Revista Saúde em 1º Lugar - Março 2014

 

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Revista Cruz Azul Saúde

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Saú Sa úde em Revista da Cruz Azul de São Paulo Ano I - N° 1 - Março/2014 Distribuição gratuita lugar Radiografia da Saúde na Cruz Azul 4 Panorama da Saúde no Brasil 15 Modelos de Operadoras de Saúde 17 Bactéria radioativa combate câncer

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Sumário Expediente Revista Saúde em Primeiro Lugar É uma publicação trimestral da Cruz Azul de São Paulo Corpo Diretivo Cel PM Julio Antonio de Freitas Gonçalves Superintendente 4 6 7 9 8 Saúde evolui, diz estudo mas falta qualidade, Quem gasta mais com Saúde no País Altos e baixos da Saúde O polêmico Mais Médicos Saúde sempre vem em primeiro lugar Cel PM Renato Aldarvis Coordenador de Saúde Dr. Antonio Lucas Neto Coordenador Clínico Cel PM Renato Perrenoud Coordenador de Educação Cel PM Márcio Matheus Coordenador de Logística Cel PM Vicente Antonio Mariano Ferraz Coordenador de Finanças Cel PM Marcos Roberto Chaves da Silva Coordenador de Sustentabilidade Cel PM Silvio Roberto Montagner Chefe de Gabinete Publicação desenvolvida pela equipe da Gerência de Comunicação Corporativa Elisabeth Diniz, Rosana Rodrigues, Bianca Maciel, Marina Saraiva, Sabrina Tono, Victor Resende e Welton Lima. Jornalista Responsável: Walter Mazar - MTb 16.431/SP Fotos Banco de imagens da Cruz Azul e Shutterstock Tiragem 20.000 exemplares comunicacao@craz.com.br www.craz.com.br Março/2014 13 14 15 16 17 Cruz Azul, um hospital essencialmente resolutivo Hospital e Ambulatórios Cruz Azul Modelos de Operadoras de Saúde atuantes no País Hospital Dia Bactéria radioativa combate câncer de pâncreas 2 Revista Saúde em Primeiro Lugar - N° 1 - Março/2014

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Opinião A Saúde, historicamente, faz parte da pauta de reivindicações da sociedade e é um dos principais temas de debate e embate político. Não é por menos, pois afeta diretamente cada brasileiro e se trata de fator motor de desenvolvimento socioeconômico do País. Como dizem, tudo na vida tem altos e baixos, mas, no caso da Saúde, o contraste gera imensa perplexidade. A impressão é que vivemos em uma eterna gangorra. Em determinados momentos e quesitos, somos vanguarda, modernos e inovadores. Em outras circunstâncias, a realidade é acachapante. O desequilíbrio funcional – entenda-se atendimento, qualidade e serviços – entre os 5.565 municípios brasileiros demonstra que muito, mas muito, mesmo, ainda é preciso ser feito pela Saúde. No entanto, justiça seja feita: muito se fez e se faz, por governos, iniciativa privada, instituições e, claro, profissionais altruístas. Apesar de discutíveis para muitos, os dados do último Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) foram comemorados. A publicação decenal, variação do IDH desenvolvido pela Organização das Nações Unidas (ONU), indica que demos um salto em desenvolvimento. Os cálculos, com base na renda, longevidade (Saúde) e Educação, em uma escala de 0 a 1, demonstram que avançamos alguns níveis na classificação: do “muito baixo”, em 1991 (0,493), para “alto”, em 2010 (0,727). A conclusão que se tira, de um país continental como o nosso, capaz de conquistar as mais altas honrarias e, ao mesmo tempo, ainda lutar contra doenças relacionadas à falta de saneamento básico, é que somente investimentos maciços e devidamente direcionados serão capazes de equilibrar esta vertiginosa gangorra de uma vez por todas. Ao virar esta revista, você irá constatar como que a nossa Opinião a respeito da Saúde em nada difere do que pensamos sobre a Educação, pois as duas áreas vivem situações análogas e andam de mãos dadas à procura de soluções. Cruz Azul de São Paulo 3

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Panorama da Saúde no Brasil Saúde evolui no Brasil, mas falta qualidade, diz estudo Relatório de 2013 do IBGE afirma que a área apresentou relevantes evoluções, no entanto, são necessários mais investimentos para atingir os objetivos determinados pela ONU até 2015 Os últimos dados sobre a Saúde no País, produzidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram divulgados em novembro de 2013. O relatório é resultado da análise dos indicadores sociais brasileiros, que são comparados com os “Objetivos de Desenvolvimento do Milênio”, estabelecidos internacionalmente sob o comando da Organização das Nações Unidas (ONU) e que devem ser cumpridos até 2015. O documento, “Uma análise das condições de vida da população brasileira – 2013”, indica que o setor apresentou relevantes evoluções, com crescente investimento público, embora ainda insuficientes. Uma das ponderações do documento assinala que “esforços adicionais são necessários para melhorar a qualidade dos serviços, tornar a Saúde pública mais equânime e homogênea no território e capaz de enfrentar os crescentes desafios ligados à dinâmica demográfica”. O instituto de pesquisas destaca as áreas que apresentaram significativa evolução: a redução da mortalidade infantil e materna, o aumento do índice de tratamento da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids) e a capilaridade (expansão) da atenção básica. 4 Revista Saúde em Primeiro Lugar - N° 1 - Março/2014

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Panorama da Saúde no Brasil A mortalidade infantil, em 1990, era de 53,7 óbitos para cada mil nascidos vivos. Em 2010, o número cai para 18,6 óbitos. Esta redução indica uma tendência que vai ao encontro dos Objetivos do Milênio: redução para 17,9 óbitos até 2015. O relatório salienta o resultado da Região Nordeste do País que, em 1990, contabilizou 87,3 óbitos para cada mil nascidos vivos e, em 2010, 22,1 óbitos. Quanto à mortalidade materna (durante a gravidez, aborto, parto ou pós-parto), apesar do percentual expressivo, o Brasil não deve atingir o objetivo internacional de redução de 75% do índice de 1990. Em 2010, foi constatada a redução em 51%. Porém, neste mesmo ano, ocorreram 68 óbitos por 100 mil nascidos vivos, quase o dobro do estabelecido pela meta, 35 óbitos por 100 mil. Cânceres de mama e de colo de útero O documento do IBGE inclui a mortalidade materna no contexto “saúde da mulher”, e apresenta outros índices relevantes quanto à mortalidade por cânceres de mama e de colo de útero. Entre as mulheres de 30 a 69 anos, a mortalidade por câncer de mama apresentou alta: de 15,4 óbitos (1990) para 20,3 óbitos (2010). Os fatores que justificam o aumento são diagnóstico tardio, em consequência da dificuldade de acesso à consulta ou desinformação sobre exames preventivos; envelhecimento da população, em decorrência do aumento da expectativa de vida; e redução da taxa de natalidade – o organismo recebe estrogênio, hormônio que propicia o câncer de mama, por mais tempo. A mortalidade por câncer de colo de útero, entre as mulheres de 30 a 69 anos, no mesmo período, se apresentou estável: de 8,7 óbitos por mil habitantes, em 1990, para 8,5, em 2010. Mortalidade materna: apesar do percentual expressivo, o Brasil não deve atingir o objetivo internacional de redução de 75% Aids e malária Também faz parte dos objetivos da ONU o combate à Aids e malária. O Brasil foi o primeiro país em desenvolvimento a proporcionar acesso universal e gratuito para o tratamento da Aids na rede de Saúde pública. A análise do IBGE indica que os casos de infecção pelo vírus HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) se mantiveram estáveis na população brasileira. As ocorrências entre 1997 e 2010 variaram apenas de 17,1 para 17,9 para cada 100 mil habitantes. E a taxa de mortalidade por Aids caiu de 7,6 óbitos por 100 mil habitantes, em 1997, para 6,4, em 2010. A taxa de mortalidade por malária – doença tropical, infecciosa, transmitida pelo mosquito Anopheles – também foi reduzida no País. Em 2000, a pesquisa indicou 1,1 para cada 100 mil habitantes e, em 2010, apenas 0,2. A Região Amazônica é a mais problemática, representando 99,9% de casos de malária no Brasil. O relatório conclui que investimentos nas condições sanitárias e ambientais, além da sua inegável função social, têm papel importante para a prevenção de doenças. Ao mesmo tempo, permanece a necessidade de mais investimentos em pesquisa para o tratamento de doenças ainda relevantes, assim como para a busca de novas tecnologias e de tratamentos mais eficientes. Cruz Azul de São Paulo 5

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Panorama da Saúde no Brasil Quem gasta mais com Saúde no País O objetivo de desenvolver um sistema de Saúde com cobertura universal e atendimento integral é um desafio para o País. Para muitos, meta de tamanha magnitude será impossível sem mais investimentos. Atualmente, 56,3% das despesas em Saúde são bancadas pelas famílias brasileiras, enquanto que 43,7% provêm do poder público. A disparidade fica ainda mais evidente quando comparada com vários países integrantes da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico, que investem 70%. “A ampliação dos gastos públicos se mostra um elemento chave para o financiamento atual e futuro do sistema de Saúde brasileiro”, diz o documento “Uma análise das condições de vida da população brasileira – 2013”, do IBGE. Segundo o instituto de pesquisas, os gastos com Saúde representaram 7,2% do total das famílias, de acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008/2009. Desta parcela, 48,6% foram destinados à compra de medicamentos, 29,8% com planos de Saúde e 4,7% com consultas e tratamentos dentários. Menor renda, mais gastos As famílias de menor renda gastam mais com exames (5,1%) e consultas médicas (4,4%) do que as de maior renda. Também têm o menor índice de acesso a planos de Saúde, o que, na avaliação do IBGE, pode refletir em carências de cobertura do SUS nesses serviços. O IBGE também analisa resultados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (serviço privado). Estima-se que a cobertura dos planos de Saúde representa 24,7%. Deste total, 64% na Região Sudeste. São Paulo, Rio de Janeiro e Espirito Santos são os Estados com maior cobertura. Em contrapartida, os menores percentuais são registrados nas Regiões Norte e Nordeste. Os Estados com menor cobertura são Acre, Roraima e Maranhão. 6 Revista Saúde em Primeiro Lugar - N° 1 - Março/2014

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Panorama da Saúde no Brasil Altos e baixos da Saúde A revista médica britânica “The Lancet” publicou uma série de artigos sobre os diversos setores da Saúde pública do Brasil. O trabalho, divulgado em 2011, contou com a participação de 29 especialistas brasileiros e descreve a história da assistência médica no País, com ênfase o Sistema Único de Saúde (SUS), implantado em 1988 e considerado como um dos maiores do mundo, por abranger desde o simples atendimento ambulatorial até o transplante de órgãos. Fazem parte dos dados positivos a redução significativa da mortalidade causada pela doença de Chagas, esquistossomose, diarreia infantil, cólera e Aids (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida); e as campanhas de vacinação, apontando o País como exemplo mundial. No entanto, os especialistas salientam que a estratégia de redução de mortalidade ainda precisa ser aprimorada, principalmente, em municípios de pequeno e médio portes. Fazem parte dos dados negativos a falta de controle da dengue e da leishmaniose; o alto índice de abortos ilegais; a hipermedicalização dos partos, que compromete a saúde das mães; o avanço da obesidade e doenças relacionadas; e o alto número de mortes violentas, por crimes ou acidentes. A conclusão do trabalho afirma que é necessária a ampliação de verbas para a Saúde, pois somente com a melhora da infraestrutura o Estado poderá reduzir sua dependência dos serviços privados. Como alternativa, os especialistas também sugerem a promoção de ações envolvendo trabalhadores de Saúde, universidades, instituições de pesquisa, setor privado e a própria sociedade. As campanhas de vacinação como exemplo mundial Cruz Azul de São Paulo 7

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Panorama da Saúde no Brasil O polêmico Mais Médicos É impossível sintetizar a dinâmica do Programa Mais Médicos do Governo Federal, pois todos os dias assistimos a um novo capítulo desta novela, que se configura eterna. Mas é possível selecionar alguns argumentos dos que são a favor ou contra a presença de médicos estrangeiros no País, além da conotação política da iniciativa. Para quem é contra O Programa Mais Médicos é constantemente questionado na mídia, por representantes do Conselho Federal de Medicina (CFM), da Associação Médica Brasileira (AMB), da Federação Nacional dos Médicos (Fenam) e de organizações estudantis, entre outros. O governo é acusado de tentar transferir para os profissionais de Saúde a sua responsabilidade pelos problemas do SUS. Entendem, também, que é um equívoco a liberação dos estrangeiros do processo de revalidação do diploma, ressaltando que a medida facilitará a contratação de médicos de qualidade questionável. Muitos acreditam que “mais médicos” não são necessários, mas sim uma política de redistribuição territorial dos profissionais brasileiros. Sobre isso, argumentam que os profissionais não desejam ir para o interior porque o governo não garante condições de trabalho. Existem, ainda, três acusações sequenciais: o programa vai contra as leis trabalhistas, já que os médicos não têm carteira assinada; os médicos também não são considerados servidores públicos; e que está configurado “regime de escravidão”. Por último, mas, talvez, o mais importante para a grande maioria dos inquisidores do Mais Médicos, é que o programa não passa de demagogia eleitoreira. Certo ou errado, o fato é que na última pesquisa que se tem notícia até o fechamento desta edição de Saúde em primeiro lugar, realizada pela Confederação Nacional dos Transportes (novembro de 2013), o governo contava com o apoio de 84,3% da população. Detalhe: quando o programa foi lançado, o apoio era de 49,7%. Para o Governo O Programa Mais Médicos faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), que prevê investimento de R$ 15 bilhões em 2014 em infraestrutura dos hospitais e unidades de saúde, além de levar mais médicos para regiões onde não existem profissionais. Com a convocação de médicos para atuar na atenção básica de periferias de grandes cidades e municípios do interior do País, se garantirá “mais médicos para o Brasil e mais saúde para você” (slogan adotado pelo Governo). As vagas são oferecidas, prioritariamente, a médicos brasileiros, interessados em atuar nas regiões onde faltam profissionais. No caso do não preenchimento de todas as vagas, o Brasil aceita candidaturas de estrangeiros, com a intenção de resolver esse problema, que é emergencial para o País. Hoje, o Brasil possui 1,8 médico por mil habitantes. Esse índice é menor do que em outros países, como Argentina (3,2), Uruguai (3,7), Portugal (3,9) e Espanha (4). Além da carência de profissionais, o País sofre com uma distribuição desigual de médicos nas regiões – 22 Estados possuem número de médicos abaixo da média nacional. 8 Revista Saúde em Primeiro Lugar - N° 1 - Março/2014

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Radiografia da Saúde na Cruz Azul Saúde sempre vem em primeiro lugar O atendimento interdisciplinar é um dos destaques do Hospital Cruz Azul, que procura compreender o paciente em sua totalidade para poder oferecer as melhores soluções O Complexo Hospitalar Cruz Azul realiza, mensalmente, 47 mil consultas nos ambulatórios e 22 mil atendimentos no pronto-socorro, além de 1,6 mil internações, 800 cirurgias e 250 partos, sempre privilegiando a família do Policial Militar e a sociedade, por meio de convênios e parcerias. A Instituição investe, continuamente, na modernização de seu sistema de Saúde, por meio de contratação de profissionais de renome em suas especialidades, integração de equipes, capacitação de colaboradores, introdução de novas tecnologias e aquisição de equipamentos de ponta, como o Pet/CT, tomografia por emissão de pósitrons (antipartícula do elétron). Pronto-Socorro O cliente tem à disposição um completo serviço de PS para adultos, crianças e gestantes; e equipes de enfermagem e médica capacitadas em clínica geral, ortopedia, pediatria e obstetrícia. O funcionamento é 24 horas e são seguidos todos os protocolos institucionais, referendados por instruções normativas internacionais. Os serviços e infraestrutura também são exemplares: consultórios, farmácia, salas de sutura e gesso, salas de urgência e postos de enfermagem para adultos e crianças, área de atendimento ginecológico/obstétrico, sala de repouso para medicação e observação, com leitos para repouso prolongado; e setor de radiologia convencional. Cruz Azul de São Paulo 9

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Radiografia da Saúde na Cruz Azul Atendimento interdisciplinar O paciente deve ser entendido como um todo, pois as alterações funcionais e os aspectos psicológicos e sociais interferem na sua saúde e qualidade de vida. Por isso, o atendimento interdisciplinar ganha espaço e é entendido por muitos como essencial para uma abordagem integrada. O atendimento interdisciplinar é outro destaque da Cruz Azul. Como exemplo, no caso de gestante de alto risco, o acompanhamento é realizado por profissionais das áreas de obstetrícia, neonatologia, enfermagem, psicologia, serviço social e nutrição. Atendimento humanizado A Cruz Azul desenvolve um trabalho consistente de atenção e acolhimento para clientes, pacientes e seus colaboradores. O Programa de Humanização tem como proposta criar e executar ações integradas de valorização dos atos de assistência aos usuários, nos diversos serviços disponíveis, acentuando aspectos de cordialidade, atenção diferenciada e consideração à dignidade das pessoas. Algumas ações desenvolvidas pelo Programa de Humanização • • • • • • • • • • • • • Assistência Psicológica ao Funcionário Programa de Orientação Multidisciplinar de Alta e Fornecimento de Medicamentos de Gratuidade Sinalização e Orientação nos leitos Dia “H” Otimização da relação médico-paciente Adequação da infraestrutura do Velório e Necrotério Revisão dos padrões de Atendimento ao Cliente Espaço de Acolhimento Familiar Coral CRAZ – Cruz Azul de São Paulo Exames – Pensando em Você Grupo de Apoio ao Paciente Oncológico Promoção do Binômio Mãe-Filho Visita de cães terapeutas Serviço de Nutrição e Dietética O Serviço de Nutrição e Dietética (SND) do Hospital Cruz Azul oferece alimentação equilibrada, sob os princípios da Ciência da Nutrição, com qualidade, quantidade e harmonia em sua apresentação. A missão da equipe de nutricionistas do SND é fornecer refeições de qualidade aos clientes, pacientes e colaboradores da Cruz Azul, livres de contaminação microbiológica, física ou química. Os fornecedores do SND são rigorosamente selecionados e, na elaboração dos cardápios, são consideradas as inúmeras variáveis do contexto hospitalar. Também é importante destacar a Assistência Nutricional, que classifica os pacientes para nutrição via oral, enteral ou parenteral; com acompanhamento diário e orientação na alta hospitalar. Visita dos Cães Terapeutas - INATAA 10 Revista Saúde em Primeiro Lugar - N° 1 - Março/2014

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Radiografia da Saúde na Cruz Azul Sistema de coparticipação A coparticipação no plano de Saúde representa o valor efetivamente pago pelo associado sempre que for executado algum procedimento em uma das unidades do Complexo Hospitalar Cruz Azul, como consultas ou exames (serviço auxiliar de diagnóstico e terapia) e curativos em pacientes. A Caixa Beneficente da Polícia Militar (CBPM), com a finalidade de buscar o equilíbrio do sistema assistencial, estabeleceu percentuais de ressarcimento de valores (coparticipação) para minimizar os impactos financeiros decorrentes da defasagem entre receita e despesa. Constantemente, são realizados estudos para manter a estabilidade dos serviços de Saúde prestados pela Cruz Azul e minimizar os impactos aos associados. Por isso, recentemente, foram estipulados novos descontos e isenção completa em vários itens do sistema de coparticipação. Tecnologia da Informação A Cruz Azul atualizou completamente o seu parque tecnológico de servidores, com a finalidade de aprimorar a segurança no armazenamento de laudos e exames radiológicos, assim como garantir a comunicação interna e troca de arquivos entre os bancos de dados da Instituição e da Caixa Beneficente da Polícia Militar (CBPM). A capacidade de armazenamento e processamento é garantida pela aquisição de equipamentos de última geração e do Sistema de Virtualização VMware, que simplifica a estrutura da Tecnologia da Informação (TI) e oferece diversos recursos para rede, armazenamento e computação. Especialidades disponíveis na Cruz Azul • Anestesista • Ambulatório de Dor • Buco-Maxilo • Cardiologia Clínica • Cardiologia Cirúrgica • Cardiologia Infantil • Cirurgia Cabeça e Pescoço • Cirurgia Torácica • Cirurgia Geral • Cirurgia Infantil • Clínica Médica Geral • Dermatologia • Endocrinologia • Endocrinologia Pediátrica • Fonoaudiologia • Gastroenterologia • Gastroenterologia Infantil • Ginecologia • Hematologia • Hepatologia • Infectologista • Infectologista Pediátrico • Nefrologia Infantil • Neuro Cirurgia • Neuro Clínica • Neuro Coluna • Neuro Infantil • Nutricionista • Oftalmologia • Oncologia Cirúrgica • Oncologia Clínica • Onco Hemato Pediatra • Ortopedia • Ortopedia de Coluna • Ortopedia Pediátrica • Ortopedia Oncológica • Otorrinolaringologia • Pediatria • Perícia Médica • Pneumologia Adulto • Pneumo Infantil • Psiquiatria • Urologia • Vascular Mais informações, acesse o site www.craz.com.br Cruz Azul de São Paulo 11

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Radiografia da Saúde na Cruz Azul Origem A Associação Cruz Azul de São Paulo teve início em 1925 e até hoje cumpre a sua finalidade original: ser uma Instituição com perfil humanístico e de caráter beneficente, filantrópico e educativo. Tudo começou após a Revolução de 1924, com a proposta de atender a Força Pública, que necessitava oferecer assistência às famílias dos soldados vítimas do conflito. A decisão de criação da Instituição foi de um grupo de senhoras da sociedade e de oficiais. Assim surgiu a Associação das Damas da Cruz Azul de São Paulo. Pouco tempo depois, para que os homens pudessem participar das atividades, a denominação definitiva: Cruz Azul de São Paulo, com sócios militares e civis. Em 1928, a associação recebeu um terreno no bairro do Cambuci para a construção do Hospital e Maternidade, inaugurados em 1935. A partir de 1948, inúmeras transformações que deram origem ao atual Complexo Hospitalar Cruz Azul e seus ambulatórios descentralizados. A missão educativa da Instituição também é cumprida até hoje. Em 1978, foi inaugurado o primeiro colégio. Hoje, são 10 unidades na Capital paulista e cidades vizinhas, além da FACRAZ – Faculdade Cruz Azul e cursos profissionalizantes. No próximo mês de julho, a Cruz Azul irá comemorar 89 anos. Durante o percurso, a Instituição se modernizou e ampliou seu espectro de atendimento à sociedade em geral, que reconhece a sua competência e compromisso inabalável em prol da Saúde e Educação. Complexo Hospitalar Cambuci - São Paulo - SP 12 Revista Saúde em Primeiro Lugar - N° 1 - Março/2014

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Radiografia da Saúde na Cruz Azul Cruz Azul, um hospital É curioso o que a internet pode revelar quando realizamos uma simples busca por “hospital resolutivo”. Muitos, do Brasil e exterior, se autointitulam desta forma e muito mais reafirmam sua intenção de um dia chegar lá, pois isto representa mais rentabilidade associada à qualidade, solucionalidade e satisfação de clientes e profissionais de Saúde. A resolutividade em Saúde é uma maneira de se avaliar os serviços a partir da capacidade de absorção de demanda (da atenção primária à de alta complexidade) até a satisfação dos clientes e médicos. O conceito, fomentado internacionalmente, foi utilizado no País na década de 80 para analisar as características tecnológicas do processo essencialmente resolutivo de trabalho da rede Estadual de Centros de Saúde de São Paulo. O Hospital Cruz Azul há vários anos desenvolve projetos com a finalidade de se enquadrar no conceito de resolutividade e, assim, promover a excelência em todos os setores de sua competência em Saúde. Por isso, e por sua infraestrutura, tecnologia envolvida e capacidade de atendimento em todos os níveis de complexidade – que correspondem às características definidas pela OMS - Organização Mundial da Saúde –, se transformou em referência para hospitais que desejam, um dia, também se tornar resolutivos. O novo papel dos hospitais nos sistemas integrados de serviços de Saúde no mundo, segundo a OMS, exige o seguinte conjunto de atributos e padrões: • Deve ser um lugar para manejo de eventos agudos • Deve ter uma escala adequada para operar com eficiência e qualidade • Deve ter um projeto arquitetônico compatível com as suas funções e amigável aos seus usuários • Deve apresentar uma densidade tecnológica compatível com suas funções, o que significa ter unidades de tratamento intensivo e semi-intensivo; unidades de internação; centro cirúrgico; unidade de emergência; unidade de apoio diagnóstico e terapêutico; unidade de atenção ambulatorial; unidade de assistência farmacêutica; unidade de cirurgia ambulatorial; unidade de Hospital Dia; e unidade de atenção domiciliar terapêutica Cruz Azul de São Paulo 13

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Radiografia da Saúde na Cruz Azul Hospital e Ambulatórios Cruz Azul 14 Revista Saúde em Primeiro Lugar - N° 1 - Março/2014

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Convênios Modelos de operadoras de Saúde atuantes no País O Complexo Hospitalar Cruz Azul e os ambulatórios descentralizados da entidade mantêm diversos convênios para atender todas as pessoas que procuram serviço de qualidade, resolutivo e humanizado. Existem diversos modelos de operadoras de Saúde no mercado, que oferecem os mais variados planos. Elas se apresentam como medicina de grupo, autogestão, administradora, seguro, filantropia e cooperativa. E esta diversificação gera muitas dúvidas e equívocos. Pensando nisso, a revista Saúde em Primeiro Lugar resolveu decifrar o significado das modalidades regulamentas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), vinculada ao Ministério da Saúde. Conheça todos os convênios e cidades cobertas pela Cruz Azul: www.craz.com.br/site/portal/saude/convenios Classificação das Operadoras Cruz Azul de São Paulo 15

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