Jornal do Estatutário - dezembro de 2015

 

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JORNAL DOS ESTATUTÁRIOS Deus, salve a vida do planeta Boas festas Não apenas a humanidade, mas que todas as formas de vida recebam as dádivas celestiais neste Natal Que o Natal ilumine nossas existências, quebre a dureza de muitos corações e inspire a solidariedade não só agora, neste período de festas, mas durante o ano inteiro de 2016. Pensemos, nem que seja por alguns minutos, na tristeza derramada pelo planeta. Na lama tóxica que matou em Minas Gerais, nos ataques terroristas em Paris, nos refugiados mundo afora, na miséria e na fome. Que Jesus olhe pelas florestas e oceanos, pelos animais, e salve de novo a humanidade do caminho totalmente errado que vem trilhando. Que transforme as armas em flores. Feitas essas reflexões, a diretoria do sindicato espera que a família estatutária relaxe e aproveite esse que é o período mais emotivo e gostoso do ano. Boas festas a todos! S I N D I C AT O D O S S E R V I D O R E S E S TAT U T Á R I O S M U N I C I PA I S D E S A N T O S Ano IV - Nº 20 – Dezembro 2015 Paulo Passos ASSEMBLEIAS APROVARAM Reajuste salarial com aumento real As assembleias de novembro aprovaram as reivindicações para a campanha salarial de 2016. As principais são reajuste salarial com base na inflação e dez por cento de aumento real. Somos 12 mil trabalhadores e trabalhadoras, com data-base em fevereiro, e temos força para impor um resultado satisfatório ao movimento, com vale-refeição de R$ 28 e cesta-básica de R$ 400. O sindicato já registrou a lista completa em cartório e Segunda assembleia de aprovação da pauta de reivindicações, em 24 de novembro, no Sintrasaúde, reuniu bom número de servidores Panayotis Giannopoulos Fábio Pimentel, presidente do sindicato: ‘Veja a íntegra da pauta nas páginas 4 e 5 e participe das assembleias de janeiro, pressionando a prefeitura por um bom acordo. O ano eleitoral será favorável às negociações’ mandou-a ao prefeito Paulo Alexandre, aos secretários mu- nicipais e aos vereadores, na primeira semana de dezembro.

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Jornal dos ESTATUTÁRIOS SAÚDE GM Nº 20 – DEZEMBRO 2015 - PÁGINA 2 Jornal do Sindest. Publicação do Sindicato dos Servidores Estatutários Municipais de Santos. Rua Monsenhor de Paula Rodrigues, 73, Vila Mathias, Santos, 13-3202-0880, contato@sindest.com.br , www.sindest.com.br . Presidente: Fábio Marcelo Pimentel. Diretor responsável: Rogério Catarino. Redação e edição: Paulo Esteves Passos, MTb 12.646, matrícula sindical 7588 SJSP. Colaborador: Mário Ribeiro, MTb 15.381 Diagramação: www.cassiobueno.com.br Impressão: Graficópias Nunes. 10 mil exemplares. Depois da cesta-básica, enfermeiro busca 30 horas As lutas dos enfermeiros, organizados no Sindest, têm dado bons resultados. O mais recente foi a cesta-básica, que era concedida ao pessoal da ativa do nível ‘p’. Agora, beneficia o nível ‘q’. O pagamento retroativo a abril, quando o cargo passou de ‘p’ para ‘q’, quebrou o galho de muita gente, neste final de ano, provando que a luta sindical vale a pena. Esse foi mais um avanço resultante da confiança que o servidor em geral, e os enfermeiros em particular, vêm depositando na atuação séria do Sindest, que obtém conquistas sólidas, sem necessidade de bater panela. A diretoria do sindicato e a comissão de enfermeiros estão agora na obstinada busca pela jornada de 30 horas semanais para o pessoal do setor de saúde, na verdade uma luta nacional. A maioria dos companheiros e companheiras acredita na força da mobilização e espera que a conquista beneficie brevemente a categoria em nossa cidade. Outros municípios já obtiveram a melhoria, mostrando, na prática, que a redução da carga horária traz mais excelência na prestação do serviço. E o que é bom tem que ser copiado. A maior conquista do enfermeiro não está apenas na remuneração, mas sim no reconhecimento, por parte da prefeitura, da importância do profissional no serviço de saúde. A valorização desses profissionais, que há tanto tempo desempenham serviços de extrema relevância, trouxe ainda a unidade em torno da nova bandeira. Armamento parcial da guarda é perigoso Sindest acha que parcela desarmada da corporação seria ‘alvo’ de criminosos A decisão da prefeitura de Santos de armar entre 50 e 70 guardas municipais coloca em risco os demais integrantes da corporação, formada por cerca de 500 pessoas, na maioria homens. Se armarem 70 guardas, 430 ficarão a mercê do crime, pois a revolta da bandidagem contra o agente desarmado será a mesma em relação ao portador de arma. Se toda a guarnição veste farda azul, todos serão alvos de marginais. Em vez de licença para atirar, se necessário, os profissionais desarmados terão condenação para morrer. É demagógica e falaciosa a alegação da prefeitura para armar a pequena parcela de policiais em relação ao conjunto. A guarda municipal poderia estar armada há muito tempo. Ao contrário do alegado pelo executivo, a legislação federal permissora do armamento da guarda não é do ano passado. Tanto que as guardas da capital paulista e da Praia Grande já portam armas há anos. A lei a que se refere a prefeitura, ao contrário do que diz o secretário municipal adjunto de segurança, Bruno Orlandini, na divulgação da medida, não deu as condições para o armamento. As condições já existiam. O que essa lei exige é o ajustamento da legislação municipal à federal, para disciplinar o funcionamento das guardas. A lei evocada pelo secretário adjunto proíbe que o comando da guarda seja exercido por policial militar. Mas a de Santos é gerida pelo tenente-coronel da polícia militar (pm) Flávio de Brito Júnior. A lei prevê a desmilitarização da guarda, estabelece plano de carreira para seus componentes e uma série de providência até agora não adotadas pela prefeitura. Apesar do prazo para a adoção dessas e de outras medidas expirar em agosto de 2016, até agora a prefeitura ainda não discutiu com o sindicato e tampouco com os profissionais a implantação da lei. Fotos: Paulo Passos Sindest representa, com muito orgulho e responsabilidade, os trabalhadores e trabalhadoras da guarda municipal NECESSIDADE Comando precisa dialogar com a base Armamento é um anseio de boa parcela da corporação, mas a diretoria do sindicato gostaria de ver o assunto debatido exaustivamente por todos O sindicato não tem posição firmada sobre o armamento ou não da guarda. A diretoria defende que as políticas públicas municipais sejam, obviamente, exercidas pelos municípios. Que bom não estarmos em regime totalitário e que parte da segurança da cidade seja tratada no município. Mas a regulamentação da guarda precisa ser debatida com seus integrantes e seu sindicato. Lamentavelmente, o governo municipal teima em tomar atitudes sem conversar com a categoria, desprestigiando os trabalhadores e o sindicato. Se conversasse, seria bem melhor. A guarda municipal é importantíssima para a defesa do patrimônio público, trabalha em conjunto com as polícias estaduais civil e militar e precisa de muito mais atenção da prefeitura

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contato@sindest.com.br • www.sindest.com.br Rua Monsenhor de Paula Rodrigues, 73, Vila Mathias, Santos SINDICALIZE-SE 13-3202-0880 Jornal do ESTATUTÁRIOS Nº 20 – DEZEMBRO 2015 - PÁGINA 3 PERIGO Nos prontos-socorros, problemas a dar com pau Terceirização acabou com a triagem de risco após as 21 horas, contrariando norma do ministério da saúde Se o cidadão sem plano de saúde estiver enfartando após as 21 horas, não deve procurar nenhum dos três prontos-socorros municipais de Santos. Sem a classificação de risco após esse horário, ele poderá morrer. Isso porque a triagem, obrigatória pelo ministério da saúde, só volta a ser feita às 7 horas NEOLIBERALISMO da manhã. Antes do serviço ser terceirizado, há cerca de dois anos, ele funcionava 24 horas por dia. A classificação era feita por enfermeiros da secretaria de saúde, representados pelo Sindest. Hoje, porém, sem desmerecer os novos profissionais, é feita por firma terceirizada. Ideia é privilegiar a iniciativa privada O secretário de saúde, Marcos Calvo, vem produzindo o caos no setor há um bom tempo. E o Sindest tem reclamado constantemente, sem ser ouvido. Apesar das inúmeras tentativas de diálogo, o secretário recebeu a diretoria do sindicato pouquíssimas vezes. E, mesmo assim, para não tomar nenhuma providência. Ao contrário, ele apenas piora a situação, sempre descumprindo o que foi combinado em acordo. As condições de trabalho são horríveis e a população acaba culpando os servidores. O sindicato denuncia, além da falta de medicamentos e de quadros efetivos do funcionalismo, o remanejamento desnecessário de servidores, a fim de privilegiar a iniciativa privada. PERGUNTA Fotos: Paulo Passos Teto caindo na recepção de emergência do hospital da zona noroeste. Na mesma unidade, espera e atendimento pediátrico sem janelas, porta externa, arcondicionado ou ventilador Por que a prefeitura não chama os concursados? Apesar da disponibilidade de aprovados em concurso público, a secretaria de saúde insiste em manter o serviço terceirizado de classificação de risco nos três prontos-socorros. Dessa forma, os pacientes das zonas leste, noroeste e central de Santos só têm esse atendimento até as 21 horas. Depois desse horário, os casos de risco ficam na fila de espera dos demais enfermos. Isso significa que um doente enfartando tem que esperar o atendimento médico em igualdade de condições com alguém que esteja apenas com dor de cabeça, gripe ou problema semelhante. Apesar de promessa do prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), de que isso não aconteceria, os funcionários do pronto-socorro central vêm sendo transferidos. Na zona leste, estão sendo desativados atendimentos de urgência odontológica e traumatológica. Isso porque o imóvel alugado e reformado pela prefeitura não está devidamente equipado. Hospital maloca O sindicato lamenta que funcionários com mais de 20 anos a serviço do pronto-socorro da zona leste estejam sendo transferidos com alegação de falta de espaço físico. Marcos Calvo transformou o hospital da zona noroeste em maloca, com bancos de espera quebrados, falta de ares-condicionados em todas as dependências e iluminação ruim. A diretoria espera que o prefeito tome providências sobre o desacerto entre o que ele promete e o que pratica seu secretário de saúde. Caso não mudem a postura, faremos manifestações. Leia mais nas páginas 4 e 8 Prometida há mais de um ano, placa da unidade básica de saúde do bairro Areia Branca está jogada no chão, erguida, na foto, por um diretor do Sindest. O terreno, abandonado

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Jornal dos ESTATUTÁRIOS ASSEMBLEIAS APROVARAM contato@sindest.com.br • www.sindest.com.br Rua Monsenhor de Paula Rodrigues, 73, Vila Mathias, Santos SINDICALIZE-SE 13-3202-0880 Nº 20 – DEZEMBRO 2015 - PÁGINA 4 CONFIRA Reajuste salarial Íntegra com aumento real da pauta Diretoria do sindicato espera começar as negociações com a prefeitura agora em dezembro Panayotis Giannopoulos Aqui, a íntegra das reivindicações. 1 Reposição salarial de 100% da inflação medida entre 1º de fevereiro de 2015 e 31 de janeiro de 2016. 9 2 3 Correção salarial de acordo com a legislação, a partir da homologação deste acordo. Não serão compensados os aumentos reais, nem os concedidos como promoção, gratificação, transferência, equiparação e mérito. Na ocorrência desses, receberão os percentuais do presente acordo salarial. Campanha salarial começou com boa frequência na assembleia de aprovação da pauta reivindicatória, mas participação precisa melhorar em janeiro A assembleia de 24 de novembro aprovou as reivindicações para a campanha salarial de 2016. Queremos reajuste salarial com base na inflação e dez por cento de aumento real. Queremos a cesta básica para os servidores do nível ‘b’ ao ‘s’ e aos 4.500 aposentados, plano de carreira (já negociado com a prefeitura) para os administrativos e gratificação de titularidade para o nível técnico. ATENDIMENTO PÉSSIMO Alteração de gratificação de titularidade, incluindo o curso técnico, no valor de R$ 250,77. Graduação, R$ 501,55. Pós-graduação, R$ 1.003,10. Mestrado, R$ 1.504,65. Doutorado, R$ 1.800,50 10 11 12 13 14 Adicional noturno, entre as 19 horas às 6 do dia seguinte, de 100%. Reajuste de 100% nas funções gratificadas. Abono de 20% por viagem a serviço. Adicional de 100% no sobreaviso, ou plantão à distância, também chamado de ‘celular’. Redução para 30 horas semanais da carga horária nos hospitais e prontos-socorros, nas unidades de pronto atendimento domiciliar e saúde da família, sem perda salarial. 4 5 6 A assembleia quase lotou o auditório do sindicato dos trabalhadores em saúde e reivindicou ainda correção da grade salarial dos professores, inclusive de educação física da secretaria de esportes, do nível ‘p’ para ‘q’. Para o pessoal lotado nos hospitais, prontos-socorros, unidade de pronto-atendimento (upas), básicas de saúde (ubs) e todos do setor, redução da jornada semanal de trabalho para 30 horas, sem queda salarial. Mais: elevação do nível de salário inicial dos guardas para ‘l’. E adequação imediata da lei federal 13022-2014, que permite o armamento da corporação. As 43 reivindicações foram definidas em duas assembleias. A primeira, em 10 de novembro, aprovou propostas da diretoria e dos participantes. Reconhecimento e pagamento das perdas salariais de 91,25%. Aumento real de 10%. Cesta-básica mensal, a todos os servidores, em dinheiro ou vale- alimentação, contabilizados itens de higiene e limpeza, assegurada ao pessoal em férias, licença-prêmio e maternidade, aos afastados por doença e ao dirigente sindical. Aos afastados por doença profissional ou acidente de trabalho. A todos os aposentados e pensionistas. Aos servidores do nível ‘b’ ao ‘s’. Valor: R$ 400, reajustado mensalmente, conforme o índice da cesta básica nacional. Está cada vez mais difícil trabalhar na saúde O serviço público de saúde em Santos, nos prontos-socorros e demais unidades de atendimento, está cada vez pior. Nem linhas e tesouras para suturas estão disponíveis para os profissionais do setor. O presidente do sindicato, Fábio Marcelo Pimentel, já levou várias vezes o problema ao prefeito Paulo Alexandre e ao secretário de saúde, Marcos Calvo. “Quanto mais denunciamos”, lamenta o sindicalista, “pior fica. Já encaminhamos as demandas também ao ministério público do trabalho (mpt) e à imprensa.” Fábio lamenta que “as péssimas condições de trabalho, com falta de medicamentos, insumos, instrumentos e infraestrutura adequada acabam prejudicando não só a população, mas também os profissionais”. “Parece vigorar a tese do quanto pior, melhor. Mesmo diante das nossas denúncias e reclamações, as mudanças ocorridas não foram para melhorar o serviço, mas para degenerá-lo”. Leia mais nas páginas 3 e 8 7 Vale-refeição, 30 por mês, inclusive nas férias e demais interrupções do contrato de trabalho, de R$ 28 cada. 8 Abono de férias de 100%. Condições de trabalho no departamento m os perfis profissiográficos previdenciários

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contato@sindest.com.br • www.sindest.com.br Rua Monsenhor de Paula Rodrigues, 73, Vila Mathias, Santos SINDICALIZE-SE 13-3202-0880 Jornal do ESTATUTÁRIOS Fotos: Paulo Passos Nº 20 – DEZEMBRO 2015 - PÁGINA 5 15 Diminuição da escala dos operadores sociais de 6 por 1 e 6 por 2, para 5 por 1 e 5 por 2, sem perda salarial. 16 Reenquadramento dos níveis, de ‘nb’ a ‘ns’, com gratificações para os servidores de cemitérios e serviço de agendamento. Na saúde, aumento de 100% no adicional de plantão nos serviços de urgência e emergência. Gratificação nas unidades básicas de saúde. Incorporação das gratificações de plantões e do programa saúde da família. Gratificação de complexidade para os operadores sociais. Reenquadramento de contadores, administradores e economistas para o nível ‘r’. Elevação do nível inicial da carreira do guarda municipal para a letra ‘l’. Adequação imediata da lei federal 13.022-2014. Recriação de plano de carreira da guarda municipal. Capacitação de todos os guardas para orientação e fiscalização do trânsito e para trabalhar com arma de fogo. Pró-labore na fiscalização de trânsito. Horas extras nos moldes da função delegada. Adicional de periculosidade na guarda. Reajuste da gratificação do guarda na fiscalização do descarte de lixo e incorporação do valor conforme a legislação. Adequação da grade salarial do técnico e auxiliar de enfermagem, técnico administrativo, em gesso, saúde bucal, laboratório, nutricionista, raios ‘x’ e auxiliar de saúde bucal, elevando-os para o nível ‘m’. Equiparação do salário do rádio-operador e telefonista ao do agente de comunicação e do atendente de ouvidoria. Plano de carreira para recepcionistas bilíngues e guias de turismo. Plano de carreira já negociado para os administrativos. Plano de carreira e reclassificação da letra ‘l’ para ‘o’ aos fiscais de postura e concurso público para preenchimento de vagas. Reenquadramento do nível salarial do professor de ‘p’ para ‘q’. Alterações na lei 752, estatuto do magistério: equiparação do nível salarial do professor de educação física (semes) e do ensino básico (peb) ao nível ‘q’. Ampliar vagas de ‘peb’ I e ‘peb’ II para ascensão dos adjuntos com mais de três anos. E melhor distância dos adjuntos para evitar que se trabalhe uma hora a mais no cumprimento de ‘hti’. Capítulo II das disposições gerais, seção IX, dos projetos. Aumento de 50% sobre a hora aula. Regulamentar a seção XIV do regime de dedicação exclusiva. Alteração de sete para dez vagas no capítulo VII da licença acadêmica. Gratificação de produtividade para os fiscais da vigilância sanitária. Reenquadramento do nível salarial dos trabalhadores do demutran e fiscais de transporte coletivo remanejados, inseridos na carreira dos administrativos. Reenquadramento de nível na zoonoses: Enquadramento do regime disciplinar da guarda municipal à lei federal 13.022-2014. 34 35 36 Pessoal da secretaria de serviços públicos tem importantes reivindicações na pauta da campanha de data-base Retorno das seis ‘faltas lei’ para os plantonistas. Convênio com programas do governo federal para concessão de vale-cultura ao servidor Cartão do servidor para utilização no comércio de Santos, nos mesmos termos de Cubatão. 22 Emissão de perfil profissiográfico previdenciário (ppp) e preenchimento de comunicado de acidente de trabalho (cat) pela prefeitura. 27 37 Tempo hábil para recebimento do salário, no banco, dentro da jornada de trabalho, fora dos horários de refeição. 23 Fornecimento, pela prefeitura, do mapa de risco das áreas e atividades de maior incidência de acidente. Elaboração, junto com o Sindest, de um plano de prevenção de acidentes e do programa de qualidade total, com uso do equipamento de proteção individual (epi). 28 29 Multa de 50% do salário, em benefício do servidor, em caso de atraso de pagamento nos dias 15 e 25 do mês. Correção de erro na folha, e pagamento em no máximo 36 horas, sob pena de multa em dobro ao funcionário. Bolsa de estudos integral para curso universitário ou técnico ao servidor com mais de três anos de serviço. O investimento será reembolsado pelo servidor demissionário três anos após a conclusão do curso. 38 24 30 31 32 Comissão técnica formada por representantes do Sindest e da prefeitura para equacionar problemas de saúde, riscos, critérios, diagnósticos e medidas de higiene e segurança do trabalho. As interrupções do trabalho pela prefeitura não poderão ser descontadas nem compensadas. Manutenção do vale-refeição em qualquer licença. O servidor transferido de setor, seção e departamento receberá treinamento prévio para adaptação ao novo local de trabalho. Berçário nas unidades com mais de 30 servidoras, garantido a elas, no período de amamentação, o recebimento do salário, sem prestação de serviço, quando a prefeitura não cumprir a cláusula. 39 25 Creche, ou ajuda-creche de um salário mínimo, ou ainda convênio, para a servidora com filho ou filhos até seis anos. 17 18 19 20 Reajuste de 100% por produtividade dos funcionários do departamento da receita. Adicional de insalubridade conforme o salário-base. Reajuste de 100% na participação direta nos resultados. Pagamento da diferença de transporte, estadia e alimentação em prestação de serviços externos que exijam do servidor despesas superiores às habituais. Ao servidor acidentado com sequelas, readaptação, conforme lei vigente, assegurando-lhe função compatível com seu vencimento e conhecimento técnico. 40 26 33 Campanhas de esclarecimento contra doenças infectocontagiosas, drogas e alcoolismo. A prefeitura não descontará do salário valor referente à quebra de material, a não ser que haja comprovação de dolo apurado em inquérito. A prefeitura deve entregar aos servidores a correspondência do Sindest, fixar no quadro de avisos suas comunicações e permitir campanha de sindicalização, disponibilizando local e meio para esse fim. 41 O dirigente sindical não afastado de sua função poderá se ausentar do serviço até 12 dias por ano, sem prejuízo nos salários e vantagens, desde que a prefeitura seja previamente comunicada pelo sindicato. 42 43 Na carpintaria, trabalhadores esperam bons resultados da campanha salarial 21 Multa de 50% do salário, por servidor, em caso de descumprimento dessas cláusulas. O acordo terá vigência de um ano, de 1° de fevereiro de 2016 a 31 de janeiro de 2017. médico, onde são feitos s, na mira do sindicato Garantia ao servidor substituto de outro com salário superior de receber igual salário ao substituído.

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Jornal dos ESTATUTÁRIOS Nº 20 – DEZEMBRO 2015 - PÁGINA 6 Conheça os convênios e parcerias do Sindest A diretoria do Sindest acredita que não só as lutas reivindicatórias movem o sindicalismo. Desde sua posse, a direção do sindicato procura sempre o melhor para os associados e dependentes. Nossos convênios e parcerias, por exemplo, oferecem benefícios gratuitos e vários descontos em serviços essenciais. Isso certamente melhora a qualidade de vida do funcionalismo. Neste encarte especial, mostramos alguns desses convênios. Qualquer dúvida sobre os serviços que eles oferecem pode ser tirada com os diretores, na sede ou nos locais de trabalho. EDUCAÇÃO www.unisantos.br 13-3205-5555 www.unimonte.br 13-3228-2100 www.treinasse.com.br 13-3232-9273 www.leao13.com.br 13-3231-1328 ÓTICAS - SAÚDE - ASSISTÊNCIA FAMILIAR Farmácia de manipulação e homeopatia 13-3301-1304 Memorial Necrópole Ecumênica www.memorialcemiterio.com.br 13-3226-4900 Plano de assistência familiar. Gratuito para associados, cônjuges e filhos menores de 18 anos. Osan

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ÓTICAS - SAÚDE - ASSISTÊNCIA FAMILIAR Jornal do Foi prorrogado o prazo para adesão gratuita ao plano. Era até novembro e agora está por tempo indeterminado. ESTATUTÁRIOS PLANTÃO Paulo Passos Nº 20 – DEZEMBRO 2015 - PÁGINA 7 Operador social de abrigo cobra abono SERVIÇOS Use e abuse da nossa assessoria imobiliária BOX • ESPELHOS • VIDROS Maquete de conjunto habitacional à mostra no corredor de entrada do sindicato Nos abrigos, servidores muitas vezes encontram péssimas condições de trabalho Os cerca de 80 operadores sociais que atuam em abrigos no regime de 24 horas protagonizam uma das últimas lutas do sindicato em 2015. Eles querem um adicional de complexidade de 30%. O pessoal desempenha função de relevância e há muito tempo se queixa da ausência de regulamentação disciplinar do cargo, com remuneração injusta. Eles trabalham em turno e formaram comissão para tratar do assunto. Além de contar com força do Sindest na negociação, o segmento tem apoio do vereador Adilson Júnior (PT). O pleito está na lista de reivindicações da campanha salarial, que já foi encaminhada ao prefeito, para minimizar as perdas que o grupo vem sofrendo ao longo dos anos. A UM PASSO PRODUTOS DISPONÍVEIS Crédito imobiliário Cartão de crédito Empréstimo consignado Cheque especial Abertura de contas CDC salário Consórcio E a gratificação nos cemitérios? Rua Almeida de Morais, 172 Vila Mathias - Santos (13) 3877-5156 ID 957*6113 PET SINDICALIZE-SE FONE: 13. 3202-0880 13-3226-4900 www.memorialcemiterio.com.br Pet Memorial contato@sindest.com.br www.sindest.com.br Abono específico em jornada de 40 horas semanais é uma reivindicação dos servidores lotados nos cemitérios municipais próxima de se concretizar. O segmento, sua comissão representativa e a diretoria do sindicato foram e voltaram aos gabinetes da prefeitura várias vezes, tomaram muito chá de cadeira e agora estão esperançosos. O acordo, projeto de lei ou decreto, seja lá o que for regulamentar os benefícios, deverá ser assinado em breve, acabando assim com a espera, de um pessoal sofrido, ao longo de décadas. A profissão, em suas diversas funções, tanto administrativas quanto operacionais, é de extrema importância e deveria fazer parte da vigilância sanitária. Além da prevenção de fo- cos epidêmicos, a atividade tem grande relevância social, pois é exercida em local místico de sepultamento de munícipes e entes queridos. A regulamentação da atividade e a melhoria das condições de trabalho são mais que necessárias. Hoje, os equipamentos estão sucateados e jornadas são superiores a 40 horas, com extras desvalorizados. Os servidores não têm equipamentos de proteção individual (epi) e as suas remunerações são baixíssimas, apesar dos avanços em nossas campanhas salariais. Nas negociações, o Sindest insiste na melhoria das condições de trabalho, como na aquisição de carros elétricos para transporte dos caixões e a complementação do quadro efetivo.

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Jornal dos ESTATUTÁRIOS PLANO DE CARREIRAS contato@sindest.com.br • www.sindest.com.br Rua Monsenhor de Paula Rodrigues, 73, Vila Mathias, Santos SINDICALIZE-SE 13-3202-0880 Nº 20 – DEZEMBRO 2015 - PÁGINA 8 Melhor momento de 2015 foi assembleia dos administrativos Categoria lotou o auditório do Sintrasaúde, em 2 de julho, numa mobilização que há muito tempo não se via O melhor momento das lutas sindicais do funcionalismo público nos últimos anos foi a assembleia dos funcionários administrativos em 2 de julho deste ano. A categoria lotou o auditório do Sintrasaúde, muitos ficaram no galpão anexo e outros se espalharam pelos corredores, chegando ao portão da avenida Ana Costa. Ao final de acalorados debates, todos aprovaram a proposta de lei complementar para regulamentar seu plano de carreira e vencimentos, que ainda aguarda assinatura do prefeito e tramitação legislativa. O projeto é fruto de um ano e meio de estudos, trabalhos e negociações entre a comissão de servidores que o propôs, o Sindest e a secretaria municipal de gestão. A proposta envolve 1.150 funcionários e foi agora encaminhada FRANGALHOS Fotos: Paulo Passos Tirando as grandes mobilizações de campanhas salariais, essa foi uma das mais importantes atividades do funcionalismo municipal de Santos em todos os tempos a Paulo Alexandre (PSDB), para transformá-la em projeto de lei complementar para deliberação da câmara de vereadores. A medida transforma em assistentes técnicos administrativos os atuais oficiais de administração, agentes administrativos e orientadores técnicos de administração. Já tivemos reuniões bem maiores de servidores, mas envolvendo todas as funções, principalmente em campanhas salariais e greves. Exclusiva de um segmento, porém, nunca. A proposta estabelece a equiparação salarial de todos os níveis, evitando que funcionários, na mesma função, tenham vencimentos diferentes, como acontece agora. INFORMAÇÕES Hospital da ZN, pela hora da morte No pronto-socorro da zona noroeste falta até aparelho para medir pressão arterial, o esfigmomanômetro. Isso é lamentável, numa cidade como Santos, que sempre foi referência em saúde pública. “Estou sem linha para suturar o paciente”, diz um médico, que pede para não ser identificado, por receio de perseguição e punição pela secretaria de saúde. “E mesmo que estivesse disponível a linha”, afirma o profissional, “eu não poderia fazer a sutura, pois não temos a tesoura especial para cortar a linha, como exige um serviço bem executado”. A qualidade do serviço público municipal de saúde sempre trouxe moradores de outras cidades para atendimentos de urgência e emergência, o que não mais acontece. Após as notícias de que terceirizariam o atendimento, começou o caos. E quem tem sofrido a pressão são os funcionários, agora perseguidos se reclamarem. Tudo a perder Todos estavam acostumados a prestar um ótimo serviço e tinham os meios necessários. A notícia de terceirização pôs tudo a perder, implantando o suplício nos atendimentos. Os trabalhadores e trabalhadoras são pressionados, sem condições de trabalho, ameaçados de transferência. Tudo isso resultou na decadência qualitativa do atendimento. Se as organizações sociais, também conhecidas por ‘os’ serão tão boas como anunciam as autoridades, os serviços não seriam prejudicados, mas sim melhorados. A intenção da prefeitura parece ser a de rebaixar a qualidade do atendimento para que, depois, as organizações sociais adotem os mesmos procedimentos. Leia mais nas páginas 3 e 4 A novidade da pré-aposentadoria O decreto da pré-aposentadoria já está pronto e será apresentado pelo prefeito Paulo Alexandre agora em janeiro. Trata-se de um avanço dos servidores de Santos e exemplo para o funcionalismo de outras cidades. Apesar de já existir em outros municípios, o daqui é mais completo, pois não visa apenas o adeus ao trabalho, mas prepara a pré-aposentadoria em dois anos. SINDICALIZE-SE FONE: 13. 3202-0880 contato@sindest.com.br www.sindest.com.br Hospital da zona noroeste está uma verdadeira zona, prejudicando a população e os servidores lotados no parco equipamento

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