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Revista Hobby News Stefano com o RCW306 que apanhou um pouco e depois eu também com o 305 apanhei muito! No segundo treino Richie andou mais forte e fez o quinto tempo, Stefano melhorou e ficou na quarta bateria, a mesma que eu fiquei após finalizar esse segundo treino. Durante as tomadas Richie mostrou que estava andando muito forte e mesmo tendo testado outros tipos e desenho acabou escolhendo o RCW 305 no composto SuperSoft. Stéfano preferiu o RCW 306 também SuperSoft, pois ele dá mais aderência e deixa o carro mais suave. Eu optei por usar os RCW 306 na traseira para dar mais tração e os RCW305 na frente para não “amarrar” muito o carro. vocês entenderem, é basicamente um ginásio poliesportivo coberto com arquibancadas nos quatro lados. Em um dos lados está montado um bar e no andar superior um restaurante temáticos (faroeste). Na outra extremidade há uma tenda para abrigar os duzentos pilotos que participaram dessa competição com amplo espaço para cada piloto “montar” sua estrutura de box. Vamos á pista: fora montado um palanque e estrutura metálica. A pista tinha um traçado tipicamente americano, estreita com muitos saltos e sequências e woops (costelas). Esta foi delineada com corda de amarração de navio pregada diretamente no solo. Foi adicionado um componente à areia que a tornava bem dura e após quatro dias com duzentos automodelos rodando, não abrira nem um buraco! Os pilotos estavam divididos em quatro categorias: Buggy F1, Buggy F2, Buggy Brushless e Truggy. Todos os membros da Equipe RCW estavam na Buggy F1, aliás, quando chegamos lá conheci o Stefano Berna, o italiano da equipe, que por sinal era muitíssimo simpático e fez questão de providenciar tudo o que precisávamos por lá. O primeiro a entrar na pista foi o Richie Gomez com pneu RCW 305 - o cara anda muito! Logo estava entre os dez primeiros fazendo o sexto tempo. Em seguida foi o Stéfano e eu saímos na mesma oitavas de final, ele em sexto e eu em oitavo. Após a largada pulei para quinto, mas ao final da segunda volta fui tocado por trás - estava feia a coisa, nessas semifinais a pancadaria corria solta - e cai para último. Como o carro estava muito bom, fui recuperando e logo antes do meu pit já era o sétimo. Porém ocorreu um desastre: planejávamos fazer apenas uma parada com dez minutos ( a bateria era de 20), mas na parte final da volta que eu iria entrar. Fiquei sem combustível. Resultado corrida Heitor Nogueira Heitor NogueiraNos dias 19, 20,21 e 22 de novembro a Equipe da RCW viajou para a Itália para a disputa do II Arena Meeting e Off-Road, disputado na cidade de Voghera a 40 km sul de Milão. A Equipe RCW era formada por Stefano Berna, italiano, Richi Gomez, espanhol e por mim, Heitor Nogueira, brasileiro. Cheguei ao Aeroporto de Milão no dia 18 e lá estava o boss da RCW, Valentino Colli me aguardando. Fomos direto para sua casa na belíssima cidade de Como, junto às margens do famoso Lago que leva seu nome. Quando lá chegamos já estavam os Gomez, pai e filho, fazendo a manutenção em seu carro visando o grande desafio que viria a seguir. Fomos apresentados e eles foram muito simpáticos e ao mesmo tempo muito profissionais em relação à competição de automodelismo. Como estávamos cansados, fizemos um belo almoço italiano (massa e vinho, com exceção dos Gomez que só bebem CocaCola!) e fomos descansar. À noite mais dispostos, muita conversa sobre carros, corridas etc. Várias revelações secretas de bastidores da alta competição no Off-Road. Após um bom papo e muitas risadas todos foram dormir já com certo nível de ansiedade sobre o desafio que viria a seguir. No dia seguinte, levantamos bem cedo carregamos o carro e partimos para Voghera. Foram aproximadamente 120 km percorridos em uma hora e meia. Ao chegar, um belo espetáculo. No local funciona uma arena de rodeio e, para Riccardo Rabitti Ganha Arena Race 76

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Fev/Mar - 2010 passou ileso e com isso pulou para a segunda posição. Yannick Aygoin, no entanto (que tinha se envolvido no acidente da primeira volta) vinha como um míssel recuperando as posições e depois do primeiro pit passou Richie e no pit seguinte passou o Rabitti que liderava a prova até então.Essas posições se mantiveram até o quadragésimo minuto, quando Richie deu uma bobeada e cometera três erros numa mesma volta permitindo que Martin Kramer e o Davie Tortoricci ultrapassassem-no, ficando na quinta colocação. E assim terminou a grande final: Aygoin - Rabitti Kramer - Tortoricci - Richie - Borja - Boots e os demais não me lembro. Foi um evento PERFEITO, sem falhas tudo funcionou 110%, não se escutou uma reclamação, nenhum xingamento. Todos os integrantes da Equipe RCW saíram contentes com o desempenho dos seus equipamentos e com a organização em geral. Vamos ver se agora achamos algum local parecido como esse no Brasil afinal aqui é muito mais terra de rodeio do que a Itália. perdida. Voltei em último e após recuperar algumas posições fiquei em oitavo e o Stéfano em sexto. Como apenas os quatro primeiros passavam para a bateria seguinte, nossa aventura parou por aí. Restava agora torcer pelo Richie. Ele largou em terceiro na sua semifinal e logo foi para a ponta, liderou até o primeiro pit (faria dois), mas foi ultrapassado por dois pilotos que fariam apenas um pit. Com isso acabou em terceiro, o que garantiu o direito de largar em quinto na grande final. FINAL Após a alargada confusão na segunda curva que envolveu três carros. Richie 77

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