Geramigos Zona Sul - Dezembro/2015

 

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Jornal da zona Sul de Porto Alegre

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Dezembro de 2015 Edição nº52 Tiragem 10.000 exemplares Distribuição Gratuita Fones: (51) 3026-8445 | (51) 9613-6986 Mutirão de final de semana transforma praça na Cavalhada. Confira na página 08. Aeromóvel até a Juca Batista depende de verba O projeto de criação de uma linha do aeromóvel do Centro Histórico até a avenida Juca Batista, na zona Sul de Porto Alegre, voltou a ser debatido na Câmara de Vereadores. Além da possibilidade de implantação e da discussão do projeto, umanutenção. Saiba tudo na página 06 Segurança no entorno de escolas é discutida na zona Sul. Veja na página 09

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2 Seguimos em frente! Esse é um mês especial para nós, enquanto toda economia nacional e estadual entrou em recessão, o Grupo Geramigos vem atravessando a crise com bons resultados. Este mês chegamos à edição 100 do Geramigos Zona Norte e à edição 52 do Geramigos Zona Sul. Em 2015, além de seguirmos com os jornais mensais, lançamos a Revista ProcureAche que completa um ano esse mês. Neste ano, foram 240 mil revistas na zona Sul e 240mil revistas na zona Norte, com tiragem certificada pela Grafica Pallotti e onde pudemos contribuir com leitores e anunciantes. Estamos preparados para ousar ainda mais em 2016! Desejamos a todos um ótimo Natal e um próspero ano novo, que ele seja de alegrias e realizações. Um abraço da equipe Geramigos. E chegamos ao último mê s d o ano. É a hor a d e refletirmos sobre o que passou e planejarmos o que vem por aí em 2016. P a r a n ó s , d o Geramigos, 2015 foi um bom ano, onde expandimos com as re vistas Pro c ure/Ache e seguimos contribuindo com a população, informando as comunidades. No último jornal do ano, realizemos uma grande matéria sobre a possibilidade do aeromóvel vir até a zona Sul, mais precisamente na Avenida Juca Batista. Imaginem, uma transporte desses na porta de casa. O mutirão que renovou uma praça no bairro Cavalhada também foi assunto e mostra que as comunidades devem sempre estar unida. Outro assunto que tem impactado muito na zona Sul é a falta de segurança ao redor da escolha Odila Gay da Fonseca, entre outras unidades de ensino . Vi s a n d o a c a b a r c om e s s e problema, moradores se reuniram com a Secretaria de Segurança Municipal. Além dessas, muitas outras notícias e informações nesta edição. Lhe desejamos uma boa leitura e um excelente final de ano! Diagramação: Fernando Cunha

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3 Conheça os sinais da depressão bipolar e da hipomania Primeiros sinais de Health Hub: a nova marca da Saúde em Porto Alegre Uma rede de saúde que conecta hospitais, empresas, associações, instituições de ensino e entidades do setor, e consolida Porto Alegre como o segundo polo hospitalar do país e uma referência internacional nesse tipo de atendimento. A Health Hub, lançada no último dia 10, pela prefeitura, passa a ser a marca desse ecossistema na capital gaúcha. O objetivo é, por meio de parcerias e atraindo novos investimentos, fomentar ações de pesquisa e a implantação de novos serviços. A marca deverá ser utilizada por todas as empresas e instituições que integrarem a rede, que conta também com um mapa interativo da saúde em Porto Alegre. O coordenador do POA Digital, iago Ribeiro, explicou o conceito do H e a l t h Hu b e c o m o v ã o funcionar as ferramentas que devem dar suporte à rede. O secretário municipal da Fazenda, Jorge Tonetto, lembrou que o município ocupa uma posição de destaque no que diz respeito aos investimentos em Saúde. “A prefeitura destina uma média de 27% do seu orçamento, cerca de R$ 1,43 bilhão, para os gastos com saúde pública. Isso representa um mercado importante que pode atrair novas empresas e novos serviços”, ressaltou. Conceito de Hub O conceito de hub, termo já bastante difundido atualmente e s alerta de uma depressão bipolar Hu m o r t e mp o r a r i a m e nt e abatido, queda de rendimento, sensação de cansaço psíquico, dificuldade de concentração e atenção,dific uldades de aprendizagens,esquecimento, desconforto físico,sensação de esgotamento, membros pesados, batimentos cardíacos acelerados, sensação de angustia, dores de estômago, mal estar, prisão de ventre ou diarreia, perturbação do sono, tendênci a ao is ol amento, diminuição da necessidade de ter contato com outras pessoas, menor necessidade de convivência e partilha com outros, mutismo, dificuldade de tomar iniciativa, problemas de motivação. Primeiros sinais de alerta de uma hipomania ou mania atividade exagerada e ativismo,agitação inquietação. menor necessidade de sono vitalidade exagerada, maior n e c e s s i d a d e d e f a l a r, distração,dificuldades de concentração, irritabilidade, inacessibilidade apesar dos numerosos pontos em comum, um esp e ci a list a pode, minuciosamente, fazer uma avaliação dos sintomas e assim encaminhar para os demais especialistas e em conjunto iniciar o tratamento necessário. Terezinha Dinamar dos Santos psicopedagoga clínica e institucional ustentado na capacidade de múltiplas conexões, foi o p onto de par tida para a const r uç ão d a marc a. O nome em inglês sugere a necessidade de criar algo com características globais capaz de ser compreendido e adotado em qualquer outra parte do mundo. A isso se soma nome da cidade, Porto Alegre, buscando garantir a territorialidade necessária e a referência direta à capital gaúcha.

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4 História do bairro Restinga O significado da palavra ‘Restinga’ – pequeno arroio com as margens cobertas de mato e sanga –, corresponde às características do bairro no início de sua ocupação, uma vez que era cortado pelo Arroio do Salso, e possuía uma vegetação arbustiva e matas com figueiras nos sopés dos morros e maricás nas áreas lacustres. Nos dias de hoje, o bairro Restinga é dividido pela Av. João Antonio da Silveira: n o l a d o d i r e i t o, t e m o s a Restinga Velha e, ao lado esquerdo, a Nova. As duas fazem parte do mesmo bairro, e possuem características própr i a s , q u e re m e t e m à ocupação de seus respectivos territórios nas décadas de 60 e 70 do século XX. Nesta época, a maioria dos bairros de Porto Alegre já possuía um significativo desenvolvimento urb ano e, no ent anto, é exatamente em prol deste fato que a então rural Restinga passa a ganhar maior visibilidade. Nos anos 60, Porto Alegre, ao mesmo tempo em q u e m o s t r av a u m r ápi d o pro cess o de urb anizaç ão, através da abertura de avenidas e constr ução de prédios m o d e r n o s , t i n h a g r av e s problemas de infra-estrutura na área habitacional. Para reorganizar o espaço, foi criado o DEMHAB – Departamento Municipal de Habitação, em 1965, cuja prioridade era buscar alternativas para regiões alagadiças da cidade, de grande insalubridade para as populações ali residentes. Assim, moradores das Vilas eodora, Marítimos, Ilhota e Santa Luzia foram removidos, a partir de 1966, para a Vila Restinga Velha. Mas em função da inexistência de infraestrutura - esgotos a céu aberto, falta de calçamento, moradias precárias -, o que se verificou foi a reprodução de um espaço em um novo lugar: falta de condições mínimas, bem como ocupação de áreas de risco junto à encosta do morro São Pedro. Simultâneo a este contexto, foi elaborado, em 1969, um grande projeto habitacional, iniciado em 70 e concluído na sua primeira etapa em 1971, chamado Nova Restinga, na época o maior projeto habitacional Após acidentes, EPTC instala lombadas no Menino Deus Três novos quebramolas foram instalados nas ruas Dona Augusta e Silveiro. A esperança é que as novas lombadas ajudem a reduzir o número de acidentes no local, que dobrou ao longo dos últimos meses. Desde que foram implantadas mudanças no trânsito na região, moradores passaram a relatar um aumento de colisões entre veículos, principalmente na esquina das ruas Miguel Couto e Dona Augusta. A situação se agravou há dois meses, quando um acidente entre lotação e carro que deixou duas pessoas mortas. do Brasil. A cidade passava por um grande processo de urbanização, incluindo aí o “Projeto Renascença”, que criou grandes modificações no bairro Menino Deus (aterros, abertura de avenidas, criação de espaços culturais). Paralelo às casas, havia o projeto de implantação do Distrito Industrial, que acolheria indústrias e, consequen-temente, criaria um espaço de absorção da grande mãode-obra que para ali se mudava. Entretanto, o projeto nunca saiu totalmente do papel: em parte se garantiu moradia a trabalhadores de diferentes áreas da cidade, inscritos no DEMHAB, e com renda de no mínimo cinco salários mínimos, mas as indústrias não se instalaram por ali. A Restinga conta hoje com um contingente populacional três vezes maior do que aquele pensado inicialmente e, apesar de todos problemas estruturais que colocaram à prova seus primeiros morad ore s , foi at r avé s d e u m empenhado trabalho de sua comunidade que o bairro tornou-se oficial, via Lei nº 6571 de 1990, contando hoje com transportes, telefones, posto de saúde e instituições de ensino, sendo considerado um auto-suficiente (apesar de suas dificuldades) núcleo urbano dentro de Porto Alegre. Sinaleira não será instalada no local Uma das me didas exigidas pelos moradores da região era a instalação de uma sina leira no cr uzamento. Cappellari, porém, afirma que estudos técnicos não indicaram a implantação: "Os índices exigidos para justificar a colocação do semáforo, que se referem ao volume de veículos e pedestres no local, foram muito aquém do que seria necessário. Por enquanto, acreditamos que seria inadequada essa medida". Porém, a possibilidade não é descartada por Cappellari: "Vamos continuar monitorando aquele cruzamento. Se houver necessidade de novas inter venções, as medidas serão tomadas". Extremo Sul recebe Programa Prato Para Todos No dia 9 de dezembro, a região do Extremo Sul da Capital foi contemplada com o Programa Prato Para Todos, na Casa da Sopa da Restinga, entidade social que distribui uma média de três mil pratos de sopa por mês. Todo alimento utilizado na preparação das sopas é doado pela Centrais de Abastecimento do Rio Grande do Sul (Ceasa/RS). No local, a comunidade pode acessar o ônibus-es cola, com to do aparato alimentar da Ceasa/RS, e educativo e de lazer do Serviço Social do Comércio (Sesc). O vice-prefeito Sebastião Melo, juntamente c om a pr i m e i r a - d am a d o Estado, Maria Helena Sartori, e do presidente da Ceasa/RS, Ernesto da Cruz Teixeira, acompanharam a visita do ônibus aos alunos e à população atendida pela Casa da Sopa. As merendeiras e mães de alunos assistiram aula de aproveitamento integral dos alimentos ministrada por nutricionistas do Sesc, parceiro do Programa Prato Para Todos. O curso tem a proposta de ensinar receitas, visando a redução do desperdício de alimentos. O vice-prefeito destacou o trabalho de ação social pela Ceasa/RS e pela Casa da Sopa. "Sabemos da importância de uma refeição saudável. O trabalho da Casa da Sopa é uma referência para o Rio Grande do Sul e para o Brasil", afirmou.

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5 Projeto com moradores do Morro Santa Tereza rende prêmio à arquiteta Um projeto de urbanização voltado às comunidades que vivem do Morro Santa Tereza rendeu à arquiteta Karla Moros o o prêmio “Arquiteto e Urbanista do Ano na categoria “Obra, ação ou trabalho destaque do ano”, em 2015. A premiação é uma iniciativa do Sindicato dos Arquitetos no Estado do Rio Grande Sul (Saergs) e foi entregue na última quarta-feira (10). Karla trabalha no Centro de Direitos Econômicos e Sociais (CDES), Organização Não Governamental (ONG) de direitos humanos com foco em p opulaçõ es residentes em assentamentos informais. “Nem relevo muito que é pra mim, o sindicato indicou uma causa da regularização fundiária. Mais que um prêmio pessoal, é o reconhecimento de u m a c au s a e x t re m am e nte importante”, disse Karla, sobre o significado da homenagem. O CDES integra, junto com outras 47 ONGs e entidades, o Movimento em Defesa do Mo r ro S a nt a Te re z a , q u e trabalha pela regularização da área. A arquiteta, que começou a trabalhar com a temática da moradia ainda quando era estagiária, em 1999, atua diretamente com os habitantes das quatro vilas que constituem o morro: Gaúcha, Ecológica, Padre Cacique e União Santa Tereza com uma população de aproximadamente 1,25 mil pessoas. A área pertence ao Estado. Vilas que integram o Morro Santa Tereza Gaúcha – 600 famílias União Santa Tereza – 245 famílias Ecológica – 400 famílias Padre Cacique – 46 famílias Ela fez um zoneamento do morro e está construindo um projeto de urbanização alternativo à proposta que deverá ser apresentada pelo Estado para regularizar o lugar. O mapeamento identificou, por exemplo, as áreas de i nte re ss e s o c i a l e sp e c i a l (AEIS), de preser vação ambiental e de patrimônio cultural. “Começamos a fazer todo um trabalho de base com eles (moradores), começamos a fazer oficinas para instrumentalizá-los para entenderem o que é área de risco, áreas adequadas para reassentar as famílias”, contou Karla. Para delimitar os espaços do Morro Santa Tereza, informou a representante do CDES, é necessária a apresentação de um levantamento feito pelo governo do Estado e que aponta precisamente as áreas, por e x e m p l o, d e p r e s e r v a ç ã o ambiental e as que podem ser habitadas. O movimento ainda não teve acesso a esse estudo. “Há um processo de discussão, um projeto que se consolidará. Ao invés de o Estado chegar com um projeto pronto, o ideal é que as comunidades cheguem com um projeto, com a definição de que as famílias em área de risco serão retiradas daqui e colo cadas lá”, enfat izou a arquiteta, sobre a possibilidade de construir uma proposta coletiva com o Estado, de acordo com o desejo do Movimento em Defesa do Morro Santa Tereza. Estrutura precária A estrutura nas quatro vilas, conforme ela, “é bem precária”. A área onde as comunidades estão assentadas é da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Fase) e abriga, além de áreas de risco, de assentamento e de preservação ambiental, prédios históricos da Fase. Uma das vilas, a Padre Cacique, inclusive, formou-se ao redor da fundação. “Todas essas coisas têm de estar dentro do projeto, a área tem de ser pensada como um todo: a AV JUCA BATISTA ,2154| FONE:3246.7307 RUA BECO DO PALADINO , 77 | FONE:3245.3245 construção de um parque público, a urbanização das vilas, a realocação das famílias, a r e s t au r a ç ã o d o s p r é d i o s históricos”, pontuou ela. As vilas União Santa Tereza e Gaúcha, por exemplo, não tinham energia elétrica até bem pouco tempo. A instalação começou em 2014 graças a projetos elaborados em conjunto pelas entidades e moradores que integram o Movimento em Defesa do Morro Santa Tereza. “Além do risco de incêndio, eram muitas casas ligadas ao mesmo fio, o chuveiro era frio”, contou Karla, sobre o fato de as residências estarem conectadas a uma mesma instalação improvisada e não comportar a grande demanda. “Conseguimos que a CEEE colocasse luz e todos têm relógio”, emendou a representante do CDES, feliz pela conquista das comunidades. R$ 12,98 kg

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6 Aeromóvel até a Juca Batista depende de verba O projeto de criação de uma linha do aeromóvel do Centro Histórico até a avenida Juca Batista, na zona Sul de Porto Alegre, voltou a ser debatido na Câmara de Ve r e a d o r e s . A l é m d a possibilidade de implantação e da discussão do projeto, entre os p ont o s l e v a nt a d o s e s t á a necessidade de definir uma fonte de recursos para a sua implantação e manutenção. Em reunião da Comissão de Urbanização, Tr a n s p o r t e s e Ha b i t a ç ã o (Cuthab) da Câmara, o co ordenador dos projetos MetrôPoa e Sistema BRT na Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Luís Cláudio Ribeiro, e o gerente de Desenvolvimento de Engenharia da Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre (Trensurb), Sidemar Francisco da Silva, apresentaram projetos referentes ao sistema de transporte e a única experiência vigente, de conexão entre a estação de trem e o aeroporto da Capital. Segundo Ribeiro, tudo começou com o Plano Diretor, em 1999, quando foram criados os eixos principais para a instalação da infraestrutura de transportes da cidade. Depois, o Plano Integrado de Transporte e Mobilidade Urbana (PITMUrb), de 2008, estabeleceu a maneira como Porto Alegre poderia integrar seus sistemas de transporte e as tecnologias a serem utilizadas, como o metrô e o BRT. "A prefeitura trabalha com priorizações. Na época da Copa do Mundo de 2014, re a l me nte s e pr i or i z ou a criação de projetos de transporte, mas, agora, estamos com dificuldades de financiamento para algumas obras", explica Ribeiro. O proj e to d e construção de uma linha do aeromóvel até a Juca Batista foi iniciado em 2011, com a assinatura do protocolo de intenções para a realização de um estudo de viabilidade técnica de implantação desse trecho. Em 2012, foi contratada uma consultoria para fazer a pesquisa, que foi feita entre abril e dezembro de 2013. Ficou definido que a Fase 1 da construção iria da Estação Mercado até a Praça Itália, próxima ao shopping Praia de Belas. A Fase 2 seria da Praça Itália até o bairro Cristal, n o e n t o r n o d o BarraShoppingSul. Por fim, a Fase 3 contemplaria o trecho entre o bairro Cristal e o final da avenida Juca Batista. No total, são 18 quilômetros de extensão previstos. Para viabilizar o aeromóvel, seria necessário definir a fonte dos recursos para a sua implantação e manutenção. "Primeiramente, precisaríamos buscar recursos para o financiamento da obra e, após, para a manutenção do sistema. Hoje, nossos impostos municipais pagam os corredores de ônibus. Será que pagariam os aeromóveis?", questiona o coordenador da EPTC. O gerente da Trensurb relata que a experiência com a primeira linha, de apenas 814 metros, que opera comercialmente desde maio de 2014, é positiva. "Apostamos na proposta do aeromóvel e está funcionando muito bem. O consumo de energia é muito baixo, custa cerca de R$ 0,10 por passageiro, enquanto o gasto com energia em um metrô pesado custa em média R$ 0,55 por passageiro. Mas, é claro, um projeto da envergadura desse, até a Zona Sul, é muito mais complexo", avalia. Uma demonstração de como será a operação do aeromóvel em um t re cho mais extenso será vista em Canoas, onde a prefeitura licitará, no ano que vem, a construção de uma linha de 4,6 quilômetros e sete estações, entre a avenida 17 de Abril, no bairro Guajuviras, e Segundo Luís Cláudio Ribeiro, dificuldade para o projeto é a viabilidade financeira. a estação Mathias Velho. O presidente da Cuthab, vereador Engenheiro Comassetto (PT), se mostrou favorável ao uso do aeromóvel n o lu g a r d e ôn i b u s . " Há possibilidade de substituir os ônibus que circulam na Capital nesse trecho da Zona Sul. Até o bairro Cristal, por exemplo, 75 mil pessoas circulam por dia com transporte público. Até a Juca Batista, são mais de 100 mil. O impacto ambiental de r e d u z i r a q u a nt i d a d e d e ônibus, logo de combustível fóssil queimado, seria positivo. Além disso, com o grande fluxo de usuários, viabilizaria economicamente a implantação", opina. O parlamentar sugeriu, ainda, criar um fundo para juntar recursos para a construção da linha. O aeromóvel é um meio de transporte automatizado, sem necessidade da presença de condutor, pois não possui motor. O motor se dá na via, que dá a sustentação e faz a propulsão, através do ar que circula com um ventilador e quatro válvulas de controle, que puxam ou empurram o veículo. No a e r o m ó v e l d o aeroporto da Capital, a velocidade máxima é de 65 km/h, e a oferta atual é de capacidade de 1,8 mil passageiros por hora por sentido. Entretanto, a oferta pode ser ampliada para até 4,5 mil passageiros por hora por sentido.

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7 Viaduto Otávio Rocha completa 83 anos com diversas atividades Antes de mais nada, o Viaduto Otávio Rocha é uma obra única no mundo, devido as suas características arquitetônicas e de uma exub erância urbanística e cultural, com espaços temáticos com a venda discos de vinil, s e b o s , ou r ive s , s ap at ar i a , barbearia, lanchonetes, floras e ar tes anato. O obj et ivo d a A R C C OV- As s o c i a ç ã o Representativa e Cultural dos C ome rc i ante s d o Vi a duto Otávio Rocha e do Movimento Amigos do Viaduto é revitalização e humanização Crianças da Casa de Nazaré, no bairro Cristal, realizam atividades em parceria com o Pão dos Pobres deste patrimônio tombado desde a década de 80 pelo município. Na semana do aniver do Viaduto (entre os dias 1 e 5 de dezembro), a ARCCOV promoveu uma série de eventos. O ingresso simbolico foi uma caixa de leite ou 1 kg de alimento não perecível, para conferir : Abraço simbólico e ato ecumênico, Exposição fotográfica " Hi s t ór i a d o Vi a dut o " , apresentação do projeto de restauração, Feira Mu l t i c u l t u r a l , c o m a n t i guidades, saldão de vinil e e s c a m b o d e l i v ro s , e nt re muitos outros. Crianças da Casa de Nazaré, da Zona Sul, produziram carrinhos de lomba com apoio do Pão dos Pobres e voluntários. Muitas crianças nem sabem do que se trata. Um carrinho de lomba, que parecia ter ficado apenas na memória de pais ou avós, voltou a ganhar vida no início de dezembro para as crianças da Casa de Nazaré, do Eloi Freitas - Construção Civil Lavagem e Estacionamento 3325.3050 DIÁRIA LEVA - TRÁZ AEROPORTO AV. CEARÁ, 128 bairro Cristal, em Porto Alegre. Ao todo, foram quatro meses de trabalho para construir um brinquedo que as crianças nunca tinham usado e a maioria nem ouvido falar. Durante a produção, as crianças da Casa visitavam o Pão dos Pobres semanalmente para trabalhar junto com os jovens da F u n d a ç ã o. O s p e q u e n o s elaboraram o design e escolheram as cores e detalhes dos brinquedos.modelos. O resultado de todo esse trabalho foi uma corrida realizada no dia 6, na Rua Cel. Timóteo, onde fica a sede da Casa de Nazaré,

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8 Segurança no entorno de escolas é discutida na zona Sul No dia 9 de dezembro, nas dependências do Colégio Odila Gay da Fonseca, sob a coordenação do Secretário da S e c re t ar i a Mu n i c ip a l d e Segurança, João Helbio Carpes Antunes, e participação de diretores e representantes de escolas Municipais, Estaduais e particulares da Região Sul foi formado o Conselho Comunitário de Segurança Escolar da Região Sul. O objetivo do Conselho é a formação de uma rede de proteção integrada com o poder público para criar alternativas, trocar experiências, buscar junto aos poderes executivo e legislativo políticas de segurança voltadas à comunidade escolar, intensificando a mediação de conflitos, treinamento de professores e funcionários das escolas, educação, colaboração e participação de todos, patrulhas escolares, encaminhamentos de serviços junto ao município para reduzir riscos aos alunos. Par t i c ip ar am d e ste primeiro encontro representantes da Guarda Municipal, Brigada Militar, Polícia Civil, CAR Sul , Conselheiro da Região Sul junto ao Conselho Municipal de Justiça e Segurança, representante da Associação de Moradores do Bairro Guarujá e Associação Ipanema Eu Moro Eu Cuido representando a comunidade do Bairro Ipanema. Alunos do Curso de Polícia Comunitária da Secretaria de Segurança Pública do RS participaram como ouvintes. Primeira edição do Brique de Ipanema O passeio pela orla do Guaíba, na zona sul da Capital, ganhou uma atração a mais. Neste domingo, ocorreu a primeira edição do Brique de Ipanema, reunindo 40 bancas com artistas, artesãos, garimpeiros de antiguidades e cozinheiros na Avenida Guaíba. A partir de agora, a iniciativa passa a ocupar a área sempre no primeiro domingo de cada mês entre 10h e 18h. De acordo com a idealizadora do projeto, Marcia Morales, o brique de Ipanema é um sonho antigo de quem nasceu um Ipanema. “Sempre me admirei com o Brique da Redenção que eu mesma visitava muito raramente por causa da distância, e desejava ver algo semelhante acontecer perto de casa.”. União O Brique é um processo que advém de outros que Marcia vem tocando nos últimos anos. Ela também está à frente do Arte e Artista na Orla e das pesquisa sobre o Artesanato Guarisse, mas foi do contato com Landa Brito, na Secretaria M u n i c i p a l d e Tu r i s m o (SMTUR) que surgiu a ideia dela ser a fomentadora do projeto do Brique para Ipanema. “Reuni amigas e amigos do bairro e pessoas interessadas em uma nova prop ost a de exp osição e comercialização do que é feito por nós mesmos, e que evidenciasse a nossa cultura identitária e valorizasse o nosso modo de viver a orla de Ip a n e m a . Um e v e nt o q u e poderia acontecer somente no primeiro domingo de cada mês, e c uj o f or m at o f oi s e n d o construído a cada reunião, com a opi n i ã o d o s e x p o s itore s .”, explica. segmentos propostos nas nas mail para briquedeipane reuniões com diversos grupos ma@hotmail.com, visitar o de artesãos, artistas, colecio- perfil no Facebook ou buscar informações na Divisão de nadores e mestres cozinheiros. Fomento ao Artesanato da Smic, na avenida Osvaldo BRIQUE DE IPANEMA Aranha, 308, bairro Bom Fim ou pelos telefones 3289-4713 e Quem quiser participar como expositor: Pode enviar um e- 3289-4744. Próximos passos Nos próximos três meses o projeto tende a ter poucas alterações, já em março, o “ B r i q u e d e Ip a n e m a” possivelmente terá o seu formato redefinido, mas continuará com até 40 exp ositores fixos e c o nv i d a d o s , d e v i d a m e nt e cadastrados, regulamentados, sempre sob orientação das coordenadoras dos quatro

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9 Mutirão de final de semana transforma praça na Cavalhada O s o n h o d a comunidade que mora em torno da Praça Alba Carvalho Degrazia, na Cavalhada, tornou-se realidade na primeira semana de dezembro. Cerca de 170 voluntários trabalharam intensamente durante os dias 5 e 6 de dezembro para transformar o espaço público de 5,8 mil metros quadrados naquele lugar que desejam. Limpeza, jardinagem, pintura, instalação de mobiliários urbanos, re c ant o s , c hu r r a s - qu e i r a , brinquedos e, até mesmo um caminho para dar acessibilidade a cadeirantes, mobilizaram a população nesta construção coletiva. Trata-se do projeto da empresa Vivo, com foco na sustentabilidade, o GVT na Praça. Entre aqueles que mais comemoraram as mudanças estão os responsáveis pela Creche Casa de Nazaré, que atende 500 crianças e jovens de 0 a 18 anos, com sede na Vila Nossa Senhora das Graças. “A importância deste projeto é o fazer junto, porque a partir daí valoriza a praça e torna cada um responsável para dar continuidade aos cuidados com o lugar. Aprendemos a construir, a planejar, a organizar o que queremos”, diz Daniel Vicente de Oliveira, educador social, que trabalha na creche há 7 anos. Daniel utiliza a praça para atividades recreativas com as crianças. “Estou emocionada, este projeto deu vida a uma comunidade que estava desesperançada. O que está sendo feito aqui não é o sonho de uma empresa, é o nosso sonho”, comemora a líder comunitária Jurema Barbosa Silveira, que há 24 é representante no Orçamento Participativo. Ela lembra que a praça chegou a estar por um tempo abandonada e que o lixo é um problema constante. “Nesta praça de Porto Alegre, um diferencial foi o contexto de diversidade de tipos de uso do local. Temos as crianças da creche, que ut i l i z am o e s p a ç o c om o quintal de casa, há de um lado os moradores dos condomínios e de outro os das casas e ainda há o comércio. Houve um envolvimento interessante e tornou o processo de criação muito rico, de forma que atendesse a todos”, Flávia Ramos, do Instituo Elos. “Como empresa de telecom, proporcionamos conexão no mundo digital e, c o m p ro j e t o s c o m o e s t e , vamos além, estimulando a qualidade de vida e o convivio mais harmônico entre pessoas que moram ou trabalham próximas”, explica a diretora d e G e s t ã o R e s p ons áve l e Sustent ável da Telefônica Vivo, Heloisa Genish. O GVT na Praça é uma parceria da Vivo com o Instituto Elos, especializado em tecnologias sociais de mobilização comunitária, que iniciou há um mês os trabalhos com os moradores do entorno da praça, avaliando necessidades, possibilidades de melhorias e sonhos do coletivo. A prefeitura de Porto Alegre t amb ém foi envolvida no projeto. Com este mutirão na capital gaúcha, encerram-se as atividades do projeto no ano de 2015. Projeto WimBelemDon comemora aquisição de terreno O Projeto Social WimBelemDon, que atende cerca de 100 crianças na Zona Sul de Porto Alegre, promoveu a sétima edição do seu mais importante evento, o Rolando Arroz. Como de costume, centenas de pessoas aproveitaram o dia ensolarado para acompanhar uma programação diversificada, onde não faltaram estrelas do nível de omaz Ko ch, Fernando Meligeni e Bruno Soares. Entre os fatos marcantes, os principais foram a comemoração da compra do terreno onde funciona o projeto, aquisição garantida graças à uma campa-nha de crowfunding que ganhou admiradores não só do Brasil, mas também de outros países; a criação do Caminho do Ace Social, um espaço que reúne a marca – no caso a palma da mão – de nomes importantes do tênis nacional que dedicam atenção especial ao projeto, incluindo Gustavo Kuerten; a inauguração do refeitório e cozinha industrial com todo o conforto e condições apropriadas para atender as necessidades dos alunos; e, por último, porém não menos importante, o convite para que Bruno Soares, um dos grandes nomes mundiais do tênis em duplas, aceitasse ser mais um embaixador do Projeto WimBelemDon, juntando-se a Koch e Meligeni. “A cada ano que passa o projeto está mais bonito, mais alegre. Neste ano tivemos que correr muito para adquirir a sede. Foi bacana ver como todo mundo se envolveu. Expliquei o projeto ao Rafael Nadal e pedi uma raquete que pudesse ser doada. Ele não deu só uma, deu três raquetes e mais uma camiseta, tudo autografado. As pessoas se sentem emocionadas quando falamos nesta história legal. Vamos estar juntos, agora como embaixador”, disse Bruno.

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Entretenimento Este espaço é para suas fotos! Sua Foto A equipe de profissionais do Mercado Navegantes parabeniza os aniversariantes de dezembro: Leonardo Postal (dia 8) e sua mãe, Justina (27). Parabéns!!! Sua Foto Mande sua foto para nós! Seu momento em família, em um evento do bairro, com os amigos. Apareça aqui no social Geramigos. Envie sua foto para o e-mail: criacao@geramigos.com.br HORÓSCOPO A partir do dia 10,, questões relacionadas à sua vida profissional e carreira, vêm à tona. Você pode receber uma proposta para fazer parte de uma nova equipe de trabalho, ou para trabalhar em uma nova empresa. Você estará mais simpático e sociável. Áries Leão No dia 22, você poderá estar totalmente voltado para o seu trabalho e projetos. Você pode receber um convite para trabalhar em outra empresa, em uma nova equipe de trabalho. Caso esteja com problemas de saúde, sua saúde melhora nesse dias. Sagitário O dia 11 chega indicando dias de maior planejamento futuro e algumas mudanças importantes em todos os setores de sua vida. Uma nova fase começa e dura aproximadamente, três semanas. Touro A partir do dia 10 inicia uma fase em que você estará mais voltado para os estudos, para a comunicação. Se estiver envolvido com publicações, a fase promete ser altamente benéfica. Um projeto de médio prazo pode começar. Virgem Durante as três primeiras semanas do mês, ocorrerá uma fase em que você deve tomar cuidados redobrados com suas finanças. Procure não se envolver em dívidas ou gastos desnecessários. Capricórnio Durante as três primeiras semanas do mês, p o d e o co r re r te n s ã o e m projetos que envolvem sua carreira e seu crescimento profissional. Procure evitar confrontos e embates,, que podem ser frequentes. Gêmeos Nas três primeiras semanas do mês, cuidados com períodos de tensão e possíveis complicações relacionadas a um romance ou namoro. Um acontecimento imprevisto pode desencadear um problema mais sério. Libra No dia 25, seus relacionamentos, tanto os pessoais, quanto os profissionais podem se movimentar. Este pode ser um momento que marca a finalização de negociações envolvendo uma sociedade ou parceria comercial. Aquário O mês começa sob a influência da Lua Minguante em Virgem deixando você mais fechado e disposto a deixar algumas situações, sentimentos e pessoas para trás. O momento envolve reflexão e necessidade de ficar só. Câncer No dia 11, se você estiver desempregado, ou querendo mudar de emprego, arregace as mangas e comece a enviar curriculuns, pois em pouco tempo você pode ter boas notícias ou pode convidado para participar de um novo projeto. Escorpião Peixe As três primeiras semanas do mês indicam dias de baixa energética e saúde frágil. Nessa fase, você precisa cuidar de si mesmo e procurar renovar sua energia vital todos os dias, através de banhos energéticos, meditação, prática de yoga ou exercícios moderados e regulares. O dia 11 chega indicando um período de mudanças em seus projetos profissionais. Um plano de negócios pode precisar de revisão. Uma nova fase pode chegar através de novos projetos, que você terá um papel fundamental. Solução

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11 Relançamento da Shopping Jardim maior obra de Verde em expansão drenagem da Capital beneficiará zona Sul Depois de ser lançada em julho, a licitação da primeira etapa da maior obra de macrodrenagem já feita em Porto Alegre, o Programa de Drenagem Urbana (DrenaPOA), precisou ser suspensa. Na época, o prefeito José Fortunati chegou a assinar os editais e anunciar sua publicação. Os documentos corrigidos foram entregues pelo Departa-mento de Esgotos Pluviais (DEP) à Caixa Econômica Federal, financiadora do projeto. A previsão é republicálos assim que o banco aprovar, até janeiro, e dar ordem de início dos trabalhos em abril. A primeira etapa ocorrerá na zona Norte, mas a segunda etapa afetará a zona Sul. O DrenaPOA foi anunciado pela prefeitura há um ano, com orçamento total de R$ 237 milhões. A segunda et ap a do prog rama, a s er executada posteriormente, envolve dois projetos executivos, nas bacias hidrográficas d o s a r r o i o s Gu a b i r o b a e Manecão, ambas na zona Sul. Na primeira, será feito um canal de macrodrenagem para evitar cheias no bairro Ponta Grossa, com orçamento de R$ 457,75 mil. A segunda inclui a implantação de oito reservatórios de detenção em diversos locais, bem como uma casa de bombas e diques de proteção, na região do Lami. O valor do projeto é de R$ 1,49 milhão. Praias do Lami e Belém Novo têm locais liberados para banho Quatro pontos da orla do Guaíba estão próprios para banho, conforme a análise de balneabilidade divulgada neste d om i n g o p e l a S e c re t ar i a Municipal do Meio Ambiente (Smam). Os locais liberados ficam nas praias do Lami e Belém Novo, na zona sul da Capital. Por questões de saúde e segurança, é desaconselhado o banho em outros lugares. Veja quais são os pontos próprios para banho: Belém Novo — Posto 1 (Praça Jos é Comunal, em frente à garagem da empresa de ônibus) — Posto 2 (Praia do Leblon, na Avenida Beira Rio, em frente à rua Antônio da Silva Só) — Posto 3 (Praia do Veludo, em frente à interseção das avenidas Beira Rio, Pinheiro Machado e Rua Antônio da Silva Só) Lami — Posto 3 (Avenida Beira Rio, em frente ao nº 510) Concebido para ser um centro financeiro e comercial em Ipanema, reúne quatro grandes bancos: Banrisul, Itaú, Santander e Sicredi, além de Agência Lotérica (Caixa Econômica federal) e posto do Banrisul na farmácia localizada no shopping. Nas proximidades encontramos também agências do Bradesco e Banco do Brasil. O shopping oferece ainda uma simpática cafeteria e um conceituado restaurante, com ser viços de buffet no almoço e local para eventos: o Ipanema Grill, destaque no bairro. Academia, farmácia, estabelecimentos de moda e de cama mesa e banho, serviços, e escritórios de profissionais liberais completam o mix de estabelecimentos. A expansão Atendendo ao crescimento da região o Jardim Verde Shopping está expandindo suas instalações. O projeto prevê a ampliação da área do Banrisul, com maior áre a de autoatendimento, aumento da área do restaurante e um anexo com praça de alimentação (mais 4 espaços), lojas (13 espaços) e escritórios para profissionais liberais (15 espaços). A academia também terá sua área ampliada. A inauguração das novas operações deve acontecer em maio de 2016.

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12 Educação e Lazer Conheça a Feira Orgânica da Tristeza A feira do bairro Tristeza é composta por bancas d e p ro d u t o re s o r g â n i c o s , membros da Associação Agroecológica e da Associação dos Produtores da Rede Ecológica Metropolitana. Histórico: Um grupo de agricultores rurais, com a colaboração do Centro Ecológico Emater, depois de um ano e meio passando pelo aprendizado da agricultura ecológica e acompanhando o andamento de outras Feiras, idealizou a Feira da Tristeza em março de 1997. Ela começou pequena, com 3 bancas de verduras. Em seguida, frutas e industrializados se juntaram e a feira foi crescendo. Atualmente são 12 grupos vindos da Serra e da Grande Porto Alegre. Quando: A feira é organizada em todos os sábados do mês, localizada na esquina entre as duas avenidas mais importantes da Região Sul, Otto Niemeyer e Wenceslau Escobar. O que oferece: Uma grande variedade de frutas, verduras, legumes, sucos e temperos, todos cultivados sem o uso de agrotóxicos e re c e b e n d o c e r t i fi c a d o d e orgânicos. Horário: Sábados das 7h às 12h30 Localização: Rua Pedro de Oliveira Bitencourt, 120 Tristeza, Porto Alegre Coloque o nome da sua empresa além da sua rua ou do seu bairro. Tenha sua marca, mensalmente, em 60 mil exemplares do Jornal Geramigos e da Revista ProcureAche em TODA A CIDADE de Porto Alegre e online. Esteja à frente do seu concorrente e aumente sua visibilidade por um preço que cabe no seu bolso. Faça uma consulta hoje mesmo! Geramigos Zona Sul 10 mil exemplares Geramigos Zona Norte 10 mil exemplares ProcureAche Zona Sul 20 mil exemplares ProcureAche Zona Norte 20 mil exemplares

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