Jornal São José Operário - Outubro

 

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Jornal São José Operário - Outubro

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ANO XII - EDIÇÃO Nº 147 - 10.000 EXEMPLARES - DISTRIBUIÇÃO GRATUITA - OUTUBRO S ão J osé Operário CAPÃO REDONDO - DIOCESE DE CAMPO LIMPO Jornal PARÓQUIA SANTUÁRIO SÃO JOSÉ OPERÁRIO - 2015

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Página-2 EDITORIAL O dia das crianças foi “inventado” por um político, o Deputado Federal Galdino do Valle Filho. Ele teve a ideia de criar um dia em homenagem às crianças na década de 1920. Foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes por meio do decreto nº 4867, de 05 de novembro de 1924. Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a “Semana do Bebê Robusto” e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das crianças é comemorado com muitos presentes. Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No dia seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto. A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos. A adolescência é a terceira maior oportunidade de fazer bons investimentos. Esse é um período de desenvolvimento para jovens em todos os aspectos - físico, emocionais, psicológicos, sociais e espirituais. Essa é de fato, a fase de mais rápido desenvolvimento humano, fora do período pré e neonatal. Porém, é tambem um período perigoso. São os adolescentes os mais vulneráveis a algumas das maiores ameaças aos direitos: exploração sexual, uso e abuso de drogas, exploração do trabalho, violência. Além disso, sofrem com as incertezas do mercado de trabalho e sentem falta da oferta de serviços acessíveis de cultura, esporte e lazer. A sociedade e os meios de comunicação os levam a desenvolver valores de consumo enquanto, muitas vezes, sequer têm acesso aos bens de primeira necessidade. A família é um espaço privilegiado de atuação, pois ela é que pode oferecer uma estrutura estável à criança e ao adolescente, apoiá-lo na busca da definição da sua personalidade. É importante envolver o adolescente para que ele participe da vida escolar, familiar e comunitária. Essa pode ser uma grande oportunidade para valorizá-lo por sua energia e iniciativa e mantê-lo longe da violência e das outras ameaças de seus direitos. Seja você pai o primeiro a passar carinho e respeito para seus filhos, não apenas cobre da sociedade aquilo que também depende de você, lembre-se que é dando que se recebe, jamais alguém vai sentir carinho e respeito por aquele que não ama. Que Deus abençoe todas as crianças e adolescentes do nosso Brasil e do mundo! Com Jesus somos mais que vencedores Jornal São José Operário Outubro - 2015 A ENCÍCLICA DO PAPA FRANCISCO SOBRE A ECOLOGIA (Parte 2) capítulo IV, uma ecologia integral que inclua claramente as dimensões humanas e sociais, apresentando a ecologia ambiental, econômica e social, a ecologia cultural, a ecologia da vida cotidiana, retomando um dos pilares da Doutrina Social Cristã: o princípio do bem comum em relação tanto a geração atual quanto às futuras. O Papa Francisco apresenta algumas linhas de orientação no capítulo V, “delineando grandes percursos de diálogo para nos ajudar a sair do espiral de autodestruição, onde estamos afundando” (n 163). Propõe o diálogo sobre o meio ambiente na política internacional; o diálogo para novas políticas nacionais e locais; o diálogo e transparência nos processos decisórios; a política e economia em diálogo para a plenitude humana; e, mais uma vez aponta um dos grandes legados e esforços de seu pontificado: o ecumenismo e o diálogo interreligioso, as religiões no diálogo com as ciências “A gravidade da crise ecológica obriga-nos, a todos, a pensar no bem comum e a prosseguir pelo caminho do diálogo que requer paciência, ascese e generosidade, lembrando-nos sempre que “a realidade é superior à idéia” (n 201). O capítulo VI, dedica-se a apontar tambem soluções concretas para uma mudança da humanidade, enfatizando uma consciência basilar da origem comum, de uma recíproca pertença e de um futuro partilhado N EXPEDIENTE Monsenhor João Batista Diretor de atendimento aos Benfeitores: Jurandi Nunes Jornalista Responsável: Mário de Freitas - MTB 36.907 Diretor Geral: Publicação mensal da Paróquia: Santuário São José Operário Rua Alfredo Ometecídio, 32 Cep.: 05866-120 - Capão Redondo- SP Revisões e Correções Pe. Carlos Lozada Edson Felipe Magda dos Santos Silva José Andrade Alves www.santuariosaojoseoperario.org.br santuario@santuariosaojoseoperario.org.br O teor das matérias é de responsabilidade de seus autores. Todas as pessoas são voluntárias Tel. 5873-2009 / 5873-4279 Diagramação o mês passado, apresentamos a primeira parte desta encíclica, agora continue esta leitura na segunda parte. E alerta: “A verdade é que o homem moderno não foi educado para o reto uso do poder”, por que o imenso crescimento tecnológico não foi acompanhado por um desenvolvimento do ser humano quanto à responsabilidade, aos valores, à consciência. (...) “É possível que hoje a humanidade não se dê conta da seriedade dos desafios que se lhe apresentam, e “cresce continuamente a possibilidade de o homem fazer mau uso do seu poder” quando “não existem normas de liberdades, mas apenas pretensas necessidades de utilidade e segurança” (n 105). Retoma também neste capítulo, a cultura do relativismo, definindo-a como uma “patologia que impele uma pessoa a aproveitar-se de outra e tratá-la como mero objeto” (n 123). Finaliza o capítulo com a afirmativa: “(...) a técnica separada da ética dificilmente será capaz de auto limitar o seu poder” (n 136). O Pontífice propõe, no www.santuariosaojoseoperario.org.br por todos (n 202). Segere apontar para outro estilo de vida; educar para a aliança entre a humanidade e o meio ambiente; a conversão ecológica a alegria e a paz, fundadas nas grandes riquezas da espiritualidade cristã; o amor civil e político; os sinais sacramentais e o descanso celebrativo e conclui apontando: - uma bela reflexão sobre o mistério da Trindade, fazendo a analogia de sua comunhão à necessária relação entre as criaturas; - Maria, a Rainha de toda a criação, e, ao lado d’Ela, na Sagrada Família de Nazaré, - a figura de São José, homem justo, trabalhador, forte e ao mesmo tempo terno. Ao final da encíclica os leitores têm a chance de se unirem à reflexão do Papa Francisco, através das duas intenções propostas por ele: uma que poderá ser partilhada por todos que crêm num Deus Criador Onipotente e outra pedindo para nós, cristãos, a graça de assumirmos os nossos compromissos com a criação que o Evangelho nos propõe (cf. n 246) Dom Luiz Antônio Guedes Bispo Diocesano de Campo Limpo EXTRAÍDO DO JORNAL DIOCESE EM AÇÃO Nº 18

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Outubro - 2015 O Mês de outubro nos convida para intensificar as missões e meditar o Santo Rosário. É necessário implantar a cultura da paz em nossa vida. Vivemos num mundo com tantas situações de guerra, ódio, rivalidades, roubos, terrorismo e fanatismo religioso. A pergunta que ressoa em nossos corações é sempre a mesma: “Haverá solução para que a paz seja concretizada em nossa sociedade?”. Como cristãos cheios de fé, esperança e misericórdia, podemos dizer que “Sim! Porém é importante saber que neste sim só há um caminho. Este caminho só existe num lugar e este ambiente somente é encontrado no interior da vida de cada um de nós, em nosso coração. A paz é uma semente que deseja germinar no jardim de nossa vida. Mas para que ela germine, cresça, floresça e dê frutos cem por um, é necessário acreditarmos que nós somos os primeiros a fazer da paz uma realidade concreta no mundo. É preciso que construamos uma cultura de paz. Somente assim, restabelecemos novamente os nossos sonhos. Não tenhas medo de sonhar!!! SENHOR FAZEI-ME INSTRUMENTO DE VOSSA PAZ escolas, nos ambientes de trabalho, em nossa igreja. Temos que exercitar em nós uma cultura de paz; mesmo quando muitos estão aflitos, impacientes, com o espírito perturbados, nós, como discípulos do SENHOR DOS SENHORES, O PRÍNCIPE DA PAZ, temos que caminhar na paz. Não podemos alimentar o espírito perturbador, pois este espírito é de Satanás. A Igreja convida a todos homens e mulheres de bem para redescobrir o sentido da paz. As pessoas precisam encontrar em nossas Igrejas um espaço de oração que lhes proporcione a serenidade em meio a tantas agitações e violências presentes na vida. Celebremos a paz como dom do Ressuscitado e busquemos, por meio da oração e da Palavra de Deus, um caminho que conduza cada pessoa a uma experiência profunda de uma paz real e concreta. É necessário construir um espaço de paz com nossas famílias, dentro de nossas casas. Muitas pessoas transformam suas casas num verdadeiro campo de guerra. Há muitos conflitos, desentendimentos que se arrastam por muitos anos. Este espírito de morte gera situações, dores, feridas profundas que precisam ser curadas. Não fomos criados para ferir o outro e nem para sermos feridos pelos outros. Não podemos alimentar a inveja, o ódio, a tristeza e os ressentimentos; pois não haverá mudança em nossa volta, no mundo ,se antes cada um nãotomar consciência para mudar o seu interior, o seu coração. Com Jesus somos mais que vencedores Jornal São José Operário Página-3 Foi com o olhar voltado para as difíceis situações no Brasil e no mundo, que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) decidiu aprovar e anunciar que do Primeiro Domingo do Advento de 2014 e todo o ano de 2015 seria dedicado o ano da Paz. Isto não significa que em 2016, devemos começar a guerra, mas sim, com a catequese da paz que recebemos, prosseguirmos semeando-a com alegria e intensidade por onde passamos. Nossas comunidades cristãs devem ser, por excelência, o primeiro local de irradiação da paz. A paz tem que ecoar em nossas famílias, nas Precisamos promover a voz da paz. Sem esta iniciativa, nós e nossas famílias seremos reféns do ódio. Este sentimento tem suas raízes nas ações de Satanás. Por isso não podemos permitir que voz de Satanás seja mais forte no seio de nossas famílias. As trevas não são mais fortes que a luz, isto justifica-se, porque somos filhos da luz. Muitas vezes, pensamos e exigimos que o outro que tem que mudar de vida. A mudança deve acontecer primeiro em mim e depois em você. Porque Monsenhor João Batista fui eu quem senti a ne- Pároco e Reitor do Santuário cessidade primeiro. São José Operário A paz se concretiza nos pequenos gestos. É nas pequenas coisas que podemos fazer a diferença. Não esperemos grandes oportunidades para viver a paz. Vamos vivê-la em nosso cotidiano. Seja na família, na escola, na faculdade, no trabalho, no clube ou na comunidade cristã. Vamos viver uma vida de paz, serenidade, mesmo em meio a tantas guerras e violências. Implante a cultura de não julgar o seu irmão por causa de seus pecados. Cuide do jardim do seu coração. Distribua sorrisos sem medo. Abrace com mais ternura. Cultive a caridade. Visite os enfermos. Cuide com carinho e amor do seu trabalho. Faça da vida um grande momento de oração. Aproxime-se de Deus na oração diária. Celebre a liturgia com paz e amor. Seja para os outros o que gostaria que eles fossem para você… E se mesmo assim você achar que este caminho é difícil, lembre-se: O mundo em que vivemos somos nós que construímos. www.santuariosaojoseoperario.org.br

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Página-4 Q ueridos irmãos e irmãs, Nas catequeses sobre família completamos hoje as reflexões sobre as crianças, que são o fruto mais belo da benção que o Criador deu ao homem e à mulher. Já falamos do grande dom que são as crianças, hoje devemos, infelizmente, falar das “histórias de paixão” que vivem muitas delas. – tantas crianças abandonadas pelas estradas; e não o é nem mesmo sua ignorância ou sua incapacidade – tantas crianças que não sabem o que é uma escola. Estes são motivos para amá-las mais, com mais generosidade. O que fazemos das solenes declarações dos direitos do homem e dos direitos das crianças se depois punimos as crianças pelos erros dos adultos? CRIANÇA, O FRUTO MAIS BELO DA BENÇÃO QUE O CRIADOR DEU AO HOMEM E A MULHER vazios educativos e de condições de vida às vezes desumanas. Em todo caso, são infâncias violadas no corpo e na alma. Mas nenhuma dessas crianças é esquecida pelo Pai que está nos céus! Nenhuma de suas lágrimas é perdida! Como não deve ser perdida a nossa responsabilidade, a responsabilidade social das pessoas, de cada um de nós, e dos países. Uma vez Jesus repreendeu os seus discípulos porque afastavam as crianças que os pais lhe levavam, para que as abençoasse. É comovente a narração evangélica: “Então lhe foram levadas as crianças para que impusesse as mãos e rezasse; mas os discípulos as repreendiam. Jesus, porém, disse: ‘Deixai, não impedis que as crianças venham a mim; quem é como elas, de fato, pertence ao reino dos céus’. E depois de ter imposto as mãos sobre elas, foi embora de lá” (Mt 19, 13-15). Que bela essa confiança dos pais e essa resposta de Jesus! Como gostaria que essa página se tornasse a história normal de todas as crianças! É verdade que graças a Deus as crianças com graves dificuldades encontram muitas vezes pais extraordinários, prontos a qualquer sacrifício e a toda generosidade. Mas estes pais não deveriam ser deixados sozinhos! Deveríamos acompanhar o cansaço deles, mas também oferecer a eles momentos de alegria partilhada e de alegria despreocupada, para que não sejam tomados somente pela rotina terapêutica. Quando se trata das crianças, em todo caso, não se deveria ouvir aquelas fórmulas de defesa legal de escritório, tipo: “além do mais, nós não somos uma entidade beneficente”; ou “em sua privacidade, cada um é livre para fazer o que quer”; ou até mesmo “desculpe, não podemos fazer nada”. Estas palavras não servem quando se trata das crianças. Demasiadas vezes recai sobre as crianças os efeitos de vidas consumidas por um trabalho precário e mau pago, por horários insustentáveis, por transportes ineficientes…Mas as crianças pagam também o preço de uniões imaturas e de separações irresponsáveis: essas são as primeiras vítimas; sofrem os resultados da cultura de direitos individuais exasperados, e se tornam, depois, os filhos mais precoces. Com Jesus somos mais que vencedores Jornal São José Operário Outubro - 2015 Muitas vezes sofrem violências que não são capazes de eliminar e sob os olhos dos grandes, são obrigadas a se acostumarem com a degradação. Mesmo nessa nossa época, como no passado, a Igreja coloca a sua maternidade a serviço das crianças e de suas famílias. Aos pais e aos filhos desse nosso mundo leva a benção de Deus, a ternura materna, a firme reprovação e a condenação decisiva. Com as crianças não se brinca! Pensem o que seria de uma sociedade que decidisse, de uma vez por todas, estabelecer este princípio: “É verdade que não somos perfeitos e que cometemos muitos erros. Mas quando se trata das crianças que veem ao mundo, qualquer sacrifício dos adultos não será julgado exagerado se isso fizer com que nenhuma criança se sinta um erro, sem valor e abandonada às feridas da vida e da prepotência dos homens”. Como seria bela uma sociedade assim! Eu digo que a esta sociedade, muito seria perdoado, dos seus inúmeros erros. Muito, de verdade. O Senhor julga a nossa vida ouvindo aquilo que lhes referem os anjos das crianças, anjos que “veem sempre a face do Pai que está nos céus” (cfr Mt 18, 10). Perguntemo-nos sempre: o que contarão a Deus, de nós, estes anjos das crianças? Aqueles que têm a tarefa de governar, de educar, mas direi de todos os adultos, somos responsáveis pelas crianças e por fazer cada um aquilo que pode para mudar essa situação. Refiro-me à “paixão” das crianças. Cada criança marginalizada, abandonada, que vive pelo caminho mendigando e com todo Tantas crianças, desde o início, tipo de meios, sem escola, sem são rejeitadas, abandonadas, cuidados médicos, é um grito que privadas de sua infância e do salta a Deus e que acusa o sisteseu futuro. Alguém ousa dizer, ma que nós adultos construímos. quase que para se justificar, E, infelizmente, essas crianças são que foi um erro fazê-las vir ao presas dos delinquentes, que lhes mundo. Isso é vergonhoso! Não exploram para indignos tráficos ou descarreguemos nas crianças comércio ou adestrando-lhes para as nossas culpas, por favor! As a guerra e a violência. Mas mescrianças nunca são um “erro”. A mo nos países considerados ricos, sua fome não é um erro, como tantas crianças vivem dramas que não o é a sua pobreza, a sua lhes marcam de forma tão pesada, fragilidade, o seu abandono por causa da crise da família, dos Papa Francisco Catequese do papa 08/05/2015 TEL: 5874-0927 / 5871-6457 Av. Comendador Sant’ anna, 294 (sobreloja) www.santuariosaojoseoperario.org.br FLUÊNCIA EM 2 ANOS

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Outubro - 2015 Q uerido amigo paroquiano e todas as crianças, Como é bonito ter o poder de fazer todas as crianças e pessoas com alma de criança, felizes. Como é bacana chegar aos corações e trazer à estas almas inocentes a alegria de viver e de sorrir ao longo das sua vidas. Como é bacana saber amar e saber calar qualquer tipo de ofensa. Estamos no mês das crianças. Destas crianças inocentes que enchem as nossas ruas, escolas, igrejas e o nosso mundo tão complicado e egoísta. Como é interessante contemplar estas pessoas adultas com alma e espírito de criança. Todos deveríamos ser criança não na atitude, mas no espírito. O maior sonho de qualquer pessoa no Santuário é poder olhar bem dentro dos olhos de uma criança e ver que seu futuro terá toda felicidade do mundo e todo apoio humano e espiritual dos sacerdotes e das pessoas que formam a Paróquia - Santuário São José Operário! Que maravilhoso é poder olhar bem dentro dos olhos de cada criança e adolescente que frequenta as nossas comunidades e perceber que seus pequenos ideais serão realizados um dia. Que maravilha é poder ver nos nossos jovens toda a garra por buscar a felicidade que não atinge e nem mata a felicidade de quem os ama; de olhar para os “adultos crianças” e poder ver que eles estão realizados ou estão realizando os seus sonhos e projetos e enfim, olhar para os nossos idosos (que são sempre uma bênção para as nossas comunidades) e ver neles que estão bem felizes, por terem realizado tudo que esperavam em suas vidas. Querido amigo VIVA TODAS AS CRIANÇAS E AS PESSOAS COM CORAÇÃO DE CRIANÇA paroquiano, que bonito é ser criança. Que bonito é conviver com crianças que nos dão lições de bondade, inocência, amor, carinho e muito amor desprendido de todo egoísmo. Seguramente que alguns paroquianos poderão dizer que isso é uma utopia e que nunca poderá acondeixemos crescer neste ambiente de liberdade, alegria, sorriso, de muito amor e compreensão. Todas as crianças da nossa comunidade paroquial, o único que desejam é sentirem-se acolhidas e amadas por todos. Queridos paroquianos, as coisas nem sempre são como a gen- Com Jesus somos mais que vencedores Jornal São José Operário Página-5 tecer na sua totalidade. Alguns dizem que nossas crianças são como “diabinhos inquietos” que só sabem dar muita guerra em casa, na rua, na escola e até mesmo na casa de Deus, a igreja. Isto não é nada. As nossas crianças o único que desejam é que as- te sonha, mas se não sonharmos, e não “colocarmos a mão na massa”, como é que poderemos chegar às nossas crianças? Olhando friamente, não deveria existir dia da criança, dia da mãe, dia do pai, dia dos namorados, dia dos avós, dia dos padres, etc. Sabem por quê? Porquetodos os dias deveriam ser celebrados como o dia, a hora, os minutos e VIVA O DIA DAS segundos de cada pes- CRIANÇAS QUE SÃO O FUTURO DO NOSSO Refrigeração Bom Clima QUERIDO BRASIL! Assistência Técnica Especializada Freezer, Geladeiras e Máquinas de Lavar soa. Não queremos dar a impressão que somente os dias assinalados para estes acontecimentos são os dias de tal ou qual celebração. As nossas crianças devem ser acolhidas, tratadas e amadas, todos os dias sem olhar se é ou não o dia da criança. Muitas vezes, as propagandas comercializa tem mais peso sobre o amor que deveremos ter com cada pessoa com alma e espírito de criança. Hoje, e cada dia, é um dia especial de amor repartido às nossas crianças. E este amor tem que ser contínuo e não estar dependendo de uma com fins comerciais. Poderíamos nos perguntar o seguinte: e quando passa o dia da criança, os demais dias deixam de ser? O mesmo ocorre com as demais celebrações e datas que temos nos nossos calendários anuais. Queridos amigos paroquianos, amemos as nossas crianças... Sejamos adultos com alma de criança. E o próprio Jesus falou bem claro: AMEMOS AS NOSSAS CRIANÇA, PORQUE DELAS É O REINO DO CÉU (Lc 18, 16). Câmaras e Balcões Frigoríficos, Tel. 5873-3032 / 9308-1486 - Sr. Augusto R. Marco Basaiti, nº 8 - Capão Redondo Pe. Nilson da Silva Vigário Paroquial www.santuariosaojoseoperario.org.br

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Página-6 Festa da alegria e do amor: a Bíblia Com Jesus somos mais que vencedores Jornal São José Operário Outubro - 2015 O povo em marcha com a Luz da Palavra Cantemos alegres vibrantes, acolhemos a Palavra que passa www.santuariosaojoseoperario.org.br

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Outubro - 2015 Com Jesus somos mais que vencedores Jornal São José Operário Página-7 O povo escuta a voz do Pastor e lhe segue pelo caminho do Bem Reunidos em torno da Palavra criamos: Unidade e Fraternidade www.santuariosaojoseoperario.org.br

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Página-8 PROGRAMAÇÃO DA PARÓQUIA SANTUÁRIO SÃO JOSÉ OPERÁRIO Com Jesus somos mais que vencedores Jornal São José Operário Outubro - 2015 www.santuariosaojoseoperario.org.br

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Outubro - 2015 Com Jesus somos mais que vencedores Jornal São José Operário Página-9 www.santuariosaojoseoperario.org.br “Uma vida cristã sem sentido de missão seria um espiritualismo alienante e a missão sem a espiritualidade ficaria reduzida a um ativismo sem raízes”. Partilho aqui, com simplicidade, uma reflexão que procura sobretudo mover o coração para responder com um sim generoso e corajoso ao que Deus nos chama a viver : a nossa vocação missionária. A fonte é o amor: Por «espiritualidade» entendo uma relação afetiva e cheia de confiança com Deus; ter espiritualidade significa andar na sua presença amorosa vinte e quatro horas por dia (Salmo 139), como a respiração que não podemos cortar sem morrer. E por «missão» pretendo sublinhar o mandato que Jesus Cristo nos deixou de testemunhar o seu Evangelho, ou seja, partilhar o amor de Deus com os nossos irmãos e irmãs sem exceção (Mc 16, 15). Estas duas dimensões andam sempre de mãos dadas: a espiritualidade sem missão seria um espiritualismo alienante, e a missão sem a espiritualidade ficaria reduzida a um ativismo sem raízes. Em definitivo, a espiritualidade missionária não é mais do que reconhecer o amor da Trindade que nos envolve como uma nuvem durante a travessia do deserto (Ex 13, 21-22): fomos criados «à sua imagem e semelhança» (Gn 1, 26-27), fomos consagrados no seu Nome pelo Batismo, pertencemos-lhe como raios desprendidos do sol, transportamos o selo da sua predileção incrustado como tatuagem na nossa alma. O ca- minho é Jesus Cristo: Existe uma única espiritualidade, a do seguimento de Cristo, que depois se ramifica segundo as culturas, tempos, lugares, tradições, santos e místicos, fundadores, congregações, movimentos e formas de consagração… O que unifica esta pluralidade de expressões é o fato de todas elas proporem Jesus Cristo como o Senhor da História humana e o Caminho a seguir. A consequência desta aproximação de Deus à Humanidade em Jesus é que agora a espiritualidade cristã consiste em seguir os seus passos e pôr em prática o seu Evangelho; ou melhor dito, «viver Jesus» – ser um com Ele (Mc 3, 14), não somente cumprir os seus mandamentos, mas deixar que nos configure à sua pessoa até ao ponto de dizermos: «Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim» (Gl 2, 20). A missão é aquele que sofre: O outro ingrediente imprescindível da espiritualidade é a sua projeção missionária: Deus convoca-nos gratuitamente a estabelecer uma relação filial com Ele e nesse mesmo instante envia-nos a compartilhar a mensagem da salvação com os outros, especialmente os que mais sofrem, os mais afastados. Por outras palavras, a missão nasce das entranhas compassivas de Deus e é aí que podemos descobrir, com uma atitude de fé orante, o modo de servir de Jesus (Mc 9, 35) e o mandato de lavar as feridas aos irmãos (Lc 10, 25-37). Deus e os pobres são os amores de Jesus e do missionário: duas faces de uma mesma moeda, duas asas de que necessitamos para voar. Portanto, o lugar preferencial da Igreja de Jesus Cristo é aquele onde estão os últimos e os mais atingidos pela mentira e a injustiça do mundo. A prioridade, os mais afastados: Não é possível refletir sobre a espiritualidade missionária sem realçar fortemente a urgência da missão ad gentes, entre os não cristãos. Todo o batizado é responsável pela missão uni- VIDA CRISTÃ E MISSÃO: DE MÃOS DADAS versal. Compete a todo o crente o compromisso de uma vida cristã autêntica, uma oração com dimensões missionárias, a promoção das vocações para a missão ad gentes, o testemunho explícito e o empenho de apostolado onde cada um se encontre, a colaboração com meios materiais e o apoio efetivo. Para tal é necessário rever as nossas catequeses e programas de formação cristã, a fim de que incluam sempre a abertura eclesial face ao mundo na sua totalidade. O fundamento é a Palavra; A razão última da espiritualidade missionária não pode ser outra coisa senão a Palavra de Deus. Toda a Sagrada Escritura nos fala da aliança entre Deus e a Humanidade – toda ela é espiritualidade missionária porque trata continuamente de uma relação de amor: a história de uma procura apaixonada que nem a infidelidade e a rebeldia do ser humano puderam frustrar. A Palavra de Deus é chuva que faz germinar a obra de Jesus Cristo em nós pela graça do Espírito Santo, «é viva e eficaz e mais cortante que a espada de duas lâminas» (Hb 4, 12). A força é a oração: O outro pilar que sustém a espiritualidade missionária é a oração. Ao aceitarmos ser discípulos de Jesus Cristo, entramos na sua escola para aprender dele: Jesus rezava sempre e com total confiança no seu Pai (Lc 6, 12; 9, 18-21). O missionário deve ser um contemplativo, capaz de transmitir não só ideias ou fazer discursos, mas, sobretudo, a sua experiência pessoal de Jesus Cristo e dos valores do Reino. Sem oração de coração não se pode reconhecer Jesus vivo nas pessoas e nos acontecimentos da vida. Os sacramentos, em particular a Eucaristia e a Reconciliação, celebrados com fé, são rios de graça que fazem florescer a encarnação do Deus conosco. Pe. Carlos Lozada Vigário Paroquial

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Página-10 Com Jesus somos mais que vencedores Jornal São José Operário Outubro - 2015 Participe das Missas SEGUNDA-FEIRA 12H e 19H TERÇA-FEIRA 7H30 e 12H QUARTA-FEIRA 7H30, 12H e 19H QUINTA-FEIRA 7H30, 12H e 20H SEXTA-FEIRA 7H30, 12H e 19H SÁBADO 7H30, 12H e 19H DOMINGO 6H30 - 8H - 10H 12H - 15H - 18H30 Todas 2ª Terças às 16H CAPELA S. PEDRO - 8H30 CAPELA S. VICENTE - 10H MISSA DE CONSAGRAÇÃO DO DÍZIMO Dia 08/10 (Quinta-feira) às 20h Dia 10/10 (Sábado) às 19h Dia 11/10 (Domingo) às 6h30, 8h, 10h, 12h, 15h e 18h30 Na Capela São Pedro - Dia 11/10 (Domingo) às 8h30 Na Capela São Vicente - Dia 11/10 (Domingo) às 10h No Santuário São José Operário www.santuariosaojoseoperario.org.br

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Outubro - 2015 ABELINA LINA DE SOUZA ADELINA Mª R. KENIKEL AILSON DAS DORES ALBERONE QUINTINO GONÇALVES ALDIVA PEREIRA DE OLIVEIRA ALECI GIL DA COSTA ALENI S. ROCHA ALEX DE SOUZA BATISTA ALICIA LUIZA MIRANDA ALINE SANTOS FREITAS ALISSON FERREIRA DE CARVALHO ALVARO MOURO AMANDA M. DO NASCIMENTO AMANDA OLIVEIRA AMILDO BATISTA PAIXÃO ANA MARIA SANTOS GAMON ANA PAULA A. OLIVEIRA ANDRE LUIS GENEROSO ANDREZA ASSIS DOS SANTOS ANELIR M. MILLER VITURINO ANGELA Mª DA SILVA MESSIAS ANTONIA LIDUINA A. BARROS ANTONIA MOREIRA FELISBERTO ANTONIO ALVES PALACIO ANTONIO CARLOS SOUZA MACHADO ANTONIO FLAVIO LOPES SANTOS ANTONIO FRANCILDO DOS S. SOUSA APARECIDA BARBOSA DAMASCENO APARECIDA M. DO NASCIMENTO ARACY CLEMENTINO VIEIRA ARIANA XAVIER DA ROCHA ARLETE PEREIRA DE SOUZA BENEDITO APARECIDO DOS SANTOS CAMILA AP. SOUZA NASCIMENTO CARMEM LUCIA CILIRA SOUTO CARMITA AMARO DO NASCIMENTO CÉLIA TIEMI FURUSIO GALLARDO CELINA ROSA DE OLIVEIRA CICERO PEREIRA DA SILVA CINTIA AP. ALVES NASCIMENTO CLAUDENOR DO NASC. DE JESUS CLEIDE CRISTINA COSTA CONCEIÇÃO MATILDE DE S. SILVA CONSTÂNCIA DE FÁTIMA C. DE SOUZA COSMA VICENTE DO NASCIMENTO DALVA PEREIRA DE SOUZA DAMIANA VICENTE NASCIMENTO DANIEL DO ESPIRITO SANTO FILHO DANIELA BATISTA SILVA DANIELA NUNES MARTINS DINALVA RIBEIRO DA COSTA DIONES BEZERRRA LIMA DIONISIO VALENTIM LOPES DJAIR INACIO DE SOUZA DOUGLAS MELO NEVES EDCLEIA CUSTODIO BRITO EDILENE LOPES BEZERRA ALVES EDIRLENE DA SILVA SIQUEIRA EDIVAL PAIXÃO ALMEIDA EDNA DE CARVALHO SILVA Os mais sinceros votos de Paz aos Dizimistas do mês de Outubro/ 2015 EDNA OLIVEIRA DE SOUZA JOSÉ CARLOS DE LACERDA JOSÉ DIAS SANTANA JOSÉ LUIZ DA SILVA JOSÉ LUIZ DE ALCÂNTARA JOSE PEDRO NUNES HONORATO JOSÉ RODRIGUES DE SÁ JOSÉ SOARES FILHO JOSEFA ALVES DA SILVA II JOSEFA ALVES RÊGO AMARANTE JOSEFA BERNARDO DE SOUZA JOSELITA PINHEIRO VIANA JOSEVALDO DOS SANTOS JOSIANE LEITE CAVALCANTE SILVA JOSILENE DA S. L. OLIVEIRA JOSUÉ JUSTINO E LUCIA HELENA JUDITE DOS SANTOS SOUZA JULIANA CARVALHO SILVA KALIL CRUZ RAMALDES KATIA SIMONE DA SILVA KELLY CRISTINA DA SILVA KLEBER AP. GUILHERME OLIVEIRA LAURILENE TAVARES MOTA LUCELIA P. PONTES MAGALHÃES LUCIANA DIAS DE LIMA LUCIANA VERGILIO GALEGO LUCINÉIA SILVA LOPES LUIS GONZAGA DA FONSECA LUIZ FELIPE RIBEIRO DA SILVA LUIZA DA VRUZ SILVA CARMO LUZIA DE FÁTIMA RODRIGUES MANOEL FERREIRA DA SILVA MARCELINA DE OLIVEIRA MARCIA IRENE DA SILVA BARBOSA MARCOS MENEZES DOS SANTOS MARFIA DE LOURDES RODRIGUES MARIA ALMEIDA NASCIMENTO MARIA APARECIDA MARIA APARECIDA CERQUEIRA MARIA AP. DA SILVA PINHEIRO MARIA APARECIDA DOS SANTOS MARIA APARECIDA I MARIA AP. MARTINS OLIVEIRA MARIA APARECIDA SILVA III MARIA CELESTE DOS PRAZERES MARIA DA CONCEIÇÃO S. DE BARROS MARIA DA CONCEIÇÃO S. RODRIGUES MARIA DA CONCEIÇÃO SOUZA II MARIA DAS DORES FERREIRA MARIA DAS DORES INACIO MARIA DAS GRAÇAS DE O. ALMEIDA MARIA DAS GRAÇAS DOS SANTOS MARIA DAS GRAÇAS VIEIRA MARIA DAS NEVES P. DOS SANTOS MARIA DE FÁTIMA DE SOUZA MARIA DE F. DE SOUZA MIRANDA MARIA DE FÁTIMA LOPES MARIA DE LOURDES DA SILVA MARIA DE LOURDES LIMA SANTOS MARIA DE LOURDES S. OLIVEIRA MARIA DIANA ALVES PIMENTA MARIA DO ROSÁRIO DE JESUS MARIA DO SOCORRO F. FELIX MARIA EDILMA DA SILVA MARIA ELISABETE DA SILVA MARIA ELMA SOARES DIAS MARIA FERREIRA DE SOUZA MARIA FRANCISCA DA SILVA MARIA GOMES DOS REIS MARIA GOMES MOREIRA MARIA GORETE MIRANDA PIRES MARIA GUIOMAR DA SILVA MARIA HELENA GUEDES MARIA HELENA R. PEREIRA MARIA JOSÉ ALVES DE OLIVEIRA MARIA JOSÉ ALVES DIAS MARIA JOSÉ BERNARDO DE OLIVEIRA MARIA JOSÉ DA SILVA LIU MARIA JOSÉ M. F. CORDEIRO MARIA KÁTIA DE O. TABOSA MARIA LETICE RODRIGUES MARIA LOURDES S. OLIVEIRA MARIA LOURENÇO GONÇALVES MARIA LUCIA V. ARAUJO MARIA LUCIVÂNIA OLIVEIRA MARIA MARTINS CAETANO MARIA PEREIRA DE S. SILVA MARIA RIBEIRO CORREIA MARIA ROSARIA MOREIRA MOTA MARIA TEREZA N. SOUSA MARIA VALDEVINA MARIA VANIA ALVES ALMEIDA MARIA XAVIER DE SÁ SANTOS MARIETA E. DA SILVA MARILIA TELES DE SOUZA MARINALVA PALMITO SILVA MARISA FERNANDES DE SOUZA MARLENE F. A. DE LIMA MARLENE F. ALMEIDA MARLENE RODRIGUES DA SILVA MAURA DE JESUS SANTOS ARAUJO MAYCOM SANTOS NASCIMENTO MELISSA MOREIRA DUARTE MILENA ROSALIA DA ROCHA COELHO MILTON AMBRÓSIO DE QUEIROZ NADIR ALVES DA CRUZ NATHALIA EMILLY S. DE PAULA NATHALIA LIMA GUEDES NAZILDA MARIA BATISTA PAIXÃO NEIMAR ANTONIO BARROS NESTOR SERGIO DE BARROS NILTON CESAR RIBEIRO NUBIA SANTOS DE JESUS OLAVO VIANA PATRICIA DE PAULA B. GUTIERREZ PATRICIA DOS SANTOS SILVA PAULO HONORIO DE ALMEIDA PEDRO AMPARO SANTOS PEDRO HENRIQUE FREIRE PRISCILA MENDES AZEVEDO RAFAEL PEREIRA DA LUZ RAILTON ARAUJO DA SILVA RAIMUNDA MARIA ALVES RAIMUNDO PEREIRA DA SILVA RAIMUNDO TEIXEIRA RAMOS REMILDA N. O. RITA DE CÁSSIA SOUZA RITA PEREIRA DOS SANTOS RIVALDO ELIAS DA SILVA Com Jesus somos mais que vencedores Jornal São José Operário Página-11 ADÉLIA MARIA DA CONCEIÇÃO EDSON CLAUDIO DOS SANTOS EDSON GISLEY DE A. BATISTA EIDE SILVA DE OLIVEIRA ELAIE C. DE SOUZA ELAINE DE SOUSA OLIVEIRA ELAINE FERREIRA DOS REIS ELDY XAVIER DA ROCHA ELENICE RIBEIRO DIAS ELÍDIA FERNANDES DA SILVA ELIETE DOS SANTOS SILVA ELISAMAR DOS SANTOS SILVA ELISMARIA DE ARAÚJO MARTINS ELIZABETTI DOS SANTOS ESTER GOMES DE SOUZA LOPES EUGENIA DOS REIS GLORIA FERNANDO MATOS DA CUNHA FLAVIA HELOISA DE MELO SILVA FLORENTINA XAVIER ALVES FRANCISCA ANTUNES PALACIO FRANCISCA SOLANGE ALMEIDA FRANCISCO KOCHHANN GENAURA DOS SANTOS ZAPIO GENOLINA SOARES GEORGE MARTINS DA SILVA GEOVANI AP. CHAVES SOARES GERALDO BERNARDO DE FARIAS GERALDO DO CARMO CASTRO GERSONITA DE SANTANA LOPES GILSON JOSÉ DOS SANTOS GILVANEIDE P. MOURATO LICURGO GIVANEIDE LIMA FERREIRA GLORIA DIAS S. RODRIGUES HAMILTON PEREIRA PASSOS HENRIQUE DE ALBUQUERQUE HERMINA GONÇALVES RODRIGUES IGNES DA SILVA DIAS ILDA DA SILVEIRA LIMA ILDA EVANGELISTA PEREIRA ILDETE ANTÔNIA DOS SANTOS INALDA FELIZ DOS SANTOS IRENE DE OLIVEIRA SOUZA IRENI OLIVEIRA SANTOS IRENI PEDRO DE BARROS IRIA SILVA DE OLIVEIRA ISANEL DOS SANTOS ISAURINA MADALENA DOS SANTOS ISMAEL DOS SANTOS IVANI CILENE DA SILVA JACINTHO CASARINO JACQUELINE G. FISCHER CARLOTO JAIDINALDA A. N. SILVA JOÃO ALVES VIRAÇÃO JOÃO CARLOS BODZIAK JOAO MOURATO DE SOUZA JOAQUINA RIBEIRA DA CRUZ JONAS SILVA BEZERRA DE SOUZA JONATHN BARBOSA DA SILVA JONILTON FERNANDES DOS SANTOS JOSAFÁ MATOS DOS SANTOS JOSE CAMILO DE R. DE CHAVES RODRIGO DA SILVA VASCONCELOS RONALDO NEIVA DA COSTA E FAMILIA ROSA SANTOS DE OLIVEIRA ROSANE GRADIL ROSANE MIELLE ROSANGELA A. NICOMEDES ROSÂNGELA RAMALHO GOMES ROSELI DE MENEZES FERREIRA ROSELI VITORIA MAGESTE ROSELIA FERREIRA MAGALHÃES ROSEMIR FERREIRA LUCIANO ROSIANE SILVA DE PAULA ROSILEIDE LOPES RUBENS DIAS SOARES SAMUEL DE JESUS DA SILVA SANDRA REGINA DAS S. VIEIRA SANDRA REGINA FONTES DA SILVA SANTINHA MARTINS DE SOUZA SEBASTIÃO PEREIRA DOS SANTOS SERGIO BAPTISTA VICTORIO SÉRGIO LUIZ XAVIER SERGIO RICARDO DE PAULA SEVERINA FERREIRA DOS PASSOS SEVERINO LOPES ALMEIDA SEVERINO OTOM LEAL SIDNÉIA DOMINGUES BUENO SIDNEY SANTOS MACHADO SILEIDE SANTOS SILVA SILVANA RAQUEL TEIXEIRA SILVANIA Mª DE OLIVEIRA SANTOS SONIA REGINA MACEDO SUZY DA SILVA NERY REZENDE TATIANA MENDES TERESA JUSTINO DOS SANTOS TERESINHA DE JESUS ALVES TEREZA DE JESUS GONÇALVES TEREZA MARIA DE JESUS TEREZA MOURA DA SILVA RICARDO TEREZINHA MARTINS GONÇALVEZ TEREZINHA PETROLINA NASCIMENTO THEREZINHA DA GLÓRIA ERLACK UELTON DINIZ DA SILVA VALDINEIDE DE ANDRADE VALDIRENE MACHADO MOURA VALQUIRIA BINA DOS SANTOS VALTER PEREIRA DOS SANTOS VANDERLEA A. ALENCAR VANGIVALDO VICENTE DE SOUZA VERA LUCIA P. SOUZA VICENTE DA CRUZ VICTOR ROMANO T. DE ALMEIDA WANDELSON BANITO DA SILVA WENDELL GONÇALVES PEREIRA ZENAIDE ALVES TEIXEIRA SILVA ZILDA MARIZ PEREIRA “Pagai integralmente os dízimos ao tesouro do templo, para que haja alimento em minha casa” (Malaquias 3, 10) www.santuariosaojoseoperario.org.br

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