Os Confrades da Poesia66

 

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Especial Natal de 2014

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Amora - Seixal - Setúbal - Portugal Ano VI | Boletim Bimestral Nº 66 | Especial Natal/Dezembro 2014 www.osconfradesdapoesia.com - Email: osconfradesdapoesia@gmail.com «JANELA ABERTA AO MUNDO LUSÓFONO» SUMÁRIO Confrades: 2,3,4,5,6 Eventos: 7 Ponto Final: 8 « Especial Natal » EDITORIAL O BOLETIM Bimestral Online (PDF) "Os Confrades da Poesia" foi fundado com a incumbência de instituir um Núcleo de Poetas, facultando aos (Confrades / Lusófonos) o ensejo dum convívio fraternal e poético. Pretendemos ser uma "Janela Aberta ao Mundo Lusófono"; explanando e dando a conhecer esta ARTE SUBLIME, que praticamos e gostamos de invocar aos quatro cantos do Mundo, apelando à Fraternidade e Paz Universal. Subsistimos pelos nossos próprios meios e sem fins lucrativos. Com isto pretendemos enaltecer a Poesia Lusófona e difundir as obras dos nossos estimados Confrades que gentilmente aderiram ao projecto "ONLINE" deste Boletim. “Promovemos Paz” A Direcção «Este é o seu espaço cultural dedicado à poesia»  Rosélia Martins Pág. 7 João Coelho dos Santos Pág. 7 Deixamos ao critério dos autores a adesão ou não , ao “Novo Acordo ortográfico” FICHA TÉCNICA Boletim Mensal Online Propriedade: Pinhal Dias - Amora / Portugal | Paginação: Pinhal Dias - São Tomé A Direcção: Pinhal Dias - Presidente / Fundador; Conceição Tomé - Vice-Presidente / Fundador Redacção: São Tomé - Pinhal Dias Colaboradores : Aires Plácido | Alfredo Louro | Ana Santos | Anabela Dias | António Boavida Pinheiro | Carlos Fragata | Chico Bento | Clarisse Sanches | Conceição Carraça | Edson G. Ferreira | Efigênia Coutinho | Euclides Cavaco | Eugénio de Sá | Fernando Reis Costa | Filipe Papança | Filomena Camacho | Humberto Neto | Ilze Soares | João Coelho dos Santos | João da Palma | Jorge Vicente | José Jacinto | José Pardal | Maria José Fraqueza | Maria Petronilho | Maria Vitória Afonso | Pedro Valdoy | Rita Rocha | Rosélia Martins | … (actualizado no site)  

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2 | Os Confrades da Poesia Boletim Nr 66 | Especial Natal / Dezembro 2014 «Confrades» http://www.osconfradesdapoesia.com/Lusofonos.htm Sempre Natal O Natal não é somente Celebrar solenemente A data mais conhecida Natal é qualquer momento De amor e sentimento Que ilumina a nossa vida. É o dar sem receber É no coração conter Dimensão de caridade É dar esmola ao mendigo Ajudar os sem abrigo Com franca fraternidade. Natal é prò ser humano Qualquer altura do ano Em que visita um doente Quando aos fracos dá a mão E aos tristes em solidão Ou conforta alguém ausente. Natal é a força maior A grande lição de amor Que Cristo nos veio trazer Sem grandes filosofias Natal é todos os dias Quando o queiramos fazer !... Euclides Cavaco - Canadá Sagrada Família Natal O meu menino Jesus já chegou. Na minha casa me protege do mal, é meu convidado especial, a quem peço perdão, por o ter deixado no sótão, ao relento, arrumado, desde o Natal do ano passado. José Jacinto "Django" Casal do Marco Cirandinha de Natal O Natal o que é... O que devia ser? Devia ser de fé E de bem-fazer. De sensibilidade De amor fraternal De generosidade Sentido Natal. Aires Plácido - Amadora Noite de Natal Cá vamos nós festejar Mais um Natal, meus amigos À mesa ou junto à lareira C’os que nos são mais queridos. Nessa noite festejamos Outra, perdida na história Já passaram tantos anos E está na nossa memória. Nela o bom Jesus nasceu Numa humilde manjedoura Qual filho de um pobre hebreu Sua mãe, Nossa Senhora No seu colo o recolheu Nessa noite imorredoura. Eugénio de Sá - Sintra Mensagem de Natal 2014 (adaptado) Mais um Natal a que não julguei chegar Face às agruras que a Vida me tem legado, Mas porque sou casado com o Fado Consigo ultrapassá-las a cantar! Dia a dia não paro de acumular Ao meu redor muitas e sãs Amizades Que procuro venham a sentir Saudades No dia em que este Amigo se finar Mas disso vou privar-me de falar Pois coisas tristes são p'ra gente desprezar Só devemos falar de algo que nos goze!. O que me traz aqui, neste momento, É desejar com todo o sentimento Que gozem com saúde o 2014 Alfredo Louro - Oliveira de Azeméis O Teu Natal… Quem és tu, sem amor e sem abrigo, Que vives dependente da bondade E de que se envergonha a sociedade, Sem lembrar o dever que tem contigo? Porque se esconde tanto esta verdade, Enquanto olhamos para o nosso umbigo, Ignorando que és pai, és mãe, amigo Que tropeçou na infelicidade… No teu pranto recordas alegria, Esperas o fim da noite que persiste, Tens o corpo gelado, a alma fria… A palavra Natal p’ra ti é triste, Pois recordas decerto aquele dia, O último Natal em que sorriste!... Carlos Fragata - Sesimbra Jesus, Maria e José Três nomes imortais Sentimento imortaliza mais que intelecto Generosidade de coração é ouro Capacidade de doação é mirra Saber perdoar, esquecendo é incenso As três ofertas dos Reis Magos É, assim, com a simplicidade e a realeza deles Que te recebo aqui no meu poetar Simples, mas sagrado porque falo gentil Para adoçar a tua vida Seja rei ou rainha magos Que, generosamente, me visitam Em nome do Menino-Deus O anfitrião do mundo. Edson Gonçalves Ferreira Divinópolis/Brasil «Noite de Natal...»(III) Menino de Alma risonha, Teu sorriso angelical, é por Ti que o Mundo sonha nesta Noite de Natal… António Boavida Pinheiro - Lisboa

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Os Confrades da Poesia | Boletim Nr 66 | Especial Natal / Dezembro 2014 | 3 «Confrades» http://www.osconfradesdapoesia.com/Lusofonos.htm Onde está escondida a magia do Natal? A magia do Natal Está escondida nas crianças abandonadas Nos sem abrigo que vivem sem eira nem beira Nas mulheres que são vítimas de violência, e maltratadas Numa sociedade cega, mas não de cegueira. A magia do Natal Está escondida nos jovens que têm que emigrar Nos idosos que vivem sozinhos e abandonados Nas crianças que não sabem o que é sonhar Num Mundo onde a verdade e o Amor estão “ ultrapassados”. A magia do Natal Está escondida numa vivência egoísta Que não deixa ver a verdadeira beleza do Natal A partilha fica esquecida por quem é consumista Mas o Homem tem que acreditar que a Paz é fundamental. A magia do Natal Está escondida nas palavras por dizer Nas recordações guardadas no coração Está presente numa nova história para viver Numa noite especial de cor, alegria, e emoção. Ana Santos - Vilar de Andorinho Natal Corpo franzino, as pernas a tremer, A boca num esgar de desalento Donde não saía ao menos um lamento E uns olhos que parecem nada ver. Será que aquele menino vai crescer? Será que vai vencer o sofrimento? Será que a sua vida é um momento E que ali mais à frente irá morrer? É um menino faminto que ali vai Sem ter p’ra o abraçar a mãe ou pai, Sem saber que vivemos no Natal. Por isso aqui vos peço meus irmãos Unamos hoje e sempre as nossas mãos Salvemos os Jesus de Portugal. Nogueira Pardal - Verdizela Natal Natal sagração dos séculos na tempestade da esperança por caminhos da inocência na divindade eterna Podem ser dias tristes em roupas podres sem qualquer esperança que precisa ser reencarnada Natal dia do dever humano numa ajuda mútua coberta de esperança de fé para um futuro risonho. Natal Singelo Era um Natal pequenino, Aguardado com fervor: Singelo, mas tão Divino, Que cabia num Presépio, Feito com imagens de barro, Palha e musgos do monte, Colhidos perto da fonte… Havia até um burrinho, A levar Nossa Senhora, Até à pastoril cabana, Para quando chegar a hora De dar à luz o Menino… Repicava o grande sino, Só para a missa do galo, Onde toda gente acorria, P’ra louvar o Deus menino, Nascido da Virgem Maria… Depois da missa cantada, A parte mais desejada: Beijar o Jesus menino, Tão lindo, tão perfeitinho, Quase nu, mas rosadinho, Que tirado das palhinhas, Dava a beijar Seu pezinho… Quando a ceia terminava, E a noite já se alongava, Deixava-se o sapatinho, Junto à rústica chaminé, Para que o Deus Menino, Viesse pé ante pé, Deixar as Suas prendinhas, Aos meninos e meninas! São Tomé - Amora A Loucura do Natal Suprema maravilha do ser, que se desprende e nos surpreende. Sinal divino, anunciando, a chegada do Deus menino, Uno e Trino. Alegria misteriosa, Beleza mais formosa, Suave oração de amor, Suavizando, toda a dor. Filipe Papança - Lisboa Pedro Valdoy - Lisboa Bênção de Natal Nesta noite que se festeja o Natal, Comemoramos com o Menino Jesus Uma Aliança muito especial... Sua chegada ao mundo de Luz. É a festa que traz muita esperança Numa reverência que marca a união De Deus Filho, feito criança, E os homens com grande emoção. É Natal e com alegria os sinos dobram, Numa canção feita de Amor que Reluz, Onde os nossos votos se renovam Diante da bênção do Menino Jesus. A plantar nos corações a Esperança, O Pai Eterno o Seu Filho enviou, Para marcar da vida a bonança, Deixando seu Amor, nos abençoou!. Efigênia Coutinho Balneário Camboriú/BR

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4 | Os Os Confrades da Poesia Boletim Nr 66 | | Especial Natal / Dezembro 2014 «Confrades» O Meu Farol Na minha rota constante Eu louvo a Virgem Maria Sem a esquecer um instante Vivo Natal dia a dia… Sinto dentro do meu ser… A vibrar, em chama ardente Com a Fé, no meu viver No meu coração presente! Sob um céu iluminado És astro que me alumia Eu tenho sempre a meu lado Jesus – minha Estrela Guia! E Jesus, o Deus Menino… Faz de mim a maior crente A guiar o meu destino… O meu Farol Reluzente! Maria José Fraqueza - Fuzeta Na Cruz Nascemos de novo ao crermos em Cristo; O velho homem foi crucificado; Creiamo-nos pois, mortos pró pecado, Que nossa fé se apoie neste registo. O novo homem, no Céu, tem seu visto, Pois com Jesus também ressuscitado, Á direita de Deus está sentado, Revelação Divina, diz-nos isto. Pela obra consumada na cruz, Justificados pela fé em Jesus, Dos pecados, nós obtemos perdão. Pelo sangue pois, fomos resgatados, E com o Espírito Santo selados, Pr'a uma grande e bendita salvação. Anabela Dias - Amora Natal da Saudade Na secular igreja da vila Mais uma mística Missa do Galo O sentimento revisita e perfila Minha presença saudosa, assinalo Meu ser em grande êxtase apostila Eufórica, para Jesus, rezo e falo Minha alma, louvando a Deus cintila Do verde do presépio o aroma inalo Ah! Belos natais aqui com os irmãos Em bem velhas calçadas, dando as mãos A caminho de ir beijar o Deus Menino Sinal dos tempos, hoje da cidade Parti, para vir matar saudade Meu coração voou ao som do sino. Maria Vitória Afonso - Cruz de Pau/Amora http://www.osconfradesdapoesia.com/Lusofonos.htm O Natal era para ser Natal de 2.009 Era bom, talvez seria melhor que tudo afinal se houvesse mais alegria para festejar o Natal Quem tem na mão o poder e na sua toca come não se importa sequer se o seu povo passa fome Mas existe alguém tirando o que nos resta afinal e assim se vai passando muita fome no Natal Faz-me tanta pena ver ao meu redor, fome e dôr o Natal era para ser tempo de paz e amor Chico Bento - Suíça Criança Especial No olhar, reflecte paz… No rosto, felicidade traz. A seus pais, Deus confiou a eles, sua vida, destinou. P’la mãe vive cuidada… P’lo pai vive amparada… Não tem receio ou pavor pois cuidada é com amor Seu sono não é sofrido. Seu despertar colorido… Que bênção o seu viver, por pais amorosos ter!... Vive a Humanidade em eterna dúvida Por não ver imperar o Reino prometido De Ternura, de Paz, de Justiça e de Amor! Varrem seu pensamento silvos soltos De desenfreado vento Que, em tal correr, ora canta, ora chora. E ergue-se a palavra-chicote A falar de perigos, sustos e guerras. Tantos desalentos!... Tudo perdido? Fim da Esperança? Não! Um dia, sim, um dia, Tudo vai mudar se o Homem quiser. Um Menino assim ensinou e prometeu Quando se fez homem, quando cresceu: - Mesmo quando for de fel a tua taça, Não te esqueças que é no pôr-do-sol Que a sombra mais se alonga. São tuas as estrelas do Céu, São tuas as flores do jardim. Recompõe esse coração Quando desfeito de amargura E ampara esse a teu lado, O teu irmão! Desde então, numa certa noite, à meia-noite, Envolto em diáfano véu, Desce mansamente o luar Por entre um cardume de estrelas, Param as nuvens que andam no Céu Em louca correria, como toiros na lezíria, E abre-se o coração dos Homens Em ninhos de afectos. Do alto, nessa noite de Dezembro, à meia-noite, Numa verticalidade horizontal e transversal Desce um raio de luz dobre o Presépio, Passeia a Lua desfazendo as Sombras, Enquanto colhe e esparge sementes De Ternura, de Paz, de Justiça e de Amor. Homens… conhecemos a receita. Vamos, vamos à colheita! João Coelho dos Santos - Lisboa Promessa de Natal Em todos os Dezembros meço este infinito peso da cruz que ao nascer carrego e me proponho e aposto que neste, SIM, neste ano será de renascimento! Filomena G. Camacho Londres Maria Petronilho - Almada

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Os Confrades da Poesia | Boletim Nr 66 | Especial Natal / Dezembro 2014 | 5 «Confrades» http://www.osconfradesdapoesia.com/Lusofonos.htm Celestino Menino Que crise terrível! E o mundo sem tino, Correndo decerto por sistema inverso. Deus veio mostrar-se rendido, divino, Mas poucos O seguem num caminho terso. Num berço de colmo, Celeste Menino, Está para vir… e em todo o Universo! Que os homens, de Amor, recitem um Hino De Fé e de Graças à volta do berço! A Terra não sabe como há-de viver, Por isso precisa de regra e saber Amar os irmãos: disto não se esqueça! Há quem viva rico por erros e falhas… Quem ande na rua sem ter umas palhas Aonde decline a sua cabeça! Clarisse Barata Sanches – Góis - Portugal Sempre Natal Passam as horas os dias os anos Os meses se sucedem sem parar Outros tempos outros desenganos Mas há um certo tempo para ficar Vejo as folhas secas no chão caídas Do inverno que está se aproximando O tempo nos prega muitas partidas Aos poucos outono nos vai deixando Mas esse dito tempo assaz bonito De uma beleza mítica sem igual Surge no final de cada ano bendito Esse tempo de amor :é NATAL ! Tempo de amor e de esperança Fraternidade com paz e ternura Dia para guardar na lembrança Natal seja tempo total de ventura Não apenas neste dia de Dezembro Seja lembrado o termo amizade Sempre Paz carinho se bem entendo Fazer do NATAL uma eternidade. Rosélia M G Martins – P.StºAdrião Presépio Nasces-te (Santos Zoio) ESPERANÇA (há dois mil e tal anos) e renasces (todos os anos em todo o dia) -aonde nasce uma Criança (da Mãe-POESIA !) E é o mesmo enlevo (do Pai e da Mãe!) -só muda o cenário… (e o trajo também !...) A Noite de Natal È meu... E também é teu Dizia Maria a José Nessa ditosa Noite Em que olhava extasiada Aquela estrelinha brilhante Que lá do alto do céu Iluminava pastores Rebanhos E muitos outros animais Também entidades reais E Anjos que vinham do Céu Não se ouviam ruídos, Só entusiasmo e alegria Todos queriam ver o Menino Filho da Virgem Maria Nascido na noite fria Traziam presentes e afecto Também muita paz e amor Vinham de longe e de perto Traziam felicidade e calor... Noite distante que não se esquece, Hoje como ontem é festejada E com a família reunida Por todos é celebrada.. Natal - O verso & o reverso Causa-me certa impressão falar-se tanto em Natal como um dia especial em que se trocam lembranças, se fazem grandes festanças, em famílias abastadas, quando há tantas crianças e famílias desgraçadas! Tanto se esbanja e consome quando se esquece, afinal, as criancinhas com fome (e tantas há neste mundo!). Tantos velhos e doentes que não podem ter Natal! Os sem-abrigo, nas ruas, num sofrimento profundo passando a noite ao relento... E quantos não têm nada: só o frio, a chuva, o vento e a cama numa calçada! E tanto pão que se estraga (basta ver os contentores do lixo, no outro dia!) bolos e pão com bolores brinquedos caros, flores... - quanta fome saciava! Papel de enfeitar, às cores, que só dá p’ra agasalhar esses pobres, sem amor, sem família, sem Natal, numa vida marginal!... E tantos com mesa farta, na rua da hipocrisia no chalé da falsidade nos palácios, na cidade!... Mas outros, sem alegria, sem família, sem ter nada, o que têm nesse dia? - Só as pedras da calçada! E o homem não percebe que o outro homem merecia ser como Deus o concebe, tratado igual por igual! O homem da hipocrisia, apenas vê um Natal, quando o Natal deveria ser Natal em qualquer dia: Qualquer dia ser Natal!... Fernando Reis Costa (Coimbra) Amadeu Afonso – Cruz de Pau Feliz Natal Mais uma quadra festiva Que se aproxima afinal Aquela que mais cativa Sempre foi a do Natal Que o Natal seja vivido Com muita fraternidade Com paz e compreendido Por toda a humanidade. Feliz Natal para todos Novos velhos e crianças Que seja para os meninos Uma festa de esp'ranças. Que não haja distinções Entre os Povos EM GERAL Que entre nos corações Para ter sentido o Natal! … Jorge Vicente- Fribourg (Suíça)

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6 | Os Os Confrades da Poesia Boletim Nr 66 | | Especial Natal / Dezembro 2014 «Confrades» http://www.osconfradesdapoesia.com/Lusofonos.htm É Natal O Natal é festa de paz, de luz e compreensão quando o amor é maior em nosso coração. À chegada do Messias é pra se comemorar, espalhar fraternidade e a todos muito amar . As luzes estão acesas, todos cantam alegremente doces canções natalinas, que encantam a vida da gente. Precisamos nos alertar pra o que está dentro de noss’alma esquecer ódio, inveja, violência e tratar tudo com calma. Observar a manjedoura e ver a humildade santa um Rei que se deitou na palha e nem tinha manta. Seus pais olhando o filho com tanta ternura, ajoelhados junto ao feno já sabendo da amargura. Os animais aqueciam o Menino Jesus na estrebaria, e os anjos diziam amém e cantavam com alegria. A chegada do Deus-Menino foi pra humanidade salvar, é motivo pra se comemorar e muitos louvores cantar! Rita Rocha - Santo Antônio de Pádua – RJ - Brasil Natal Está chegando o Natal Época de paz e amor De alegria luz e cor Há música nos corações Mas no meu …Há dor… Dor de saudade… Dos Natais dos tempos idos Não tinham bolo-rei Nem luzinhas no pinheiro Mas o calor da lareira Mantinha-nos unidos Vendo as filhós empolarem Ao caírem no óleo quente Ouvindo a mãe dizer: Crescer! Crescer! Que é para muita gente! Não havia presentes… Mas muita alegria Um chocolate no sapatinho…Era o suficiente Recordo com carinho nostalgia e emoção Esses Natais do passado Que gravei-os na mente E guardo-os no coração Para sempre Conceição Carraça – Torre da Marinha “PAI DE BARBAS BRANCAS” Enquanto houver Natais todos os anos E também muitos pais de barba branca, Numa sociedade humilde e franca, A vida é mais segura nos Humanos! Enquanto houver nos homens bons planos, Doce harmonia aberta, sem retranca… Numa porta que se abre e não se tranca, À Criança, ao Idoso e sem enganos! Enquanto em cada homem e mulher, Andarmos de mãos dadas, podeis crer, Não faltarão em vós… ternos cuidados! Então eu vou dizer aos Pais Natais, Que as Brancas Barbas são, bem fraternais, Nós pais, morreremos mais descansados! Natal com valores culturais. (Soneto Clássico) São os nascimentos que o definem E que lhes apraz o seu adventismo A contemplar as estrelas do além Fé e esperança no seu baptismo Natais de natais, ambos iluminem Pela espiritualidade do advento Bênção Divina…que a todos provém Com a celebração do nascimento Dezembro!? Com data influenciável P’lo Império Romano, foi apostável Tradição deu lugar, que celebrais Natal sempre foi um bem precioso Nasceu Jesus o nosso milagroso Vivência de amor! Valores culturais! Pinhal Dias – Amora / Portugal No Natal Já se sentem do Natal as sadias emanações daquele amor sem igual retornando aos corações! E que esse amor se apresente sem ostentações ou palmas, mas que se faça latente no pulsar de nossas almas! Sejamos todos irmãos nesse dia e nos demais, pra que do Cristo as lições não olvidemos jamais! Unamo-nos a quem tenta ser humilde, bom e humano nos trezentos e sessenta e cinco dias do ano! Se tal se desse... Que lindo ver Jesus de viva voz sair do presépio rindo para abraçar todos nós! Humberto – Poeta – SP/BR 05-12-2014, João da Palma Cirandinha de Natal Natal, festa cristã, em que se comemora o nascimento de Jesus, nosso irmão maior, que nos falou muito sobre o amor, a divina bondade e a salvação pela caridade. Época em que reina a fraternidade, todos se tornam melhores e no ar paira a felicidade! Ilze Soares Catanduva/Pirassinunga – SP/BR Quadra Natalícia Eu peço a Nosso Senhor E também ao Deus Menino Que traga Paz e Amor E ao mundo melhor destino. Poeta Silvais - Évora

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7 | Os Confrades da Poesia Boletim Nr 66 | | Especial Natal / Dezembro 2014 «Eventos» Evento do Confrade João Coelho dos Santos ( 12/11/14 ) O lançamento do livro Humor e Cultura ocorreu na biblioteca do histórico Palácio Galveias, em Lisboa. Na presença de 80 pessoas houve momentos muito especiais de cultura e de humor proporcionados por convidados e pelo próprio autor, João Coelho dos Santos. Falaram e disseram da sua graça a Drª Emília Noronha (Presidente da ULTI - Universidade de Lisboa Para a Terceira Idade), Professor doutor Mário Cordeiro (sobre a sua especialidade de pediatria), Professor doutor João Cantiga Esteves sobre economia, Ferrão Katzenstein sobre alguns episódios enquanto realizador e o magistrado, juiz Renato Barroso. Animaram João Canto e Castro com seu violino e imitações e João Amaral, viola clássica. Vários convidados realçaram o quanto o livro tem de interessante para memória futura de assuntos que se não devem perder. Lançamento do livro “AMOR NO INFINITO“ da Confrade Rosélia Martins - 15 Novembro 2014 Apesar das condições meteorológicas adversas, que acamou vários convidados e dificultou uma maior afluência, realizou-se o lançamento de “Amor Infinito” da poetisa algarvia, Rosélia Martins. O evento decorreu de uma forma bastante agradável e com muita amizade. Assim para a mesa foi o Cor. João Repolho, a autora e o coordenador da Editora Dr. Ãngelo Rodrigues; todos bem-dispostos a sessão começou com um brilhante discurso do coordenador a que se seguiram as bonitas palavras e a poesia ditas pelo Coronel Repolho. Seguiu-se um momento de poesia com poemas do seu livro, pelos queridos amigos Dr. Filipe Papança e o Prof. Dr. João Coelho dos Santos (em representação da APP) Todos poetas, escritores... Seguiu-se um momento mágico na voz maravilhosa da jovem Mónica Caroça; a cantar e encantar com dois fados. Chegou o momento de uma pequena tertúlia, em que uma das principais participantes, foi o momento em que a minha querida amiga, algarvia, colega do liceu de faro, Médica psiquiatra ( hoje reformada ) Dra. Mª Ofélia bomba, companheira de várias Tertúlias da AJEA - Casa do Algarve...e sobretudo uma amiga de longa data declamou o seu poema “Amizade”, que muito me sensibilizou. Seguiram representantes de outras Associações a que pertenço - ULLA; APP; ONE... Após os abraços e a sessão de autógrafos foram tomar um recheado lanche. A Direcção Os Confrades da Poesia

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8| Os Confrades da Poesia Boletim Nr 66 | Especial Natal / Dezembro 2014 «Ponto Final» Desejamos a todos os Confrades e Amigos um Feliz Natal e Próspero Ano Novo! A Direcção Feitura do Boletim * Os Boletins Bimestrais com a seguinte agenda para o ano de 2015: - 15/1 - 15/3 - 15/5 - 15/7 - 15/9 - 15/11/2015 ... ( 6 períodos de postagem ) Futuramente os Confrades enviarão os seus trabalhos em word até ao dia 5 do início de cada período. A feitura do Boletim será a partir do dia 5 até ao dia 15, que corresponderá à data de saída... O Tema continua a ser Livre! Para sua orientação sugerimos que consulte as páginas das Efemérides e Normas no site dos Confrades... http://www.osconfradesdapoesia.com/normas.htm "Durante a nossa vida: Conhecemos pessoas que vem e que ficam, outras que, vem e passam. Existem aquelas que, vêm, ficam e depois de algum tempo vão-se. Mas existem aquelas que vêm e se vão com uma enorme vontade de ficar..." (Charles Chaplin) Amigos que nos apoiam ADMINISTRAÇÃO, REDACÇÃO E PUBLICIDADE Rua Aristides da Costa N.º 15 2840-098 Aldeia de Paio Pires Telf. 210 991 683 - Tlm. 967 634 007 Email: comerciodoseixal@gmail.com http://semanariocomercio.blogspot.com www.fadotv.com As fotos deste Boletim são dos autores e outras da Internet «A Direcção agradece a todos os que contribuíram para a feitura deste Boletim». Voltamos a 15/01/15

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