Revista-Comercio-Industria-Janeiro-2015

 

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ÍNDICE Artigos 05 | Da redação Para ajudar o comércio a vender mais Sônia Maria Marques faz crítica ao “entupimento” das vias com quase 170 mil veículos na cidade relembra as lendas do futebol envolvendo Dorival Silvestre, que faleceu em dezembro Prêmio 06 | Top Quality Vai premiar os Agronegócio melhores de Araraquara em 2015 35 | Encerramento 09 | Editorial Ivan Roberto Peroni ACIA Economia 16 | Shopping Virtual 30 | Jurídico Dr. Iran Carlos Ribeiro comenta sobre o ponto facultativo do Carnaval Ação visa criar canais de vendas para os nossos comerciantes. Entra em operação com o apoio dos Correios 20 | Microempresas Lei Sindicato Rural faz sua festa de confraternização para comemorar o sucesso de 2014 38 | Jovem Agricultor sancionada em 2014 deve aquecer micro e pequenas empresas este ano; pelo menos estão bem mais confiantes 40 | Esporte é Aventura Carlinhos Tavares em sua coluna sugere que fiquemos de olho no sedentarismo Cidade 12 | Final de ano Festa de 24 | Inflação Tudo aumentou, o confraternização da ACIA relembra grandes ações ano passou e nada mudou do Futuro O Sindicato Rural e o SENAR organizaram em dezembro a festa de formatura para os aprendizes de Nova Europa 26 | Ensino Mostrando facilidade em 18 | Games Seja em tables, smartphones ou PCs, jogos são entretenimento diversas áreas, curso à distância tem sido mais procurado na cidade as fotografias relatam histórias de uma vida Arquitetura & Construção 47 | Casa Cor Litoral Os 32 | Registro Mais do que um momento, araraquarenses aproveitam as férias e visitam a exposição na Ilha Porchat Capa Pafletos & Cia Empresa completa 15 anos no mercado e merece destaque nesta edição pág. 10 Emprego 14 | Mentir durante a entrevista Será que vale a pena? Porta de acesso para o trabalho pág. 14 Visitas aos supermercados mostram como os preços subiram em 2014: se comprava mais por menos, agora menos por mais dinheiro pág. 24 Futuro I: DAAE foi a bola da vez O prefeito Marcelo Barbieri e o superintendente Guilherme Soares, do DAAE, exibem o Prêmio Nacional de Qualidade em Saneamento (Troféu Cobre), considerado o mais importante das Américas. A homenagem se deu em Belo Horizonte, sendo o DAAE destaque na gestão dos serviços prestados à população. Foi um bom ano para o Guilherme e o DAAE. Futuro II: Só Deus sabe Para que o contribuinte possa imaginar o volume de dinheiro que vai para os cofres do Governo Federal a cada segundo: R$ 55.034,38. Se tivessemos uma aplicação mais séria é verdade que o país não estaria vivendo este caos, onde a classe menos favorecida padece nos corredores dos hospitais. 4

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DA REDAÇÃO Sônia Maria Marques Ruas e avenidas estão entupidas de veículos Documento 41 | Grandes clubes Uma jovem agricultura do futuro pág. 38 O Itamarati teve curta tragetória em nosso esporte amador, mas em seu pouco tempo de vida, fez um barulho danado na cidade em 1966 Valdemir Somenzari, o Miro, ponta direita do Itamarati, conta na redação da Revista Comércio & Indústria a sua passagem pelo time do Itamarati pág. 42 Variedades 50 | Especial As mamães agradecem a mãozinha dada pelo sling 58 | Em foco Fatos e pessoas que circulam em eventos; um dos assuntos é a festa dos aposentados da Lupo Araraquara fecha o ano vivendo um grande drama: os congestionamentos em horários de pico, principalmente na Avenida 36, Gonçalves Dias, São Bento e Bento de Abreu. O boom dos automóveis nos últimos anos - hoje são quase 170 mil veículos nas ruas - anuncia situação ainda mais dramática para os próximos 10 anos pois não há como aumentar os espaços centrais. A descentralização do comércio seria uma das alternativas para o desafogo, mas como fazê-la se ela é mais lenta que o crescimento da venda de veículos. Foi por volta de 2002 que os varejistas da 9 de Julho e São Bento passaram a deixar o centro tendo em vista o elevado custo dos aluguéis. Paralelamente, as agências bancárias também começaram a se deslocar, porém, em nada diminuiu o movimento de veículos pelos principais corredores. Nos últimos quatro anos, curiosamente, a cidade teve um aumento no número de carros e queda violenta no transporte coletivo, justamente no período em que o governo federal incentivou as concessionárias a venderem automóveis zero quilômetro com redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Essa ideia de estimular as vendas, dando ao consumidor uma oportunidade de comprar o carro zero por um valor reduzido, contribuiu para aumentar o número de veículos e motos nas ruas. Hoje, é utopia dizer que esses novos proprietários voltarão a usar o ônibus como meio de transporte; o aumento da frota, como disse um dia Coca Ferraz, coordenador de Mobilidade Urbana, reflete o desenvolvimento econômico. Compra da Fonte Luminosa completaria 41 anos, mas... Em 29 de janeiro de 1973, o então presidente da Ferroviária, José Wellington Pinto, levou seu tesoureiro Orlando Luzia, o deputado federal Aldo Lupo, o ex-prefeito Rubens Cruz, o prefeito Clodoaldo Medina, Vicente Michetti, Octávio de Arruda Camargo e o vereador Laurindo Ferreira Filho, ao programa esportivo da TV Tupi, comandado por Jerdy Gomes, para anunciar que o clube havia adquirido o Estádio da Fonte Luminosa junto à Fepasa. Todo Complexo Esportivo custou Cr$ 500.000,00, pagos em cinco anos. Rubens Cruz que estava deixando a prefeitura, ficou como avalista do contrato juntamente com o vice José Alberto Gonçalves. O governador era Laudo Natel. R E V I S TA e agronegócio COMÉRCIO INDÚSTRIA EDIÇÃO N°114 - JANEIRO / 2015 Diretor Editorial: Ivan Roberto Peroni Supervisora Editorial: Sônia Marques Redação: Rafael Zocco, Jean Cazellotto Depto. Comercial: Gian Roberto, Silmara Zanardi, Marcos Assumpção, Heloísa Nascimento Design: Mário Francisco, Carolina Bacardi, Bete Campos Tiragem: 5 mil exemplares Impressão: Grafinew - (16) 3322-6131 A Revista Comércio & Indústria é distribuida gratuitamente em Araraquara e região INFORMAÇÕES ACIA: (16) 3322 3633 COORDENAÇÃO, EDITORAÇÃO, REDAÇÃO E PUBLICIDADE Fone/Fax: (16) 3336 4433 Rua Tupi, 245 - Centro Araraquara/SP - CEP: 14801-307 marzo@marzo.com.br Comitiva saiu do Palácio dos Bandeirantes e foi para a TV Tupi 5

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EDITORIAL Se eu fosse o prefeito, mandaria hastear a bandeira da Ferroviária ao lado do Pavilhão Nacional na Prefeitura Ele partiu fora do combinado. Talvez seja essa a tristeza que haveremos de carregar até 21de dezembro de 2016, quarta-feira, tal como a quarta-feira de 21 de dezembro de 1966, quando a Ferroviária derrubou o poderio financeiro de Umberto D’Abronzo, milionário da Tatuzinho e o futebol do XV de Piracicaba, na chuvosa noite do Pacaembú. Sinceramente, esperava que Dorival Silvestre aguardasse essa festa de 50 anos, pois sempre tive comigo que, graças à firmeza dos seus atos, foi ele um dos responsáveis pela volta da Ferroviária à elite do futebol paulista nos anos 60. Lembro bem, 19 de dezembro de 1966, pouco mais das 8 da noite, eu sentado nas escadarias da sede do clube na Avenida Duque de Caxias. De repente, a porta se abre com Aldo Comito e Dorival Silvestre esbravejando que a Ferroviária não entraria em campo dois dias depois, para enfrentar o XV se o juiz fosse Olten Aires de Abreu. “A Ferroviária quer Armando Marques”, disse Comito. Em seguida surgem outros diretores de futebol: Carlos Coutinho de Oliveira Filho, Valter Coelho e Eduardo Lauand, que se juntam a Silvestre. Eram os quatro senhores do futebol na época: dois bancários, um dentista e outro médico; deles, Coutinho e Dudu Lauand, são personagens que se mantêm na briga contra o tempo, escrevendo uma história que parece escapulir pelos vãos dos nossos dedos e carregada pelas invisíveis linhas do destino. Como dirigentes, a exemplo de Comito, foram impecáveis, agindo de maneira ética e responsável; sabiam usar a franqueza na hora certa, mas nunca antes de empregar a sabedoria para ouvir. Foram pais de Baiano, Bebeto, Bazani, Fernando, Brandão, Fogueira e Maritaca; porém, time que quer subir tem que ter “bandido”, dizia Comito. Daí, Passarinho, Raimundinho, Tião Macalé, Belluomini, entravam na lista dos carrascos. A bem da verdade, jogador de futebol tem mais cara de assombração que outra coisa. Por exemplo: um bom beque de espera só impõe respeito quando arma carranca. E ponta que dribla dando risada não presta. Dorival Silvestre e o filho Júnior no aniversário de Aldo Comito em 1966 na pensão dos atletas no São Geraldo Eles quatro e mais Comito foram também inovadores em renovar contratos com jogadores por produtividade. Eu sentia que os diretores de futebol tinham poder sobre os jogadores e renovação mesmo só se dava com a apresentação da planilha. Hoje não. Jogador de futebol faz exigências, cara feia para o presidente, não respeita diretor de futebol, derruba treinador e assina pelas suas mazelas como sendo bom caráter. Há 18 anos estamos vendo a Ferroviária ser destruída, pois não se faz hoje dirigentes como antigamente. Perdemos a sede da Avenida Duque de Caxias, a chácara em que os atletas se concentravam no São Geraldo, o Estádio da Fonte, somos um time só de camisas. Nem os jogadores nos pertencem, pois não temos base. Para entrar em campo a Ferroviária é usada por empresários, políticos, se tornando massa de manobra e com uso indevido da sua marca. Silvestre, Coutinho, Lauand, Valter Coelho, Comito, Augusto Cardillo, Antônio de Pádua Lopes, Domingos Brogna, Orlando Luzia, Wellington Pinto, escreveram uma página de amor ao clube e respeito ao futebol da cidade. E justo agora que a Ferroviária caminhe para comemorar os 50 anos de noite de chuva sobre o Pacaembú, o Silvestre, pai de Dorival Júnior e João Henrique, cunhado de Dudu, decide partir. Deixa bons exemplos e lições que, quem sabe, poderão ser aprendidas pela Ferroviária de agora, pois o amor que temos por essa jovem senhora de quase 65 anos é muito grande. Se fosse o prefeito Marcelo Barbieri até faria uma coisa: bem em frente a Prefeitura, mandaria hastear a bandeira da Ferroviária ao lado do pavilhão brasileiro, todos os dias, para que os jovens saibam da grandiosidade dela. E que seja logo, pois dos jornalistas que conheceram essa história de 66 - Antônio Carlos Araújo, Wilson Luiz, Rubens Brunetti, José Conde, Geraldo Polezze, Carminho Tucci, Toninho Moreira, José Roberto Fernandes e eu, somos os últimos. 9

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MATÉRIA DE CAPA Há 15 anos distribuindo resultados! Completando em 2015 15 anos de atuação no mercado, a empresa comemora o sucesso e com a experiência, oferece soluções práticas e eficazes para seus clientes. HISTÓRIA Tudo começou em meados do ano 2000: na cidade vizinha Jaú, os irmãos Daniel Paiva com 15 anos e Gabriel Paiva aos 13 anos, já empreendedores mirins, ofereciam e trabalhavam por conta na entrega de panfletos em semáforos, porta a porta, lembra o irmão mais velho Daniel ‘‘Pegávamos o ônibus circular para ir até o bairro a ser distribuído, com mochila nas costas e material dentro’’. Os jovens irmãos se destacavam pelo trabalho sério e responsabilidade, assim novos clientes buscavam os serviços. Em pouco tempo, o trabalho já era diário e o volume de clientes crescia. Gabriel Paiva se lembra ‘‘Tínhamos que pedir para nossa mãe chamar um moto táxi para levar mais panfletos até o local onde estávamos’’ Neste momento, entra em ação a mãe dos meninos, na ocasião como dona de casa, Alice que obviamente vendo o esforço e resultado dos irmãos, em conversa com eles decidem formalizar a empresa. Alice imediatamente providenciou a abertura de empresa, uniformes, cartões de visita e ingressou a oferecer os serviços, nascia a Panfletos & Cia. Daí em diante, a empresa cresceu e os meninos também, no ano de 2005, já maiores de idade, realizaram uma pesquisa na Morada do Sol e identificaram a necessidade de uma empresa especializada em panfletagem na cidade. Já com experiência, os trabalhos foram iniciados em Araraquara, sempre buscando a especialização e valorização da equipe, dessa forma conquistando novos clientes a cada dia. No ano de 2012, a empresa se expandiu para a cidade de São Carlos, onde vêm obtendo sucesso crescente. Atualmente a Panfletos & Cia. atende Jaú, Araraquara, São Carlos e Região. Panfletos & Cia Conheça as principais modalidades de distribuição Veículos estacionados Corpo a corpo Porta a porta Semáforos - Identificação de público - Levantamento de datas - Mapeamento de áreas - Definição de modalidades - Coleta de dados - Artes personalizadas - Designers profissionais - Aprovação / Alteração - Escolha do material - Produção gráfica - Qualidade off-set 10

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Estrutura: Novo prédio recém-inaugurado A Panfletos & Cia tem grandes empresas de Araraquara como clientes. Os maiores supermercados e mais de 90% da panfletagem do comércio e indústria da cidade é realizada pela empresa. A Panfletos & Cia. na cidade de Araraquara agora conta com um prédio próprio recém-inaugurado, para que sejam armazenados a frota de veículos da empresa, além do manuseio de material recebido das gráficas e empresas. Atualmente, a Panfletos & Cia. tem uma equipe com 25 funcionários registrados, sendo 4 deles coordenadores. Eles são responsáveis pela distribuição das equipes nas ruas e também trabalham no plano estratégico da panfletagem. Há 20 distribuidores divididos em equipes. Outro ponto para a Panfletos & Cia. é ser a única empresa especializada que atende a todos os requisitos necessários neste segmento, mantém todos os funcionários registrados, uniformizados, identificados com crachá e oferece toda atenção aos clientes desde a criação e desenvolvimento da arte até a chegada dos panfletos nas mãos do público alvo. Além disso, é a única a possuir uma infraestrutura adequada, trazendo tranquilidade para seus clientes que terão suas marcas fortificadas e seus serviços e produtos expostos de forma rápida e segura. Faça como muitos! Utilize nossos serviços e torne sua empresa mais competitiva com um trabalho sério e diferenciado que só a Panfletos & Cia. faz por você! OBTENHA MAIS INFORMAÇÕES DE NOSSOS SERVIÇOS, ÁREAS DE ATUAÇÃO E DESCUBRA COMO ATINGIR SEU PÚBLICO ALVO. ACESSE NOSSO NOVO SITE. Gabriel Paiva e sua esposa Suelen www.panfletosecia.com SERVIÇOS: Av. Luiz Manini, 187 Jd. São Gabriel - Araraquara / SP Fones: 16 3322.8440 / 99224.0356 contato@panfletosecia.com panfletosecompanhia - Ação estratégica - Equipes treinadas - Diversas modalidades - Coordenação - Acompanhamento - Orientação - Envio de relatórios e cronogramas - Mensurar resultados 11

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FESTA DE CONFRATERNIZAÇÃO Grandes ações marcaram o caminho da Associação Comercial em 2014 Como entidade representativa de três importantes setores do desenvolvimento econômico indústria, comércio e serviços a ACIA ganha notoriedade em todo o Estado e a valorização pelo seu trabalho chega em forma de reconhecimento num prêmio recebido da FACESP . Como acontece anualmente, os diretores da Associação Comercial e Industrial de Araraquara se reúnem com seus familiares em festa de confraternização da entidade. “É a oportunidade que todos têm de ampliar o grau de companheirismo e fraternidade neste período do ano em que há o encerramento das atividades”, disse o presidente Renato Haddad ao receber no Espaço Junquetti, os membros da sua diretoria. Neste ano, um dos momentos importantes do encontro foi a entrega de uma réplica do troféu que a ACIA recebeu em Águas de Lindóia por ocasição do Congresso da FACESP pelo seu desempenho durante o ano. Renato Haddad que recebeu o prêmio na oportunidade, durante a reunião festiva da ACIA, fez questão de ofertar a cada um dos membros da diretoria esta lembrança, como reconhecimento ao trabalho de todos e gratidão pelo apoio que lhe foi destinado. A vice-presidente Maria Teresa Smirne em sua saudação aos colegas de diretoria, lembrou que a força de uma entidade está Troféu AC Mais, entregue pela FACESP à ACIA e cuja réplica foi dada aos seus diretores e colaboradores durante a festa de confraternização de final de ano, em dezembro Maria Teresa Smirne e Renato Haddad realmente na união de todos: “A ACIA tem um poder de representatividade muito forte perante a opinião pública; é importante que se tenha esse conhecimento para participar da discussão das questões políticas e sociais no município”, argumentou a diretora. Já Ademar Ramos, também vice-presidente da ACIA, comentou a visibilidade que hoje a entidade tem junto à FACESP: “Fui ao congresso e pude observar o quanto a nossa entidade é respeitada, tendo uma participação significativa no processo de desevolvimento e expansão da classe”. Segundo Ademar, a interação com a FACESP abre espaço para novos projetos neste ano de 2015 pois a ACIA poderá reforçar sua missão de acelerar ainda mais o empreendedorismo, promover debates, estimular a cooperação entre as empresas, apresentar novas oportunidades de negócios, incentivar o desenvolvimento das atividades que contribuam para a geração de emprego. Ao receber da esposa Léa Haddad, o troféu da FACESP em formato de réplica, Renato considerou um ano extremamente positivo para a ACIA, buscando dividir com todos a premiação ocorrida no congresso: “Temos uma missão ainda mais importante depois do recebimento do prêmio. É preciso que os empreendedores estejam cada vez mais unidos para que busquemos juntos o desenvolvimento da cidade; Araraquara precisa de empreendedores para o desenvolvimento, para um equilíbrio social, e os empresários formem com a ACIA uma unidade, pois o nosso objetivo é o mesmo. Essa unidade é fundamental para que continuemos juntos em 2015”, ponderou. Damiano Barbiero Neto e Ademar Ramos Antônio Junquetti e Roberto Abud José Janone Júnior e Marlene Porsani 12

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Geraldo Luis Tampellini e Luiz Roberto Petroni Reinaldo Dias de Lima e André Marcos Boalin Dagmar Bizzinotto e Carlos Renato Segura Durante a festa também foi enaltecido o trabalho dos diretores e coordenadores do Comércio (Roberto Abud), Indústria (Frederico Quintão) e Serviços (José Janone Júnior). “As realizações em 2014 foram além do esperado; as conquistas representam a marca de um sucesso que deve ser repartido entre todos, justificou o presidente da ACIA”, Renato Haddad. Para ele, 2015 se apresenta antecipadamente como um ano desafiador; além de intensificar ações implantadas nos últimos dois anos, a ACIA buscará - comenta Renato - alçar voos ainda mais altos, sempre de forma equilibrada sem colocar em risco a sustentação que lhe foi dada nos últimos anos. Entre as propostas está a busca de uma aproximação ainda mais ampla com a FACESP, contando com o apoio do vice-presidente regional Gino Torrezan. “Ele sempre foi um grande companheiro e também devemos repartir com o Gino essa nossa conquista”, completou Renato. Frederico Quintão e Fátima Bergamin Fátima Oliveira e Willian Vaida Nardini Paula Roberta Martins e Fátima Oliveira José Carlos dos Santos e Marcos Assumpção Léa e Renato Haddad Ivan Roberto Peroni e Renato Haddad Almoço de confraternização dos diretores e colaboradores da ACIA no Espaço Junquetti 13

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Mentir dur Nem pense Maria Antonia Campilho Godoy EMPREGO O desempregado sai às ruas em busca de um emprego; no bater de porta em porta e encontrar o cartaz - não há vagas - decide em determinada empresa mentir para obtenção do espaço. Alguns dias depois é chamado para trabalhar, e, na verdade começa a pisar em vidros para que a farsa não seja descoberta. Será que valeu a pena? Reportagem: Rafael Zocco Lucas de Almeida Pontes Muitas pessoas ainda carecem de emprego, mesmo para aqueles que já possuem um grau superior ou curso completo em uma faculdade de renome. A vida dura começa no mercado de trabalho, com uma grande concorrência, às vezes de forma sadia, mas sempre gerando discussões, principalmente, quando não consegue a tão sonhada vaga na torturante entrevista de emprego em empresa de renome. Porém, há sempre “o esperto” que quer se sair melhor que os outros, mas trapaceando os demais concorrentes. Alguns candidatos têm o costume de mentir sobre formação, cursos e experiência de trabalho durante a entrevista de emprego, tentando 14 entrar com aquele famoso “jeitinho brasileiro”. Vários especialistas dizem que existem métodos para descobrir falsas informações ou exageradas nos currículos, que são prejudiciais tanto para o candidato, que acaba sendo desmascarado e eliminado da seleção, como para as empresas, pois tornam os processos seletivos mais demorados e mais caros. O hábito de maquiar qualificações para conseguir uma colocação no mercado de trabalho pode custar até mesmo cargos de alto escalão. Pós-graduado em Letras na UNESP, Lucas de Almeida Pontes segue em busca de um emprego fixo logo após terminar a faculdade. “Próximo à data de uma entrevista eu costumo me preparar, pois fico preocupado com a primeira impressão, além de conhecer bem o perfil da empresa. Não adianta você estudar sobre o assunto que a vaga indica. Isso vem com o conhecimento adquirido em outros lugares que já tenha trabalhado”. Sobre falar alguma mentira durante a entrevista, Pontes é metódico. “Eu evito é dar falsas qualidades. Por exemplo, não vou

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rante a entrevista? em uma coisa dessas. dizer que meu inglês é intermediário, sabendo que ainda passo dificuldades com a língua. É preciso saber se colocar sobre algumas qualidades e isso geralmente depende de certos sinais do entrevistador”. Além da preparação, Pontes toma muito cuidado na forma de se expressar durante a entrevista, não querendo soar arrogante, nem estar desesperado em conseguir o emprego. “Tento sempre me expressar bem, mostrando-me capaz para a atividade proposta e responsável com meus deveres. São atitudes que revelam características e nem sempre dá pra saber se o entrevistador percebe isso”. Já a coordenadora do Gapar (Grupo de Administração de Pessoal de Araraquara e Região), Maria Antônia Campilho Godoy, dá outras dicas para que o candidato possa ir bem durante uma entrevista de emprego. “O candidato, além de obter informações sobre a empresa, deve manter uma postura correta durante as entrevistas, ouvir as perguntas até o fim e respondê-las em um tom audível com a maior sinceridade possível”. Algum nervosismo é normal e até aceitável, mas o candidato não pode deixar transparecer, pois isso denotará insegurança. Se ele está preparado para o cargo não há razão para esse nervosismo. O que pode ajudar o candidato é o descanso um dia antes da entrevista. Uma boa noite de sono e alimentação podem auxiliar no dia da grande oportunidade. “A pessoa precisa ter em mente que domina o assunto e não há motivo para pânico. Em uma dinâmica de grupo, deve-se considerar que todos os candidatos estarão na mesma condição que você, portanto, o nervosismo te deixa em desvantagem”. Outra coisa que os entrevistadores observam, é como o sinal de nervosismo está elevado e a postura adotada pelo candidato, como roer unhas durante a dinâmica ou, até mesmo, o uso de gírias durante alguma resposta. “Se o candidato mentir ou inventar alguma qualidade e depois não souber executá-las em tarefas práticas, ele não terá uma segunda chance na empresa”. Geisa Robiati Stevan MENTIR É FEIO! Para que o candidato não chegue a este ponto, ou que até tenha passado dele, é preciso reconsiderar o que é mentira e verdade para ele. Os atributos conseguidos na vida dele através da mentira farão com que comece a ter um autocontrole sobre aquilo. “A mentira, mesmo sendo designada a impressionar, acaba por comprometer a identidade de qualquer pessoa, podendo também surgir como dependência quando trazida de forma compulsiva. O “falso apego” a uma identidade, com a incapacidade de controlar os impulsos, isso acaba se tornando um vício”, explica a psicóloga Geisa Robiati Stevan. Muitas vezes, o entrevistado acredita que o perfil da vaga é de alguém com alto padrão de conhecimento teórico ou prático e quer então impressionar a qualquer custo. Este comportamento inseguro compromete a autoestima da pessoa, que expressa dificuldades de aceitação e principalmente, por acreditar que essa mentira sempre será velada. “Desse modo, arruína não somente as relações de cunho profissional, como pessoal, familiar e social”, assegura Geisa. 15

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