Revista Olhares 35º

 

Embed or link this publication

Description

Revista Olhares - Edição nº 35

Popular Pages


p. 1

Ano XIV, nº 35 Olhares Diretor: Eduardo Jorge Rocha Publicação - janeiro 2015 ESCOLA VIVA

[close]

p. 2

Página 2 Editorial O Ensino Profissional: das Nações Unidas para a Educa- aliando conhecimentos científicos a iniciação técnica e profissional Um longo caminho foi percorrido, e geral fosse implementada nos siste- formadores e formandos beneficiam da aplicação de uma nova metodotiveram logia que insere os alunos no Formação Inovadora ou de ção, Ciência e Cultura, para que a saberes e competências técnicas. Continuidade? Os anos setenta foram verdadeira- mas de Ensino. mente inovadores em termos de As Escolas Profissionais educação, uma vez que se procurou um rápido desenvolvimento em mundo do trabalho durante o conciliar a educação, a formação e Portugal. A nova modalidade de período de formação em contexto o trabalho. Sistema Educativo, Educativo integra ensino apresentou-se verdadeira- de trabalho, revestindo na maioria a surgiram fruto da participação em- te o qual os formandos testam as uma dades e instituições privadas que do o perfil do futuro técnico profisEm Portugal, a Lei de Bases do mente inovadora, pois as Escolas das vezes a forma de estágio duranFormação Profissional no Sistema penhada e criativa de diversas enti- suas competências e vão construinpretendendo integração dinâmica no mundo do contribuíram para uma oferta de sional. trabalho dos alunos pela aquisição formação diferenciada. A procura Decorridos vinte e cinco anos após de conhecimentos e de competên- social por parte dos jovens foi mui- a responder às necessidades nacionais que as tecnológica. Os cursos profissionais formalização desta nova cias profissionais, de forma a to significativa, dado reconhecerem modalidade de ensino, importa Escolas Profissionais são saber se a fundamentação para este relação ao paradigma que lhe deu e se o por outro lado desenvolvimento de desenvolvimento e à evolução uma oportunidade de realização sistema se mantém inalterada em pessoal, social e profissional. foram O espírito inovador do Ensino origem, lançados em Portugal em 1989, Profissional cativa os jovens, pois acompanhou num período em que se intensifica- aos conhecimentos científicos dos local, regional e global. va a pressão para que fossem currículos, junta-se uma componen- Todos os dados correntes apontam cumpridas diferentes recomendações de te técnica, tecnológica e prática que para que as características inovadosaber em ação, ras, que se pretendiam aquando da criação do Ensino Profissional, organismos internacio- promete colocar o nais, nomeadamente: Organização Sumário Ficha Técnica Editorial Propriedade: ESPRODOURO - Escola Pr ofissional do Alto Dour o Coordenação: Eduar do Salta Tiragem: 1000 exemplares Periodicidade: Trimestral Impressão: ESPRODOURO Atividades da ESPRODOURO Visitas de Estudo Formações Modulares Artigos Curiosidades/Humor Passatempos Oferta formativa 2 3 8 10 12 16 19 20

[close]

p. 3

ATIVIDADES DA ESPRODOURO Página 3 Dia Mundial da Alimentação No dia 16 de outubro celebrou-se o Dia Mundial da Alimentação, com uma intervenção da Enfermeira Isabel Balça do UCC do Centro de Saúde de S. João da Pesqueira que alertou a Comunidade Educativa para "FOME NO MUNDO". Dia Mundial do não Fumador No âmbito da comemoração do Dia Mundial do Não Fumador realizou-se, no dia 17 de novembro, uma ação de sensibilização relativa aos efeitos do tabagismo. Nesse sentido, a Dr.a Olga Lucas, cardiopneumologista do ACES Douro Sul, dinamizou uma palestra/debate destinada(o) a todos os alunos. Ficamos a saber que a primeira experiência com o cigarro inicia-se no ensino básico, as vantagens de se sendo depois rápida a passa"SABER COMER". gem para o seu uso frequente Os alunos de Restauração - e posterior consumo. Sabe-se Cozinha/Pastelaria realizaram ainda que o tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte, evitável em todo o mundo. Esta iniciativa teve como objetivos uma palestra sobre a divulgar informação sobre o consumo do tabaco e as repercussões no organismo humano; sensibilizar para a importância da prevenção das patologias pulmonares associadas ao consumo do tabaco e informar da disponibilidade por parte das unidades de saúde para a consulta de cessação tabágica, para quem quer deixar de fumar mas não consegue fazê-lo sem ajuda. Para além de assistirem a uma sessão de sensibilização, os nossos estudantes tiveram ainda a oportunidade de participar num debate. As conclusões foram unânimes, a

[close]

p. 4

Página 4 ATIVIDADES DA ESPRODOURO MAGUSTO 2014 O Magusto foi realizado no dia 11 de novembro durante a tarde. O evento foi aberto à comunidade, desta vez com uma pequena representação sobre a vida de S. Martinho, resultado da parceria com o CAST – Centro de Animação Sociocutural lar e a terceira aberta à comunidade em geral. Como júri do concurso, estiveram: a professora Cristina Salta, coordenadora do CAST, a Dr.a Delfina Santos, vereadora da cultura do Município de S. João da Pesqueira e o formador Carlos Sousa, coor- denador dos cursos de restauração. Ao confecionador do melhor bolo de cada categoria foi oferecido um livro sobre S. João da Pesqueira. Para finalizar a festa, contámos com a atuação dos Cavaquinhos do Alto Douro, que cantaram músicas alusivas ao S. Marti- do Município de S. João da Pesqueira. Decorreu também uma pequena palestra sobre o uso da castanha na gastronomia e os seus benefícios para a saúde. Realizou-se um concurso com o nho e ao magusto. nome “O melhor bolo de castanha”, onde constavam três categorias, sendo a primeira aberta a turmas de restauração, a segunda aberta aos restantes elementos da comunidade esco-

[close]

p. 5

Página 5 ATIVIDADES DA ESPRODOURO Iluminações decorativas de Natal A ESPRODOURO, no âmbito do desenvolvimento das competências dos seus formandos, procura dinamizar atividades que promovam a escola na região e que contribuam para o enriquecimento cultural da Vila de S. João da Pesqueira. Neste ano o diretor da escola, Dr. Eduardo Rocha, lançou o desafio de se criarem Iluminações Decorativas de Natal que enriquecessem os espaços verdes da Vila, sugestão que os alunos aceitaram de imediato. No seguimento, foi criado um presépio de Natal que esteve exposto na rotunda de saída para Vilarouco, bem como uma decoração alusiva no centro da Vila. Salienta-se o empenho e a dedicação demonstrados pelo formando José Mendes, do Curso Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos (12.º ano), e de Dídio Sobreira e Vítor Silva do Curso Técnico de Eletrónica, Automação e Computadores (11.º ano). Realça-se ainda o esforço que os formandos do Curso Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos (10.º ano) tiveram no transporte das estruturas. Paulo Águas – Coordenador do Curso Técnico de Eletrónica, Automação e Computadores O homem cada vez mais em todos os planos da sua existência nos aparece, como membro inacabado. Este inacabamento torna-se uma necessidade marcada pela transformação permanente das técnicas o que implica uma educação igualmente permanente.

[close]

p. 6

Página 6 ATIVIDADES DA ESPRODOURO Ceia de Natal da ESPRODOURO Realizou-se no passado dia 19 de dezembro a ceia de natal com os colaboradores da ESPRODOURO. O jantar foi da responsabilidade do formador Carlos Sousa, com a colaboração dos alunos João Rodrigues e monstram a animação que houve neste serão. Festa de Natal da ESPRODOURO Este ano o primeiro período terminou da melhor maneira, no dia 16 de dezembro, com um jantar convívio entre toda a comunidade educativa, culminando com a festa de Natal da ESPRODOURO. Foi um momento que pro- Telmo Costa, ambos de Restauração. Da ementa constou um prato mais tradicional, arroz de polvo, e outro mais alternativo, mas também tipicamente português, leitão à moda da bairrada. O serão decorreu com boa comida, boa bebida e boa disposição, terminando já pela noite dentro com um karaoke que permitiu descobrir alguns potenciais talentos do panorama musical português. Mais do que as palavras, as imagens de- porcionou grande animação à comunidade com música, dramatização, dança, muita cor e muita luz. Foi uma festa bastante completa, pois participaram alunos, professores, encarregados de educação e até ex-alunos, a provar que o espírito de família da escola fica presente mesmo após a conclusão do curso. No final, todos os

[close]

p. 7

ATIVIDADES DA ESPRODOURO Página 7 OUTROS EVENTOS RECEÇÃO AO CALOIRO DA ESPRODOURO Praxes no dia 30 de outubro, durante a manhã. No final do filme, os alunos Vinho do Porto, e fez as delípuderam ainda passar pelo cias de todos. labirinto do terror, do qual PARTICIPAÇÃO DA ficam algumas imagens. II ENCONTRO NACIONAL DE FORMADORES A Integração Pedagógica FORMA-TE - ARTESÃOS DO numa Escola que pretende CONHECIMENTO. afirmar-se como Dia 18 de novembro a "ESCOLA VIVA". ESPRODOURO levou a Vila ES- PRODOURO NO FESTIVAL ECONÓMICO DA CIDADE DA MÊDA 2014 HALLOWEEN No dia 31 de outubro, durante o período da tarde, os alunos tiveram oportunidade de ver um filme , “Ainda sei o que fizeste no verão passado”, que ainda provocou alguns calafrios nos mais incautos. do Conde, junto dos participantes, o verdadeiro néctar de S. João da Pesqueira - ESTES SÃO ALGUNS DOS FUTUROS PROFISSIONAIS QUE A ESPRODOURO PREPARA PARA O MUNDO DO TRABALHO. DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA A SIDA

[close]

p. 8

VISITAS DE ESTUDO Página 8 VISITA DE ESTUDO BEIRAGEL Durante a visita à unidade de transformação Beiragel - S.A. os alunos tiveram o acompanhamento de técnicos da empresa que explicaram detalhadamente todo o processo de receção do pescado, a rastreabilidade, a sua classificação e todo o processo de armazenamento. Seguindo normas de segurança e higiene alimentar, muito restritas, os alunos seguiram com atenção as operações de transformação contínua do pescado e o processo de emIda ao Teatro Frei Luís de Sousa No dia 4 de dezembro, os alunos das turmas Técnico de Eletrónica, Restauração Pastelaria, Automação e Computadores e Técnico de Cozinha/ acompanhados balagem dos diferentes tipos de peixe e o seu controlo. Impressionados com toda a tecnologia usada, ficaram sensibilizados para a importância do uso da cadeia de frio. alunos dos 10.º e 11.º anos de Restauração a observação de diferentes produtos e equipamentos, relacionados com o curso, o contacto com profissionais do setor alimentar e a de novas A atividade desenvolvida integração tinha como principais aprendizagens e conceitos, objetivos proporcionar aos assim como a promoção do bom companheirismo zar os formandos para uma as personagens foram muito melhor perceção e interiori- bem zação das ideias fundamen- atores, interpretadas tendo os pelos alunos tais deste drama romântico atingido a principal compeque é objeto de análise na tência: uma melhor compredisciplina de Português. ensão da peça e de todo o A peça iniciou-se pelas 15 contexto histórico da mesma. horas no auditório do IPJ, A qualidade de encenação foi após uma passagem pelo ótima e os atores represen“Palácio do Gelo” para o taram muito bem. almoço e algumas compras. A visita de estudo foi das professoras do grupo de línguas, assistiram à peça "Frei Luís de Sousa" de Almeida Garrett, em Viseu. A peça, levada a cena pela uma mais-valia e todos companhia de Teatro A ctus, os alunos regressaram A visualização desta peça foi muito interessante, todas teve o objetivo de sensibilisatisfeitos e com mais

[close]

p. 9

VISITAS DE ESTUDO Página 9 Visita de Estudo à Inforlândia – Viseu e Laboratórios do Instituto Politécnico de Viseu – Escola Superior de Tecnologia No passado dia 4 de dezembro de 2014, as turmas de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos (10.º Ano) e Técnico de Eletrónica, Automação e Computadores (11.º Ano) realizaram uma visita de estudo à Loja da Inforlândia em Viseu. A visita realizou-se com a finalidade de permitir a observação direta dos materiais e equipamentos necessários à montagem e configuração de equipamentos informáticos. A apresentação da empresa foi feita pelo gerente, Eng.º Mauro Esteves, ao qual agradecemos a sua colaboração. Com esta visita os alunos puderam assimilar e ver a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos em sala de aula, preparando-se dessa forma para o futuro no mundo do trabalho. Durante a tarde realizou-se a visita a diversos laboratórios da Escola Superior de Tecnologia de Viseu, pelos cursos Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos e Técnico de Restauração - Cozinha/Pastelaria. A visita iniciou-se com uma apresentação geral da escola realizada pela Eng.ª Eunice, que informou também sobre as condições de acesso e prosseguimento de estudos no ensino superior. No âmbito desta visita os formandos puderam observar e participar em algumas experiências laboratoriais que lhes permitiram verificar e comprovar alguns conhecimentos adquiridos nas aulas. De referir que foram realizadas atividades em diferentes laboratórios afetos aos Departamentos de Engenharia Mecânica, Engenharia do Ambiente e Engenharia

[close]

p. 10

FORMAÇÕES MODULARES Página 10 FORMAÇÃO MODULAR CERTIFICADA DE BIENTAL E RURAL NO RES- INGLÊS - INICIAÇÃO TAURANTE PEDAGÓGICO JOÃO SEMANA" " . VISITA DE ESTUDO DOS FORMANDOS DE INICIAÇÃO À LÍNGUA INGLESA (FORMAÇÃO DE ADULTOS) À ADEGA DA QUINTA DO PESSEGUEIRO JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO COM OS PARTICIPANTES DA AÇÃO MODULAR - INGLÊS INICIAÇÃO NA ÁREA DE TURISMO AM-

[close]

p. 11

FORMAÇÕES MODULARES Página 11 FORMAÇÕES MODULARES capacidades recheada turísticas de e formandos foi de 95%, tendo que iniciaram as empresas desistido das formações 5% ligadas, principalmente, ao dos cabo, de novembro de 2012 a ministradas dezembro conjunto Modulares de de 2014, um áreas como: A ESPRODOURO levou a setor agrícola, as formações mesmas. Dos formandos que abrangeram concluíram as ações, todos Hotelaria e conseguiram obter aproveitaa frequência das Formações Restauração, Contabilidade e mento. Certificadas, Fiscalidade, Artesanato, Após Informáticas, formações o nível de satisfa- destinadas a adultos ativos, Ciências empregados ou desemprega- Turismo e Lazer, Produção ção dos formandos foi considos, que lhes possibilitasse Agrícola e Animal, Seguran- derado Muito Elevado por a aquisição de ça e Higiene do Trabalho e 60%, Elevado por 37% e Certificação Escolar. Médio por 3% . ESPRODOURO o acesso tem à As formações promovidas A pela ESPRODOURO tive- possibilitado te da população adulta do ram bastante adesão por par- aquisição de novas compeconcelho de São João da Segundo o Livro Branco (2000), a vizinhos, envolvendo cerca o crescimento dos sistemas de de 1100 formandos e 30 for- mento - está a aumentar o reconhecimento da educação e a madores. A taxa de conclusão das formações por parte dos exclusão de quem não a possui. Para que a globalização beneficie os pobres, é essencial aumentar o investimento na educação, na formação contínua e nas compeprodução baseados no conhecinomia global. “A Globalização - e Pesqueira e de concelhos pontos fulcrais da moderna eco- educação e as competências são os mais competências escolares e/ou profissionais, com vista a uma (re)inserção ou progressão no mercado de trabalho. Neste sentido, dado estarmos inseridos numa região com

[close]

p. 12

ARTIGOS Página 12 O AZEITE Portugal é um país de azeite e de “azeiteiros”, no bom sentido da palavra, é claro! Doce, frutado, amargo, intenso, com sabor a ervas aromáticas, verde e acastanhado. É um misto de sabores e sensações que traduz a essência da região, uma terra agreste e de paisagens muito diversas. Características que fazem do Azeite do Douro um produto único e de qualidade reconhecida. O Natal é uma época por excelência de consumo de azeite. Conheça as diferentes classificações de azeite de acordo com as análises químicas e a prova organolética. De acordo com a legislação vigente, as designa- Azeites obtidos a partir do fruto da oliveira unicamente por processos mecânicos ou outros processos físicos, em condições que não alterem o azeite e que não tenham sofrido outros tratamentos além da lavagem, da decantação, da centrifugação e da filtração, com exclusão dos azeites obtidos com solventes, com adjuvantes de ação química ou bioquímica ou por processos de reesterificação e qualquer mistura com óleos de outra natureza. Os Azeites virgens são classificados e denominados do seguinte modo: a) Azeite vir gem extr a – Azeite virgem com uma acidez livre, expressa em ácido oleico, não superior a 0,8%, com as outras características conforme as previstas para esta categoria e sem defeitos na prova organolética. b) Azeite vir gem – Azeite virgem com uma acidez livre, expressa em ácido oleico, não superior a 2%, com as outras característi- cas conformes com as previstas para esta categoria. e que pode apresentar um pequeno defeito na prova organolética. c) Azeite lampante – Azeite virgem com uma acidez livre, expressa em ácido oleico, superior a 2%, e/ou com as outras características conforme as previstas para esta categoria que apresenta 2 ou mais defeitos na prova organolética. 2- Azeite refinado – Azeite obtido por refinação de azeite virgem, com uma acidez livre expressa em ácido oleico não superior a 0,3% e com as outras características conforme as previstas para esta categoria. 3- Azeite – composto por azeite refinado e azeite virgem - Azeite obtido por loteamento de azeite refinado e de azeite virgem, com exclusão do azeite lampante, com uma acidez livre, expressa em ácido oleico, não superior ções e definições dos azeites são as que se seguem (Regulamento (CE) nº 865/2004 do Conselho de 29 de Abril de 2004): 1 - Azeites Virgens –

[close]

p. 13

Página 13 ARTIGOS Iluminação a LED? A tecnologia LED tem superado alguns valores como a eficiência, eficácia e índice de reprodução de cor (IRC) em confronto com a tecnologia de iluminação atual. Como curiosidade temos de refletir sobre a eficiência luminosa. Para aqueles que não conhecem a percentagem de energia elétrica que é convertida em luz visível realça-se que uma lâmpada incandescente tem uma eficiência de apenas 2%. Uma lâmpada de economia de energia (lâmpadas fluorescentes compactas) tem uma eficiência de 25%, enquanto que as lâmpadas LED oferecem 50 -60%. E se falamos sobre o índice de reprodução de cor (CRI), falamos do nível de qualidade com que uma fonte de luz traduz cores com tecnologia LED que é de cerca de 70-80%. Com a tecnologia a LED, alcançar 50% de A substituição de uma lâmpada de halogénio por uma a LED permite economizar até 90% na conta de eletricidade. Longa vida útil das lâmpadas a LED A vida média de uma lâmpada a LED é de cerca de 50 mil horas. (as de halogénio, florescentes e incandescentes varia entre 2 e 5 mil horas). Personalize a sua iluminação A tecnologia LED permite criar ambientes de iluminação de acordo com as preferências do utilizador. Melhor iluminação A iluminação a LED é mais brilhante e mais penetrante do que a iluminação florescente e de halogénio. Além disso, tem uma ignição imediata e sem cintilação ou intensidade de variações. Dispositivos ecológicos Consumindo menos energia reduz-se o consumo de combustíveis fósseis. Além disso os LED’s são feitos de materiais recicláveis. Pouco Calor A tecnologia LED economia na iluminação artificial é tão simples como mudar uma lâmpada. Resumidamente apresentam-se as principais vantagens da utilização da tecnologia a LED: Mais económico alimenta-se de baixa tensão e Quem se prende aos detalhes de determinada obra, na maioria das vezes, perde a visão do conjunto. Não existe verdadeira inteligência sem bondade.

[close]

p. 14

Página 14 ARTIGOS Tecnología LED Lâmpadas Lâmpadas de Lâmpadas de incandescen- Baixo consu- Tubos T8 fluo- vapor de só- vapor de sótes mo rescentes dio de alta dio sem balas& halogênio pressão tro Lumen(lm) Iluminação interior 1W 3W 5W 7W 10W 12W 15W 20W 60W 80W 90W 120W 150W 160W 10W 20W 35W 50W 80W 100W 120W 150W 400W 450W 550W 750W 900W 950W 20W 24W 30W 40W 120W 160W 180W 240W 300W 320W 20W 24W 30W 40W 120W 160W 180W 240W 300W 320W 100W 120W 150W 200W 250W 250W 300W 380W 450W 600W 750W 750W 80-90 240-270 400-450 560-630 800-900 960-1080 1200-1350 1600-1800 4800-5400 6400-7200 7200-8100 9600-10080 12000-13500 12800-14400 Equivalência entre lâmpadas tradicionais e LEDs A Importância das aulas de Educação Física A Educação Física tem sido uma importante proposta para os planos curriculares tendo sido introduzida na educação como qualquer outra disciplina, português, história, matemática, a música etc… O facto desta disciplina fazer parte do nosso dia-a-dia, não só por ter sido introduzida nas escolas, mas sim porque se pensarmos em qualquer movimento físico que o nosso corpo possa realizar, e o considerarmos um exercício físico, faz com que ela tenha um caráter tão positivo nas escolas. Cada vez mais os nossos jovens revelam uma preocupação em cuidar do seu corpo, cada vez mais os especialistas de saúde recomendam a prática de exercício físico para o bemestar físico, psicológico e até mesmo psíquico, e por sua vez as populações cada vez mais adotam essas teorias como uma ideologia a seguir. A verdade é que realmente a prática de exercício físico oferece um bem-estar geral e ainda proporciona novas relações sociais, promovendo valores como autoestima, solidariedade, respeito ao próximo, cooperação, fazendo com que todos esses valores sejam transformados numa ética cooperativa, utilizando a pedagogia da cooperação. Essa mesma pedagogia surge com a introdução dos jogos cooperativos. Apesar de vivermos numa sociedade competitiva, em que valores de solidariedade, cooperação e união precisam ser cada vez mais transmitidos e compartilhados entre as pessoas, vê-se nos jogos cooperativos a pos-

[close]

p. 15

Página 15 ARTIGOS equipa, de cooperar uns com os outros, de participar, criar sem a pressão de competir e de ter que vencer sempre. O jogo cooperativo nas aulas de Educação Física implica a participação de todos sem exclusão, independente de sua raça, classe social, religião, etc, sempre dentro de um ambiente prazeroso, onde as metas do professor e dos alunos estão cen- dos valores que a nossa sociedade atual nos obriga a adotar: A COMPETIÇÃO. Sandra Coelho COMO EXTRAIR O GLÚTEN DE FARINHA DE TRIGO? A farinha de trigo é constituída maioritariamente por amido e proteínas. Quanto às proteínas do trigo são diferentes das dos outros cereais. A fração não solúvel, constituída por 2 tipos de proteínas - as gliadinas e as gluteninas - forma uma rede quando se adiciona água à farinha e se procede à amassadura. Esta rede, chamada glúten, tem uma função tradas na união das somas das suas competências individuais na busca de resultados que tragam benefícios para todos. Os jogos cooperativos visam a participação de todos para alcançar um objetivo comum, onde a motivação não é ganhar ou perder, a motivação está centrada na participação. Paradoxalmente os jogos de caráter competitivo andam fundamental, aguenta o gás formado e permilado a lado com os cooperativos dissolvendo te que o pão de trigo tenha uma textura caracassim um pouco o grande objetivo da disci- terística. plina de EDUCAÇÃO FÍSICA, talvez da luta diária, da azáfama do dia-a-dia e até mesmo Extração do Glúten 1 - Retire cerca de 75 g de farinha para uma tigela. O sucesso resulta de cem pequenas coisas feitas de forma um pouco melhor. O insucesso, de cem pe- 2 - Adicione água aos poucos até ficar com quenas coisas feitas de forma um pouco pior. uma massa moldável e que não se agarre às Henry Kissinger mãos. Amasse bem durante cerca de 5 minu-

[close]

Comments

no comments yet