edição 67

 

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O Samburá

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O Samburá BARRA DE CARAVELAS, BAHIA - ANO VI - EDIÇÃO NÚMERO 67T iragem 2.000 Exem plares jo rna losam bura@ gm ail.com MENSAL - Período de Outubro 2015 Resex do Cassurubá vai lançar em dezem bro o P ro jeto Cassuruçá Foto: Robson Falcã o Página 06 Dire toria de P o rtos e C o s tas lança C am panha para p revenir incêndios em em barcações de esporte e recre io . Pá g .07 In fo rm es do P rogram a D e E ducação Am b i en ta lE Com un icação Do Em preend i m en to : D ragagem – A cesso Ao Canal do Tom ba. P ág .04 Jubarte é reav is tada em Abro lhos 15 anos após ú lti m a aparição . Pág . 05 Pág . 03 Fábrica de Gelo da Coompescar completa 1 ano de atividades com sucesso. Fe s tiva l da Ba le ia em C a rave las com em ora 27 anos da ong B a le ia J ubarte . Pág.0 5 Teixeira de Freitas será a primeira cidade baiana a receber a "Tocha Olímpica" Portaria que protege o mero foi renovada por Poem a: P raia do G rauçá. P ág . 02 mais oito anos

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O Sam burá Praia do G rauçá Lina Lucia F.Dutra Ondas que b rilh am ... C hegam com vento do les te À p ra ia tranqü ila e vaz ia , D o G rauçá. C éu c la ro , nuvens escassas Barcos vaz io s no ca is e , Outros , bem longe , à ba lo ar. A p ra ia do Pon ta l do Su l Opos ta a do G rauçá R ealça a be le za do lu ga r! O ba la nço dos barcos que parecem v ira r, am param àque le s que em busca do cam arão fazem com suas redes - o a rrastão . AM I G OS DO SAMBURÁ* Amarina Antunes Célia Siquara Cida Macário Corina Melgaço Ceça de Yayá Dadá Souza Emerson Barbosa Fábio Pinheiro Jose Esperidião Jorge Magalhães Jorge Oliveira Mª de Lourdes P. Inácio Marinalva Tavares Vanessa Santana *É Amigo do Samburá quem acredita na força da comunicação de base comunitária. Obrigado a todos por nos ajudar a produzir e divulgar esse veículo importante de comunicação da Comunidade de Barra de Caravelas. O Jornal Comunitário O Samburá surgiu entre um grupo de jovens da pequena comunidade de pescadores e pescadoras artesanais de Barra de Caravelas em 2009 e hoje tem distribuição gratuita mensal de 2.000 exemplares em toda região de Caravelas. ♦ Para saber mais visite o BLOG: http://jornalcomunitarioosamb ura.blogspot.com/ ou entre em contato: jornalosambura@gmail.com ♦ DIAGRAMAÇÃO: Robson Falcão ♦ REPORTAGEM: Adriene Coelho Edvaldo Souza e Robson Falcão ♦ IMAGENS: Robson Falcão, Girlândia Rodrigues, Resex♦ SUPERVISÃO: Antônio Emídio. ♦ Colaboradores nesta Edição: IBJ, Resex do Cassurubá, ICMBio, Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Página 2 O Sam burá

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O Sam burá Fábrica de G el o da C oom pescar com p l e ta 1 ano de ativ idades com sucesso (Co om pescar) fo i in augurada a exatam ente 1 em preendi m ento foi (A m pac ) e a Pre fe itura Mun icip al de C a rave las . C om capacid ade para produzir 14 tone ladas de gelo por d ia , a fábrica a tende a de m anda de cerca de 1.800 fam ília s que têm a pesca com o a tiv id a de p rin cip al. Pa rabéns! constru ído num pro cesso de engajam ento da Fibria com a C o lô n ia dos Z25, Associa ção Pescadores de ano a trás e des de en tão vem contrib u in do pa ra a redução do custo de produ Fáb rica de Ge lo da Cooperativa das M arisqueiras e Pe scado res de C a ravelas ção do pescado em Ca ravela s e o forta le ci m ento da a tiv id ade de pesca na regiã o . O Rede , Arrasto , Boe ira , Fundo e Arra ie ira de Ca ravela s (Apesca ), a Associa ção de M a ris queiros de Pon ta de Are ia e C a ravelas Te ixe ira de Fre itas será a p ri m e ira c idade ba iana a receber a "Tocha O lí m p ica" A chegada da peça si m - m itê . A adm in istração m unic ip al bólica está p revista para 19 de de cada cid ade tam bém não m aio de 2016, em T e ixe ira de d ivu lg ou o ro te iro a ser percorriFre itas, no extrem o su l do esta - do em seus território s . A ú lti ma do , m as a ordem do percurso parada da tocha na ah ia está a in da não fo i decidid a pelo co - m arcada para 27 d e m aio . Portaria que pro tege o m ero fo i renovada por m a is o ito anos itajara) de 02 de poucos locais na costa, especioutubro de 2015 almente os que tem algum tipo mantém proibida a de proteção, como unidades pesca, captura, de conservação e estruturas transporte e comer- de exploração e transporte de cialização do mero petróleo e derivados. Infelizpor mais oito anos mente, ainda há muita pesca no Brasil. ilegal. Cerca de 400 toneladas No Brasil, o mero de mero são pescadas ilegaltem a pesca proibi- mente no Brasil. da desde 2002, FONTE: ACIAC. A Portaria Interministerial MPA mas só é possível perceber - MMA 13 (Mero - Epinephelus aumento na abundância em Funcionári o s do PSF da B arra conscien tizam a com un i d ade barrense da i m portância do O u tubro Rosa. O Sam burá Página 3

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O Sam burá In fo rm es do P rogram a De Educação Am b ien ta l E Com un icação Do Em preend i m ento : D ragagem – A cesso Ao Cana l do Tom ba No s d ias 17 e 18 de ou tubro fo i realiza da na AMPAC, em Ponta de Are ia , a II Of icina de Planejam ento do Programa de Educação A m bienta l e C om unicação do E m preend i m ento D ragagem do socia ções de m oradores de á reas em to rno do em preendi m ento da d raga gem . A m etodo lo gia utilizada fo i o tra balh o em grupo e preenchi m ento de m atrizes . No p ri m eiro d ia fo i apresentado para os partic ip antes um apanhado gera l com as prem issas, d iretrizes e norm as da Ed ucação A m bie nta l no Licenciam ento Federa l, defin in do as d iferentes com pe tência s institucio nais dos agentes socia is envolv id os, p rio rizando os suje itos do processo educativo , im pactos e con flitos a serem trabalh ados. No segundo d ia ,depo is de enum erados os im pactos m ais re le vantes, foram es boçados ob je tivos concretos de curto e m édio prazo para serem a lcançados dentro da proposta . C om os obje tivos traçados, os g rupos traba lh aram a tiv idades prá ticas e m etas para cum prir o prin cip al propósito que é m itig ar os pos síve is i m pactos am bie nta is provenie n tes da ativid ade de d ragagem . acesso ao C ana l do T om ba . O evento contou com a co laboração do Pro fº Dr . Ca rlos F rederico Loure iro da UFRJ, orientador de dezenas de pro je tos de EA ligados ao licenciam ento am bie nta l. Pa rticiparam da o ficin a os representan tes de com unidades,m ovi m entos e as - No d ia 09 de outubro a AMTM (Associa ção dos M oradores da T a pera e Miringaba ) em parceria com o Program a de Educação A m bie nta l rea lizou a li m pe za da Pra ia da T ape ra . A a tivid ade contou com a presença de cria nças e pro fesso res das esco la s m unicip a is loca lizadas na reg iã o rib eirin ha . Página 4 O Sam burá

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O Sam burá Fes tiva l da B a le ia em C arave las com em ora 27 anos da ong Ba le ia Jubarte Os 27 anos do Projeto Baleia Jubarte foram celebrados durante cinco dias, de 8 a 12 de outubro, na quadra municipal de Caravelas da praça 15 de Novembro e reuniu grande público. também realizou uma cerimônia emocionante de mudança de corda para os capoeiristas que haviam avançado de nível no esporte. O reggae, forró, samba, rock e axé também marcaram presença no evento. A Semana da Baleia contou A XIII Semana da Baleia contou com a participação do grupo de capoeira Malícia, antigo parceiro do Projeto Baleia Jubarte. O grupo organizou rodas de capoeira formada por mestres renomados e alunos de todas as idades. O grupo Malícia com show dos cantores Neto Galdino e Caio Magno, além dos grupos Café Pequeno, Los Barrtut`s, Consciência Roots e Bahia Odora. Durante a Semana da Baleia, a população de Caravelas teve a oportunidade de participar de atividades de educação ambiental. Estas atividades foram realizadas pela equipe do Projeto em parceria com o artista plástico Alexandre Huber, que pintou uma baleia acompanhada do filhote no muro da sede do Instituto Baleia Jubarte e realizou várias oficinas de pintura com as crianças nas escolas municipais. A XIII Semana Cultural da Baleia Jubarte – 27 anos do Projeto Baleia Jubarte contou com o apoio da Prefeitura de Caravelas. Jubarte é reav is tada em Abro lhos 15 anos após ú lti m a aparição segundo a pesquisadora Daniela Abras, pode ter sido causado por alguma briga. "Ela tinha marcas de mordidas e pedaços da cauda faltando. Isso é um sinal de briga, provavelmente, com uma orca", disse. A baleia foi identificada pelos pesquisadores na semana passada, por meio de fotos tiradas em observatório. Uma baleia jubarte com ferimentos na nadadeira foi reavistada pela equipe do Projeto Baleia Jubarte, do Banco de Abrolhos, em Caravelas, no extremo sul da Bahia, 15 anos após ser vista pela última vez. O animal chamou a atenção da equipe por conta dos ferimentos na nadadeira caudal que, "Identificamos que foi a mesma baleia, através de fotos da cauda, que é como se fosse uma impressão digital. Temos um catálogo de quase 4 mil foFONTE: A Tarde tos, todas tiradas desde 1988", conta a bióloga. De acordo com a pesquisadora, a cada ano fica mais difícil reavistar as baleias catalogadas, já que uma população de cerca de 17 mil animais passa pela região. "O que nos chamou a atenção foram os ferimentos". A gigante não estava sozinha, de acordo com o instituto, mas acompanhada de oito jubartes. Todas participavam de um grupo competitivo de reprodução, quando há machos disputando uma fêmea. Comissão de Educação aprova projeto de lei que aumenta o piso salarial dos professores da rede pública AC om issão de Educação acaba de aprovar o p roje to de le i que aum enta o p iso sa la ria l dos p rofessores da rede púb lica de R$ 1.917,78 pa ra R$ 2.743,65 (PLS 114/2015). O va lo r deverá ser ap licado em todo o pa ís para docentes com carga- horária de 40h . Pa ra a judar a fin ancia r o novo p iso ,o pro je to tam bém determ ina que 5% da arrecadação das loteria s se ja destin ada a custear a com plem entação de sa lá rio dos pro fessores. O pro je to é fundam enta l para cum prirm os as m etas de valo rização p revistas no Pla no N acio nal de Educação . Agora ,será vo tado na C om issão de Assuntos Econôm icos do Se nado . O va lo r a in da está longe do perfe ito ,o s pro fessores devem e m erecem ganhar m uito m ais . Po rém ,não adia nta aprovarm os um va lo r a ltíssi m o se as pre feituras não terão condição de pagar neste m om ento de crise . E tem os que de ixar cla ro que o p iso não é o te to ,o m íni m o não é o m áxi mo. D e acordo com a qua lificação de cada p rofissio nal,este va lo r tem que sub ir e m uito . Estip u la r um p iso ,é d izer que os professores não podem ganhar nem um centavo aba ixo d isso . D e m in ha parte ,vocês podem ter certeza que sem pre lu tarei pelo ganho sa la ria l dos p rofessores. Fonte: Jornal do Senado O Sam burá Página 5

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O Sam burá Resex do C assu rubá va i lança r em dezem bro o P ro je to C assu ruçá Foto: Robson Falcã o A Reserva Extrativista (Resex) de Cassurubá, no litoral sul da Bahia, se prepara para lançar em dezembro o Projeto Cassuruçá, que vai organizar a venda do caranguejouçá pela comunidade, com base nos princípios do comércio justo e solidário (Leia mais abaixo). Um dos resultados será a eliminação da figura do atravessador, criando gas semanais, já livres da relação de exploração imposta pelos atravessadores. em caranguejo de Vitória, e conheceu as associações de caranguejeiros locais. Só para se ter uma ideia, o preço normalmente pago por caranguejo pelos atravessadores que atuam em Cassurubá gira em torno de R$ 0,70 a R$ 1. Enquanto isso, na primeira carga vendida diretamente pelos extrativistas a restaurante de Vitória, o valor unitário chegou a Participaram ainda de reunião do Fórum Manguezal, espaço que congrega diversos segmentos sociais vinculados à cadeia produtiva do mangue. No encontro, na sede do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo (Iema), o grupo apresentou o Projeto Cassuruçá e compartilhou informações com novos parceiros. mais renda para todos. A comercialização será feita, na primeira etapa, pelos caranguejeiros das comunidades de Tapera, Miringaba, Perobas, Rio dos Macacos, Lopes e Ponta de Areia, todas no interior da reserva. A estrutura está sendo montada para que os extrativistas façam a venda direta do caranguejo-uçá, inicialmente, para R$ 3,33. Isso porque foi apenas uma entrega amostral com caranguejos de 8 cm de carapaça, disseram os gestores da reserva. De volta à reserva, os participantes da viagem passaram, praticamente, Estudo de mercado todo o mês de setembro realizando reuniões com as comunidades de Nos dias 26 e 27 de agosto, em mais uma das etapas de implantação do Projeto Cassuruçá, representantes da Resex de Cassurubá viajaram a Vitória para fazer estudo carangujeiros envolvidas no Projeto Cassuruçá. Desses encontros, surgiram os primeiros negócos que vêm sendo feitos com restaurantes de Vitória. Ficou acertado, ainda, que o projeto será iniciado oficialmente em dezembro com a participação das co- bares e restaurantes de Vitória (ES). Em agosto, representantes da reserva estiveram na capital capixaba para avaliar as possibilidades de negócio com o comércio local. Em setembro, foi feita a primeira venda de mil caranguejos a um restaurante. A iniciativa deu tão certo que os caranguejeiros seguiram com entre- de viabilidade de mercado do caranguejo-uçá na cidade capixaba. O grupo reuniu- se com dirigentes do sindicato patronal dos bares e restaurantes do Espírito Santo, o Sindbares, que congrega os principais restaurantes especializados munidades mais organizadas. Numa segunda etapa, as demais comunidades deverão se juntar ao movimento, de modo que todos tenham ganhos. Página 6 O Sam burá

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Sa iba m ais da partic ipação ativa da com un idade e do reconheci m ento da sua mi dores e suas respectivas organ izações para aum entar a viab ilidade, reduzi ndo riscos e dependênci as econôm i cas; e , pri ncipa lmente, garantir a rem uneração ju sta do traba l ho, com a e li mi nação dos a travessadores. O com érci o j usto e so lidári o é autonom i a. e tivos esti m ul ar o um a tendênci a de fluxo com erci a l Tem com o ob j d iferenci ada, baseada em crité rios de j ustiça e so lidariedade nas re la ções en tre produ tores e consumi dores. Esti m ul a o pro tagon ism o dos em preend i m entos econôm icos e so lidários (EES) por m e i o desenvo lv i m ento susten táve l, a ju stiça soci a l, a soberan i a e a segurança a li m entar e nu tric i ona l; garan tir os d ire itos dos produtores e consum i dores; fo rta l ecer a cooperação entre p rodutores, consu- FONTE: Comunicação ICMBio. D ireto ria de P ortos e Costas lança C am panha para p reven ir incênd i o s em em barcações de espo rte e recre i o. A Ma rinha do Brasil, por m eio da Dire toria de Po rtos e C o stas (DPC), in ic ia em novem bro , um a cam panha nacional de conscientização para p revenir incêndio s em em barcações de esporte e recre io . A a ção tem o propósito de evitar que fa ta lidades e acidentes aconteçam por este tipo de ocorrência , a lém de contribu ir para a prevenção de danos ao m eio am bie nte . Núm eros da Superintendên cia de Segurança do T ráfego Aq uaviário da DPC ind icam que dos 144 incêndio s em em barcações reg is trados no Brasil nos ú lti m os três anos, 63 ocorreram na categoria de esporte e recre io , o que representa quase m etade com bustível; -Ve rifiq ue se o quadro e lé trico , a s fiações e os fusíveis estão em bom estado ; - O e xtin tor deve estar carre gado , den tro da va lid ade , em lo cal vis íve l, de fácil Após sair - Or ie n te seus passageiros sobre as d icas básicas para prevenir incêndio s,com o por exem plo , não fum ar em am b ie nte fechado , na á rea do m otor e em lo ca is com mate ria is in flam áveis ; - Ca so tenha cozin ha a bor do , m antenha o forno e o fogão sem pre li m pos após o uso ;e - Atenção ! T enha cu id ado com o uso de fritadeiras, fo rnos e lé tricos e churras queiras a bordo . dos casos (44%), com uma incid ência expressiva em lanchas (48%). Confira as dicas da Campanha antes de sair: acesso e com o la cre in tac to ; - Cu idado para não de ixar ó le os, á lcoo l e m ateria is in - - Ven tile o com parti m ento do m otor an tes de lig á -lo para liberar possíve is gases in fla m áve is ; - Co nserve o local do m otor lim po e livre de vazam ento de ó le o ou ou tro tipo de flam áveis guardados próxim o do m otor e de superfí cie s aquecid as;e - Ma ntenha o bo tijã o de gás em área externa e em lo cal are ja do , pro tegid o do so l e de fon tes de ca lo r.

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Convite Vivendo este momento maravilhoso da festa de Nossa Padroeira “Nossa Senhora da Imaculada Conceição” , são vários os motivos para nos reunir e render graças a Maria por nos representar na nossa caminhada. Ela, que é símbolo de grandeza e fortale za da nossa fé. Temos que agradecer a essa grande intercessora pelo s benefícios recebidos de sua misericordiosa bondade: saúde, paz e sobre tudo a nossa vida. Sendo assim, vamos juntos celebrar mais uma vez essa grandio sa festa. Por isso queremos convid ar as famílias barrenses, turistas e visitantes a festeja r e entoar os lo uvores merecid os à mãe de Deus e da igreja . Que o Deus de amor, nos fortaleça sob a proteção de Maria.

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