Edição 207

 

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Edição 207 da Revista Jornauto

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EXPEDIENTE - EDITORIAL Politicamente correto, mal nacional Por Gilberto Gardesani Não sou o primeiro nem o último a denunciar esse comportamento maléfico que predomina, não só nas esferas políticas, mas também entre os mais altos executivos que exercem poderes no setor privado, com destaque para aqueles que representam grupos empresariais em suas entidades. Salvo raras exceções. Quero, com isso, fazer um alerta e atingir um ponto crucial que está prejudicando a solução de graves problemas nacionais. Fico pensando como é que os dirigentes de importantes entidades que representam o poderio produtivo e comercial do País, que somam importantes parcelas do PIB, agem quando vão tratar de assuntos de seus interesses junto aos órgãos governamentais. Com quem eles falam? Com alguém que está eventualmente sentado na cadeira de determinado órgão público, nomeado por políticos fisiologistas? Que interesse tem essas pessoas em resolver qualquer assunto que não lhes traga proventos próprios? Que compromissos eles têm com a causa pública, sabendo que a qualquer momento podem ser substituídos por outro, na maré dos acordos de gabinetes? Por isso, defendo mudanças nas entidades representativas de empresas privadas. Sabemos todos que o Brasil vive, há muitos anos, com um governo que não atende aos mínimos desejos e necessidades dos cidadãos, quer na educação, na saúde, no transporte e na segurança, para citar os mais básicos. Não existem, ou se existem, estão apenas no papel. Nada é realizado nos planos de desenvolvimento em setores primordiais como infraestrutura que envolve as rodovias ferrovias, navegação, portos e aeroportos. Os planos se repetem apenas para efeito mercadológico, orientados por profissionais da comunicação pagos com dinheiro público. O setor de saneamento básico, por exemplo, vive uma verdadeira tragédia. Investir na coleta e tratamento de esgotos tiraria milhares de pessoas, notadamente crianças, das filas dos hospitais e postos de saúde. Mas não aparece, tudo fica debaixo da terra. É evidente que esse governo, em todos os níveis, precisa ser confrontado e, para isso, quem melhor do que as entidades que detém o poder em suas mãos. Mas, não do jeito em que estão estruturadas. Seus responsáveis ou são empresários ou executivos de empresas, isto é, empregados que podem, se agirem politicamente incorretos, perderem seus empregos. Basta um telefonema. E os empresários, por sua vez, sabem que suas empresas podem sofrer fiscalizações e serem penalizadas. É só procurar bem. É impossível cumprir à risca a verdadeira teia de leis que existem nesse país. É preciso mudar, mas como? Contratar executivos de fora para representar as entidades e fazer o que deve ser feito: confrontar o governo e exigir providências. O caso das inspeções técnicas veiculares Alguém é contra? Sim, os políticos, porque é “politicamente incorreto”. Arriscam-se a perder votos. Mas é necessária? Claro que sim, e com urgência! Por quê? Porque existem milhões de veículos nesse país que não têm a mínima condição de estar rodando em nossas ruas e estradas. Maioria não paga IPVA e muito menos as multas. Não são recolhidos porque não tem onde por. A justiça leva anos para concluir um processo. Enquanto isso, os carros não podem ser mexidos e o povo pagando espaço para guardá-los. Durma com isso. Mas vamos nos ater aos caminhões que é o nosso negócio principal. Ah, mas o governo não quer dispor de uma linha de financiamento que permita aos proprietários de caminhões velhos, imprestáveis, poluidores, perigosos e consumidores de combustíveis a trocá-los por outros novos ou mais novos! Ora, se esses proprietários não têm condições de obter ou assumir uma dívida com o crédito e as taxas atualmente disponíveis, é porque eles não devem ser proprietários de nenhum veículo. Devem ser dadas todas as oportunidades, claro, mas os caminhões que não conseguem passar por uma inspeção técnica séria, devem ser descartados, reciclados, vendidos a peso para as usinas. E eles o que vão fazer? Os que são motoristas profissionais, experientes, certamente vão conseguir emprego nas empresas que colocarão veículos adequados para substituir os deles. Acha que a solução é muito rígida, simplória? Tem outra? Apresente. Agora, voltamos à tese acima defendida. Como fazer isso? Pode chamar de ousada e utópica, mas não vejo outra maneira: as entidades que representam o setor, por exemplo: Anfavea, Sindipeças, Sindirepa, SAE, AEA, IQA e outras, devem constituir uma comissão, elaborar um decreto já totalmente pronto, regulamentado e jogar no colo dos responsáveis por sua aplicação e dizer: “É isso que nós queremos, é isso que o Brasil precisa”. E fazer cobranças públicas e insistentes. É exatamente assim que se constrói uma nação onde as pessoas possam sentir orgulho de poder viver, onde existe confiança, seriedade e a dignidade é respeitada. Mas, só com a responsabilidade dos cidadãos que detém o poder é que se pode mudar os rumos de um país, fugindo assim da condição de refém de uma classe política corrupta e fisiologista, que se apoderaram do dinheiro público e fazem dele o seu meio de vida. Assessor: Giulio Gardesani Tuvacek giulio.gardesani@jornauto.com.br Distribuição/Assinaturas: assinatura@jornauto.com.br Edição: Gilberto Gardesani editoria@jornauto.com.br Membro da Colaboradores: Adriana Lampert (RS) Alexandre Akashi (SP) Eliana Teixeira (ES) Fernando Calmon (SP) Guilherme Ragepo (BA) Luís Perez (SP) Mauro Geres (SC) Paulo Rodrigues (RS) Ricardo Conte (SP) Cultura automotiva EDIÇÃO 207 - Agosto - 2015 Diretoria: Gilne Gardesani Fernandez Gisleine Gardesani Tuvacek Administração: Neusa Colognesi Gardesani Cadastro: cadastro@jornauto.com.br Produção Gráfica: Daniel Moscardo Impressão: DuoGraf Uma publicação da Rua Oriente, 753 - São Caetano do Sul - SP Cep. 09551-010 | PABX: (5511) 4227-1016 contato@jornauto.com.br | www.jornauto.com.br Circulação Nacional: Distribuição dirigida aos diretores e principais executivos que decidem pelas marcas de veículos e peças utilizadas em suas empresas, nos segmentos de frotistas urbanos e rodoviários de cargas e passageiros, rede oficial e independente de oficinas mecânicas, retíficas, varejistas e distribuidores de autopeças, fabricantes de veículos, concessionários, autopeças, equipamentos, prestadores de serviços, sindicatos e associações de classes que representam todos os segmentos do setor automotivo brasileiro. 4 Revista Jornauto

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CAMINHÕES Ford Caminhões muda e comemora Gilberto Gardesani | São Bernardo do Campo – SP A Ford anuncia mudança na estrutura da sua Divisão de Caminhões e comemora produção da 400ª. unidade destacando, ainda, crescimento na participação de mercado E mais, anunciou o lançamento de seis novos caminhões no decorrer deste ano, ampliando ainda mais seu portfólio em um segmento considerado como o mais competitivo da indústria automobilística do Brasil, o de veículos comerciais, onde as decisões de compra são exclusivamente técnicas. Steven Armstrong, presidente da Ford América do Sul destacou a visão global da Ford no negócio de Steven Armstrong caminhões, com operações na América do Sul, América do Norte, Europa e futuramente na China. “Especificamente no Brasil, temos uma tradição sólida de mais de 90 anos montando caminhões e 58 anos produzindo os veículos nacionalmente. Nos últimos anos, realizamos importantes investimentos em caminhões, em uma linha inédita de veículos para o segmento de extrapesados, além de lançar o Cargo 1119 e a Série F. Agora, teremos novos produtos, entre os quais versões automáticas que garantem mais conforto ao motorista e um caminhão com configuração 8x2, que permite maior rendimento em determinadas operações”, afirmou. Ford F-4000 versão 4x4 mercado: motor Cummins, eixos Meritor, Dana e transmissão Eaton de seis ou nove marchas. Em breve, será oferecido também na versão 8x2 de fábrica, ampliando o seu campo de aplicação. Participação cresce Para Antonio Baltar, gerente de Marketing e Vendas da Ford Caminhões, “os novos modelos contribuíram, no acumulado dos primeiros seis meses do ano, para a marca ganhar 5,9 pontos percentuais nos emplacamentos, comparado ao mesmo período de 2014. A participação de mercado cresceu para 19%. Neste primeiro semestre, a Ford foi a marca que mais cresceu, dando sequência à série de resultados melhores que os da indústria em 2015. Liderou, ainda, os segmentos de caminhões semileves e leves. A indústria de caminhões já apresenta uma redução da ordem de 41,7%, enquanto a Ford teve uma queda menor, da ordem de 15,2%”. Baltar destaca que a Ford ampliou a liderança no segmento de caminhões semileves com o F-350, com 44,6% de participação no acumulado do ano. Esse modelo é muito usado por profissionais autônomos e aplicações como entregas fracionadas, serviços de manutenção e distribuição comercial, facilitado Antonio Baltar pela configuração única de cabina recuada, baixa, de fácil acesso e tem Lançamentos recentes A Ford tem sido feliz em seus lançamentos, notadamente aqueles modelos que disputam espaço nos segmentos de semileves, leves e médios. A decisão de relançar os modelos F-350 e F-4000 alterou radicalmente a presença da marca no mercado de leves, carente de um produto com aquelas características. O F-350, segundo o fabricante, é um caminhão versátil, robusto e com configuração diferenciada no mercado e hoje é o líder entre os semileves. O F-4000 é o único leve a contar com uma versão 4x4 para atender clientes tanto nas cidades como nas zonas rurais. Além desses, a Ford lançou o Cargo 1119, Cargo 1723 Kolector e Cargo 2429. O Cargo 1119 é um caminhão do chamado segmento de leves que, de acordo com o fabricante, tem a maior potência e capacidade de carga da categoria. O médio 1723 Kolector já vem equipado para compactar resíduos e também tem obtido bom resultado nessa atividade específica. Na categoria mais acima, a versão 6x2 do Cargo 2429 também vem crescendo em participação, com mais de 10.500 unidades vendidas desde o seu lançamento, diz a Ford. Esse modelo é considerado pela Ford como produto de grande versatilidade e seu trem de força tem o que de melhor oferece o 6 Revista Jornauto

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demonstrado robustez e capacidade de rodagem, com peso bruto total de 4.500 kg. Na sua apresentação, Baltar mostrou números onde, no segmento de caminhões leves, um dos maiores da indústria, a Ford foi líder com 31,5% no acumulado de 2015, com três modelos: Cargo 816, Cargo 1119 e F-4000. Um ganho de 6 pontos percentuais de participação. A nova versão do Cargo 816, com PBT de 8.250 kg, respondeu por praticamente metade das vendas da marca e foi um dos líderes do mercado. Conhecido como Carguinho, o modelo conta com três opções de distância entre-eixos, banco com suspensão a ar e disputa a preferência dos usuários que operam no transporte urbano de carga. Baltar afirma que o Cargo modelo 1119, com PBT de 10.510 kg, tem a maior potência e capacidade de carga da categoria. Situado numa posição intermediária entre os modelos de 8 e 13 toneladas tem, como ponto forte, a capacidade de carga útil de 7.164 kg para aplicações urbanas e rodoviárias de curta distância. O F-4000, único com rodado duplo no segmento, combina o conforto da cabina convencional e a opção de tração 4x4 para serviços fora de estrada. Com PBT de 6.800 kg, é um dos modelos mais tradicionais do Brasil e famoso pela versatilidade. Cargo modelo 1119 Entre outros projetos, foi engenheiro no programa de desenvolvimento dos caminhões Cargo e atuou também no desenvolvimento do Escort e ônibus, até 1990. “Como engenheiro, trabalhei no desenvolvimento da linha Cargo e sempre estive ligado à área de Caminhões nos programas de qualidade e desenvolvimento de fornecedores para essa operação. Assumo a nova função num momento de grandes desafios impostos pela queda do mercado. Mas, temos uma visão de longo prazo, oferecendo uma linha de produtos que se destaca pelo custo-benefício. Temos uma equipe altamente preparada e uma fábrica com muita flexibilidade”, disse João Pimentel. Flávio Costa também assume como novo responsável pela área de marketing de caminhões. Novo diretor O presidente Armstrong anunciou a chegada de um novo diretor para a Divisão de Operações de Caminhões para a América do Sul. Ele é João Pimentel, executivo que está na Ford há 35 anos, atuando em diversas funções nas áreas de Desenvolvimento de Produto, Qualidade e de Compras, da qual foi diretor. Ele sucede a Guy Rodriguez, que passou a comandar a diretoria de Marketing, Vendas e Serviços para automóveis e picapes substituindo João Pimentel Jorge Chear, que se aposentou. Engenheiro mecânico formado pela FEI – Faculdade de Engenharia Industrial, João Pimentel possui máster em Administração e Finanças pela Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. Ele iniciou a carreira na Ford em 1980, na Engenharia de Produtos. 400º. unidade produzida Outro acontecimento que mereceu comemoração por parte da Ford foi o de anunciar o marco de 400.000 caminhões produzidos na Fábrica de São Bernardo do Campo, SP, desde o início do seu funcionamento, em 2001. A unidade 400.000 escolhida foi um modelo Cargo 2429 da linha de pesados. Essa instalação foi planejada especialmente para a produção de veículos comerciais. Anteriormente, a linha de montagem funcionava na capital paulista, no tradicional bairro do Ipiranga. Portanto, a produção de 400.000 unidades refere-se exclusivamente ao período na unidade fabril na cidade de São Bernardo do Campo que tem capacidade instalada de 40.000 veículos por ano e produz quatro tipos diferentes de cabina na mesma linha, entre modelos da Série F e Cargo dos segmentos de semileves, leves, médios, pesados e extrapesados. “Atualmente, estamos trabalhando abaixo da nossa capacidade e buscando soluções para adequar a produção à demanda. Mas queremos estar preparados para atender uma retomada o mais breve possível, trabalhando muito para mostrar que os caminhões Ford são uma excelente opção e criando novas soluções para atender os vários segmentos de mercado”, disse Pimentel. “Os futuros lançamentos têm um foco claramente definido em oferecer versatilidade, desempenho e o melhor valor de compra. A nossa missão vai além da comercialização de veículos”. “Temos 140 distribuidores exclusivos em todo o País e queremos ser reconhecidos também pelo nosso pós-venda, com um foco forte em serviços. Dispomos de um plano de manutenção muito competitivo e somos o único fabricante de caminhões a oferecer de série o Ford Trac, ou seja, o sistema de rastreamento e monitoramento mais avançado do mercado, que dá segurança e economia para o frotista”, enfatiza João Pimentel. Revista Jornauto 7

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CARGA – MEDICAMENTOS Mercado sem remédio amargo Ricardo Conte | São Paulo – SP D Um dos poucos mercados que têm boas perspectivas para os próximos anos é justamente aquele especializado no transporte de medicamentos e produtos fármacos. Sorter Ativa e acordo com o IMS Health, que audita o setor em todo o mundo, até 2016 o Brasil será o quarto maior mercado mundial na área farmacêutica, atrás apenas dos EUA, Japão e China. Remédio é o quarto no ranking dos bens mais conduzidos no mercado interno. Perde apenas para alimentos, eletroeletrônicos e móveis. Segundo o Sindusfarma, o sindicato da indústria paulista, o setor no Brasil obteve, nos últimos seis anos, um crescimento médio nas vendas de 16,5% ao ano. Está otimista para 2015, mas estima aumento menor entre 7% a 7,5%, devido à econômica restritiva. Afinal, de tudo que é transportado hoje, 20% corresponde a medicamentos. Em 2014, as vendas da indústria no mercado nacional, sem desconto, mas com impostos inclusos, chegaram a R$ 65,8 bilhões, 13,2% a mais que 2013. Os remédios genéricos, incluindo os que não exigem prescrição médica, têm dado um impulsivo significativo. Avançou 18,5% no mesmo ano, registrando R$ 16,2 bi. Já representa 25,4% da receita nacional. Mas a cadeia desse mercado é muito maior. Recente estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), entidade independente, divulga que, incluindo ainda todos os canais no atacado/varejo e exportação, o movimento atingiu R$ 125,07 bi em 2014. E espera totalizar R$ 132,15 bi em 2015. “O acesso à informação, a expansão de planos de saúde, o aumento do uso da rede pública, entre outros aspectos, geraram maior demanda por medicamenGilberto Luiz do Amaral tos”, afirma o presidente Gilberto Luiz do Amaral. Mauricio Miranda Todo cuidado é pouco Não à toa que a cadeia fria tem crescido exponencialmente nos últimos anos. O transporte e armazenamento corretos são fundamentais para manter a integridade dos medicamentos, sendo descritos nas Portarias 802/98 e 344/98, sob a fiscalização da Anvisa, órgão de vigilância sanitária. E é aí que entram as transportadoras com tradição. Evoluem e se profissionalizam na busca de soluções eficientes para superar gargalos logísticos, tanto da segurança quanto da qualidade do manuseio da carga, e do próprio transporte, gerenciando a temperatura e umidade para cargas secas entre 15° C a 30° C. Uma tendência mundial já que dentro de um caminhão pode ultrapassar fa- cilmente os 40º C e comprometer a integridade dos produtos. No Brasil, uma das dificuldades desse controle efetivo são as variações climáticas e a extensão geográfica. Os desafios dessas empresas para respeitar os cuidados exigidos pelo mercado são enormes. Basta um vacilo para colocar em risco a saúde do consumidor final e prejudicar a indústria. Segundo Mauricio Miranda, gerente Regional Comercial da Ativa, operadora logística de carga fracionada, toda sua operação envolvem módulos, ou seja, da coleta até sua armazenagem nos terminais. São movimentados por carrinhos hidráulicos em “pallets” até nas transferências entre veículos. “Não é feito manuseio, digamos, a granel para diminuir riscos de avarias”, disse. A Ativa surgiu em 1996, dois anos antes da regulamentação do transporte e distribuição de fármacos e cosméticos. Atua “full-time”, coletando à noite, gerenciando e separanCâmara frigorífica do tudo por rota, para embarque e frota o embarque, logo cedo, pela manhã. Usa o “cross-docking”, processo de distribuição na qual a mercadoria recebida é redirecionada quase sem armazenagem prévia. “A ideia é que não fique parada”, explica. 8 Revista Jornauto

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Genéricos impulsionam negócios 45% do faturamento são representados pelo segmento de medicamentos. O restante é distribuído nos setores de brinquedos, confecções, têxteis e de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos. “Produtos que não conflitam com remédios”, disse Miranda. Seu maior volume de transporte de medicamentos é o de genéricos de consumo rápido. “A rede farmacêutica não trabalha com estoque, mas com a falta e reposição imediata de um produto”, argumenta. Além disso, atua como operadora logística, na guarda de carga sob controle de temperatura até a venda do produto pelos clientes, que somam 700. Para isso, mantém frota de 500 veículos próprios e terceirizados que rodam os Estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo e infraestrutura que incluem “sorters” (esteiras rolantes) para movimentação interna das mercadorias. A responsabilidade é imensa e, por isso, cada filial tem um farmacêutico dedicado ao gerenciamento, inclusive pelo treinamento do pessoal envolvido nas operações. Criada em 1998, atua em outros mercados como autopeças, calçados, confecções, cosméticos, eletroeletrônico, informática e telecomunicações. Independente disso, sua frota recebe igual tratamento de limpeza e vistoria. “É regra da empresa”, explica. Agilidade é a chave Segundo o executivo, o que diferencia a carga é a prioridade dada a produtos fármacos – em especial medicamentos prescritos cujos prazos de entrega são mais rígidos – que tem área climatizada, acondicionamento isotérmico e controle de temperatura. A Mira tem câmara climatizada reservada para a área fármaco e veículos equipados com baús isotérmicos. Um transporte que exige da empresa obter algumas licenças, tais como Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE), Certificado de Regularidade do Conselho Regional Farmacêutica (CRF) e Autorização Especial (AE) expedida pela Anvisa. “Somos regidos por todas as regras de controle exigidas pela Anvisa. Por exemplo, temos farmacêuticos contratados em cada uma das nossas 17 filiais, que faz a função de controlar o monitoramento através de planilhas de hora em hora e administrar treinamentos específicos sobre manuseio de fármacos”, conta. O tempo maior de carga parada na Mira – pouco mais de 10 horas – acontece na transferência de São Paulo para Goiânia (GO), um longo percurso de mil quilômetros. Chegando lá outro veículo o espera para a distribuição local logo pela manhã, finalizando a entrega até meio-dia. “Essa prioridade na entrega é para ficar o mínimo de tempo no trânsito”, explica. Expressivo reflexo nas receitas De olho no aquecimento desse mercado nas regiões Sul e Sudeste, a Ativa vem investindo, nos últimos anos, na modernização do seu Centro de Distribuição de São Paulo e ampliação de suas filiais, como Curitiba (PR) e Viana (ES). Segundo o executivo, a empresa conta com 22 filiais, sendo que sua maior operação está concentrada no Sudeste. O terminal com maior movimentação continua sendo São Paulo. A transportadora obteve crescimento de 31% em 2014. “Temos como desafio crescer 18% este ano”, projeta. O Grupo Mira, que concentra suas operações no Centro-oeste e Norte, a partir da capital paulista, também espera crescer acima de dois dígitos este ano. “Crescemos 12% no faturamento de 2014 e 8% no segmento de medicamentos”, disse o diretor comercial Geraldo Corrêa. Produtos fármacos e medicamentos representam 12% do faturamento dos negócios, refletindo 10% do peso transportado. E olha que sua frota de 350 caminhões, excluindo terceiros, roda anualmente, em média, mais de 18,1 Geraldo Corrêa milhões de quilômetros, movimentando 20,1 milhões de toneladas. Revista Jornauto 9

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CARGAS - MEDICAMENTOS Crise na economia? Aqui não! Michelle Monte Mor | São José do Rio Preto - SP Transportadora de medicamentos em São José do Rio Preto aponta meios para driblar a crise e se manter no segmento Q ualidade dos serviços, valor do frete e prazo rápido para entregas são os pontos destacados pela gerente geral, Ana Paula Braguini Nunes Kudo, que levam a Nikkey Rio Preto Logística e Transportes LTDA a enfrentar a concorrência acirrada no segmento de transportes de medicamentos. “Nós atuamos somente no ramo de medicamentos e produto hospitalar. Nossa entrega é rápida, o prazo não chega a 12 horas”, diz. Com relação à crise na economia, a gerente da Nikkey afirma que ela não atingiu a empresa. “Todo mundo precisa de comida e remédio. No meu segmento não tive crise nenhuma. Pelo contrário, registramos aumento de clientes e também de produtividade”, afirma. E os números provam isso. Em 2014, a transportadora registrou faturamento de R$6,6 milhões. E para este ano, a expectativa é que o valor fique em R$ 10 milhões. Ana Paula B. Nunes Kudo O volume de carga transportada em 2014 foi de 20 mil caixas por dia. E a empresa espera aumentar esse número em 40% este ano. Para isso, investiu cerca de R$1 milhão em uma nova frota, que conta com sete veículos próprios, e também no sistema integrado TMS. Além dos veículos próprios, a Nikkey conta com 106 terceirizados, sendo cinco caminhões e três vans. Trabalham com 42 distribuidores de medicamentos. Em 2015, os investimentos devem receber aumento de 20%. “Queremos mudar e melhorar os nossos locais de armazenamento”. Outro problema enfrentado são os extravios e roubos. Somente este ano, foram registrados seis roubos. “Os ladrões tiram o rastreador e levam somente a carga. Nós conseguimos recuperar cinco veículos e pagamos pela mercadoria. Infelizmente, isso faz com que tenhamos prejuízo de até R$25 mil, por mês”, diz Ana Paula Kudo. Regras e exigências Para fazer o transporte de medicamentos, é preciso ter um Certificado do Conselho Regional de Farmácia, Autorização da Anvisa e da Vigilância Sanitária. E mais: deve ter um farmacêutico responsável trabalhando na empresa. “A documentação e as taxas da Anvisa são muito altas. Aqui na Nikkey pagamos quatro taxas de R$15 mil, cada”, explica Ana Paula Kudo. Força no Interior A Nikkey Rio Preto surgiu em 2012, em São José do Rio Preto, SP, para atuar no segmento de transportes de medicamentos e produtos hospitalares. Conta hoje com 134 colaboradores, entre funcionários registrados e terceirizados. A matriz e o centro de distribuição ficam em São José do Rio Preto. Conta com oito filiais: Bauru, Americana, Ribeirão Preto, Araçatuba, Marília, Presidente Prudente, Franca e São João da Boa Vista. Atende 597 cidades do interior de São Paulo, de terça a sábado. “Cada uma das nossas rotas roda em torno de 500 quilômetros por dia. Isso dá cerca de 30 mil quilômetros por dia”, diz Ana Paulo Kudo. Cuidados no transporte Além do investimento contínuo em logística, frota e treinamento de pessoal, o transporte de medicamentos necessita de muitos cuidados. De acordo com a gerente geral da Nikkey, os produtos já vêm embalados e refrigerados para a entrega. “A nossa entrega é rápida e o produto não fica armazenado aqui. Mas, para áreas mais distantes, utilizamos termômetros nos veículos, para manter a temperatura correta.” Outro cuidado imprescindível é o armazenamento da carga. “Nós paletizamos as caixas e as colocamos em gaiolas para que não amassem. Todas são cuidadosamente identificadas. Investimos muito em novas formas de transporte para diminuir as avarias. Antes, chegávamos a pagar até R$15 mil por mês em danos”, afirma. 10 Revista Jornauto

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CARGAS - MEDICAMENTOS Transmed não para de investir Adriana Lampert | Porto Alegre - RS Custo da operação da empresa gaúcha que atua há 34 anos exclusivamente no transporte de medicamentos, correlatos e equipamentos cirúrgicos, já representa 65% do faturamento de R$ 7 milhões. E não há perspectiva de crescimento para 2015. “Estamos estagnados”, admite o gerente de operações da transportadora, Mário Gonzatti. Além do cenário econômico desaquecido, o custo é alto para manter a renovação constante de 30% da frota de 52 veículos próprios, e ainda superar uma série de dificuldades que desafiam constantemente a manutenção da empresa no mercado. “Nossos 42 motoristas Mário Gonzatti precisam ser constantemente treinados e bem remunerados, com salários que superam aos aplicados à categoria. Não à toa, nossa folha de pagamento, em geral, duplica a cada ano. Também há um esforço extra no que se refere à tabela de frete, que precisa ser adequada a cada cliente”, comenta o gestor. Ainda assim, em maio, a empresa investiu R$ 1,65 milhão na aquisição de seis veículos novos. Isso porque o tempo médio da frota – de trucks, tocos, furgões, caminhonetes e kombis – não pode passar de três anos. E para cada um que roda, dois são reservas em boas condições. Tudo para garantir acerto nas entregas diurnas e noturnas em diversas cidades do interior do Rio Grande do Sul, localizadas nas quatro principais regiões do Estado. Ao todo, a Transmed cumpre uma rota de 5.000 Km/dia. Mesmo utilizando baú refrigerado, os motoristas são orientados a não parar na estrada em viagens de até 350 quilômetros. “Se for o caso, se antecipa o almoço, para que o veículo não fique exposto ao sol, pois isso pode tirar a eficácia de alguns medicamentos.” Outra questão observada é o manejo dos produtos, para que não se amasse as embalagens; e a limpeza dos veículos, que é feita com acompanhamento de farmacêuticas. Vocação supera riscos Com matriz em Bento Gonçalves e uma filial em Porto Alegre, a Transmed necessitaria transferir sua base para São Paulo, para melhor atender os 2,5 mil clientes da cartela. “Entregamos as cargas no Rio Grande do Sul, mas muitas mercadorias chegam de outros estados. No entanto, não há perspectiva de mudarmos para o Sudeste do País”, admite Gonzatti. Outra preocupação constante na rotina do gestor é com o fato de a empresa trabalhar com uma “carga visada”. Em dois anos, foram dois assaltos com perda total de mercadoria. No episódio mais recente, em setembro de 2013, o prejuízo foi de R$ 1,2 milhão. Mas mesmo com as “intempéries” do serviço, o gestor afirma que a empresa cumpre o trabalho com vocação. Uma das iniciativas foi implementar supervisão interna e predeterminar que o motorista é responsável pela carga do início ao fim da operação. E somente com essa medida, o índice de extravio ou erro de entrega de mercadorias zerou. “Buscamos ser 100% corretos: temos todas as certificações exigidas. Para se trabalhar com medicamentos, deve-se passar antes pelo aval do Conselho Regional de Farmácia e da Secretaria da Saúde do Município (que avalia se espaço físico está em condições), para somente depois iniciar o processo de certificação junto à Anvisa – e depois manter as autorizações em dia”, ensina o gerente de operações. “Gasta-se o dobro do investimento de uma transportadora comum, pois é preciso ter ambulatório em espaço físico diferenciado, e que esteja instalado o mais próximo possível dos hospitais que se trabalha.” Revista Jornauto Peso da especialidade Gonzatti explica que um empecilho comum enfrentado pela Transmed é a concorrência “desleal”, que cobra mais barato pelo serviço por não trabalhar exclusivamente com fármacos e equipamentos médicos. “Carregamos somente o que é entregue em hospitais (conforme exigência da Anvisa), e que às vezes não passa de R$ 100,00 em frete. No entanto, há quem transporte até pedra e gasolina, entre outros produtos, no mesmo caminhão que leva remédios”, reclama o gerente operacional. Além de medicamentos, a Transmed carrega inúmeros equipamentos e acessórios médicos, material de uso diário em hospitais ou de uso cirúrgico (correlatos), medicamentos controlados e materiais de análise de laboratório, que não podem ser contaminados. Para viabilizar este negócio, os cuidados no processo são um dos pontos principais. 11

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CARGA - MEDICAMENTOS Transportadora capixaba espera crescer 20% neste ano Eliana Teixeira | Serra- ES Uma das empresas mais atuantes do Espírito Santo no segmento de transporte de medicamentos, a VeltenLog investe em equipamentos e segurança A transportadora VeltenLog, sediada em Serra, Região Metropolitana da Grande Vitória, tem uma projeção de crescimento de 20% para este ano. O cálculo é baseado no faturamento registrado no ano passado, de R$ 12,8 milhões. Uma das mais atuantes do Espírito Santo no setor de transporte de medicamentos, a VeltenLog possui uma frota de 15 veículos próprios, que inclui furgão, três quartos e toco, além de 180 veículos Marcio Schelmam Velten agregados, entre eles vans, trucks e carretas. Com matriz no Espírito Santo, a empresa atua em outros estados do Sudeste: Rio de Janeiro e Minas Gerais. De acordo com Marcio Schelmam Velten, diretor comercial da transportadora, a média anual de quilômetros rodados chega a 11,3 milhões e o volume anual de cargas de produtos farmacêuticos ultrapassa 2,1 milhões de unidades. A VeltenLog tem, ao todo, 78 colaboradores diretos e 20 indiretos, cinco filiais, sendo três no Espírito Santo e duas no Rio, além de 45 clientes de muita importância a nível regional. Estão entre eles as quatro maiores distribuidoras de medicamento do país: Panpharma, Profarma, Santa Cruz e Droga Center. os produtos termolábeis e realizar o controle de pragas nos veículos a cada 90 dias. Segundo Marcio Schelmam Velten, o transportador que deseja operar nesse segmento deve contar com um profissional farmacêutico em seu quadro de colaboradores, mas a mão de obra não precisa, necessariamente, ser especializada. “Os motoristas serão treinados e orientados pelo profissional farmacêutico dentro da legislação e do manual de boas práticas do transportador”, pontuou. Totalmente legalizada Para funcionar, a transportadora necessita de uma série de certificados de órgãos de controle, como Alvará Sanitário, Autorização de Funcionamento, AFE (Autorização de Funcionamento - ANVISA), AE (Autorização Especial de Medicamentos Sob Controle - ANVISA), CRT (Certidão de Regularidade Técnica), entre outros documentos legais. Além disso, atuar no setor implica investimentos, como em qualquer outro negócio. De acordo com o diretor, os mais importantes já realizados pela VeltenLog foram instalar climatizadores nos veículos e armazéns, termo-higrômetros para controle de temperatura e umidade e estrados de plástico no baú dos veículos. Apesar do roubo desse tipo de carga ser um dos problemas mais comuns em outros estados, o Espírito Santo tem um índice muito baixo. Mesmo assim, a empresa investe em Segurança. “O monitoramento, o rastreamento e a blindagem dos veículos são medidas essenciais para garantir uma operação segura e dentro do que os clientes esperam”, comentou Marcio Velten. Qualidade e segurança Uma das prioridades da empresa é assegurar que os produtos farmacêuticos não sofram deterioração. “As transportadoras devem garantir que o transporte desses produtos seja realizado de acordo com o que determinam as Boas Práticas de Transportes”, disse Marcio. As principais medidas adotadas são: transporte dos produtos em veículos climatizados ou refrigerados, a fim de garantir a temperatura ideal; higienização dos veículos de entrega; uso de veículos fechados; não expor os produtos diretamente ao sol e à chuva; controle diário de temperatura e umidade; descarregar primeiro 12 Revista Jornauto

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AUTOPEÇAS Sindirepa-SP premia melhores fabricantes Alexandre Akashi | São Paulo - SP Gilberto Gardesani | Pesquisa A 6ª edição do Prêmio Sindirepa-SP - Melhores do Ano - premiou fabricantes de autopeças, tintas e as companhias de seguros que se destacaram entre os reparadores automotivos P elo sexto ano consecutivo, o Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo (Sindirepa-SP) premiou fabricantes de autopeças, tintas e as companhias de seguros que mais se destacaram no setor. A cerimônia de premiação contou com a presença de reparadores e representantes de fábricas, distribuidores e varejistas. O presidente do Sindirepa-SP, Antonio Fiola, comenta que o prêmio visa destacar a valiosa contribuição de empresas que oferecem suporte ao reparador. “Isso garante melhoria contínua no atendimento ao consumidor”, diz. Quesitos exigidos Ao todo, foram entregues prêmios para 22 categorias: amortecedores, baterias, bombas de combustível, catalisadores, componentes para motor, correias, embreagem, equipamentos de diagnóstico de motores, ferramentas, filtros, juntas de motor, lâmpadas automotivas, molas, óleo lubrificante, pastilhas de Antonio Fiola freio, pneus, radiador, retentores, rolamentos, velas de ignição, tintas automotivas e companhia de seguros. Foram premiadas três empresas em cada categoria, com exceção para velas de ignição que contou apenas com duas participantes: NGK, que ficou em primeiro lugar, e Bosch. Segundo a organização do prêmio, a seleção das empresas vencedoras foi feita através de uma consulta a 300 associados do Sindirepa-SP e levou em consideração quesitos como marca, qualidade, resultado e assistência técnica de empresas que contribuíram com o desenvolvimento do segmento de reparação de veículos. Confira na tabela os vencedores de cada categoria. Incentivo às marcas Mônica Cassaro, diretora de marketing e comunicação da unidade Aftermarket do grupo Magneti Marelli Cofap Autopeças, comenta que o prêmio é um incentivador para as indústrias. “Esta noite foi muito especial ao consagrar a Magneti Marelli Cofap Autopeças como uma das líderes do setor, e este reconhecimento nos estimula a seguir buscando sempre o melhor atendimento a nossos clientes”, diz. Vencedora na categoria Amortecedores, a Magneti Marelli Cofap Autopeças levou ainda o segundo lugar nas categorias Molas e Componentes de Motor, e o terceiro em Catalisadores. “É sensacional recebermos novamente o reconhecimento do nosso público. Isso é resultado do comprometimento de toda uma equipe, que trabalha com dedicação para oferecer produtos, serviços e tecnologia diferenciados no mercado, contribuindo efetivamente na qualidade de vida das pessoas, através de produtos que minimizam a emissão de poluentes.”, comenta Valdecir Rebellato, Gerente de Engenharia e Qualidade Mastra. Revista Jornauto 13

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AUTOPEÇAS Presente na cerimônia de premiação, Pedro Ortolan, diretor de vendas, reposição e marketing, destaca a importância do reconhecimento. “O mercado de reparação automotiva é muito importante para a MANN-FILTER e receber esta premiação é uma indicação de que estamos sendo reconhecidos pelo desenvolvimento de produtos que seguem as especificações das montadoras e que atendem as necessidades de nossos clientes reparadores”, comenta o diretor. Valdecir Rebellato, Gerente de Engenharia e Qualidade Mastra e Mariah Jambas, Supervisora de Marketing da Mastra Sempre muito próxima dos profissionais do setor, a Monroe, líder mundial no desenvolvimento e fabricação de amortecedores, foi eleita uma das marcas preferidas do reparador automotivo pelo Prêmio Sindirepa-SP – Melhores do Ano. Realizada em São Paulo (SP), a cerimônia premiou empresas de 22 segmentos, por meio de pesquisa com 300 associados da entidade, que contam com a clasWalter Marques, diretor do sificação Ouro, Prata e Bronze. A Sindirepa-SP, e Ecaterina Grigulevitch, Monroe garantiu o segundo lugar gerente de Marketing da Monroe na categoria amortecedores. “O prêmio nos deixa muito orgulhosos. É o reconhecimento dos nossos esforços para levar ainda mais conhecimento ao profissional do setor”, avalia Ecaterina Grigulevitch, gerente de Marketing da Monroe. “Ser premiado é sempre bom, mas esse reconhecimento do Sindirepa nos deixa ainda mais honrados, uma vez que é a escolha dos reparadores, ou seja, aquelas pessoas que recomendam, compram e aplicam nossos produtos. São os reparadores, a quem os clientes finais delegam a escolha das peças de seus carros, por isso, a Luk ser eleita como uma das marcas preferidas deles é tão importante e valioso para nós”, diz Roberto Carbone, Gerente de Vendas Aftermarket Automotivo da Schaeffler Brasil. Esq/Dir: Raul Marks, diretor do Sindirepa e Pedro Ortolan (MANN). Para Luis Carlos Moraes, vendedor técnico de rolamentos da SKF, este é mais um prêmio que reafirma a contínua excelência da empresa. “São Paulo é o centro da indústria automotiva brasileira e um dos principais mercados mundiais no segmento. Um prêmio desse nível, portanto, nos deixa com uma sensação de dever cumprido, mas também cientes do dever que temos em manter nosso alto padrão de qualidade”, avalia Moraes. “O reconhecimento é uma grande honra para nós. Fico feliz, como representante da SKF, em saber que estamos atendendo às expectativas do mercado”, diz o técnico Alexandre Luis Santana. Cesar Samos (esq), da Mecânica do Gato e diretor do Sindirepa-SP, entrega o troféu a Roberto Carbone. Alexandre Santana recebe o troféu das mãos de Pedro Scopino, diretor do Sindirepa. 14 Revista Jornauto

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A TMD Friction do Brasil, fabricante das pastilhas de freio Cobreq, esteve representada por Marcelo Otávio de Sanches, Diretor de Vendas e Aftermarket, e Luiz Carlos Fadiga, Supervisor de Vendas, que receberam o cobiçado troféu entregue pela diretoria do Sindirepa-SP. “Muito nos honrou, novamente, o recebimento deste prêmio. É extremamente gratificante ter nosso trabalho reconhecido no mercado. Nos sentimos ainda mais motivados, e desafiados, a continuar sempre melhorando nossos produtos e processos, visando atender a expectativa crescente de nossos clientes”, Diz Marcelo Sanches. “Nos sentimos muito orgulhosos de estar novamente como a empresa mais lembrada e considerada pelos reparadores. Pelo quinto ano consecutivo recebermos esse prêmio é com certeza a consolidação e o reconhecimento do trabalho que vem sendo amplamente desenvolvido junto aos nossos clientes. Só temos a agradecer a todos que acreditam na nossa marca”, declara Silvio Alencar, Diretor Comercial América do Sul da Dayco. E/D: Alexandre Ponciano, diretor da Audatex entrega o troféu a Silvio Alencar Mauro Alexandre Marques (esq) – vice-presidente do Sindirepa-SP entrega o troféu a Marcelo Otávio de Sanches. A Sabó levou o “ouro” como marca mais lembrada em duas categorias, “Juntas” e “Retentores”. “Nosso trabalho está mais uma vez sendo reconhecido pelo setor e só temos a agradecer aos reparadores que fazem da nossa marca a mais lembrada. Investimos constantemente em desenvolvimento de novas tecnologias e produtos para entregar o melhor ao mercado. Essa premiação é a confirmação de que estamos conseguindo!” declara Marcus Vinicius, Diretor de Aftermarket da empresa. “O mecânico é o responsável pela recomendação do lubrificante e sermos eleitos por estes profissionais como marca preferida é motivo de grande orgulho para nós. Esse reconhecimento comprova que temos produtos de alta qualidade e um portfólio extenso, no qual sempre é possível encontrar o óleo ideal para cada carro”, afirma Taisa Prado, gerente de Marketing da Mobil. Taisa Prado recebe a premiação de Eduardo Neves, diretor do Sincopeças. Marcus Vinicius recebe e troféu em nome da Sabó das mãos de Pedro Scopino, diretor do Sindirepa. Elaine Endo, diretora do Sindirepa entrega o prêmio para Ana Paula Soares Machado, Gerente de Contas da Sabó Paula Skoretzky, Assessora de Imprensa recebe o prêmio pela da Tecfil, entregue por Raul Marks, Diretor do Sindirepa “Estamos muito felizes e só temos a agradecer aos reparadores por mais um ano estar entre as melhores empresas do setor. É o reconhecimento do trabalho de uma grande equipe, que trabalha em total sintonia com o mercado reparador e não mede esforços para acompanhar novas tendências e tecnologias do setor, através da constante atualização de sua linha de produtos e serviços.”, declara Simone Queiroz, Supervisora de Marketing da Tecfil. Revista Jornauto 15 O CHECK UP AMIGO DA LOJA E DA OFICINA CARRO 100% CHECK UP. Baixe grátis e indique aos seus clientes o APP que mostra quando fazer manutenção e permite avaliar as condições de veículos de maneira rápida, fácil e on-line. www. carro100 .com.br APOIO:

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