Revista Enfoqueconomico - Número 34

 

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Revista Enfoqueconomico - Número 34

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20 de março de 2011 nº 34 or drmeper og e s so a década do crescimento sustentável

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sumÁrio 06 o brasil e a década do crescimento sustentável 14 verão refrescante e lucrativo 18 crecimiento económico redujo pobreza en 2009 26 mercosul sobre rodas paraguay cresce 11 30 36 produção láctea chega a 450 milhões de litros

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editorial desenvolvimento sustentável após a crise econômica que assolou o mundo entre 2008 e 2009 nossos países obtiveram os melhores resultados em crescimento econômico nos últimos trinta anos retomando o cominho que haviam iniciado em 2003 após o aumento incessante do consumo de commodities agrícolas e minerais impulsionados pelas gigantes china e Índia crescimento que vem entusiasmando os mais diferentes segmentos da sociedade desde os empresários que batem recordes de consumo de bens de capital para modernização e ampliação das indústrias até o cidadão comum que supera mensalmente os níveis de consumo especialmente de bens duráveis como carros e imóveis embora os mais novos não lembrem já passamos por momentos assim nas décadas de 1960 e 1970 quando ocorreram os chamados milagre brasileiro 1967-1979 e milagre paraguaio 1973-1989 infelizmente não soubemos transformar aquele crescimento em desenvolvimento porque o desenvolvimento sustentável requer grandes investimentos nas áreas de educação ciência e tecnologia setores que seguem abandonados pelos responsáveis eleitos e que têm a missão de colocar nossos países nos trilhos da modernidade a educação não se refere somente ao formal aprendizado das letras e matemáticas mas principalmente da mudança de mentalidade em relação ao empreendedorismo e à geração de valor agregado bases para a criação de conhecimento e desenvolvimento sustentável através do verdadeiro capitalismo foi exatamente o que fizeram países então pobres e sem futuro como coréia do sul e taiwan em que estágio estão coréia do sul e taiwan hoje fazem parte dos chamados tigres asiáticos tem alta de atividade econômica ocupam posição de destaque no que se refere a tecnologia possuem renda média similar aos países desenvolvidos infraestrutura de primeiro mundo e um excelente idh coréia do sul e taiwan viraram a página do subdesenvolvimento e se alinharam a elite dos países do mundo É verdade que o brasil avançou o número de universidades e faculdades cresceu de forma avassaladora centenas de cursos na área tecnológica foram criados formas de avaliação de qualidade foram implantadas no ensino superior e no ensino médio o sistema de cotas e o prouni passaram a permitir que milhares de jovens carentes ou de classes menos privilegiadas pudessem fazer um curso superior e mudar o próprio destino Órgãos patrocinados pelo governo e pela iniciativa privada como sebrae sesi senai e senac qualificaram milhões de trabalhadores e colocaram a gestão das empresas em um novo patamar de qualidade consultorias nos mais diversos setores se multiplicaram o número de crianças matriculadas nas escolas atingiu quase 100 mas a evasão escolar continua alta e o analfabetismo funcional continua muito presente a educação à distância se tornou uma realidade e a popularização da internet pro-moveu uma revolução na comunicação e na educação apesar dos avanços existem milhares de vagas que não são ocupadas por falta de qualificação não se formam técnicos e engenheiros suficientes para atender a demanda gerada pelo crescimento econômico a qualidade de educação ainda é muito inferior ao nível praticado nos países desenvolvidos educação ciência e tecnologia devem ser prioridades de estado É um investimento que rende frutos a médio e longo prazo mas são frutos que alimentam gerações e fica a pergunta aproveitaremos esta nova oportunidade ou continuaremos a ficar observando o desenvolvimento alheio 04

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economia economia um indicador permaneceu constante mesmo neste sobe e desce da economia a contínua redução da oobreza e desigualdade mesmo em época de crise como 2009 através de uma reduziu drasticamente os índices de miséria ­ pessoas que vivem com até usd 1 diário e pobreza total ­ até usd 3 diários de acordo com estudos do banco mundial do ipea e da fgv a pesquisa do ipea também demonstra uma continuada queda no índice gini de desigualdade no mesmo período diferente do que ocorreu nos anos 1960 e 1970 hoje o brasil possui uma alta previsibilidade econômica através do câmbio livre da disciplina fiscal e do aumento constante da renda das classes mais baixas que rapidamente migraram à condição de uma nova classe média o crescimento via endividamento externo base do milagre brasileiro fez com que o país ficasse à mercê dos acontecimentos internacionais como as crises do petróleo e da inflação internacional o e pr em rd o r og e s so melhor distribuição de renda tanto ao nível de população como das regiões algo sem paralelo mesmo na época do milagre brasileiro redução da miséria em oito anos o brasil tabela de crescimento econômico 10,00 8,00 6,00 4,00 2,00 0,00 -2,00 -4,00 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 variaÇÃo anual do pib pib per cÁpita período 1995-2002 fonte banco mundial o brasil e a década do crescimento sustentável o último biênio ficará na memória como o período de maior volatilidade econômica da história recente do país da pior recessão ao período de maior crescimento nos últimos 30 anos por wagner enis weber evolução da pobreza no brasil 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00 0,00 1995 período 1995-2002 até usd 1 diário até usd 2 diários até usd 3 diários 2002 2007 fonte banco mundial 06 07

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economia economia o que derivou no aumento fantástico da taxa básica de juros dos eua e no estouro da dívida externa a troca da fonte de financiamento para o endividamento interno permite controlar mais facilmente as possíveis crises e bolhas econômicas como ficou provado no biênio que passou mas outros foram os fatores que incidiram decisivamente para que entrássemos em uma era de desenvolvimento sustentável com crescimentoestável baixa taxa inflacionária e aumento do consumo interno o último censo 2010 comprovou que o brasil está chegando rapidamente ao nível de crescimento populacional natural desejado ou seja abaixo de 1 anual a taxa demográfica anual de 1,1 é equivalente a um terço do da época do milagre brasileiro e neste ritmo em mais uma década entramos no mesmo nível dos países desenvolvidos de apenas 0,6 de crescimento natural 610 600 590 580 570 560 550 540 530 520 510 500 1995 evolução do indicador gini desigualdade constante de verba das antigas sudene e sudam não permitiam o desenvolvimento nordestino apenas o enriqueÍndice de gini sição do rio são francisco o aumento dos investimentos públicos na área social e das empresas estatais priorizando o norte e nordeste estas obras juntamente com a ampliação dos gastos sociais via bolsa família permitiram que o nordestino pudesse ter a esperança de crescimento pessoal na própria terra sendo desnecessária a migração às regiões mais ricas como demonstrado em recente estudo da fgv com a escassez de mão de cimento de uns poucos esta concentração de ri 2002 2007 2009 queza aumentou ainda mais dados pnad análise ipea com a chegada da hiperinflação do aumento do protecionismo em relação aos produtos importados e da especulação financeira fazendo com que o país chegasse ao mais alto índice de desigualdade da década de 1990 exatamente no primeiro período do plano real 1994-1996 ao concentrar a renda fizeram com que a renda per o segredo do sucesso baixo crescimento demográfico e aumento dos investimentos estatais capita brasileira crescesse em média 3,2 no período 20042010 mas só este fator não seria suficiente para alcançar melhores níveis de qualidade de vida e aqui entra o grande mérito da administração petista este círculo vicioso começou a ser rompido quando a administração lula resolveu priorizar os investimentos públicos federais diretos no nordeste fazendo com que a região se tornasse um canteiro de obras desde a construção de refinarias ferrovias rodovias e aeroportos até a transpo obra as empresas do sul e sudeste foram obrigadas a melhorar a remuneração dos trabalhadores de nível médio e até daqueles sem capacitação o mesmo ocorrendo com as famílias de classe média em relação aos trabalhadores domésticos a massa salarial teve um grande crescimento reduziu-se a capacidade de crescimento através do mercado interno e o país passou a depender da evolução do comércio exterior sem competitividade em função de décadas de protecionismo a indústria brasileira não pode aproveitar o boom do comércio internacional das décadas de 1990 e 2000 e passou-se a depender cada vez mais da venda das commodities agrícolas e minerais para equilibrar a balança de pagamentos isso significa a continuidade da redução da oferta da mão de obra conjugado com um crescimento econômico sustentável na casa de 5 a 6 anual torna-se inevitável a queda continuada da desigualdade social através da redistribuição natural de renda a soma de crescimento médio moderado e baixo crescimento demográfico do presidente lula no auge do milagre brasileiro a migração da mão de obra farta e faminta do interior e do nordeste fez com que a riqueza se concentrasse no lucro das empresas a política de enviar dinheiro do governo central aos corruptos governos estaduais administrados principalmente pelas famílias de coronéis e o desvio transposição do são francisco investimento do governo lula 08 09

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economia produtores rurais permitiram o crescimento da produtividade e a transformação do país em um global player nos mais diferentes produtos do agronegócio isso sem contar com o apoio fundamental do bndes para que as grandes empresas nacionais adquirissem concorrentes estrangeiros aproveitando-se da última crise internacional o desenvolvimento do agronegócio permitiu distribuir riqueza também nas regiões sul centro-oeste e norte os estados dessas regiões inclusive foram os mais beneficiados porque possuem crescimento demográfico agronegocio o brasil se transformou em um player global mais baixo do que a média nacional e tem nível educaao mesmo tempo para aumentar a produção foi necessário investir tanto na capacitação dos trabalhadores como na modernização do parque fabril e demais setores a valorização do real permitiu a importação recorde de bens de capital o que junto ao investimento em recursos humanos proporcioo investimento maciço do governo federal na pesquisa agropecuária e o grande volume de empréstimos aos se compararmos a desigualdade brasileira com a dos países desenvolvidos e mesmo da região como uruguai e nou um aumento considerável da produtividade e competitividade nacionais outra conquista da era lula foi a pacificação do campo com a redução significativa das invasões de terras cional mais alto portanto sentiram de forma intensa a redistribuição da renda muito o que fazer mesmo com os indiscutíveis avanços ainda há muito o que fazer 10

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economia paraguai vemos que ainda estamos muito distantes de uma sociedade razoavelmente justa limite estamos chegando ao limite do que é possível avançar com a intervenção do estado e de agora em diante dependerá cada vez mais da capacidade da iniciativa privada em relação ao investimento tanto no aumento da produção como em programas de responsabilidade social e distribuição de lucros o problema é que o brasil é de acordo com o banco mundial um doa países de pior clima de negócios do mundo os principais entraves trabalhista tributário educacional e burocrático na área de educação mesmo registrando o maior avanço entre os avaliados nos dois últimos exames pisa ficamos entre os treze últimos colocados em um total de 65 nações pesquisadas na área trabalhista as empresas não podem desenvola pesada carga de impostos impossibilita ao empresário melhorar os investimentos em responsabilidade social e fazer distribuição de lucro aos empregados ver uma política favorável de melhoria de renda e remuneração de acordo com a meritocracia em função de uma legislação totalmente inflexível se o governo lula se destacou por recuperar a autoestima dos brasileiros e recolocar o país nos trilhos a presidenta dilma tem um enorme desafio deverá promover as mudanças necessárias para que brasil se torne mais competitivo e apto a estimular o empreendedorismo único caminho possível para garantir a continuidade do desenvolvimento sustentável brasil argentina chile paraguai bolívia uruguai norte e nordeste receberam investimentos pesados posição do brasil pagamento de impostos doing business ­ clima de negócios fechar uma empresa registro de propriedade abrir uma empresa 152º 143º 46º 110º 177º 155º 128º 142º 62º 102º 166º 139º 132º 77º 91º 135º 58º 57º 122º 118º 45º 60º 139º 159º análise banco mundial período 2011 13

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especial verão refrescante e lucrativo o crescimento econômico experimentado por brasil e paraguai no ano passado traduziu-se não só em recorde de consumo de bens duráveis como eletroeletrônicos e automóveis mas também nos itens mais populares de consumo maciço como refrigerantes e cervejas que experimentaram um verdadeiro boom a partir de 2003 ano da retomada do desenvolvimento nos dois países em 2010 o consumo per capita tanto de refrigerantes como cervejas bateu o recorde loira desejada no brasil o consumo de cerveja alcançou 61 litros per capita quando em 2001 estava em 49 litros já no paraguai o consumo de cada habitante foi em 56 litros contra 32 nove anos atrás este crescimento coloca brasileiros e paraguaios na 3ª e 4ª posições respectivamente em consumo per capita na américa latina sendo os maiores consumidores os venezuelanos seguidos pelos mexicanos líder regional a ambev domina com tranquilidade as vendas continentais com mais de 70 consumo per capita de cerveja na américa do sul 70 60 50 40 30 20 10 0 ar br ch par pe uru especial como nas colônias brasiguaias às margens do lago de itaipu onde briga em igualdade com a brahma no paraguai a tradicional cervecería asunción do grupo riquelme modernizou a antiga planta através de um investimento de usd 5 milhões para produzir uma nova marca denominada victoria lager que segundo a companhia foi elaborada sob medida para o paladar paraguaio de acordo com os diretores aunidade pode produzir 100.000 hectolitros ao ano abastecendo 30 do mercado atual a intenção é aproveitar a logística da embotelladora central segunda maior fabricante de refrigerantes do país e pertencente ao mesmo grupo empresarial guerra dos refrigerantes se no setor cervejas brasil e paraguai possuem características similares com alta concentração do mercado em mãos de uma única empresa na área de refrigerantes os mercados têm-se desenvolvido de forma oposta na última década no brasil existe uma cada vez maior concentração das vendas nas mãos de coca cola eambev que detêm juntas 84 do mercado nacional desde 2003 as marcas regionais que haviam crescido fortemente durante o período de estagnação econômica devido ao baixo poder aquisitivo local vêm perdendo espaço reduzindo a participação pela metade em cinco anos até chegar aos 15,8 em 2008 de acordo com a associação dos fabricantes de bebidas do brasil afribras o mercado brasileiro mostra-se dominado por um oligopólio que domina 85 dos com o crescimento esperado de 5 para 2010 a diferença com os demais países da região deve se reduzir de forma substancial geração de empregos se na comercialização dos produtos a concentração já é alta o mesmo não se pode dizer da geração de empregos É neste ponto que reside a maior importância das indústrias regionais enquanto as três grandes corporações geram 30.000 empregos diretos as 238 pequenas e médias empresas anos 2001 e 2010 dos mercados brasileiro argentino e paraguaio no brasil a empresa produz 7,5 milhões de hectolitros ao ano equivalentes a 70 do que é consumido no país através das marcas skol brahma bavária e antártica no ano passado realizou o maior investimento da história r 2 bilhões para aumentar a capacidade produtiva em 15 no paraguai a empresa opera com uma planta com capacidade de produção de 320.000 hectolitros/ano ampliada recentemente através de um investimento de mais de u$d 80 milhões em 2010 a gigante belgobrasileira produziu 270.000 hectolitros ou 98 do que foi fabricado localmente desde 1990 a produção paraguaia de cerveja cresceu 181 ou 5,3 ao ano mesmo com um aumento significativo no consumo os dois mercados ainda podem ser considerados intermediários se comparados com o consumo médio na europa onde em muitos países superam-se 100 litros por habitante e nos eua com 84 litros por americano o que mostra um grande potencial a ser explorado novas marcas mesmo com o domínio tranquilo da gigante cervejeira o mercado vem consolidando uma tendência que se iniciou há uma década o das marcas regionais É o caso da indústria nacional de bebidas inab com sede no município de toledo próximo de cascavel no paraná conhecida por sua marca colônia de pequena indústria quase artesanal há uma década atrás hoje a empresa detém uma importante fatia de mercado ntanto na região oeste e sudoeste paranaense evolução do mercado brasileiro de refrigerantes grandes corporações coca cola ambev e schincariol fonte afrebras www.afrebras.org.br 15 bilhões de refrigerantes comercializados no país em 2009 o consumo médio per capita de 81 litros ainda está abaixo do consumo latinoamericano de 89 litros por habitante possuem 21.000 funcionários no paraguai ocorreu o inverso de uma alta concentração de mercado no início 14 15

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especial especial da década de 1990 hoje o país conta com 17 indústrias que lutam por 43 do market share sendo que a paresa fabricante local da coca cola e pertencente à empresa chilena cocacola polar domina o mercado nacional com 57 de par com o crescimento esperado de 10 para 2010 o país deve alcançar a mesma média latinoamericana em 2009 a subsidiária paraguaia comercializou 276 milhões de litros ou 38 do volume total do grupo sendo usd 38 milhões em 2009 representando 44 do lucro global do grupo chileno com o crescimento recorde da economia em 2010 estima-se o aumento de vendas de pelo menos 10 mas a empresa paraguaia estrutura da empresa polar argentina capacidade de produção milhões de litros vendas em 2009 milhões de litros participação no mercado vendas em milhões de dólares 2009 lucro líquido milhões de dólares 2009 chile 265 213 73 174 36 paraguai 354 276 57 144 38 226 234 57 162 12 consumo comparado mercosul e américa latina argentina brasil 81 15.214 54 chile 123 2.029 29 paraguai 81 485 95 américa latina 89 37.380 23 fonte coca cola polar fonte coca cola polar do chile consumo per capita litros volume em milhões de litros crescimento consumo per capita 1999/2009 121 4.840 80 vierci o maior conglomerado empresarial paraguaio a nova planta da pepsi estará operando em 2011 no município de san antonio região metropolitana de asunción a fábrica vai ocupar de forma direta cerca de 500 funcionários grupo a.j vierci o conglomerado a.j vierci é um verdadeiro peso pesado possui a maior cadeia de supermercados do país com centros de distribuição nos principais municípios paraguaios assume a produção dos produtos pepsi a partir deste ano grupo riquelme liderança do segmento a última aquisição foi a empresa pulp mais antiga marca paraguaia de refrigerantes o fato concreto é que a luta por este mercado que em 2010 chegou a 90 litros per capita estará mais concentrada em grandes grupos empresariais paraguaios mas o domínio do mercado paraguaio não é o lado que mais anima a polar chilena entre 2005 e 2009 os lucros da paresa cresceram em média 50 ao ano e as vendas 27,9 anual isso porque o consumo paraguaio cresceu 95 entre 1999-2009 em termos per capita a maior evolução da américa latina no período o mercado guarani ainda tem muito a evoluir levando em conta que o consumo por habitante ainda é 50 inferior ao argentino e chileno que estão acima dos 120 litros per capita que deste total 244 milhões de litros foram produzidos em sua planta localizada na Área metropolitana de asunción e o restante importado principalmente da sucursal portenha com o resultado a paresa tornou-se a principal empresa do grupo polar do chile que possui operações também no país andino e na argentina entre 2005 ­ ano da aquisição da paresa pelos chilenos e 2009 a receita por vendas da coca cola no paraguai cresceram a um ritmo anual de 27,9 enquanto o lucro aumentou a uma taxa média anual de 50 até chegar a tem condições de abastecer a demanda levando em conta que a capacidade produtiva da planta de ypané é de 354 milhões de litros anuais podendo abastecer o mercado local por alguns anos mais briga de gente grande se o primeiro lugar ainda repousa de forma tranquila nas mãos da coca cola não se pode dizer o mesmo das posições seguintes o crescimento do mercado paraguaio fez com que a pepsi cola anunciasse o retorno ao mercado após quatro anos anunciando um parceiro de peso grupo a.j a gigante americana terá muito trabalho para conseguir competir pelas primeiras posições uma vez que várias marcas locais encontram-se fortalecidas e crescendo a cada ano a luta pelo segundo lugar nas vendas de refrigerante será disputada por três principais competidores grupo a j vierci grupo riquelme e bebidas del paraguay o grupo riquelme é proprietário da marca niko da cadeia de supermercados rea e da cervejaria asunción bebidas del paraguay o grupo bebidas del paraguay possui sete marcas de bebidas abrangendo sucos naturais água mineral a refrigerantes É o que tem mais experiência no segmento bebidas entre os três postulantes à 16 17

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especial el lucrativo sabor de las bebidas el crecimiento económico experimentado por brasil y paraguay en el último año se tradujo no solo en record de consumo de bienes durables como electrodomésticos y autos sino en ítems de consumo masivo como gaseosas y cervezas que experimentaron un verdadero boom a partid de 2003 año de la retomada del desarrollo por ambos países lo que se tradujo en nuevas marcas de consumo per cápita en 2010 la rubia más deseada en brasil el consumo de cerveza llegó a 61 litros por habitante algo como 24 a más do que en 2001 aunque el crecimiento brasilero haya sido importante el consumo paraguayo en el mismo período evolucionó 75 lo que significa que cada paraguayo consumió 56 litros de la rubia helada en 2010 con esta evolución brasileros y paraguayos se encuentran en la 2ª y 4ª ubicación en latinoamérica siendo los venezolanos los campeones con casi 90 litros por habitante ambev líder regional la gigante belgobrasilera domina con tranquilidad las ventas continentales con más de 70 de los mercados consumo per cápita de cerveza mercosur ampliado en litros especial recientemente su planta tras una inversión de usd 5 millones para elaborar una nueva marca victoria lager que de acuerdo a la empresa fue elaborada especialmente para el paladar paraguayo la intención es llegar a producir 100.000 hectolitros anualmente para cubrir el 30 del mercado nacional para llegar a este objetivo riquelme aprovechará la estructura logística de distribución de embotelladora central una de las principales empresas de producción de gaseosas del país la guerra de las gaseosas al contrario de lo que sucede con las cervezas en el mercado de gaseosas existe una concentración cada vez más fuerte del mercado en pocas manos cuando una década atrás las marcas regionales habían crecido debido a la caída del poder adquisitivo en brasil ambev y coca cola detienen el 84 del market share de acuerdo a la asociación de fabricantes de bebidas del brasil afrebras de esta forma el mercado brasilero esta dominado por 85 de las ventas de los 15 mil millones de litros consumidos en 2009 con un consumo promedio de 81 litros per cápita poco abajo del consumo latinoamericano que es de 89 litros por habitante un oligopolio que concentra con el crecimiento esperado de 5 para 2010 la diferencia con los demás países de la región debe reducirse sustancialmente aunque en términos de comercialización exista una alta concentración lo mismo no sucede en relación a las fuentes de empleo donde las 238 pequeñas y medianas industrias emplean 21.000 funcionarios y las tres grandes corporaciones 30.000 desde una alta concentración del mercado en la década de 1990 hoy el país cuenta con 17 industrias que luchan por 43 de participación el dominio del mercado de gaseosas está en manos de la chilena coca cola polar que en 2005 compró paresa y los chilenos no tienen de que reclamar entre 2005 y 2009 la ganancia de paresa subió 50 al año alcanzando usd 38 millones correspondientes a 44 del resultado del grupo en aquel año este resultado de sebe en gran parte al crecimiento anual de las ventas en 27,9 en el mismo período una vez que el mercado paraguayo fue el que registró el más alto crecimiento de consumo per cápita en el continente nada anos 2001 e 2010 brasilero argentino y paraguayo en brasil ambev produce anualmente 75 millones de hectolitros a través de sus marcas brahma skol bavaria y antarctica para ampliar su participación en 2010 realizó la más grande inversión de la historia en suelo brasilero con usd 1.200 millones para aumentar la capacidad productiva en 15 en paraguay la empresa opera con una planta con capacidad para procesar 320.000 hectolitros al año recientemente ampliada tras una inversión de más de usd 80 millones siendo que en 2010 se produjeron 270.000 hectolitros en suelo guaraní desde 1990 la producción paraguaya de cervezas se incrementó en 181 todo un aunque la primera posición de ambev no se encuentre amenazada al menos en corto plazo el mercado cervecero viene consolidando una tendencia iniciada hace poco más de una década el desarrollo de marcas regionales este es el caso de la industria nacional de bebidas ineb del municipio de toledo próximo a foz de iguaçu desde donde produce y comercia la cerveza colonia de unidad casi artesanal hoy colonia detiene una importante franja del mercado a lo largo de los dos márgenes del lago de itaipú principalmente en las poblaciones de brasiguayos donde se enfrenta en igualdad con la gigante brahma en paraguay la tradicional cervecería asunción del grupo riquelme modernizó evolución del mercado brasilero de gaseosas grandes corporaciones coca cola ambev y schincariol fuente afrebras www.afrebras.org.br 18 19

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especial menos que 95 entre 19992009 entretanto el mercado nacional aun tiene mucho que evolucionar hasta llegar al mismo nivel de los más grandes consumidores con mado en 10 para el año pasado polar tiene condiciones de solventar la demanda pues la planta de ypané cuenta con capacidad de producción de 354 millones de litros anuales por la 2ª ubicación del mercado se cados del país y centrosde importación/distribución en todo el país pepsi se enfrentará a otro grupo poderoso local el grupo riquelme que detiene el liderazgo en la venda de mercado de gaseosas año 2009 argentina consumo per cápita litros vólumen en millones de litros crecimiento del consumo per capita 1999-2009 brasil 81 15.214 54 chile 123 2.029 29 paraguai 81 485 95 américa latina 89 37.380 23 fonte coca cola polar 121 4.840 80 tinentales los argentinos y chilenos con 120 litros por habitante con esta impresionante evolución paresa se ha tornado la principal empresa del grupo polar que también tiene operaciones en el país trasandino y argentina en 2009 la empresa paraguaya comercializó 276 millones de litros correspondientes a 38 del total del grupo siendo que de este total 244 millones de litros fueron producidos en la planta que la empresa tiene en ypané aunque con crecimiento del mercado esti encuentran peleando tres grandes grupos nacionales a.j vierci uno de los más grandes grupos empresariales del país reactiva este año la presencia de pepsi cola en elmercado nacional con una millonaria inversión y la contratación de 500 trabajadores para competir por las primeras posiciones en un mercado en amplio crecimiento la nueva planta estará operando desde este año en san antonio la principal ventaja de este grupo es poseer la más grande red de supermer desechables con la marca niko que ya detiene un importante centro de distribución aparte de otra red supermercadista centrada en el Área metropolitana de asunción finalmente el tercer importante grupo que lucha por conquistar más espacio es bebidas del paraguay propietaria de siete marcas de bebidas desde jucos y agua mineral a gaseosas los próximos rounds serán emocionantes por la conquista del mercado donde cada habitante ya consume 90 litros de refrescantes con apetito por aumentar el consumo 20

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investigaciÓn investigaciÓn la dgeec divulgó recientemente su último trabajo sobre pobreza sorprendiendo con los datos de que la pobreza total se redujo casi 3 en 2009 en plena recesión económica cómo explicar la contradicción de hecho no hay ninguna contradicción sino está comprobado lo que el ineespar ya había divulgado a inicio de 2010 no hubo recesión económica en 2009 sino una estagnación con un crecimiento nulo la reducción de la actividad económica del 2009 se ha concentrado en el agro fundamentalmente en el sector de producción de granos no así en los demás rubros la comprobación de este hecho está en el mismo estudio de la encuesta e hogares 2009 donde la dgeec demuestra que los ingresos de la ocupación principal de los sectores secundario y terciario crecieron 7,3 y 3,1 respectivamente estos dados demuestran que gran parte de la economía paraguaya ya está descolgada de lo que sucede en el agro en el sector secundario diversas actividades manufactureras de gran impacto sobre el pib manufactura tuvieron crecimiento en 2009 como farmacéutico carnes leche y derivados cigarrillos azúcar y alcohol bebidas confecciones además el subsector construcción tanto privada como pública tuvo una importante evolución positiva al igual que la producción de energía eléctrica estos dos subsectores electricidad y construcción participan con 40 del pib del sector secundario el desarrollo de la industria hizo posible que en el sector terciario continuara creciendo con tasas bajas sí pero manteniendo una evolución positiva sobre 2008 sistema financeiro sistema financiero al igual que comunicaciones y gastos del gobierno se destacaron siendo que el sector terciario participa con 65 en la torta del pib nacional la inversión publicitaria termómetro de las condiciones económicas creció 25 en un año supuestamente recesivo las ventas de telefonía móvil aumentaron 17 y supermercados más de 10 la recesión de 2009 ha sido localizada como hemos dicho en la producción de granos y aquí la explicación del porqué no hubo una crecimiento económico redujo pobreza en 2009 el resultado del ultimo estudio de ineespar comprueba que sí y que el mejor ejemplo de los últimos años es lo sucedido en paraguay por wagner enis weber investigador del instituto ineespar y director del braspar centro empresarial brasil-paraguay fuente dgeec encuesta permanente de hogares 2009 www.dgeec.gov.py 22 23

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investigaciÓn recesión localizada evolución de la pobreza según el banco mundial fuente banco mundial disparada en los índices de pobreza rural mismo con una caída de 50 del pib granero los productores de granos generalmente mantienen ingresos mensuales bastante altos recibiendo ingresos que sobrepasan mucho el nivel de pobreza lo que significa que mismo con una quiebra fuerte de la zafra las familias productoras de soja maíz y trigo no ingresaron al rango de pobres la quiebra de zafra afectó fundamentalmente los sectores de procesamiento de oleaginosa transportes y venta de bienes de capital para el agro al igual que en la venta de motos que se concentra principalmente en el interior y de autos también en el área rural como el agro participa con 9 del pib nacional el desempeño de los sectores secundario tercia-rio al igual que desarrollo positivo de ganadería compensaron caída agrícola y el la la miento del área urbana la evolución de los indicadores del área urbana independen de lo que sucede en el área rural como muestran los actuales datos de la dgeec esta separación se da por la diversificación productiva que se viene dando en paraguay desde la década de 1990 pero con más fuerza a partir del nuevo siglo la industria se encuentra bastante diversificada con más altos crecimientos en sectores no tradicionales como químico y farmacéutico plásticos metalmecánico electrónicos cigarrillos calzados y confecciones escasez de mano de obra un factor que viene ayudando a reducir sustancialmente la pobreza en el país en los últimos lo que podemos notar aquí es quela continuada caída de la pobreza en los tres niveles pobreza extrema ­ personas que viven con hasta usd 1 diarios pobreza absoluta ­ personas que viven con hasta usd 2 diarios y pobreza relativa es decir personas que viven con hasta usd 3 diarios en el periodo comprendido de 1997/8 a 2007 fue el de más alto crecimiento del agronegocio por lo que se demuestra que el crecimiento de la producción de granos ayuda a reducir la pobreza rural uno de los resultados más importantes entretanto es en relación al comporta 24

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investigaciÓn reducción continuada de la desigualdad años es la escasez de mano de obra ocasionada principalmente por la emigración de paraguayos a españa y argentina migraciones al final de 2010 según migraciones de españa había 85.000 paraguayos tanto legales como ilegales en el país ibérico es decir 8.000 a más do que en 2001.cantidad similar se radicó en argentina la conjunción de alto crecimiento económico a partir de 2003 y falta de mano de obra hacen que las empresas y mismo las familias se vean obligadas a remunerar mejor los trabajadores permitiendo una redistribución forzada de ingresos en el área urbano que ya no cuenta con un alto flujo migratorio desde el campo para proveer mano de obra barata es decir la caída de los índices de pobreza no es fruto de una política actual del gobierno lugo pero viene desde hace la década de 1990 el dato más importante quizá sea la reducción continuada del índice gini de desigualdad en el país que en 2009 llegó a 0.487 el mejor desde la serie iniciada en 1997/8 en el área urbano el gini llegó a 0.423 casi al nivel mediano bajo de distribución de renta es decir debajo de 0.4 como ejemplo el índice de gini de desigualdad de eua estaba en 0.45 en 2007 siendo de 0.538 en brasil en 2009 al igual que la pobreza la desigualdad rural también aumenta cuando se registra disminución de la producción granelera es así porque la producción de granos genera un efecto multiplicador en el área rural en los más diferentes sectores desde la agroindustria hasta los transportes y comunicaciones es decir lo que es bueno para el gran productor es excelente para el campesino es lo que sucedió en brasil en la era lula el gobierno brasilero empezó a invertir fuertemente en transferencias condicionadas y obras públicas en la región del nordeste la más pobre del país antiguamente cuando brasil iniciaba una época de alto crecimiento las regiones ricas del sureste y sur se proveían de la mano de obra harte nordestina lo que permitía a las empresas llenar sus bolsillos pero sin permitir una buena distribución de los ingresos en la actualidad la migración nordestina a las ricas regiones está casi paralizara pues el gobierno nacional invirtió masiva-mente en las regiones pobres haciendo que el nordestino no necesite salir de su tierra para vivir con dignidad eso ocasionó una escasez de trabajadores en pleno auge económico forzando la distribución de los ingresos es lo que viene sucediendo en paraguay por la emigración de connacionales a otros países conclusión la reducción de la pobreza total se ha dado por la continuidad del crecimiento económico urbano en 2009 solventado por el espectacular aumento de 9,9 del pib en 2008 nada tiene que ver pues con el aumento de las transferencias condicionadas anunciadas por el gobierno los efectos de la emigración paraguaya de la última década se acentuaron a partir de 2008 forzando las empresas a desembolsar cada vez más para conseguir contratar la mano de obra que necesitan es aquí donde pueden hacer la diferencia las políticas públicas a través de las transferencias condicionadas el gobierno debe invertir para evitar que el hijo del investigaciÓn evolución de la desigualdad medido por el Índice de gini sin renta imputada de la vivienda campesino emigre para intentar la suerte en las ciudades al igual que capacitar los campesinos que ya están en el área urbano en profesiones de nivel técnico en el área rural no es reforma agraria o distribución de tierras que harán la diferencia sino crear las condiciones para la agro industrialización y el desarrollo del sector terciario donde las personas viven pues el joven campesino paraguayo muchas veces al igual que el brasilero argentino no y uruguayo ya no tiene gnas de laborar la tierra como sus padres sino intentar otraprofesión en otras áreas de menos riesgo y sacrificio la diversificación sectorial por otro lado la subocupación y la desocupación no desaparecerán del área urbana mientras los emigrantes no están capacitados para trabajar en los sectores secundario y terciario y por mejor voluntad que tengan las empresas si el estado no entra a trabajar fuertemente la capacitación técnica no habrá éxito evolución de los ingresos mensuales por sectores económicos miles de guaraníes mensuales total país fuente dgeec encuesta permanente de hogares 2009 26 27

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capital humano não se acomode jamais começo o artigo de hoje chamando a todos para uma rápida reflexão o que você tem feito para progredir pessoal e profissionalmente ouço muitos profissionais idealizando seus futuros de forma brilhante uns querem se tornar diretores ou presidentes outros idealizam grandes salários independente do que farão e alguns ainda pensam no dia que deixarão de ser funcionários para serem seus próprios chefes a pergunta é o que exatamente cada uma dessas pessoas tem feito para chegar lá infelizmente algumas pessoas se esforçam muito e não chegam precisamente onde gostariam mas aos poucos aproximam-se de seus sonhos hoje porém quero falar sobre as pessoas que se acomodam no estágio que se encontram mesmo almejando os tais futuros brilhantes são os que chamamos de acomodados e esse tipo é muito frequente nas organizações basta olhar a sua volta que certamente identificará pelo menos uma pessoa cuidado se essa pessoa não for você É muito fácil criar uma rotina e a partir disso seguir diariamente um roteiro de ações sem se preocupar muito em se organizar para dar conta de tudo sair do comodismo requer mudanças o que nem sempre é bem visto pelas pessoas as mudanças por melhores que sejam causam mal estar pois necessitam de esforço para ir atrás do crescimento profissional por exemplo é fundamental desenvolver novos hábitos a todo o momento o desacomodado quando alcança uma nova conquista já procura um novo desafio para dar continuidade em seu crescimento o acomodado por sua vez parece ter medo do novo medo do que a busca por desenvolvimento pode lhe custar ter que trabalhar até mais tarde fazer coisas que possivelmente ele ainda não possui habilidade medo de assumir alguma incapacidade deixar a inércia geralmente são pessoas preguiçosas que costumam fazer as mesmas coisas sempre do mesmo jeito veja quando estamos insatisfeitos com alguma coisa a tendência é que busquemos a melhora da situação porém o acomodado mesmo estando insatisfeito com alguma coisa prefere ficar onde está por mais que seja ruim é menos trabalhoso pois ir atrás de satisfação tomará tempo e esforço dele sacrifícios precisarão ser feitos e se tem uma coisa que o acomodado não gosta de fazer é se sacrificar seja lá por qual motivo for num ambiente profissional ainda há um agravante o acomodado normalmente abusa da boa vontade do próximo para evitar ter que fazer coisas que não lhe agradam muito É muito mais fácil ter alguém que pense por ele e que principalmente execute tarefas em seu lugar uma forma de burlar seu comodismo e quem sabe sua incapacidade o maior prejuízo desse comodismo em excesso é o desenvolvimento do próprio profissional ao passo em que ele deixa de ir atrás de ações que o desenvolvem dentro da empresa e que o muna de experiência ele vai ficando pra trás no que diz respeito à progressões enquanto isso as pessoas que estão a sua volta e que vivem tapando seus buracos vão se desenvolvendo mesmo que sem querer ou sem perceber pois fazem o trabalho que deveria ser feito pelo acomodado É uma pena tipos como esse que citei sejam tão comuns o mercado anda numa velocidade muito grande incapaz de esperar pela real vontade das pessoas aliás enquanto um não quer aqui outro quer e faz por onde conseguir ali a concorrência chega a ser quase desleal com essas pessoas que se acomodam em seus mundinhos pois lá fora há muitas pessoas que não estão acomodadas nenhum pouco pelo contrário brigam por seus espaços com ideias inovadoras proatividade e uma vontade muito grande de fazer acontecer por bernt entschev mande sua história para coluna@debernt.com.br e veja nossas oportunidades em twitter/debernt 29

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