Análise sobre o mercado do turismo naturista no Brasil e as experiências do Centro Naturista Colina do Sol

 

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Uma análise acerca do naturismo no mercado de turismo brasileiro.

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sexta-feira, 28 de agosto de 2015 Análise sobre o mercado do turismo naturista no Brasil e as experiências do Centro Naturista Colina do Sol Celso Luís Rossi[1] FACCAT – Faculdades Integradas de Taquara Resumo: O segmento de mercado ocupado pelo Turismo Naturista já possui uma participação efetiva nos mercados turísticos internacionais, especialmente na Europa. No Brasil, implantado há mais de 25 anos, encontra no Centro Naturista Colina do Sol seu principal empreendimento fora da orla litorânea. O objetivo deste estudo, que se utilizou de pesquisa na bibliografia e nos meios disponíveis na internet, foi de analisar o sistema de mercado criado para o desenvolvimento das potencialidades internas de geração de renda da Colina do Sol, relacionando, no quanto é possível, com os fundamentos das teorias econômicas. Palavras-chave: Turismo Naturista; Monopólio; Oligopólio; Cluster; Colina do Sol. Abstract: Abstract: The market segment occupied by the Naturist Tourism already has an effective participation in international tourism markets, especially in Europe. In Brazil, established for over 25 years, the Colina do Sol Naturist Center is the biggest venture off the main coastal edge. This study, which used the search in the literature and available resources on the internet, was to analyze the market system created for the development of internal potential of income generation in Colina do Sol, relating in, as is possible, with the fundamentals of economic theories. Keywords: Naturist Tourism; monopoly; oligopoly; cluster; Colina do Sol. Introdução O Turismo naturista é um segmento de mercado que tem ocupado um espaço cada vez mais consistente no Brasil. Devido às características desse estilo de vida, tanto a demanda quanto a oferta de serviços e produtos turísticos têm peculiaridades que sugerem um exame mais aprofundado.

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Muito mais que um simples local de lazer, de praia ou montanha, o espaço naturista reúne pessoas que encontram em seus momentos de descanso uma oportunidade de maior contato com a natureza e com sua liberdade pessoal, partindo da experiência sensibilizadora da liberdade do próprio corpo sem o invólucro das roupas e trajes de banho. Apesar desse mercado ser fortemente influenciado por motivações pessoais de seus praticantes, notadamente no que concerne à oferta de empreendimentos turísticos, cujos proprietários costumam ser originários da demanda, preserva fundamentos científicos desenvolvidos no âmbito da teoria econômica. Monopólios, oligopólios, planejamento de marketing, clusters, são componentes presentes na análise desse segmento de mercado no qual se encontra inserido o Centro Naturista Colina do Sol. Esse empreendimento, localizado na área rural de Taquara/RS, almeja se tornar um protótipo de Vila Naturista, com todos os elementos necessários à autossubsistência. Seu “mercado interno” e as relações e interações dele decorrentes constituem uma boa área para estudos e a academia pode fornecer os subsídios técnicos carentes a esse segmento do mercado de Turismo. Perspectiva histórica O hábito de andar vestido nem sempre foi regra nas sociedades humanas e muito menos a obrigatoriedade de tal costume foi padrão cultural na evolução da humanidade. A própria Bíblia ressalta que “tanto o homem quanto a mulher estavam nus e não se envergonhavam” (Gên 2, 25). É sabido que no Império Romano, do século II até o final do século IV, tanto os romanos quanto os próprios cristãos banhavam-se nus, nos banhos públicos. Os adamitas pregavam que a nudez resgatava a inocência original e, com isso, era possível recriar o Paraíso (AGAL, 2002). Ainda hoje, na Índia, os homens considerados santos, como os “Digambaras” e os “Sadhus”, vivem e são vistos – e até reverenciados – publicamente em sua nudez, (PEREIRA, 2006). Já nos nossos tempos, a expressão “Nacktkultur” (cultura do nu), foi criada pelo o Dr. Heinrich Puder , em 1893, autor muitos artigos, e do livro “Os Homens Nus”, considerado o primeiro manifesto do nudismo. Nos Estados Unidos, surgiu um ato denominado “Evangelho Nudista”, em 1898, e, finalmente, na Alemanha, em 1903, é publicado “Die Nacktheit” (A Nudez), de Richard Ungewitter, que se torna um sucesso editorial (AGAL, 2002).

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No Brasil, o desenvolvimento do naturismo se caracterizou por uma administração monopolítica, conforme descreve Thiebes (2012), iniciando em 1949, por Luz del Fuego, até seu falecimento, em 1967, passando a ser “virtualmente administrado por Daniel Nunes de Brito e enfim, na segunda metade da década de 1980, a se estruturar nacionalmente através da coordenação de Celso Ross i.” (THIEBES, 2012, p. 153). Este último fundou a AAPP – Associação Amigos da Praia do Pinho, em 1986, em Balneário Camboriú/SC, (AGAL, 2012), e a FBrN – Federação Brasileira de Naturismo, em 1988, a qual presidiu até 1997 (ROSSI, 1993). Após implantar o naturismo organizado em várias regiões do Brasil, “Celso Rossi deixa a coordenação do naturismo brasileiro para dedicar-se à construção da colônia naturista Colina do Sol” (THIEBES, 2012, p. 153). O mercado e seus fundamentos “Mercado” é o nome dado a um ambiente físico, social ou virtual propício às condições para a troca de bens e serviços. Na história da humanidade, registra-se o aparecimento dos primeiros mercados com seu funcionamento por meio de trocas diretas de bens e serviços. Posteriormente, para facilitar essas trocas e ampliá-las no tempo e no espaço surgiu a moeda e se desenvolveu o comércio como conhecemos hoje[2]. O mercado analisado enquanto sistema, entretanto, oferece outros desafios conceituais, que envolvem, principalmente, a “demanda” e a “oferta”, tendo o “preço” como elemento regulador dessas variáveis (BENI, 1997). Xavier Martini (1983) caracteriza os mercados sob três diferentes perspectivas: a perspectiva geográfica, relacionada às delimitações físicas dentro das quais uma determinada demanda ou oferta de bens é analisada; a perspectiva temporal, que se relaciona à influência dos diferentes períodos e épocas sobre a oferta ou a procura de determinados bens ou serviços, e a perspectiva da concorrência (MARTINI apud BENI, 1997). Beni (1997) nos traz, ainda, outras importantes classificações do mercado, mais diretamente relacionadas aos seus agentes. A “Concorrência pura ou perfeita” seria a situação de mercado na qual a existência de diversos fornecedores e numerosos consumidores, ambos em semelhantes condições de recursos, não teriam condições de influenciar intencionalmente os preços, que regulariam esse equilíbrio livremente. Outra, a “Concorrência imperfeita”, seria a situação de mercado caracterizada pelo poder de agentes envolvidos em manipular ofertas, demandas e/ou preços (BENI,

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1997). Dentro dessa situação indesejável de mercado, o “Monopsônio” seria aquele caracterizado por um só comprador; o “Monopólio”, por um só vendedor; o “Oligopólio”, aquele onde um pequeno grupo de empresas ou sistemas interdependentes regula as relações, e o “Duopólio”, no qual a existência de apenas dois fornecedores permite uma manipulação bastante considerável nos preços (BENI, 1997). O segmento do “Turismo naturista” O estudo do mercado turístico, de modo geral, é feito por meio da segmentação, que permite desmembrar grupos homogêneos que se destacam nas estatísticas, com preferências específicas. As políticas de marketing dividem o mercado em seus próprios canais de distribuição, diferentes motivações e outros fatores, como faixa etária, nível econômico ou de renda, ocupação ou estilo de vida (BENI, 1997). O mercado do turismo naturista internacional é fomentado, basicamente, por organizações não governamentais. A IFN – International Naturist Federation congrega cerca de três dezenas de federações e associações naturistas espalhadas pelos cinco continentes. No Brasil, a FBrN – Federação Brasileira de Naturismo reúne perto de trinta clubes, associações de praias e empreendimentos naturistas, além de veículos de divulgação virtual e impressa[3]. Na Europa e Estados Unidos, o turismo naturista é operado por mais de vinte agências de viagens que operam exclusivamente nesse segmento 3, enquanto no Brasil há apenas duas empresas trabalhando com turismo naturista. De voos charter a cruzeiros naturistas, vários milhões de adeptos desse estilo de vida movimentam mais de mil áreas específicas para a prática, num dos segmentos de mercado que mais crescem na atualidade. Características da demanda naturista O mercado do Turismo naturista opera com uma demanda diferenciada. Algumas características do turismo religioso se fundem com as do turismo de lazer e férias, agregadas de um forte sentimento de cumplicidade entre as pessoas que comungam desse estilo de vida. Em que pese haver muita fantasia relacionada a tais áreas, no ambiente naturista sua “liberdade de movimento e de expressão continua sendo a mesma que você respeita

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em locais onde as pessoas convivem socialmente vestidas” (AGAL, 2002, P. 39). A nudez social, em contato com a natureza, entretanto, produz sensações surpreendentes, especialmente aos neófitos. Lydia Vainer, psicóloga, astróloga e naturista, define de modo muito sensível sua experiência na praia da Galheta/SC: (...) Ao chegar à praia da Galheta nossos sentidos se sentem presenteados. O verde das montanhas parece se intensificar aos nossos olhos, principalmente pelos contornos que se desenham no azul do céu. O contínuo branco das areias civilizadamente limpas pelas mãos dos seus frequentadores – verdadeiros guardiões – permite o caminhar ereto sem o perigo de tropeçar em lixo. A água do mar, cristalina, acaricia nossos corpos, que se banham livres do contato inorgânico com a lycra e com os elásticos, devolvendo-nos a possibilidade do contato perdido com nossos corpos nus. (AGAL, 2002, p. 64) Em sua etnografia “O Nu e o Vestido”, a psicóloga Márcia Rêgo, numa tese de mestrado desenvolvida na Praia do Pinho/SC, em 1989, descreve seu “rito de passagem”, referindo o natural “medo palco” e “um misto de deslumbre e sensação -deter-esquecido-algo ao sentir o vento batendo em todo corpo”, mas, ao mesmo tempo, confessa sua curiosidade de ver tantos corpos diferentes e “um estranhamento por não estar sendo olhada” (REGO apud PEREIRA, 2006, p. 30). A prática do naturismo chega até mesmo a despertar vocações ideológicas e espirituais, sejam com relação à proteção da natureza ou, mais intimamente, com o desenvolvimento pessoal, conforme assegura o sociólogo naturista José Edson de Medeiros, num trabalho sobre o assunto: O que se pretende é a conscientização, mostrar às pessoas o naturismo como um algo maior, que pode mudar radicalmente as nossas vidas, tornar-nos mais receptivos e felizes, predispostos a reflexionar sobre os valores que norteiam a nossa existência. Em síntese, entendemos que a partir do ‘insight naturista’, a partir do momento em que você rompe esse imenso tabu que é a nudez, o seu corpo abre-se para o infinito, possibilitando novos insights e novas vivências. (MEDEIROS, 1990, p. 14) Esses sentimentos expressam a intensidade com que a experiência naturista afeta seus praticantes e envolve a as relações entre eles estabelecidas nessas áreas de lazer diferenciadas. É possível que parte desse entusiasmo se deva pelo resgate da inocência, característica das primeiras fases da vida e que viabilize oportunidades de se fazer novos “amigos de infância” (ROSSI, 1993). Características da oferta de destinos naturistas

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O entusiasmo e as características específicas da demanda no segmento do turismo naturista parece ter contagiado, também, o que se pode chamar de “oferta” no mercado naturista. Desde empresas ligadas à mídia naturista, passando por agências de viagens e até mesmo os locais criados para a prática, são, via de regra, de propriedade de naturistas que optaram por dedicar-se profissionalmente ao seu “ideal”. Como decorrência, é possível observar-se um baixo nível de profissionalismo na “cadeia produtiva” do seg mento naturista, na qual produtos e serviços são gerenciados, normalmente, de modo empírico, por pessoas oriundas de outras atividades profissionais que optaram por transformar-se em “naturistas profissionais” como definição por uma mudança radical de vida. Com exceção de alguns gigantescos resorts internacionais, localizados principalmente na Europa, Estados Unidos e Caribe, a maioria dos locais oferecidos à prática do naturismo são empresas familiares de propriedade de naturistas. O microcluster da Colina do Sol e o seu mercado interno O Centro Naturista Colina do Sol, localizado no município de Taquara/RS, teve seu projeto realizado e executado pelo autor deste trabalho e considerou esse aspecto “informal” do desenvolvimento da oferta de equipa mentos e serviços naturistas como elemento integrante da proposta oferecida. Na área de aproximadamente quinhentos mil metros quadrados, comandada por um “conselho deliberativo”, é possível aos interessados em lá residir a aquisição de “uma concessão comer cial, que confere (...) o monopólio de determinado segmento comercial do empreendimento” (NATURIS, 1997, p. 19). Apesar das teorias mercadológicas conduzirem a uma noção popular de supervalorização da concorrência perfeita, há autores que asseguram que nem sempre “concorrência” e “monopólio” são conceitos antagônicos. Professor titular do Instituto de Economia da UFRJ, Mário Luiz Possas, chega inclusive a salientar que, em alguns casos, o monopólio não deve ser julgado “necessariamente como uma anomalia condenável por intrinsecamente oposta ao bem-estar social e ao interesse dos consumidores” (POSSAS, 1996, p. 12). Possas (1996) considera que a existência do monopólio pode ser benéfica: [...] torna-se até mesmo desejável em muitas situações, notadamente em atividades econômicas caracterizadas pelo dinamismo inovativo [...], nas quais é preciso assegurar alguma perspectiva de apropriação privada de lucros acima do “normal” para que os investimentos produtivos e em P&D,

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voltados a ativos específicos, de alto risco e incerteza quanto ao retorno esperado, possam ser realizados [...] (POSSAS, 1996, p.12) Para esse autor, em determinados casos a “própria noção do que é lucro ‘normal’, tão cara à teoria microeconômica convencional, inclusive a usada em análise antitruste, perde muito de seu sentido e de sua força normativa” (POSSAS, 1996, p. 12). Para que os objetivos almejados no projeto do Centro Naturista Colina do Sol fossem alcançados, o sistema de monopólios concedidos aos moradores, sobre determinados segmentos do mercado interno da área naturista tinha não somente a justificativa de garantia de retorno, defendida por Possas (1996), mas também outra, não menos importante: gerar recursos, advindos da venda dessas Concessões Comerciais, para a execução da infraestrutura local. Essa forma de organização de mercado é apresentada aos moradores e visitantes do centro naturista através do Manual do Sócio, onde se justifica que “[...] a reserva de mercado a diferentes segmentos de comércio e serviços visa obter um maior equilíbrio na distribuição das potencialidades comerciais do empreendimento” (MANUAL DO SÓCIO, 2014, P.17). Esclarece, também, que essa é a forma de viabilizar que um maior número de famílias possa viver da renda gerada no local. No conjunto, o mercado interno da Colina do Sol pode ser classificado como “oligopólio”. De acordo com as definições de Beni (1997), “oligopólio é uma forma de mercado na qual um produto (ou serviço) é ofertado por um número pequeno de fornecedores. Essas atividades comerciais teriam suas atividades e políticas de produção determinadas pelas reações esperadas de uma outra” (BENI, 1997, p. 167). No caso específico da Colina do Sol, a classificação se encaixa perfeitamente, sendo que “a essência do oligopólio é essa interdependência entre poucas empresas (BENI, 1997, p. 167)”. Dessa “interdependência” resulta o conjunto de ações que serão percebidas pelo usuário do Centro Naturista Colina do Sol, seja ele um turista ou um residente. Havendo o decaimento na oferta de um determinado serviço ou produto, o empreendimento como um todo fica comprometido. Por essa razão se institui o conselho deliberativo do local como órgão regulador e fiscalizador das atividades comerciais. A experiência de organização dos monopólios na Colina do Sol não é inovadora no que diz respeito ao segmento do Turismo no qual o empreendimento se insere. Para Beni (1997), o mercado de Turismo é “quase um monopólio”, pois, segundo ele, os produtos são muito diferenciados, não são homogêneos nem intercambiáveis, o que

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insere o mercado de Turismo na categoria de “concorrência imperfeita”. (BENI, 1997, p. 168) De qualquer modo, mesmo com essas características de “concorrência imperfeita”, monopólios e oligopólio, os preços e a qualidade dos produtos e serviços oferecidos permanecem tendo limites de aceitabilidade por parte do público consumidor. Mesmo não havendo “outra Colina do Sol”, existem outros empreendimentos naturistas no Brasil para os quais os consumidores podem se deslocar, ou mesmo outras opções “têxteis”, como são conhecidos os locais onde o uso de rou pas é obrigatório. Analisando por outra perspectiva, a Colina do Sol pode também apresentar algumas nuances que se assemelham aos clusters que competem no mercado turístico tradicional. Para Porter (1999), cluster é um agrupamento de empresas interrelacionadas, além de instituições afins, ligadas por elementos que as tornem complementares (PORTER apud BENI, 2008). Beni (1997), por sua vez, define clustercomo sendo “um conjunto de atrativos com destacado diferencial turístico, concentrado num espaço geográfico, contínuo ou não, dotado de equipamentos e serviços de qualidade, eficiência coletiva, coesão social e política [...]”(BENI, 1997, p.174). Conclusão O estudo de mercado do Turismo naturista demonstra que este é um segmento turístico bem organizado em nível internacional, contando com uma demanda com especiais características de fidelização, decorrente das especificidades desse estilo de vida. O Centro Naturista Colina do Sol, enquanto projeto único no Estado do Rio Grande do Sul, apresenta características de monopólio e oligopólio, não somente sob o aspecto da falta outros empreendimentos congêneres na região, mas, principalmente, por seu próprio sistema de “mercado interno”. Este, constituído de uma série de pequenas empresas familiares, concessionárias das atividades comerciais locais, forma uma espécie de microcluster, no qual o sucesso comum depende do bom funcionamento de cada uma das partes. O planejamento de marketing estratégico do Centro Naturista Colina do Sol, entretanto, não deve prescindir de examinar ao redor e identificar a existência de um eventual cluster mais abrangente, no qual o empreendimento esteja inserido. Este

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último, composto pelos atrativos turísticos localizados em Três Coroas, na Serra Gaúcha, como também pelos elementos constitutivos do Fórum de Turismo do Vale do Paranhana, da prefeitura municipal e da própria academia, deve ser considerado para a execução de um plano de ação coerente com o planejamento regional. Finalmente, o setor público deve se apropriar do poderoso atrativo midiático representado pelo maior centro naturista da América Latina e também realizar o quanto lhe compete, na área da infraestrutura necessária à satisfação dos turistas que decidem por esse destino internacionalmente reconhecido. Referências AGAL. Praia da Galheta 2002. Associação Amigos da Galheta – AGAL. Robson Achiamé, editor. Rio de Janeiro/RJ. 2002. BENI, Mário Carlos. Análise Estrutural do Turismo. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 1998. CLUBE NATURISTA COLINA DO SOL. Manual do Sócio, 2014. Disponível em:http://www.youblisher.com/p/965190-Manual-do-Socio-CNCS-2014/ Acesso em 26 set. 2014. MEDEIROS, José Edson. Naturismo, Cena e outras memórias. FRAGMENTO XXII. CENA – Centro de Estudos Naturistas. Disponível em: http://www.youblisher.com/p/532891-Fragmentos-XXII/ Acesso em 30 set. 2014. PEREIRA, Paulo. Corpos nus: verdade natural. Rio de Janeiro : Livre Expressão, 2006. 3 ed. POSSAS, Mario Luiz. Os conceitos de mercado relevante e de poder de mercado no âmbito da defesa da concorrência. Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, 1996. Disponível em: http://ww2.ie.ufrj.br/grc/publicacoes.php Acesso em 26 set. 2014. ROSSI, Celso. Naturismo: A Redescoberta do Homem. Porto Alegre: Editora Magister, 1993. ROSSI, Celso. Nós moramos na Colina do Sol. Naturis. Porto Alegre, Maio/Junho, 1997. Ano IV, pg. 19. THIBES, Carolina. Naturismo em praias: Histografia do movimento naturista no Brasil a partir da etnografia da Associação Naturista da Praia do Abricó no Rio de Janeiro/RJ. 2012. 241 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Jurídicas e Sociais) – Universidade Federal Fluminense. Rio de Janeiro, 2012.

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[1] Acadêmico do curso de Turismo das Faculdades Integradas de Taquara – FACCAT. Fundador da FBrN – Federação Brasileira de Naturismo; autor do livro “Naturismo: A Redescoberta do Homem”; responsável pela implantação do Centro Naturista Colina do Sol, Taquara/RS – celsorossi@live.com. [2] LEIA MAIS. Leia Mais: Conceito de mercado - O que é, Definição e Significado. Disponível em http://conceito.de/mercado#ixzz3DsrU8l1B Acesso em 24 set. 2014. [3] FBrN – Federação Brasileira de Naturismo: www.fbrn.org.br Acesso em 01 out. 2014. Postado por Celso Rossi às 11:53

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