Estatuto da IMW

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Estatuto da Igreja Metodista Wesleyana

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estatuto sumÁrio a estatuto 1 histórico 2 disposições preliminares a do nome b dos fins c dos bens e das receitas da igreja d das doutrinas 3 dos membros a da admissão b dos deveres dos direitos e dos privilégios c da perda da qualidade de membro d da aplicação da disciplina 4 do governo e dos Órgãos deliberativos e administrativos a dos concílios b do governo 5 do ministério a da ordem sagrada 6 da divisão territorial 7 da superintendência-geral 8 do concílio-geral a das atribuições do concílio-geral b das restrições do concílio-geral 9 do conselho-geral a das atribuições do conselho-geral b das restrições do conselho-geral 10 das secretarias-gerais 11 do concílio regional a das atribuições do concílio regional b das restrições do concílio regional 12 do conselho regional a das atribuições do conselho regional b das restrições do conselho regional 13 do conselho ministerial regional a das atribuições do conselho ministerial regional b das restrições do conselho ministerial regional 14 da igreja ­ sua estrutura a da igreja local b da emancipação de congregação c da assembleia da igreja d do conselho local e das restrições do conselho local 15 das garantias legais 16 da aplicação dos recursos 17 do conselho fiscal 18 da responsabilidade dos ocupantes de cargos ou funções 19 das disposições gerais 20 da reforma do estatuto 08 12 12 12 12 13 13 14 15 16 17 17 17 18 18 18 18 19 19 20 21 21 22 24 24 24 25 27 27 27 28 29 30 32 32 32 33 34 36 36 38 38 38 39 39 39

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estatuto 1 a aplicação deste estatuto e deste regimento interno é obrigatória em toda a extensão da igreja metodista wesleyana 2 o desconhecimento das normas desta legislação é indesculpável a todos os membros clérigos e leigos da igreja metodista wesleyana 3 fica sujeito a disciplina o clérigo ou o leigo que deixar de cumpri-las.

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estatuto preâmbulo delegados constituintes reuniram-se de 16 a 19 de fevereiro de 1967 na cidade de petrópolis estado do rio de janeiro com a finalidade de constituir uma igreja evangélica nos moldes do metodismo histórico que passou a chamar-se igreja metodista wesleyana.

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estatuto 2 disposiÇÕes preliminares art 1º aos cinco dias do mês de janeiro de 1967 um grupo de ministros e leigos organizou no brasil uma igreja comprometida com a herança do metodismo histórico ramo universal da igreja de jesus cristo que veio a denominar-se igreja metodista wesleyana realizando nos dias 16 a 19 de fevereiro de 1967 na cidade de petrópolis o primeiro concílio constituinte da nova igreja do nome art 2º a igreja assim constituída é uma organização religiosa sem fins econômicos denominada igreja metodista wesleyana e adota a denominação genérica de associação da igreja metodista wesleyana com sua sede geral administrativa/matriz na rua marechal deodoro 195 sala 213 petrópolis rio de janeiro brasil a qual se rege por este estatuto § 1º a igreja metodista wesleyana possui sedes administrativas regionais filiais administrativas e são elas i primeira região rua paula buarque 497 parque são vicente petrópolis rio de janeiro brasil ii segunda região rua espírito santo 341 salas 307 e 311 centro belo horizonte minas gerais brasil iii terceira região rua ezequiel freire 670 santana são paulo são paulo brasil iv quarta região rua paulo leal 465 centro porto velho rondônia brasil v quinta região rua josé zaleski 800 parque industrial curitiba paraná brasil vi região europeia rua do carmo 37-a vera cruz aveiro aveiro portugal dos fins art 3º os fins da igreja metodista wesleyana são adorar a deus em espírito e em verdade propagar o evangelho do senhor jesus cristo ganhar almas para a vida eterna orientar seus membros e congregados a buscar o batismo com o espírito santo e adotar a santidade como estilo de vida promover a educação cristã e as obras de ação social administrar seu patrimônio e superintender todas as suas atividades dos bens e das receitas da igreja art 4º constituem bens da igreja metodista wesleyana as ofertas os dízimos os legados e as doações que por serem voluntárias são irrestituíveis os juros as propriedades e tudo o mais que as leis do país lhe permitam desde que tenham aprovação bíblica e que tudo seja adquirido guardado e administrado por quem de direito art 5º todos os bens da igreja metodista wesleyana são adquiridos em seu nome e administrados pela secretaria-geral de administração sucessora da junta patrimonial § 1º os bens imóveis adquiridos em nome da junta patrimonial da igreja metodista wesleyana são incorporados ao seu patrimônio § 2º a igreja poderá dispor de seus bens móveis e imóveis desde que cumpridas as formalidades legais § 3º os bens imóveis serão adquiridos em nome da igreja metodista wesleyana e serão transcritos e registrados com o cnpj 34.353.920/0001-05 art 6º os membros da igreja metodista wesleyana não respondem individual solidária e subsidiariamente pelas obrigações contraídas em nome dela não existe entre os membros direitos e obrigações recíprocos § 1º a igreja não se responsabilizará por dívidas contraídas por seus membros leigos e clérigos ou administradores em desconformidade com este estatuto.

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estatuto § 2º qualquer membro exerça ou não função na diretoria que causar prejuízo comprovado à igreja por seus atos comissivos ou omissivos responderá proporcionalmente ao prejuízo causado § 3º todo trabalho exercido pelos membros eleitos ou nomeados terá caráter voluntário sem vínculo empregatício entre o membro e a igreja das doutrinas art 7º as doutrinas professadas pela igreja metodista wesleyana como princípios de fé têm como fundamento as sagradas escrituras do antigo e do novo testamento que são sua regra de fé e prática 3 dos membros art 8º os membros da igreja metodista wesleyana são aqueles que satisfizerem as exigências de seu estatuto e do regimento interno e forem admitidos à sua comunhão da admissão art 9º a admissão de membros clérigos é competência do conselho ministerial regional e a de membros leigos do presbitério da igreja local conforme previsto no regimento interno art 10º são requisitos para admissão de membros à comunhão da igreja i receber e confessar pela fé a jesus cristo como único e suficiente salvador e senhor ii demonstrar por atos o arrependimento dos pecados e o desejo de viver vida nova de acordo com os ensinos da bíblia iii aceitar todas as doutrinas ensinadas e defendidas pela igreja de acordo com a bíblia sagrada que é a infalível palavra de deus e tê-la como única regra de fé e prática iv ter seu estado civil regularizado no registro civil e reconhecido pela igreja exceto quando em razão da cultura e da localidade a igreja reconheça outra forma cabendo ao conselho ministerial regional dar decisão final v assinar o termo de aceitação e submissão ao estatuto e ao regimento interno da igreja metodista wesleyana declarando-se formalmente membro da denominação no caso de menores de 18 anos o termo de aceitação deverá ser assinado também pelo responsável legal do menor autorizando-o a assumir tal compromisso vi ter no mínimo 12 anos de idade ou a critério do presbitério vii cumprir o que dispõe as regras gerais do regimento interno § 1º quanto aos congregados que não podem ser membros comungantes da igreja em virtude de sua situação civil ainda não regularizada sejam tratados com amor orientados e ajudados para que regularizem sua situação civil de acordo com a lei do país a fim de que sejam recebidos e durante esse período não sejam impedidos de colaborar com a obra de deus § 2º entende-se por colaborador na obra os congregados que participam nas atividades da igreja exceto na ceia do senhor e nas reuniões administrativas art 11 as pessoas que satisfizerem os requisitos para sua admissão no rol de membros da igreja art 10 serão recebidas pelos seguintes modos a profissão de fé e batismo ­ as pessoas a ser recebidas por profissão de fé e batismo são matriculadas na classe de iniciantes e recebem do pastor ou de pessoas por ele indicadas as necessárias instruções b adesão às doutrinas e ao regime da igreja ­ o recebimento por adesão diz respeito a membros de outras igrejas que desejam ingressar na igreja metodista wesleyana c transferência ­ de igrejas wesleyanas para igrejas wesleyanas desde que não estejam sob disciplina d reconciliação ­ a reconciliação diz respeito a membros que tenham sido excluídos e queiram voltar à igreja após comprovarem arrependimento ou a membros de outras igrejas evangélicas,

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estatuto excluídos que peçam sua reconciliação na igreja metodista wesleyana nesse caso sujeitando-se a um período de prova de até 90 noventa dias § 1º a recepção de membros se faz em ato público de preferência em culto solene § 2º em qualquer desses modos é necessário que o candidato seja batizado por imersão dos deveres dos direitos e dos privilégios art 12 são deveres direitos e privilégios do membro recebido à comunhão a deveres 1 submeter-se às orientações da bíblia sagrada que é a regra de fé e prática 2 cumprir as orientações e determinações do estatuto e do regimento interno bem como as decisões dos órgãos representativos 3 cumprir os votos feitos à igreja 4 submeter-se às admoestações do pastor 5 exercer com fidelidade os cargos para os quais for eleito 6 ter postura ética condizente com a vocação cristã 7 participar assiduamente dos cultos 8 comparecer à assembleia ordinária e extraordinária b direitos 1 votar e ser votado para cargos eletivos quando indicado segundo o que determina o regimento interno 2 transferir-se de uma para outra unidade da igreja 3 participar nas assembleias locais e nos concílios regionais e gerais nos termos do regimento interno 4 na ocorrência de desentendimento procurar o pastor para arbitrar 5 apelar em caso de disciplina ao conselho ministerial regional em última instância em caso de disciplina administrativa ao conselho-geral em caso de disciplina eclesiástica ao colégio episcopal c privilégios 1 usufruir os benefícios espirituais da igreja e desfrutar dos bens estruturais para comunhão confraternização e recreação 2 participar da ceia do senhor 3 colaborar em caráter voluntário com a igreja parágrafo único a qualidade de membro bem como seus direitos e deveres é intransmissível não podendo ser reivindicada por qualquer herdeiro meeiro ou sucessor da perda da qualidade de membro art 13 perde a condição de membro da igreja metodista wesleyana e consequentemente os direitos e os privilégios aquele que i se retira a próprio pedido ii abandona a igreja iii se ausenta por mais de 6 seis meses sem motivo justificado iv tiver falecido v se divorcia por descumprir comprovadamente os deveres conjugais iv for excluído por justa causa § 1º configuram-se justa causa para fins de disciplina e exclusão do membro a as condutas previstas no art 15 e seus incisos b as condutas previstas no art 4º das regras gerais do regimento interno c todos os crimes e delitos previstos no ordenamento jurídico nacional bem como aqueles casos que ferem a integridade da igreja a juízo do presbitério § 2º no caso de exclusão após decisão definitiva esse ato será comunicado à igreja em reunião de membros.

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estatuto da aplicação da disciplina art 14 a aplicação da disciplina é um dos meios pelos quais a igreja procura manter a pureza do evangelho visando à restauração do faltoso e ao testemunho da comunidade dos fiéis art 15 estará sujeito a disciplina o membro que i deixar de cumprir os votos feitos ao senhor jesus e à igreja ii praticar atos contrários às normas da igreja conforme suas doutrinas iii divulgar doutrinas que contrariem os padrões da igreja iv praticar atos incompatíveis com a fé a ética e a moral cristãs defendidas pela igreja metodista wesleyana segundo a bíblia art 107 do regimento interno v abusar dos cargos que ocupa desobedecendo às determinações superiores vi abandonar sem justificativa os cargos para o qual foi eleito vii descumprir os deveres conjugais parágrafo único o faltoso estará sujeito à disciplina estabelecida de acordo com o art 108 do regimento interno art 16 presbitério é o órgão da igreja local para admissão disciplina desligamento e orientação espiritual dos membros compõe-se do pastor ou pastores e dos presbíteros em atividade art 106 § 3º do regimento interno 4 do governo e dos ÓrgÃos deliberativos e administrativos dos concílios art 17 a igreja metodista wesleyana possui dois concílios o geral e o regional os quais exercem respectivamente jurisdição eclesiástica geral e regional parágrafo único o concílio-geral se reúne ordinariamente de 6 seis em 6 seis anos o concílio regional se reúne ordinariamente de 2 dois em 2 dois anos os dois concílios se reunirão extraordinariamente sempre que se fizer necessário art 18 a composição dos concílios é estabelecida no estatuto e no regimento interno respeitando-se os seguintes princípios i fica assegurada a representação igual de clérigos e leigos para o concílio-geral ii para os concílios regionais além dos membros do concílio um ou mais representantes de cada igreja deverão ser enviados respeitando o limite máximo definido no estatuto e no regimento interno do governo art 19 a igreja metodista wesleyana é subordinada ao concílio-geral que é sua assembleia geral e seu órgão legislador e administrativo supremo em seu interregno é representado pelo conselho-geral § 1º eclesiasticamente é representada pelo presidente do conselho-geral § 2º administrativamente é representada ativa passiva civil judicial e extrajudicialmente pelo secretário-geral de administração que poderá outorgar procuração § 3º o mandato do secretário-geral de administração se encerrará 60 sessenta dias após o concílio posterior ao que o elegeu 5 do ministÉrio art 20 o ministério da igreja metodista wesleyana se compõe de bispos ministros pastores e missionárias ativos e inativos i o ministério ativo é itinerante e composto de bispos ministros pastores e missionárias ii o ministério inativo compõe-se de bispos ministros pastores e missionárias jubilados ou licenciados.

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estatuto § 1º entende-se por ministério itinerante o ministério sujeito a transferência § 2º o licenciamento de bispos ministros pastores e missionárias será expedido mediante solicitação do interessado ou por iniciativa do órgão competente art 21 os deveres os direitos e os privilégios de bispos ministros pastores e missionárias bem como as exigências gerais são estabelecidos no estatuto e no regimento interno da ordem sagrada art 22 a ordem sagrada da igreja metodista wesleyana é denominada ministerial parágrafo único a ordem ministerial é constituída de bispos ministros pastores e missionárias 6 da divisÃo territorial art 23 a igreja metodista wesleyana é administrada territorialmente por uma sede geral administrativa regiões eclesiásticas distritos campos missionários e igrejas locais § 1º a sede geral administrativa está sob a responsabilidade do superintendente-geral eleito e empossado no concílio-geral § 2º as regiões eclesiásticas são administradas pelos superintendentes regionais eleitos no concílio-geral e nomeados pelo presidente do conselho-geral ouvido o conselho-geral 7 da superintendÊncia-geral art 24 a superintendência-geral é exercida pelo bispo-presidente do conselho-geral que superintende os interesses da igreja art 25 os bispos são eleitos observando-se as exigências do estatuto e do regimento interno da igreja metodista wesleyana parágrafo único o ministro eleito bispo é ordenado e empossado na última reunião do concílio que o elegeu e a duração do seu mandato é determinada pelo estatuto e pelo regimento interno 8 do concÍlio-geral art 26 o concílio-geral compõe-se de bispos secretários-gerais e delegados eleitos pelos concílios regionais ou seus suplentes parágrafo único o concílio-geral se reúne de 6 seis em 6 seis anos e extraordinariamente quando necessário art 27 a convocação do concílio-geral ordinário se faz com antecedência de no mínimo 60 sessenta dias e a convocação de um extraordinário de no mínimo 30 trinta dias pelo presidente do conselho-geral ou por 1/5 um quinto dos membros da igreja § 1º o quorum para a instalação do concílio-geral é de 2/3 dois terços dos seus delegados as sessões só se realizam com a maioria absoluta de seus delegados § 2º os delegados de um concílio-geral extraordinário são os mesmos do concílio-geral anterior art 28 a mesa do concílio-geral é formada pelo presidente que é o do conselho-geral pelo secretário de atas e seus auxiliares e pelo cronometrista eleitos pelo plenário aos quais compete todo trabalho da secretaria das atribuições do concílio-geral art 29 são atribuições do concílio-geral i eleger por indicação do conselho-geral comissões transitórias tais como de culto diplomacia escrutinadora e estado geral entre outras ii receber relatórios dos bispos dos secretários-gerais e das instituições gerais por meio de seus presidentes;

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estatuto iii eleger por indicação das regiões mediante prévia sem debate os bispos entre os ministros que satisfaçam os requisitos para eleição e ordenação É facultado ao ministro renunciar à sua candidatura antes do processo de eleição artigos 47 vi e 146 do regimento interno iv eleger por indicação da comissão de indicações a os secretários-gerais b a comissão de legislação c a comissão de estatística e informática v legislar para a igreja respeitados os limites do art 30 e seus incisos vi conceder títulos honoríficos a bispos indicados pelo conselho-geral vii aprovar o plano-diretor elaborado pelo conselho-geral para o próximo exercício viii aprovar os relatórios econômicos e financeiros dos órgãos gerais da igreja ix determinar a implantação de regiões eclesiásticas mediante recomendação do conselhogeral x delegar ao conselho-geral autoridade para destituir membros observando o quorum no art 59 do parágrafo único do código civil § 1º a comissão de legislação recebe no interregno dos concílios-gerais sugestões de modificação de normas as quais depois de estudadas se acolhidas serão encaminhadas ao concíliogeral para votação essa comissão tem a seguinte composição a superintendentes regionais ­ a presidência caberá ao presidente do conselho-geral b secretários-gerais c quatro ministros e cinco leigos eleitos no concílio-geral mediante indicação § 2º a comissão-geral de estatística e informática composta de cinco membros receberá das comissões regionais de estatística e informática os dados das regiões e relatará ao concílio-geral § 3º as comissões permanentes funcionam em todo o exercício eclesiástico isto é do término de um concílio-geral ao término do concílio-geral seguinte § 4º a comissão-geral de estatística e informática será convocada e presidida pelo ministro mais votado e elegerá um secretário de atas § 5º o presidente da comissão de legislação poderá convidar até quatro leigosas profissionais em áreas técnicas para assessorá-lo das restrições do concílio-geral art 30 o concílio-geral legisla para a igreja sujeito às seguintes restrições i não pode mudar nem alterar o corpo de doutrinas fundamentadas na palavra de deus nem estabelecer novas doutrinas contrárias às já existentes no estatuto e no regimento interno ii não pode mudar nem alterar qualquer órgão de governo da igreja de modo a abolir o sistema de itinerância ou a superintendência administrativa 9 do conselho-geral art 31 a igreja metodista wesleyana adota a forma de governo centralizado em um conselho-geral cujo presidente representa e supervisiona todas as suas atividades § 1º o conselho-geral é composto dos superintendentes regionais e dos secretários-gerais todos eleitos pelo concílio-geral e funciona sob a presidência do bispo mais votado no primeiro escrutínio que é o superintendente-geral § 2º após as eleições o conselho-geral convocado pelo seu presidente organiza sua mesa elegendo um vice-presidente e um secretário de atas art 32 o conselho-geral é o órgão de planejamento coordenação disciplina e administração das atividades gerais da igreja metodista wesleyana bem como a instância superior para julgar e solucionar conflitos administrativos da igreja em grau de recurso.

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estatuto art 33 o conselho-geral reúne-se ordinariamente uma vez por ano e extraordinariamente por convocação do presidente ou a pedido de 2/3 dois terços de seus membros art 34 ao presidente do conselho-geral compete i exercer a superintendência-geral ii presidir a comissão de legislação iii convocar o concílio-geral ouvido o conselho-geral e determinar data e local iv preparar o regimento do concílio-geral v ordenar bispos vi nomear ouvido o conselho-geral bispos para as regiões eclesiásticas vii autorizar aberturas de igrejas que serão denominadas filiais viii intervir com a aquiescência do conselho-geral em casos especiais nas regiões eclesiásticas art 27 xiii do regimento interno art 35 ao vice-presidente compete i substituir o presidente em seu impedimento ii ajudá-lo na execução de suas atribuições art 36 ao secretário de atas compete i lavrar as atas das reuniões e registrá-las em livro próprio ii atender aos deveres relacionados ao seu cargo das atribuições do conselho-geral art 37 são atribuições do conselho-geral i providenciar todo o material necessário para o funcionamento dos trabalhos da igreja tais como certificados credenciais para ministros formulários livros de registros e outros ii nomear comissão de indicações do concílio-geral iii indicar ao plenário do concílio-geral a secretário de atas b cronometrista c comissões de culto diplomacia escrutinadora e estado geral entre outras iv recomendar ao concílio-geral a implantação de outras regiões com os devidos nomes e demarcações de limites geográficos e assessorá-las v examinar o livro de atas do concílio-geral vi estudar planos de trabalho das secretarias-gerais e fazer os devidos ajustes vii aprovar estatutos ou regimentos preparados pelas organizações gerais viii aprovar nomes indicados pelos secretários-gerais para compor as secretarias-gerais ix aprovar nomes indicados pelos secretários-gerais para formar os conselhos-diretores das instituições subordinadas às respectivas secretarias-gerais x preencher vagas de bispo e de qualquer oficial-geral xi aprovar orçamentos gerais xii aprovar a tabela de subsídio pastoral apresentada pela secretaria-geral de finanças xiii aprovar anualmente o indexador de reajuste da tabela de subsídio pastoral apresentada pela secretaria-geral de finanças xiv examinar os livros das secretarias-gerais xv disciplinar e destituir oficiais-gerais faltosos xvi criar os procedimentos para aplicação de disciplina a clérigos e leigos xvii julgar e solucionar conflitos advindos das regiões em grau de recurso funcionando como instância superior em consonância com 1co 6.1-9 exceto nos casos de competência do colégio episcopal;

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estatuto xviii receber em última instância de recurso a apelação de clérigos e leigos disciplinados administrativamente em caso de matéria que contenha caráter eclesiástico o recurso poderá ser encaminhado ao colégio episcopal xix emitir pareceres e súmulas interpretativas em caso de conflito de interpretação da legislação da igreja exceto nos casos de competência do colégio episcopal art 15 vii do regimento interno xx autorizar a abertura de filiais em qualquer município dos estados brasileiros por meio de seu superintendente-geral xxi intervir quando necessário em qualquer região depois de reunir-se com seu superintendente regional xxii promover a jubilação dos superintendentes geral e regional aos 70 anos nos termos do art 180 do regimento interno xxiii determinar a criação a organização e a implantação de associações e instituições gerais e regionais bem como fiscalizar seu funcionamento das restrições do conselho-geral art 38 o conselho-geral não pode i interferir em planos de trabalho que tenham sido aprovados pelo concílio-geral ii tratar de assuntos referentes a uma organização que não tenha seu representante presente ou interferir neles iii aprovar indicações de líderes para órgãos gerais que não estejam de acordo com as regras gerais da igreja metodista wesleyana iv aprovar ou determinar qualquer matéria ou plano de trabalho que tenham sido rejeitados pelo concílio-geral 10 das secretarias-gerais art 39 são cinco as secretarias-gerais missões educação cristã ação social finanças e administração todas compostas de cinco pessoas aprovadas pelo conselho-geral e que funcionam sob a presidência dos respectivos secretários-gerais § 1º as secretarias-gerais administram os seguintes fundos e organizações fundo de expansão missionária fundo imobiliário wesleyano associação wesleyana de ação social centro de formação teológica centro de publicações complemento de aposentadoria wesleyana e agência missionária wesleyana § 2º as secretarias-gerais administram os fundos e as organizações a elas vinculadas por meio dos conselhos-diretores eleitos pelas respectivas secretarias mediante indicação dos secretários-gerais § 3º haverá em cada região eclesiástica secretarias regionais que tratarão dos interesses específicos das secretarias-gerais e promoverão a execução dos planos estabelecidos pelos concílios regionais § 4º o presidente do conselho-geral é membro ex-ofício das secretarias-gerais 11 do concÍlio regional art 40 o concílio regional é o órgão de planejamento programação e administração das atividades da região eclesiástica art 41 o concílio regional compõe-se do superintendente regional dos secretários regionais dos superintendentes distritais dos supervisores de campos missionários de ministros e pastores de missionárias com nomeação regional e dos delegados eleitos pelos conselhos locais ou seus suplentes parágrafo único os oficiais-gerais gozam do privilégio da palavra nos concílios regionais art 42 o concílio regional se reúne bienalmente em data e local determinados pelo superintendente regional ouvido o conselho ministerial regional e extraordinariamente sempre que houver necessidade.

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estatuto § 1º na falta ou impedimento do superintendente regional o concílio regional será convocado pelo vice-presidente do conselho ministerial regional que o presidirá § 2º são delegados de um concílio regional extraordinário os mesmos delegados do concílio ordinário anterior § 3º a convocação do concílio regional ordinário se faz com antecedência de no mínimo 60 sessenta dias e a do concílio regional extraordinário de no mínimo 30 trinta dias § 4º o quorum para a instalação de um concílio regional é de 2/3 dois terços de seus delegados as sessões só se realizam com a maioria relativa dos delegados art 43 a mesa do concílio regional se constitui do presidente do secretário de atas e do cronometrista art 44 ao presidente compete i convocar e presidir o concílio regional ii preparar a agenda o regimento e o rol iii tomar todas as providências necessárias ao funcionamento regular do concílio regional iv decidir questões de ordem v dar decisão de lei em caráter provisório e encaminhá-la ao órgão competente para apreciação do mérito art 60 x art 45 ao secretário de atas compete i lavrar as atas e registrá-las em livros apropriados e submetê-los a quem de direito para ser examinados ii escolher auxiliares para ajudá-lo no trabalho apresentando-os à mesa para confirmação art 46 ao cronometrista compete i fiscalizar a observância do regimento aprovado ii providenciar para que as reuniões comecem nos horários aprovados das atribuições do concílio regional art 47 são atribuições do concílio regional i tomar conhecimento dos trabalhos realizados pelas igrejas e demais organizações na região por meio de relatórios escritos pelos superintendentes distritais e se necessário pelos pastores ii aprovar planos dos diversos órgãos da igreja que devem ser executados pelas igrejas da região iii eleger secretários regionais de missões educação cristã ação social finanças e administração e outros oficiais regionais com mandato bienal iv admitir por eleição no plenário ministros pastores e missionárias mediante parecer favorável do conselho ministerial regional art 63 iii v eleger delegados e seus suplentes para o concílio-geral clérigos e leigos civilmente capazes na proporção de 1 para cada 500 membros ou fração no concílio regional anterior a ele vi eleger no concílio regional que antecede o concílio-geral quatro ministros que preencham os requisitos do art 146 do regimento interno os quais juntamente com o superintendente regional concorrerão à eleição para bispo art 29 iii vii determinar a organização ou a extinção de instituições regionais e eleger se necessário seus conselhos-diretores viii aprovar os relatórios econômicos e financeiros dos órgãos regionais da igreja destinando suas sobras para fins estatutários § 1º o concílio regional organiza seu regimento para orientação e execução de seus trabalhos § 2º os nomes para a eleição em plenário serão apresentados pelo conselho ministerial regional inclusive de delegados ao concílio-geral art 63 ii

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