Caminha _ Natal e Fim de Ano 2014

 

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1 | Caminha Natal 2014 CAMINHA NATAL E FIM DE ANO 2014

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3 | Caminha Natal 2014 SUMÁRIO 4  Entrevista com o Presidente da Câmara Municipal de Caminha 8 Agenda de Natal 9 Atividades de Natal e Fim de Ano 10 Iluminação de Natal 10 Pista de gelo 11 Fitas de Natal 12 Feira de Tradições de Natal 14 AMFF Canta o Natal 15 Passeio de Pai Natal em bicicleta 16  Concertos de Natal pelo Orfeão de Vila Praia de Âncora 17  Passagem de Ano: Concerto com João Paulo Rodrigues e sua Banda 18 Caminha: Onde o Norte Passa o Ano 19 Concerto de Ano Novo 20 Alguns eventos para a nova temporada 21 Caminha Doce 22 Vila Praia em Flor 23 Corpo de Deus 24 Festa do Mar e da Sardinha 25 Artbeerfest 26 Feira Medieval 28 Festival de Vilar de Mouros 29 Rally de Portugal 30 Grande Trail da Serra d’Arga 31 Entre Margens 32 Viagens à Terra Nova 33 Gastronomia

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Caminha Natal 2014 | 4 A CAMINHA INICIOU UM CICLO MARCADO PELA CONFIANÇA E PELO INVESTIMENTO ÉPOCA DE NATAL E FIM DE ANO VOLTAM A SER UMA GRANDE APOSTA DO EXECUTIVO QUE, ATRAVÉS DE UM PROGRAMA DE ANIMAÇÃO RICO E DIVERSIFICADO, QUER AFIRMAR O CONCELHO COMO DESTINO PREFERENCIAL, CAPAZ DE COMPETIR COM OUTRAS OFERTAS. CAMINHA É “ONDE O NORTE PASSA O ANO” DIZ O PRESIDENTE, MIGUEL ALVES, QUE DEFENDE HAVER NO CONCELHO BONS ARGUMENTOS PARA COMBATER A SAZONALIDADE, CRIAR EMPREGO E GERAR RIQUEZA. “COLOCÁMOS A NÓS PRÓPRIOS UM DESAFIO: TRAZER PARA CAMINHA MAIS EMPREGO, MAIS DIÁLOGO E CRIAR AS CONDIÇÕES PARA UM FUTURO MELHOR”. A ENTRAR NO SEGUNDO ANO DE MANDATO, MIGUEL ALVES GARANTE QUE OS PRIMEIROS SINAIS JÁ ESTÃO À VISTA. NESTA ENTREVISTA, O PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE CAMINHA MOSTRA-SE CONFIANTE, FALA DE PROJETOS E APONTA PRIORIDADES. Falou de sinais positivos, quer concretizar. Com certeza. Os sinais são claros em diversas áreas, mas foquemo-nos no flagelo do desemprego. No final do ano passado, pouco depois de assumirmos estas funções, a nossa taxa de desemprego era assustadora, tínhamos mais de mil desempregados no concelho e tivemos que fazer um esforço muito grande quer para resolver os casos de emergência, quer para planear o futuro. Hoje as coisas são diferentes, há claramente um novo ciclo em marcha, a vários níveis. A taxa de desemprego diminuiu? Sim, diminuiu numa percentagem muito razoável que é superior à da média nacional. Em final de outubro (os últimos dados oficiais) havia menos 200 pessoas desempregadas no concelho, segundo os números do Instituto de Emprego e Formação Profissional. Acreditamos que isso não é pontual mas que é uma tendência que se está a consolidar. Em outubro deste ano o número de desempregados estava nos 811. Ainda são muitos, demasiados, mas já fizemos caminho. Procuramos todos os dias investidores, incentivamos os nossos empresários e criamos condições para o aparecimento de novos negócios, descendo impostos e taxas e promovendo uma política de incentivo e de confiança. O combate ao desemprego não depende só da Câmara mas o Município está a fazer a parte que lhe cabe. Quer concretizar? Durante vários anos falou-se de empresas que estavam a encerrar, estabelecimentos que fechavam portas, pessoas, muitas pessoas, lançadas no desemprego. A dialética mudou. Hoje as pessoas discutem se este ou aquele investimento é melhor. No início do próximo ano vai abrir em Vila Praia de Âncora uma superfície comercial, que criará dezenas de novos empregos e que privilegia no recrutamento as pessoas do concelho. Também vai resolver problemas estruturais da zona, designadamente de infiltrações de águas pluviais e acredito que dinamizará positivamente a área, levando ao aparecimento de outros negócios. Este tem sido o projeto mais discutido, mas não é o único. Posso dar-lhe também o exemplo de uma pequena fábrica têxtil que nasceu da expansão de um negócio micro, a que um casal do nosso concelho, empreendedor, se tinha dedicado após o encerramento de mais uma das empresas do concelho. Há também vários comércios que fecharam nos últimos anos. Mas posso adiantar-lhe outros números: entre o final de 2013 e este ano entraram na Câmara 22 processos nas áreas do turismo e restauração e desses 15 foram concluídos e alguns até já abriram as portas. Quero realçar também o forte empenhamento e o esforço que o comércio local tem vindo a fazer, ao nosso lado. Este esforço, esta postura dos nossos empresários do comércio local, é fundamental. Caminha vai ter mais empresas a curto prazo? Vai sim senhor. No próximo ano, o concelho de Caminha vai contar com dois novos equipamentos turísticos na freguesia de Vilar de Mouros, o que se traduz num investimento na ordem dos 6 milhões de euros. É um investimento muito importante também porque vai criar 20 postos de trabalho diretos e 30 indiretos. Estamos todos a trabalhar para que possamos ter uma economia mais forte e mais viva. É com este trabalho de criação de emprego e de riqueza que nós vamos conseguir tornar o nosso concelho mais desenvolvido. Mas temos outros bons exemplos que são sinais positivos de uma procura até aqui inédita. Estou a lembrar-me do catamarã que iniciou este ano viagens no Rio Minho, com quem temos mantido um excelente diálogo. No período em que esses passeios e cruzeiros são realizados, a embarcação fica ancorada em Viana do Castelo, mas a empresa já demonstrou interesse em ficar em Caminha. Não foram criadas condições no passado e isso não é ainda possível, mas da nossa parte vemos com bons olhos essa vontade e interpretamos a preferência pelo nosso concelho exatamente pelo aumento de atratividade que estamos a conseguir exercer e pelo acolhimento que demos ao projeto, desde a primeira hora. Este bom exemplo não é o único, também há bons sinais em Vila Praia de Âncora, com a procura e exploração de novos espaços na Docapesca. Quero realçar também o forte empenhamento e o esforço que o comércio local tem vindo a fazer, ao nosso lado No espaço de um ano descemos o IMI duas vezes, descemos também a taxa variável de IRS, que passará para 1,5%, ficando a ser a segunda mais baixa do Alto Minho

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5 | Caminha Natal 2014 O presidente da Câmara Municipal apresenta-se confiante ao entrar no segundo ano de mandato

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Caminha Natal 2014 | 6 A Câmara tem uma política especial de incentivos ao investimento? Temos tido essa preocupação, quer incentivando negócios quer encorajando as pessoas a adquirir aqui segundas habitações. No espaço de um ano descemos o IMI duas vezes, descemos também a taxa variável de IRS, que passará para 1,5%, ficando a ser a segunda mais baixa do Alto Minho e devolvendo assim às pessoas milhares de euros que poderão ser aplicados para vitaminar a economia local. Praticamos uma derrama zero para as empresas que criem postos de trabalho ou que nasçam e tenham sede em Caminha. E finalmente investimos nós também em obras que possam alavancar a economia local. São medidas que também beneficiam as famílias. O objetivo é naturalmente abrangente. As pessoas estão sobrecarregadas e assumimos que faríamos um esforço ao nível do município para poder devolver algum poder de compra às famílias, incentivando ainda que indiretamente o nosso comércio local. Também baixámos, por exemplo, a fatura da água, através da taxa de resíduos, baixando em média 20% dessa taxa. Além disso, estamos a promover ações de redução de preços na ligação ao saneamento. Mas baixámos sobretudo a despesa da Câmara. famílias, preparamo-nos para aumentar o investimento: em 2015 vamos investir mais um milhão de euros do que investimos em 2014. Enfim, agimos ao contrário dos que defenderam a austeridade cega e o empobrecimento das famílias. Uma ação anti-troika. Essa poupança foi determinante para o investimento? Claro que sim. Com despesismo e sem rigor orçamental continuaríamos numa vertiginosa espiral que nos conduziria ao abismo. Foi essencial definir uma estratégia, trazer a verdade e a transparência às contas municipais. Fazemos um esforço para poupar e estamos a conseguir. No primeiro semestre, em relação ao mesmo período de 2013, poupámos nos combustíveis, por exemplo, aí a despesa baixou 19 por cento. Mas também se comprou menos 20 por cento em material de escritório e em propaganda e publicidade houve uma poupança de 42 por cento. Ao mesmo tempo, a contratação de prestações de serviços teve uma quebra de 72 por cento, diminuindo-se aqui substancialmente os gastos com as assessorias jurídicas. É público que encontrou um concelho bastante endividado. Sim é verdade. Para lá do que supúnhamos, embora tivéssemos já consciência de que os números oficiais estavam maquilhados e não correspondiam à verdade. Herdámos uma dívida global superior a 17 milhões de euros e uma dívida de curto prazo de 9 milhões de euros. Somos ainda o segundo concelho do Alto Minho em termos de grandeza de dívida per capita, segundo a informação oficial do Governo, que se encontra publicada no Portal da Transparência Municipal. Mas estamos a inverter esse caminho. O Relatório Semestral de Auditoria Externa diz-nos que estamos a proceder corretamente e aponta para uma diminuição da dívida a terceiros, nesse período, em 1.3 milhões de euros. Tínhamos também, à data, uma execução orçamental de 48 e 49 por cento relativamente à despesa corrente paga e à receita corrente cobrada respetivamente, cumprindo o princípio do equilíbrio e a lei. Tivemos de mobilizar grande parte das receitas de 2014 para pagar o aumento de despesa que herdámos de 2013 Como está o desempenho em relação aos pagamentos a fornecedores? Estamos a fazer um grande esforço de recuperação e de reequilíbrio. Não vale a pena falar muito mais do passado, mas também não o conseguimos evitar por completo, porque continuamos fortemente condicionados pela situação que encontrámos e falo da situação real e não da que era propagandeada. Hoje sabemos que os meses que antecederam as eleições foram caóticos, com a reiterada violação da Lei dos Compromissos e o acumular de faturas que eram reais, mas que nas contas oficiais não existiam. Durante os três meses que antecederam as eleições, o anterior Executivo assumiu compromissos de 3,8 milhões de euros, quando tinha fundos disponíveis negativos. Depois, a 17 de outubro de 2013, foram estornados (anulados) compromissos de vária ordem, no valor de um milhão de euros. É uma trapalhada que tem custos. Tivemos de mobilizar grande parte das receitas de 2014 para pagar o aumento de despesa que herdámos de 2013. As finanças são então um grande condicionalismo? Claro que sim. É preciso falar verdade às pessoas. Assumimos, neste Orçamento para 2015, que a primeira prioridade seria enfrentar e resolver o desequilíbrio das contas municipais. É preciso dizer também que o exercício líquido de 2013 foi negativo em quase 1 milhão de euros. Isto, com a agravante de que temos de acomodar cerca de 1 milhão de euros com compromissos assumidos no passado que não podem ser revogados nem negociados e que dizem respeito a processos judiciais em que a Câmara foi condenada. Esse é um dinheiro que deveria ser aplicado em investimento, mas que vai ter de ser entregue a credores, que a ele têm direito por força de sentenças transitadas em julgado. Agimos ao contrário dos que defenderam a austeridade cega e o empobrecimento das famílias. Uma ação anti-troika Está a falar de poupança? Poupámos. Estamos atentos às gorduras e conseguimos poupar 1,2 milhões só no primeiro semestre deste ano. Conseguimos bons resultados em praticamente todas as áreas, mas há casos evidentes e que tinham um peso no passado desproporcional e inaceitável num concelho como o nosso. No primeiro semestre deste ano, a Câmara gastou menos 1,2 milhões de euros. Estou a falar das despesas correntes que caíram em 1,2 milhões de euros. Ao mesmo tempo que baixámos impostos e aliviamos as

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7 | Caminha Natal 2014 O Município de Caminha era conhecido pela litigância Infelizmente é verdade e as contas não param de chegar. Nós temos outro entendimento da governação, esforçamo-nos por dar do concelho uma imagem positiva, de desenvolvimento e de prestígio. Mesmo assim vai aumentar o investimento? Sim, como lhe disse. Não podemos acomodar-nos e ficar apenas reféns dos constrangimentos. Apostamos em cinco áreas fundamentais: a cultura, o espaço público, o desporto, a ação social e a educação. Queremos crescer e criar riqueza sem deixar ninguém para trás. Investimos na criação de um triângulo cultural, com a nova Biblioteca, o Teatro e o Museu Municipal, num investimento de cerca de 1 milhão de euros, que está em curso no coração do centro histórico de Caminha. Mas também vamos apostar nas ecovias, que irão atravessar o concelho de Lanhelas a Âncora e ter um troço que descerá o Coura a partir de Venade. Já começamos a obra de recuperação do Mosteiro de São João de Arga. Investimos em obras de reforço do Pinhal da Gelfa e do Pinhal do Camarido, que vão criar zonas de estacionamento adequadas e ordenadas para que o acesso às praias seja facilitado. Resolvemos os problemas criados por um inverno muito duro que colocou as nossas praias em risco. Apostamos, paralelamente, numa programação de qualidade, como vocês tiveram ocasião de ver, quer durante o verão quer agora no Natal. Iniciámos o processo de renascimento do Festival de Vilar de Mouros há oito anos esquecido. Somos hoje fator de atração de grandes eventos, como o Rally de Portugal, que regressa mais de 30 anos após a última passagem pelo concelho. Não baixamos os braços, lutamos porque essa é a nossa obrigação, o nosso compromisso. O seu Executivo introduziu algumas mudanças importantes no relacionamento com a comunidade? Miguel Alves – Era uma preocupação que tínhamos e que tem a ver com cidadania e transparência. A boa governação não se faz num casulo, a partir de gabinetes. A comunidade tem uma palavra a dizer, para além dos períodos eleitorais e este contributo da cidadania é para nós fundamental. Incentivamos a participação das pessoas e a proximidade. Criámos as reuniões de câmara descentralizadas, que levam o Executivo a todas as freguesias do concelho. Promovemos a transmissão online das Assembleias Municipais e incentivamos a participação e o envolvimento das associações, dos grupos informais e das empresas nas tomadas de decisão. Atribuímos um gabinete a cada um dos partidos da oposição, algo inédito no concelho. Temos também o Provedor do Munícipe, que é mais um garante deste diálogo permanente e um reforço da intervenção e do poder dos munícipes. Hoje respira-se liberdade e há respeito pela oposição. Esta é, talvez, a nossa grande vitória do primeiro ano de mandato. Como está a ser feita a ligação com as freguesias? Miguel Alves – Para nós, as freguesias são parceiros, mas em todo o sentido da palavra. Os senhores presidentes das Juntas são os nossos interlocutores privilegiados, que expõem as suas necessidades e os seus objetivos. Nem sempre é possível satisfazer a sua vontade em tudo o que nos é solicitado, mas, tal como o fazemos com eles e com os munícipes, nas reuniões descentralizadas, somos frontais e dizemos a verdade – o que vamos fazer, o que vamos tentar fazer e também o que não será possível fazer, mas explicamos porquê. Desde que assumimos funções já pagamos mais de 256 mil euros às freguesias. Parte são compromissos assumidos no passado que tivemos de cumprir, mas mais de 114 mil euros resultam já dos acordos de execução que assumimos com cada uma das Juntas de Freguesia. Mobilizamos os nossos recursos e as nossas equipas de trabalhadores para as freguesias sempre que é possível e vamos, de ano para ano, incrementar o apoio financeiro às Juntas. Em 2015, a dotação orçamental cresceu 7%. Para o ano, as Juntas de Freguesia do concelho contam com meio milhão de euros para cumprir as suas competências. O desafio é grande mas está ao nosso alcance. Tudo tem o seu tempo, uma maratona não se ganha nos primeiros 100 metros Parece-me poder concluir, das suas palavras, ao longo da nossa conversa, uma atitude positiva, apesar das dificuldades. Claro que sim. Somos realistas mas também somos positivos e quero deixar aqui uma palavra de confiança às famílias do concelho de Caminha. Não estaria aqui se não fosse porque acredito que o desafio é grande mas está ao nosso alcance. Tudo tem o seu tempo, uma maratona não se ganha nos primeiros 100 metros, mas estamos a trabalhar afincadamente e já se nota uma mudança, uma estratégia. Os investidores começam a interessar-se pelo concelho. Alguns investimentos estão a ser realizados, outros serão conhecidos nos próximos tempos. Temos potencialidades que podemos e vamos desenvolver. Houve quadros comunitários que já se esgotaram, mas estamos hoje mais preparados para aproveitar as oportunidades do financiamento europeu 2014/2020. Com a nossa determinação, com os nossos empresários e com a nossa população vamos inverter não apenas os números, como os do desemprego ou do fecho de empresas, mas inverter realmente tudo o que estava ligado a essa tendência negativa e criar realmente as bases do desenvolvimento sustentado e sólido. Deixe-me terminar esta conversa, porque estamos numa quadra especial para desejar um Santo Natal e um feliz 2015 à nossa população. Hoje respira-se liberdade e há respeito pela oposição. Esta é, talvez, a nossa grande vitória do primeiro ano de mandato

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9 | Caminha Natal 2014 S ão muitas as atividades que estão a dominar esta quadra natalícia no concelho de Caminha. A Câmara Municipal apostou numa forte programação para o Natal e fim de ano, capaz de atrair pessoas ao concelho, através de espetáculos culturais de elevada qualidade, mas suscetível também de “agitar” a economia local. Pista de gelo, Fitas de Natal, AMFF canta o Natal e passagem de ano com João Paulo Rodrigues e sua Banda são alguns dos momentos que estão a marcar os últimos dias do ano no concelho.

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Caminha Natal 2014 | 10 A magia de Natal faz-se sentir no concelho de Caminha. Desde o dia 5 de dezembro que as praças emblemáticas das duas vilas do concelho, Caminha e Vila Praia de Âncora, estão iluminadas para bem receberem os caminhenses e visitantes. O espirito natalício também está bem visível nas entradas de todas as freguesias do concelho. Na verdade, o concelho convida a andar na rua nesta época que se quer mágica. Iluminação de Natal Pista de Gelo e Animação de Natal Horário: Segunda a quinta-feira – 10h00 às 20h00 Sexta-feira a domingo – 10h00 às 00h00 té 11 de janeiro, todos os caminhos vão dar à pista de gelo que está colocada no Parque Dr. Ramos Pereira, em Vila Praia de Âncora. Esta é a grande novidade na programação de Natal. Trata-se de uma pista de gelo natural com 200 m₂. A iniciativa destina-se a maiores de quatro anos de idade. A pista de gelo conta também com monitores que auxiliarão todos os que necessitarem. Aqui, a animação também está garantida com a Casinha do Pai Natal, onde miúdos e graúdos podem tirar fotografias com o Pai Natal e ainda o Marco do Correio, onde os meninos podem deixar mensagens ou cartas ao “senhor das barbas”. Mas não é só: no parque ainda há insufláveis associados ao tema Natal onde os mais pequenos podem gastar energias. Se tem mais de quatro anos e gosta de patinar no gelo ou ainda não experimentou então esta é a oportunidade ideal. Esta é a iniciativa ideal para se fazer em família. A

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11 | Caminha Natal 2014 Fitas de Natal C oncertos, feiras, pista de gelo, cinema, são algumas das atividades que tem ao seu dispor até janeiro. Fitas de Natal, com a exibição de filmes relacionados com a quadra que atravessamos, é uma das novidades da programação de Natal e Fim de Ano. Os apaixonados por cinema podem ver ou rever filmes que de algum modo fizeram história. No dia 18 de dezembro, às 21h30, estará em exibição o filme “O nascimento de Cristo”, de Catherine Hardwicke, no Valadares, Teatro Municipal de Caminha.

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Caminha Natal 2014 | 12 Feira de Tradições de Natal V ila Praia de Âncora vai acolher a Feira de Tradições de Natal. Nos dias 20 e 21 de dezembro, a Praça da República vai transformar-se num autêntico mercado onde vai ser possível encontrar todo o tipo de artesanato, com destaque para os motivos natalícios, e de produtos tradicionais locais que tão bem caracterizam o concelho de Caminha. Se ainda não fez as compras de Natal, visite a Feira de Tradições de Natal e vai encontrar tudo o que procura.

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Caminha Natal 2014 | 14 AMFF Canta o Natal A música tal como o Natal proporciona momentos mágicos. No dia 20 de dezembro, a Academia de Música Fernandes Fão vai promover um concerto único “AMFF Canta o Natal”, na Praça da República em Vila Praia de Âncora, pelas 21h30. Em palco estarão cerca de 300 músicos: alunos a partir do 3º grau, e professores da Academia e ainda alguns convidados especiais, que juntos entoarão canções de natal desde as mais tradicionais às pop e rock. É um espetáculo a não perder!

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15 | Caminha Natal 2014 N o dia 21 de dezembro, é dia de vestir o fato de Pai Natal, pegar na bicicleta e juntar-se a tantos outros Pais Natal para um divertido passeio desde a Praça da República em Vila Praia de Âncora até à Praça Conselheiro Silva Torres em Caminha. Este passeio é aberto à população e não tem limite de idade. Basta envergar o fato e pegar na bicicleta. A concentração está marcada para as 10 horas, na Praça da República. Esta iniciativa conta com o apoio da Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora, da União de Freguesias de Caminha e Vilarelho e da Associação de Triatlo de Caminha. Entre no espírito natalício, e participe. Passeio de Pai Natal em Bicicleta

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