Terceiro Setimo dos Tres Cavaleiros da Luz

 

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Observações importantes Esclarecimentos do Mestre Caldeira Adjunto Yumatã sobre este trabalho do 3º Sétimo; O Trabalho de Terceiro Sétimo dos três cavaleiros da Luz é um grandioso Trabalho que o médium do Amanhecer pode (e deve) fazer em casa; é um canal de emissão na Linha do Amanhecer. É realizado durante Sete dias ou Sete noites consecutivos; as Forças se movimentam para o atendimento do Mestre na sequência de uma contagem, é importante lembrar que o Terceiro Sétimo deve ser realizado sem pressa. Maiores esclarecimentos nas Palavras do Mestre Caldeira, Adjunto Yumatã. Salve Deus Segue abaixo o link: https://www.youtube.com/watch?v=rLP8Ho5Q5xQ Oficialmente o Trabalho foi editado de três formas: Uma apostila, um livrete e pôsteres das Princesas. Este trabalho deve ser feito em SETE dias (ou noites), sem interrupção, sempre no mesmo horário. Não precisa ser iniciado no domingo. Pode-se começar em qualquer dia. A ilustração das Princesas foi apenas no sentido de dedicar, cada dia, a uma Princesa, mas não significa obrigação de ser este trabalho regido como é o dos Quadrantes da Unificação. A edição do Terceiro Sétimo nos pôsteres com as Princesas foi aprovada por Tia Neiva, mas não implicou em alterações nas instruções originais que ela nos deu sobre sua realização. Embora o ideal é que use seu Aledá, ou um lugar propriamente designado para formá-lo com este ritual, o mais importante é o horário. Por isso, procure um horário mais conveniente, para seguir as instruções deixadas por Tia Neiva. Providencie sal, perfume, velas, defumador (ou um incenso, de preferência, também de Madeiras do Oriente). O perfume é o utilizado no Templo - Madeiras do Oriente. Se não conseguir no Templo, compre um frasco de colônia com essa fragrância, e misture em um pouco de água. Com o ambiente defumado (ou com o incenso já devidamente queimando) e o sal e perfume devidamente preparados em um pires, ou outro recipiente, acendemos a vela. Pedimos a permissão para esta realização aos nossos Mentores (a emissão e canto não obrigatória, mas se sentir a intuição, pode fazer) e registramos o pedido, ou pedidos, no máximo três. Lembrando que quando o Terceiro Sétimo é dedicado à outra pessoa, o pedido deve ser um só e mantido por todos os dias de trabalho. Este pedido tem que ser feito do fundo do coração. Servimos-nos do Sal (Anoday) e em posição Iniciática (braços formando antenas, como na emissão) começamos a leitura. Ao final nos servimos do perfume, emitimos o mantra do Anodai (me consagre e me ionize...). Ao final de cada leitura dos Sétimos correspondentes ao dia, para encerrar o trabalho, emite o Mantra de Simiromba. Prece de Simiromba ″Oh, Simiromba, do Grande Oriente de Oxalá! No mundo encantado dos Himalaias, faze a minha preparação... Ilumina o meu espírito para que eu possa partir sem receios, no avanço final de uma nova era! Faze em mim a verdadeira força do jaguar! Oh, Simiromba, dos mundos encantados! Em breve estarei sobre o leito e Jesus, o sol da vida, transmitirá por mim, os mantras poderosos para a libertação dos vales negros da incompreensão... Oh, Senhor, partirei Contigo... Nada temerei!″ Inicialmente o Trino Tumuchy recomendava uma vela de sete dias, mas nunca foi exigido, ou padronizado, assim. Velas normais podem ser usadas sem qualquer problema. Pode ser feito individualmente ou em conjunto com os familiares, desde que possam acompanhar os sete dias completos. O Terceiro Sétimo pode ser feito para resolver a vida material, serve para a cura de doenças, dificuldades familiares e etc. Se tiver merecimento para isso, com certeza irá receber. O Trabalho de Terceiro Sétimo é uma junção de forças em seu próprio favor. É muito difícil que você venha a ganhar na loteria e resolver sua vida, mas com certeza receberá a força necessária para enfrentar a situação complicada pela qual passa e também a intuição precisa para saber como se conduzir neste momento. Sabendo aproveitar e acreditar, tendo fé, seus caminhos se abrirão. Salve Deus! ANODAÊ - realização na individualidade, servindo-se do sal e do perfume. PÉROLAS – bônus. CONTAGEM DAS ESTRELAS - precisão do trabalho, lei.

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Abaixo, carta de Tia Neiva. “A energia que sobe do primeiro para o terceiro plano, que eu conheço nos meus olhos de clarividente, é uma única, exclusivamente, que é a do Jaguar consagrado, que emite até sua Legião, na linha do auxílio, para beneficiar outros da mesma tribo. Isto é, a energia que o Mestre Jaguar desenvolve na emissão, ou melhor, emite em seu canto, é captada nas pequenas estações de sua Legião para o serviço em socorro dos grandes vales da incompreensão, dos necessitados em Cristo Jesus. Esse pequeno posto que eu, Jaguar, emito, é o meu Terceiro Sétimo, é o que é meu, é o que dispõe a minha abertura e dos demais que precisam de mim. Digo, em nome de qualquer emissão do mestre consagrado. Toda força decrescente de um Adjunto segue pelo que é seu, o seu Aledá, seu posto de receptividade na linha do seu Adjunto. Se eu tiver - eu - sete raios na linha de Koatay 108, em minha linha decrescente autorizada, crio aos poucos a minha estação, o que é meu, o que me cabe, por Deus, aos meus esforços, ao meu amor, ao meu plexo em harmonia. Isto é o meu Aledá, que servirá aos meus dependentes no mesmo conjunto de forças. Um só Aledá de pequenas estações, na proporção do meu amor, que é a harmonia dos três reinos de minha natureza, que é o meu Sol Interior. Na conjunção de um Adjunto, vou também emitindo e edificando a minha estação, o meu Aledá. Por que - podemos perguntar - somente um Adjunto consagrado tem seu povo decrescente? Somente um povo decrescente consagrado em uma força poderá emitir a sua energia no que é seu, digo, no posto, na Legião originalizada, na amplidão do que é seu - o seu Aledá, o seu Terceiro Sétimo. Não há condições de um mestre sem as suas devidas consagrações atingir o seu Terceiro Sétimo. As hierarquias o obrigam, uma vez que tudo é ciência, precisão e amor. Mesmo porque a receptividade ou energia dessa natureza na qual estamos é extraída da força extracósmica que reina nos três reinos da nossa natureza. E grandeza mesmo é o que meus olhos de clarividente, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, têm registrado: são as chegadas dessas forças das origens, onde quer que haja a necessidade, porque essa força - energia vital - é a libertação do espírito a caminho, é o alimento que arrebenta as correntes dos acrisolados das vibrações da Terra.” (Tia Neiva, 9.10.79)

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