Magazine CENES #03

 

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Magazine CENES #03

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Magazine Edição n.º 1 3 | Novembro 2014 2015 ENTREVISTA Adalberto Campos Fernandes Presidente da Comissão Executiva do SAMS Prestação Integrada de Cuidados de Saúde Qualidade Ambiental em Unidades de Saúde e Infeções Associadas GRANDE REPORTAGEM ENTREVISTA REPORTAGEM OPINIÃO Na Vanguarda do Reprocessamento de Dispositivos Médicos Germano Couto José Cotter Presidente da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia Bastonário da Ordem dos Enfermeiros BOAS PRÁTICAS Gabriela Luís, Médica Dentista A opinião da APORMED sobre a Indústria da Saúde e o Setor dos Dispositivos Médicos A validação do Processo de Esterilização dos Dispositivos Médicos EM DESTAQUE Biossegurança em Implantologia CERTIFICAÇÃO

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Inscrições Abertas! Curso de Reprocessamento de Dispositivos Médicos DATA: Fevereiro/Março 2016 DURAÇÃO: 40 horas HORÁRIO: 9h00m-13h00m | 14h00m-18h00m LOCAL: CENES - Azinhaga dos Barros, nº8 B, 1600-016 Lisboa DESTINATÁRIOS Esta ação de formação é dirigida a todos os pro­ fissionais de saúde que, direta ou indiretamente, se encontrem envolvidos na preparação e ma­ nuseamento de dispositivos médicos em blocos operatórios, clinicas e/ ou laboratórios, nomeada­ mente: Enfermeiros, Assistentes Operacionais, Técnicos e Assistentes de Medicina Dentária, Auxiliares de Ação Médica, Técnicos de Labora­ tório, entre outros. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Sensibilizar os participantes para a prática de uma correta política de Segurança, Higiene e Preven­ ção dos riscos de infeção hospitalar e necessidade de utilização de material esterilizado em am­ biente hospitalar. • Identificar fatores que contribuam para o contro­ lo da infeção hospitalar, regras e procedimentos de segurança e eficiência na condução e manutenção dos equipamentos de esterilização. • Garantir as técnicas e os procedimentos corretos para o manuseamento e transporte de material, a limpeza, desinfeção, embalagem, esterilização, armazenamento, controlo de qualidade e distribui­ ção dos dispositivos médicos. • Permitir a aquisição de conhecimentos que con­ tribuam para as boas práticas na prestação de cui­ dados de saúde. PROGRAMA GERAL • Classificação de dispositivos médicos • Triagem de dispositivos médicos • Dispositivos médicos reprocessáveis • Circuitos de dispositivos médicos • Conceção e estrutura física de um serviço de esterilização: áreas, organização do es­ paço e equipamento • Unidades de descontaminação de disposi­ tivos médicos 1. Recolha: Transporte e rastreabilidade 2.  Descontaminação: princípios de limpeza; processos de lavagem; seleção de deter­ gentes e desinfetantes 3.  Inspeção e Embalagem: requisitos de preparação e embalagens: inspeção; téc­ nicas de montagem; testes de funciona­ lidade dos materiais a reprocessar; crité­ rios e métodos de embalamento 4.  Esterilização: métodos de esterilização 5.  Expedição: Controlo de qualidade; proce­ dimentos de validação e registo t: 211 324 129 | f: 211 324 194 | e-mail: formacao @ CENES.pt | www.CENES.pt

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SUMÁRIO | CENES Magazine FICHA TÉCNICA Magazine CENES A Magazine CENES é um suporte de distribuição gratuita, dirigida a clientes e parceiros. Os conteúdos visam proporcionar ao público-alvo uma leitura focada nas atividades do CENES e nos valores que o norteiam, incluindo também conteúdo editorial nacional e internacional relevante para o setor: entrevistas, reportagens, artigos de opinião, ciência, tecnologia e saúde. Propriedade CENES, Centro de Reprocessamento de Dispositivos Médicos, Lda. Sede Azinhaga dos Barros, nº8 B, 1600-016 Lisboa Tel. +351 211 324 129 | info@CENES.pt Coordenação e Gestão Integrada de Conteúdos Green Media – Agência de Comunicação R. D. João V, n.º 17, 1º Esq. 1250-089 Lisboa Tel. +351 214 120 868 | press@greenmedia.pt Tiragem 6.000 Exemplares Depósito Legal 383627/14 Isento de registo no ICS nos termos do n.º 1, alínea a, do artigo 12º do Decreto Regulamentar nº 8/99 de 9 de Junho de 1999 04 | Destaques 05 | Editorial 06 | Notícias 10 | Agenda 12 | Grande Entrevista 16 | Inovação 18 | Grande Reportagem 24 | Artigo de Opinião 26 | SiNATS 28 | Entrevista 31 | Teste Bowie Dick 32 | Certificação 34 | Como se faz? 36 | Saúde Pública 3 Magazine CENES Edição n.º 3 Nov 2015 38 | Ficha Técnica A Magazine CENES está disponível online em: www.CENES.pt

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CENES | DESTAQUES Magazine 12 18 26 28 32 34 Nesta edição conversámos com o Dr. João Gonçalves, Secretário-Geral da APORMED Qualidade Ambiental e Segurança do Paciente e dos Profissionais em Serviços de Saúde 12 | Grande Entrevista 18 | Grande Reportagem 4 Magazine CENES Edição n.º 3 Nov 2015 A recente legislação consolida num único diploma as regras aplicáveis aos preços, à comparticipação e à avaliação prévia de medicamentos e dispositivos médicos Conheça a opinião do Presidente da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia sobre o reprocessamento de dispositivos médicos 26 | Sobre o... SiNATS A validação do Processo de Esterilização dos Dispositivos Médicos Segurança na esterilização: os seis tipos de indicadores 32 | Certificação 34 | Como se faz? 28 | Opinião

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EDITORIAL | CENES Magazine “É imperativo fazer mais e melhor. Mais formação aos profissionais, maior sensibilização aos gestores hospitalares e melhoria dos processos nas unidades de saúde, públicas e privadas.” Pedro Rodrigues Diretor Geral do CENES os últimos tempos a utilização da expressão “boas práticas” tem estado sempre presente, nas mais diversas esferas políticas, nomeadamente no que respeita ao setor da saúde. É curioso verificarmos contudo, que a aplicação das boas práticas se encontra ainda muito aquém das suas intenções teóricas. Portugal permanece no pódio com uma elevada taxa de infeção hospitalar a nível europeu. Os gastos do Estado, nesta área, ascendem a 280 milhões de euros por ano. As recomendações sucedem-se e têm resultado num maior número de programas de prevenção, no entanto o caminho a percorrer é ainda bastante longo e árduo. É imperativo fazer mais e melhor. Mais formação aos profissionais, maior sensibilização aos gestores hospitalares e melhoria dos processos nas unidades de saúde, públicas e privadas. Existem procedimentos que são ainda desconhecidos, cuja transversalidade é de extrema importância, como é o caso do reprocessamento e esterilização dos dispositivos médicos. Dispor de sistemas de qualidade implementados e certificados, no âmbito das principais diretivas europeias que regulamentem todas as atividades N na área da saúde, assegurando as boas práticas já não pode ser apenas uma opção, mas sim uma obrigatoriedade estratégica para a segurança do doente. Neste sentido, o ano 2015 fica marcado por um momento importante - o lançamento do SiNATS (Sistema Nacional de Avaliação de Tecnologias de Saúde), desenvolvido pelo Infarmed. Esta plataforma introduziu alterações relevantes no que respeita aos dispositivos médicos e aos medicamentos. Permite a seleção com base em critérios rigorosos no que respeita à relação custo-eficácia. O SiNATS é ambicioso, inovador e exigente, definindo o caminho certo das boas práticas. Atualmente, as tecnologias médicas disponíveis desempenham um papel crucial na saúde, e todas elas partilham o mesmo objetivo: melhorar a qualidade e prolongar a vida dos utentes de saúde. Neste sentido, tem de ser objetivo comum garantir a máxima segurança para os doentes e incrementar um nível elevado de proteção da saúde. Para tal, o CENES permanece focado na sua missão: contribuir ativamente para a melhoria da qualidade na prestação integrada de cuidados de saúde a todos os portugueses! 5 Magazine CENES Edição n.º 3 Nov 2015

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CENES | NOTÍCIAS Magazine HeartGenetics distinguida na Cimeira Mundial de Saúde A empresa HeartGenetics, instalada no parque tecnológico Biocant, em Cantanhede, foi selecionada como uma das dez melhores startups na Cimeira Mundial de Saúde, que decorreu em Berlim, em Outubro. A HeartGenetics é uma empresa de biotecnologia que está a levar ao mercado testes genéticos capazes de detetar a propensão dos indivíduos para desenvolverem três patologias, a cardiomiopatia hipertrófica, a hipertensão arterial e a trombofilia. Os testes são baseados em chips processados por equipamentos laboratoriais e analisados pelo algoritmo proprietário da empresa. A Cimeira Mundial de Saúde é a conferência anual da Aliança M8 de Centros Médicos Saúde, Académico, Universidades e Academias Nacionais. Ainda nesta cimeira, no decorrer da sua Assembleia-Geral, Portugal, representado pelo consórcio Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra e Universidade de Coimbra, foi admitido na Aliança M8, o G8 da Saúde. A Aliança M8 tem como missão principal a melhoria da saúde a nível global. Regime Jurídico das Práticas de Publicidade em Saúde Foi publicado dia 14 de outubro, em Diário da República, o Decreto-Lei n.º 238/2015, que aprova o regime jurídico das práticas de publicidade em saúde e os princípios gerais a que as mesmas devem obedecer. O disposto no diploma diz respeito a práticas desenvolvidas por quaisquer intervenientes, de natureza pública ou privada, sobre as intervenções dirigidas à proteção ou manutenção da saúde ou à prevenção e tratamento de doenças, incluindo oferta de diagnósticos e quaisquer tratamentos ou terapias, independentemente da forma ou meios que se proponham utilizar e enuncia as práticas consideradas enganosas neste âmbito, prevendo coimas que podem ir de 250 euros a 44 mil euros. São excluídas do âmbito de aplicação do presente decreto-lei as matérias reguladas em legislação especial, designadamente, a publicidade a medicamentos e dispositivos médicos sujeita a regulação específica do Infarmed — Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, IP, e a publicidade institucional do Estado. 6 Magazine CENES Edição n.º 3 Nov 2015

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NOTÍCIAS | CENES Magazine Novo serviço de Pneumologia no Hospital de Leiria Foi inaugurado o novo serviço de Pneumologia no Centro Hospitalar de Leiria. Neste âmbito, será promovida uma reunião de apresentação do Serviço de Pneumologia à Medicina Geral e Familiar da área de influência do Centro Hospitalar de Leiria, no dia 30 de Janeiro de 2016, entre as 10:00h e as 16:00h. Mais informação em: www.chleiria.pt “Saúde e Arquitetura em diálogo” foi o tema do Fórum Gulbenkian de Saúde 2015 pressão social: a arquitetura e a saúde. Estas disciplinas foram abordadas numa perspetiva histórica, da Idade Média até aos dias de hoje. No primeiro dia houve destaque às conferências focadas na evolução da estrutura e organização dos hospitais (medieval cristão, medieval islâmico, renascimento, iluminismo, romantismo, modernidade). No segundo dia debateram-se os novos conceitos de funcionalidades do ambiente, arquitetura e design, que tem influência na saúde e bem-estar. No âmbito do fórum foi inaugurada a exposição “Saúde e Arquitetura em Diálogo”, com exibição de objetos, plantas e maquetes de unidades hospitalares portuguesas. Esta exposição estará patente até dia 20 de dezembro e pode ser visitada no hall dos Congressos, da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. A Fundação Calouste Gulbenkian promoveu o Fórum Gulbenkian de Saúde 2015, nos dias 20 e 21 de outubro, com o tema Saúde e Arquitetura em Diálogo. Este fórum reuniu duas áreas de forte ex- 7 Magazine CENES Edição n.º 3 Nov 2015 Saúde e Arquitetura em diálogo

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CENES | NOTÍCIAS Magazine Incentivo financeiro para que os dispositivos médicos melhorem em questões de segurança contra ataques cibernéticos A certificação de que os equipamentos interligados são seguros é cada vez mais uma preocupação mundial, porque embora o uso da tecnologia na indústria da saúde tenha benefícios óbvios, a evolução das várias implicações em termos de segurança tem sido lenta e pouco investigada. De acordo com Michael Bachmann, professor de justiça criminal na Universidade do Texas, os cibercriminosos tendem a aumentar a atividade maliciosa nesta área, o que significa que a ameaça é real e global dando como exemplo o facto de “desfibriladores implan­ táveis podem ser vulneráveis a uma variedade de sinais eletró­ nicos”, afirmou o especialista, numa entrevista à BBC. Outras das preocupações que têm os profissionais de segurança dedicados à indústria da saúde estão centradas na proteção de dados. Lysa Myers, investigadora da ESET (empresa que comercializa Soluções para Segurança na Internet) alerta para o facto de várias unidades de saúde, a nível mundial, poderem vir a ser potenciais alvos para ataques de cibercriminosos “É muito importante que os profis­ sionais e empresas no setor da saúde tomem também cuidados extraordinários com os dados in­ formáticos dos seus pacientes” alerta a investigadora. Fonte: http://www.welivesecurity.com/ A National Science Foundation dos Estados Unidos concedeu à Universidade do Texas, aproximadamente 250 mil dólares em financiamento para uma investigação que ajude a criar medidas eficazes para proteger os dispositivos médicos de ataques cibernéticos. APORMED representa empresas portuguesas em evento internacional 8 Magazine CENES Edição n.º 3 Nov 2015 A Associação Portuguesa das Empresas de Dispositivos Médicos (APORMED) vai estar presente no maior evento internacional do setor dos dispositivos médicos e tecnologias médicas, entre o dia 2 e 4 de dezembro, em Bruxelas. “A edição deste ano cobrirá, en­ tre outros temas, a convergên­ cia das indústrias de cuidados de saúde, a dinâmica atual dos acionistas e as fusões globais, a inovação, a saúde digital, os obs­ táculos de acesso ao mercado e os últimos desenvolvimentos na área regulamentar”, avança João Gonçalves, Secretário-Geral da APORMED. O setor dos dispositivos médicos emprega cerca de 540 mil pessoas na Europa. Este setor gera anualmente vendas na ordem dos 105 mil milhões de euros, dos quais investe 8 por cento em pesquisa e investigação. Existem cerca de 22.500 empresas de dispositivos médicos na Europa.

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AGENDA | CENES Magazine X REUNIÃO IBÉRICA DE ENTEROSCOPIA 15 DE JANEIRO DE 2016 Realiza-se em Guimarães, no dia 15 de Janeiro de 2016, a X Reunião Ibérica de Enteroscopia. Para além dos habituais Casos Clínicos apresentados no Painel das Comunicações Livres, os principais temas em debate serão: 1)  Fronteiras da Enteroscopia terapêutica: Polipectomia e mucosectomia; Dilatação e próteses; CPRE; Terapêutica endoscópica de lesões vasculares: necessidade e proposta de estudo ibérico prospectivo; 2)  Sedação / anestesia em Enteroscopia: sedação por Endoscopista/ Anestesista Mais informação: http://www.spg.pt/?p=5301 10as JORNADAS DE ATUALIZAÇÃO EM DOENÇAS INFECCIOSAS DO HOSPITAL DE CURRY CABRAL 28 E 29 DE JANEIRO DE 2016 Organização do Serviço de Doença s Infecciosas do Hospital de Curry Cabral CHLC Associação de Estudos, Núcleo e Grupo de Doença Infecciosas de s Lisboa (NUGEDIL) PATROCÍNIOS APECS APEF FMUL HCC-CHLC Ordem dos Médicos SIAI SPDIMC SPMI ORGANIZAÇÃO Serviço de Doença s Infecciosas do Hospital GRANDES DESAFIOS DA CARDIOLOGIA DE INTERVENÇÃO 23 JANEIRO DE 2016 Sob o tema “Grandes Desafios da Cardiologia de Intervenção” decorre a Reunião científica organizada pelo Serviço de CardioJANEIRO 2016 logia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra. O evento, que assinala também os 20 anos da unidade, decorre no dia 23 de janeiro de 2016, no Hotel Quinta das Lágrimas, em Coimbra. de O Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital de Curry Cabral - Centro Hospitalar Lisboa Central vai organizar as suas 10as Jornadas de Atualização em Doenças Infecciosas nos dias 28 e 29 de janeiro de 2016, na Culturgest. MAJOR SPONS ORS Bristol-Myers Squibb Gilead Janssen Merck Sharp & Dohme ViiV Healthcare COMISSÃO DE HONRA Dr. Abílio Morgad o Dr. António Alves Pereira Prof. Doutor Carvalh o Prof. Doutor Francisc Araújo o Prof. Doutor Henriqu Antunes e Lecour Dr. José Luís Boaven Prof. Doutor Meliço tura Silvestre Prof. Doutor Mota Miranda Profa. Doutora Odette Ferreira Dr. Rocha Marque s Dr. Rui Proença OUTROS SPONS ORS AbbVie Astellas Farma de Curry Cabral - CHLC Associação de Estudos , Núcleo e Infecciosas de Lisboa Grupo de Doenças (NUGEDIL) 27 de 28 e 29 de Janei ro de 2016 27 de Janeiro – 4º Curso Temátic o Pré-Jornadas 4º Curso Temá tico Pré- Jornadas 15h00-19h00 (inscrição limitada a 80 participantes) VIH/SIDA – ACTUA LIZAÇÃO EM DOEN ÇAS OPORTUNISTAS Terapêutica anti-r etrovírica Infecções emergente s Hepatites víricas Transplante hepá tico Tuberculose Infecções fúngicas Febre e neutropén ia Casos clínicos 15h00 – 15h10 15h10 – 15h25 Introdução Moderadores Dr. Fernando Maltez Hospital de Curry Cabral – CHLC Dra. Célia Oliveira Hospital Infante D. Pedro – CHBV 15h25 – 15h40 15h40 – 15h55 15h55 – 16h10 16h10 – 16h25 Principais temas a abordar: Terapêutica anti-retrovírica; Infe­ ções emergentes; He­­ patites víricas; Transplante hepático; Tu­ berculose; Infeções fúngicas; Febre e neutropenia e apresentação de casos clínicos. PRÉMIOS Melhor Caso Clínico: 1.250,00€ 1º Poster: 1.000,0 0€ 2º Poster: 750€ SECRETARIADO Eurocongressos Rua Ramalho Ortigão , nº8, 2º Dtº | 1070-230 Lisboa E-mail: meet@e urocongressos.p t Tel: (+351) 211 147 170 TM: (+351) 917 841 226 JÚRI DE POSTER S Dr. José Malhad o Prof. Doutor Carlos Vasconcelos Dra. Nídia Garrido Dr. Orlando Cardoso Dra. Teresa Martins 16h25 – 16h50 www.10jornad ascurryca bral.com 16h50 – 17h20 17h20 – 17h35 Candidose Dra. Sara Cardoso Hospital de Curry Cabral – CHLC Pneumocistose Dra. Rosário Serrão Centro Hospitala r de São João Criptococose Dra. Patrícia Pacheco Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca Citomegalovirose Dra. Isabel Aldir Hospital de Egas Moniz – CHLO Micobacteriose atípica Dr. Joaquim Oliveira Centro Hospitala r e Universitário de Coimbra Discussão Café 17h35 – 17h50 Auditório da Caixa Geral de Depósi tos Lisboa Culturgest 17h50 – 18h05 18h05 – 18h20 18h20 – 18h35 Toxoplasmose Dra. Maria José Manata Hospital de Curry Cabral – CHLC Leucoencefalopati a multifocal progress Dra. Sara Lino iva Hospital de Curry Cabral – CHLC Linfoma primitivo do SNC Dra. Ana Cláudia Miranda Hospital de Egas Moniz – CHLO Sarcoma de Kaposi Dr. Paulo Rodrigues Hospital Beatriz Ângelo Leishmaniose Dr. Luis Tavares Hospital Nossa Senhora Teste 10 pergunta s Discussão PROGRAMA 18h35 – 19h00 CURSO DE GINECOLOGIA GERAL 2016 12 E 13 DE FEVEREIRO DE 2016 O Núcleo de Senologia e Ginecologia Oncológica de Santarém organiza, nos dias 12 e 13 de fevereiro de 2016, o Curso de Ginecologia Geral. A ação de formação tem o patrocínio científico da Ordem dos Médicos (OM), Sociedade Portuguesa de Ginecologia (SPG) e Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF). O primeiro dia é dedicado à realização de work­ shops sobre disfunções do pavimento pélvico, contraceção com DIU, contraceção hormonal e introdução à Colposcopia. Para mais informações: info@nsgos.pt Será fomentado o debate das mais recentes inovações técnicas e farmacológicas, quer na área da intervenção coronária, mas também na intervenção cardíaca estrutural e vascular periférica. do Rosário – CHBM Mais informação em: http://www.newsfarma.pt/agenda/ 9 Magazine CENES Edição n.º 3 Nov 2015 A comemoração do 20.º aniversário da Unidade de Intervenção Cardiovascular do CHUC (UNIC) surge na sequência da uma reunião do Board da EAPCI (Europe­ an Association of Percutaneous Cardiovascular Interventions), pe­­ la primeira vez reunido em Portugal, a qual irá decorrer no mesmo local e dia, na parte da manhã.

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CENES | AGENDA Magazine JORNADAS INTERNACIONAIS DE ENFERMAGEM COMUNITÁRIA 5 e 6 DE MAIO DE 2016 As Jornadas Internacionais de En­ fermagem Comunitária de 2016 incluem, nas principais mesas, temas relacionados com as doenças crónicas, as pandemias e os riscos psicossociais no local de trabalho. Neste âmbito, todos os profissionais de saúde devem ser convidados a explorar, refletir e atualizar os seus saberes sobre estas matérias. A Escola Superior de Enfermagem do Porto (ESEP), assumindo a sua quota-parte de responsabilidade na formação contínua dos enfermeiros, tenta responder aos desafios da sociedade, promovendo uma reflexão alargada sobre as causas, o desenvolvimento e as consequências de todos estes fenómenos com profundo impacto na saúde pública. �TEMAS: � Doenças � Holismo � crónicas & enfermagem Pandemias: desafios aos profissionais de saúde e aos cidadãos trabalho � Riscos psicossociais no �INSCRIÇÕES: www.esenf.pt �INFORMAÇÕES: eventos@esenf.pt �SUBMISSÕES: até 30 de novembro Mais informação em: http://www.esenf. pt/fotos/editor2/Noticias/jec16_programaprovisorio3.pdf 8ª CONFERÊNCIA MUNDIAL DO GRUPO INTERNACIONAL DOS CUIDADOS PRIMÁRIOS RESPIRATÓRIOS DE 25 A 28 DE MAIO DE 2016 “Teamwork: Who cares? The value of multidisciplinary respiratory care for patients, clinicians & healthcare systems” é o lema da 8ª Conferência Mundial do Grupo Internacional dos Cuidados Primários Respiratórios (International Primary Care Respiratory Group - IPCRG). O evento terá lugar na Holanda, em Amesterdão, entre os dias 25 e 28 de maio de 2016. Mais informação em: http://www.spg.pt/?p=5301 9.ª REUNIÃO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO DE ENFERMAGEM ONCOLÓGICA PORTUGUESA 27 DE MAIO DE 2016 Tomar vai receber a 9.ª edição da Reunião Nacional da Associação de Enfermagem Oncológica Portuguesa (AEOP), nos dias 27 e 28 de maio de 2016, no Hotel dos Templários. A AEOP prevê a apresentação do programa provisório até ao final de 2015. Os trabalhos poderão ser submetidos a partir de 15 de janeiro de 2016, até 10 de maio. Já as inscrições estarão disponíveis online no período entre 15 de fevereiro e 24 de maio de 2016. Mais informação em: http://www.aeop.net/ Comunicacao/eventos-nacionais-AEOP-9 10 Magazine CENES Edição n.º 3 Mai 2015 XX CONGRESSO DA SOCIEDADE ESPANHOLA DE DOENÇAS INFECIOSAS E MICROBIOLOGIA CLÍNICA DE 26 A 28 DE MAIO DE 2016 A Sociedade Espanhola de Doen­ ças Infeciosas e Microbiologia Clí­ nica (Sociedad Española de Enfermedades Infecciosas y Microbiología Clínica - SEIMC) vai realizar o seu XX Congresso entre os dias 26 e 28 de maio de 2016, em Barcelona. Mais informação em: www.seimc.org

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SABIA QUE... | CENES Magazine CONCEITO DE ESTERILIZAÇÃO 10-6 Um produto estéril é todo aquele que se encontra isento de qualquer microorganismo. ESEP RECEBE 3º CONGRESSO DA PNAE 26 E 27 DE MAIO DE 2016 A Escola Superior de Enfermagem do Porto (ESEP) irá receber, nos dias 26 e 27 de maio de 2016, o 3º Congresso da Paediatric Nursing Associations of Europe (PNAE). O evento tem como objetivo debater a Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica a nível europeu e é organizado em conjunto pela PNAE, ESEP e Mesa do Colégio de Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica (MCEESIP) da Ordem dos Enfermeiros (OE). Mais informação em: https://skyros-congressos.pt/pnae2016/index.php Será que a esterilidade é um conceito absoluto? Em condições propícias, os microrganismos (bactérias) reproduzem-se por um processo de fusão binária, ou seja, uma célula dá origem a outras duas. Ora, para que a morte microbiana ocorra – considerando que as funções vitais da célula se encontram inativadas – é apresentada uma curva de declínio logarítmico inverso ao crescimento dos mesmos. Por estes motivos, o nível de garantia de esterilização (ou “esterilidade”) de 10-6 é um padrão estabelecido – de acordo com o S.A.L. Sterility Assuran­ ce Level - para os dispositivos médicos, que define a qualidade dos produtos estéreis. Mas o que significa afinal o 10-6? Por curiosidade é preciso relembrar o que é esse número exponencial… 10-1 = 1/10 = 0,1 10-2 = 1/100 = 0,01 10-3 = 1/1000 = 0,001 10-4 = 1/10000 = 0,0001 10-5 = 1/100000 = 0,00001 10-6 = 1/1000000 = 0,000001 Portanto, para um dispositivo médico ser considerado, efetivamente, “estéril” é medido por uma probabilidade de 1 (ou menos unidades) não estéreis por 1 milhão, ou sejam….0,000001 por unidade! A título de exemplo, na indústria alimentar, de acordo com o padrão S.A.L., o “risco aceitável” para os alimentos enlatados, é ainda mais rigoroso, e situa-se entre 10-9 a 10-12. 11 Magazine CENES Edição n.º 3 Nov 2015

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CENES | GRANDE ENTREVISTA Magazine Dr. João Gonçalves Secretário-Geral da APORMED A Associação Portuguesa das Empresas de Dispositivos Médicos (APORMED) é uma associação de âmbito nacional, sem fins lucrativos e que representa mais de 60 por cento do setor das tecnologias médicas. É a maior associação nacional das empresas que atuam no setor dos dispositivos médicos e tecnologias para a saúde. O setor de dispositivos médicos é caracterizado por empresas que investem regular e fortemente na inovação, de forma a permitir o acesso dos doentes a terapias associadas a importantes ganhos em saúde. Nesta edição da Magazine CENES conversámos com o Dr. João Gonçalves, Secretário-Geral da APORMED. 12 Magazine CENES Edição n.º 3 Nov 2015

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GRANDE ENTREVISTA | CENES Magazine Que balanço faz desde o início da sua atividade como Secretário-Geral e qual a missão que a APORMED assume no setor da saúde em Portugal? A APORMED é uma associação com 25 anos de experiência no mercado (foi fundada em 1990) e representa os interesses comuns das empresas que integram o setor de produção, distribuição e de serviços no setor dos dispositivos médicos. Nas suas variadas formas existem em Portugal cerca de 800 mil dispositivos médicos e todos eles partilham o mesmo propósito: melhorar e prolongar a qualidade de vida das pessoas. Por este motivo e, em traços gerais, a APORMED tem por missão coordenar, representar e fomentar a defesa dos legítimos interesses e direitos comuns das empresas nossas associadas. Promovemos um clima de colaboração e diálogo com as autoridades públicas do setor, a comunidade de prestadores de saúde e as organizações de defesa dos doentes, visando o apoio a todas as ações que reforcem as garantias de qualidade e segurança dos produtos e o pleno acesso dos cidadãos às tecnologias mais inovadoras para a saúde. Faço um balanço francamente positivo, essencialmente face às inúmeras atividades e projetos que temos vindo a desenvolver e nos quais estou profundamente envolvido. Por outro, o feedback positivo que venho recebendo, leva-me a concluir que a atual dinâmica da APORMED, com a qual me identifico e que está consubstanciada no plano estratégico da sua Direção, é do agrado da generalidade dos nossos associados. Qual a visão que a APORMED sustenta para o Serviço Nacional de Saúde em Portugal? Visamos, acima de tudo, a promoção de elevados padrões de qualidade e ética, promovendo a legislação e regulamentação adequada ao setor e zelando sempre pela sua correta e justa aplicação. Ambicionamos que os cidadãos portugueses tenham acesso generalizado aos cuidados de saúde e lhes sejam disponibilizados produtos inovadores. A inovação nos dispositivos médicos melhora a qualidade de vida dos doentes e dos cidadãos, permitindo desta forma a sustentabilidade deste setor e obter ganhos em saúde ao SNS. Quais são as principais atividades em que a Apormed está envolvida? A nível externo, a APORMED participa ativamente em vários seminários, conferências, campanhas e eventos nacionais, nos quais desenvolvemos os temas em que somos convidados a participar, como por exemplo, “A saúde como motor do desenvolvimento económico” ou “O investimento dos agentes econó­ micos na codificação de dispositivos médicos”. Somos também parte interessada e nesse sentido temos vindo a colaborar com as diversas entidades oficiais, dando contributos relevantes, em fase de audiência pública para portarias, projetos lei, diplomas, como são o exemplo, as boas práticas de distribuição por grosso, o reprocessamento de dispositivos médicos de uso único, o regime de comparticipação de câmaras expansoras e o novo sistema de avaliação económica na área dos dispositivos médicos (SiNATS). No âmbito internacional, colaboramos ativamente e estamos alinhados com a nossa federação europeia, a MedTech Europe (EUCOMED), no domínio da compliance, do código de ética e de boas práticas, no reprocessamento, na nova diretiva europeia da Contratação Pública, no novo regulamento europeu sobre dispositivos médicos, etc. A nível interno, a Associação dá um enfoque muito especial à coordenação e à dinâmica dos diversos Grupos de Trabalho (GT) que são constituídos pelos colaboradores das empresas associadas com maior grau de expertise em cada área especifica e que se focam nos temas que consideramos prementes para atuação no mercado. Em traços gerais, pode descrever quais os temas mais relevante tratados em cada GT? Existem GT’s com assuntos de interesse geral e transversal a todas as empresas e outros especializados em determinadas áreas de negócio, que obviamente dizem respeito somente às empresas que atuam nesses mercados. Dos primeiros fazem parte os seguintes: 13 Magazine CENES Edição n.º 3 Nov 2015 A inovação nos dispositivos médicos melhora a qualidade de vida dos doentes e dos cidadãos, permitindo desta forma a sustentabilidade deste setor e obter ganhos em saúde ao SNS.

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14 Magazine CENES Edição n.º 3 Nov 2015 a) G  T de Avaliação Económica este Grupo está atualmente muito focado nos contributos para as futuras Portarias que regulamentarão a avaliação económica dos dispositivos médicos. Pela primeira vez em Portugal os DM’s são alvo de avaliação económica, “ex ante” e “ex post”, conforme regulado no novo Sistema Nacional de Avaliação de Tenologias de Saúde (SiNATS) que entrou em vigor no dia 1 de Julho do corrente ano. Para o efeito, a Apormed conta com 5 elementos de empresas associadas que constituem as diversas Task Force criadas pelo Infarmed para discussão desse assunto junto da sociedade; b)  GT de Assuntos Legais e Regulamentares – dedica-se à análise e debate de temas relacionados com o enquadramento jurídico e com a componente regulamentar de múltiplos aspetos que relevam para as atividades desenvolvidas pelos nossos Associados. O reprocessamento de DM’s de uso único, as boas práticas de distribuição por grosso e a revisão do código de ética e de conduta, são exemplo de alguns dos temas tratados recentemente; c)  GT da Contratação Pública - esta é uma das áreas mais complexas dada a panóplia de fatores que devem ser considerados no processo de seleção de fornecedores, de escolha de tecnologias e do critério de adjudicação. A compra pública tem necessariamente de considerar o bem-estar do doente/contribuinte que irá beneficiar de uma determinada tecnologia, considerando as restrições financeiras inerentes ao setor público, mas sem perder de vista a importância de manter o nível de sofisticação e de inovação que todos esperamos para este setor. Cumprindo a Lei, o SNS deve procurar a inovação ao nível dos serviços e dos produtos, nomeadamente dispositivos médicos, utilizando o critério da proposta economicamente mais vantajosa, em detrimento do critério do preço mais baixo, como tem sucedido nos últimos anos; d)  GT da Dívida do SNS - com enfoque principal na monitorização da dívida hospitalar às empresas de dispositivos médicos e na evolução dos atrasos de pagamento registados pelas entidades do SNS e do setor de saúde privado. Dos GT’s mais específicos, salientamos o da Ortopedia, o da Cardiologia/Arritmologia e o da Diálise & Terapia de Fluídos. Pela mesma ordem, os assuntos recentemente abordados em cada um destes grupos foram: 1) Contribuição para o Acordo Quadro para Próteses Ortopédicas, lançado pelos SPMS; 2) O elevado atraso na regularização das consignações dos produtos de cardiologia de intervenção por parte de alguns Centros Hospitalares; 3) sensibilização junto da Secretaria de Estado da Saúde para que os produtos de Terapia de Fluidos (Soros) passem a ser sujeitos à taxa mínima de comparticipação extraordinária (2,5%) e não à taxa máxima de 14,3% como atualmente sucede. Ponderam criar um Grupo de Trabalho na área do Reprocessamento e Esterilização de Dispositivos Médicos? Sim. Sempre que exista massa crítica para abordar este assunto específico. Até agora, o reprocessamento tem sido discutido no seio do GT de Assuntos Legais e Regulamentares, mas admitimos que sendo o reprocessamento de dispositivos médicos um processo complexo e de elevada criticidade, pode enquadrar-se no nosso plano de ação de curto/médio prazo. De um modo geral, como avaliam o mercado do reprocessamento de dispositivos médicos em Portugal? O reprocessamento de dispositivos médicos em Portugal tem sido feito, tradicionalmente, pelas

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GRANDE ENTREVISTA | CENES Magazine Unidades de Saúde nas suas Centrais de Esterilização internas. Nos últimos anos, decorrente de uma maior regulação da atividade, têm surgido alguns exemplos de descentralização. Contudo, este tipo de serviço em regime outsourcing, lançado com pioneirismo pelo CENES, tem um potencial de mercado ao qual reconhecemos bastante valor. Atrevo-me a afirmar que, neste domínio, o mercado está ainda relativamente “adormecido”, mas seguramente, existirão inúmeras oportunidades a explorar. Qual a sua opinião à entrada do CENES – o primeiro centro de reprocessamento de Dispositivos Médicos em regime de outsourcing em Portugal - no mercado? O CENES introduziu uma mudança de paradigma, uma inovação diferenciadora que veio agitar e até criar um novo modelo de negócio, no que respeita aos serviços prestados no setor dos dispositivos médicos. Temos tido, por parte do mercado, um feedback extremamente positivo, relativamente à prestação do CENES. Sabemos que está posicionado num patamar de excelência, qualidade, segurança e eficácia no desempenho. Quando as empresas atuam nestes patamares… o sucesso é garantido! O CENES introduziu uma mudança de paradigma, uma inovação diferenciadora que veio agitar e até criar um novo modelo de negócio. System 1® Express Sistema de Esterilização de Baixa Temperatura no Ponto de Uso* Líder Global no Controlo de Infecção O Esterilizador de Baixa Sabia que pode esterilizar a baixa temperatura, no ponto de uso, em apenas 18 minutos? Temperatura System 1® Express efectua uma esterilização química liquida em apenas 18 minutos. Esta tecnologia oferece uma elevada segurança e uma rápida rotação na reutilização dos dispositivos médicos rígidos e flexiveis. Operatórios e e Salas de Exames Especiais Especiais * Recomendado para Blocos Blocos Operatórios com Endoscopia: Endoscopia: Urologia, Pneumologia, Cardiologia, Gastroenterologia. com Gastroenterologia, Ginecologia. Projectos | Desinfecção e Esterilização | Bio-Descontaminação +351 217 968 081 | info@vitatech.pt | www.vitatech.pt Distribuidor Exclusivo

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