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Akagi 1/350, Hasegawa Guilherme D. Santos Revista Hobby News Breve histórico (fonte wikipedia) Akagi significa “Castelo Vermelho” é o nome de uma montanha no Japão, teve sua construção iniciada na década de 20 e foi inicialmente previsto como um cruzador 41.200 toneladas, mas durante a construção foi tomada a decisão de convertê-lo no maior porta-aviões da Marinha Imperial. Um navio irmão, o Kaga, também previsto como um cruzador iniciou sua conversão para porta-aviões ao mesmo tempo. O Akagi foi oficialmente comissionado em 25 de março de 1927 e substituiu o Hosho como o maior porta-aviões operacional na Marinha Imperial. Um ano depois, ele se juntou ao Kaga. O Akagi foi construído inicialmente com dois hangares e três decks de voo, um grande e ousado avanço para sua época! Além disso, estava equipado com duas chaminés, uma grande, curvada para baixo e uma menor, curvada para cima. Localizadas abaixo do convés de voo, as chaminés foram fundidas em uma única curva descendente em uma grande revisão feita entre 1935 e 1938. Na mesma revisão, um processo de modernização do para 91 aviões, embora o número máximo operacional tenha sido estabelecido de 72 aeronaves. O Akagi continuou a ser o carro-chefe da força da Marinha Imperial Japonesa e foi nesse papel, que comandou o ataque à base naval de Pearl Harbor em 7 de dezembro de 1941. Depois de Pearl Harbor, participou de outras ofensivas, até que foi severamente danificado no segundo dia da Batalha de Midway, em junho de 1942, quando sua capacidade de manobra ficou inoperante e o navio, devastado pelos incêndios, teve danos irreparáveis. Foi então tomada a decisão de abandonar o navio e o Akagi foi afundado em 4 de junho de 1942. O kit da Hasegawa representa o Akagi em sua versão final, já com todas as modernizações, tal como partiu comandando o ataque a Pearl Harbor em 1941. É bom salientar que é um projeto de uma maquete totalmente nova, sem nenhuma ligação com o velho Akagi 1/450 da Hasegawa – nem parecem ser da mesma marca. Akagi com inovações técnicas, aumentou ainda mais o comprimento dos hangares em 80 metros e teve a ponte de comando expandida, enquanto as plataformas de decolagem à frente dos hangares foram removidas. A ampliação do grande hangar sob o deck permitiu uma expansão do número de aeronaves embarcadas de 60 O kit 52

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Ago/Set - 2010 Vem injetado em plástico cinza e há nada menos que 1.733 peças distribuídas em 38 sprues, sem contar quatro pequenos sprues com anéis de borracha para as torres de tiro, um sprue com transparências para a ilha e holofotes e outros três com peças para construir 12 aeronaves (3 Zeros, 3 Vals e 6 Kates), sendo que para esta montagem incluí um set extra, totalizando 24 aeronaves, todas injetadas em plástico transparente, facilitando a questão problemática dos canopys nesta escala, bastando isolar com máscara líquida e pintar normalmente o avião. Das 1.733 peças do kit, 435 não são usadas, pois vêm em sprues comuns a outros kits da Hasegawa. As únicas peças metálicas fornecidas são as correntes das âncoras, mas para um kit desse nível de qualidade, bem que faltou um pequeno set básico de fotogravados, por exemplo, para os hélices dos aviões. Na caixa vem dois pôsteres com ilustrações em frente e verso, que retratam a arte da caixa (que tal emoldurar este?), os esquemas de pintura e encordamento – esses dois últimos no tamanho natural da escala 1/350! A folha de decais é quase um tamanho A4 e os decais dos aviões são muito detalhados, incluindo até diferentes números das matrículas. Segue também uma folha com bandeiras náuticas e da Marinha Imperial. Vem também um livreto de 12 páginas, com a história do navio e várias fotos de referência tiradas na época, em ótima qualidade. A montagem, ainda que trabalhosa, não oferece dificuldade, pois os encaixes são perfeitos e não exigem modificações e adaptações. O manual de 28 páginas é bem explicativo e intuitivo. O casco vem no inconveniente estilo duas metades, mas é tão bem estruturado internamente que esse fato, normalmente crítico em outros kits, não ofereceu problemas. Foi possível montar todo o navio antes da pintura, separando em grupos à parte apenas o deck, a ilha, aviões e botes. Para detalhamento utilizei os fotogravados nacionais da Dr. Design de amuradas e figuras. Detalhes de encordamento, cabos da pista, mastros laterais da ilha, amarrações estruturais da popa e outros, foram todos feitos com plástico estirado. Com as etapas de montagem prontas, apliquei uma base em preto fosco spray em tudo. Ao secar, utilizei todas as tintas acrílicas da Acrilex, base água e PVA para o deck, diluindo sempre em cera líquida “Brilho Fácil” para uma devida aplicação com aerógrafo. Os isolamentos foram feitos com a “Masking Tape” da Tamiya e os efeitos de desgaste, com giz pastel e poupando algumas áreas da prévia base em preto fosco no momento da pintura. No final, um pincel seco muito de leve - não é um blindado - encerra a pintura. Para os decais, utilizei o amaciante “Mr. Mark Softer” da Gunze, presente do amigo e xará, Guilherme Castro, do GPPSD. Um verniz fosco spray da Corfix selou os decais. No final, o tamanho e o grau de detalhes do kit da Hasegawa impressionam e as cores do deck quebram, de forma sutil e harmoniosa, a monotonia do cinza dos vasos de guerra. É um kit de agradável montagem que resulta em grande satisfação pessoal. Fortemente recomendado! 53

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