Revista Educação em 1º Lugar

 

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Revista Cruz Azul Educação

Popular Pages


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Educaçã Educa ção o em Revista da Cruz Azul de São Paulo Ano I - N° 1 - Março/2014 Distribuição gratuita lugar Estudo da Educação na Cruz Azul 4 Panorama da Educação no Brasil 10 Tendências da Educação até 2017 12 Educação Empreendedora

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Sumário Expediente Revista Educação em Primeiro Lugar É uma publicação trimestral da Cruz Azul de São Paulo Corpo Diretivo Cel PM Julio Antonio de Freitas Gonçalves Superintendente 4 6 7 8 9 Desenvolvimento Educação Básica de um país começa pela Plano Nacional de Educação é aprovado pelo Senado Cada vez mais, Cel PM Renato Perrenoud Coordenador de Educação Cel PM Renato Aldarvis Coordenador de Saúde professores estudam mais Dr. Antonio Lucas Neto Coordenador Clínico Avanços no Ensino Superior Royalties do pré-sal Crianças não alfabetizadas Tendências da educação até 2017 Educação Empreendedora Educação sempre vem em primeiro lugar Cel PM Márcio Matheus Coordenador de Logística Cel PM Vicente Antonio Mariano Ferraz Coordenador de Finanças Cel PM Marcos Roberto Chaves da Silva Coordenador de Sustentabilidade Cel PM Silvio Roberto Montagner Chefe de Gabinete Publicação desenvolvida pela equipe da Gerência de Comunicação Corporativa Elisabeth Diniz, Rosana Rodrigues, Bianca Maciel, Marina Saraiva, Sabrina Tono, Victor Resende e Welton Lima. Jornalista Responsável: Walter Mazar - MTb 16.431/SP Fotos Banco de imagens da Cruz Azul e Shutterstock Tiragem 20.000 exemplares comunicacao@craz.com.br www.craz.com.br Março/2014 10 12 13 14 16 17 Unidades do Colégio da Polícia Militar e Faculdade Cruz Azul Colégio da Polícia Militar adota Sistema Anglo de Ensino Essa escola é uma aula para outras escolas 2 Revista Educação em Primeiro Lugar - N° 1 - Março/2014

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Opinião A Educação, historicamente, faz parte da pauta de reivindicações da sociedade e é um dos principais temas de debate e embate político. Não é por menos, pois afeta diretamente cada brasileiro e se trata de fator motor de desenvolvimento socioeconômico do País. Como dizem, tudo na vida tem altos e baixos, mas, no caso da Educação, o contraste gera imensa perplexidade. A impressão é que vivemos em uma eterna gangorra. Em determinados momentos e quesitos, somos vanguarda, modernos e inovadores. Em outras circunstâncias, a realidade é acachapante. O desequilíbrio funcional – entenda-se atendimento, qualidade e serviços – entre os 5.565 municípios brasileiros demonstra que muito, mas muito, mesmo, ainda é preciso ser feito pela Educação. No entanto, justiça seja feita: muito se fez e se faz, por governos, iniciativa privada, instituições e, claro, profissionais altruístas. Apesar de discutíveis para muitos, os dados do último Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) foram comemorados. A publicação decenal, variação do IDH desenvolvido pela Organização das Nações Unidas (ONU), indica que demos um salto em desenvolvimento. Os cálculos, com base na renda Educação e longevidade (Saúde), em uma escala de 0 a 1, demonstram que avançamos alguns níveis na classificação: do “muito baixo”, em 1991 (0,493), para “alto”, em 2010 (0,727). A conclusão que se tira, de um país continental como o nosso, capaz de conquistar as mais altas honrarias e, ao mesmo tempo, ainda lutar contra o analfabetismo, é que somente investimentos maciços e devidamente direcionados serão capazes de equilibrar esta vertiginosa gangorra de uma vez por todas. Ao virar esta revista, você irá constatar como que a nossa Opinião a respeito da Educação em nada difere do que pensamos sobre a Saúde, pois as duas áreas vivem situações análogas e andam de mãos dadas à procura de soluções. Cruz Azul de São Paulo 3

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Panorama da Educação no Brasil Desenvolvimento de um país começa pela Educação Básica A rede privada de ensino mantém tendência de anos anteriores e cresce 5,1%, mas a rede pública cai O sistema educacional brasileiro é constituído pela Educação Básica e Educação Superior. A partir de 1996, a Educação Básica foi estruturada por etapas e modalidades. As etapas compreendem Educação Infantil (0 a 5 anos), Ensino Fundamental (6 a 14 anos) e Ensino Médio (15 a 17 anos). E as modalidades são compostas por Educação Escolar Indígena, Educação Especial, Educação de Jovens e Adultos, Educação Básica do Campo e Educação Profissional (técnico e formação de docentes). São 192.676 estabelecimentos de Educação Básica, com 50.545.050 alunos matriculados: 42.222.831 (83,5%) em escolas públicas e 8.322.219 (16,5%) em escolas privadas. A rede municipal é responsável por quase metade das matrículas (45,9%), o equivalente a 23.224.479 alunos; seguida pela rede estadual, que atende 37% do total, 18.721.916 alunos. A rede federal, com 276.436 matrículas, participa com 0,5% do total. 4 Revista Educação em Primeiro Lugar - N° 1 - Março/2014

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Panorama da Educação no Brasil Censo Escolar O Censo Escolar é o mais importante levantamento estatístico da Educação Básica. O estudo é coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), com a colaboração das secretarias estaduais e municipais de Educação e participação (obrigatória) de todas as escolas públicas e privadas do País. As informações são utilizadas pelo Ministério da Educação (MEC) para a formulação de políticas, metas e programas. Os dados completos do Censo de 2013 ainda estão em compilação. Os oficiais, publicados no Diário Oficial da União, são de 2012. Em relação ao ano anterior, no ensino público, o Censo revelou crescimento do ensino integral nos níveis Fundamental e Médio. A alta mais expressiva de matrículas ocorreu nas área rural, de 81.155 para 125.634, nos anos iniciais do Ensino Fundamental; e de 52.010 para 82.087, nos anos finais, representando um crescimento de 54.8% e 57,8%, respectivamente. No Ensino Médio, em tempo integral, o crescimento foi de 34%, de 10.675 para 14.369 matrículas. Na área urbana, o Censo também indica crescimento no ensino público, em números absolutos, mas menos acelerado em termos relativos, se comparado com as áreas rurais. As matrículas, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, apresentou evolução de 18,4% (962.121 para 1.139.542) e, nos anos finais, de 32,4% (530.584 para 702.858). No Ensino Médio, a alta chegou a 33,7% (162.830 para 217.830). Rede privada tem participação de 16,5% na Educação Básica, com mais de 8 milhões de alunos no País Estagnação e crescimento Apesar dos dados crescentes nas redes municipal e federal, conforme comparativo 2011-2012, globalmente, há uma estagnação, com queda. Mas nas redes privada e federal a situação é diferente. Na Educação Básica (geral), houve queda de 1,9% nas matrículas. Especificamente, no Ensino Fundamental, o déficit é de 2,2%, de 30,3 milhões para 29,7 milhões de alunos; enquanto que o Ensino Médio registra menos 0,3%, com redução de 23 mil matrículas em um universo de mais de 8 milhões de alunos. Em contrapartida, e mantendo a tendência de anos anteriores, a rede privada cresceu 5,1% na Educação Básica; e a rede federal, 7,5%, apesar de ainda muito pouco representativa no universo educacional básico brasileiro. Cruz Azul de São Paulo 5

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Panorama da Educação no Brasil Plano Nacional de Educação é aprovado pelo Senado O PNE, que tramita há três anos no
Congresso Nacional, é aprovado
 pelo Senado e volta à Câmara dos Deputados para nova votação O Plano Nacional de Educação (PNE), que estabelece metas e estratégias para a Educação no País, de 2011 a 2020, 
tramita há três anos no Congresso Nacional. Uma vez aprovado pelos deputados, em 2012, foi encaminhado ao
 Senado, que recentemente aprovou o documento, 
mas com 78 modificações. O texto retornou à Câmara dos Deputados para análise
 dos pontos modificados e nova votação. Aprovado,
será encaminhado para a sanção presidencial. A demora
 na apreciação de algo tão importante e estratégico para
o País é objeto de muitas críticas até hoje. O PNE contém 21 metas e 177 estratégias. Entre as diretrizes,
 a erradicação do analfabetismo e a universalização do atendimento 
escolar. Quanto aos investimentos, deverão ser destinados 10% 
do PIB (Produto Interno Bruto), soma de todos os bens e serviços produzidos no País. Atualmente, é de 5,3%. Em seu diagnóstico, o PNE define que a qualidade do ensino somente poderá acontecer se for colocada em prática 
 uma política de valorização dos profissionais do magistério, capaz de articular as formações inicial e continuada e
estabelecer novos critérios quanto às condições de
trabalho, carreira e salário. 6 Revista Educação em Primeiro Lugar - N° 1 - Março/2014

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Panorama da Educação no Brasil Cada vez mais, O Censo Escolar de 2012 identificou 2 milhões de professores na Educação Básica. Houve evolução na proporção de professores com formação superior, em comparação a 2011 (Tabela A). Os Gráficos 1 a 4 mostram que o nível de formação melhora quanto mais elevada é a etapa de atuação do professor na Educação Básica. Além disso, o estudo descobriu algo interessante a partir do cruzamento do Censo da Educação Básica com o Censo da Educação Superior, ambos de 2012. A partir da informação do número do CPF, foi possível identificar que mais de 400 mil profissionais que atuam no magistério da Educação Básica também são alunos da Educação Superior (Tabela B). Isto demonstra que está em curso um processo de melhoria da qualificação dos professores em exercício na Educação Básica. professores estudam mais Gráfico 1 Educação Infantil Gráfico 2 Ensino Fundamental – anos iniciais 25,0 36,4 63,6 75,0 Sem Formação Superior Com Formação Superior Sem Formação Superior Com Formação Superior Gráfico 3 Gráfico 4 Ensino Médio 4,6 9,6 90,4 95,4 Sem Formação Superior Com Formação Superior Sem Formação Superior Com Formação Superior Tabela A – Número de docentes atuantes no Educação Básica e proporção por Grau de Formação – Brasil – 2007-2012 Ano 2011 2012 Número de docentes 2.069.251 2.095.013 Ensino Fundamental Incompleto 0,2 0,1 Completo 0,4 0,3 Normal/ Magistério 19,0 16,0 Ensino Médio Sem Normal/ Magistério 6,5 5,5 Total 25,5 21,5 Educação Superior 74,0 78,1 Tabela B – Número de professores da Educação Básica matriculados em cursos superiores de graduação – Brasil – 2011 Cursos da Educação Superior Categoria Administrativa Pública 143.759 Privada 264.106 Total 407.865 Graduação 219.577 Cursos Presenciais Sequencial 109 Total 219.686 Graduação 188.176 Cursos a Distância Sequencial 3 Total 188.179 Cruz Azul de São Paulo 7

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Panorama da Educação no Brasil Avanços no Ensino Superior Nos últimos 10 anos, as matrículas dobraram na Educação Superior, passando de 3,5 milhões para 7 milhões de alunos. No período 2011-2012, o crescimento foi de 4,4%, sendo 7% na rede pública e 3,5% na rede privada. As Instituições de Ensino Superior (IES) privadas têm uma participação de 73,% no total de matrículas de graduação. Em 10 anos, a rede pública cresceu 74%. Nesse período, as matrículas na rede federal dobraram de tamanho. Entre 2011-2012, cresceram 5,3% e já tem uma participação de 57,3% na rede pública, superando a marca de 1,08 milhão de matrículas. No mesmo período, as matrículas cresceram 3,1% nos cursos presenciais e 12,2% nos cursos à distância, que já contam com uma participação superior a 15% na matrícula de graduação. Dentre os estados brasileiros, seis têm mais alunos matriculados em instituições públicas do que em instituições privadas: Paraíba, Santa Catarina, Tocantins, Roraima, Pará e Acre. Em São Paulo há mais de cinco alunos na rede privada para cada aluno na rede pública. Das 2.416 instituições de Educação Superior do Brasil, apenas 8% são Universidades e detêm mais de 54% dos alunos. São, portanto, grandes instituições. Por outro lado, as Faculdades têm uma participação superior a 84%, mas atendem pouco menos de 29% dos alunos. Os impactos da expansão da educação superior podem ser observados a partir das características de escolaridade entre as gerações mais recentes no Brasil. Apesar de expressivos avanços entre gerações, considerando diferentes dimensões (renda, cor ou raça, sexo e região geográfica), fica claro, segundo o governo, que as políticas de inclusão em curso precisam ser mantidas e ampliadas para garantir igualdade de oportunidades educacionais para todos os brasileiros. 8 Revista Educação em Primeiro Lugar - N° 1 - Março/2014

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Panorama da Educação no Brasil Crianças não alfabetizadas O cartograma do IBGE, com dados do Censo Demográfico 2010, permite que se visualize a distribuição espacial da proporção de crianças de 8 anos não alfabetizadas por município. Esse indicador é pior para os municípios das Regiões Norte e Nordeste, se comparados com os das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Nestas últimas, concentram-se os 364 municípios marcados de verde, onde praticamente todas as crianças de 8 anos estavam alfabetizadas. Royalties do pré-sal Serão R$ 2 bi diretos e mais R$ 2 bi para o Fundo Social a partir deste ano, diz governo O texto aprovado pelo Senado garante a distribuição de recursos dos royalties do pré-sal e participação especial da produção de petróleo à Educação. São, pelo menos, R$ 2 bi ao ano a partir de 2014 – recursos que cabem apenas à União na arrecadação. Mais R$ 2 bi devem ser aplicados no Fundo Social, uma espécie de poupança constituída por recursos que o governo federal recebe na produção do petróleo. O capital principal será preservado e seus rendimento serão utilizados: 75% para a Educação e 25% para a Saúde. Os royalties deverão render R$ 134,9 bilhões ao ensino até 2022. Mas os recursos serão insuficientes para o País investir 10% do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com o Ministério da Educação. Para atingir a meta, o governo precisará aplicar os lucros dos royalties e injetar mais R$ 165 bilhões. Cruz Azul de São Paulo 9

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Panorama da Educação no Brasil Tendências da Educação até 2017 A abordagem sobre as tendências da Educação brasileira até 2017 poderá parecer futurista de mais para alguns, ou melhor, para muitos, mas várias inovações idealizadas em 2012 já fazem parte do dia a dia da sala de aula ou estão para acontecer muito mais cedo do que poderíamos imaginar. Não, o estudo desenvolvido pela NMC Horizon Project – Novo Consórcio de Mídia que reúne universidades, empresas e organizações – não prevê professor-robô para o Brasil até 2017, embora já exista na Coréia do Sul, e que causou muita polêmica em todo o mundo. Mas profetiza avanços muito interessantes como laboratórios móveis, inteligência coletiva, geolocalização, redes, aprendizado baseado em jogos, conteúdo aberto e aplicações semânticas. O estudo “As Perspectivas Tecnológicas para o Ensino Fundamental e Médio Brasileiro de 2012 a 2017: Uma Análise Regional do NMC Horizon Projetc” é um capítulo, realizado pela primeira vez no País, do tradicional Horizon Report, que divulga previsões globais sobre tecnologias no âmbito educacional. O trabalho aponta 12 tecnologias que devem (ou deveriam) fazer parte do dia a dia das nossas salas de aula, em três períodos distintos. Várias “hipóteses”, na verdade, já fazem parte do cotidiano de muitos brasileiros, mas não estão inseridas na Educação. Por outro lado, algumas expressões do estudo ainda são estranhas, mas isto é só uma questão de tempo. De pouco tempo. As previsões do NMC Horizon Project causam entusiasmo de um lado, e preocupação de outro. Quando o resultado do Brasil é comparado, por exemplo, com países iberoamericanos, em que a computação em nuvem é prevista para um ano, portanto em 2013, esta tecnologia não é cogitada para os alunos brasileiros nos próximos cinco anos. Veja, no infográfico, o que significa cada termo e o prazo previsto para a difusão de cada tecnologia. 10 Revista Educação em Primeiro Lugar - N° 1 - Março/2014

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Panorama da Educação no Brasil Cruz Azul de São Paulo 11

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Panorama da Educação no Brasil Educação Empreendedora Qual a ponte entre a vontade e a realidade? Seis em cada dez universitários acreditam que sair da faculdade e conquistar um bom emprego não é um negócio tão bom assim. Eles confiam em seu potencial criativo e inovador, e querem realizar o sonho de ter o próprio negócio o mais cedo possível. Isto é o que se chama de “espírito empreendedor”. Segundo a pesquisa “Empreendedorismo em Universidades Brasileiras”, patrocinada pela Endeavor – entidade de capacitação e networking em empreendedorismo –, apesar da vontade, 38,1% dos entrevistados não se dedicam ao estudo sobre como iniciar um negócio e somente 24,4% fazem economia, pensando no start de seus projetos. O resultado obtido com 6.215 universitários de todas as regiões do País contrasta com outra constatação da pesquisa: 95% das instituições de ensino superior oferecem atividades relacionadas ao empreendedorismo. Então, como avaliar e suprir esta lacuna entre oferta e procura? Este é um dos problemas que desafiam as “Rodadas de Educação Empreendedora Brasil”, realizadas anualmente pela Endeavor, sob patrocínio do Sebrae – Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas. Entre as possíveis soluções para atrair mais alunos às disciplinas, programas ou atividades empreendedoras, uma de grande relevância: desenvolver uma rede específica de educadores e promover a troca de práticas e experiências, com a finalidade de transformá-los em facilitadores, na acepção da palavra; capazes de fazer as pessoas compreenderem, racionalmente, seus anseios e de apresentar formas adequadas de planejamento para a evolução de um empreendimento. Educação Empreendedora é um termo datado no século XVII. Em termos gerais, esta modalidade busca inspirar e desenvolver habilidades de pessoas com perfil empreendedor 12 Revista Educação em Primeiro Lugar - N° 1 - Março/2014

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Estudo da Educação na Cruz Azul Educação sempre vem em primeiro lugar A Instituição conta com 10 unidades de ensino que oferecem Educação Infantil e Ensinos Fundamental e Médio, além da Faculdade Cruz Azul e cursos técnicos e profissionalizantes A sociedade exige um sistema educativo que estabeleça relações pedagógicas de inclusão e respeito, com posicionamento reflexivo e crítico, estreitando o caminho entre a teoria e a prática e estimulando o diálogo entre educadores e educandos. Estes anseios são traduzidos integral e constantemente pela Associação Cruz Azul, desde 1978, com a criação do Colégio da Polícia Militar de São Paulo. Apenas para citar um exemplo da dedicação e compromisso da Instituição com a excelência no âmbito da Educação, em 2013 foi adotada uma das metodologias mais modernas e inovadoras da atualidade, o Sistema Anglo de Ensino (veja matéria sobre a metodologia na página 16). Atualmente, a Cruz Azul conta com 10 unidades de ensino na Capital de São Paulo e cidades vizinhas, que oferecem Educação Infantil e Ensinos Fundamental e Médio. A Faculdade Cruz Azul (FACRAZ) representa a Instituição no Ensino Superior, que também investe em cursos técnicos e profissionalizantes em Enfermagem e Segurança do Trabalho. Nas próximas edições, você irá conhecer, com detalhes, o trabalho desenvolvido pela Cruz Azul em cada unidade de sua rede de ensino. Veja, a seguir, a rede de ensino Cruz Azul, que contabiliza um total de 558 professores e 10.986 alunos. Cruz Azul de São Paulo 13

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Estudo da Educação na Cruz Azul Unidades do Colégio da Polícia Militar e Faculdade Cruz Azul Unidade Centro • Ensino Fundamental I (1º, 2º, 3º, 4º e 5º anos) • Ensino Fundamental II (6º, 7º, 8º e 9º anos) • Ensino Médio (1ª, 2ª e 3ª séries) • Ensino Infantil (Berçário, Maternal I, Maternal II, Jardim I e Jardim II) Av. Cruzeiro do Sul, 400 | Canindé | São Paulo – SP 11 3324-9600 Unidade Santo Amaro • Ensino Fundamental I (1º, 2º, 3º, 4º e 5º anos) • Ensino Fundamental II (6º, 7º, 8º e 9º anos) • Ensino Médio (1ª, 2ª e 3ª séries) • Ensino Infantil (Jardim I e Jardim II) Rua Fritz Martin, 121 | Santo Amaro | São Paulo – SP 11 5643-4000 Unidade Santo André • Ensino Fundamental I (1º, 2º, 3º, 4º e 5º anos) • Ensino Fundamental II (6º, 7º, 8º e 9º anos) • Ensino Médio (1ª, 2ª e 3ª séries) • Ensino Infantil (Maternal II, Jardim I e Jardim II) Estrada João Ducin, 1039 | Jardim Oriental | Santo André – SP 11 4422-9644 Unidade Itaquera • Ensino Fundamental I (1º, 2º, 3º, 4º e 5º anos) • Ensino Fundamental II (6º, 7º, 8º e 9º anos) • Ensino Médio (1ª, 2ª e 3ª séries) • Ensino Infantil (Maternal I, Maternal II, Jardim I e Jardim II) Rua São Teodoro, 1452 | Itaquera | São Paulo – SP 11 2535-9644 Unidade Penha • Ensino Fundamental I (1º, 2º, 3º, 4º e 5º anos) • Ensino Fundamental II (6º, 7º, 8º e 9º anos) • Ensino Médio (1ª, 2ª e 3ª séries) • Ensino Infantil (Maternal I, Maternal II, Jardim I e Jardim II) Rua Dr. Luís Carlos, 1000 | Penha | São Paulo – SP 11 2091-3005 Unidade Vila Talarico • Ensino Fundamental I (1º, 2º, 3º, 4º e 5º anos) • Ensino Fundamental II (6º, 7º, 8º e 9º anos) • Ensino Médio (1ª, 2ª e 3ª séries) • Ensino Infantil (Jardim I e Jardim II) Rua Bento Quirino, 467 | Vila Talarico | São Paulo – SP 11 2654-8000 14 Revista Educação em Primeiro Lugar - N° 1 - Março/2014

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Estudo da Educação na Cruz Azul Unidade Campinas • Ensino Fundamental I (1º, 2º, 3º, 4º e 5º anos) • Ensino Fundamental II (6º, 7º, 8º e 9º anos) • Ensino Médio (1ª, 2ª e 3ª séries) • Ensino Infantil (Jardim I e Jardim II) Rua São Luís do Paratinga, 1302 | Jardim do Trevo | Campinas – SP 19 3772-9900 Unidade São Vicente • Ensino Fundamental I (1º, 2º, 3º, 4º e 5º anos) • Ensino Fundamental II (6º, 7º, 8º e 9º anos) • Ensino Médio (1ª, 2ª e 3ª séries) • Ensino Infantil (Jardim I e Jardim II) Praça Rui Barbosa, 238 | Parque São Vicente | São Vicente – SP 13 3465-5500 Unidade Guarulhos •Ensino Fundamental I (1º, 2º, 3º, 4º e 5º anos) •Ensino Fundamental II (6º, 7º, 8º e 9º anos) •Ensino Médio (1ª, 2ª e 3ª séries) •Ensino Infantil (Maternal I, Maternal II, Jardim I e Jardim II) Av. Salgado Filho, 3025 | Vila Rio de Janeiro | Guarulhos – SP 11 2458-8800 Unidade Osasco •Ensino Fundamental I (1º, 2º, 3º, 4º e 5º anos) •Ensino Fundamental II (6º, 7º, 8º e 9º anos) •Ensino Médio (1ª, 2ª e 3ª séries) •Ensino Infantil (Maternal II, Jardim I e Jardim II) Rua Jequié, 120 | Quitaúna | Osasco – SP 11 3607-8111 Faculdade Cruz Azul (FACRAZ) • Administração • Ciências Contábeis Cursos reconhecidos pelo MEC – Ministério da Educação 1ª Turma de formandos em 2013 Rua Dr. Luís Carlos, 1000 | Penha | São Paulo – SP 11 3019-3001 As Unidades Centro, Penha, Itaquera, Santo André e São Vicente possuem piscina para recreação aquática dos alunos da Educação Infantil e 1º ano do Ensino Fundamental. Os colégios oferecem, na matriz curricular, a atividade de Judô para os alunos da Educação Infantil e 1º ano do Ensino Fundamental. Cruz Azul de São Paulo 15

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