Páras Nº21

 

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Ex-Combatentes

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informação de e para todos os pára-quedistas Nº21 2015 Ao RITMO DO GUIA Publicação trimestral Preço 9,00E José Correia Carlos Perestrelo Anacleto Santos

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editorial índice índice or o do leit Cantinh ro liv do Lançamento s ra ei rm fe en das s Pára-quedista nº 21 • 2015 6 deração F.P.P.Q.- Fe a es Portugu edismo u de Pára-Q 5º aniversário 7 o d Salto isinhas o C é do Z -quedista a r á P ia íl m a de f nós, a gran , talvez T ortante nvívios Porque é imp  C.V.P - Co nos a so a a avançar par de Veter enas um ac nto, talvez ap o d si istas o d a sã e h is u u no ass ra-Q última m o á a d alvez ten P sa en p o a s ) h a Soares (Suíça ninguém ten partida do “destino”, m u a o zo ri m li 30º aniversá tenha sido u ado 14 -03 -2015 se rea rologia c e N O b S á R 4 S 8 U o der de E/R 19 rsário do (C facto é que n Em quem po o 60º. Anive 51º. Aniversário e e rt ã o M m a sa a ve C te oo não aqui na A), bem com o Domingo 15 -03 Tábua n DE ESPANH e e u iq , oçamb O GUIA -M D 31 O P M C IT B R o O d do o Livro A ldades, s 2015 é lança as vivências, as dificu eres história lf o a de uma Pedras ri tó descrevend cesso de três jovens A is H o, im su rr o é b e III s le e a ce rt id Salgadas mo vida- Pa as dúv frequentara ára-quedismo. 5 8 9 1 m e e qu o de P s o 123º Curs anos se Pára-Quedista dificilíssim em todos os a data , o n A o d s , se te e o o do Oes Todos os M a data da Incorporaçã rtida, U.P.P- Uniã a a S p A a T d A s D ta e a m u d ra g a mo, celeb Portu mas rara Pára-quedis uedistas Grifos do Curso de a Guerra do Ultramar, dência. de Pára-Q io da d ci a in d ár a e a co  Anivers ou da cheg é tão grand ssociação A.P.G.T.N (A s e st e os e PáraBCP 32 Portuguesa d opinião, tod Párae d il m u h orte a N o T. e e u d q o e Na noss m d is a qued prov ais ntos, são a gado dos m le o acontecime l, a g u rt s Velhas b oa m Po São Martinho oço de Natal ncontra em quedismo e e lm A  se e u q e re l Mundial ntinuar que semp Guarda- Hote A.P.G.T.N a d velhos vai co ntinuar a ser aquilo sa se rtugue co r Homens e Associação Po o mãos para ca de forma as na mente ri b fá m r is o d lh ue e q Almoço  dúvid foi a m de Páradistas a vez houve prova é a destes m u lg e a nt fa so de Pára-Que de R.In por aca ulo, a d é l e cr oa n s sb o ro Li n o e e C na grand de alguém m eres que no Auditório ram a lf ta A Aniversário  três jovens Alcino Ribeiro apresen distas al e u ta -q is d ra e á u Jantar de Nat  P -q te ra da Associação o Pá riamen rdas ta ro v ri ua li G io m s a m is e m ha d el o ue das V Pára-Q e stemunh d um público te u se s o re s e ia s no Monsanto ão como Alf e suas famíl de Guimarãe DO GUIA), n eio que possa O M IT R O (A , não cr atal mo generais da nossa Unidade, Almoço de N tas  mas sim co ro tu fu o o dis çã d a s ue a q dos Párahaver dúvid ismo e a Fábrica de form UE (Q ão d e e ic d u al de Fam o Pára-q ram o Lema que adopta S SE CONHEÇAM ) s, n e m o h e d VENCIDO NUNCA POR O editor, Nota: Na próxima edição da Revista Páras, reportagem nha Alves da Cu 10 11 do Museu Inauguração do Armando 28 30 7000º salto andeias de José Luís C 14 32 16 22 24 34 36 38 40 42 44 46 26 48 50 sobre o lançamento do livro "Ao ritmo do guia" revistaparas@gmail.com Propriedade e Edição Alves da Cunha NIPC 255 122 489 Rua da Conceição da Glória, 55 R/C 1250 - 080 Lisboa Contactos Tel. 210 997 559 | 218 056 009 Tlm. 916 260 207 | 934 557 482 • Nº21 • 2015 Diretor: Alves da Cunha (augustoalvesdacunha@gmail.com) Sub-diretor: Aníbal Alves da Cunha (anibalcunha@gmail.com) Coordenação e controle financeiro: Sofia Marques fotografia: Rui Freire, Rui Zabelo, R. Baltazar, Carlos Silva, J.S. Almeida, Tiago Sá Design Gráfico: Patrícia Mendes Pré-impressão e impressão gráfica: REGISET Comunicação e Artes Gráficas S.A. Periodicidade trimestral/ tiragem: 10 000 exemplares Dep. Legal 259707/07 Inscrição na ERC 126185 2 ficha técnica

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cantinho do leitor Lançamento do livro "Nós, enfermeiras Pára-quedistas" S omos sem dúvida da opinião de que o local escolhido para a apresentação deste livro (Nós enfermeiras Pára-quedistas) foi o mais adequado por muitas razões: localidade, acessos, condições do espaço, e outros, mas o principal foi sem dúvida ser neste lugar carregado de simbolismo para as enfermeiras Pára-quedistas e não só, para nós, todos nós Pára-quedistas, foi um momento em que queiramos ou não aceitar, o pensamento levou-nos a outros tempos que tão boas recordações guardamos mas que infelizmente não voltarão nunca mais. Embora não sejamos apologistas de apregoar saudosismo, pareceu-nos perceber que também os muitos militares da Força Aérea presentes tiveram saudades daqueles tem- 6 • Nº21 • 2015

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cantinho do leitor Lançamento do livro "Nós, enfermeiras Pára-quedistas" pos em que todos pertencíamos ao mesmo “CLUBE”. Certos ou errados, agora que expressemos a nossa opinião sobre o local escolhido para o lançamento deste fantástico trabalho que esperamos tenha muito sucesso, vamos debruçar-nos sobre os factos do acontecimento. Será difícil encontrar num outro acontecimento, que não seja (OFICIAL e convocado pelo Senhor Presidente da República COMANDANTE CHEFE DAS FORÇAS ARMADAS PORTUGUESAS), tantos Generais, Coronéis, e outros militares uns fardados outros à civil para assistirem a este grande acontecimento. As senhoras enfermeiras, também e dentro do possível estiveram presentes bem como alguns familiares e o público em geral veio em massa, aventuramos dizer que os organizadores não contavam que aquele espaço fosse insuficiente para acomodar tanta gente que cerca de 50% ficaram de pé onde e como se conseguiram acomodar. 8 • Nº21 • 2015

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cantinho do leitor Porque é preciso avançar p Prezados Amigos e Combatentes, Combatentes abandonados e desprezados. Porquê? a) Porque cumpriram o dever patriótico de defender as terras de administração portuguesa onde nasceram e labutaram muitas centenas de milhar de cidadãos portugueses? b) Porque foram os mancebos sacrificados nas guerrasultramarinas onde se debatiam os tenebrosos interesses internacionais? 1 - Porque não houve apoios aos Antigos Combatentes, após a desmobilização? garantindo promoções, vencimentos e pensões de reforma muito superiores às dos civis; depois, negligenciaram a integração na sociedade dos militares desmobilizados, especialmente os que regressaram com problemas derivados do stress de guerra e necessitavam de apoios especiais. Honra lhes seja feita por terem apoiado e participado na criação da Associação dos Deficientes das Forças Armadas, que acolheu os estropiados pela guerra, dando-lhes as condições de dignidade merecidas; culpa formada, o Conselho da Revolução cedeu os poderes aos governantes civis, muitos deles exilados e traidores à Pátria, que se apoderam das instituições e dinheiros do Estado, servindo clientelas e amigalhaços em desfavor dos restantes cidadãos que, entretidos com as promessas leiloadas a desbarato, foram trabalhando ao sabor da corrente, sem perceberem os enganos de todos os anos, deixando no total esquecimento e desprezo os Antigos Combatentes, mesmo os traumatizados e com dificuldades de integração social. a) No decorrer das guerras ultramarinas, os mancebos entravam nos quartéis sem perceberem a tormenta que os esperava. A preparação militar nem sempre foi bem encarada e as dificuldades de adaptação eram descoradas pelo regime, porque interessava avançar “rapidamente e em força”. Assim se passaram 13 longos anos de incertezas, sem que fossem valorizados os Antigos Combatentes, mesmo depois da desmobilização. f) Garantido o futuro para os militares, mesmo para os prevaricadores com ou sem b) Veio a revolução de Abril, conduzida 2 - Porque falharam as Associações de Combatentes? por militares sem preparação política nem conhecimentos de administração pública que procuraram controlar os departamentos do Estado; nem sempre respeitaram as normas de conduta, leis fundamentais e os valores patrióticos; perante a conjuntura internacional, cederam a uma descolonização apressada e atribulada que não acautelou a segurança dos Combatentes em campanha nem os interesses e os bens dos portugueses residentes nas ex-províncias ultramarinas; a) Como sempre, os governantes procuram c) Em consequência, a desmobilização e desactivação dos postos e aquartelamentos no interior das ex-províncias ultramarinas e a desorganização da logística de campanha deixou muitos militares sem condições mínimas de sobrevivência e sem alimentos; controlar o ímpeto reivindicativo dos que se tentam organizar para fazer valer os seus direitos. Quando alguns Antigos Combatentes deram os primeiros passos para criarem associações, diversos oficiais, parte deles amigos e mandatados pelo Conselho da Revolução, infiltraram-se no "movimento" para manipular e desmotivar as manifestações reivindicativas... e, perante a "inocente confiança, o espírito de camaradagem criado no ambiente de dificuldades da guerra", conseguiram os seus nefastos intentos e prejudicaram todos os Antigos Combatentes, que ficaram na sombra do desprezo e do esquecimento, sem reconhecimento e reparação dos seus traumas: d) b) Depois, as inscrições de associados Faltou o acompanhamento e apoio na integração plena e com dignidade, dos Combatentes, na sociedade onde, muitos milhares deles, regressados à metrópole, tiveram que sobreviver com a sua sabedoria e na lei "do desenrasca"; e) A preocupação maior dos “militares de abril” foi consolidar a democracia e a liberdade, o maior feito da revolução; mas, talvez tenham exagerado na construção das bases de sustentabilidade das suas benesses, 10 • Nº21 • 2015 em grande quantidade, contribuíram com centenas de milhar de contos para os oportunistas e aldrabões gastarem em proveito próprio, não dando os devidos apoios e assistência, acompanhamento psicológico, psíquico e social aos Antigos Combatentes que careciam deles; esses desmandos criminosos levaram à desmotivação associativa e à descrença na resolução dos reais problemas e reconhecimento da sua prestação em defesa dos valores patrióticos.

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cantinho do leitor r para a ÚLTIMA MISSÃO c) Para completar o quadro que agrada aos oportunistas e cria dificuldades acrescidas aos Antigos Combatentes que necessitam de apoio social e na doença, os governantes agiotas, através do Ministério da Defesa, dão milhares de Euros, anualmente, a meia dúzia de "associações" que o justificam no "apoio" a algumas dezenas de Combatentes, enquanto outros carenciados (mais de 100 mil) vivem ou sobrevivem com muitas dificuldades. Perante tal quadro, os governantes limitam-se a subsidiar as Associações reféns destas migalhas, as quais perderam o poder reivindicativo para resolução dos graves problemas de saúde e sociais que afectam mais de 120 mil Antigos Combatentes. É por isso que o “Estatuto do Combatente”, importante instrumento legal e objectivo destinado a dignificar todos os Combatentes, continua a ser protelado e os possíveis beneficiários vão morrendo sem usufruírem dos contributos e direitos que justamente merecem. do tempo das guerras ultramarinas, o que é muito bom. Mas há muitas dezenas de milhar de Antigos Combatentes a passar mal, com carências de alimento e tratamento na doença. Parte deles sem-abrigo, abandonados à sua má sorte. Esquecê-los seria ultrajar a nossa condição de homens de acção, com personalidades forjadas entre os trilhos e as matas africanas, muitas vezes, enfrentando graves perigos e dificuldades. d) Temos uma grande dispersão de "grupos" no Facebook. Por um lado pode ser positivo, por outro dificulta a nossa caminhada para o mesmo objectivo. Também não podemos ignorar uma realidade: As estatísticas indicam que apenas 10 a 15% dos Antigos Combatentes andam pela Internet! Logo, para a grande maioria, teremos que passar a informação por outros meios, pelo que apelamos à participação de TODOS neste projecto. 4 - Porque foi criado o Movimento Cívico de Antigos Combatentes 2006? a) Após algumas viagens realizadas aos territórios africanos onde andámos em guerra, cerca de 70 Antigos Combatentes vieram de Moçambique com vontade de resgatar para Portugal, terras de origem, os restos mortais dos nossos camaradas de armas que ficaram enterrados em vergonhosas condições de abandono e desleixo. 3 - Porque é URGENTE avançar por outros caminhos? b) c) Ainda somos um universo com cerca de 670 mil Combatentes vivos. Se despirmos as camisolas clubísticas e partidárias, unindo o que resta da nossa vida, com bom senso, pondo a inteligência e a vontade ao serviço dum OBJECTIVO comum, temos condições para cumprir a ÚLTIMA MISSÃO com convicção, sucesso e proveito, obrigando ao reconhecimento da nossa condição de cidadãos com dignidade e com direitos. a) 40 anos passaram sem que fossem reconhecidos os devidos direitos aos Antigos Combatentes. Com o desgaste do tempo e as vidas fragilizadas, somos uma geração em extinção prematura! Esta é uma realidade a que não podemos fugir, mas poderíamos resistir mais se devidamente acompanhados nas nossas debilidades. b) Os Almoços/Convívio são uma forma de "terapia" que ameniza os efeitos das angústias Um numeroso grupo de voluntariosos Combatentes aderiu ao Movimento que, depois de contactos com Associações de Combatentes estrangeiras, por sugestão da Associação dos Veteranos Americanos, em 10 de Junho de 2008, montaram um "cemitério" simulado nos terrenos confinantes com o Monumento aos Combatentes, em Belém-Lisboa, tendo a dimensão de 200m2 quadros e 100 cruzes e campas simuladas, com os nomes de 20 dos nossos mortos ainda em África. Isso teve bastante impacto e levou a uma "campanha" de recolha de 17.450 assinaturas para a Petição entregue 2015 • Nº21 • 11

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cantinho do leitor Porque é preciso avançar para a ÚLTIMA MISSÃO e aprovada na Assembleia da República em Junho de 2009. A Petição dava um prazo até final do ano de 2012 para que o Estado e Liga dos Combatentes resgatassem para as terras de origem os restos mortais de cerca de 1.780 Combatentes ainda em territórios africanos. c) Passou o prazo e muito pouco foi feito, embora continuem a gastar dinheiro com deslocações de membros da Liga dos Combatentes aos antigos territórios ultramarinos, em prol do programa "a conservação das memórias". fora dele, em missões internas ou externas, garantindo um futuro digno para os atingidos por deficiências ou doenças e familiares. 5 - Porque avançamos para uma Plataforma de intervenção política? d) Independentemente da organização de a) Não há resposta às propostas e sugestões base do Movimento, após diversas reuniões de centenas de Antigos Combatentes atentos à situação dos mais necessitados, foi legalizada a Associação MAC e, na Assembleia-geral de 22 de Junho de 2013, nas Caldas da Rainha, foram eleitos os membros para os respectivos Órgãos sociais, com a finalidade de dar seguimento aos diversos projectos e sugestões avançadas por Antigos Combatentes, com espírito patriótico, voluntarioso e solidário. levadas aos Grupos Parlamentares, o que prova o desinteresse político na legislação que ponha em prática a solução justa e merecida pelos Antigos Combatentes – a elaboração e publicação do “Estatuto do Combatente”. Os governantes continuam a apoiar, financeiramente, algumas associações, como forma de dividirem para reinar. Essa forma de governação está esgotada, porque poucos Antigos Combatentes acreditam nesse sistema e estão fartos de serem enganados. capacidades de observação e na lucidez dos Combatentes e dos membros das forças armadas e de segurança, apelamos a TODOS, aos familiares e Amigos para, em consciência e valorizando o espírito de união e camaradagem construído em tempo de guerra ou de paz, reverem a sua posição e tendência política, colocando acima dos seus interesses pessoais e partidários o interesse colectivo dos ainda vivos e, provavelmente, almejando um futuro melhor para os filhos e netos. Unidos e convictos do nosso valor como homens de acção e valentes, que não renegaram a Pátria, seremos capazes de vencer mais esta importante e decisiva Missão. Estejamos atentos e vigilantes, para decidir bem o futuro. e) Aproveitando os estudos e peritagens b) então conseguidas, a "Associação MAC", organizou dossiers documentados e, em Janeiro de 2014, reuniu com todos os Grupos Parlamentares da AR, com vista à criação do "Grupo de Trabalho" para legislar e publicar Leis e normas devidamente claras e exequíveis no “ESTATUTO do COMBATENTE”. Depois, reuniu com a Direcção da Liga dos Combatentes, onde ficou definida uma forma de conduta mais aproximada para atingir os objectivos comuns. Os partidos da "governação" já deram sobejas provas de que nada farão em benefício dos Antigos Combatentes. Até a Lei 9/2002, que especifica alguns benefícios, acabou por ser adulterada e posta no caixote do esquecimento. Todos esses partidos têm a sua "clientela" nas listas de deputados e não aceitam os nossos representantes lergítimos. Movimento Cívico de Antigos Combatentes 2006 Portugal participa na wac (World accuracy contest) A convite da organização a equipa de precisão de aterragem da Assoc. Pq Tejo Norte, irá participar no World Accuracy Contest, uma prova que irá decorrer no sul de França em Gap Tallard, nos dias 24, 25 e 26 de Abril. Esta é já a 7ª edição deste evento que contará com as melhores equipas mundiais da modalidade. Apesar do momento que o paraquedismo nacional atravessa, é para nós uma honra a presença nesta competição, provando que o paraquedismo competitivo/desportivo em Portugal, continua bem vivo. c) As equipas de apoio aos sem-abrigo e f) Entretanto, um grupo de entidades ligadas à Ordem dos Economistas e à Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas apresentou um "estudo financeiro" com sugestões de recolha de fundos para garantir a cobertura dos custos da aplicação prática e completa dos benefícios e apoios sociais a conceder aos Antigos Combatentes integrados no "Estatuto do Combatente", sem necessidade de recorrer ao Orçamento do Estado - trata-se de um "Fundo Autónomo" que será extensivo a todos os membros das Forças Armadas e Forças de Segurança, conforme legislação específica que contemple todas as perdas de ganho devidas a acidentes, em serviço ou 12 • Nº21 • 2015 desamparados pela sorte detectaram mais de 2.000 ex-Combatentes abandonados nas ruas da amargura. É vergonhoso que Portugal não honre os seus heróis e despreze os que, em determinado período da sua história, defenderam a bandeira nacional. É urgente resolver a vida destas pessoas carenciadas e dignificar uma geração de homens valentes. d) Independentemente dos interesses restritos das Associações, os membros aderentes e colaboradores do Movimento Cívico de Antigos Combatentes 2006 jamais aceitarão a subsídio-dependência e vão avançar com alternativas para atingir os objectivos concretos. e) Por tudo isto e porque acreditamos nas

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cantinho do leitor INAUGURAÇÃO DO MUSEU PRIVADO DO ARMANDO RAMOS PÁRA-QUEDISTA T odos nós pára-quedistas amamos o Pára-quedismo e tudo que com ele se relacione, no entanto existem alguns que exageram nesta paixão e alguns há que gastam pequenas fortunas adquirindo tudo que de uma forma ou de outra tem algo a ver com o Pára-quedismo. Um bom exemplo é este nosso companheiro e irmão de armas, o Armando Ramos Páraquedista do Restaurante Mirante em Ferreiras Albufeira que fez questão de que reportássemos na revista “Páras” a inauguração do seu museu. Sim tem algumas dezenas de artigos vários, fotografias e um sem número de mis- celâneas, tudo relacionado com o Pára-quedismo, não sei se podemos classificar todo o conteúdo de ACERVO, mas é sem dúvida um colecção apaixonada de artigos que nos fazem pensar o quanto de proveitoso foi aquela escola na vida de todos nós Pára-quedistas, velhos, menos velhos, novos e os muito mais novos. Achamos um privilégio ter sido convidados para tão importante ocasião na vida do Armando e sugerimos a todos os Pára-quedistas que sempre que passem por ferreiras em Albufeira, façam o favor de visitar o Museu do nosso Companheiro Armando Ramos “Pára-quedista”. 2015 • Nº21 • 13

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necrologia em quem poder não teve a morte Lá do Céu a gente pede/ Para na terra morrer de pé Dando a vida que Deus nos deu/ Boinas verdes sobem ao céu Júlio pereira Natural de Ourém, foi mobilizado pelo regimento de Cavalaria 3 (RC3). Faleceu dia 28 de Setembro de 2014. José Ribeiro Nunes Correia (Cabo Setúbal) Concluiu o 27º curso de PQ em 18 dez. de 1964. Faleceu a 5 de março de 2015. Getúlio Ferreira dos santos Alberto Gonçalves de Sousa 1º Cabo Pára-quedista BCP31. Pataias. Furriel Pára-quedista, com o brevet nº 7887. Curso de PQ. em 20 fev. de 1970. Faleceu a 16 de janeiro de 2015. José Carlos Rodrigues Alves Era o 1739/70 da ER 3/70- Concluiu o 64º curso de para-quedismo em Dez. 1970 Faleceu a 26 de fevereiro de 2015. Albino de Oliveira Batista Curso PQ nº 23. Brevet nº 2228 427/63. Faleceu a 19 de fevereiro de 2015. Excelentíssimos senhores assinantes em particular e leitores da páras em geral Informamos que a nossa revista tem em permanência esta página de necrologia, para divulgação daqueles que “se vão da lei da morte libertando”. Necessitamos que nos informem do nome, data de nascimento, data de passagem para o além, se possível uma foto. Assim todos podem identificar a pessoa que pretendemos homenagear, se assim for conveniente. 14 • Nº21 • 2015

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