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Revista Hobby News Heitor Nogueira C fotos: Sebras - www.sebrasltda.com.br o perfil do pneu alterando também suas características. Exemplo: colocar um insert tipo arredondado em um pneu com perfil mais plano o tornará mais arredondado e vice-versa. No entanto, você não precisa se preocupar em aprender toda a teoria e ter mil tipos diferentes de insert, pois hoje a maioria dos bons fabricantes já vende o pneu pronto com o insert mais adequado para seus pneus. PNEU Possui três elementos básicos: - Carcaça: seria a estrutura do pneu. Ela pode ter reforços internos que ajudam a evitar a centrifugação em alta velocidade. Existem grandes diferenças em relação à espessura dessa carcaça, que lhe dará características distintas de deformação e sustentação. É um dos segredos do pneu. - Bordo lateral: embora seja também parte da carcaça, merece uma explicação à parte, pois também é de extrema importância nas propriedades do pneu. Ela pode ter diferentes alturas e espessuras, bem como o próprio formato de suas paredes. É a soma desses elementos que resulta na flexibilidade do pneu, ou seja, o quanto e como ele vai dobrar (trabalhar). - Banda de rodagem: onde existe aquilo que chamamos comumente de “desenho do pneu”. Vai aqui uma regra básica: quanto mais grip temos na pista, mais borracha necessitamos para contato, mas com menos altura nos cravos. Em pistas com pouco grip, precisamos do contrário: menos cravos, mas com altura maior, para que possam “penetrar” na poeira e buscar um solo mais duro para obter tração. Como você pode perceber, são muitos elementos que dão ao pneu suas características de ser melhor para pista solta, pista com grip, pista molhada etc. Porém, não se esqueça de que são um conjunto: roda–pneuinsert; portanto, ao montar um conjunto, procure conhecer sobre as características de cada elemento a fim de preparar um conjunto adequado as suas necessidades. Cabe lembrar também que, dependendo do tipo de acerto do seu automodelo e de sua forma de pilotagem, você pode se adaptar melhor com um tipo de pneu que não seja tão bom para seu amigo que tem o mesmo carro que você. Hoje em dia os fabricantes não têm limites para inventar pneus de diferentes tipos, formatos etc. Contudo, a maioria oferece tabelas de utilização para ajudar o cliente na escolha de seus produtos. Quando você não sabe qual o melhor pneu para uma pista que você não conhece, o melhor é perguntar qual o pneu que os caras que andam mais rápido estão utilizando. Assim, você estará correto dentro dos padrões da maioria, podendo até experimentar algo diferente depois. Boas corridas e até a próxima edição! aros amigos, nesta edição vamos falar sobre aquela que é, sem dúvida nenhuma, uma das partes mais importantes do seu automodelo, peça indispensável para um acerto correto em uma determinada pista: o PNEU!!! O que chamamos de pneu hoje engloba três partes principais: a RODA, o INSERT e o PNEU em si. Vamos agora falar sobre cada uma dessas partes. RODA Constitui-se de um cilindro, pois ela tem uma face redonda e uma parte onde colamos (isso mesmo que você ouviu!) o pneu. As boas rodas são feitas de um material chamado ZYTEL, que é uma derivação do plástico, mas com qualidades de baixo peso e boa rigidez estrutural (mas sem ser rígido o bastante para quebrar). São três também as características da roda: - Diâmetro: hoje em dia estão utilizando rodas com maior diâmetro para, com isso, passar melhor sobre os buracos. Com isso, as rodas que antes eram de 80mm (buggy 1/8), hoje passaram a ter 83mm. Só não as fazem ainda maiores pois o regulamento estabelece um diâmetro máximo do conjunto roda/pneu, e com mais de 83mm fica impossível fazer um pneu para adequar-se ao regulamento. - Largura: a tendência hoje é também fazer rodas com a largura máxima (44mm) para dar mais estabilidade ao automodelo. - Rigidez: quanto mais rígido, melhor para que o pneu trabalhe adequadamente, desde que a roda não fique quebradiça. INSERT É aquela espuma que vai dentro dos pneus e que, na verdade, substitui a pressão do ar que encontramos em nossos carros de verdade. Seu material pode ser a espuma comum (pouco usada hoje em dia) ou as espumas de PVA de alta densidade atualmente utilizadas. Para cada tipo de pneu existe um insert correto, pois ele deve preencher todos os espaços entre o pneu e a roda e apresentar uma densidade adequada ao pneu que vamos utilizar. Exemplo: se formos utilizar um pneu de composto muito mole, o insert deve ter uma densidade que proporcione suporte suficiente para esse pneu, devendo apresentar uma densidade média ou alta; caso contrário, o pneu vai dobrar além do necessário e, com isso, perderá tração e aderência lateral. Nos casos em que utilizamos compostos mais duros, devemos utilizar insert macios ou médios pois, como o composto já endurece a própria carcaça do pneu, é necessário apenas um leve suporte do insert; caso contrário, ele ficará duro demais e não dobrará o suficiente para um correto trabalho de tração e aderência lateral. Lembre-se de que sempre devemos utilizar o insert com o formato indicado pelo fabricante, pois, caso contrário, mudaremos 62

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