Jornal Sintufes - Nº 158 - Dezembro de 2014/Janeiro de 2015

 

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Jornal Sintufes - Nº 158 - Dezembro de 2014/Janeiro de 2015

Popular Pages


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L A RN JO administração central da Ufes e governo Dilma estão no vermelho com a categoria. Mas vamos seguir na luta em SINTUFES Saldo de 2014: DO 2015!

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Veja quem são os nossos representantes na diretoria colegiada e conselho fiscal do Sintufes, na CIS – Comissão Interna de Supervisão do PCCTAE e nos conselhos superiores da Ufes DIRETORIA COLEGIADA DO SINTUFES Coordenação-Geral José Magesk Belmiro e Ana Hoffman Coordenação de Administração e Finanças Sônia Pereira de Mendonça e Janine Vieira Teixeira Coordenação de Formação e Política Sindical Wellington Pereira e Sandra Maria Peçanha Coordenação de Assuntos Jurídicos e Terceirizados Maria Célia Oliveira do Nascimento e Joanicy Leandra Pereira Coordenação de Políticas Sociais e Saúde do Trabalhador Alvaléria Cuel e Ademar Correa Bacelar Coordenação de Imprensa, Cultura e Esportes Alencar Alves Barcelos e Alcimar Fausto Santos Correa Coordenação de Assuntos de Aposentadoria Anotonio Gonçalves Rocha e Dinamara Soares da Costa Santos Suplentes Iracy Conceição Lage, Rosimari Nascimento da Victória e Alda Nascimento CONSELHO FISCAL DO SINTUFES Titulares Adriana Amâncio de Oliveira Zélia Rodrigues Pires Enilda Nascimento Jureswsky Suplentes Artur de Almeida Nunes, Marlene Rodrigues Trancoso e Carlos Roberto Henrique Bezerra COMISSÃO INTERNA DE SUPERVISÃO DO PCCTAE (GESTÃO 2012-2015) Coordenadora: Ana Maria Silva Hoffman. Coordenador-adjunto: Luciano Calil Guerreiro da Silva. Membros: Joanicy Leandra Pereira e Alvaléria Cuel. Membros suplentes: Adevair Vitório da Silva, Jhonathan, Cavalcante da Costa e Álvaro Antonio de Freitas. REPRESENTANTES DOS TÉCNICOS NOS CONSELHOS SUPERIORES Conselho Universitário (Consuni) Titular: Wellington Pereira / Suplente: Ademar Correia Bacelar Titular: Antonio Carlos dos Santos Cruz / Suplente: Edmilson Lirio Guterra Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão (Cepe) Titulares: Ilane Coutinho Duarte Lima e Gabriela Oliveira Gama Suplentes: Maria Célia Oliveira do Nascimento e Valteir Antônio Pimentel Conselho de Curadores (CCUR) Titular: Fernando Coutinho Bissoli / Suplente: Álvaro Antônio de Freitas EQUIPE DE TRABALHADORES DO SINTUFES Ana Paula Teixeira de Souza, Anna Karolina Vergna dos Santos, Ana Caroline Prates Correia Maria da Penha Sant’ana, Mariza Dias Gomes e Walter Pereira de Biase Assessoria política Professor Doutor Francisco Máuri de Carvalho Assessoria jurídica Família - Andresa Coelho Pessini Trabalhista - Esmeraldo Ramacciotti e Luna Ramacciotti Assessoria de Comunicação Nova Pauta Comunicação Assessoria de tecnologia da informação Bitsoft – João Paulo Silveira

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REFLEXÃO POLÍTICA É A universidade e o estado fascista tade os ganhos dos trabalhadores e pisoteiam o artigo 5º da Constituição Federal. No Estado fascista, o presidente da República avilta seu discurso de campanha (eleições de 2014) vendendo a alma e protagonizando um verdadeiro 171 eleitoral. No Estado fascista reitores de universidades federais vergam-se ao poder que sucateia suas instituições enquanto, à larga, privatizam a educação via Prouni e os hospitais universitários via EB$ERH. Como se não bastasse convocam forças policiais para reprimir os movimentos paredistas de estudantes, técnicos e professores que mantêm a universidade viva. Além de não cumprirem suas promessas de campanha, eles tratam com a arrogância de um ignorante togado aqueles que cobram coerência entre suas promessas e suas práticas pós-eleitorais. Nas universidades do Estado fascista as respostas dos reitores aos anseios das categorias profissionais que ali labutam são lacônicas, monocráticas, não consensuais, invariavelmente, ditatoriais, autocráticas, negação da democracia. Nelas os reitores, desprezando o Artigo 207 da Carta Magna, sucumbem às imposições de governos fascistas. Na universidade federal o reitor e o Conselho Universitário compõem uma espécie de confraria que, sob o discurso da defesa dos direitos dos trabalhadores, colocam em funcionamento a política de desmonte de direitos e de desmobilização das ações sindicais para que a privatização dos espaços públicos transcorra sem sobressalto. Uma resolução de Conselho Universitário se sobrepõe a decretos federais numa total inversão de valor jurídico e clara transgressão. Mais ainda. Quando convocado para audiência pública, apesar de dizer estar sempre aberto ao diálogo (sem altercação), quando convocado para tal diz laconicamente que “a proposta vai ser analisada”. Se o “magnífico” soubesse o significado dos verbetes não diria jamais, “estou aberto”, que significa desprovido de preconceitos, aceita e/ou debate novas ideias, sempre disposto a novas experiências. Ele está aberto, mas para analisar, isto é, ele vai avaliar o ânimo daqueles que estarão na audiência pública que se lhe for adversa inventará uma desculpa infantil. Não está e nunca esteve aberto ao debate público, como os demais é um autoritário seguidor à risca das determinações do MEC e do MPOG. No Estado fascista pesquisadores, cientistas fogem à crítica e ainda aspiram a cargos oficiais, verbas, monopólio nas agências financiadoras? Traem a fé e o patrimônio público, não há desculpa para pessoas cujo ofício é pensar e em cuja prática é ingente a consciência moral. O Estado fascista de tudo faz para impedir a diminuição da jornada de trabalho uma aspiração dos trabalhadores, mundo a fora, desde o século XIX. Entretanto, os mandantes de tudo fazem parta obstar que os trabalhadores tomem posse do que produzem cujo objetivo é acessar os bens culturais de modo pleno, tornando definitivamente abolida a exploração do homem pelo homem. O que pretendem com a instalação do controle de ponto eletrônico em uma universidade pública, seria dar mais celeridade ao atendimento ao público? Disciplinar os trabalhadores técnicos e trabalhadores docentes tornando-os mais responsáveis e comprometidos com o melhor rendimento da máquina pública? Certamente não! O que pretendem é exercitar o controle político sobre a vida desses trabalhadores fazendo-os trabalhar 40 horas semanais quando na Europa a tendência é reduzir a carga de trabalho para trinta horas semanais. Enfim, no Estado fascista, cuja essência é capitalista, uma gama enorme de professores universitários, conservadores, reacionários e fascistóides não podem dizer o contrário sem falsear a verdade, por isto nada têm a dizer. Calados, insones, sagazes e ardilosos ratificam e absolvem o ultraje da República. Sintufes velha a tese segundo a qual o reformismo, o conservadorismo e o preconceito formam uma estúpida tríade indissociável. Pensamos que a conduta conservadora preconceituosa estaria ligada a uma inteligência apoucada ou a uma cegueira psíquica que José Saramago intitulou de agnosia em seu livro Ensaio sobre a cegueira. Não vem ao caso citar a fonte, mas há estudos afirmando que adultos com dificuldades cognitivas tendem a atitudes conservadoras e preconceituosas do tipo racista, machista, autoritária e reacionária. Essa tríade estúpida não tem relação com o grau de escolaridade do seu portador. A história nos oferece exemplos dignificantes como a Comuna de Paris, as revoluções Russa, Chinesa e Cubana, nas quais operários e os camponeses pobres, com ínfima escolaridade, foram capazes de pensar revolucionariamente. Do complô montado pela estúpida tríade ressurge no Brasil o fascismo, que é uma tendência política e ideológica representada por um governo autocrático, centralizado na figura de um ditador. Vejamos algumas das características indeléveis da conduta fascistóide no século XXI: NO CAMPO ECONÔMICO E DO DIREITO. Aumenta a expectativa de vida, mas diminui os benefícios da aposentadoria. O governo fascista aplica o “fator previdenciário” faz superávit primário à custa da dignidade e dos direitos do aposentado para pagar altos juros aos agiotas internacionais. NO CAMPO DA LIBERDADE. Não é livre a “liberdade de expressão”, mas um direito reprimido violentamente pelos donos da “ordem” e do “progresso”. NO CAMPO POLÍTICO. Os capitalistas colocam prepostos fascistóides em lugares chaves de quaisquer governos autoproclamados como de esquerda e popular: Banco Central, ministérios da Fazenda, dos Esportes etc. NO CAMPO JUDICIÁRIO. Os tribunais fascistas (tribunais do capital) reduzem pela me-

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VEJA MAIS EM facebook.com/Sintufes Confira imagens da confraternização de fim de ano da categoria Festa foi realizada no dia 12 de dezembro de 2014, em Goiabeiras

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L A RN JO DO SINTUFES Filiado à FASUBRA INFORMATIVO MENSAL DO SINDICATO DOS TRABALHADORES NA UFES – Nº 158 – DEZEMBRO 2014/ JANEIRO DE 2015 – SINTUFES FILIADO À FASUBRA Categoria sempre forte na luta Os técnico-administrativos em Educação mostraram sua força em 2014, lutando contra o arrocho e a retirada de direitos dos trabalhadores, capitaneada pelo governo Dilma/PT. E lutando contra as mazelas impostas pela governança da EB$ERH e contra o autoritarismo da administração central da Ufes! Grande mobilização. Luta por direitos sociais durante a greve, em Vitória Paralisação no Hucam contra o descaso da EB$ERH, em 09 de janeiro Dia dos Trabalhadores, Marcha pela Vida e Cidadania, em Viana Comando de Greve no Ceunes, em São Mateus, em maio Convocação na Reitoria, luta pela jornada ininterrupta, em novembro Assembleia dos aposentados, “Na luta, sempre” Ufes 60 anos, técnicos exigem respeito CEU é campeão, no Torneio da Amizade Luta no RJ, durante a greve

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2 JORNAL DO SINTUFES | www.sintufes.org.br FALA, DIRETORIA! JURÍDICO Nossa causa Como já era previsto, 2014 foi ano de luta pelo aprimoramento da carreira, durante a greve nacional que durou mais de 100 dias, onde os trabalhadores mostraram sua indignação e insatisfação diante de um governo de uma ex-guerrilheira, que parece jogar em favor do capital, que ela combatia com toda galhardia nos anos de chumbo. Para 2015, ela já escolhe ministros para setores estratégicos, sobretudo na Economia, que parecem ter sido indicados pelo candidato tucano, derrotado nas eleições. Ou seja, o 2015 que bate à porta já se mostra amplamente desfavorável aos direitos sociais e à valorização dos trabalhadores, já que as atenções das nossas finanças serão voltadas ao capital especulativo e internacional. Mas voltemos ao 2014. Ano em que fizemos uma grande mobilização em favor da jornada ininterrupta, reivindicação histórica dos trabalhadores técnicoadministrativos. Porém, que não faz eco em uma Reitoria monocrática, autoritária e que não abre o diálogo com os demais segmentos universitários. Reitoria essa que instituiu um sistema de ponto eletrônico, com um aparelho que pode sim trazer prejuízos aos trabalhadores. Ainda não tivemos a jornada na forma reivindicada pela categoria. A flexibilização imposta pela Reitoria não tem abrangido todos os setores, demonstrando o autoritarismo e o pensamento atrasado desta gestão universitária, que não prepara a Ufes para ao futuro e não trabalha para tirar a Ufes da 37ª posição entre as universidades brasileiras. Afinal, a regulamentação do funcionamento em três turnos contínuos em todos os campi seria melhor para toda a sociedade. Para confirmar a face autoritária da administração da universidade, o estatuto e regimento da Ufes estão sendo discutidos por uma comissão de marionetes do reitor. A EB$ERH até hoje não mostrou a que veio, e o caos no Hucam é evidente. E a terceirização gera prejuízos ao serviços e aos trabalhadores em todos os campi. Apesar disso, o Sintufes agradece a confiança em nossa diretoria e vai continuar lutando, sempre com a união de toda categoria, em busca da efetivação das nossas lutas. Diretoria Colegiada Procuradoria da Ufes reafirma práticas antissindicais da Reitoria Processo de ano 2000 é reaberto, levando em consideração ação de greve de 2014 O reitor da Ufes segue à risca a cartilha do governo do PT no que se refere à perseguição sindical. Prova disso foi este ano de 2014. Ainda durante a greve da categoria, a gestão da Ufes confirmou seu autoritarismo diante dos movimentos sindicais. A Procuradoria da Ufes fez uma ação contra o bloqueio parcial da entrada do campus de Goiabeiras, que aconteceu na greve de 2014. Porém, na ação, o procurador alegou que o bloqueio parcial da entrada estava proibido pela Justiça desde 2000. Foi que em 2000, o Sintufes, a Adufes e o DCE já haviam sidos acionados na Justiça por conta de um bloqueio parcial do portão, naquela época. Em sua decisão, o juiz determinou a cobrança de multas e de honorários sucumbenciais (honorário pago pela parte que perdeu uma ação à parte que venceu a ação) referentes à ação de 2000. No entanto, o magistrado entendeu que a ação da greve de 2014 se tratava de outra situação. Por outro lado, o juiz aceitou os cálculos apresentados pela Ufes, que somam R$ 47 mil, que foram pagos pelo Sintufes. E o setor Jurídico do sindicato já entrou com ação questionando os valores calculados pela universidade. O valor depositado pelo sindicato está em juízo. E foi depositado para garantir que o Sintufes possa contestar os cálculos que a Procuradoria apresentou à Justiça. Ação coletiva dos 3,17% Na ação coletiva do passivo dos 3,17%, mais de 1,2 mil trabalhadores preencheram a procuração e a entregaram ao Sintufes junto dos documentos necessários (cópias do RG, do CPF e do comprovante de residência). É importante lembrar que, atendendo à decisão de uma assembleia da categoria, o Sintufes contratou uma assessoria contábil terceirizada para fazer os cálculos de cada trabalhador por meio das fichas financeiras do Siape e do NPD. Mas muitos trabalhadores ainda não pagaram os valores cobrados pela assessoria. O valor acordado foi de R$ 30 para sindicalizados e de R$ 60 para não sindicalizados. Esses valores devem ser pagos na sede do Sintufes, em Goiabeiras, ou subseção sindical do Hucam. O sindicato já enviou 20 lotes (cada lote tem cinco autores) para fazer a petição à Justiça Federal. E a Justiça vai notificar a Ufes para que a universidade tome conhecimento dos valores apresentados. A Ufes pode recorrer da notificação. MUDANÇA. Os processos passaram a ser ELETRÔNICOS, e o Sintufes deve digitalizar toda a documentação exigida para a execução da sentença, e enviá-la via site da Justiça Federal. AS DUAS ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL DO SINTUFES SAÍRAM COM OS NÚMEROS 176 (EDIÇÃO DE NOVEMBRO) E 177 (DE DEZEMBRO). MAS SUAS NUMERAÇÕES CORRETAS SÃO 156 E 157, RESPECTIVAMENTE. EXPEDIENTE: INFORMATIVO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES NA UFES SINTUFES - Avenida Fernando Ferrari, s/nº, Campus Universitário, Vitória, ES - Tel: (27) 3325-6450. Fax: (27) 3227-4000. Subsede - Avenida Marechal Campos, s/nº , Campus de Maruípe, Vitória, ES - Tel: (27) 3335-7262, Fax(27) 3315-3444. Diagramação: Nova Pauta Comunicação. Os textos publicados neste jornal são de inteira responsabilidade da Diretoria Colegiada do Sintufes. ERRATA

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JORNAL DO SINTUFES | www.sintufes.org.br 3 INFORMES DA CIS 2014 é marcado por discussão em torno do aprimoramento da carreira A CIS/Ufes e Sintufes marcam presença em eventos nacionais sobre o tema mas de capacitação, também foi discutido o reposicionamento dos aposentados. A Comissão e o Sintufes também estiveram no Seminário Nacional da Carreira – 10 Anos de PCCTAE – Perspectivas para a carreira dos TAE, realizado pela Fasubra, em Brasília, reunindo 29 entidades filiadas à Federação, também em novembro. “Foi um ano de muita discussão sobre o aprimoramento da nossa carreira. E nós participamos desse processo, levando nossa experiência e absolvendo o que se passa nas outras universidades e nas outras comissões, visando fortalecer nossa luta em torno do aprimoramento”, afirmam os membros da CIS/Ufes. O III Encontro de Auxiliares do PCCTAE ocorreu na Unifesp, em São Paulo, no dia 17 de novembro. As discussões em torno da racionalização dos cargos e de outras pendências da carreira marcaram o evento, que teve participação da CIS/Ufes e do Sintufes. Segundo a CIS/Ufes, as propostas apresentadas no Encontro foram encaminhadas para Plenária da Fasubra e serão discutidas no GT da carreira, que será proposto pela Federação. discussão em torno do aprimoramento da carreira foi intensa neste ano de 2014. A Comissão Interna de Supervisão da Carreira da Ufes e o Sintufes participaram de eventos, que discutiram a estruturação e a concepção da carreira, bem como o reposicionamento dos aposentados, racionalização dos cargos, programas de capacitação entre outros. A CIS da Ufes e o sindicato participaram do II Seminário Nacional da CIS, em novembro, em Brasília. Lá, além das discussões em torno da origem e do papel da CIS, dos progra- Racionalização “E mudança na Justiça”? Fórum Nacional marca integração das CIS das Ifes A Comissão Interna de Supervisão da Car­ reira da Ufes participou do VIII Fórum Nacio­ nal das Comissões Internas de Supervisão do Plano de Carreira dos Cargos Técnico­ administrativos em Educação, evento que foi realizado pela primeira vez no Estado, no Ifes, em Vitória/ES. “O Fórum debateu e aprofundou a refle­ xão sobre a atuação, fortalecimento e pos­ sibilidades da CIS, além de temas ligados às políticas de gestão de pessoas, promovendo a integração entre as CIS das Instituições Fe­ derais de Ensino”, informou a coorde­ nadora do Sintufes e representante da CIS/ Ufes, Joanicy Pereira. No Fórum, o coordenador-adjunto da CIS, Luciano Calil, fez palestra sobre o tema “Au­tonomia da CIS”. A Carta de Vitória, aprovada ao final do Fórum, pode ser conferida no site do Sintufes. Sintufes marca presença em mais esta capacitação sindical Em setembro, o Sintufes apoiou e participou do I Congresso Aspectos Constitucionais do Sindicalismo, promovido pelo Sindipúblicos-ES, realizado em Vitória. Apesar da importância da capacitação sindical presente no debate, o assessor político do sindicato, professor Máuri de Carvalho, questionou a sugestão de um dos juristas palestrantes. “Falam que os sindicatos precisam se reinventar, mas e a mudança na Justiça? Para ela mudar a forma de tratar a greve de trabalhadores. Falam em reinvenção sindical, mas não falam em mudar o foco da Justiça que sempre criminaliza os movimentos grevistas e sociais”, criticou o professor. Capacitação: bomba da Ufes Os trabalhadores da saúde, do RJU, lotados no Hucam, não tiveram suas propostas do curso de capacitação incluídas no plano de capacitação, da área da saúde, de 2015. Mesmo isso estando previsto no plano de carreira dos trabalhadores. A justificativa da administração da Ufes é de que o macroprocesso da saúde não está incluído no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). Segundo a administração da Ufes, os trabalhadores da saúde terão de fazer capacitação pela EB$ERH. “A CIS e o Sintufes estão de olho para lutar contra mais essa bomba trazida pela administração da Ufes, pois a categoria não vai aceitar fazer capacitação via EB$ERH”, avisa a CIS/Ufes O Programa de Avaliação de Desempenho (PAD) dos TAEs está sendo feito desde 2010, mas as chefias ainda não se responsabilizaram por ele. Os trabalhadores se autoavaliam e avaliam seus colegas, mas o processo sempre apresenta problemas na etapa da avaliação que compete às chefias elas. Avaliação

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4 JORNAL DO SINTUFES | www.sintufes.org.br Categoria se fortalece na greve RETROSPECTIVA 2014 E Governo confirma sua falta de diálogo com o trabalhador ao judicializar o movimento. Gestões da Ufes e da EB$ERH “mostram sua falta de compromisso com os técnicos” m quase 100 dias de greve, os trabalhadores técnico-administrativos em Educação na Ufes mostraram que são fortes para lutar por seus direitos. Em 17 de março, uma assembleia realizada no Sintufes deflagrou a greve. E em mais de três meses, com grande adesão dos TAE’s, a categoria fortaleceu a luta em Brasília, atendendo a convocações da Fasubra. E fez a luta diária nos campi, cobrou respeito nas comemorações dos 60 anos da Ufes e foi às ruas participar de manifestações e atos públicos por direitos sociais. Diante da força do movimento, o governo Dilma judicializou a greve. “E mostrou que seu passado de guerrilheira se restringe à história, pois não atendeu nossas reivindicações e ainda levou a greve à Justiça, não respeitando o legítimo direito à greve. Provando que não tem diálogo com trabalhador embora seja do Partido dos Trabalhadores”, lembra a diretoria colegiada do Sintufes. REVIRAVOLTA. No dia 25 de junho, a Fasubra se reuniu com o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Napoleão Nunes Maia Filho. Ele havia dado liminar favorável a uma ação da Advocacia Geral da União (AGU), declarando a greve abusiva e determinando o retorno imediato ao trabalho. Mas após a reunião em que o Comando Nacional de Greve da Federação mostrou que o governo não negociava, o ministro Napoleão publicou nova decisão determinando que o governo abrisse negociação até a o dia 30 de junho. Ainda em sua decisão, o ministro incluiu que não deveria haver corte de ponto e nem a transformação de faltas injustificadas por falta por greve. A partir daí, o governo fez nova agenda de reuniões, mas não houve avanços significativos nas reivindicações: pelo aprimoramento Napoleão, o ministro! da carreira, regulamentação da jornada ininterrupta, revogação do contrato dos hospitais universitários (HU’s) com a EB$ERH, etc. Polícia Federal no campus Em 25 de março de 2014, a mando da Governança da EB$ERH, a POLÍCIA FEDERAL ESTEVE NO HUCAM! E não foi para apurar a falta de medicamentos, o descaso da gestão da EB$ERH com pacientes, as obras intermináveis! Com armas na cintura à mostra e colocando o dedo em riste no rosto de MULHERES, policiais federais ACUSARAM o Comando de Greve de ter sumido com prontuários do Same. Porém, os documentos estavam no arquivo do setor. “E precisamos ratificar que: trabalhador em greve não é bandido. E lutar não é crime”, pontua a direção do Sintufes. Material da greve é confiscado Os tentáculos do autoritarismo do reitor são muito grandes e chegam a São Mateus. Durante a greve, o então diretor do Ceunes cometeu mais um ato de intimidação e de desrespeito ao movimento paredista da categoria. Ele retirou a tenda e materiais do Comando de Greve do Ceunes, afirmando que o Sintufes é uma entidade privada e precisava pedir autorização a ele para afixar cartazes, faixas e estender a tenda e até para realizar atividades de interesse da categoria. “Se essa moda pega, hein?”, questiona a diretoria colegiada do Sintufes. Agressão no RU Em Goiabeiras, o Restaurante Universitário foi palco de mais uma atitude desrespeitosa contra trabalhadores em greve. E ISSO NUM DIA QUE HAVIA APENAS MULHERES NO RU. “Neste dia, a administração da Ufes colocou o chefe de segurança e todo o efetivo de seguranças terceirizados, com armas de fogo, para tentarem expulsar as mulheres do local, inclusive idosas. A ação rendeu denúncia à Ouvidoria da Ufes e abertura de sindicância para que se apure este ato de repressão” frisou a diretoria colegiada do Sintufes. “Todos somos Ufes”? Nas solenidades da gestão em homenagem aos 60 anos da Ufes, o coordenador do Sintufes, Wellington Pereira, mostrou que para os TAE’s a campanha da Reitoria: TODOS SOMOS UFES só existe mesmo no papel. “Em São Mateus, a tentativa de inibir a organização do movimento grevista foi gritante. Chamaram a Polícia Federal para desocupar o espaço e não permitir que nossa categoria entrasse na solenidade da Ufes 60 anos. E vem falar que todos somos Ufes? Basta de hipocrisia”.

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JORNAL DO SINTUFES | www.sintufes.org.br 5 LUTA POR DEMOCRACIA NA UFES Direção do Sintufes cobra mais democracia da administração da Ufes Audiência pública, já! “Metas ruins, como a de privatizar o hospital são cumpridas” J Já reuniões do reitor com trabalhadores são marcadas “na marra” ornada de trabalho é regulamentada sem diálogo nenhum com o trabalhador. Ponto eletrônico “é empurrado goela abaixo”. Polícia é chamada para intimidar greve. A iniciativa privada cada vez mais se amplia pelos campi. Estatuto vai ser discutido sem nenhum técnico que defenda as reivindicações da categoria. A EB$ERH e a Ufes ignoram o termo de acordo de greve, assinado pelo magnífico, em maio de 2013. Além disso, a atual gestão da Ufes não chama uma audiência pública para discutir os interesses da comunidade acadêmica. E faz reuniões fechadas no Conselho Universitário (Consuni), que toma decisões para todos os segmentos e campi. “A democracia é limitada na Ufes. Em alguns instituições, as reuniões do Conselho Universitário são abertas. Mas o reitor da Ufes jamais abriria o Consuni, pois não poderia mostrar sua face autoritária diante de todos. Reuniões com ele só são marcadas após muita insistência ou na marra. Mas vamos continuar lutando por uma audiência pública em nossa instituição”, destaca a diretoria colegiada do Sintufes. Os técnicos vão lutar ainda para que o reitor dê resposta sobre suas promessas quebradas da campanha de 2011. “Reformas intermináveis, a entrega do Hucam para privatização, a moradia estudantil não sai do papel, estatuinte não é convocada. O reitor é autoritário, toma decisões monocráticas, não atende nossas reivindicações. Ele faz parecer que estamos na época da ditadura. Estamos longe de uma democracia na nossa universidade, que tem um reitor que se acha um monarca absolutista, que não ouve ninguém antes de tomar decisões que afetam todos os segmentos. É preciso muita luta contra isso”, afirma a direção. Em sua campanha para Reitoria, em 2011, o reitor falava em “planejamento de gestão estratégica, reunir todos os setores com análise de cada local, a partir daí, implementar as metas”. “Ele cumpriu as metas ruins, como privatizar o Hospital e instituir uma Governança, omissa perante as reivindicações da categoria. O planejamento de gestão estratégica não sai do papel. Prova disso é a forma como o reitor institui a flexibilização da jornada e o ponto eletrônico, sem critérios fundamentados no dimensionamento do processo de trabalho e à revelia dos interesses da categoria, que visa melhorar o atendimento à sociedade”, argumenta a direção. Metas ficam no papel Seção Progep, já! Daqui a cerca de cinco meses, mais precisamente em maio de 2015, a Reitoria e a Governança da EB$ERH vão completar dois anos sem atender a pauta de reivindicações da greve do Hucam de 2013. “O superintendente joga a responsabilidade para o reitor, fala que o reitor é quem ‘mija grosso’. Mas não resolve uma pauta simples que é a seção da Progep no Hucam. Foi o reitor que assinou o acordo de greve e foi ele quem colocou a Governança no Hucam, então exigimos que a Ufes e a EB$ERH cumpram com acordo”, cobra a diretoria colegiada do Sintufes. A direção alerta a categoria para lutar pela manutenção do acordo de greve. “A proposta de jornada de 40 horas para os trabalhadores dos setores administrativos e de equipes multifuncionais pode representar a quebra do nosso acordo de greve e não vamos aceitar isso”, ressalta a direção. Tudo pior com a EB$ERH Confira no site do Sintufes mais um dossiê sobre a situação dos hospitais privatizados pela EB$ERH. Em janeiro deste ano, a categoria realizou uma paralisação no Hucam, mostrando a situação caótica do hospital, que só piorou desde então. Vale lembrar que o Sintufes havia solicitado a interdição do hospital ao CRM e ao Ministério Público.

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6 JORNAL DO SINTUFES | www.sintufes.org.br APOSENTADOS Mesmo aposentados, trabalhadores continuam na luta Mais do que integração, atividades reforçam o compromisso social do sindicato com quem já se aposentou U ma das lutas do trabalhador técnico-administrativo em Educação é contra o fato da categoria receber o menor piso do serviço público federal. Se isso é ruim para quem está trabalhando, imagina para o aposentado que sempre perde muito quando se aposenta?! É por isso que a Coordenação de Aposentados do Sintufes é incansável para realizar a integração dos aposentados e pensionistas da categoria. “Fazemos as assembleias, praticamente, uma vez por mês. E nelas repassamos as informações sobre a política nacional, luta por direitos e se há avanços relacionados à pauta dos aposentados nas negociações com o governo”, pontua o coordenador de Aposentados, Antônio Rocha. A coordenadora Dinamara Santos reforça a convocação que é feita quando acontecem greves e paralisações. “Sempre lembramos a importância dos aposentados participarem das atividades de paralisação, pois nesses espaços eles podem reafirmar a dificuldade que é a vida de quem se aposenta, que perde boa parte do salário e perde o respeito dentro da própria instuição a qual deram seu suor por muitos anos”, afirma. Em 2015, a Coordenação de Aposentados vai manter a realização recorrente das assembleias, além de propor novos passeios entre outras atividades para a categoria. Mais atividades em 2015 Coordenação faz trabalho de integração de pensionistas e aposentados em passeios e assembleias Ufes exclui, e Estatuto não garante direitos Manter a integração dos aposentados faz com que o Sintufes, de certa forma, assuma uma obrigação que deveria ser da Ufes. “A Universidade exclui os aposentados de todo o papel social que ela deveria fazer”, critica a coordenadora de Aposentados, Dinamara Santos. Esse dever também é do governo federal, como prevê o Estatuto do Idoso (Lei 10.741). Art. 9º É obrigação do Estado, garantir à pessoa idosa a proteção à vida e à saúde, mediante efetivação de políticas sociais públicas que permitam um envelhecimento saudável e em condições de dignidade. “Parece irônico o Estatuto falar em garantia à vida e à saúde, sendo que o governo retira direitos de quem se aposenta. Como querer um envelhecimento saudável se o trabalhador perde boa parte do seu salário no momento de se aposentar? Isso não é um direito personalíssimo. É uma sacanagem mesmo”, analisa o coordenador de Aposentados, Antônio Rocha. Várias ações são destaque em 2014 Em agosto de 2014, a Coordenação de Aposentados apresentou uma camisa que reflete bem as ações do Sintufes em favor dos aposentados. Com a frase “Na luta sempre. Viva a Vida”!, a camisa é usada por aposentados em assembleias e nas atividades das quais eles participam. Outro destaque neste ano foram os passeios promovidos pela Coordenação. No final de novembro, eles foram para Águas de Pinon, em Alfredo Chaves, interior do Estado. Passeio na Vale, na Chocolates Garoto também foram realizados fazendo a integração dos aposentados. Na luta, sempre. Viva a vida!

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JORNAL DO SINTUFES | www.sintufes.org.br 7 ESPORTES 2014 marca a reativação do esporte e do lazer Consolidação das sextas-culturais e fortalecimento do CEU são destaques da Coordenação de Cultura, Imprensa e Esportes do Sintufes R eativação do campo de areia e ampliação da área de lazer da sede do Sintufes, consolidação das sextas-culturais e reafirmação do Centro Esportivo Universitário (CEU) como um time competitivo são os destaques das atividades da Coordenação de Cultura, Imprensa e Esportes do Sintufes, em 2014. Para 2015, os coordenadores esperam manter as ações, que visam a integração do trabalhador por meio do esporte e da cultura. “Trabalhamos pela reativação do campo de areia, pois isso vai além do futebol. Os trabalhadores e os aposentados se reúnem para jogar bola, mas nesse momento ficam sabendo da política, do que o governo vem fazendo com relação a nossa carreira. Além de poderem trazer a família para se reunir aqui no nosso sindicato”, revela o coordenador de Cultura, Imprensa e Esportes Alencar Barcelos, o Carioca. As comemorações ao Dia do Servidor Público (28 de outubro), marcadas pelo Torneio de Futebol de Areia (no dia 25 daquele mês) marcou a reativação do campo de areia do Sintufes, que foi todo reformado. Mas além do campo de areia, a pasta administra o CEU. E Ca­ rioca ressalta os bons resultados do time, obtidos ao longo do ano. “Fomos campeões no Torneio da Amizade das Universidades Federais (em dezembro, em Goi­ ás) com o CEU. E isso é reflexo do bom trabalho que fizemos pelo time dos técnicos da nossa Ufes. É muito gratificante”, pontua Carioca. O também coordenador da pasta Alcimar Correa traz ainda mais uma realização da Coordenação. “As sextas-culturais estão consolidadas na agenda dos trabalhadores e acontecem sempre na primeira sexta-feira de cada mês. Elas têm sido um sucesso, com diferentes atrações musicais e vão ser mantidas em 2015 com variada programação para categoria e seus familiares”, afirma Alcimar. Além da integração mensal Sextas-culturais Trabalhadores da Ufes que integram a equipe do CEU! Título confirma bom trabalho da Coordenação pelo time da Ufes. E campo de areia é reativado para técnicos utilizarem o espaço Arraiá deste ano foi realizado na sexta-cultural de agosto habitual, a sexta-cultural também foi espaço do Arraiá do Sintufes, realizado em agosto de 2014. Solidariedade das entidades, e omissão dos governos No dia 07 de janeiro, a Coordenação de Cultura, Imprensa e Esportes e outros coordenadores do Sintufes entregaram 26 cestas básicas a índios da Aldeia Boa Esperança, em Aracruz, atingidos pelas chuvas que castigaram o Espírito Santo, em dezembro de 2013. A solidariedade praticada pelo sindicato e por outras entidades se contrasta com a omissão dos governos que até agora nada fizeram de concreto para combater os prejuízos trazidos pelas chuvas. O CEU foi campeão e o coordenador do Sintufes Alcimar Correa foi o goleiro menos vazado do Torneio da Amizade. “E olha que eu não agarrava fazia tempo, mas foi gratificante ajudar nosso time”, disse. Entidades ajudam e governo nada...

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8 JORNAL DO SINTUFES | www.sintufes.org.br PLANO DE LUTAS PARA 2015 Greve unificada na pauta dos SPF em 2015 A Fasubra mostra descontentamento com escolhas de Dilma e vai participar de Plenária dos Servidores Públicos Federais que pode deliberar sobre um grande movimento paredista nacional prevê a delegação de técnicos da Ufes, que participou da Plenária da Fasubra. O plano de lutas aprovado ainda traz a seguinte agenda: 02 DE FEVEREIRO – Ato no Congresso Nacional 03 DE MARÇO – Dia Nacional de Paralisação nas Universidades 06 DE MARÇO – Ato contra a EBSERH no Rio de Janeiro 07 E 08 DE MARÇO – Plenária no Rio de Janeiro A Plenária aprovou, com ajustes, o regimento interno do XXII Con­ gresso Nacional da Fasubra (Confasubra), que será realizado entre os dias 04 e 08 de maio de 2015, em Poços de Caldas, Minas Gerais. O regimento foi elaborado pela Direção Nacional da Fasubra e enviado anteriormente para discussão e aprovação nas assembleias de base. O documento traça as regras do Confasubra. As prestações de contas da Fasubra referentes ao ano de 2013 e de janeiro a setembro de 2014 também foram aprovadas. E foram eleitos e empossados os novos membros do Conselho Fiscal. A Plenária ainda deliberou pela prorrogação do mandato da Direção Nacional da Fasubra até o dia 11 de maio de 2014. E aprovou mudanças de nomes de algumas coordenadorias. Plenária Nacional Estatutária da Fasubra Sindical de dezembro de 2014 definiu o Plano de Lutas da categoria para 2015. Um dos primeiros pontos será a participação da Federação na Plenária dos Servidores Públicos Federais (SPFs), prevista para os dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro de 2015. “O governo federal está numa rota adversa, quando nomeia ministros da oligarquia capitalista. Até correntes governistas dentro da Fasubra estão insatisfeitas com isso. E em 2015, o serviço público federal vai receber o último reajuste vergonhoso de 5% e diante de um parlamento que deve aumentar em mais de 25% seus salários, os SPFs vão lutar por suas reivindicações salariais, pois o governo Dilma vai ser ainda pior para o trabalhador”, Confasubra Repúdio O agrupamento do Vamos à Luta da base do Sintufes, que repre­ sentou os técnicos do ES na Plenária da Fasubra, apresentou moção de repúdio contra as declarações racistas do professor da Ufes. FIQUE DE OLHO! NOTAS RÁPIDAS “Ufes manipula informações sobre decisão do MPF” A manipulação das informações parece uma prática recorrente por parte da gestão da universidade. E no dia 11 de dezembro, a página da Ufes na internet traz mais um exemplo dessa manipulação. Foi que a Ufes recebeu um ofício do Ministério Público Federal (MPF), onde a procuradora Elisandra Olímpio argumenta que não há “impedimento para o imediato funcionamento desse sistema” de ponto. Embora o Sintufes discorde da representante do MPF, a argumentação da procuradora não foi manipulada. Mas sim o parágrafo seguinte da matéria publicada pela Ufes, que diz: “O ofício, de nº 6.422/2014 (do MPF), confirma uma decisão do Ministério Público do Trabalho (MPT), que indeferiu o pedido de instauração de inquérito civil encaminhado pelo Sindicato dos Trabalhadores na Ufes (Sintufes) em agosto deste ano, sob a alegação da existência de irregularidades no registro de jornada dos servidores técnico-administrativos da Universidade”. “É um descalabro essa manipulação que a Ufes faz. Ela manipula informações sobre a decisão do Ministério Público do Trabalho, que fez apenas UMA ANÁLISE PRELIMINAR. EM MOMENTO ALGUM INDEFIRIU A INSTAURAÇÃO DE INQUÉRITO por entender que NÃO HÁ IMPEDIMENTO PARA o funcionamento do sistema de ponto”, explica diretoria colegiada do Sintufes. Segundo a direção, o MPT entendeu que não era a instância adequada para se posicionar sobre a questão, uma vez que sua atuação é voltada para trabalhadores celetistas. “Mas a Ufes dizer que o ofício do MPF confirma uma decisão do MPT é de uma manipulação absurda”, pontua a direção. Terrorismo via e-mail “O terrorismo virtual está demais. Estamos recebendo e-mails falando que o não cadastro digital incorre em subordinação grave e que o trabalhador pode ser penalizado. E processo de sindicância, não existe mais? Está demais”, destaca a diretoria colegiada. “Janeiro ou abril”? O Conselho Universitário da Ufes prorrogou a vigência da Resolução nº 65, que trata da jornada de trabalho no Hucam, por 120 dias, para que os setores do hospital apresentem suas propostas de funcionamento. Mas a pró-reitora da Progep informou à EB$ERH que o prazo é até 31 de janeiro de 2015! “É janeiro ou abril?”, questiona a direção do Sintufes

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