Informativo Janeiro de 2016

 

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CRQ - III INFORMA DOW E DUPONT ANUNCIAM FUSÃO E PODEM CAUSAR A SEPARAÇÃO EM TRÊS UNIDADES A Dow Chemical Co. e a DuPont Co. avançaram as negociações e anunciaram a criação de um gigante do setor químico: DowDuPont. A fusão entre as duas das empresas mais antigas dos EUA tem um valor de mercado combinado próximo a US$ 120 bilhões. A união das operações deve causar a divisão da empresa combinada em três segmentos, são eles: agricultura, especialidades químicas e ciência dos materiais. Dessa forma, o novo grupo criado terá forte presença em setores que vão de plásticos a produtos químicos industriais e agricultura. No momento em que negociações de consolidação do setor de ciências agrícolas se intensi caram com empresas tentando se ajustar à pressão exercida pelos baixos preços das commodities, a concretização da fusão repercutiu favoravelmente na Wall Street. Já a concorrente americana Monsanto Co. abandonou em 2015 uma oferta de US$ 46 bilhões para comprar a Syngenta em meio à resistência da rival suíça. INFORMATIVO OFICIAL Nº 22 - RIO DE JANEIRO, JANEIRO DE 2016 TABELA PERIÓDICA GANHA MAIS QUATRO ELEMENTOS E COMPLETA SÉTIMA LINHA Criada pelo químico russo Dimitri Mendeleiv em 1869, a tabela periódica incorporou mais quatro elementos. São eles: 113 (unutrium), 115 (ununpentium), 117 (unuseptium) e 118 (ununoctium). Tais descobertas foram as primeiras adições ao mapa da química desde 2011, quando os elementos 114 e 116 foram acrescentados. O organismo mundial de referência para a nomenclatura da química, sua terminologia e medidas éa União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC). Graças aos cientistas norte-americanos, russos e japoneses, en m, a sétima linha se tornou completa. Por enquanto, os nomes são provisórios, porém se sabe que todos são sintéticos e muito pesados por resultarem da união de um grande número de nêutrons e prótons. Como todos os outros elementos que estão no nal da tabela periódica, eles existem apenas durante algumas frações de segundo antes de se desintegrarem em outros elementos. +55 21 2524-2236 · comunicacao@crq3.org.br R. Alcindo Guanabara, 24 - 13º andar - Centro · Rio de Janeiro, RJ - 20031-130

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MINISTROS E ESPECIALISTAS PROJETAM OS DESAFIOS DA ATUAÇÃO QUÍMICA EM 2016 O ano começa sob descon anças por parte dos economistas e investidores, principalmente com a queda dos preços do petróleo – acelerada nas últimas semanas – e seus efeitos sobre a indústria petroquímica em todos os seus quadrantes. Por isso, o Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Armando Monteiro, ressaltou em sua palestra no Encontro Anual da Indústria Química (ENAIQ), a importância da indústria química para a economia nacional que, por isso mesmo, contaria com o apoio institucional necessário para a solução de seus problemas. Corroborando o discurso anterior, o Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, aditou ainda que a indústria do gás terá prioridade para a indústria brasileira em geral e para a petroquímica em particular. As perspectivas para o petróleo não são favoráveis em decorrência do potencial de produção de “shale oil”, segundo Paul Hodges, presidente da ICIS. E a médio e longo prazos, todas as restrições impostas aos combustíveis fósseis pela COP21, a partir da próxima década, poderão impedir o crescimento da indústria petroquímica. Restam os defensores da rápida monetização da imensa reserva brasileiro de petróleo que, no fundo do mar, pouco será útil a nossa população e futuras gerações. Deve-se portanto descartar os conceitos emitidos por aqueles que pensam que seja um dever nosso guardar essa riqueza para lhos e netos. Pelo contrário, todos os obstáculos à rápida extração dessa riqueza como conceitos de operador único, elevados percentuais de conteúdo local, devem ser afastados. Ignorar os avanços tecnológicos e as crescentes pressões ambientais poderá custar muito caro ao futuro do Brasil. Cabe ao setor químico a responsabilidade de encontrar soluções para estes desa os e cada vez mais mudar para crescer. Fonte: ENAIQ 2015 e Tendências para o Petróleo, de Michel Hartveld DIRETORIA DO CONSELHO Presidente Isaac Plachta Vice-Presidente Eduardo Falabella de Souza Aguiar Data: 25 a 29 de janeiro Local: Universidade Federal de São Carlos Inscrições: http://www.evqdq.ufscar.br A XXXVI Escola de Verão em Química promove o intercâmbio entre alunos e professores da UFSCar com os de outras instituições do país. Em sua 36º Edição, o evento conta com o tema “Por uma química mais sustentável”. Tesoureiro José Antonio de Carvalho e Silva Secretário Paul Antoine Maron Gédéon Conselheiros Adelaide Maria de Souza Antunes Carla Calado da Silva Daniel Pomeroy David Tabak Gabriel de Oliveira Apolinário Gandhi Giordano Harley Moraes Martins Hélio Camarota Jorge Cardoso Messeder Luiz Alberto Ferreira da Silva Marcio Franklin Oliveira Rafael Barreto Almada Rafael Gama Sérgio de Paula Machado Sônia Maria Cabral de Menezes Palestrantes: Prof. Dr. Jean M. Gallo e Prof. Dr. Elton Sitta (UFSCar) Prof. Dr.Chao-Jun Li (McGill University - Canada) Prof. Dr. Juan M. Feliu (Universidade de Alicante) Prof. Dr. Long Nghiem (Universidade de Wollongong – Austrália) Prof. Dr. Rafael Luque (Universidade de Cordoba - Espanha) Dr. Robert Paton (Universidade de Oxford – Reino Unido) R. Alcindo Guanabara, 24 - 13º andar - Centro · Rio de Janeiro, RJ - 20031-130 +55 21 2524 2236 · comunicacao@crq3.org.br

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