Revista da Lua 5

 

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Revista da Lua 5

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Revista da Lua de Algodão Ano 3 - Edição 5 Janeiro de 2014 Lua de Algodão Núcleo de Educação Infantil Distribuição gratuita NESTA EDIÇÃO: saúde infantil E MAIS! • Projeto Maleta Viajante • Música na infância • Alimentação e saúde bucal

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EXPEDIENTE Direção geral: Beatriz Alves e Maria Aparecida dos S. Pereira Redação: Celina Miranda, Francine Lobo, Ligia Pereira e Roberta Xella Arte: Cristina Sano Revista da Lua de Algodão Ano 3 - Edição 5 Janeiro de 2014 Lua de Algodão Núcleo de Educação Infantil Distribuição gratuita

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APRESENTAÇÃO D urante os seus 23 anos de atuação, a Lua de Algodão vem se preocupando manter o bom relacionamento entre família em escola como a chave de seu sucesso na educação de seus alunos. A escola busca que este trabalho em equipe consiga resultados mais efetivos e integrados e que os pais possam participar de forma ativa da vida escolar de seus filhos. Para isso, são realizados eventos para a família, como dia das Mães e dos Pais, Feira cultural, Festa de Encerramento e nossa agitada Festa Junina, além dos encontros Primeiros Passos na Lua que auxiliam os pais que tem dúvidas, trazem novidades e propiciam um momento de conversa entre pais. Esta revista vem com o mesmo objetivo: informar os pais e a comunidade do Butantã sobre as atividades e novidades da Lua de Algodão, divulgar matérias referentes a crianças de 0 a 6 anos, e, principalmente, estabelecer mais um canal de comunicação com a escola. Sejam bem vindos ao mundo da Lua e divirtam-se! Revista da Lua de Algodão - edição 5 03

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ALIMENTAÇÃO Alimentação após a amamentação Com 6 meses de idade a criança já esta apta a introduzir novos alimentos no seu dia a dia, sendo estes ricos em energia, carboidratos, proteínas, ferro, zinco, e outros que são essenciais para um desenvolvimento adequado da criança. Não podemos esquecer da importância da água nos intervalos das refeições. Recomenda-se que seja oferecido em copos, pois estes auxiliam no desenvolvimento psicomotor e não desestimulam a sucção ao seio materno. É muito importante não levar seu gosto em consideração quando for temperar as refeições, deve-se lembrar que ao contrário dos adultos os bebês não estão acostumados ao sal, ao açúcar e a temperos. Por isso, o ideal é usar apenas óleos vegetais com moderação para que eles possam, dessa forma, identificar o sabor natural dos alimentos. Entre dois e três anos a criança pode começar a negar as verduras, legumes e frutas, por isso oferecer um prato colorido, com texturas diferentes do habitual é fundamental. Os lanches também devem ser saudáveis com uma grande variedade de combinações: frutas, sucos, pães, iogurtes, bolos e biscoitos sem recheio. A boa alimentação na infância cria os bons hábitos alimentares para uma vida inteira, e cabe a nós educadores e pais, guiar nossas crianças nesse sentido, para que sejam fortes e saudáveis. Texto adaptado da revista Projetos Escolares Creche. Por Ligia Pereira 00 04 Revista da Lua de Algodão - edição 5

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RECEITAS Sugestões de receitas Sopa de aveia Modo de preparo Ingredientes • 1 cenoura média • 1 mandioquinha média • 1 xícara (chá) de caldo de frango natural • ½ colher (sobremesa) de azeite de oliva • 1 colher (sobremesa) de cebola picada • 2 colheres (sopa) de farinha de aveia • 1 colher (sopa) de salsinha picada Cozinhe a cenoura e a mandioquinha em um pouco de água. Amasse os legumes com o garfo e acrescente o caldo de frango e a cebola. Leve ao fogo baixo e acrescente aveia, o azeite e a salsinha. Mexa bem até ferver. Papa de frango mandioquinha, grão de bico, escarola e abóbora Ingredientes • 2 colheres (sopa) de peito de frango desfiado • 1 colher (sobremesa) de azeite de oliva • 1 folha de escarola fatiada • 1 colher (chá) de cebola picada • 1colher (sopa) de grão de bico cozido • 1 pires (chá) de mandioquinha picada • 2 colheres (sopa) de abóbora picada Modo de preparo Aqueça o óleo e refogue a cebola e o frango. Coloque dois copos de água (400ml) e acrescente a mandioquinha picada. Deixe cozinhar por 10 minutos. Junte a abóbora e o grão de bico. Cozinhe até que todos os ingredientes estejam macios e com pouca água. 10 05 Revista da Lua de Algodão - edição 5 00

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FONOAUDIÓLOGA Seu filho está se comunicando bem? A linguagem oral é muito importante para a criança, pois é através desta que ela se comunica com o mundo. Além disso, este tipo de linguagem está diretamente relacionado à linguagem escrita No processo de aquisição de linguagem poderão acontecer dificuldades, portanto os pais deverão estar atentos aos seguintes sinais: • Se aos 2 anos a criança não emite nenhuma forma de comunicação verbal (com 1 ano a criança já deve ser capaz de produzir vocábulos como mama e papa). • Se aos 3 anos a criança não falar frases completas e não for capaz de narrar fatos. Celina Miranda – Fonoaudióloga - CRFa 3323 • Se aos 5 anos ainda apresentar trocas ou omissões de fonemas (a criança fala “tata” ao invés de “data”, fala “polo” ao invés de “bolo”). Nesta idade deve apresentar boa narrativa, sendo capaz de contar ou recontar histórias. • Se apresentar sintomas de gagueira (disfluência) em qualquer idade. Se o seu filho(a) apresenta algum destes sinais, procure orientação de um fonoaudiólogo. 00 06 Revista da Lua de Algodão - edição 5

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MALETA VIAJANTE Todo final de semana, um aluno do mini maternal recebe em sua casa a visita ilustre da maleta viajante que traz consigo um livro enviado por outros pais Essa foi a maneira que a Professora Linda Selma encontrou de realizar um projeto para integrar os pais entre si e com a escola, estimular o gosto pela leitura em seus alunos e propiciar às famílias uma troca de livros. A maleta viajante é devolvida na segunda feira junto a um desenho do aluno com seus pais sobre a história e é contada durante a semana para os demais amigos. Assim, com a colaboração da leitura compartilhada dos pais o projeto aos poucos amplia o vocabulário e desenvolve a concentração dos pequenos. A devolutiva dos registros vem sendo surpreendente. Além dos desenhos, espontaneamente alguns pais escreveram as reações dos filhos com o projeto, desde a animação em levar a maleta para casa, passarem a reconhecer personagens, objetos e o contexto da história. Ainda faltam alguns livros a circular entre os alunos e ao final, haverá uma exposição dos desenhos e relatos. Parabéns à professora e aos pais envolvidos no projeto! 07 Revista da Lua de Algodão - edição 5 00

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ESCOLA E FAMÍLIA Os Jardins de infância no Brasil inicialmente eram voltados às elites, seguindo um modelo norte-americano dentro das propostas de Froebel, onde a escola era um ambiente para cuidar e estimular o desenvolvimento da criança. Posteriormente surgiram as instituições pré-escolares assistencialistas, fundadas pelas indústrias, devido ao aumento do trabalho feminino. O reconhecimento da criança com foco na educação infantil, visando não só a sua assistência, mas também a sua saúde, o emocional, social e cognitivo é uma conquista recente que começou apenas com a criação da LDB (Leis e Diretrizes de Bases). Ainda hoje muitas creches e educação infantil tem em sua organização a concepção de trabalho, tarefas ligadas a sobrevivência da criança, higiene e alimentação. No entanto, hoje, cabe à escola esclarecer já no ato da matrícula a sua função social, sua missão, visão, e a sua proposta pedagógica. Outro conceito incorreto é de que a instituição é responsável pela boa ou má formação da criança, sem levar em consideração a importância dos pais na educação. Sendo assim, a educação infantil deve apresentar aos pais a sua proposta pedagógica e o desenvolvimento das crianças, seja por meio de reuniões, eventos culturais, palestras que envolvam as professoras ou encontros entre família e educadores, buscando sempre um diálogo e transformando as discussões em parceria nos projetos pedagógicos com o enriquecimento do aprendizado. Esses são uns dos caminhos que mais favorecem o crescimento humano, a interação, a comunicação e ações conjuntas. 08 Revista da Lua de Algodão - edição 5 00

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ESCOLA E FAMÍLIA Tutoria Escolar - um diferencial de sucesso A tutoria escolar é uma inovação na área educacional, pois visa fornecer ao educando a possibilidade de progredir nos estudos, mesmo diante de adversidades comuns do ambiente escolar Ela consiste no acompanhamento de um profissional, fora da escola, que oriente e motive o aluno a superar as dificuldades de: se organizar, estudar e se concentrar. Podendo ser praticada com alunos de necessidades educacionais especiais ou alunos com dificuldades pontuais, a tutoria requer uma sistematização diária que dure (em média) uma hora e vinte minutos. Junto com o pedagogo responsável, o aluno é convidado a rever a matéria dada em sala de aula, tirar eventuais dúvidas e fazer a lição de casa. Essa rotina, por si, costuma gerar um resultado positivo que, atrelada a possibilidade de uma atenção específica e direcionada levam ao aumento de notas frente a entrega dos trabalhos e lições previstas pelo professor. A tutoria não visa tomar o lugar da escola. A tutoria visa fornecer aos alunos com determinadas dificuldades a oportunidade de se sentirem acolhidos e vistos como capazes. Outro aspecto importante é a possibilidade das famílias encontrarem um apoio na frenética rotina do mundo moderno. Mais do que uma prática, a tutoria é um lugar de pertencimento e conquista. Acerte – Acompanhamento Educacional Especializado (www.acerteeducacional.com.br) Luciana Rodrigues Montesano - Psicopedagoga do Acerte; e Simone Marques - Gerente Administrativo do Acerte 00 Revista da Lua de Algodão - edição 5 09

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SAÚDE BUCAL Comer doces pode dar cáries? Parece ser uma pergunta fácil de responder, mas não é, pois depende! Cárie é uma doença multifatorial, pois depende de vários fatores, principalmente comportamentais, para que ela se instale na cavidade oral. Os quatro mais importantes para o seu surgimento são discutidos a seguir: O primeiro, a falta de controle dos hábitos de ingestão de açúcares (refrigerantes e sucos doces, doces em geral, bolachas e café com açúcar, no caso dos adultos e massas - pãezinhos, salgadinhos, pizzas...) sendo esses últimos tão cariogênicos quanto os primeiros. O segundo é o tempo em que esses alimentos permanecem na cavidade oral. Esses são hábitos adquiridos em casa e ou na escola. O terceiro, que está além de nosso controle, é a hereditariedade, pois não depende de nós a capacidade tampão da saliva, ou seja, o quanto tempo em que a saliva de cada indivíduo demora a chegar a ficar ácida para que a bactéria solte enzimas capazes de promover a cárie e o tempo na qual a saliva volta a ficar básica (Ph básico) formando novamente a película adquirida e as bactérias cariogênicas parem de atacar o dente. O quarto é a higienização que em outro momento oportuno falarei sobre esse fator. Nós, da área de saúde e professores interessados, temos o dever de orientá-los que a doença cárie pode ser controlada principalmente em relação 10 Revista da Lua de Algodão - edição 5 00

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SAÚDE BUCAL à frequência que seus filhos se alimentam com doces e massas e através da higienização. Vou dar um exemplo, vamos supor que seu filho ganhe um saco de balas. Se ele comer uma bala de uma em uma hora, o Ph da saliva dele vai ficar ácido durante várias horas seguidas e vai dar oportunidade para as bactérias soltarem enzimas que ataquem os dentes. O que nos interessa não é que seu filho não coma mais doces ou massas, pois isso seria quase impossível no mundo atual onde a praticidade faz parte do cotidiano. Mas sim que, após terminada essa quantidade determinada por você cuidador, a criança escove em no máximo uma hora os dentes e ingerir alimentos cariogênicos (mencionados acima)somente num outro momento, de no mínimo 3 à 4 horas após. Quanto aos sucos de caixinhas tão comentados pelos nutricionistas, também na área odontológica, possuem uma quantidade enorme de acidez e açúcar. Evite-os, como também os refrigerantes e a tão comentada Coca-cola, tão nociva aos dentes que é preferível não escovar os dentes ao tomá-la, pois pode remover o esmalte dental junto a escovação. Espere no mínimo uma hora para a formação da película adquirida, para aí sim poder escová-los. E se esses sucos são tomados em uma frequência muito curta como no caso dos doces, certamente teremos cárie também. Acredito, isso é uma opinião pessoal, que a proibição também é tão maléfica como os excessos, podendo levar psiquicamente a extremos. Podemos dar Coca-cola esporadicamente para nossos filhos, devemos estimulá-los que existem bebidas muito mais gostosas e saudáveis e que hábitos, sejam eles quais forem, são passados de pais para filhos, de professores para alunos principalmente, através da nossa maneira de agir. Eles observam tudo! Um forte abraço Roberta Xella de Barros Yasuzawa - Especialista dentística tel: 37261151 11 Revista da Lua de Algodão - edição 5 00

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MUSICALIZAÇÃO A importância e os benefícios da musicalização na educação infantil Musicalização é um processo cognitivo e sensorial que envolve contato com o mundo sonoro e a percepção rítmica, melódica e harmônica Nos três primeiros anos de vida, o cérebro da criança absorve com muita facilidade todo tipo de estímulos, por isso, os pediatras aconselham os pais a manterem seus filhos em contato com boa música. A música representa uma importante fonte de estímulos, equilíbrio e felicidade para a criança. Através das aulas de musicalização, além da musicalidade propriamente dita, a criança desenvolve a sociabilização. Aprende a compartilhar, a esperar sua vez e, principalmente, a ouvir o outro e o ambiente em que se encontra. O trabalho de escuta é fundamental, pois a falta do “ouvir” o outro é um dos grandes problemas da sociedade atual. Ao cantar, a criança trabalha sua concentração, memorização, consciência corporal e coordenação motora. A música vai além daquilo que ouvimos. Quando inserida na rotina das crianças e adolescentes, as canções contribuem para o desenvolvimento neurológico, afetivo e motor. Por isto, é muito importante a atenção e cuidado com as músicas e as letras ouvidas pelas crianças. Nesta fase, forma-se o caráter e a personalidade. Todo cuidado é pouco para mantê-las saudáveis emocionalmente! Texto: Francine Lobo – Cantora, atriz e arte educadora. Ministra aulas de musicalização na Escola Lua de Algodão, aulas de Teatro no Colégio FECAP e aulas particulares de violão, flauta doce, canto e piano. Atualmente faz parte do elenco da CIA Pic Nic de Teatro, com o espetáculo AVOAR. Contatos pelo telefone: (11) 3721.4196/ 9.8097.1859 00 12 Revista da Lua de Algodão - edição 5

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VAMOS COLORIR Ajude o floquinho a colorir o Papai Noel 13 Revista da Lua de Algodão - edição 5 00

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Psicóloga Clínica Priscilla Braga de Oliveira (CRP 06/92236) • Ludoterapia (acompanhamento psicológico infantil) • Psicoterapia (acompanhamento psicológico para adolescentes) • Orientação vocacional • Atendimento Home Care Rua Alvaro Anes,65-Pinheiros Prox. a Fnac da R. Pedroso de Moraes Tel: (11) 3812-5717 / cel: (11) 97613-4825 email: priscillabraga79@hotmail.com 14 Revista da Lua de Algodão - edição 5 00

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