A VOZ DA UMEN_ano 5_numero 16_2015

 

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Boletim Informativo Eletrônico da União da Mocidade Espirita de Niterói

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Boletim Informativo da União da Mocidade Espírita de Niteroi - UMEN - ano 5 - nº 16 - Agosto/2015

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Boletim Informativo da União da Mocidade Espírita de Niteroi - UMEN - ano 5 - nº 16 - Agosto/2015 NESTA EDIÇÃO: EDITORIAL Lúcia Barbosa Foi Notícia na UMEN Lívia Lúcia Editoração eletrônica: Equipe do DIV Carla Antunes Norma Pinto os dias atuais, devido à multiplicidade de tarefas, a sensação de que o tempo está passando mais rápido é frequente em muitas pessoas. Por essa razão, não conseguimos fazer tudo que gostaríamos. Mesmo assim, muitos encontram tempo para ajudar aqueles que precisam mais. O Trabalho Voluntário é uma das experiências mais marcantes na vida de uma pessoa, trazendo alegria e conforto a quem ajuda e a quem é ajudado. É um momento de realização pessoal e satisfação que não tem igual, com inúmeros benefícios na ótica física e espiritual. Trabalhar no voluntariado é plantar na sociedade e nas almas de tantos aflitos as sementes que irão crescer e dar os frutos apropriados à efetivação da paz entre os homens. Nesta edição dedicamos dois textos da nossa VOZ a todos que doam um pouco do seu tempo em prol daqueles que necessitam mais do que nós. Um incentivo a continuar sempre nesse trabalho de amor. Editorial Em agosto, festejamos os 150 anos de lançamento do livro “O Céu e o Raul Muniz Inferno”, lançado por Kardec em 1865 e apresentamos em nosso jornal um texto 150 anos da obra “O lindíssimo explicando a justiça de Deus à luz da Doutrina Espírita. A VOZ da UMEN também teve o seu início em agosto, mas do ano 1951 e Céu e o Inferno” não poderíamos deixar de lembrar desse importante acontecimento para a divulgação Marcos Leiria da Doutrina Espírita e das ações que UMEN vem desenvolvendo. Jesus e o Evangelho Dedicamos também uma homenagem à comemoração dos 100 anos da nossa Rodrigo Amorim companheira Balbina Ferreira, no dia 15 de agosto, uma das fundadoras da nossa Trabalho Voluntário querida UMEN e que merece todo o nosso respeito e agradecimento. Apresentamos ainda “Jesus e o Evangelho, A Lei de Conservação, na Casa Espírita Reencarnação, Cantinho do Chico e as notícias”. A Voz continuará sendo enviada por e-mail, estando disponível no site Ísis Poiate e Edgard www.umen.org.br e no Facebook. Poiate Críticas e sugestões de assuntos continuam podendo ser enviadas para o eCantinho do Chico mail: umen.divulgacao@gmail.com Julia e Gabriel Versiani Boa leitura. A Lei de Conservação Carla Antunes Órgão de divulgação da Reencarnação UNIÃO DA MOCIDADE ESPÍRITA DE NITERÓI Aloir Rocha Coordenação: Colaborador: Balbina Ferreira Carla Antunes Elaine Passos Aloir Rocha Elaine Passos Marcos Leiria Uma Experiência no Raul Muniz Manutenção WEB: Trabalho Voluntário Revisão Textual: Maurício Pessanha Site: http://umen.org.br/ Facebook: UMEN N Raul Muniz

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150 anos da obra "Céu e Inferno" encontram em diferentes situações no plano espiritual, cujas denominações estão intimamente relacionadas ao seu respectivo estado psíquico: espíritos felizes e infelizes, espíritos em condições medianas, sofredores, suicidas, criminosos arrependidos, endurecidos etc. Os ensinamentos contidos em O Céu e o Inferno fazem-nos entender a morte e por que não devemos temê-la, assim como compreender a lição de Jesus exarada na frase: “A cada um será dado segundo as suas obras” (Mateus, 16:27). Não há privilégio concedido por Deus e/ou a eliminação de nossas faltas pela simples confissão dos pecados ou pela oração intercessória, cabendo a cada um de nós, espíritos imortais que somos, optarmos o quanto antes pela nossa reforma íntima, pelo caminho do bem, da verdade e do amor, a fim de que o “céu interior” surja em nós, pois o Reino de Deus está dentro de nós (Lucas 17:20-21). Portanto, este ano, em que comemoramos os 150 anos do lançamento de O Céu e o Inferno, um livro ainda pouco aquilatado no Movimento Espírita, cabe a nós a excelente oportunidade de estudar com profundidade as valiosas lições desse presente da espiritualidade e trabalhar pelo céu que esperamos encontrar do outro lado. Afinal, vivemos hoje a consequência do que fizemos ontem e semeamos agora nossa colheita futura. ♥ Marcos Leiria á 150 anos, sob a inspiração da H espiritualidade, em meados de agosto de 1865, em Paris, Allan Kardec lançava a obra O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina segundo o Espiritismo, o quarto livro da Codificação Espírita (precedido por O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo e antecedido por A Gênese), dando continuidade ao “consolador prometido” por Jesus. Concebido para explicar a justiça de Deus à luz da Doutrina Espírita, esse quarto livro representa uma fonte segura de conhecimento sobre as questões filosóficas atinentes à vida após a morte, abordando de forma clara e objetiva temas cruciais sobre o destino do Espírito e as condições que ele encontra no mundo espiritual como consequência de seus próprios atos. Pedagogicamente dividido em duas partes, ele analisa na primeira parte as circunstâncias relativas aos locais para onde as almas iriam depois da morte, anjos e demônios, penas eternas, purgatório, a proibição mosaica sobre a evocação dos mortos, etc. Na segunda, são apresentadas inúmeras narrativas de espíritos que se

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Jesus e o Evangelho Rodrigo Amorim M uitas pessoas ainda demostram estar longe de entender os ensinos de Jesus, seja por falta de sentimento, de entendimento ou de fé. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap.I, ítem 3, “O Cristo”, Allan Kardec nos informa que: “Jesus não veio destruir a lei, isto é, a Lei de Deus; veio cumpri-la, isto é, desenvolvê-la, darlhe o verdadeiro sentido e adaptá-la ao grau de adiantamento dos homens. Por isso, é que se nos depara, nessa lei, o princípio dos deveres para com Deus e para com o próximo, base da sua doutrina”. E continua nos informando: “o papel de Jesus não foi de um simples legislador moralista, tendo por exclusiva autoridade a sua palavra. Cabia-lhe dar cumprimento às profecias que lhe anunciaram o advento; a autoridade lhe vinha da natureza excepcional do seu espírito e da sua missão divina. Ele viera ensinar aos homens que a verdadeira vida não é a que transcorre na Terra, e sim a que é vivida no reino dos céus.. .”. Bartolomeu, também conhecido como Natanael, nascido em Caná da Galileia, foi um dos mais dedicados discípulos de Jesus, entretanto, era triste e por várias vezes o Senhor o encontrava mergulhado em meditações profundas e dolorosas. Lembrava-se de haver perdido sua genitora, seus irmãos o aborreciam e caluniavam, dirigindo-lhe nomes impróprios, acusando-o de mau filho, de vagabundo e traidor da lei. Certo dia, seguindo para Dalmanuta, meditou nas lições de Jesus, que o havia dito: “O Reino dos Céus não é deste mundo”, que a sua doutrina é a do Evangelho, ou da Boa Nova, que terá de florescer primeiro na alma das criaturas, antes de frutificar para o espírito dos povos. Jesus também havia dito ao seu dedicado discípulo: “O evangelho não poderia reclamar estados especiais de seus discípulos; porém, é preciso considerar que a alegria, a coragem e a esperança devem ser traços constantes de suas atividades em cada dia. Por que nos firmarmos no pesadelo de uma hora, se conhecemos a realidade gloriosa da eternidade com o nosso Pai”? Após recordar tais ensinamentos, sentiu-se fortalecido e que tinha alegria para dar aos seus irmãos. Seu pai o acusava, no entanto, não mais sentia desgostos, compreendia que ele não conhecia Jesus. “Bartolomeu havia convertido todos os desalentos num cântico de alegria, ao sopro regenerador dos ensinamentos do Cristo; todos o observavam com admiração, exceto Jesus, que conhecia, com júbilo, a nova atitude mental de seu discípulo.” Nessa história, que está mais completa no livro Boa Nova, cap.8, Jesus orienta Bartolomeu com autoridade, fala do Evangelho, das leis de Deus, de uma forma que o discípulo pudesse compreender. Tais ensinamentos foram tão importantes, que transformaram o seu estado mental. No livro Vida e Ato dos Apóstolos, de Cairbar Schutel, encontramos informações de que o pescador de Dalmanuta teria pregado na Arábia, na Pérsia, na Etiópia e depois na Índia, donde regressou para a Licônia, passando depois a outros países. “Jesus viu Natanael, que vinha até ele, e diz a seu respeito: Eis um verdadeiro israelita, em quem não há malícia.” - João cap.1:47 ♥

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C ada vez mais estamos O Trabalho Voluntário na Casa Espírita Ísis Poiate e Edgard Poiate Divaldo Pereira Franco e José Raul Teixeira. conscientes de que No entanto, o estudar é preciso, modelo de trabalho trabalhar é voluntário é bem necessário e amar mais antigo, o próximo é o exemplificado por mais breve e o Jesus Cristo, melhor caminho quando, às margens para o nosso do mar da Galileia, aprimoramento os entrega de crachá e senha de banho aos chamou moral. É certo que o Cadastro, moradores discípulos para uma em situação de rua. conhecimento do jornada que jamais bastaria para realizarmos Bem é muito importante, já terminaria. Trabalhos e mais um trabalho voluntário com mas não podemos nos alegria. Mesmo que o trabalhos voluntários os esquecer de convertê-lo em trabalho voluntário não esperariam ao longo do boas obras. remuneração tempo. Ao enfatizar que produza O trabalho voluntário para quem o “Fora da caridade não há financeira resulta em grande é alimento da alma. É salvação”, Kardec destaca a realiza, importante destacar que doar crescimento no sentido importância da prática do moral e espiritual, é trabalho é doar amor, boa Bem, indispensável para necessidade vontade, sem escolher a conseguirmos êxito na busca conforme colocaevolutiva, André quem ou muito menos pela paz íntima, e esclarece Luiz, no livro Libertação. julgando o mérito deste ou que somente a fé não é Depende de nós, diante das daquele que está sendo suficiente para nos assegurar responsabilidades beneficiado. um futuro melhor em assumidas, colocarmos à Todos nós podemos relação às nossas vivências prova as nossas atitudes. oferecer pelo menos um de agora, conforme o Muitos deixaram pouco do nosso tempo, uma capítulo XXXI, de O Livro marcas por seu parcela apenas de nossa dos Médiuns: "Não basta trabalho na história voluntário no experiência profissional ou crer; é preciso, sobretudo, desenvolvimento de serviços de nossa experiência de dar exemplos de bondade, de em benefício da vida, um pedacinho de nosso tolerância e de desinteresse, coletividade. Dentre esses, coração a instituições sem o que estéril será a destacamos: Francisco de beneficentes que cuidam de vossa fé” (Santo Agostinho). Assis, Vicente de Paulo, irmãos em provas e Mahatma Gandhi, Madre expiações, às vezes, até mais Doar-se dolorosas que as nossas. desinteressadamente para Tereza de Calcutá, Irmã Maravilhosas obras de que a dor e o sofrimento do Dulce e, mais recentemente, caridade erguem-se próximo sejam amenizados Francisco Cândido Xavier, materializadas por

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Preparando e servindo o café da manhã e almoço. pensamentos de bondade. Todos nós somos chamados a produzir obras de trabalho desinteressado. Dessa forma, Emmanuel, no livro Justiça Divina, lembra-nos: "Não alegues impedimento, nem desertes da atividade que a vida te reservou. Importa, acima de tudo, fazer bem o que se deve fazer”. Entretanto, a quem deixou momentaneamente passar a oportunidade, convidamos agora: Venha contribuir dando conforto aos necessitados de toda ordem. Abandone as desculpas usuais e corriqueiras como “não tenho tempo”, "moro longe", "não sei fazer nada", “quando me aposentar, vou ajudar”. É necessário se conscientizar da responsabilidade que temos em relação ao próximo. Para ter tempo, é necessário administrar as nossas preferências. Sempre haverá uma casa espírita perto de nós precisando de voluntários. Podemos colaborar com pequenas ações rotineiras e triviais ou, até mesmo, aprender outras, independente de idade. Emmanuel, no livro Pronto Socorro, recomenda: “Não te esqueças do tempo e auxilia agora” e no livro Rumo Certo: “Toda vez que obstáculos se nos interponham entre o dever da ação e a necessidade da cooperação no serviço do bem aos semelhantes, que redundará sempre em benefício a nós mesmos, peçamos o Auxílio Divino, através da prece silenciosa”. Para atingir seus objetivos, a UMEN conta com uma equipe especial de trabalhadores voluntários, que atuam nos diversos setores de atividades e programas assistenciais, oferecendo o que têm de mais nobre: o seu tempo, o seu talento, a sua capacidade de trabalho e a sua boa vontade. Para inscrever-se como voluntário da UMEN, basta preencher uma ficha de cadastramento disponível na recepção. Entre as alternativas de trabalho voluntário em nossa casa, apresentamos as principais atividades da Assistência Social e Promoção Espírita: a evangelização de adultos, realizada toda quarta-feira; de modo especial, o acolhimento aos irmãos sem lar, aos sábados; a evangelização das gestantes e mamães provenientes de comunidades carentes que trazem seus filhos para a evangelização Infantil; a evangelização de irmãos em provas dolorosas durante a visita à Colônia Tavares de Macedo; os trabalhos manuais e o atendimento no Bazar Florescer, na biblioteca e na livraria; a confecção de enxovais de bebês para serem doados às gestantes na Obra do Berço; a manutenção, conservação e limpeza da UMEN; a recepção de visitantes; a organização dos vestuários e dos brinquedos doados etc. No livro Seareiros de Volta, obra psicografada por Waldo Vieira que transmite mensagens de diversos Espíritos que, quando encarnados, se destacaram no Brasil pelo trabalho em benefício da causa espírita e do próximo, o espírito Anésio Siqueira comenta: "Espiritismo é convite ao estudo e intimação à utilidade. Companheiro sem

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Manutenção, conservação e limpeza. serviço é meio companheiro". É tempo de agir, de aprender, de doar-se de forma absolutamente desinteressada, pois a justiça divina dá a cada um segundo o seu merecimento (Lei de Causa e Efeito), e de seguir a máxima de Jesus: “Ama o próximo como a ti mesmo”, eliminando o egoísmo do nosso comportamento. O trabalho é o único meio de evolução e, sem ele, não há progresso. Sem trabalho voluntário, não há evolução espiritual. Realiza o seu compromisso, por mais insignificante que lhe pareça, pois não existem atividades mais importantes ou tarefas mais nobres, e essa será a base para grandes realizações futuras. Jesus conta com o seu desprendimento, com o seu trabalho voluntário para fazer a diferença na vida do próximo! Venha fazer parte do trabalho voluntário na UMEN! ♥ Cantinho do Chico

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Q uando pensamos em Lei de Conservação, o que nos vem à mente? De A Lei de Conservação acordo com o Dicionário Escolar da Língua Portuguesa, o termo “conservação” pode significar: “1. Ato ou efeito de conservar”. E “conservar”? Verbo, ação, ato de: “1. Manter no seu estado atual; impedir que se acabe ou se deteriore; 2. Manter-se em bom estado de saúde”. E se pensarmos nesses conceitos à luz dos ensinamentos de Jesus e da Doutrina Espírita, o que encontraremos? Bem sabemos, e podemos encontrar essa afirmação na questão 702 de O Livro dos Espíritos, que o instinto de conservaçã o constituise em uma lei da Natureza e que é fundamental na vida de todos os seres vivos, como ressaltam os Espíritos em resposta a essa pergunta. Na questão seguinte, Kardec ainda pergunta qual é a finalidade desse instinto de conservação e os Espíritos respondem: “Porque todos têm que concorrer para cumprimento dos desígnios da Providência. Por isso foi que Deus lhes deu a necessidade de viver. Acresce que a vida é necessária ao aperfeiçoamento dos seres. Eles o sentem instintivamente, sem disso se aperceberem.” Jesus já nos advertia da importância da Lei de Conservação, mostrando a benção da Providência Divina, ao nos fornecer o necessário para a nossa sobrevivência. No evangelho de Mateus, capítulo 6, versículos 25 a 34, encontramos a maravilhosa passagem evangélica em que Jesus nos convida a observar o exemplo da natureza e a grandeza Divina, chamando-nos a olhar os pássaros no céu e os lírios do campo, cada qual com as suas necessidades, e a ver que Deus provém para que a Natureza se conserve de forma a cumprir seus objetivos. Jesus conclui o seu ensinamento ressaltando: “... Não vos inquieteis, pois, dizendo: Que comeremos? ou: que beberemos? ou: de que nos vestiremos? – como fazem os pagãos, que andam à procura de todas essas coisas; porque vosso Pai sabe que tendes necessidade delas. Buscai primeiramente o reino de Deus e a sua justiça, que todas essas coisas vos serão dadas de acréscimo. Kardec, em O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XXV, item 7, comenta que o homem é sempre insaciável nos seus desejos, e reclama o supérfluo por julgar que o necessário nunca é o bastante. Essa postura nos torna infelizes, pois que no s afasta de Deus e de suas Leis, causando-nos sofrimentos. Joanna de Ângelis, no livro Convites da Vida, no capitulo 36, ressalta-nos que nossos distúrbios externos são resultados de nossas questões íntimas e espirituais, e enfatiza: Medida preventiva como terapêutica preciosa deve ser aplicada, portanto, no âmago das geratrizes reais do ser: o espírito. Aconselha-nos, em seguida, a buscar o nosso aprimoramento pessoal e faz-nos um convite à parcimônia em nossos atos, mostrando-nos que nossos excessos são tão prejudiciais a nós mesmos, quanto aos outros, pois quando há excesso em um lado, Carla Antunes

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pode haver escassez no outro. “Em qualquer lugar ou situação, parcimônia, comedimento como característica de equilíbrio, cooperação para equacionamento de dificuldades”, ressalta Joanna, e com isso fica claro que quanto mais equilíbrio buscarmos para nossas vidas, mais estaremos de acordo com a Lei de Conservação. Christiano Torchi, ao estudar as Leis Divinas na atualidade, ressalta que “todo esforço que empreendemos para viver em harmonia com as Leis Divinas será recompensado e começaremos a colher aqui mesmo, na Terra, os benefícios de uma vida sóbria. Desenvolvendo o senso moral, os homens haverão de se prestar mútuo apoio, sem que uns vivam às custas dos outros ou que se autodestruam”. Sendo assim, podemos concluir que a Lei de Conservação existe para nos guiar na condução de nossas vidas, nossas ações diárias de acordo com os desígnios de Deus, para que possamos, enfim, encontrar a felicidade. Que possamos assim estar sempre de acordo com essa Lei, buscando nosso bem estar físico e espiritual sem recorrer aos excessos e abusos que tanto nos prejudicam, retardando a nossa evolução moral. ♥ Referências: ABL. Dicionário Escolar da língua Portuguesa. ÂNGELIS, Joanna. Convites da Vida, cap. 36 – Convite a Parcimônia. KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XXV, item 7. KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. TORCHI, Christiano. As Leis Morais na Atualidade, cap. 9. História da UMEN Reencarnação (19/07/2015) Aloir Rocha Reencarnação é uma porta Pra crescer e progredir; É a experiência que exorta Como devemos seguir. Aproveitemos os dias Com nossas lutas na Terra; Nem sempre são alegrias; Um dia acerta, outro erra. ♥ No fim, são sempre lições Que a Terra nos oferece Há sempre muitas razões Que a gente desconhece. Agradeçamos, agora, Os dias. Com ou sem luz; Amanhã tudo melhora, Se o nosso exemplo é Jesus. ♥

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BALBINA FERREIRA anos de idade. Entre muitos amigos, além de familiares seus, lá estavam na loja 113 da rua Coronel Moreira César, nº 126 (Espaço Chico Xavier) também companheiros de algumas instituições espíritas entre os quais alguns umenistas. Naquela oportunidade foi apresentado um pequeno opúsculo, contendo informações sobre importantes momentos da vida de Balbina e diversas poesias de sua lavra. Dentre essas, aqui reproduziremos apenas um, como amostra: “Quão bela será a vida E feliz a humanidade, Quando a terra, evoluída, Reinar a fraternidade.” Essa singela quadrinha, a meu ver, expressa bem o coração da nossa irmã centenária. Dedicou-se, ainda, ao estudo e ao ensino do Esperanto, que, como todos sabemos, foi criado pelo médico polonês Zamenhof, com o objetivo de unir os povos por uma língua comum. Ele tinha, então, 28 anos de idade. Nossos parabéns e votos de paz e progresso contínuo, com as bênçãos de Deus. Nossa querida Balbina, No dia de sua festa Trago oferta pequenina, Mensagem muito modesta. Deus proteja os seus caminhos; Haja sorrisos ou dores; E mesmo que existam espinhos, Muito mais sejam as flores. B albina foi a primeira Secretária Geral da UMEN. Dia 15 de agosto ela completou, nada menos que, 100 Aloir Rocha ♥ Aloir

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Uma Experiência no Trabalho Voluntário Norma Pinto E xistem experiências que se tornam tão preciosas em nossa existência, que se transformam em verdadeiras pérolas de grande valor. Ao ir ao Hospital do Inca visitar um pequenino ser de pouco mais de um ano, deparei-me com um grupo de pessoas de avental rosa, com a tarefa de informar, orientar, consolar e amar todos os que lá chegavam. E tudo faziam voluntariamente, seguindo o mandamento maior da Lei Divina: "AMAR O PRÓXIMO COMO A SI MESMO”. Desejei integrar-me àquele trabalho que me encantou e, após participar de um curso preparatório, lá estava eu empolgada e com uma imensa curiosidade por saber em qual setor seria colocada. É natural que todos almejem atuar junto às crianças, tão lindas e frágeis, e eu também desejava. Mas era outra a minha destinação e fui para o grupo dos laringectomizados. Nem conhecia esse termo, até entender que são pacientes que foram submetidos a uma cirurgia mais radical e que perderam as cordas vocais. Confesso que no início foi muito difícil, pois não conseguia dialogar com eles, não entendia os sons que emitiam e muito pouco os seus gestos. Na sua grande maioria, eram idosos, com muita carência afetiva e material, e nos davam sorrisos, carinho, gratidão, enfim, tudo de bom que precisamos para viver agradecidos ao Pai de Amor. Como não podíamos falar nem o nome de Deus, nem o de Jesus, muito menos qualquer princípio doutrinário, comecei a contar lindas histórias com fundo moral para o grupo. Às vezes levava algumas técnicas de integração, e a tudo eles eram receptivos. Já conseguia conversar, entender suas vivências, participar de seus medos, enfim, estabelecer laços de amizade. Agradeço à misericórdia divina pelos belos momentos de aprendizado que tive com esses irmãos, tanto os voluntários, como os enfermos, numa troca permanente de vibrações amorosas. Todos servindo e aprendendo na seara do Senhor. Uma benção!!! ♥

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Mesa-redonda - A Caridade no contexto da Casa Espírita Equipe de Divulgação oi realizada no domingo, dia 21 de junho, pela manhã, a nossa Mesa-Redonda que teve como tema principal: "O verdadeiro sentido da palavra CARIDADE como a entendia Jesus, no contexto da Casa Espírita". Em um clima de muita harmonia os expositores convidados versaram sobre temas ligados intrinsecamente a Caridade. Além de nos ajudar a compreender o verdadeiro sentido da Caridade dentro da Casa espírita, o encontro nos possibilitou momentos de reflexão sobre a benevolência, a indulgência, o perdão, o uso dos bens materiais em nossas vidas diárias, na nossa postura em relação ao próximo onde quer que estejamos. Agradecemos imensamente aos companheiros expositores e a Deus, pela oportunidade desses momentos enriquecedores para todos nós. FOI NOTÍCIA NA UMEN F Horários de Funcionamento da UMEN Reuniões Públicas (com transmissão ao vivo em nosso site) ● Domingo às 17:15 horas ● 2ª Feira às 8:45 horas ● 3ª Feira às 14:15 horas ● 5ª Feira às 20:15 horas Reuniões de Estudos ● 2 ª Feira às 16:30 horas - A Gênese ● 2ª Feira às 19:30 horas - O Livro dos Médiuns ● 3ª Feira às 15:30 horas - O Livro dos Médiuns ● 3ª Feira às 20:00 horas - O Evangelho Segundo o Espiritismo e O Livro dos Médiuns ● 5ª Feira às 9:00 horas - O Problema do Ser, do Destino e da Dor (Casa Florescer) ● 6ª Feira às 20:00 horas - Revista Espírita Sábado - 10:30 às 12 horas - O Novo Testamento (Casa Florescer) ● Sábado às 17:30 horas - ESDE - Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita Atendimento Fraterno ● 3ª Feira: às 20:00 horas ● Sábado: às 18:00 horas Assistência Social e Evangelização de Adultos ● 4a Feira às 13:45 horas ● Sábado às 8:00 horas Evangelização Infantil (de 0 a 12 anos) ● 5a Feira às 20:15 horas ● Sábado às 14:30 horas ● Domingo às 17:15 horas Evangelização da Juventude (de 13 a 25 anos) ● Sábado às 17:00 horas Evangelização para os Pais ● Grupo de Pais da Infância - Sábado às 14:30 horas ● Grupo de Pais da Juventude - Sábado às 17:00 horas Visita à Colônia Tavares de Macedo (Venda das Pedras) ● Todo 4º Domingo dos meses ímpares, com saída da UMEN às 8:15 horas Bazar Florescer ● Segunda-feira - 10:00 às 13:00, ● Terça, quarta e quinta - 15:00 às 18:00. Localizado na Casa Florescer UMEN - União da Mocidade Espírita de Niterói Rua Princesa Isabel, 45 - Bairro de Fátima 24070-035 - Niterói - RJ Tel (21) 2621-0308. Casa Florescer Rua Princesa Isabel, 55, Bairro de Fátima Prédio anexo à UMEN

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