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a lavoura diretor responsÁvel antonio mello alvarenga neto editora cristina baran editoria@sna.agr.br endereÇo av general justo 171 7º andar 20021-130 rio de janeiro rj tel 21 3231-6350 fax 21 2240-4189 endereÇo eletrÔnico www.sna.agr.br e-mails alavoura@sna.agr.br redacao.alavoura@sna.agr.br diagramaÇÃo editoraÇÃo eletrÔnica paulo américo magalhães tel 21 2580-1235 8126-5837 e-mail pm5propaganda@terra.com.br colaboradores desta ediÇÃo arminda moreira de carvalho caio fidry cesário ramalho da silva clarissa lima paes edivaldo del grande fernanda diniz guilherme ferreira viana ibsen de gusmão câmara jacira collaço josé de sampaio góes joseani m antunes kelly beltrão liliane castelões luís alexandre louzada luiz francisco zafalon marina torres richele manoel ronaldo de albuquerque ronaldo luiz soraya pereira valéria costa xico graziano É proibida a reprodução parcial ou total de qualquer forma incluindo os meios eletrônicos sem prévia autorização do editor issn 0023-9135 os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva de seus autores não traduzindo necessariamente a opinião da revista a lavoura e/ou da sociedade nacional de agricultura a lavoura ano 114 n o 683 meio ambiente alternativas para o desmatamento do cerrado associam conservação à produção o aumento da produtividade nas lavouras tradicionais é uma das receitas para diminuir o desmatamento 29 pastagem técnicos recomendam planejamento antecipado para reforma de pastagens a escolha da melhor semente de capim para ser plantada na propriedade é fundamental para a formação de boa pastagem 36 fruticultura maracujazeiro-azedo menos defensivos e maior produtividade o uso de variedades resistentes e técnicas de manejo integrado são medidas eficazes para o combate de doenças da cultura 40 sna 114 anos panorama sobrapa sociedade rural brasileira srb animais de estimaÇÃo organicsnet biotecnologia livros publicaÇÕes empresas opiniÃo pecuÁria leiteira como melhorar e manter a qualidade do leite 15 06 08 25 32 38 44 46 47 48 50 3 novas cultivares novas cultivares de milho e sorgo atendem pequeno e agricultor empresarial 20 cÓdigo florestal câmara de negociação pode dirimir divergências entre setores ambientalistas e produtivos capa danilo moreira embrapa pecuária sudeste 24 site www.cppse.embrapa.br a lavoura abril/2011
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diretoria geral presidente diretores antoniomelloa lva renganeto 1° vice-presidente almirante ibsen 2° vice-presidente de gusmÃo cÂmara araÚjo almeida osanÁ s Ócrates 3° vice-presidente de francisco josÉ vilela santos hÉlio meirelles cardoso josÉ carlos azevedo de menezes luiz marcus suplicy hafers ronaldo de albuquerque sÉrgio g omes m alta comissÃo fiscal joel naegele 4° vice-presidente tito bruno bandeira ryff roberto paraÍso rocha claudine bichara de oliveira plÁcido marchon leÃo diretoria tÉcnica leopoldo garcia brandÃo robertoferreiradasi lva pintomariabe at rizbleymartinscos ta rosina villemor cordeiro guerra s y lv iawachsnersy lv iadebottonbrautigam john richard lewis thompson alberto werneck de figueiredo ma riahelenamartinsfur ta d o jaime rotstein josÉ carlos da fonseca a n t Ô niodeara Ú jofrei ta s j r academia nacional de agricultura fundador cadeira e p at rono o c tav iomelloa lva renga titular patrono 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 e nnes de s ouza m oura b rasil c ampos da p az b arÃo de c apanema a ntonino f ialho w enceslÁo b ello s ylvio r angel p acheco l eÃo l auro m uller m iguel c almon l yra c astro a ugusto r amos s imÕes l opes e duardo c otrim p edro o sÓrio t rajano de m edeiros p aulino f ernandes f ernando c osta s Érgio de c arvalho g ustavo d utra j osÉ a ugusto t rindade i gnÁcio t osta j osÉ s aturnino b rito j osÉ b onifÁcio l uiz de q ueiroz c arlos m oreira a lberto s ampaio e paminondas de s ouza a lberto t orres c arlos p ereira de s Á f ortes t heodoro p eckolt r icardo de c arvalho b arbosa r odrigues g onzaga de c ampos a mÉrico b raga n avarro de a ndrade m ello l eitÃo a ristides c aire v ital b rasil g etÚlio v argas e dgard t eixeira l eite r oberto f erreira da s ilva p into j aime r otstein e duardo e ugÊnio g ouvÊa v ieira f rancelino p ereira l uiz m arcus s uplicy h afers r onaldo de a lbuquerque t ito b runo b andeira r yff f lÁvio m iragaia p erri j oel n aegele m arcus v inÍcius p ratini de m oraes r oberto p aulo c Ézar de a ndrade r ubens r icupero p ierre l andolt a ntonio e rmÍrio de m oraes i srael k labin s ylvia w achsner a ntonio d elfim n etto r oberto p araÍso r ocha j oÃo c arlos f averet p orto n estor j ost a ntonio c abrera m ano f ilho j Ório d auster a ntonio c arreira a ntonio m ello a lvarenga n eto i bsen de g usmÃo c Âmara john richard lewis thompson j osÉ c arlos a zevedo de m enezes a fonso a rinos de m ello f ranco r oberto r odrigues j oÃo c arlos de s ouza m eirelles f Ábio de s alles m eirelles l eopoldo g arcia b randÃo a lysson p aolinelli o sanÁ s Ócrates de a raÚjo a lmeida d enise f rossard e dmundo b arbosa da s ilva e rling s l orentzen sociedade nacional de agricultura · fundada em 16 de janeiro de 1897 · reconhecida de utilidade pública pela lei nº 3.459 de 16/10/1918 av general justo 171 7º andar · tel 21 3231-6350 · fax 21 2240-4189 · caixa postal 1245 · cep 20021-130 · rio de janeiro brasil e-mail sna@sna.agr.br · http www.sna.agr.br escola wenceslÁo bello fagram · av brasil 9727 penha cep 21030-000 rio de janeiro rj · tel 21 3977-9979 4 abril/2011 a lavoura
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carta da s na investindo no agronegócio oderno eficiente e competitivo o agronegócio brasileiro é uma das principais locomotivas da economia brasileira sendo responsável por cerca de 1/3 do pib 42 das exportações e 37 dos empregos o país já se firmou como um dos líderes mundiais na produção e no comércio internacional de produtos de origem agropecuária somos o maior produtor de café cana de açúcar e laranja do mundo o 2º maior produtor de soja e o maior exportador mundial de carne bovina e frangos em pouco tempo seremos o principal polo mundial de algodão e biocombustíveis nossa produção de madeira papel e celulose vem aumentando rapidamente e graças à sua competitividade vamos conquistando participação cada vez maior no comércio internacional nesse ambiente de prosperidade os empreendimentos das cadeias produtivas do agronegócio têm grande potencial de crescimento com clima diversificado chuvas regulares energia solar abundante boa distribuição de água doce terras disponíveis e tecnologia apropriada o brasil apresenta boas perspectivas para o setor nas próximas décadas há inúmeras formas de participar desse boom do agronegócio investindo em pequenos médios ou grandes empreendimentos para aqueles que já estão no setor é possível atrair capital para financiamento ou investimento direto também há boas oportunidades de investimentos privados em pesquisa e desenvolvimento tecnológico voltados para n m o agronegócio para tratar desses temas tão importantes e atuais a sna promoverá nos dias 21 e 22 de junho seu 12º congresso de agribusiness no auditório da confederação nacional do comercio no rio de janeiro esperamos vocês lá ·· ·· ···· ·· promovemos recentemente uma reunião-almoço em são paulo com a presença dos ex-ministros da agricultura delfim neto pratini de moraes e antonio cabrera também participaram o secretário de agricultura de são paulo joão sampaio e o ex-secretário joão carlos meirelles foi gratificante notar o carinho e consideração que todos dedicam à sna e ouvir reiterados elogios do exministro delfim neto à revista a lavoura ele demonstrou ser um leitor atento e assíduo de nossa publicação ·· ·· ···· ·· nesta edição de a lavoura o leitor encontrará excelentes matérias sobre a integração lavoura-pecuária no cerrado e as novas cultivares de milho e sorgo nosso artigo de capa aborda a melhoria na qualidade do leite sobretudo quanto às técnicas de ordenha e prevenção de doenças a seção da sobrapa traz relevantes e atualizadas informações sobre o meio ambiente e sustentabilidade boa leitura antonio mello alvarenga neto a lavoura abril/2011 5
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academia nacional de agricultura será revitalizada om o objetivo de tratar da reestruturação e da revitalização da academia nacional de agricultura o presidente da sna antonio alvarenga promoveu em março uma reunião-almoço dos membros da academia que residem em são paulo participaram do encontro os ex-ministros delfim neto pratini de moraes e antonio cabrera o secretário de agricultura de são paulo joão sampaio os acadêmicos flavio perri e joão carlos meirelles o presidente da sociedade rural brasileira cesário ramalho e o diretor da federação de agricultura de gerson filho c são paulo coronel ronaldo severo ramos representando seu presidente fabio meirelles houve consenso quanto à necessidade de ampliar o número de membros da academia e de manter sua característica multidisciplinar e abrangência nacional além disso houve apoio à permanência da sede no rio de janeiro pela tradição projeção e o momento atual de retomada de desenvolvimento econômico e social da cidade o ex-ministro pratini de moraes ressaltou a importância de incorporar à academia personalidades provenientes das regiões onde o agronegócio tem se expandido nos últimos anos como é o caso de mato grosso mato grosso do sul goiás tocantins bahia maranhão e piauí o ex-ministro antonio cabrera sugeriu agregar pesquisadores e cientistas incluindo especialistas em meio ambiente e direito agrário o ministro delfim neto destacou a qualidade de a lavoura demonstrando-se um leitor assíduo e atento da revista e sugeriu que a publicação seja a interface de comunicação entre a academia e o setor agropecuário ao final da reunião antonio alvarenga afirmou que em breve haverá uma nova reunião no rio de janeiro para dar sequência ao projeto de revitalização da academia reunião da academia em são paulo a partir da esquerda joão sampaio pratini de moraes delfim neto antonio alvarenga antonio cabrera cesário ramalho flávio perri coronel ronaldo severo ramos e joão carlos meirelles gerson filho gerson filho pratini e cabrera discutiram a necessidade de incorporar à academia cientistas e personalidades de regiões onde o agronegócio está em franca expansão ao lado de joão sampaio e de antonio alvarenga o ex-ministro delfim neto à dir elogiou a qualidade da revista a lavoura 6 abril/2011 a lavoura
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sna defende reforma tributária instituto atlÂntico durante seminário no auditório de o globo a sociedade nacional de agricultura oficializou seu apoio ao movimento brasil eficiente a partir da esquerda o presidente da sna antonio alvarenga o vice-presidente da república michel temer o jornalista merval pereira e o economista paulo rabello de castro o presidente da sna antonio alvarenga participou do seminário movimento brasil eficiente promovido pelo jornal o globo e pelo instituto atlântico no mesmo painel que contou com a participação do vice-presidente michel temer dentre outros o evento teve por objetivo chamar a atenção da sociedade para a urgência de uma reforma tributária na ocasião economistas empresários e juristas se mostraram favoráveis à simplificação dos tributos e à implementação de novas regras para o controle dos gastos públicos representando a mais tradicional instituição voltada para defesa dos interes ses da agropecuária nacional antonio alvarenga afirmou que o agronegócio brasileiro é muito eficiente da porteira para dentro mas sofre e perde valor da porteira para fora principalmente em razão das mazelas da infraestrutura de transporte armazenagem e exportação deficientes e sobretudo da elevada tributação que recai sobre seus produtos o presidente da sna disse que os pesados encargos incidentes sobre os alimentos no brasil são inconcebíveis e alegou que a taxação prejudica principalmente as camadas mais carentes da população além de dificultar as exportações dessa forma nós do agronegócio inconformados com a política fiscal brasileira damos total apoio ao movimento brasil eficiente concluiu alvarenga o vice-presidente michel temer viu com bons olhos a proposta de reforma fiscal discutida no evento apesar de reconhecer que poderá haver dificuldades de tramitação no congresso dentre outros convidados participaram dos debates o economista paulo rabello de castro coordenador do movimento brasil eficiente o diretor do conselho federal da ordem dos advogados do brasil oab miguel cançado e o jornalista merval pereira de o globo sna na biofach 2011 o mercado brasileiro de orgânicos apesar do potencial está sendo prejudicado pela falta de inovação parcerias e identidade É o que constatou a diretora da sociedade nacional de agricultura sylvia wachsner em recente visita à biofach de nuremberg alemanha a maior feira de negócios de produtos orgânicos do mundo de acordo com a coordenadora do projeto organicsnet diversos países latinoamericanos que estiveram presentes ao evento se destacaram com produtos específicos com maior valor agregado e muitas ve sylvia wachsner zes concebidos por meio de parcerias que ajudam a manter uma forte identidade no entanto o brasil exporta produtos sem preocupação em termos de inovação marketing ou prospecção de uma identificação de origem da marca para sylvia wachsner se o país quiser ganhar espaço no mercado externo terá de trabalhar mais a valorização de seus produtos orgânicos desde o conceito à identidade visual para consumo infelizmente falta uma visão empresarial macro adverte a diretora da sna este ano dez empreendimentos da agricultura familiar estande do projeto organics brasil durante a última edição a biofach da alemanha de diferentes regiões do país participaram da biofach com o apoio do ministério do desenvolvimento agrário mda produtores brasileiros ocuparam um estande de 112 metros quadrados para expor e promover sessões de degustação de sua produção orgânica incluindo cachaças licores açúcar mascavo melado de cana cacau em amêndoas compostos de mel e própolis sucos óleos essenciais café e doces entre outros a biofach deste ano mostrou um aumento no número de certificadoras de comércio justo a diminuição de intermediários na cadeia e maior demanda por parte dos consumidores de mais transparência do processo produtivo e do nível de conhecimento dos produtores de suas práticas ambientais a lavoura abril/2011 7
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norma de qualidade do café entra em vigor consumidores terão à disposição produto de melhor qualidade que passará pela fiscalização dos técnicos do ministério da agricultura carlos silva dos santos/mapa toda a cadeia produtiva do café se beneficiará com as normas de qualidade variam de r 2 mil a 5 mil por lote de acordo com a situação a multa poderá ser acrescida de um percentual do valor comercial da mercadoria além dos testes de impureza e umidade a análise sensorial avaliará a fragrância do pó o aroma a acidez o sabor e a qualidade da bebida a exigência desse teste foi prorrogada por dois anos por meio da instrução normativa nº 6 publicada em 23 de fevereiro no diário oficial da união dou após esse prazo o produto passará a ser classificado em três denominações café padrão Único café fora do tipo e café desclassificado para ser caracterizado como café padrão Único o produto deverá apresentar no máximo 5 de umidade e 1 de impurezas o café que apresentar resultados acima desses limites será denominado produto fora do tipo e não poderá ser comercializado nesse caso as indústrias terão de reprocessá-lo e enquadrá-lo dentro dos limites do café padrão Único o produto que apresentar mal estado de conservação odor e aparência impróprios além de percentual de matérias estranhas sedimentos e impurezas igual ou superior a 1,3 será desclassificado nessa condição o café terá a venda proibida e caberá ao ministério da agricultura autorizar a utilização do produto para outros fins que não seja a alimentação humana p ara garantir a qualidade do café brasileiro oferecido aos consumidores entrou em vigor o padrão oficial de classificação do café torrado em grão e torrado e moído a partir de agora fiscais do ministério da agricultura pecuária e abastecimento vão colher amostras do produto nos pontos de venda e analisar duas questões a presença de matérias estranhas e impurezas se houve adição de outro produto ao café e o percentual de umidade teor de água essa norma permitirá que o consumidor brasileiro tenha à sua disposição um café absolutamente puro o que atende ao principal requisito de qualidade do produto a ação é de interesse de toda a cadeia produtiva principalmente dos produtores enfatiza o secretário de produção e agroenergia manoel bertone após análise de microscopia será considerado café dentro do padrão de qualidade aquele que apresentar percentual máximo de 1 de impure zas como cascas paus e restos de folha do cafeeiro já o percentual máximo admitido de matérias estranhas sementes de milho açaí e fragmentos metálicos do moinho do café será de 0,1 além disso o produto deve ter no máximo 5 de umidade em caso de irregularidades o industrial será notificado e terá três dias para contestar o resultado apresentado pelo ministério da agricultura denominamos de solicitação de perícia um representante técnico da indústria realiza ou acompanha in loco uma nova análise na amostra de contraprova para saber se realmente o produto não está de acordo com as normas de qualidade informa o coordenador-geral de qualidade vegetal do ministério da agricultura fábio fernandes se as distorções em relação à norma legal forem confirmadas será lavrado auto de infração e aberto processo administrativo as penalidades poderão ser advertência suspensão da comercialização apreensão ou multa os valores saiba mais o padrão oficial de classificação do café torrado em grão e do café torrado e moído foi estabelecido na instrução normativa nº 16 publicada no dia 25 de maio de 2010 na ocasião determinouse o prazo de 270 dias para a norma entrar em vigor trata-se de uma norma inédita no mundo construída durante três anos por representantes do governo instituições de pesquisa produtores indústria e empresas privadas a iniciativa serve como exemplo de política pública de valorização do café e de defesa dos consumidores todos os produtos vegetais destinados diretamente à alimentação humana importados ou relacionados à compra e venda do poder público devem ser classificados seguindo o padrão oficial do ministério da agricultura a medida foi determinada pela lei 9.972/2000 hoje 69 produtos estão padronizados entre eles abacaxi algodão arroz amendoim farelo de soja maçã milho pera tomate e trigo kelly beltrÃo 8 abril/2011 a lavoura
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brasil deve voltar a crescer nas exportações de frutas frescas em 2011 o ano de 2010 ainda não foi dos mais fáceis para as exportações brasileiras de frutas frescas apresentando ligeira queda de 2,6 em comparação ao ano anterior puxaram para baixo os números a venda de melões maçãs limões e bananas já a manga e a uva tiveram um incremento de 13 e 11,4 respectivamente ou seja nada menos que 124 mil toneladas de manga e 60,8 mil toneladas de uva abasteceram o exigente mercado externo durante o ano passado a explicação para o bom desempenho de vendas externas dessas duas frutas no ano de 2010 é que seu pólo exportador fica na região do nordeste brasileiro onde o clima colaborou diferente do cenário de 2009 o resultado foi uma safra com bom volume de produção e excelente qualidade de comercialização para o mercado externo de acordo o engenheiro agrônomo do ibraf instituto brasileiro de frutas cloves ribeiro neto a queda nas vendas externas das demais frutas observadas nos dois últimos anos ocorreu devido à baixa demanda internacional que ainda vive sob o reflexo da crise de 2008 principalmente a europa responsável pela compra de 78 da produção nacional de frutas outro fator apontado por ele foi a taxa cambial desfavorável moacyr saraiva fernandes presidente do ibraf acredita na recuperação por parte dos países desenvolvidos para o ano de 2011 o que terá forte impacto sobre os produtores brasileiros com a recuperação das economias da europa e estaibraf manga 124.000 ton abasteceram o mercado externo em 2010 dos unidos a busca por nossos produtos deve subir naturalmente afirma novos mercados o ibraf em parceria com a agência brasileira de promoção das exportações e investimentos apex-brasil realizou um estudo para analisar os mercados emergentes para as frutas e seus derivados visando incluir novas áreas no projeto de promoção das exportações das frutas brasileiras e seus derivados brazilian fruit países como estados unidos emirados Árabes arábia saudita África do sul angola rússia hong kong e china aparecem neste estudo como mercados em expansão para as frutas brasileiras e seus derivados estamos atentos a estes mercados e de malas prontas para as principais feiras internacionais resume moacyr ainda de acordo com o presidente do ibraf o principal empecilho para maior penetração das frutas brasileiras no exterior não é a qualidade ou oferta mas a falta de acordos fitossanitários do governo com os mercados mais importantes como os eua e a china rantindo segurança alimentar ao consumidor ressalta a pesquisadora a expectativa é que o projeto esteja concluído até novembro deste ano segundo denise sobral se for comprovada cientificamente que a nisina auxilia na redução do staphylococcus aureus no queijo artesanal o trabalho de pesquisa poderá ser utilizado como subsídio para que as queijarias solicitem a permissão para a utilização da técnica pesquisa estuda forma de inibir bactéria no queijo artesanal pesquisadores do instituto de laticínios cândido tostes ilct que pertence à empresa de pesquisa agropecuária de denominação de origem minas gerais epamig estão acompanhando o processo de o queijo minas artesanal foi legalizado pela lei estadual produção do queijo minas artesanal em propriedades rurais de nº 14.185 tradicionalmente é produzido a partir dos rebaaraxá do cerrado e da canastra o objetivo é identificar formas nhos leiteiros das montanhas por pequenas queijarias em de combater a bactéria staphylococcus aureus comum nos queipropriedades rurais de agricultura familiar nas regiões do jos produzidos artesanalmente por utiliserro canastra araxá cerrado e camzarem leite cru no processamento apepos das vertentes sem utilização de técsar de já existir no organismo a bactéria nicas industriais dados da emater espode causar intoxicação alimentar infectimam que haja cerca de 10 mil produções e diarréia se encontrada em grandes tores nessas regiões quantidades pela legislação o queijo é consideraos pesquisadores querem identificar do artesanal quando é fabricado sem a a concentração ideal de aplicação dessa utilização de técnicas industriais como substância para inibir o aparecimento do ultrafiltração do leite prensagem mecâstaphylococcus explica denise sobral da nica emprego de leite concentrado ou epamig a nisina é um agente em pó e proteínas láticas enzimas coaantimicrobiano natural inócuo para o gulantes de origem fúngica ou homem e possui alta eficácia como microbianas além da utilização de leiconservante de alimentos a ideia é comte sem lactose ou qualquer outro combater o staphylococcus mantendo as caponente normal do leite e quaisquer ouracterísticas do queijo artesanal sem in queijos artesanais são produzidos a partir do tras técnicas industriais que venham a terferir no processo de maturação e ga leite cru ser desenvolvidas denise sobral epamig a lavoura abril/2011 9
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qualidade do trigo brasileiro a mudança nas normas de classificação comercial do trigo brasileiro começa a vigorar em 1o de julho mas o tema ainda é motivo de discussão entre lideranças do setor na hora da compra de insumos para a implantação das lavouras de inverno acontece a dúvida do produtor em relação a qual cultivar plantar a embrapa trigo explica que a qualidade tecnológica do trigo afeta a elaboração de pães massas e biscoitos o trigo é reconhecidamente uma commoditie com a liquidez regulada pelo mercado internacional o ganho genético em produtividade foi de 44 kg/ha/ano passando dos 700 kg/ha para 2.500 kg/ha a produção de 5,6 milhões de toneladas em 2010 ainda foi insuficiente para atender a demanda brasileira de 10 milhões de toneladas contudo o brasil exportou 1,6 milhões de toneladas nesta safra o desequilíbrio na balança entre produção e consumo está na qualidade industrial do trigo brasileiro do total consumido pela indústria 60 é para a produção de pães o que exige trigo da classe pão com força de glúten w superior a 220 porém grande parte do trigo produzido nos últimos anos tem apresentado força de glúten abaixo de 180 classificado como trigo brando para a fabricação do pão doméstico a farinha até pode ser aceita mas o aumento do consumo do pãozinho francês da padaria com casquinha crocante e bom volume depende de valor mínimo paulo kurtz embrapa trigo vares foram introduzidas na argentina resultando num trigo de menor força de glúten um trigo pão que entra no brasil com a farinha pronta por isso a pressão aumentou sobre o nosso produtor no quesito qualidade o que muda na norma de classificação a principal mudança na classificação técnica do trigo é o valor mínimo da força de glúten para o enquadramento como trigo pão que passa de 180 para 220 a indicação do trigo brando deixa existir com a inclusão do trigo de uso doméstico w=160 básico w=100 e outros usos para qualquer valor abaixo de 100 confira as tabelas na página ao lado não significa que o produtor não vai poder vender o trigo como pão mas certamente a indústria vai seguir este padrão internacional no momento da compra assim como nos programas de aquisição do governo esclarece a pesquisadora da embrapa trigo eliana guarienti segundo sergio dotto as discussões sobre as mudanças na legislação são alvo na cadeia produtiva do trigo há mais de 10 anos ele acredita que o governo federal não atenderá a reivindicação das organizações de produtores para prorrogar a vigência da norma o problema não está no produtor mas principalmente no obtentor responsável pelo desenvolvimento do material genético para registrar a qualidade tecnológica da cultivar os obtentores seguem a classificação oficial brasileira e sem alteração da norma vão continuar mantendo um produto abaixo da demanda do mercado ou seja o pão francês de padaria exige grãos de trigo de valor mínimo de 200 de força de glúten de 200 de força de glúten explica a pesquisadora da embrapa trigo martha z de miranda de acordo com o chefe-geral da embrapa trigo sergio roberto dotto a mudança no cenário agrícola não tem acontecido somente no brasil historicamente a indústria brasileira importava da argentina um trigo melhorador com força de glúten de 350 que misturado ao trigo brando brasileiro permitia a mescla para a panificação hoje novas culti cna bons preços do algodão devem estimular o aumento de produção e área plantada segundo a comissão de cereais fibras e oleaginosas a fibra virou uma das principais apostas na safra 2010/2011 o s bons preços do algodão nos mercados interno e externo devem estimular os cotonicultores a produzir mais na safra 2010/2011 esta é a previsão da companhia nacional de abastecimento conab que em sua primeira estimativa de safra deste ano projeta para a cultura uma colheita 55 superior em relação à safra 2009/2010 e uma área plantada 45,3 maior segundo o presidente da comissão nacional de cereais fibras e oleaginosas da confederação da agricultura e pecuária do brasil cna josé mário schreiner com as cotações da fibra as melhores dos últimos anos o algodão se tornou uma das grandes apostas para esta safra com o objetivo de conseguir preços mais atraentes na comerci alização essa avaliação ganha força diante da possibilidade de quebra de safra na austrália principal produtor mundial devido a problemas climáticos que comprometeram o desenvolvimento das lavouras desta forma acrescenta haverá mais investimentos em tecnologia com maior utilização de insumos muitos estão inclusive substituindo culturas como a do milho pelo algodão explica as previsões da estatal apontam uma produção de algodão de aproximadamente 4,7 milhões de toneladas em uma área plantada de 1,214 milhão de hectares na avaliação de schreiner além da remuneração atrativa o clima tem sido extremamente favorável para o plantio da fibra nas principais regiões produtoras fator que 10 abril/2011 a lavoura
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continuarão desenvolvendo cultivares que não servem para fazer pão explica o chefe-geral da embrapa trigo dificuldades na implantação a primeira ação dos obtentores é a reclassificação de todas as cultivares que estão no mercado além de estabelecer parâmetros para indicar a classe das cultivares hoje não existe regra adequada para o obtentor indicar uma cultivar como trigo pão o que se faz é analisar a qualidade tecnológica de um volume indefinido de amostras e fazer a média dos valores para indicar se é melhorador pão ou brando na embrapa trigo a nova reclassificação prevê que num volume de amostras 80 precisam apresentar força de glúten acima de 220 para classificar como trigo pão É uma maior segurança para o produtor já que o valor varia muito em função das condições climáticas de cada região e de cada nova safra afirma sergio dotto a falta de sementes para produção de trigo pão segundo a embrapa transferência de tecnologia seria outra dificuldade no primeiro momento o volume de sementes disponíveis para trigo pão seria suficiente para atender quase todas as regiões tritícolas com exceção das regiões frias do rio grande do sul e santa catarina onde a força de glúten varia muito entre diferentes locais a tendência é a redução no número de cultivares no mercado com a cada vez maior regionalização das áreas tritícolas a pesquisa pode indicar um grupo de cultivares para cooperativas e cerealistas de uma região permitindo a identificação da área de produção com um tipo pré-definido de trigo que serve de orientação tanto ao comprador quanto ao produtor defende o pesquisador eduardo caierão avaliação da emater/rs na avaliação da emater/rs pela atual classificação de trigo in 7/2001 em 287 amostras da safra 2009 55 seriam enquadradas como pão pela nova classificação in 38/2010 das 287 amostras apenas 13 seria trigo pão na observa ção da ocepar 47 do trigo da safra do paraná 2008 uma das melhores da década seria destinado a outros usos pela nova classificação apesar das dificuldades os diferentes segmentos da cadeia produtiva do trigo concordam que as mudanças na norma de classificação são necessárias para garantir o escoamento da safra facilitando a compra pela indústria brasileira e as exportações norma atual instrução normativa no 7 2001 classe brando pão melhorador outros usos durum força de glúten w 50 180 300 qualquer número de queda s 200 200 250 <200 250 nova norma instrução normativa no 38 2010 classe melhorador pão doméstico básico outros usos força de glúten w 300 220 160 100 qualquer estabilidade min 14 10 6 3 qualquer número de queda s 250 220 220 200 qualquer joseani m antunes0 pode contribuir também para a ampliação da produtividade que deve crescer 6,4 embrapa produção de grãos em relação à produção total de grãos a previsão da conab para o período 2010/2011 ficou estável na comparação com a safra 2009/2010 com volume de 149,4 milhões toneladas variação de apenas 0,2 para o presidente da comissão nacional de cereais fibras e oleaginosas da cna a confirmação dessa estimativa dependerá da regularidade das chuvas principalmente na região centro-oeste para o bom andamento do plantio e da colheita de produtos como milho e soja se o tempo favoreceu o plantio de algodão ainda há incertezas climáticas para a sua colheita assim como a de outras culturas para que a estimativa da conab seja confirmada explica para a soja a conab prevê queda de 0,2 na colheita em relação à safra anterior para o milho cuja área plantada tem sido substituída por soja e algodão principalmente há projeção de queda de 5,8 na produção na avaliação da cna essa situação pode ser revertida em função das condições climáticas que se forem favoráveis podem minimizar a redução se o clima for favorável não está descartada a possibilidade de uma variação positiva algodão colheita deverá ser 55 superior à safra de 2009/2010 a lavoura abril/2011 11
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com a crescente produção nacional da romã principalmente no semiárido a embrapa agroindústria de alimentos em parceria com a embrapa semiárido e a universidade federal do rio de janeiro ufrj está dando início a pesquisas com o apoio do cnpq para agregar valor à produção de romã a proposta é buscar outras formas de inserir a romã no mercado sobretudo com o aproveitamento das frutas de aparência não comercial para elaboração de ingredientes antioxidantes considerada desde o império romano como um símbolo de riqueza a romã contém entre os diversos compostos bioativos as antocianinas que assim como a vitamina c vitamina e e o betacaroteno por ter deficiência de elétrons captam facilmente os radicais livres estes radicais se produzidos ou absorvidos em excesso aumentam os riscos para doenças como hipertensão cataratas artrite e envelhecimento precoce isso pode ocorrer principalmente quando há demasiada ingestão de bebidas alcoólicas intenso estresse e muita exposição à poluição ao tabaco e ao sol pois danificam as células saudáveis de acordo com estudos da universidade de baroda na Índia o fruto tem três vezes mais capacidade antioxidante que o vinho e o chá verde não é por acaso que os povos árabes acreditavam em suas propriedades para fins medicinais a pesquisadora regina isabel nogueira da embrapa agroindústria de alimentos rio de janeiro-rj espera obter antocianina e compostos bioativos concentrando-os e os estabilizando por microencapsulação em spray drier nesse a romã tem três vezes mais capacidade antioxidante que o vinho e o chá verde processo pequenas gotas de material líquido são recobertas com um fino filme protetor os maa pesquisadora ainda prevê a opção teriais microencapsulados material atide cristalizar a casca da romã expondovo ou núcleo são envoltos num materia em contato com a calda de açúcar para al formador de filme material de parereduzir em até 50 o teor de água com de ou agente encapsulante onde cápsuisto a fruta aumenta seu tempo de conlas extremamente pequenas podem libeservação e diminui seu peso e volume gerar o conteúdo de forma controlada e sob rando economia no custo de transporte condições específicas trata-se de uma além de adocicar seu sabor levemente tecnologia inovadora que tem sido emácido pregada com êxito na indústria de cosesse processo por ser muito simples méticos farmacêutica e alimentícia poderá despertar o interesse de produtotambém será estudado o óleo obtires como uma forma de apresentar a frudo por prensagem das sementes da fruta para consumo de forma semelhante à ta com o objetivo de caracterizar o perencontrada hoje por meio do gengibre fil dos ácidos graxos e as propriedades cristalizado caio fidry/soraya pereira que possam interessar à indústria de alimentos brasil vai sediar pela primeira vez conferência internacional de biotecnologia florestal iufro tree biotechnology 2011é o principal evento mundial nessa área e vai reunir cerca de 500 pessoas de 30 países pela primeira vez o brasil e a américa latina serão sede da conferência internacional iufro tree biotechnology 2011 o evento mais importante do mundo na área de biotecnologia florestal promovido há mais de 20 anos pela união internacional de organizações de pesquisa florestal iufro sigla em inglês a embrapa empresa brasileira de pesquisa agropecuária e a veracel celulose s.a serão as instituições hospedeiras da conferência que 12 candida conceiÇÃo embrapa agroindÚstria de alimentos romã será alvo de pesquisa para produção de ingredientes antioxidantes acontece no período de 26 de junho a 2 de julho no centro de convenções do ecoresort arraial d ajuda em arraial d ajuda distrito de porto seguro ba a iufro é uma rede global não governamental e sem fins lucrativos que reúne cientistas florestais de vários países para promover cooperação técnica e ampliar o conhecimento sobre aspectos econômicos sociais e ecológicos relacionados a florestas e árvores este ano a conferência terá como tema de genomas à integração e geração de resultados e deverá contar com a participação de cerca de 500 pessoas sendo 300 brasileiros e 200 de outros países ano internacional das florestas declarado pela onu a conferência internacional ganha ainda mais importância em 2011 declarado pela organização das nações unidas como o ano internacional das florestas o objetivo é incrementar a conscientização mundial sobre a importância do manejo sustentável dos recursos florestais e a promoção do evento contribuirá significativamente para os propósitos da embrapa de intensificar o apoio a atividades na área florestal fernanda diniz abril/2011 a lavoura
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cobertura contra aftosa alcança 97,3 resultado refere-se à vacinação de bovinos e búfalos contra a doença nas duas etapas da campanha realizadas no último ano destaques foram os estados de mato grosso mato grosso do sul e tocantins em 2010 o índice de cobertura vacinal de bovinos e búfalos contra a febre aftosa alcançou 97,3 os destaques foram os estados de mato grosso com 99,74 tocantins com 99,52 e mato grosso do sul com 99,41 dos animais imunizados o resultado das duas etapas de vacinação foi semelhante ao registrado em 2009 com 97,07 para ampliarmos esse número é necessário conscientizar ainda mais os produtores sobre a importância de vacinar o rebanho essa é uma questão estratégica para a manutenção e abertura de novos mercados e deve envolver o setor produtivo e os go carlo silva santos mapa imunização do rebanho chegou a 97,3 no ano passado vernos estaduais e federal declara o secretário de defesa agropecuária francisco jardim jardim informa que o ministério da agricultura firmou um pacto com os secretários de agricultura da região nordeste para investir em iniciativas e ampliar a classificação dos estados ainda considerados de risco médio para a doença vamos consolidar por exemplo a base de dados do rebanho desses estados intensificar as ações de vigilância e fisca lização e adequar a estrutura dos serviços veterinários oficiais afirma as ações vão criar condições para o brasil reconhecer a região como livre de febre aftosa com vacinação neste ano e encaminhar o pedido de reconhecimento para a organização mundial de saúde animal oie em 2012 para isso é necessário que os estados envolvidos cumpram os compromissos assumidos e os estudos a campo constatem ausência de circulação viral na região brasil os cafés de melhor qualidade a procura intensa por estes cafés gourmet fez com que o valor daqueles de melhor qualidade disparasse valorizando consequentemente também os tradicionais explicam os branco peres outro fator é a desvalorização do dólar em relação às demais moedas dessa maneira os grandes fundos de investimento buscam refúgio em outros ativos financeiros como ações ouro e comodities valorizando e disparando o preço dos grãos contudo o dinamismo do mercado de cafés finos e as grandes altas geradas pela demanda de consumo tanto no mercado interno como externo devem compensar em longo prazo estas altas como explicam os diretores da torrefadora não vemos de maneira negativa este momento do mercado ao contrário a economia está aquecida os cafés finos têm ganhado muito espaço e hoje fazem parte do mix de produtos de cafeterias grandes redes de alimentação de supermercados restaurantes padarias bares e até de postos de gasolina continuamos a investir no segmento e a obter excelentes resultados finalizam os executivos da café do centro richele manoel safra menor de café deve elevar disputa por grãos de melhor qualidade a companhia peres da torrefanacional de abasdora café do centecimento tro a partir de juconab divulgou nho deste ano recentemente daquando começa a dos sobre a esticolheita do café o mativa da safra preço da saca co2011/2012 de meça a se estabicafé arábica que lizar entretanto deve ficar entre antes disso as 41,9 e 44,3 mitorrefadoras arlhões de sacas cam com o auuma produção mento e precisam menor que a de fazer o repasse de procura por cafés gourmet valorizou também os tradicionais 2010/2011 que foi maneira gradual de 48,1 milhões de sacas de 60 quilos a ao mercado queda na produção se deve ser afetada os executivos explicam que desde jupela bianualidade isto é alternância de nho de 2010 o preço do café fino vem produção de maior e menor volume de um subindo muito por conta da procura não ano para outro dessa maneira a oferta só no brasil mas também no exterior de grãos do tipo arábica deve ser prejualém da expansão que o mercado de cadicada acirrando a disputa entre torrefés superiores tem registrado ao longo dos fadoras para conseguir os melhores grãos últimos 15 anos no mundo a quebra de do mercado safra na colômbia e países da américa segundo rafael e rodrigo branco central fez com que o mundo buscasse no cafÉ do centro a lavoura abril/2011 13
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brasil destina corretamente mais de 5 mil toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos no primeiro bimestre do ano volume é 25 maior do que o obtido no mesmo período do ano anterior o primeiro bimestre de 2011 foram encaminhadas para o destino ambientalmente correto 5.280 toneladas de embalagens vazias de defensivos agrícolas volume que representa um crescimento de 25 em relação ao mesmo período de 2010 quando foram processadas 4.234 toneladas somente em fevereiro as unidades de recebimento do país retiraram 2.873 toneladas de embalagens do campo de acordo com o levantamento do inpev instituto que representa a indústria fabricante de agrotóxicos para a destinação das embalagens vazias de seus produtos cerca de 90 das embalagens seguiram para reciclagem os estudos apontam que 12 estados apresentaram crescimento no volume destinado quando comparados os mesmos meses de 2010 e 2011 os estados que tiveram maior destaque foram o mato grosso 1.292t rio grande do sul 664t goiás 617t minas gerais 521t mato grosso do sul 402t e bahia 395t que juntos respondem por 73 do volume total destinado em todo o país a logística reversa desse material grande responsável pela excelência do sistema também contribuiu para o crescimento inpev n 5.280 toneladas de embalagens vazias têm destino ambientalmente correto no primeiro bimestre de 2011 percentual de destinação no pe o pará cresceu 167 seguido ríodo analisado o espírito san pelo rio grande do sul com to registrou aumento de 171 95 e pernambuco com 88 comparativo de embalagens destinadas jan a fev 2010 x 2011 volume 2010 t mato grosso rio grande do sul goiás minas gerais mato grosso do sul bahia maranhão pernambuco piauí espírito santo rio grande do norte pará sergipe outros 895 341 501 371 305 345 85 25 25 9 9 4 1.316 volume 2011 t 1.292 664 617 521 402 395 110 47 32 25 12 12 12 1.140 crescimento 44 95 23 40 32 15 29 88 25 171 33 167 13 14 abril/2011 a lavoura
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p ecuária leiteira embrapa pecuÁria sudeste como melhorar e manter a qualidade do leite luizfranciscoza fa l o n pesquisador da embrapa pecuÁria sudeste o atendimento das propriedades leiteiras por técnicos especializados é fundamental para a manutenção dos padrões mínimos de consumo do leite o conhecimento de aspectos relacionados com a qualidade do produto é fundamental para que o leite brasileiro atinja os padrões mínimos para o consumo exigidos pela legislação leite possui teores composicionais que conferem a ele características altamente nutritivas que o tornam um produto de alta qualidade a partir do momento que é retirado do animal acredita-se erroneamente que a qualidade do leite é um atributo que pode ser melhorado após a ordenha do animal e depois de sua chegada aos laticínios em contrapartida durante vários momentos da cadeia de produção a qualidade do leite pode ser prejudicada pela ausência de medidas que garantam a manutenção da sua composição o normal ou que mantenham a sua qualidade microbiológica a qualidade do produto na propriedade rural pode ser mantida pelo perfeito equilíbrio entre os diversos agentes envolvidos na sua obtenção dentre esses agentes os principais são o animal e a pessoa responsável pela ordenha num ambiente que tenha condições higiênicas após a retirada do leite ele deve ser submetido imediatamente ao processo de refrigeração processo fundamental antes de ser transportado até o estabelecimento processador desde a sua retirada até a chegada ao laticínio o lei te pode apresentar a qualidade desejada se o animal é saudável e alimentado corretamente se o ordenhador está em perfeitas condições de saúde e apresenta hábitos higiênicos se o ambiente da ordenha e o local em que o animal permanece são limpos e se o manejo da ordenha não interferir na qualidade antes da chegada do leite ao laticínio o fato de não ser possível melhorar a qualidade do leite após a sua saída da propriedade não significa que a qualidade do produto não possa ser prejudicada por processos ineficientes nos laticínios 15 a lavoura abril/2011
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