agora sendo descoberto por aqui e vejo que mais e mais jovens o estão buscando justamente porque ele, por seus instrumentos mobilizadores e de forte impacto, mudam nossa maneira de pensar a vida e partir para buscar nosso lugar ao sol. O coaching tem espaço há três anos no programa Economia & Desenvolvimento através da Sociedade Gaúcha de Coaching, parceria mantida exitosamente com o presidente Ronald. Temos nosso forte na opinião e esclarecimento sobre alguns aspectos nem sempre bem compreendidos pela sociedade em geral. Estamos à frente, isso é coach e economia. JC: É possÍvel falar em economia e desenvolvimento sobre que prisma devido à atual conjuntura de recessão que enfrenta o país? Economia é tema palpitante e não há tempo bom ou ruim para se falar nela. Afinal, sem a economia não vivemos mais, e nossa interação com ela pode ser boa ou ruim, segundo a maneira como iremos fazer essa interação. O programa tem a pretensão de indicar rumos, sinalizar perspectivas e novas formulações e estratégias que possam ajudar a tirar o melhor proveito delas. JC: Quais projetos têm para este ano? Estou lançando, até abril, meu quinto livro. E este terá certamente o maior dos impactos. Aproveitando as comemorações em 2017 dos 500 anos do Protestantismo, ou a Reforma de Martinho Lutero, relato porque os países protestantes foram e ainda são os mais desenvolvidos, justo por se basearem nas lições e na sabedoria do Mestre Jesus, no Novo Testamento. Aliás, um dos livros mais importantes do século passado foi O Segredo, de Rhonda Byrne, que tem como base e fundamento as lições do Mestre da Galiléia. E o coaching nutre-se basicamente dos ensinamentos arrolados no Novo Testamento. É só verificar e confirmar que é isso exatamente o que acontece. Por isso é transformador como nada igual.

[close]

p. 6

PNL 6 Fevereiro/2016 A chave da mente do coaching “O Coach certamente esbarrará em questões emocionais apresentadas pelo cliente que o impedirão de ir adiante. É comum em processos de coaching o coachee apresentar limitações como o medo, angústia, ansiedade e demais bloqueios mentais que dificultam, quando não travam, a pessoa no alcance dos seus objetivos e metas”, diz Marcos Brasil, da Escola Livre. A Programação Neurolinguística apresenta um conjunto de ferramentas e técnicas que auxiliam o Coach a acessar estes bloqueios na mente inconsciente do coachee e, assim, transformá-los em recursos geradores de novos estados emocionais como a coragem, confiança, motivação e equilíbrio emocional para o Coaching, a Escola Livre é uma instituição de ensino que tem como missão "Educar para Marcos. A PNL, como é conhecida, é uma ciência desenvolvida por Richard Bandler e John G r i n d e r. S u r g i u e m meados dos anos 70 e recebeu a adesão de vários estudiosos do comportamento humano. “Robert Dilts e Judith DeLozier, diretores da N L P U n i v e r s i t y, a Universidade da PNL sediada na Universidade da Califórnia em Santa Cruz, são um destes estudiosos. E a Escola livre, discípula deles, é a única instituição de ensino da Região Sul e uma das únicas no Brasil afiliada e autorizada pela NLP University”, complementa Marcos. Equipe da Escola Livre enfrentamento dos desafios das mudanças. P a r c e i r a d a Sociedade Gaúcha de libertar mentes gerando melhores escolhas através da Programação Neurolinguística”, afirma

[close]

p. 7

7 Fevereiro/2016 EM 1ª PESSOA O impacto do coaching na vida de quem se permite impactar Por Renata Miranda Há quem diga que alguns coaches são exagerados quando se referem à ferramenta mais transformadora que existe. Nem todas as pessoas estão preparadas para receber sessões de coaching. Elas não entenderão o propósito e utilizarão a falta de percepção para criticarem quem conseguiu captar todos os insights que o coaching proporciona, pois elas conheceram o coaching de corpo. E não de alma. As percepções são distintas, porém baseado na minha trajetória, e no quanto o coaching impactou minha vida, tenho a mais absoluta certeza do que estou dizendo. Como servidora pública federal que atua com desenvolvimento humano há mais de dezenove anos, na Universidade Federal do Pampa, sempre amei meu trabalho. Considerava que estava no auge da minha realização profissional e que a minha vida não precisava de muita coisa, além do que já estava obtendo. Quando conheci o coaching foi como se uma avalanche de sentimentos e reflexões adentrasse o meu cérebro. A sede pelo conhecimento foi potencializada num grau inimaginável. Quanto mais cursos de coaching faço, acontecem mais coisas interessantes e que provocam um forte impacto na minha vida. É uma fonte inesgotável. Li por aí uma crítica que comparava o coaching com autoajuda e palestras moti- A chave é mudar a nós ‘ mesmos, em vez do outro. Quando isso ocorre, passamos a ser exemplo e transforma-mos nosso entorno ’ vacionais. Eles não captaram a essência: coaching é autoconhecimento! A partir do momento que nos permitimos buscar as respostas dentro de nós, de maneira muito honesta, sem sabotagem, deixamos de sermos vítimas para ser protagonistas. A chave é mudar a nós mesmos, em vez do outro. Quando isso ocorre, passamos a ser exemplo e transformamos nosso entorno. Nunca me preocupei em investir dinheiro e fazer com que ele se multiplicasse para trabalhar para mim. O pensamento da grande maioria dos servidores públicos é que a estabilidade garante o seu futuro. Ela proporciona coisas boas, mas nos limita ao mesmo tempo. Fica mais fácil não fazer muito esforço por grandes resultados, pois todo o mês o dinheiro pingará sem falta em nossa conta. Percebi que perdi anos de vida estagnada. Mas acordei a tempo. Equilibrei algumas áreas que estavam deixando a desejar, a começar pela minha saúde. Resolvi empreender, criei a Transformare Coaching com duas linhas de produtos de imersão: focando em divórcio, finanças e filhos e definição de carreira para adolescentes. Torneime uma empreendedora digital, extremamente focada em construir minhas plataformas de cursos online. A visão também mudou: Tudo que faço, visualizo o resultado para cinco, dez, quinze anos. Como administradora já fazia isso, mas não com o mesmo foco e intensidade. Muito menos com as metas tão definidas. Comecei a investir em várias linhas de renda fixa. Um dia, quem sabe, na linha de rendas variáveis. Especializei-me no meu ponto fraco, coaching financeiro. Como um dos meus valores é integridade, jamais devi dinheiro para ninguém, mas não investia um centavo, por saber que no mês seguinte meu salário estaria bonitinho na minha conta. Para completar, era uma consumista desenfreada. Hoje construo o dinheiro de algo que realmente preciso através de uma renda extra. Se quero uma determinada coisa, crio o “pote” que vai pagá-la. Descobri que um dos meus valores é individualidade. Adoro meus momentos de solidão. É muito importante para ter um tempo só meu, onde leio meus livros e escrevo em silêncio, sem ser interrompida. Antes me culpava por isso, achava que era uma pessoa egoísta e antissocial. Acabava forçando algo que não queria para não parecer antipática. Aquela velha mania de querer agradar os outros, mesmo que isso não nos agrade. Antes não sabia dizer não, mesmo que aquilo fosse ocupar um tempo precioso, que poderia aplicá-lo em algo mais interessante. Hoje só aceito aquilo que estiver alinhado com o meu equilíbrio. Para alguns posso estar dizendo um absurdo, para outros algo coerente. Não importa. O que importa é saber identificar aquilo que nos faz feliz e não aquilo que agrada aos outros. Até porque nunca conseguiremos agradar a todos, então que o foco seja na nossa satisfação. Se isso não é transformação, então não sei mais interpretar dicionários.

[close]

p. 8

POLÍTICA 8 Fevereiro/2016 Projeto de Lei definirá o dia 12 de novembro como Dia do Coach no RS Carlos Eduardo Hansen, Eduardo Kessler, Ronald Pantin Filho e Sérgio Peres na Assembléia Legislativa do RS O Deputado Estadual, Sérgio Peres protocolou na Assembleia Legislativa projeto de Lei que institui o Dia Estadual do Coach no Rio Grande do Sul. O projeto surgiu a pedido da SGC em parceria com a Potencialize-se, dos diretores Carlos Eduardo Hansen e do candidato a vereador de Cachoeirinha Dudadani Keller. A data a ser comemorada, 12 de novembro, já é lei no Espírito Santo desde novembro passado, quando o Deputado Estadual Marcos Bruno, em sessão solene no Plenário Dirceu Cardoso, no dia 26, instituiu o Dia do Coach. Na ocasião, o presidente da SGC, Ronald Dennis Pantin Filho, esteve presente e foi um dos 35 homenageados da noite.

[close]

Comments

no comments yet