Revista Feeling edicao 89

 

Embed or link this publication

Description

Revista Feeling edicao 89

Popular Pages


p. 1

ano 18 - edição 89 - Agosto/2015 Distribuição gratuita. Geração Velocidade de Caçador. Conheça 5 pilotos mirins que representam a cidade nas pistas de kart. Turismo que vale. A nova coluna da Revista Feeling A coluna, escrita pela publicitária Nathiara Borges, vai mostrar ao leitor pontos turísticos no Vale do Contestado. Com Stylo, com Taty de Paula Mais novidades para nosso leitor. A colunista Taty de Paula abordará assuntos variados sobre a região. Confira!

[close]

p. 2



[close]

p. 3

Editorial AGOSTO 2015 Capa Agosto 2015 Foto: Edumar Jr. Sumário 04 - Caçador em cena - Kartódromo de Caçador 05 - Especial Esporte - Paixão pelo Kart 09 - Artes - Arte Rupestre 10 - Ambiental - Meio Ambiente e a Corrupção 13 - Aconteceu 18 - Espiritualidade - Oração da Manhã 19 - Saúde e Beleza - Embelezamento facial masculino 20 - Gastronomia - Escalope Suíno Sulita 22 - Com Stylo com Tati de Paula 24 - Turismo 25 - Variedades - Edumar Jr. 26 - Mulheres que fazem - Lourdes Agostini Soares EXPEDIENTE Diretor Executivo: Alcir Bazzanella (jornalista -SC 1668 JP) Comercial: Edumar Jr. Diagramação: Giovana Castanheira Bazeggio Administrativo: Thiago Bazzanella Assessoria Jurídica: Gilson Kolross Revista Feeling AB Revista e Jornal Impressos Ltda Rua Irmão Guido Gabriel, 119 Fone: (49) 3567-1584 E-mail: redacao@abonline.com.br Caçador - SC - 89.500-000 Caros Leitores: s pessoas com mais de 60 já diziam: mês de Agosto é o "mês do cachorro louco", e que muitas coisas ruins sempre viriam a acontecer nesta época do ano. Acho que você também já ouviu algo a sobre esse assunto e alguma vez você já tenha pensado sobre isso. Há dúzias de superstições que são creditadas ao mês de agosto. Algumas são realmente engraçadas, tem quem diga que o mês de agosto é o mês do cachorro louco por causa da doença da raiva, que atingiu muitos cães justamente nesse mês e por isso são feitas campanhas de vacinação contra raiva. Deixando as lendas de lado que tal identificar as qualidades e significados do mês de agosto? Preferimos falar de coisas interessantes, a enumerar o motivo pelo qual agosto é conhecido por muitos como sendo o mês do desgosto. Não temos espaço para isso, não é mesmo? Afinal, pensamentos negativos atraem coisas negativas. Por isso pensemos positivo e esqueçamos essas crendices, pois nesse mês também comemoramos o dia dos Pais. Então vamos irradiar pensamentos positivos para todos os pais que cuidam e protegem seus filhos, estando longe ou perto, mas que de alguma forma demonstram seu amor pelos filhos. Vamos também driblar essas histórias místicas do nosso jeito de sempre, com matérias, sobre Moda, Turismo, Esporte, Artes, Gastronomia, enfim temos uma revista recheada de coisas boas. Nesta edição, temos duas novidades. A colunista Taty de Paula inicia sua coluna “Com Stylo”, trazendo ao leitor informações variadas. Confira na página 22. Também, iniciamos outra coluna, mas desta vez sobre o “Turismo que Vale”. A publicitária Nathiara Borges mostrará ao leitor pontos turísticos do Vale do Contestado. Boa leitura, pois nossa equipe está sempre inovando para fazer o melhor para você querido leitor . A Este órgão de comunicação não se responsabiliza por matérias ou artigos assinados, bem como por fotos cedidas por terceiros. AGOSTO 2015 - Feeling 03

[close]

p. 4



[close]

p. 5

Especial Esporte Paixão pelo Kart desde cedo O kartódromo caçadorense reúne, todo final de semana, aficionados pela velocidade. Entre eles, adolescentes com grandes condições de se profissionalizarem no esporte. Reportagem de Aline Ceccatto. ue o futebol é uma paixão dos brasileiros, isso ninguém nega. Mas se pensarmos em uma outra paixão, talvez o carro possa subir ao topo da segunda posição. Basta sair no trânsito brasileiro para perceber que a quantidade de automóveis cresce assustadoramente. Por comodidade, conforto, por não existir um transporte público de qualidade, pela situação econômica ou por Fotos: Edumar Jr. paixão, os motivos s ã o vá ri o s . E s s a admiração pelos carros também leva o s f ã s a acrescentarem mais um hobby, a corrida de Kart. Também com a possibilidade de começar desde cedo, o Kart já tem uma cena forte e consolidada no Brasil, com clubes, pistas, competições nacionais e internacionais e confirma ainda Os cinco pilotos representam Caçador em mais a paixão do competições estaduais e nacionais brasileiro por carro e corrida. O Kart tem origem americana, criado no anos 50 logo após a Segunda Grande Guerra, foram os pilotos os donos dessa ideia, eles queriam um pouco de diversão nos horários de folga. O primeiro kartódromo foi construído em 1956 por Art Ingels, batizado como o pai do Kart. Hoje em dia são mais de 10 categorias divididas de acordo com a idade e a experiência dos participantes das competições. E ainda mais, são cerca de 40 kartódromos homologados pela Confederação Brasileira de Automobilismo. Em Caçador, o Kartódromo Tutas Olsen reúne todos os finais de semana, os apaixonados por corrida, foi através do Kart em Caçador, que muitos iniciaram suas carreiras e hoje colhem vitórias. Exemplo disso, são os adolescentes, Pedro Henrique e José Victor Busato Adami, Stefano e Enzo Marins e representando as mulheres, Valentina Martins Olsen. Q o mesmo era uma brincadeira “sagrada” nas viagens que realizam a praia, em que o pai, José Adami Neto, o levava no Kart Indoor. A brincadeira era rotineira e envolvia também o irmão José Victor Busato Adami. Com um pouco mais de idade, o pai presenteou Pedro Henrique com um Kart e a partir desse momento, o que antes era diversão, se tornaria um treinamento sério, com responsabilidades e competições. Pedro conta que no início a mãe, Carla Busato Adami, não era a favor da brincadeira, que se tornaria mais séria. “Ela não apoiava muito, porque tinha medo”, mas segundo ele, depois de algumas corridas e vendo que o esporte possui os equipamentos d e s e g u r a n ç a necessários, além de ser algo que o filho muito queria, ela apoiou e até hoje junto com o pai é uma das grandes incentivadoras da prática do esporte. A o t o d o , foram mais de 20 competições, diversos troféus e centenas de Pedro tem como inspiração, o piloto de participações, com Formula 1, Lewis Hamilton corridas quase todos os finais de semana. Só neste ano, Pedro Henrique conseguiu duas ótimas vitórias, ficou em 3º lugar no Top Kart 2015, realizado no parque Beto Carreiro em Santa Catarina e em 5º no Campeonato Brasileiro de Kart, realizado em Nova Santa A brincadeira que virou esporte sério Finais de semana nas pistas de corrida, competição, viagens, uniforme, preparação, cheiro de pneu, graxa e muita velocidade. É assim a rotina de Pedro Henrique Busato Adami, de 13 anos, que compete há mais de cinco anos no Kart. Ele que tinha no Kart um esporte de lazer e que segundo Cada piloto possui seu equipamento próprio e adequado para a segurança durante a prática do esporte. AGOSTO 2015 - Feeling 05

[close]

p. 6

Rita, Rio Grande do Sul. Quando indagado sobre a possibilidade do Kart se tornar uma profissão e seguir carreira no automobilismo, Pedro Henrique é enfático em dizer. “Meu sonho é a Fórmula 1 e minha inspiração é o Lewis Hamilton”, ressaltando ainda, que mesmo sendo competidor não recebe cobrança da equipe e da família, mas que ele se cobra muito. O Kart como lazer É assim que José Victor Busato Adami, de 13 anos, define o automobilismo em sua vida. José Victor, junto com seu irmão Pedro Henrique, corria como diversão no Kart Indoor quando eram menores. O irmão iniciou as competições e José Victor, mesmo não competindo, sempre o acompanhava. No ano de 2013, o então chefe de equipe, Nelson Rodrigues do Amaral, o convidou para treinar. “Tenta experimentar, quando você corria como lazer você gostava, quem sabe você volta a tomar gosto e entra em José Victor sempre acompanhou competições também. Se o irmão e compete pelo lazer. iniciar logo, pode competir no Brasileiro”, ressaltou. José Victor, que aceitou a ideia, começou a andar e gostou. No mesmo ano, competiu no Campeonato Brasileiro. “Não levo como um esporte competitivo, mas participo porque gosto de correr, como lazer e diversão”, afirmou, dizendo que diferente do irmão, que muitas vezes fica nervoso com competições, ele não se preocupa, entra na pista tranquilo e dá o seu melhor, sem pensar no resultado. José Victor não pretende seguir a carreira no automobilismo, mas pretende correr muito ainda, e junto com o irmão trazer resultados positivos para Caçador e para o esporte. competições e campeonatos em que participa. Stefano começou na categoria cadete e super cadete, obtendo vários títulos, tais como: Bi campeão da Copa Sul de Kart, Campeão catarinense, Campeão da Copa Santa Catarina, Campeão Sul Brasileiro, Campeão do Festival das 500 milhas do Beto Carreiro, entre outros vice campeonatos. Em 2014, Stefano mudou de categoria, passando a correr na Jr. Menor, onde já no 1º ano se destacou com o Vice Campeonato Top Kart Brasil 2014 e vice campeonato da Copa das Confederações 2014. Em 2015, já mais experiente na categoria, conquistou o vice campeonato Sul Brasileiro e está no TOP3 do Campeonato Paulista de Kart. Foi campeão do Top Kart Brasil 2015 e consagrou-se vice campeão brasileiro de Kart 2015, sendo que o campeonato brasileiro é considerado o mais importante campeonato no país. “Quero seguir carreira no automobilismo. Sou apaixonado por isso, e sei que preciso conciliar a escola com o Kart. Se eu for bem na escola isso será pré requisito para eu ter o apoio dos meus pais no Kart”, completou. Stefano falou sobre a importância de fazer o que gosta, junto com a família e os amigos, recebendo o apoio, a parceria e o respaldo necessários. “No Kart, conquistei muitos amigos, na pista disputamos e somos adversários, mas fora dela, somos amigos e parceiros”, finalizou. O incentivo do irmão mais velho A tradição já vinha do irmão mais velho Stefano e assim Enzo Allage Marins, de 9 anos, iniciou no Kart em 2013, com 7 anos. Stefano, que já andava de Kart há algum tempo, foi seu grande incentivador, uma vez que o irmão mais novo o acompanhava em todas as corridas e competições. O pai Marcelo Marins, resolveu em 2013 presentear o filho com um Kart, para que ele pudesse ter a mesma oportunidade do irmão. Enzo iniciou a carreira na categoria mirim, Enzo recebeu incentivo do irmão, na qual se consagrou vice Stefano, para iniciar no esporte. campeão da Copa Santa Catarina de Kart em 2013, vice campeão catarinense, campeão sul brasileiro e campeão da Copa das Federações em 2014. Em 2015, passou para a categoria cadete, onde está participando com pilotos de até 11 anos, e já vem se destacando nos melhores campeonatos nacionais. O desejo de Enzo é evoluir no esporte com o sonho de chegar aos lugares mais altos do automobilismo. “O Kart representa para mim uma oportunidade de fazer algo que gosto, mas sei que isso exige dedicação, força de vontade, disciplina e auto controle para enfrentar os obstáculos no esporte”, completou. Gosto pela corrida Stefano Allage Marins, 13 anos, iniciou no Kart quando tinha 8 anos, em 2010. Na época, foi convidado pelo então presidente do Kart Clube, Heuro Tortatto, a participar de uma corrida local, apenas para ver se gostava do esporte. Aquela corrida foi importante para Stefano, pois foi ali que tomou gosto pelo esporte, o qual pratica até hoje e recebe grande d e s t a q u e n a s Enfrentando preconceito e quebrando barreiras A maioria das pessoas acha que kart e corridas é um coisa para meninos, mas existem meninas que adoram equipar os carros e correr nas pistas, e hoje graças a Stefano quer seguir no automobilismo, mas não deixa a escola de lado. 06 Feeling - AGOSTO 2015

[close]

p. 7

quantidade de mulheres na pista, essa opinião está mudando e as mulheres recebendo o seu reconhecimento. Valentina Martins Olsen, de 14 anos, vem para ajudar e reforçaro time feminino nas pistas, mostrar que as mulheres são capazes de ganhar vários títulos. O pai de Valentina, Robson Olsen, participava de corridas e treinos, a filha sempre o acompanhava e em 2010, após o seu amigo Stefano Marins lhe emprestar um Kart para Valentina convive com o machismo, mas dar uma volta, ela relata afirma que vai crescer no esporte. que se apaixonou pelo kartismo. “Quando parei nos boxes pedi para meu pai de presente um kart. Ele não falou nada. Depois de uns dias me levou para o kartódromo e quando abrimos o box lá estava um lindo kart, todo rosa, com meu nome impresso nele. Chorei muito de emoção. Nunca vou esquecer aquele dia. De lá pra cá nunca mais parei”, ressaltou. No ano de 2011 começou a participar de corridas oficiais, campeonatos regionais, estaduais (em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo) e campeonatos nacionais (como Copa do Brasil, Top Kart, 500 milhas, Copa das Federações, Super Kart Brasil e Campeonato Brasileiro). A rivalidade fica dentro da pista. Fora dela, são amigos. Os resultados sempre foram bons, conquistando vitórias e sempre estando entre os Top 10. Atualmente é ViceCampeã Catarinense na categoria Junior e no último Campeonato Brasileiro chegou na 7ª Posição, fazendo uma excelente prova de recuperação, depois de ter largado de última no grid por problemas mecânicos na pré-final. Com relação à velocidade, Valentina diz que encara de forma natural, não sentindo medo, pelo contrário, quando está no kart se sente segura e com vontade de acelerar, pilotando com concentração e buscando a vitória. Outro ponto que Valentina fez questão de ressaltar é o preconceito enfrentando, afirmando que hoje em dia é algo que ela aprendeu a conviver. “No começo, o preconceito era bem grande por eu ser uma menina competindo num mundo ainda dominado por homens, principalmente de pais de pilotos e mecânicos. Várias vezes ouvi nos boxes pais falando para seus filhos “se você perder para uma menina vou tirar você do kart. Homem não pode perder para mulher”. Com o passar do tempo conquistei meu espaço e também ganhei o respeito no mundo do kart, mas as vezes ainda tenho que conviver com manobras desleais, dentro da pista, quando um piloto percebe que eu o ultrapassei. No último Brasileiro, por exemplo, nas duas classificatórias, pilotos que eu tinha ultrapassado em uma curva me bateram na curva seguinte, me tirando da prova, em manobras “suicidas” no desespero de não perder para uma menina. Foram penalizados pelos comissários mas comprometeram todo o meu trabalho no campeonato”, frisou Valentina. Se pretende seguir carreira no automobilismo, Valetina afirma que sim, mas que o caminho é longo e são muitas categorias a serem vencidas. Por enquanto, seu plano pelo próximos três anos é o Kart, para depois, subir e conquistar outras categorias, podendo chegar a Categoria “rainha” do Turismo no Brasil, que é a Stock Car. AGOSTO 2015 - Feeling 07

[close]

p. 8



[close]

p. 9

Artes Arte Rupestre divulgação Giovana Castanheira Bazeggio rte rupestre é o termo que denomina as representações artísticas pré-históricas realizadas em paredes, tetos e outras superfícies de cavernas e abrigos rochosos, ou mesmo sobre superfícies rochosas ao ar livre. A Bisão na Caverna de Altamira. arte rupestre divide-se em dois tipos: a pintura rupestre, composições realizadas com pigmentos, e a gravura rupestre, imagens gravadas em incisões na própria rocha. Exibem uma iconografia variada, em vários "estilos", técnicas e materiais. Em geral, trazem representações de animais, plantas e pessoas, e sinais gráficos abstratos, às vezes usados em combinação. Sua interpretação é difícil e está cercada de controvérsia, mas pensa-se correntemente que possam ilustrar cenas de caça, ritual, cotidiano, ter caráter mágico, e expressar, como uma espécie de linguagem visual, conceitos, símbolos, valores e crenças. Muitas composições são louvadas pela sua beleza e refinamento e seu apelo visual. Por tudo isso, muitos estudiosos atribuem à arte pré-histórica funções e características comparáveis às da arte como hoje é largamente entendida, embora haja uma tendência recente de substituir a denominação "arte" rupestre por "registro" rupestre, considerando a incerteza que cerca seu significado. Permanece, de todo modo, como testemunho precioso de culturas que exercem grande fascínio contemporaneamente mas pouco conhecidas ainda Em geral as imagens são formadas por figuras de grandes animais selvagens, como bisões, cavalos, cervos, entre outros. A figura humana surge menos vezes, mas também é muito comum, sugerindo atividades como a dança, a luta e, principalmente, a caça, mas normalmente em desenhos esquemáticos e não de forma naturalista, como acontece com os dos animais. Paralelamente encontram-se também palmas de mãos humanas e motivos abstratos. Os pigmentos mais usados são o carvão, argilas de várias cores e A minerais triturados. Os veículos para os pigmentos são de determinação mais difícil, mas presume-se que possam ter sido usados sangue, excrementos e gordura animal, ceras e resinas vegetais, clara ou gema de ovos e saliva humana.. divulgação Animais representados na Caverna de Chauvet, em geral consideradas as mais antigas pinturas rupestres. AGOSTO 2015 - Feeling 09

[close]

p. 10

Ambiental Meio Ambiente e a Corrupção esta edição o Projeto PAÊS vem tratar de um tema muito atual que infelizmente não sai da mídia e parece estar longe de ter um desfecho. Trata-se da Corrupção no Brasil. Independente de ideologias ou partidos políticos, a análise da atual conjuntura brasileira, com alta da inflação, juros nas nuvens, crise econômica e política além das incertezas dos próximos cenários, cabe à reflexão de como enxergamos o meio ambiente em uma situação dessas. N Infelizmente, se está ruim para a saúde, para a educação, para a segurança, para as condições das estradas, para as empresas e para a agricultura, imagina para o cuidado com o Meio Ambiente. Cada dia sucumbe mais. Todos os esforços de praticamente duas décadas, que culminaram em vários benefícios através de legislações e consciência da população, num momento desses, vão por água abaixo. A explicação é simples: Sem as condições básicas atingidas, esforços a mais são praticamente impossíveis. Explicando melhor, todos os setores da sociedade, principalmente as classes mais baixas, quando começam a ter problemas financeiros para compra de alimentos, vestimentas, remédios e moradias, será possível que possam estar preocupadas com cuidados com meio ambiente? A questão é de prioridade! Talvez esta afirmação nos faça repensar algumas dificuldades de incluir ações de cuidados com o meio ambiente em áreas onde possui muito lixo jogado nas ruas, ou onde é difícil incutir a prática de separação de resíduos, assim como investimentos em empresas que precisam se adequar às normas para lançamento de efluentes... Sem dinheiro, tudo fica mais difícil! E onde está o dinheiro, grana, bufunfa, dindin?? Foi desviado pelos amigos do Rei. Ou seja, por privilégios, por poder, ou pela facilidade de dinheiro fácil, o dinheiro público escorre entre os dedos e se esvai como sangue. E como uma bola de neve, os problemas começam a aumentar até um momento de secar a fonte. Falando de meio ambiente, quanto dinheiro roubado não poderia ser utilizado em saneamento básico e em educação? Só para exemplificar, a falta deste investimento acarreta um montante de problemas como gastos posteriores em saúde e em gastos com tratamento de águas. A sociedade brasileira sofre uma crise maior que a econômica, que é a crise de valores. Quem não está no poder, almeja um dia chegar para também poder usufruir das maravilhas que se pode fazer com o dinheiro público. Quem não devolve o troco errado recebido a mais na padaria também é corrupto. Quem rouba um real é capaz de roubar um milhão. A sensação de impunidade e que toda esta onda virará pizza é tamanha que por vezes parece ser normal. A corrupção hoje está no auge, como nunca se viu. Não que em outras épocas também não houvesse roubo. Mas há o entendimento que antigamente roubavam escondidos e hoje não possuem a menor vergonha na cara. Tais constatações estão instaladas em todas as esferas do poder. Órgãos públicos e privados. Cabe-nos ter esperança de que com a crise se cresce! Ter inteligência para desenvolver novas tecnologias para a diminuição de energia elétrica e água, desenvolvimento de novos processos produtivos mais eficientes e que gerem menores resíduos. Depende dos nossos votos para elegerem 10 Feeling - AGOSTO 2015

[close]

p. 11

representantes menos corrompidos com o sistema e melhores intencionados com o bem comum. Precisamos de mais censo crítico e envolvimento nas políticas locais para sermos auditores dos gastos públicos e apontar problemas e soluções das dificuldades encontradas no dia-a-dia. O Projeto Paês que em seu nome vem almejar a Preservação Ambiental com a Economia Sustentável está trazendo bons exemplos de cuidado ambiental, e também está atento para tudo que prejudica o bem estar de nossa comunidade. Corruptos, estamos de olho! AGOSTO 2015 - Feeling 11

[close]

p. 12



[close]

p. 13



[close]

p. 14



[close]

p. 15



[close]

Comments

no comments yet