Newsletter Telemedicina Junho 2015

 

Embed or link this publication

Description

Newsletter Telemedicina Junho 2015

Popular Pages


p. 1

Telemedicina Junho 2015 SPMS - SERVIÇOS PARTILHADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, EPE

[close]

p. 2

Editorial Portugal conta há vários anos com a utilização da ferramenta de Telemedicina (teleconsultas e telemonitorização). A Telemedicina tem inúmeras vantagens, nomeadamente a “redução” das distâncias entre os serviços de saúde e os utentes, evitar deslocações desnecessárias aos serviços de saúde, maior rapidez de resposta em algumas especialidades e maior apoio àqueles que trabalham e vivem em áreas mais distantes. Esta ferramenta permite a observação, diagnóstico, tratamento e monitorização do utente da sua área de residência, trabalho ou inclusive na própria habitação. O Grupo de Trabalho de Telemedicina (GTT) integra a Comissão de Acompanhamento da Informação Clinica (CAIC) e conta já com 2 anos de atividade. 3 anos intensos de muito trabalho e dedicação, cujo esforço e empenho são direcionados para descentralizar e democratizar os cuidados de saúde. Com a publicação dos despachos n.º 3571/2013 e 8445/2014 do gabinete de Sua Exa. Sr. Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde foi reforçada a importância da Telemedicina para a tutela e consequentemente para todo o SNS. A Telemedicina está assente em 4 pilares: Legislação/Institucionalização, Telemonitorização no Domicilio, Rastreio/Triagem de várias especialidades e Teleconsultas, o nosso objetivo é conseguir colocar ao dispor do utente a telemedicina, que além de poupar tempo, ajuda o profissional a desempenhar melhor as suas funções evitando assim a repetição de exames e consequentemente desperdício dos recursos do SNS, bem como continuar a melhorar a qualidade e o acesso efetivo dos cidadãos aos cuidados de saúde, quer ao nível da organização, quer ao nível 02 SPMS - SERVIÇOS PARTILHADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, EPE da prestação. Das inúmeras experiências de âmbito regional, ficou provado que em Portugal a utilidade desta forma de tecnologias de Saúde em linha (e -Saúde), como uma ferramenta inovadora que permite a política de proximidade entre profissionais de saúde que prestam cuidados de saúde e utentes que os recebem. Tenho a convicção que a Telemedicina é uma das soluções mais sustentáveis, a curto e médio prazo, para garantir com menor financiamento, uma melhor vigilância dos utentes do SNS, ajudando a melhorar os indicadores de saúde, em Portugal e a contribuir para uma melhor eficiência e eficácia do Serviço Nacional de Saúde. Este novo paradigma surge como uma oportunidade de promoção da mudança cultural, quer a nível dos profissionais de saúde, quer dos utentes. Este é um processo dinâmico que carece do envolvimento de todos os profissionais do SNS de forma a garantir uma maior e melhor prestação de cuidados de saúde rentabilizando meios, agilizando cuidados, evitando assim redundâncias e desperdícios. Henrique Martins Presidente do Conselho de Administração da Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE

[close]

p. 3

Constituição do GTT Henrique Martins Luís Gonçalves Carlos Ribeiro Fernando Gomes da Costa Miguel Castelo Branco Paulo Pinto Luís Mota Capitão Fernando Miranda António Pina Rui Gomes Adelaide Belo Ricardo Mestre Ana Raquel Santos Manuela Rosado (ARS-Alentejo) Presidente do Conselho de Administração da Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE; Coordenador do Grupo de Trabalho de Telemedicina e representante da ARS-Alentejo; Representante da ARS-Norte; Representante da ARS-Centro; Representante da ARS-Centro; Representante da ARS-LVT; Representante da ARS-LVT; Representante da ARS Alentejo; Representante da ARS-Algarve; Diretor de Sistemas Informação da Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE; Representante da Administração Central do Sistema de Saúde; Representante da Administração Central do Sistema de Saúde; Representante da SaúdAçor; Secretariado do Grupo de Trabalho de Telemedicina SPMS - SERVIÇOS PARTILHADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, EPE

[close]

p. 4

3 anos em revista Após a constituição do Grupo de Trabalho de Telemedicina (GTT), os seus elementos foram convidados a participar em diversas reuniões científicas, quer em território nacional, quer no estrangeiro. CRONOLOGIA 2012 - Organização do Plano Estratégico da Telemedicina; - Visitas a diversas Instituições hospitalares e Unidades Locais de Saúde (ULS) com o objetivo de identificar ações de telemedicina e promover a massificação da mesma. 2013 - Elaboração do Plano Piloto de Telemonitorização da DPOC em 5 hospitais; - Elaboração do Roteiro de Rastreio/Triagem Teledermatológica; - Adaptação da Consulta a tempo e horas (CTH) aos Requesitos do Rastreio/Triagem Teledermatológica; - Preparação do Roteiro do Rastreio/Triagem Telecirurgia Vascular: - Implementação dos 5 Pilotos de Telemonitorização da DPOC; - Início da actividade do Rastreio/Triagem Teledermatológico em vários locais do território nacional. 04 SPMS - SERVIÇOS PARTILHADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, EPE

[close]

p. 5

2014 - Preparação do Roteiro das Teleconsultas; - Validação funcional de vertentes da PDS Live; - Início do Roteiro da Telepatologia; - Preparação do AQ de Telemedicina; - I Encontro Nacional de Telemedicina. 2015 - Avaliação do Piloto de Telemonitorização na DPOC que garantiu a continuidade do projeto. Os resultados esperados superaram as expetativas do nº de internamentos e dos Serviços de Urgência em 50%. - Constituição da Sociedade Ibérica de Telemedicina (SIT Hiberiae Societas Telemedicinae et Telesanitas - II Jornadas de Telesaúde e Telemedicina Brasileira OS NÚMEROS DO GTT 95% de resolução de casos de dermatologia enviadas pelo sistema de Telerastreio em 24h de tempo de resposta. DPOC. 50% de redução em episódios de urgência e de internamentos com doentes com SPMS - SERVIÇOS PARTILHADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, EPE 05

[close]

p. 6

Telemonitorização DPOC No âmbito das iniciativas do Grupo de Trabalho da Telemedicina (GTT), que integra a Comissão de Acompanhamento para a Informatização Clínica (CAIC), relativamente ao projeto-piloto sobre o Programa de Telemonitorização da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) no domicílio do doente (1ª fase), foram desenvolvidos inquéritos a utentes, profissionais de saúde e empresas prestadoras de serviços envolvidas. O objetivo principal destes inquéritos é avaliar, numa fase intermédia do projeto-piloto, o grau de satisfação dos utentes beneficiários e profissionais envolvidos, bem recolher informação sistematizada sobre as características dos utentes participantes, estando prevista a sua repetição no final do projeto (dezembro de 2015). Resultados dos inquéritos Qualidade do serviço prestado Qualidade Empresa Equipa Informação Equipamentos Má 0 Muito boa/ Excelente 67.9 80.4 62.5 60.7 83.9 Satisfeito/Boa 32.1 19.6 37.5 37.5 16.1 0 0 1.8 0 100 Nº de respostas 90 80 70 60 50 40 30 20 % Qualidade do serviço prestado Má Muito boa/excelente Satisfeito/boa 00 34 22 60.7 39.3 Ideia da Telemonitorização no Domicílio Má Muito boa/excelente 00 30 26 53.6 46.4 10 0 Satisfeito/boa Empresa Má Equipa Muito boa/excelente Informação Equipamento Satisfeito/boa 06 SPMS - SERVIÇOS PARTILHADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, EPE

[close]

p. 7

Qualidade da Telemonitorização no domicílio % Má Satisfatória/Boa Muito Boa/Excelente Total Geral 0 21 29 50 Telemonotorização - Resultados Piloto A Plataforma de Dados da Saúde LIVE (PDS-LIVE) é um aplicativo, que funciona diretamente a partir da Plataforma de Dados da Saúde (PDS), e permite a ligação por telemedicina entre qualquer plataforma com as devidas credenciações, podendo por isso efetuar-se tele-consultas entre qualquer computador integrado na Rede Informática da Saúde (RIS), e futuramente também na rede da Internet normal, através da PDS - Portal do Utente, a partir de qualquer computador, tablet ou smartphone. Este aplicativo permite uma videoconferência entre dois ou mais intervenientes de forma interativa, com possibilidade, em tempo real, de preenchimento cooperativo de documentos, anotações sobre imagens, transmissão de ficheiros, sons, vídeos, relatórios, e imagens de qualquer “device” (ecg, ecógrafo, espirómetro, estetoscópio eletrónico, etc.) que se possa ligar por Bluetooth, wi-fi ou USB. Desta forma, poder-se-ão fazer ligações ponto a ponto sempre que necessário, não só entre profissionais como, inclusive, numa fase subsequente, entre profissionais de saúde e utentes no seu domicílio (via Portal do Utente). Uma vez que a aplicação informática será instalada remotamente pela SPMS nos postos de trabalho, a utilização da PDS Live não carece de equipamento especial, como acontecia até aqui, e os custos adicionais serão apenas a colocação de uma câmara de vídeo com capacidade de auto-focagem, segundo as características definidas pela SPMS, mas cujo preço fica bastante abaixo dos 100€. Fica assim ao dispor dos profissionais de saúde uma ferramenta extremamente versátil, acessível em permanência e de simples utilização. Como é lógico e desejável, e não descartando o apoio da Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE e do GTT, competirá às diversas instituições de saúde, em função das realidades locais, avaliar, desenvolver e definir as diversas utilizações e novas formas de articulação que este tipo de comunicação permitirá, desde consultas em tempo real programadas ou “ad-hoc”, em tempo diferido, para os serviços de urgência, hospital/hospital, hospital/centro de saúde, tele-formação, discussão clínica, etc. SPMS - SERVIÇOS PARTILHADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, EPE 07

[close]

p. 8

Rastreio Teledermatológico Janeiro a maio 2015 08 SPMS - SERVIÇOS PARTILHADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, EPE

[close]

p. 9

SPMS - SERVIÇOS PARTILHADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, EPE 09

[close]

p. 10

Entrevista Dr. Artur Mimoso SPMS - SERVIÇOS PARTILHADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, EPE

[close]

p. 11

Dr. Artur Mimoso 1– Como surgiu a ideia de implementar o AQ de Telemedicina? O Acordo Quadro é o contrato celebrado entre uma de Saúde um instrumento flexível, rápido e com os requisitos técnicos previamente avaliados pelo Grupo de Telemedicina através do qual sem carater obrigatório as Instituições do Sistema Nacional de Saúde e Entidade do Ministério da Saúde utilizem caso entendam que o mesmo se constitui num elemento diferenciador e o mesmo acrescentam valor no desenvolvimento das tarefas atribuídas a esse organismo. Entrevista Teleconsultas de forma rápida e segura respetivos termos. ou várias entidades adjudicantes e uma ou mais entidades, com vista a disciplinar relações contratuais futuras a estabelecer ao longo de um determinado período de tempo, mediante a fixação antecipada dos Os Acordos quadro são instrumentos especiais de contratação que tem como objetivo primordial facilitarem a contratação de bens e serviços na Grupo de Trabalho de Telemedicina Administração Pública, designadamente, na fixação dos termos técnicos do contrato a celebrar reduzindo de sobremaneira a carga burocrática e administrativa associada a realização de despesa na Administração Pública. Os Acordos Quadro permitem a celebração de contrato independente do seu valor, a estipulação de um prazo de apresentação de propostas compatível com a complexidade técnica do bem ou serviço a adquirir, não obstante sempre inferior ao prazo de apresentação de propostas do concurso público com publicidade no Jornal Oficial do União Europeia – 40 dias seguidos. Os Acordos Quadro geralmente são formados através da realização de um concurso público com publicidade no Jornal Oficial da União Europeia ou através de um concurso limitado por prévia qualificação e tem uma duração até 4 anos. Face a este pequeno enquadramento a ideia de celebrar um Acordo Quadro em telemedicina foi essencialmente disponibilizar ao Sistema Nacional 2 – Em que medida é que o AQ de Telemedicina é um facilitador da massificação da telemedicina? Bom, não se espera que o Acordo Quadro seja um instrumento de massificação da telemedicina. A telemedicina já vem sendo realizada com sucesso em várias Instituições do Sistema Nacional, o que se pretende é que este mecanismo torne o procedimento de aquisição de serviços mais rápido, transparente, promotor da concorrência e que com esse fato a os cuidados de saúde cheguem a mais população, através de um meio que ganha cada vez mais terreno em todo o mundo. A medição do sucesso deste Acordo Quadro será efetuada pelo grau de utilização que as Instituições do Sistema Nacional de Saúde e Entidade do Ministério da Saúde façam do mesmo. E sim, estou convicto que ajudará as Instituições de Saúde nesse desiderato. Portugal será o primeiro país europeu a ter um Acordo Quadro com este objeto contratual. SPMS - SERVIÇOS PARTILHADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, EPE 11

[close]

p. 12

Entrevista Dr. Artur Mimoso 3 – O Acordo Quadro de Telemedicina garante mais e melhores cuidados de saúde? O Acordo Quadro não garante mais e melhores cuidados de saúde, o que garante é que através deste instrumento os cuidados poderão chegar a locais mais distantes, a regiões do interior, mais rápido, mais barato e com novas tecnologias. O mesmo garante ainda que os prestadores terão regras/requisitos de qualificação muito exigentes para que estes prestem esses cuidados de saúde através da telemedicina. Vamos “quase” cumprir na medida que esperamos lançar o procedimento de formação deste Acordo Quadro na primeira semana de julho. 6 – Expetativas do AQ de telemedicina Muitas e boas! Sei que é algo novo que num primeiro momento não será entendido, talvez não utilizado e olhado com desconfiança pois pode ser comparado com o Acordo Quadro da Prestação de Serviços Médicos. Estes instrumentos não tem a pretensão de substituir o modelo que o Sistema Nacional de Saúde há muitos anos definiu, mas sim constituírem-se como meios alternativos e complementares para que através destes a prestação de cuidados de saúde chegue a mais portugueses, com a qualidade, rapidez e abrangência pretendida por todos. Este meio, não é o meio, é mais um meio facilitador de aquisição de serviços na Administração Pública, no caso em apreço, no setor da saúde. Sou otimista e acredito que vai ser o impulsionador para que se banalize a telemedicina que o seu acontecimento deixe de ser motivo de festejo – quando isso acontecer já valeu a pena arriscar – É mais arriscado não arriscar! 4 – A consulta pública que decorreu o passado mês de Março trouxe melhorias ao processo? A consulta Pública é em meu entender a forma mais democrática, humilde de através de uma auscultação pública consigamos envolver toda a sociedade apresentado à mesma um modelo concetual do projeto de Acordo Quadro a celebrar de forma a receber contributos de todos os Stakeholders. Esses contributos que no caso deste Acordo Quadro ultrapassou a centena permitem melhorar, corrigir, alterar, termos, condições, requisitos, fatores de forma a melhorar a performance do Acordo Quadro. 5 – Quando prevê a publicação do AQ? A Publicação deste Acordo Quadro estava prevista para o primeiro semestre de 2015. Artur Trindade Mimoso Vogal do CA da SPMS 12 SPMS - SERVIÇOS PARTILHADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, EPE

[close]

p. 13

AQ Telemedicina – Lotes Apresentação do novo aplicativo informático – PDS LIVE decorreu durante o I Encontro de Telemedicina do SNS. Este projeto, que começou a ser desenvolvido há cerca de 1 ano pela SPMS, tendo já sido testado nos Hospitais de Viseu, Covilhã e Centro de Saúde Viseu. Futuras Demonstrações: • ARS-Norte - ULSAM e Centros de Saúde da Unidade • ARS-Centro - CHUC e Centro de Saúde de Cantanhede • ARS-LVT - IPO-Lisboa com Centros de Saúde do Médio Tejo - Hospital de Setúbal com Centros de Saúde da Arrábida • ARS-Alentejo - Hospital do Litoral Alentejano, com Centros de Saúde da Unidade - Hospital de Évora com Centro de Saúde de Moura • ARS-Algarve - Hospital de Faro e Vila Real de Sto. António. A PDS Live é uma nova ferramenta, integrada na Plataforma de Dados da Saúde (PDS), que permite a realização de teleconsultas de forma rápida e segura, não só entre profissionais do SNS, como entre médico e utente e, no futuro, com profissionais privados. Vantagens da PDS live: • Mobilidade total • Em todos os postos de trabalho • Todos os profissionais • Todos os utentes • Multiplataforma / Multidispositivo • Multiutilizador • Independência de fornecedores • Sem custos externos de manutenção A apresentação do protótipo da PDS Live decorreu em Setembro de 2013 e o primeiro piloto do projeto foi concluído com êxito, com o envolvimento da ULS Matosinhos e do Centro de Saúde de Cantanhede. A PDS LIVE será integrada na rede de teleconsulta, com implementação faseada em todo o país. 14 SPMS - SERVIÇOS PARTILHADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, EPE

[close]

p. 14

Teleconsultas de forma rápida e segura Grupo de Trabalho de Telemedicina SPMS - SERVIÇOS PARTILHADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, EPE

[close]

p. 15

PIT - Promotor Interno da Telemedicina No âmbito do Despacho nº 8445/2014, de 30 de junho, que prevê que “Os estabelecimentos hospitalares do SNS e dos Agrupamentos de Centros de Saúde devem nomear um Promotor Interno da Telemedicina (PIT) em articulação com a SPMS e ACSS, solicitouse aos Conselhos de Administração dos Hospitais/Centros Hospitalares e ULS e aos Conselhos Diretivos das ARS que nomeassem os PIT. Distribuição dos PIT nas ARS 6 3 4 2 1 5 14 8 2 12 11 9 7 10 13 15 18 17 16 12 1 2 12 7 3 4 5 6 14 15 13 10 7 5 6 16 1 2 10 9 11 3 8 44 Instituições de saúde nomearam pelo menos um PIT 4 3 4 5 2 5 1 5 16 SPMS - SERVIÇOS PARTILHADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, EPE

[close]

Comments

no comments yet