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Cooperativismo Comprova Resiliência

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A REVISTA DE GESTÃO, FINANÇAS, PESSOAS E MARKETING DO COOPERATIVISMO Ano 14 65 Apesar de todos os problemas enfrentados nos seis primeiros meses do ano, as cooperativas continuam crescendo finanças como obter recursos para investir e quais os riscos de pegar financiamento? PESSOAS treinamentos focados em cooperativas MUNDOCOOP 1

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A REVISTA DE GESTÃO, FINANÇAS, PESSOAS E MARKETING DO COOPERATIVISMO que crise? Em todos os tempos, o que não faltam são pessimistas e apocalípticos de plantão. No entanto, poucos conseguirem pintar o cenário com cores tão sombrias quanto as atuais. O usual é desejar que o ano acabe, que seja apagado, desapareça da história. Os mais otimistas gostariam de dormir – o melhor seria apenas piscar – e, ao acordar, tudo estar resolvido, e o País ter retomado níveis perceptíveis de crescimento da economia. No entanto, pelo cenário descrito por cooperativistas de vários ramos e Estados, os 5,7% da população brasileira associada a cooperativas são menos afetados por esses prognósticos. Esse número pode chegar a 22,8% dos habitantes deste país, que é o total estimado de cooperados e familiares que o movimento cooperativista agrega. Isso não significa que essas pessoas negam a crise ou são imunes a ela. Mostra, isso, sim, que nas dificuldades algumas características se sobressaem, como a resiliência. Em que pese todos os problemas enfrentados nos cinco primeiros meses do ano, muitas cooperativas continuam crescendo e investindo em 2015. Com isso, o cooperativismo confirma seu papel de ponte que liga o liberalismo e o socialismo, como definido por Roberto Rodrigues – embaixador especial para o Cooperativismo no Brasil da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (ONU/FAO) e atual coordenador do Centro de Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV Agro). Comprova, também, a certeza de Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB, de que “com um mercado restritivo, as cooperativas se apresentam como um caminho para o empreendedorismo, conscientizando as pessoas para a força do trabalho conjunto”. Mas esta edição foi preparada com muito cuidado e, entre muitos outros assuntos, traz ainda entrevista com o Professor Luiz Marins, considerado um dos mais preparados consultores brasileiros da atualidade, e apresenta, em Marketing, Business Inteligence e Lean Thinking como ferramentas que favorecem a análise e a leitura do mercado. Trata, também, da importância de treinamento em épocas turbulentas e as oportunidades geradas pela continuidade de investimentos. E mais: o Plano Safra 2015-2016 é analisado por Roberto Rodrigues. Confira e ótima leitura! Katia Penteado, Editora Diretoria Douglas Alves Ferreira Luis Cláudio G. F. Silva Redação EDITORA / Katia Penteado - MTb 11.682/SP redacao@mundocoop.com.br Arte DIRETOR DE CRIAÇÃO / Douglas Alves Ferreira ASSISTENTE DE ARTE / Felipe Ramos revista@mundocoop.com.br Publicidade DIRETOR COMERCIAL / Luis Cláudio G. F. Silva comercial@mundocoop.com.br COMERCIAL / Adriana Aguilar Soares publicidade@mundocoop.com.br Controle e Operações Wilma Zacharias Impressão TIRAGEM / 15 mil exemplares Fotos Arquivo MundoCoop e Shutter Stock HLMAIS PUBLICIDADE A revista MundoCOOP é uma publicação da HL/Mais Editorial Ltda. Rua Atílio Piffer, 271 - Conj. 22 - Casa Verde 02516-000 - São Paulo/SP - Telefone (11) 4323-2881 HLMAIS PUBLICIDADE www.mundocoop.com.br PUBLICIDADE Os anúncios e artigos assinados são de responsabilidade dos autores. As opiniões emitidas pelos entrevistados não refletem, o pensamento da coordenação dessa publicação. HLMAIS 4 MUNDOCOOP

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Sumário 26 | Gestão As mudanças na nova versão do relatório de sustentabilidade GRI 40 | Pessoas Treinamentos focados em cooperativas - quais os diferencias frente a empresas e como reter talentos? 44 | Finanças Como obter recursos para investir? Quais os riscos de pegar financiamento? Como conseguir capital de giro? 53 12 16 24 32 34 35 57 GENTE & negócios 50 | Marketing Ferramentas para análise e leitura do mercado contribuem na busca de clientes e na detecção de mercados em expansão 08 | Entrevista Luiz Marins Um dos mais preparados consultores brasileiros da atualidade devido à sua formação acadêmica e experiência profissional 58 Idade do Ouro cooperativismo Como estão caminhando os resultados de cooperativas de vários ramos nos primeiros meses frente ao cenário nacional comprova resiliência 18 6 MUNDOCOOP

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ENT REVISTA Luiz Marins 8 MUNDOCOOP

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ENTREVISTA presente para planejar o futuro Entender o L uiz Marins, conhecido como Professor Marins, tem sido considerado um dos mais preparados consultores brasileiros da atualidade devido à sua formação acadêmica - Macquarie University (Austrália), USP e outras universidades. Além disso, foi professor da Universidade Federal de São Carlos, Faculdade de Tecnologia de São Paulo - FATEC, Faculdade de Engenharia de Sorocaba, Universidade de Sorocaba e outras. Soma, também, grande experiência empresarial, pois foi presidente e CEO de empresas em Nova Iorque e Raleigh (Carolina do Norte) nos Estados Unidos e possui várias empresas no Brasil nos mais diversos ramos de negócio, como a Anthropos Consulting, fundada em 1984 e que consiste na primeira empresa mundial de Antropologia Empresarial. Com 22 livros publicados sobre gestão empresarial, motivação, empreendedorismo e antropologia, suas palestras também são reconhecidas pelas pesquisas, dados, informações e pelo estudo do tema com profundidade. Desde 2003 tem sido eleito pelos profissionais de recursos humanos entre os cinco melhores palestrantes do Brasil conforme premiação TOP RH. Agrega à sua lista de atividades, programa de televisão na Rede Vida e, há mais de dez anos, participação como consultor empresarial no programa de televisão “Show Business” com João Dória Jr. na Rede Bandeirantes de Televisão, com um quadro chamado “Conexão Direta com Prof. Marins”. A criação da empresa do futuro é um de seus focos de interesse, tanto que desenvolveu uma metodologia exclusiva, pela qual realiza programas de consultoria em que a cúpula da empresa é levada a questionar como enfrentará o futuro, preparando a empresa para reinventar o seu setor de atividades e competir com sucesso nos próximos anos. Gestão, Motivação, Marketing e Vendas são as áreas em que o Prof. Marins recebe mais solicitações e foram também os temas que motivaram essa entrevista, pois em épocas de dificuldade, alguns conceitos desenvolvidos por ele são de grande auxílio a gestores. Motivação Comportamental e Cognitiva, pela razão e não pela emoção, insere-se nesse grupo e auxilia os participantes no entendimento dos “motivos” para agir ou mudar o rumo da ação. Aproveite a leitura e motive-se na busca de alternativas criativas capazes de impulsionar sua cooperativa, fortalecendo os vínculos com cooperados, fornecedores, colaboradores e comunidade. Confira! Não apenas os alarmistas de plantão estão dizendo que 2015 será muito difícil, e os sinais já são bem claros de que essa é uma realidade. Essa situação afeta de forma significativa a sobrevivência das empresas e cooperativas. Quais as recomendações para que a crise não desmotive os diversos níveis hierárquicos, desde a alta gestão? De fato, 2015 será muito difícil, mas haverá oportunidades que precisamos buscar. As empresas de sucesso crescem em épocas de crise porque descobrem oportunidades para melhorar ainda mais aquilo que fazem. A crise não será eterna, é claro. Neste tempo de dificuldade deveremos nos preparar ainda mais para quando a neblina baixar. É preciso enfrentar a crise com força e serenidade, pois ela está aí para todas as empresas. Vencerão as que se unirem ainda mais nestes tempos e as que souberem usar toda a inteligência e vontade que existe dentro da organização e dirigir tudo isso para o mercado. MUNDOCOOP 9

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ENTREVISTA LUIZ MARINS Cooperativismo e união tem uma relação íntima... Sim, a união no mundo cooperativo é ainda mais importante do que no empresarial. A verdade, de ontem e hoje, é que sem união nada sobrevive, não pode haver sucesso. Recomenda-se que periodicamente seja feita uma reflexão sobre o valor da união para a vida pessoal e profissional. Em época de dificuldade econômica e financeira, os relacionamentos, inclusive familiares, podem ser afetados devido a problemas profissionais e empresariais. Quais suas indicações para que o equilíbrio entre vida pessoal e vida profissional seja preservado? Muito diálogo e serenidade. Na crise, todos devem se ajudar, e a com- Precisamente. É a motivação pela razão e não pela emoção, que nos fará levantar e caminhar, fazer o que tiver de ser feito para não nos entregarmos de vez à doença que não pediu licença para se instalar, ou ao problema que nos aflige. A emoção nos fará sentir dó de nós próprios. A emoção nos fará muitas vezes sentir vergonha de nossa incapacidade física. A emoção nos “A união no mundo cooperativo é ainda mais importante do que no empresarial” Quais os principais desafios que os gestores enfrentarão e quais as alternativas possíveis para minorar os impactos negativos? Cinco coisas temos de fazer na crise para enfrentá-la: • Não perder os clientes que já temos - perder os clientes que já temos é crime inafiançável em tempos de crise; • Vender mais do nosso portfólio aos clientes que já temos, pois muitos clientes compram apenas parte dos produtos que temos. É preciso oferecer aos clientes o nosso portfólio completo, pois é sempre mais fácil vender para os clientes que já temos do que conquistar novos clientes; • Aumentar nosso relacionamento com nossos clientes e com o mercado - muitas empresas se fecham em épocas de crise. Agora é hora de visitar clientes, participar de todas as oportunidades que possam surgir; • Sentar em cima do caixa, ter uma política rígida de caixa, cuidando para não ter estoques elevados; cuidar para não financiar vendas para quem tem crédito duvidoso e acabar com todo e qualquer desperdício é fundamental na crise; • Aproveitar a crise para planejar e nos preparar para quando a neblina baixar - agora é hora de planejar o futuro da empresa. preensão deve aumentar muito. Para isso, o diálogo franco e aberto é fundamental entre a empresa e a família e entre a própria família. Há muitas coisas na vida que não compreendemos. Há muitas coisas na vida que não desejamos. Há muitas coisas na vida que poderiam ser diferentes do que são. Há muitas coisas na vida sobre as quais temos muito pouca ação modificadora. Essa é a vida de todos nós. O que fazer? Resignar-se? Esperar um milagre? Revoltar-se? Perguntar por que eu? Na verdade, a resposta parece ser um pouco de tudo. É claro que temos que nos resignar frente à realidade. É claro que podemos sempre esperar um milagre. Mas não há razão para revolta, para o eterno amargor, para uma morte antecipada, tornando a vida um verdadeiro inferno, amplificando os problemas que já existem. Quando temos um grande problema devemos saber que teremos de ser melhores que a média das pessoas. Nós, pela razão, e não pela emoção, é que temos que enfrentá-la. E, a própria razão nos dirá que não adianta ficar perguntando, por que eu? Ninguém nos dará essa resposta de maneira satisfatória. Nós é que temos de dá-la ao mundo, mostrando a nossa capacidade de enfrentar o problema e ter a firmeza para fazer o que a maioria não seria capaz. Esse questionamento e essa reflexão permanentes é que o senhor chama de motivação cognitiva? fará esperar a ajuda dos outros, que, já sabemos, nem sempre virá. É a razão que nos fará prosseguir e vencer. É a plena consciência de nossos limites e possibilidades que deve nos dar a força e os motivos para lutar, perseverar, ter disciplina nos tratamentos, acreditar na ciência e seguir em frente. A motivação cognitiva é uma porta que só se abre por dentro. Só você pode abri-la. E você a abrirá no momento em que entender, pela razão, e não pela emoção, que há pessoas em condições muito mais difíceis e que precisam de você. Você a abrirá aumentando a sua fé, sua esperança e sua caridade. Muitas cooperativas são de pequeno porte, com características familiares. É mais fácil a sobrevivência de empresas com esse perfil durante uma crise como a que se instalou? Empresas e cooperativas menores têm mais agilidade de gestão e custos menores. Isso poderá minorar os efeitos da crise, se ela for bem administrada. Como saber se o caminho traçado está correto? Há três perguntas mágicas que servem de base a qualquer tipo de enquete, avaliação ou análise simplificada, seja da companhia ou cooperativa, dos colaboradores, dos fornecedores, dos cooperados, etc. Podendo ser adaptadas a cada público, as perguntas são: O que fazemos de excelente e devemos 10 MUNDOCOOP

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ENTREVISTA continuar fazendo? O que fazemos de ruim e devemos deixar de fazer? O que não fazemos e deveríamos fazer? Podemos, por exemplo, perguntar a nós mesmos sobre os cooperados e colaboradores: O que os cooperados e os colaboradores fazem de excelente e devem continuar fazendo? O que fazem de ruim e devem deixar de fazer? O que não fazem e deveriam fazer? Os cooperados também podem se estimulados a dizerem aos gestores da cooperativa: O que nossa cooperativa tem ou faz excelente e deve continuar tendo ou fazendo? O que nossa cooperativa tem ou fazem de ruim e deve deixar de ter ou fazer? O que nossa cooperativa não tem ou não faz e deveria ter ou fazer? As respostas a essas mesmas questões também podem ser dadas pelos fornecedores. Desse modo, dá para ser pontual na correção de rumo e no desenvolvimento de ações que melhorem ainda mais o que já está caminhando bem. A época de dificuldades é uma boa oportunidade para pensar em sucessão? Qual o melhor momento e como programar a sucessão? A sucessão deve ser pensada sempre. Em todos os níveis há que se preparar sucessores. Quando dizemos preparar é expor os sucessores a situações de experiência e aprendizagem, mesmo fora da própria empresa. Manter clientes em momentos como o atual pode ser uma dificuldade devido à competição mais acirrada que a crise oportuniza. Quais suas recomendações para a manutenção e a fidelização de clientes em momentos como o atual? Como eu disse, não podemos perder clientes. Por isso é importante estar ainda mais próximos dos clientes para estudar cada um deles e ver como não perdê-los e ainda vender mais para esses que já são nossos clientes. Que cuidados o gestor deve tomar na hora em que os cortes de pessoal são inadiáveis para não inviabilizar a operação da empresa/cooperativa e permitir que as coisas continuem acontecendo na organização? O gestor deve lembrar que a crise passará e que a cooperativa precisa ter condições de acelerar no momento em que a neblina da crise baixar. Assim deve fazer uma análise muito criteriosa com visão de longo prazo e não curto prazo na hora de dispensar pessoas. O senhor criou a antropologia empresarial. No que essa metodologia pode auxiliar as cooperativas em épocas de dificuldade? A antropologia empresarial estuda individualmente cada empresa para poder propor coisas simples e práticas que possam levá-la ao sucesso, reforçando seus pontos e identificadores posi- tivos. Não trabalha com pacotes prontos ou soluções tamanho único. Essa é a grande diferença. Assim, cada empresa ou cooperativa ou organização tem a sua própria cultura que deve ser respeitada. O que é bom para uma não será bom para outra e assim há sempre que se trabalhar a realidade concreta de cada caso. A crise de credibilidade que afeta as instituições públicas pode fazer com que a corrupção e o desrespeito ao bem público se institucionalizem também no meio empresarial privado? Qual a contribuição que a antropologia empresarial pode dar? O risco é grande e as empresas e cooperativas devem aumentar suas ações de valorização ética. Não adianta uma atitude policialesca, pois as pessoas sempre poderão descobrir formas de burlar. É preciso muita abertura e participação para que todos saibam de tudo e a corrupção seja tornada impossível ou muito difícil de acontecer. Durante uma tempestade o mais correto não é sair correndo, mas abrigar-se e esperar a tempestade passar. Na crise não é hora de desinvestir no mais valioso recurso que poderá fazer sua empresa sair da crise: os talentos humanos, as pessoas realmente comprometidas. Qual o recado que o senhor deixa para os leitores neste momento de dificuldade? Uma das maiores lições que conheço é o conselho do Marquês de Alorna, General d’Almeida, a Dom José, Rei de Portugal, após o terremoto de Lisboa em de 1755, que foi a maior tragédia natural até hoje vivida pela Europa. Dom José pergunta ao Marquês o que fazer e ele responde: Agora, Majestade, é enterrar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos. É exatamente isso que devemos fazer em nossas empresas e em nossa vida com esta crise: enterrar os mortos para cuidar dos vivos, cuidar do que sobrou, do que existe de concreto, de real. Fechar os portos - significa impedir que novas epidemias cheguem. No século XVIII os problemas externos, é claro, chegavam pelos portos. Hoje, feche os portos, para poder dar foco e cuidar dos vivos. MUNDOCOOP 11

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Mulheres no cooperativismo Cerca de 500 produtoras rurais das regiões noroeste e norte do Paraná participam do encontro anual promovido pela Cocamar Cooperativa Agroindustrial, em Maringá. Atualmente, dos 12,4 mil associados da cooperativa, 13% são mulheres, e pelo menos 600 delas integram núcleos mantidos em 25 municípios, nos quais participam de programação que inclui desde ações para desenvolvimento técnico, até o fortalecimento de seu papel na vida da cooperativa. mercado educação Educoop cresce na Bahia O Sescoop/BA, pela primeira vez, está com turmas simultâneas do curso de Educação Cooperativista (Educoop) em quatro cidades do interior da Bahia: Barreiras, Vitória da Conquista, Eunápolis e Veredas. Destinado a educadores das cooperativas de ensino das redes pública e privada, cooperados, consultores, assessores, instrutores e outras pessoas relacionadas com o cooperativismo, o curso tem carga horária de 200 horas, distribuídas em nove módulos. Em breve, começará uma segunda turma em Nova Viçosa. MARCA Nova identidade visual Com foco na expansão dos mercados externo e interno, a Coperaguas reformulou sua marca e toda a identidade da marca, resultado de processo colaborativo entre a agência 2op Propaganda, a cooperativa, seus diretores e colaboradores, que demandou meses em pesquisas, coleta de informações, reuniões e análises. Segurança, união, expansão, bem-estar e qualidade de vida foram os conceitos trabalhados na criação da marca, sem perder a essência e buscando ampliar as fronteiras de mercado. 12 MUNDOCOOP

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aperfeiçoamento PDGC em Minas Gerais Empenhado em orientar e estimular a participação das filiadas do Estado ao Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC), o Sistema Ocemg realizou quatro workshops para preenchimento do questionário de autoavaliação, reunindo 135 dirigentes e gestores. INOVAÇÃO Cooperativismo e inovação: foco de evento, em setembro Favorecer o acesso dos representantes do setor cooperativista a ideias inovadoras e tendências mundiais sobre liderança e estratégia, apresentadas por grandes especialistas nacionais e internacionais que também sinalizaram os melhores caminhos para a realização de bons negócios. Com este objetivo, será realizado o World Coop Management, um congresso focado em presidentes, dirigentes, superintendentes, gerentes e gestores de cooperativas e de entidades do setor que buscam manter-se atualizados sobres os conceitos e as estratégias que afetam seus negócios e suas cooperativas. Em novo formato, completamente focado em cooperativas, o evento, segundo seu organizador, Luiz Branco, “é um sucesso e já supera as expectativas. No começo de junho, já estávamos com 92% de participantes confirmados e poucas vagas disponíveis. Aplicamos na organização desse congresso nossa experiência de mais de 12 anos no cooperativismo, sempre promovendo e organizando eventos com foco no setor cooperativo com dedicação e profissionalismo e investindo cada vez mais no setor”, comenta Branco, citando como exemplo a Expocoop, realizada em 2014, em Curitiba (PR). O WCM acontecerá nos dias 28 e 29 de setembro, no Centro de Inovação Unimed, na capital mineira. Promovido pela WTM Feiras e Congressos, tem patrocínio do Sistema Ocemg, Unimed Belo Horizonte, Unimed Brasil, Mapfre, Sebrae e Revista Mundocoop. Conta, ainda, com apoio da Unimed Central Nacional e da Seguros Unimed. A estimativa é a de receber 300 congressistas vindos de todos os Estados do Brasil, o que proporcionará grande oportunidade de networking. Gestão e tendências de liderança e de estratégia para o mercado cooperativo é o tema que permeia todas as apresentações, que serão feitas por nomes de expressão no cenário internacional. Ao final das palestras, “sempre haverá um bloco com um painel de perguntas e participação de todos os palestrantes do dia”, avisa Branco, ressaltando que o congresso reunirá um seleto grupo de profissionais de primeiro escalão de grandes cooperativas e entidades cooperativistas do Brasil e do Exterior”. Mais informações no site do evento: www.wcm.coop. MUNDOCOOP 13

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ENERGIA Cooperativas constroem programa de pesquisa Representantes de oito cooperativas gaúchas filiadas à Federação das Cooperativas de Eletrificação e Desenvolvimento Rural (Fecoergs), no início de maio, estiveram na sede da Ceriluz discutindo o segundo projeto do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Energético (P&D) que elas desenvolvem em conjunto, seguindo a lei 9.991, de 24 de julho de 2000. Estão envolvidas nesse trabalho intercooperativo as cooperativas Ceriluz, Certaja, Cooperluz, Coprel, Cermissões, Creluz, Certel e Creral. As cooperativas contam com a consultoria da Sinapsis - Evolução em Energia e Força e Luz Engenharia, que objetiva definir aspectos que interfiram na formação das tarifas de cada cooperativa. O projeto anterior articulou ferramentas e metodologias para auxiliar na execução das obras de expansão, proporcionando uma adequação dos custos com reflexos positivos nas tarifas de energia. fornecer para o setor O Sistema OCB/PA realizou, em maio, seu 1º Workshop de Fornecedores do Cooperativismo em Belém (PA) como forma de orientar o segmento sobre que fornecedores podem prestar os serviços adequados ao negócio das cooperativas. AGRO Rede de negócios em MT O V Fórum de Dirigentes Cooperativistas do Agronegócio, realizado nos dias 15 e 16 de maio, em Cuiabá, pelo Sistema OCB/MT, em parceria com a Aprosoja e a Ampa, contou com a participação de 40 representantes das 30 maiores cooperativas do Ramo do Agronegócio de Mato Grosso, assim como uma comitiva do Uruguai formada por representantes do Governo e de entidades do cooperativismo, através da Federação das Cooperativas Agrícolas. 14 MUNDOCOOP

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www.renaultmaster.com.br SE SUA EMPRESA PRECISA DE RESISTÊNCIA, ELA PRECISA DO NOVO RENAULT MASTER. CAPACIDADE DE ATÉ 13 M3 AIR BAG E FREIOS ABS DE SÉRIE MENOR CUSTO DE MANUTENÇÃO PRIMEIRA REVISÃO COM 20 MIL KM NOVO MOTOR 130 CV Respeite a sinalização de trânsito. NOVO RENAULT MASTER. ENCARA TUDO. Também nas versões Chassi Cabine, Minibus e Vitré. A 1a revisão, com 20.000 quilômetros, pode ser antecipada em caso de utilização severa, conforme indicação do sistema OCS – Oil Control System. GAR ANTIA RENAULT – Para a linha Renault Master, garantia total de 1 ano, sendo 3 meses de garantia legal e 9 meses de garantia contratual, ou 100 mil quilômetros, o que ocorrer primeiro, condicionada aos termos e condições estabelecidos no Manual de Garantia e Manutenção do veículo, referente à gama 2014/2015. A Renault oferece 6 anos de garantia anticorrosão da carroceria para veículos da gama 2014/2015 e mantém a garantia de fábrica para veículos transformados em empresas homologadas pela Renault. Reduza a velocidade, preserve a vida. MUNDOCOOP 15

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