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Revista Hobby News Jose Luiz Affonso prática do aeromodelismo é muito prazerosa e proporciona muitos momentos de relaxamento e descontração. Porém o desconhecimento de alguns termos técnicos mais utilizados na prática desse hobby pode trazer alguns aborrecimentos. Atendendo aos pedidos de muitos de nossos leitores, preparamos um glossário de termos técnicos utilizados no aeromodelismo e convidamos nosso leitores a nos enviarem sugestões para que este glossário fique cada dia mais completo. Acrobáticos: modelos para fazer acrobacia, como o Extra 300, o Sukhoi Su-29 e outros. Aileron: superfície de controle, geralmente na ponta das asas, responsável pelo ajuste da inclinação lateral do avião. BA: abreviação de Bordo de Ataque. Balanceador de baterias: equipamento que iguala a tensão entre as diferentes pilhas que compões um pack de baterias, melhorando a performance e evitando que sejam danificadas por sobrecarga ou falta de carga. Battery Eliminator Circuit ou BEC (Battery Eliminator Circuit) ou “Circuito Eliminador de Bateria”: é um componente que normalmente faz parte do “Electronic Speed Control” mas atualmente também é encontrado separadamente para modelos maiores.Nos aeromodelos à explosão normalmente se usam baterias de 4,8V para alimentar o receptor e os servos, por isto receptor e servos são feitos normalmente para trabalhar com esta tensão. Mas, 4,8V em um motor elétrico daria um rendimento muito baixo. Por isso geralmente a bateria que vai ligada ao “Electronic Speed Control” para alimentar o motor tem no mínimo 7,2V, o que não serve para o receptor. Para evitar ter que colocar uma bateria para o receptor e outra para o motor, o BEC converte os 7,2V da bateria de voo para 5V, que são usados para alimentar receptor e servos, evitando usar uma bateria extra com esta finalidade. Por isto o nome de “Circuito Eliminador de Bateria”. BEC: ver Battery Eliminator Circuit. Bequilha: rodinha traseira do avião com trem de pouso convencional, geralmente de pequeno diâmetro. BF: abreviação de Bordo de Fuga. Bolha: quando o assunto é planador, trata-se de bolhas de A ar quente que se descolam do solo e sobem, podendo ajudar os planadores a ganharem altitude. Bordo de ataque: a parte arredondada da frente da asa de avião, que recebe o fluxo de ar. Bordo de fuga: a parte de trás da asa de um avião, terminando geralmente em um ângulo agudo, como uma cunha. CA: ver Cianoacrilato. Cabo trainer: cabo eletrônico utilizado entre o transmissor do instrutor e o do aluno, para uso em aulas com duplo-comando. Cabrar: puxar o manche ou stick que comanda o avião para trás, fazendo com que o avião levante o nariz. Caixa de campo: caixa levada ao campo pelo aeromodelista, normalmente com transmissor, baterias e hélices sobressalentes. Caso só possua um modelo, é recomendável também alguns materiais para pequenos reparos, como adesivos Epoxy e Cianoacrilato, fita crepe, fita de embalagem transparente, fita adesiva e outros que possam ajudar a recolocar o modelo em condições de voo se houver algum pequeno acidente. Canopi: cobertura transparente que protege o piloto em aviões caça, acrobáticos, etc. Carregador: equipamento utilizado para carregar as baterias utilizadas em aeromodelismo. Cauda: as superfícies parecidas com asas que ficam na parte traseira do avião; são responsáveis pela estabilidade. Caverna: parede interna da estrutura do avião, que lhe dá estrutura. Centro de gravidade: normalmente abreviado por CG; é o ponto onde o peso do aeromodelo se concentra e que deve ser ajustado durante a montagem para deixá-lo estável em voo. 36

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Fev/Mar - 2011 Célula: É o nome dado a cada uma das “pilhas” que compõem uma bateria de aeromodelo. Recebe este nome porque “cell” em inglês pode ser traduzido como “célula” ou “pilha”. CG: ver Centro de Gravidade. Cianoacrilato: normalmente abreviado como CA, é o adesivo mais utilizado para montagens em madeira balsa, mais conhecido pela marca SuperBonder. Há diversos fabricantes de CA para modelismo, em diferentes viscosidades e com qualidade e preço melhores. Cockpit: cabine do piloto. Corda: medida do Bordo de Ataque até o Bordo de fuga da asa de um avião. Cowl: cobertura do compartimento do motor (como o capô de um carro). preocupar menos para mantê-la em voo nivelado. Normalmente modelos, planadores ou aviões motorizados treinadores têm asa alta e diedro, de forma que tenham tendência a se manter na horizontal. Já caças e modelos acrobáticos têm asa reta, de forma que possam girar rapidamente sobre seu eixo, voar de dorso e fazer manobras mais ágeis. Um tipo específico de diedro, chamado “poliedro” é quando há mais do que um ângulo central na asa, geralmente projetada de forma a se parecer uma elipse quando vista de frente. Normalmente o poliedro é utilizado em planadores e traz algumas vantagens aerodinâmicas ao voar em curvas suaves em térmicas, por exemplo. DLG: abreviação de Discus Launched Glider, ou Planador lançado como disco. Neste tipo de planador geralmente há um pino na ponta da asa, que o piloto segura e em um movimento giratório que lembra um lançamento de disco em competições de atletismo, o faz ganhar velocidade para um lançamento a uma altura maior do que se lançado como se fosse um “dardo”. Electronic Speed Control “Elec tronic Speed Control” ou “Controle de Velocidade Eletrônico”: é um pequeno equipamento utilizado nos aeromodelos elétricos que tem a função de controlar a potência do motor a partir do comando de acelerador. Ele é ligado ao “Receptor”, ao motor e à bateria de voo. A designação “Electronic” é porque os equipamentos deste tipo utilizados em aeromomodelismo trabalham ligando e desligando rapidamente a alimentação do motor, controlando assim a potência enviada por “PWM”. Desta forma, economiza-se peso e desperdiça-se o mínimo de energia possível. Podem ser utilizados para motores de corrente contínua (com escovas ou “brushed”) ou de corrente alternada trifásicos (sem escovas ou “brushless”). Elevon: mistura de “elevator” (profundor) e “aileron”. São as superfícies de controle utilizadas em aviões sem cauda presentes nas asas voadoras e em caças como o Mirage 2000. Através de mixagem, quando se cabra o modelo ambas as superfícies sobem, ao comandar aileron uma sobe e a outra desce. Empenagem: mesmo que cauda; leva este nome por lembrar as penas de cauda dos pássaros. Empuxo: empuxo, de forma geral, é a força exercida por um fluído sobre um objeto. No caso dos aviões e aeromodelos, normalmente refere-se à força exercida para frente pelo movimento do ar gerado pela hélice, turbina ou foguetes. Como via de regra, a maioria dos modelos para voar bem precisam de empuxo estático de no mínimo 60% do peso total e com pitch-speed no mínimo 50% acima da velocidade de stall. Enflechamento: é quando a asa é inclinada para trás, como em aviões a jato. Em altas velocidades as asas enflechadas são mais eficientes, por terem menos arrasto, o que permite maior Cristal: cristal de frequência é um componente do sistema de rádio-controle que determina qual será a frequência específica de seu equipamento, como se fosse o seletor da estação do seu radinho à pilha. No caso de aeromodelismo, são usados cristais de quartzo que só trabalham em uma frequência específica, evitando instabilidades que possam atrapalhar outros modelistas e evitando ter que “sintonizar” o rádio para voar. Tanto no “Transmissor” quanto no “Receptor” são usados cristais de frequências, de tipos diferentes, mas feitos para trabalhar na mesma frequência específica. Decalagem: é o ângulo formato entre a linha de referência da asa e a linha de referência do estabilizador horizontal, normalmente entre 2 a 3 graus em treinadores e modelos esporte e de zero graus em modelos acrobáticos. Quando o profundor tem incidência zero em relação à linha de referência da aeronave, este ângulo é o mesmo da incidência da asa, pois é formado somente por ela. Mas quando o profundor tem algum ângulo de incidência (positivo ou negativo) em relação à linha de referência da aeronave, este ângulo é diferente e deve ser considerado nos ajustes do modelo. Dederência: termo usado como brincadeira para indicar que a interferência que causou um acidente com o modelo na verdade foi erro do piloto. Deriva: ver Estabilizador Vertical. Diedro: é o ângulo formado entre os painéis da asa esquerda e direita do avião, quando vistos de frente. Sua função é estabilizar a aeronave, de forma que o piloto tenha que se 37

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Revista Hobby News velocidade e economia. Mas em baixas velocidades a situação se inverte. Entelagem: cobertura de material liso sobre a estrutura do avião. No caso dos aeromodelos geralmente é feita com filme plástico, vinil, fita adesiva, papel de seda japonês, etc. Envergadura: distância entre os extremos esquerdo e direito da asa de um avião ou pássaro. Epoxy: cola muito utilizada para montagem de modelos em depron, isopor e, em alguns casos, de balsa. É mais conhecida por uma de suas marcas, Araldite, mas em lojas de modelismo são vendidos tubos com diferentes tempos de secagem, em embalagens maiores, com melhor qualidade e menor preço por volume. ESC: ver “Electronic Speed Control”. Estabilizador horizontal: superfície semelhante a uma asa posicionada na parte horizontal da cauda. Estabilizador vertical: superfície semelhante a uma asa posicionada na parte vertical da cauda. Estol: ver Stall. FET: é a abreviação de “Field Effect Transistor” ou “Transistor de Efeito de Campo”, não é algo usado diretamente pelo aeromodelista, mas faz parte do “Electronic Speed Control”. Os encontrados nos equipamentos de aeromodelismo mais especificamente são do tipo “Power MOSFET” ou “Transistor de Efeito de Campo de Semicondutor de Óxido Metálico de Potência”. A principal característica destes transistores é que, ao contrário dos convencionais podem chavear grandes potências com uma corrente de controle irrisória e com perdas baixíssimas. Os mais utilizados atualmente são pequenos, montados em SMD. Possuem resistência interna de cerca de 0,006ohms ou menos e conseguem chavear mais de 20A, mesmo sendo pouco maiores que uma pulga. Ou seja, aguentam mais corrente e desperdiçam menos energia do que o interruptor ou o plug de um aquecedor elétrico. Flap: superfície móvel geralmente no bordo de fuga da parte central da asa, responsável por aumentar a sustentação, reduzindo a velocidade de pouso. Flaperon: aileron que vai da raiz até a ponta da asa, geralmente mais largo que o aileron normal, que através de mixagem faz também a função de flap. Neste caso ao comandar ailerons uma superfície sobe e outra desce, ao comandar flap ambas ficam abaixadas, mas ainda com atuação de subir/descer. Fuselagem: o “corpo” do avião, onde vão piloto, passageiros, carga, etc. Hand launch: lançar ou arremessar à mão. Em aeromodelismo são aviões ou planadores lançados à mão. HLG: é abreviação de Hand Launched Glider ou Planador Lançado à Mão, ou seja, planadores que são lançados por arremesso manual, que podem ser no estilo “dardo” ou no estilo “disco” (veja em DLG), sem o auxílio de guinchos, elásticos ou outros meios mecânicos. Horn: pequena estrutura, normalmente triangular, que é colada em uma superfície de comando para servir como uma alavanca para fazê-la mudar de ângulo quando recebe um movimento linear. Incidência: ângulo de incidência é o ângulo formado entre um dos componentes aerodinâmicos de um avião e a linha de referência (eixo principal) do mesmo. Veja também Incidência de motor, incidência de asa, incidência de estabilizador. Incidência de asa: é o ângulo formado entre a linha de referência da asa (que vai do extremo do bordo de ataque ao extremo do bordo de fuga, não confundir com o intradorso), e a linha de referência do avião. Quando a incidência do estabilizador horizontal é zero, geralmente este ângulo é de 2 a 3 graus em modelos treinadores ou esporte (para voar com poucos ajustes normalmente e picando levemente no dorso), e de zero graus em modelos acrobáticos (para permitir as mesmas reações de voo tanto em voo normal quanto de dorso). Incidência de estabilizador: a incidência de estabilizador horizontal é o ângulo formado entre a linha de referência (do extremo do bordo de ataque ao extremo do bordo de fuga) do estabilizador horizontal e a linha de referência da fuselagem. Normalmente de zero grau, pode ter valores variados para modelos com motor muito acima da asa, modelos com estabilizador com perfil sustentante, modelos de voo livre e outros projetos específicos. Incidência de motor: é o ângulo formado entre o eixo do motor e a linha de referência do avião. Em modelos asa alta com motor abaixo da asa (estilo Cessna 172, Piper J3 Cub, etc.) normalmente usa-se de 2 a 3 graus de incidência negativa (para baixo, ou downthrust) no motor ou, em alguns casos de 1 a 3 graus de incidência para a direita (ou right-thrust), com o objetivo de compensar tendência a levantar muito o nariz ou fazer curvas ao acelerar. Indoor: local fechado, no interior de edificações. Ver Voo indoor. Lastro: peso adicionado ao avião para ajustar características de voo. Leme: superfície móvel do estabilizador vertical, responsável pelo direcionamento do avião. 38

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Fev/Mar - 2011 Lenhar: termo usado para indicar que o modelo caiu. Lift: corrente de ar que, ao encontrar uma encosta de montanha, é desviada para cima. Esse movimento de ar permite que planadores possam voar por muito tempo dentro dessa corrente de ar. Longarina: espécie de “viga” responsável por sustentar as forças de tração e compressão ao longo da asa de um avião, tornando-a firme e evitando que quebre em manobras bruscas. Dependendo do tipo de construção normalmente são usados materiais como balsa, fibra de vidro, fibra de carbono ou bambu. Nacele: estrutura onde o motor é preso; normalmente leva este nome quando o motor não é preso à frente da fuselagem. Nariz: a parte dianteira do avião, antes do parabrisa. Nervura: placa de balsa ou depron com o formato do perfil da asa, utilizada para estruturar a asa internamente. Outdoor: significa basicamente “ao ar livre” em inglês. Ver Voo outdoor. Pack: pacote em inglês; é o nome que se dá a um conjunto de pilhas recarregáveis presas e soldadas entre si, já que em modelismo geralmente não se usa uma única pilha individual. Parede de fogo: geralmente feita em madeira, é colocada na vertical, na estrutura do avião onde é preso o motor, normalmente mais reforçada que as cavernas internas. Park Flyer: modelo para voar ao ar livre ou pequenos espaços e até indoor (dentro de ginásios). Passo: passo da hélice é a distância teórica que ela percorreria ao dar uma volta completa supondo que ela gire sem empurrar o ar. Na medida da hélice é o segundo número, por exemplo, hélice 9x7, 9 é o diâmetro, 7 o passo. Modelos mais rápidos geralmente usam hélices com passos maiores. Perfil: formato lateral da asa de um avião. Como o ar, cujo movimento sustenta o avião durante o voo, percorrerá o formato do perfil. É um dos principais determinantes das características de voo do avião ou aeromodelo. Picar: empurrar o manche ou stick do avião, fazendo-o descer o nariz. Pitch: ver Passo. Pitch-speed: ou velocidade de passo é a velocidade calculada multiplicando-se o passo da hélice pela rotação e convertendo para a medida adequada. Uma fórmula aproximada e fácil de lembrar é que o pitch-speed em Km/h é aproximadamente a rotação (em milrpm) multiplicada pelo passo, e a seguir multiplicada por 1,5. Exemplo: hélice 10x6 a 10000rpm; o pitch-speed aproximado é 10*6*1,5, ou seja, 90Km/h. Para um modelo voar bem o pitch-speed deve ser no mínimo uns 30% acima da velocidade de cruzeiro, ou 50% acima da velocidade de estol. Planador: avião sem motor, que voa graças a correntes de ar quente (térmicas) ou a ventos de colina (lift) . Poliedro: ver Diedro. Profundor: Superfície móvel do estabilizador horizontal do avião, responsável por ajustar a direção vertical do voo (para cima ou para baixo). Pulse Width Modulation: ou “Modulação por Largura de Pulso” é o método de controle de potência usado nos aeromodelos elétricos. Consiste em ligar e desligar rapidamente o motor (normalmente de 3000 a 16000 39

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Revista Hobby News vezes por segundo). Para ter o mínimo de perda de potência neste processo, utilizam-se transístores especiais chamados “Power MOSFETs”. Pushrod: vareta, que pode ser de aço, nylon, fibra, balsa ou associações destes materiais, responsável por levar o movimento do braço do servo até o horn da superfície de comando. PWM: ver Pulse Width Modulation. Pylon-race: corrida entre aviões ao redor de um circuito demarcado por pilões (pylon em inglês), lembrando um pouco uma regata. Receptor: Receptor é um pequeno equipamento pesando de 5g a 50g, que vai dentro do avião ou helicóptero e recebe os sinais de rádio enviados pelo “Transmissor”. Possui uma antena, normalmente um fio flexível de 50cm a 1m, e conexões para baterias e para os servos. RX: ver Receptor. Servo: Pequeno equipamento eletromecânico que vai ligado ao receptor dentro do avião, com a função de transformar os comandos eletrônicos transmitidos pelo rádio no movimento de uma pequena alavanca chamada “braço”. A esta alavanca é ligado um cabo ou uma vareta de comando que movimenta uma das superfícies de controle do aeromodelo. Servo-tester: equipamento utilizado para ajustar posição de servos ou acionar ESCs sem a necessidade de usar transmissor e receptor. Shock Flyer: aviões perfilados para acrobacia. Slow Flyer: a mesma coisa que Park Flyer, porém podem ser aviões maiores desde que tenham voo lento e dócil, para voar em pequenos espaços com pouco vento. Slow Stick: modelo de modelo slow-flyer da GWS. Speed Control: ver “Electronic Speed Control”. Spinner: peça cônica ou arredondada que recobre o cubo da hélice, melhorando a aerodinâmica e, no caso dos modelos elétricos, cobrindo o eixo metálico evitando danos à pessoas ou materiais em caso de pequenos acidentes. Stall ou “parada”: é o ângulo ou velocidade mínima para que um avião consiga se manter no ar. Em velocidades muito baixas o ângulo da asa em relação ao fluxo de ar aumenta cada vez mais, até um ponto em que não há mais sustentação, fazendo com que o avião caia até recuperar velocidade. Stick: modelos de avião com fuselagem fina como um palito (stick), geralmente bom treinador de voo lento ou acrobático de acordo com o objetivo do projeto. Térmica: corrente de ar quente que sai do solo, onde planadores conseguem ganhar altura mesmo sem usar motor. Trainer: ver Treinadores. Transmissor ou TX: é o equipamento que o aeromodelista manuseia para pilotar seu avião ou helicóptero. Geralmente tem dois “sticks” de controle semelhantes aos joysticks de videogame ou computador, chave liga-desliga, antena e vários tipos de ajustes. No Brasil os equipamentos usados para aeromodelismo operam na faixa de frequência de 72Mhz a 72,990Mhz, que é dividida em 50 “canais” ou frequências diferentes. Treinadores: aviões de voo lento e auto estáveis para iniciantes ou veteranos. Exemplos: Slow-Stick, UglyStick, Piper J3. Se você ainda não tem com certeza ainda vai ter um. Trem de pouso: conjunto de rodas utilizadas para o avião se locomover no chão quando não está voando. Trem de pouso convencional: trem de pouso do tipo utilizado em aviões mais antigos ou simples, com rodas grandes sob a asa e uma roda pequena na cauda. Trem de pouso triciclo: Trem de pouso semelhante a um triciclo infantil, com uma roda média no nariz e um par de rodas (ou mais, em jatos comerciais) sob as asas. TX: ver Transmissor. Voo Indoor: voo realizado em lugares fechados, como ginásios, galpões, hangares, etc., normalmente com pequenos modelos elétricos de voo lento ou com modelos 3D bastante manobráveis. Em São Paulo atualmente há um grupo voando dentro do Ginásio do Ibirapuera às terças-feiras. Voo Outdoor: Voo realizado em locais abertos, como pistas, campos, parques, clubes, etc. Warbirds: Aviões de guerra. Washout: É a “torção” da asa, fazendo com que o bordo de fuga fique mais alto na ponta das asas. Se você olhar no www. airliners.net uma foto de lado de um Boeing 747, por exemplo, vai ver bem claramente. Isto serve para evitar que a ponta da asa perca sustentação antes do resto da mesma (o famoso tip stall), pois faz com que a ponta da asa tenha uma incidência menor que a raiz. Winglet: É aquela “ponta da asa virada para cima” presente em modelos como Airbus A330, A340, Boeing 747-400, Boeing 737-800, etc. O winglet serve para diminuir o arrasto induzido pelos redemoinhos (vórtices) que se formam nas superfícies da asa. Este gerenciamento dos vórtices traz uma economia de combustível de até 5%. Nas asas voadoras enflechadas (como as Zagis), o winglet serve como deriva, não para diminuir o arrasto. XT: ver Cristal 40

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