MundoCoop 66

 

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Governança Cooperativa

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A REVISTA DE GESTÃO, FINANÇAS, PESSOAS E MARKETING DO COOPERATIVISMO Ano 14 66 GOVERNANÇACOOPERATIVA FERRAMENTAS PARA O CRESCIMENTO NATURA E COOPERATIVISMO PROGRAMA OFICIAL UMA PARCERIA EM PROL DA SOCIOBIODIVERSIDADE BRASILEIRA EDUCAÇÃO ESTRATÉGICA: A HORA E A VEZ DAS UNIVERSIDADES CORPORATIVAS AÇÕES DE RELACIONAMENTO: PROXIMIDADE DA MARCA COM CLIENTE MUNDOCOOP 1

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A REVISTA DE GESTÃO, FINANÇAS, PESSOAS E MARKETING DO COOPERATIVISMO Diretoria Douglas Alves Ferreira Luis Cláudio G. F. Silva Redação EDITORA / Katia Penteado - MTb 11.682/SP redacao@mundocoop.com.br *colaboração de Clarice Bombana Arte DIRETOR DE CRIAÇÃO / Douglas Alves Ferreira ASSISTENTE DE ARTE / Felipe Ramos revista@mundocoop.com.br Publicidade DIRETOR COMERCIAL / Luis Cláudio G. F. Silva comercial@mundocoop.com.br COMERCIAL / Adriana Aguilar Soares publicidade@mundocoop.com.br Controle e Operações Wilma Zacharias Impressão TIRAGEM / 15 mil exemplares Fotos Arquivo MundoCoop e Shutter Stock nossa meta é você Em meio a metas não definidas, mas capazes de serem dobradas, a orçamentos que não fecham e estimam prejuízos irrisórios, na casa dos R$ 30 bilhões, a escândalos diversos, fruto da corrupção que permeia o cenário político, finalizamos esta edição, com o cuidado devido para levar até você informações atualizadas que sejam úteis à gestão de sua cooperativa. Preparada para ser o órgão oficial de divulgação do World Coop Management, que será realizado nos dias 25 e 26, na cidade de Belo Horizonte (MG), esta edição da revista MundoCoop fala sobre governança corporativa em cooperativas, mostrando o vínculo que há entre a metodologia e o mundo cooperativista. Mailson da Nóbrega, ministro da Fazenda entre janeiro de 1988 e março de 1990, enfoca a situação atual, de tumulto econômico, avalia a atual política econômica e as dificuldades do governo, faz previsões e opina sobre vários temas das áreas econômica e política que diuturnamente ocupam o noticiário nacional, afirmando, por exemplo, que “o segundo mandato de Dilma tende a ser caracterizado pela mediocridade no desempenho da economia”. A experiência de 15 anos da Natura com cooperativas que fornecem insumos da sociobiodiversidade brasileira é tratada em Momento Cooperar, inclusive com o relato de duas cooperativas comprometidas com o processo da indústria de cosméticos: Camta e CEPOTX. Programas de fidelização, o que são, benefícios e cuidados a serem tomados na implantação, com experiências de três cooperativas, é tema em Marketing. Reserva Legal e Fates/ Rates estão em Finanças; a cooperação como instrumento de alavancagem econômica em épocas de crise e o sucesso do G100 estão em Gestão; enquanto Pessoas desenvolve o tema Universidades Corporativas, características e objetivos, assim como a experiência da Universidade Unimed. Tudo isso e muitos outros textos foram preparados tendo em vista o cumprimento de nossa meta, que é levar até você, nosso leitor, informação de qualidade, em consonância com os princípios que regem o cooperativismo. Ótima leitura! Katia Penteado, Editora HLMAIS PUBLICIDADE A revista MundoCOOP é uma publicação da HL/Mais Editorial Ltda. Rua Atílio Piffer, 271 - Conj. 22 - Casa Verde 02516-000 - São Paulo/SP - Telefone (11) 4323-2881 HLMAIS PUBLICIDADE www.mundocoop.com.br PUBLICIDADE Os anúncios e artigos assinados são de responsabilidade dos autores. As opiniões emitidas pelos entrevistados não refletem, o pensamento da coordenação dessa publicação. HLMAIS 4 MUNDOCOOP

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Sumário 16 | Gestão Cooperação: instrumento de alavancagem econômica em épocas de crise E N T R E V I S TA Maílson da Nóbrega Palestrante e consultor econômico, nesta entrevista exclusiva, fala sobre a situação atual, avalia a política econômica, faz previsões e opina sobre vários temas das áreas econômica e política NATURA E COOPERATIVISMO 36 | Pessoas Educação estratégica: a hora e a vez das universidades corporativas 47 12 28 30 31 52 Idade do Ouro 40 | Marketing Ações de relacionamento: proximidade da marca com clientes 44 | Finanças Fundos de sociedade cooperativa: o que são e para que servem? GOVERNANÇACOOPERATIVA Contribuir para a longevidade e perenidade das cooperativas, gerando mais confiança junto a todos os públicos e, assim, alavancar de forma saudável o seu crescimento 6 MUNDOCOOP 18

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ENT REVISTA Maílson da Nóbrega 8 MUNDOCOOP

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E N T R E V I S TA Mediocridade: adjetivo ideal? MUNDOCOOP - O sr. foi ministro da Fazenda em uma época bastante tumultuada. Que comparação faz com a época atual? Maílson - São dois momentos muito distintos. Ainda que haja semelhanças nas dificuldades políticas e nos desafios para o ministro, a situação de hoje é bem melhor. Não há hiperinflação, crise cambial ou crise de crédito. O País tem reservas internacionais superiores à sua dívida externa e mantém relação de normalidade com a comunidade financeira internacional (estávamos em moratória na minha época). A democracia se consolidou e as instituições são mais sólidas. MUNDOCOOP - Se compararmos a gestão de Levy e a gestão de Guido Mantega à frente da Fazenda, houve avanços? Maílson - Os avanços são muitos. A desastrosa “Nova Matriz Macroeconômica” foi abandonada. O controle de preços de combustíveis e energia elétrica acabou. nvolvido em ações governamentais desde os 20 anos de idade, no Banco do Brasil, quando a instituição respondia pelo Tesouro Nacional e se constituía principal fornecedor de crédito para a agricultura e a indústria, Maílson da Nóbrega tem uma trajetória profissional marcada pela dedicação, que se expressa por atividades desempenhadas, que culminam com a posição de ministro da Fazenda entre janeiro de 1988 e março de 1990, sendo, na atualidade, palestrante e consultor econômico. Nesta entrevista exclusiva, fala sobre a situação atual, de tumulto econômico, avalia a política econômica, fala sobre as dificuldades do governo, faz previsões e opina sobre vários temas das áreas econômica e política que diuturnamente ocupam o noticiário nacional, afirmando, por exemplo, que “o segundo mandato de Dilma tende a ser caracterizado pela mediocridade no desempenho da economia”. MUNDOCOOP 9

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ENTREVISTA MAÍLSON DA NÓBREGA O Tesouro deixou de transferir montanhas de dinheiro para o BNDES. O Banco Central opera sob inequívoca autonomia. O tripé de gestão macroeconômica está sendo restaurado. Déficit de liderança e fraqueza política do Governo não levam o Brasil para o abismo, garante Maílson da Nóbrega MUNDOCOOP - O sr. tem um livro de 2005 intitulado “O futuro chegou”. Passados 10 anos, o título e as premissas da obra continuam válidas? Maílson - O título do livro continua válido. Sua inspiração é a construção de um conjunto de instituições: democracia, judiciário independente, imprensa livre, sociedade intolerante à inflação e mercados com capacidade de precificar riscos. Essas instituições permitem detectar e corrigir erros. A escolha de Joaquim Levy para a Fazenda e a reversão dos erros de política econômica são uma demonstração inequívoca dessa realidade. Dilma convidou uma pessoa que tem visão de mundo distinta da sua. Ela não virou uma neoliberal. Apenas reagiu aos “alarmes de incêndio” acionados pelo quadro institucional. O Brasil não caminha para o abismo nem salta para o desconhecido, como ocorre com a Venezuela. Recua antes do desastre. MUNDOCOOP - Segundo o senhor, o regime político atual é de presidencialismo de cooptação, em contraposição ao de coalização. Quais os riscos? Maílson - Isso ocorre por causa do déficit de liderança da presidente e de sua correspondente fraqueza política. O risco é a mediocridade na economia, em virtude da incapacidade do governo de formular e conseguir aprovar uma agenda de reformas para aumentar a produtividade e o potencial de crescimento da economia. MUNDOCOOP - Após se colocar ao lado a lado da presidente, o vice-presidente Michel Temer se afasta da interlocução política, mas se mantém junto a empresários. Nesse cenário, ainda há base de sustentação do governo ou a meta é só as próximas eleições ( 2016 e 2018)? Maílson - A saída de Temer aumenta as dificuldades de articulação política e, assim, de aprovar medidas necessárias ou rejeitar ações fiscais irresponsáveis do Congresso. Isso piora as condições de governabilidade, mantém a confiança em baixa e dificulta a recuperação da economia. Não tenho como avaliar as intenções de Temer, mas não creio que ele cogite de ser o candidato do partido nas próximas eleições. MUNDOCOOP - Fala-se em reformas políticas, tributárias, trabalhista e previdenciária. Qual a prioridade? E o que esperar para a atual gestão? Maílson - Todas essas reformas são muito complexas e dificilmente serão realizadas no atual governo. Elas exigem bom diagnóstico, adequada estratégia, liderança política e capacidade de mobilização em prol das mudanças, condições inteiramente ausentes no que resta de mandato da presidente Dilma. MUNDOCOOP - A Moody’s e a Standard & Poor’s rebaixaram o rating do Brasil. Como isso pode impactar nas reformas necessárias? Maílson - Acho que aumentou muito o risco de perda do grau de investimento nas três agências de classificação de risco. Um quadro fiscal muito mais difícil do que se imaginava e uma queda do PIB pior do que a estimada são fatores que poderão influenciar a decisão dessas agências. Não se deve descartar uma espécie de “voto de confiança” em Joaquim Levy, mas essa hipótese parece difícil de ser materializada. A Índia ficou dois anos com perspectiva negativa, livrou-se dessa situação e manteve o grau de investimento. Mas havia um novo governo com um claro compromisso de reformas estruturais e condições políticas para tocar a maioria delas. Não é o nosso caso. MUNDOCOOP - Em sua opinião, a decisão do Tribunal de Contas da União pela aprovação ou não das contas de 2014 será seguida pelo Congresso? Maílson - Creio que o TCU dará parecer pela rejeição das contas de Dilma, mas isso não determina a decisão do Congresso, que pode aceitar as justificativas do governo e desconsiderar a opinião do tribunal. Não é difícil encontrar justificativas para essa decisão, que é inteiramente política. Se for assim, o impeachment deve sair de cena e Dilma fica no governo até 2018, a menos que haja o surgimento de um fato grave que justifique a abertura do respectivo processo. MUNDOCOOP - Frente aos últimos acontecimentos da economia mundial - principalmente as medidas adotadas pela China e os resultados econômicos nos Estados Unidos, que, ficaram abaixo das expectativas - e as pressões pela renúncia ou cassação da presidente, o que pode-se esperar a curto prazo? Maílson - Não creio que o TSE venha a cassar o mandato de Dilma e Temer. Isso aconteceu com governos de Estados do Nordeste, mas é uma decisão muito pesada em se tratando da presidente da República. O quadro internacional afe- 10 MUNDOCOOP

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E N T R E V I S TA ta negativamente o Brasil no campo dos preços das commodities, mas positivamente na recuperação inequívoca dos Estados Unidos e modesta na União Europeia. O aumento da taxa de juros nos EUA, que pode ser adiado para o início do próximo ano, terá efeitos nos fluxos de recursos para o Brasil e outros mercados emergentes, mas grande parte desse efeito já foi precificada pelos mercados. O Brasil dispõe de um colchão confortável de reservas internacionais, que lhe permitirão enfrentar sem grandes problemas o aumento da taxa de juros pelo banco central americano. Nosso problema é essencialmente interno. Vamos migrar da recessão para a estagnação. O segundo mandato de Dilma tende a ser caracterizado pela mediocridade no desempenho da economia. MUNDOCOOP - O Ministro da Fazenda Joaquim Levy vem travando disputas diversas no governo, mas perde praticamente todas, levando a especulações diárias sobre sua queda. Valeria aqui o ditado ruim com ele, pior sem ele? Maílson - O ministro da Fazenda opera sob um quadro politicamente muito difícil, que inclui pressões contra seu trabalho, vinda do PT e do próprio governo. Foi vítima, além disso, de um irresponsável pedido público de sua demissão pelo presidente da Fiesp. Dificilmente seria diferente nas condições atuais do Brasil. Ele provavelmente sabe que tem de ceder, desde que consiga preservar o essencial do ajuste em curso. O problema é que ele pode errar nessa avaliação. Infelizmente, os mercados e os analistas menos afeitos ao funcionamento do governo e ao quadro político tendem a interpretar esses movimentos como derrotas ou enfraquecimento do ministro. Não creio em sua saída do governo, a menos que ele chegue ao seu limite, isto é, ter de aceitar medidas que o desmoralizem efetivamente ou ponham sob grave risco os pontos básicos da política econômica que julga minimamente responsável. Ele somente sairia por um acidente de percurso ou na ultrapassagem desse limite. No dia em que esta edição estava indo para a gráfica, a agência Standard & Poor’s rebaixou a nota de crédito do Brasil de BBB- para BB+. Maílson por Nóbrega ou Nóbrega por Maílson Antes de assumir o Ministério da Fazenda, trabalhou nos ministérios que criavam as regras e geriam a intervenção do Estado na economia brasileira. Era o ano de 1977, e Maílson da Nóbrega estava com 35 anos de idade. Entre 1983 e 1984, como secretário geral do Ministério da Fazenda, coordenou a criação e o desenvolvimento do sistema brasileiro de contas públicas, liderou os estudos que resultaram em profundas transformações institucionais, incluindo a criação da Secretaria do Tesouro Nacional, a extinção do Orçamento Monetário e a reestruturação das funções do Banco Central, definindo as diretrizes iniciais para a instituição assumir a posição de credibilidade e prestígio de que hoje goza, no País e no Exterior. Entre suas realizações destacam-se o restabelecimento das relações com a comunidade financeira internacional, depois da moratória da divida externa de 1987. Também consolidou as reformas que modernizaram institucionalmente as finanças públicas, que haviam começado em 1986, com base nos estudos que liderou. MUNDOCOOP 11

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formação Certificação de gestores A Copagril é a primeira cooperativa paranaense a receber o projeto-piloto do Programa de Certificação de Gestores Cooperativistas, desenvolvido via parceria do Sescoop/PR e do Instituto Superior de Administração e Economia (Isae). O curso segue o modelo do Programa de Certificação de Conselheiros, no qual a Copagril foi a pioneira do ramo do agronegócio, no Paraná, no final de 2013. Governança cooperativa Com o objetivo de desenvolver competências técnicas para aprimorar a gestão das cooperativas, o Sescoop/SP e o Sistema Uniodonto promovem o Formacoop 2015, que apresenta as melhores práticas de governança cooperativa. No total, serão 112 horas de capacitação, com aulas sempre às sextas-feiras e sábados em três localidades: São Paulo, São Carlos e Lins. Ao final do programa, está previsto um intercâmbio para visita a cooperativas de sucesso no Estado do Rio Grande do Sul. RUMO AO CINQUENTENÁRIO Mais do que comemorar seus 49 anos de atividades, em 20 de agosto, a Ceriluz abriu as portas para o seu cinquentenário. Ao longo de 12 meses, a Cooperativa desenvolverá o projeto Ceriluz Rumo aos 50 Anos – Energia para a Vida. Entre as ações programadas estão inaugurações de obras importantes, homenagem a pessoas que participaram de forma ativa desse período e eventos com a participação direta dos associados. LABORATÓRIO UNIMED RECEBE CERTIFICAÇÃO DE QUALIDADE As unidades laboratoriais do Hospital da Unimed-BH – Contorno, Grajaú, Betim e Contagem – foram certificadas pelo Programa de Acreditação de Laboratórios Clínicos (PALC), uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) que valida o processo de qualidade dos laboratórios auditados e a atuação da equipe pautada por boas práticas, somadas à qualidade da infraestrutura e dos recursos tecnológicos. 12 MUNDOCOOP

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MODERNIZAÇão Cersul adquire caminhão guindaste Para dar maior segurança aos colaboradores e agilidade aos serviços realizados nos municípios de abrangência da Cersul (cooperativa catarinense de distribuição de energia), foi adquirido um caminhão Ford cargo modelo 1729 equipado com guindaste de longo alcance e alta capacidade de carregamento. O novo veículo, resultado dos permanentes investimentos na renovação e na modernização da frota, será utilizado pelo setor operacional para construção, manutenção e ampliação da rede de distribuição de energia elétrica. posse Seguros Unimed está com novo presidente O Conselho de Administração da Seguros Unimed, em 19 de agosto, elegeu o médico Helton Freitas para o cargo de diretor-presidente da Seguros Unimed, com mandato estabelecido até abril de 2017. Tal decisão foi necessária devido ao falecimento do então presidente, Rafael Moliterno Neto, no dia 15 de agosto. A Diretoria Executiva não sofreu alteração. O nome do novo gestor seguiu para homologação da Susep - Superintendência de Seguros Privados. Colorado Esporte Clube inaugura novas instalações Após sete meses de construção, o Colorado Esporte Clube, localizado em Americana (SP) inaugura suas instalações, beneficiando mais de 300 crianças mantidas nas escolinhas da agremiação. A Unicred Bandeirante é um parceiro na obra e, desde 2012, contribui com o clube, oferecendo melhores condições para que as crianças continuem participando dos campeonatos. Como resultado das obras, o Colorado ganhou ambulatório, sala de troféus e cantina, entre outros espaços. reforma expansão Cooperativas de SC crescerão 12% O cooperativismo catarinense deve crescer 12% neste ano, de acordo com projeções da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc). O número total de empregados deve ampliar em mais 6%, enquanto que as contribuições sobre a folha de pagamento de salários aumentarão em 10% sobre os valores do ano anterior. Em 2014, o cooperativismo catarinense cresceu 16% e obteve receitas de R$ 23 bilhões. MUNDOCOOP 13

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Ser o maior parceiro do agronegócio é olhar de perto o desenvolvimento do País. Central de Atendimento BB SAC 4004 0001 ou 0800 729 0001 0800 729 0722 | ciente Auditivo ou de Fala Ouvidoria BB ou acesse | Defi | 0800 729 5678 | bb.com.br/agronegocio 0800 729 0088 @bancodobrasil /bancodobrasil 14 MUNDOCOOP

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Com o Plano Safra, o Governo Federal está investindo R$ 216,6 bilhões na agricultura familiar e empresarial. O Banco do Brasil é o maior financiador desses recursos. Porque apoiar o agronegócio gera desenvolvimento para todos. MUNDOCOOP 15

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