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Uso Sustentável da Energia Manual de Economia de Energia MANUAL DE ECONOMIA DE ENERGIA 1

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COORDENAÇÃO GERAL Pró-Reitoria de Administração e Finanças (PROAF) DESENVOLVIDO POR Grupo de Eficiência Energética (GEE) da Faculdade de Engenharia (FENG) Prefeitura Universitária (PU) EDITORAÇÃO GRÁFICA Assessoria de Planejamento e Marketing (ASPLAM) Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) P816u Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Faculdade de Engenharia. Grupo de Eficiência Energética. USE - Uso Sustentável da Energia [recurso eletrônico] : guia de orientações / PUCRS, FENG, GEE, PU ; coord. PROAF. - Dados eletrônicos. - Porto Alegre : PUCRS, 2010. Modo de Acesso: World Wide Web: 1. Energia Elétrica - Consumo. 2. Energia Elétrica Conservação. 3. Desenvolvimento Sustentável. 4. PUCRS - Projetos. 5. Responsabilidade Ambiental. I. Prefeitura Universitária. II. Pró-Reitoria de Administração e Finanças. III. Título. CDD 333.79 Ficha Catalográfica elaborada pelo Setor de Tratamento da Informação da BC-PUCRS Título da Obra: USE – Uso Sustentável da Energia : Manual de Economia de Energia Autor: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Faculdade de Engenharia. Grupo de Eficiência Energética. Disponível em: http://www.pucrs.br/biblioteca/manualuse.pdf Está licenciada sob a licença Creative Commons: Atribuição; Vedado o uso comercial; Vedada a Criação de Obras Derivadas. 3.0 - Brasil http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ 2 MANUAL DE ECONOMIA DE ENERGIA

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APRESENTAÇÃO A busca de soluções sustentáveis que visam a causar o mínimo impacto ao meio ambiente tornou-se prioridade mundial. O futuro depende de atitudes ambientalmente corretas, socialmente justas e economicamente viáveis, assim como da utilização eficiente dos recursos naturais integrando novas soluções energéticas. Nesse contexto, a Universidade empenha-se na busca de medidas visando ao uso sustentável da energia. Como passo inicial, instituiu-se a Portaria n° 023/2008, objetivando a elaboração e a implantação de uma política de gestão energética no Campus Universitário. Nomeado USE – USO SUSTENTÁVEL DA ENERGIA , o projeto conta com um elemento especial: a motivação da comunidade universitária. De um modo abrangente, o projeto idealiza ações técnicas sustentadas por uma campanha de conscientização em relação ao uso de energia. Para participar dessa tomada de consciência e contribuir ativamente com o desenvolvimento sustentável, aceite o convite: use este manual com esclarecimentos, dicas e soluções para utilizar a energia de forma eficiente e garantir um futuro sustentável para todos nós. MANUAL DE ECONOMIA DE ENERGIA 3

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Apresentação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 Consumo sustentável . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 A energia e o meio ambiente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 Geração de energia elétrica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 Educação no uso da energia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 Orientações gerais para conservação de energia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 Dicas para a redução do consumo de energia elétrica na universidade . . . . . . . 12 Recomendações para consumo consciente no dia a dia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16 Prefira equipamentos com selo Procel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18 Como calcular o consumo dos equipamentos elétricos? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20 Economize utilizando lâmpadas fluorescentes compactas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 Glossário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23 E agora, o que podemos fazer? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27 4 MANUAL DE ECONOMIA DE ENERGIA

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INTRODUÇÃO Após a Revolução Industrial, o impacto da atividade humana sobre o meio ambiente, acompanhado do desenvolvimento econômico, tornou-se expressivo. O crescimento populacional implicou o aumento do consumo, originando problemas ambientais cuja solução tornou-se o grande desafio deste início de século para pesquisadores, ambientalistas, governos, organizações não governamentais e comunidades do mundo inteiro. Em meio a essa evolução, tornou-se essencial a conquista da qualidade de vida sem o comprometimento da integridade do planeta, ou seja, são necessárias atitudes sustentáveis. Por meio do desenvolvimento sustentável, é possível manter a comodidade adquirida e amenizar os danos aos recursos naturais, valendo-se de ações de eficiência energética e potencializando o processo. Um programa de conservação e uso racional de energia consiste em uma série de ações e medidas de caráter técnico, gerencial e comportamental, que visam a diminuir o consumo de energia e buscam a sustentabilidade. Nesse contexto, torna-se perfeitamente viável economizar energia sem reduzir o conforto, o bem-estar e a segurança da comunidade envolvida. Através das informações e orientações contidas neste manual, será possível implementar medidas de utilização racional de energia, resultando em benefícios à sociedade e ao meio ambiente. Portanto, é muito importante observar a ideia da conservação de energia e passar a utilizá-la de forma inteligente. MANUAL DE ECONOMIA DE ENERGIA 5

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CONSUMO SUSTENTÁVEL Diante da preocupação mundial com o aquecimento global e as mudanças climáticas amplamente discutidas no Protocolo de Kyoto, a busca da sustentabilidade tornou-se a principal alternativa para reduzir o impacto gerado ao meio ambiente ao longo do desenvolvimento econômico. A conscientização da população, englobando a limitação dos recursos naturais e a insustentabilidade da sociedade consumista, tem acarretado mudanças de atitude em relação ao consumo em geral. O conceito de consumo sustentável surgiu a partir do termo desenvolvimento sustentável, divulgado pela Agenda 21, em que são relatadas as principais ações a serem tomadas pelos governos aliando a necessidade de crescimento dos países com a manutenção do equilíbrio do meio ambiente. Os temas principais desse documento falam justamente sobre mudanças de padrões de consumo, manejo ambiental dos resíduos líquidos e sólidos e saneamento, abordando ainda o fortalecimento do papel do comércio e da indústria em relação a esse tema. Pensar seriamente na necessidade de reciclar, de adotar um novo estilo de vida e de padrões de consumo, torna o desafio uma tarefa de todos. O consumo sustentável, além de não prejudicar o meio ambiente, faz com que todos tenham acesso a produtos e serviços que atendam as suas necessidades básicas de consumo. Dessa maneira, o consumo sustentável atende à geração atual sem prejudicar as gerações futuras. Com isso, o cidadão aprimora suas escolhas, optando por produtos ecologicamente corretos e socialmente justos. 6 MANUAL DE ECONOMIA DE ENERGIA

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A ENERGIA E O MEIO AMBIENTE O desenvolvimento humano está fortemente associado ao uso da energia. Durante décadas, as fontes de energia eram abundantemente disponíveis para as necessidades humanas, e o meio ambiente era considerado um grande reservatório. Hoje a realidade tem mostrado que a disponibilidade de energia, considerando as fontes não renováveis, é limitada. A exploração, o processamento e o uso da energia têm imposto consideráveis impactos ao meio ambiente. Esses impactos colocaram a energia no centro das discussões e têm provocado novas propostas para a eficiência energética e o uso de fontes renováveis de energia. Entretanto, apesar dos esforços de parte da comunidade mundial preocupada com o futuro do planeta, o ritmo das mudanças não tem sido suficiente, como se constata nas dificuldades de implantação de medidas como as recomendadas na Agenda 21 e no Protocolo de Kyoto. Assim, os índices de poluição ainda são crescentes. Estudiosos afirmam que será necessário um investimento significativo em educação para desenvolver a consciência sobre as causas das crises de energia, a percepção do vínculo entre energia e meio ambiente, a necessidade de se promover o desenvolvimento de forma sustentada, a democratização do uso da energia e a dependência vital da humanidade em relação à natureza. Fique ligado! uma O meio ambiente não é os. urs rec de el táv fonte inesgo MANUAL DE ECONOMIA DE ENERGIA 7

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GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA A energia elétrica é um dos bens de consumo fundamentais para a humanidade, porém 75% da energia gerada no mundo é consumida por apenas 25% da população. A eletricidade pode ser gerada das mais variadas formas, podendo assim provocar diversos tipos de impacto ao meio ambiente. A seguir, observe os diferentes tipos de energia: ENERGIA HIDRÁULICA Grandes construções hidroelétricas causam impactos significativos ao meio ambiente, ao contrário de micro e pequenas gerações. Entre eles, podemos citar: • Inundação de vastas áreas, provocando alterações no ecossistema, destruindo fauna e flora e atingindo povoados. Usina Hidrelétrica de Itaúba • A decomposição da vegetação submersa nas barragens dá origem aos gases metano, carbônico e óxido nitroso, que causam mudanças no clima da Terra. ENERGIA TÉRMICA Esta forma de geração de energia elétrica utiliza os seguintes combustíveis primários, que provocam determinados impactos: • Carvão mineral – emite óxidos de nitrogênio • Derivados do petróleo – produzem monóxido e enxofre (chuva ácida) e dióxido de carbono (efeito estufa). de carbono, óxidos de nitrogênio e dióxido de carbono. Usina Termoelétrica de Candiota • Gás natural – libera óxido de nitrogênio e dióxido de carbono. • Biomassa – é renovável, no caso do bagaço da cana e cascas de arroz, e também depende do reflorestamento, no caso da lenha, da serragem e das cascas de árvores. MANUAL DE ECONOMIA DE ENERGIA 8

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ENERGIA NUCLEAR Utiliza o urânio, metal pesado e altamente radioativo, que provoca contaminação durante o seu processo de extração, alterações genéticas e câncer por várias gerações, além de danos ambientais, quando ocorrem vazamentos. ENERGIA SOLAR A energia provinda do sol, captada por placas fotovoltaicas, é considerada uma energia renovável, porém tem como impacto: Usina Nuclear de Angra dos Reis • Emissão de poluentes no processo de fabricação dos componentes dos sistemas. do projeto, com possível perda de hábitat. • Ocupação de grande área para implementação • Baterias utilizadas na armazenagem de energia podem causar danos ao meio ambiente, pois quando depositadas em aterros sanitários há o risco de contaminação do solo e de águas subterrâneas. Módulo Fotovoltaico desenvolvido pelo NT-Solar da PUCRS ENERGIA EÓLICA Outra fonte de energia renovável, a energia provinda dos ventos possui como principais impactos sobre o meio ambiente: • Emissão de poluentes no processo de fabricação dos componentes do sistema. • Geração de ruídos. • Impacto visual. • Sobre a fauna, interferindo no comportamento migratório das aves. Parque Eólico de Osório MANUAL DE ECONOMIA DE ENERGIA 9

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EDUCAÇÃO NO USO DA ENERGIA Pouco tempo atrás, a humanidade não possuía uma visão clara das limitações das reservas ambientais e dos efeitos provocados pelo uso exagerado dos combustíveis fósseis. Hoje, com as confirmações científicas e as evidências visuais das mudanças climáticas, o aquecimento global, a chuva ácida, a destruição da camada de ozônio e a escassez de energia, a humanidade se organiza para enfrentar tais problemas. Sob essas condições, o consumo desenfreado de petróleo fica no passado, e a conservação de energia torna-se uma opção valiosa, abrindo espaço para a busca de soluções e sistemas mais eficientes, como a utilização de energias renováveis. A substituição de fontes de energia não renováveis por fontes renováveis (solar, eólica, biomassa, etc.), através da introdução de novas tecnologias, acarreta mudanças nos parâmetros até então estabelecidos para geração de energia no mundo. Nesse contexto, a mudança de hábito dos usuários também é fundamental, transformando essa quebra de paradigma em uma transição consistente, possibilitando que a população participe incentivada pelo consumo eficiente. No uso da energia, praticamente todas as atitudes estão relacionadas a mudanças de comportamento e, portanto, envolvem uma abordagem multidisciplinar com significativos esforços educacionais, de curto e longo prazo. 10 MANUAL DE ECONOMIA DE ENERGIA

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ORIENTAÇÕES GERAIS PARA CONSERVAÇÃO DE ENERGIA CONSCIENTIZAÇÃO DOS USUÁRIOS Um programa de conservação de energia conquista resultados positivos a partir da conscientização e da motivação de todos os envolvidos. Para que se tenha corretamente definido o sentido da CONSERVAÇÃO, é importante saber que: Conservação É • Eliminação de desperdícios, usufruindo de tudo o que a energia elétrica proporciona, sem gastos desnecessários • Uso racional, buscando o máximo de desempenho com o mínimo de consumo • Uma atitude moderna, aplicada no mundo desenvolvido como medida lógica e consciente Conservação NÃO É • Racionamento • Avareza • Perda de qualidade de vida, conforto e segurança proporcionados pela energia elétrica • Redução da produtividade ou do desempenho da produção nas aplicações industriais, comerciais, agropecuárias ou de órgãos públicos A conservação de energia maximiza os benefícios dos investimentos já efetuados no sistema elétrico, reduz custos para o país e para o consumidor, contribui, decisivamente, para a redução dos impactos ambientais, induzindo à modernização industrial, e enfatiza valores fundamentais, especialmente em um país em desenvolvimento, que não pode desperdiçar seus recursos. É necessário que o indivíduo adquira o grau de formação e conhecimento adequado à sua função, a começar por aqueles que podem influenciar na economia de energia por operarem com equipamentos de maior consumo. MANUAL DE ECONOMIA DE ENERGIA 11

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DICAS PARA A REDUÇÃO DO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA NA UNIVERSIDADE AR-CONDICIONADO • Manter as janelas e as portas fechadas, evitando a entrada de ar. • Limitar a utilização do aparelho somente às dependências ocupadas. Fique ligado! • Evitar a incidência de raios solares no ambiente climatizado, pois aumentará a carga térmica para o condicionador de ar. periodicidade recomendada pelo fabricante, evitando que a sujeira prejudique o seu rendimento. condensador. a combinação O confor to tér mico é um de, sendo de temperatura e umida 22°C no e recomendado entre 20 rão, com 50 Ve no C inverno e 23 a 25° do ar. a ativ rel de ida a 60 % de um pre é a O frio má ximo nem sem to! for melhor solução de con • Limpar o filtro do aparelho na • Manter livre a entrada de ar do • No inverno ou em dias frios desligar o ar-condicionado central ou individual e manter somente a ventilação. sempre que possível, o controle de temperatura (termostato) setorizado por ambientes. • Utilizar, O ar-condic ionado é re sp pela maior parcela de e onsável nergia consumida pela Univers idade. O aumento de um gr au n proporcion ar á econom a temperatura ia em torno 7 % e m e ne de rgia elétr ica nesse sistem a. Você sabia ? 12 MANUAL DE ECONOMIA DE ENERGIA

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ELEVADORES • Fazer campanhas de conscientização para que os usuários prefiram utilizar as escadas para os primeiros pavimentos. • Localizar os serviços de maior movimentação de indivíduos nos pavimentos inferiores. EQUIPAMENTOS DE INFORMAÇÃO • Utilizar o Programa Energy Star. Esse sistema desliga o monitor sempre que o computador não estiver em modo espera. • Programação para desligamento após 23 horas via sistema central (GTIT). • Desligar o computador no horário do almoço. Fique ligado! Consumo do computado 100% r 60% 33% 3% Modo de Espera Modo hibernar CPU + Monitor + Periféricos Monitor + Disco Rígido MANUAL DE ECONOMIA DE ENERGIA 13

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FREEZERS, GELADEIRAS E BEBEDOUROS • Evitar que as portas fiquem abertas desnecessariamente. • Fazer degelo periódico. • Evitar a colocação de alimentos quentes. • Manter o equipamento em perfeito estado de conservação, particularmente em relação à borracha de vedação da porta. mínimo necessário e localizar a geladeira fora do alcance de raios solares ou de outras fontes de calor. salas de aula. Fique ligado! Par a saber se a borracha de vedação está boa, ponha uma folh a de papel encostada no batente da geladeira / freezer e feche a porta . Em seguida, puxe a folha. Se ela deslizar facilmente, é sinal de qu e a borracha não está gar antindo ved ação. Faça esse tes te em volta de toda a porta . • Manter o termostato regulado no • Desligar bebedouros no período de férias nos pavimentos com uso exclusivo para ILUMINAÇÃO • Desligar luzes de dependências, quando não estiverem em uso, como salas de reunião, banheiros, iluminação ornamental interna e externa. • Evitar acender lâmpadas durante o dia (utilize a luz natural sempre que possível). • Agrupar setores que necessitam intensidades luminosas similares. • Durante a limpeza de áreas grandes, acender apenas as luzes necessárias. • Manter limpas as lâmpadas e as luminárias para permitir a reflexão máxima da luz. 14 MANUAL DE ECONOMIA DE ENERGIA

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• Nos espaços exteriores reduzir, quando possível e sem prejuízo da segurança, a iluminação em áreas de circulação, pátios de estacionamentos e garagens. • Usar preferencialmente luminárias abertas, retirando, quando possível, o protetor de • Substituir lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas. acrílico, o que possibilita a redução de até 50% do número de lâmpadas sem perda da qualidade de iluminação. • Em jardins, estacionamentos externos e áreas de lazer, dar preferência a lâmpadas de vapor de sódio. • Usar reatores eletrônicos com alto fator de potência. • Utilizar sensores de presença nos ambientes pouco utilizados. • Rebaixar as luminárias quando o Fique ligado! pé-direito for elevado, reduzindo, consequentemente, a potência total necessária. a atividade assim o exigir, reduzindo proporcionalmente a iluminação geral do ambiente. • Projetar a iluminação localizada quando número de O aumento excessivo do reduz sua vida as acendimentos de lâmpad uco tempo po de ais útil, portanto, em loc vada utilização, de permanência e com ele não são adequadas. lâmpadas fluorescentes • Instalar nas áreas próximas às janelas circuitos independentes e sensores com fotocélulas, que ajustam automaticamente os níveis de iluminação necessários para complementar a luz natural. iluminação artificial. A diminuição da carga de iluminação reduz, como consequência, a carga térmica para o sistema de condicionamento de ar. • Paredes, pisos e tetos devem ser pintados com cores claras que exigem menor nível de MANUAL DE ECONOMIA DE ENERGIA 15

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