Cia. Bachiana Brasileira

 

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breve histórico - abril 2017

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Sociedade Musical Bachiana Brasileira - SMBB A Sociedade Musical Bachiana Brasileira – SMBB - é uma associação civil, de caráter privado, sem fins lucrativos, tornada Bem de Utilidade Pública Federal através do Processo 08000019379/99-00 de 4/4/2000 do Ministério da Justiça. Seu objetivo é a produção e a realização de atividades de música clássica, tais como: concertos, recitais, óperas, musicais, gravações, festivais, cursos de extensão, assim como seminários de música, aulas e atividades similares, realizados com alto padrão de qualidade e profissionalismo, nos quais todos os recursos auferidos são reinvestidos em prol de novos eventos musicais e de seu próprio desenvolvimento e expansão. O início Criada em 1986, a SMBB nasceu com o objetivo de difundir a música de J. S. Bach e a de compositores brasileiros. Existiu de fato durante um ano com uma orquestra de 30 instrumentistas e um coro com 48 cantores, tendo suas atividades paralisadas quando seu fundador, o Maestro Ricardo Rocha, foi selecionado pela fundação alemã Konrad Adenauer para uma bolsa de pós-graduação em Regência na Alemanha, nas áreas de concertos sinfônicos e ópera, a partir de 1988. Com o regente de volta ao Brasil, a SMBB foi registrada no dia 10 de outubro de 1993, objetivando dar ênfase especial à difusão da MBC - Música Brasileira de Concerto - e da obra de J. S. Bach, entre outras do repertório tradicional e contemporâneo internacional. A razão do nome SMBB - Sociedade Musical Bachiana Brasileira Foi Villa-Lobos quem primeiro percebeu a profunda ligação entre a pulsão da música de J. S. Bach e a da nossa ‘Terra Brasilis‘. Desta percepção, deixou-nos um legado genial na forma da conhecida série Bachianas Brasileiras, na qual, em nove obras com distintas formações, nos oferece a alma de nosso povo vestida em corpo bachiano. Assim como a música do povo brasileiro encontra profunda afinidade com a música de J. S. Bach, brilhantemente sintetizada por Villa-Lobos nesta série, também os fundadores da SMBB têm grande afinidade com a música de Villa-Lobos e a música de Bach. Daí, a inspiração para o nome da entidade. Teatro Municipal do Rio de Janeiro - 2016

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Cia. Bachiana Brasileira – Coro, Orquestra e Solistas - Prêmio de Cultura do Estado do Rio de Janeiro - Corpo artístico da SMBB, a Cia. Bachiana Brasileira configura a expressão de uma atitude cujas consequências estéticas constituem a sua meta e o seu principal diferencial. Desde 1999, desenvolve projetos com repertório, elenco e tempo de realização definidos para cada produção, buscando, de forma disciplinada e perseverante, uma sonoridade própria na execução da música de concerto, nacional e estrangeira. O alto padrão de qualidade com que executa do colonial brasileiro e barroco europeu à música contemporânea explica a posição ímpar que a Cia. Bachiana Brasileira ocupa hoje no cenário musical brasileiro, como atestam o recebimento do 1º Prêmio de Cultura do Estado do Rio de Janeiro e o jornal O Globo, que apontou concertos da Cia. Bachiana Brasileira entre os 10 melhores de cada ano em 2007, 2008 e 2011. Sala Cecília Meireles – 2009 Em maio de 2011, a Bachiana levou mais de mil pessoas à Igreja da Candelária para a apresentação da Missa em si menor, de J. S. Bach, que também realizou com casa lotada no Teatro Municipal de Niterói. Em outubro desse ano, encerrou a XIX Bienal de Música Brasileira Contemporânea estreando no Rio de Janeiro a Missa de São Nicolau, de Almeida Prado, em concerto que foi apontado como um dos 10 melhores do ano pelo jornal O Globo. Em maio de 2012 remontou, na CAIXA Cultural - Teatro Nelson Rodrigues, a inovadora versão cênico-musical de A História do Soldado, de Igor Stravinsky, estreada em 2010 no Centro Cultural Correios, com camerata, quatro atores, cenário, figurinos e iluminação. Em dezembro, apresentou, na íntegra e com legendas em português, as 6 cantatas do Oratório de Natal, BWV 248, de J. S. Bach, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em julho e novembro de 2013 apresentou A saga épica de Elias – oratório de Mendelssohn em versão de câmara, no Museu da República e no Teatro do Centro Cultural Candido Mendes. No domingo 1/09, as milhares de pessoas que prestigiaram o evento Rio+Vivo na Quinta da Boa Vista aplaudiram a orquestra da Cia. Bachiana Brasileira, que tocou somente peças de autores nacionais.

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Convidada pela Academia Brasileira de Ciências, a Bachiana tocou Villa-Lobos na cerimônia de abertura do Fórum Internacional de Ciência (WSF - 24/11), no Theatro Municipal RJ. Abriu a temporada 2014 com 2 récitas da ópera Cavalleria Rusticana, de Pietro Mascagni, no Teatro João Theotonio – CCCM, tendo Clarice Prietto, Rinaldo Leone, Hellen Maximiano, Ciro d’Araújo e Carla Odorizzi como solistas. Em abril, realizou o Festival MBC – Música Brasileira de Concerto, com três eventos na Sala Baden Powell: dois concertos com orquestra e solistas e um com o Primus Trio. De maio a outubro, promoveu e realizou a primeira temporada da série A Lona tem Concerto!, levando música de qualidade a Lonas e Arenas Culturais do Rio de Janeiro. Arena Fernando Torres - agosto 2014 A Bachiana abriu a temporada 2015 em fevereiro com Ora, Direis, Ouvir Estrelas..., série de concertos mensais no Planetário da Gávea; prosseguiu com a segunda edição da série A Lona tem Concerto! 2015 (5 eventos ao longo do ano); e realizou 4 concertos na renovada Sala Cecília Meireles. Em 2016, realizou concertos no Espaço BNDES, no Theatro Municipal celebrando 30 anos de atividades – e na série Música de Câmara nas Estrelas (Planetário). Teatro Nelson Rodrigues - 2012

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Gravações (CDs e DVDs) Reunindo orquestra, coro e solistas, desde 2001 suas produções vêm sendo gravadas ao vivo e transmitidas, localmente pela Rádio MEC, e para todo o país através do programa A Grande Música, da TV Brasil. Além dos CDs Brasil a Quatro Vozes (1999) e Tributo a Bach (2001), lançou ainda Dois Séculos de MBC – Música Brasileira de Concerto (2004), Painel da Brasilidade na Música de Concerto (2005 - CD duplo) e Obras Raras na Música Brasileira de Concerto (2006), com registros escolhidos da série anual Selo Musical do Centro Cultural Correios, voltada para a difusão da música brasileira de todos os tempos. Em 2007, lançou o DVD Quadros de uma Alma Brasileira, com os Choros de câmara de VillaLobos, gravado em apresentação ao vivo na Sala Cecília Meireles. Em 2008, gravou em CD o Réquiem, de Marcos Portugal, em comemoração aos 200 anos da chegada da família real ao Brasil, e o DVD Motetos de Bach, lançados no início de 2009. Em 2010, gravou ao vivo, no Mosteiro de São Bento, DVD com o Ofício 1816 e a Missa Pastoril para Noite de Natal, de José Maurício Nunes Garcia, lançado em abril de 2011. Bachiana na Ásia Em outubro de 2009, a orquestra da Cia. Bachiana Brasileira apresentou-se em Hanói e Cingapura a convite do Departamento Cultural do Ministério das Relações Exteriores, em comemoração ao 50º aniversário do falecimento de Heitor Villa-Lobos. Mosteiro de São Bento - 2010

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Ricardo Rocha – Regente e Diretor Musical Rocha, que tem recebido críticas entusiasmadas no Brasil e no exterior, foi aclamado em 2010 junto à Cia. Bachiana Brasileira com o prêmio mais importante do Governo do Estado do Rio de Janeiro na categoria Música Erudita, pelo alto padrão de qualidade com que executa do colonial brasileiro e barroco europeu à música contemporânea. Em 2012 comemorou 30 anos de regência profissional. Suas gravações contam com mais de 15 concertos para a televisão e rádio, 8 CDs (2 inéditos), e 3 DVDs. Suas montagens à frente do Coro e da Orquestra da Cia. Bachiana Brasileira conquistaram um público fiel, com três delas entre as melhores do ano pelo jornal O Globo, em 2007, 2008 e 2011. Alemanha, Argentina, Brasil Na Alemanha, Rocha criou e dirigiu por 11 anos (1989 a 2000) o ciclo “Brasilianische Musik im Konzert” para a difusão da música sinfônica brasileira, à frente de orquestras como a Sinfônica de Bamberg, a Filarmônica da Turíngia e outras, regendo também grandes obras do repertório internacional. Quinta da Boa Vista - 2013 Na Argentina, foi regente residente na Orquesta Sinfónica Nacional de Cuyo, em Mendoza; no Brasil, regeu como convidado as Orquestras Sinfônica Brasileira, Teatro Municipal de São Paulo, Sinfônica de Minas Gerais, Petrobras Sinfônica e Sinfônica Nacional, tendo sido regente titular das Orquestras Sinfônica da UFMT (Cuiabá) e Escola de Música da UFMG (Belo Horizonte), onde foi também Professor de Regência. XIX Bienal de Música Brasileira Contemporânea - 2011

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Igreja da Candelária – 2011 Turnê na Ásia Em outubro de 2009, dirigiu a orquestra da Cia. Bachiana Brasileira em apresentações em Hanói e Cingapura a convite do Departamento Cultural do Ministério das Relações Exteriores, em comemoração ao 50º aniversário do falecimento de Heitor Villa-Lobos. Atuação como docente É autor dos livros Regência, uma arte complexa (2004) e As Nove Sinfonias de Beethoven – uma análise estrutural (2013). Tem classe particular de regência e é professor em cursos livres de extensão, como os do Baukurs Cultural e do CCJF, e da Pós-Graduação da Faculdade de São Bento e do Conservatório Brasileiro de Música. Lona Elza Osborne - abril 2015

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Quinta da Boa Vista – 2013 A Cia. Bachiana Brasileira vê a sociedade civil como um ator livre e independente nas escolhas, no apoio e na promoção das atividades que julga verdadeiramente importantes para o desenvolvimento de sua vida pessoal, institucional e cidadã. Esperamos que vocês se sintam identificados com o que fazemos e com os sonhos que nos orientam. Dessa forma, poderemos desenvolver uma parceria e, através da cultura, trabalhar juntos por um Brasil e um mundo melhores. Ópera Cavalleria Rusticana - 2014

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