UNEMET em Foco 106

 

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Informativo UNEMET 106

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Prezados Leitores, O último informativo UNEMET em Foco de 2014 chega cheio de notícias, curiosidades e informações importantes para todos vocês. Nós, da UNEMET, desejamos a todos boas festas e um ótimo ano novo! Até 2015! EQUIPE UNEMET 1) Meteorologia Mudanças climáticas podem aumentar em 50% ocorrência de raios Texto extraído do Portal Globo.com (14/11/2014). Um estudo realizado por cientistas americanos sugere que as mudanças do clima farão crescer a ocorrência de raios em 50% até o fim do século 21. A análise é baseada em medições de precipitação e flutuabilidade das nuvens, aplicadas a 11 diferentes modelos climáticos que estimam quão quente o planeta poderá ficar em 2100. Estimativas anteriores de como os relâmpagos seriam afetados pelo aumento das temperaturas usaram técnicas indiretas, sem ligação direta com as precipitações. O resultado foi uma faixa variando de 5% a 100% mais raios para cada grau Celsius de elevação. O estudo atual se baseou na energia disponível para fazer subir o ar na atmosfera, combinada com as taxas de precipitação. A energia potencial disponível para

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convecção (ou CAPE) é medida por radiossondas, instrumentos colocados a bordo de balões meteorológicos. “A CAPE é uma medida de quão potencialmente explosiva está a atmosfera”, explicou o climatologista David Romps, da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA). Usando dados do Serviço Meteorológico dos Estados Unidos, os cientistas descobriram que é possível prever 77% da incidência da descarga elétrica conhecendo as taxas de precipitação e CAPE. Quando os parâmetros foram aplicados nos modelos climáticos, os cientistas descobriram que cada grau Celsius a mais na média global da temperatura do ar pode representar cerca de 12% mais quedas de raios. Se as temperaturas aumentarem quatro graus Celsius até o fim do século, isto representaria um aumento de quase 50% na queda de raios. A ocorrência de raios em todo o mundo hoje é de 25 milhões ao ano. Mais raios devem aumentar os riscos para as pessoas – que são feridas ou até mesmo mortas quando atingidas – e ter um efeito devastador em florestas e espécies animais e vegetais, pois uma maior ocorrência de raios poderia provocar mais incêndios em áreas de mata seca, matando aves e outras criaturas silvestres, bem como ameaçando as pessoas que vivem perto. Leia a matéria completa clicando aqui. Balões caçam partículas no ar para estudar formação de chuva Texto extraído da Agência FAPESP (03/11/2014). Um projeto de pesquisa internacional que investiga os aerossóis resultantes das emissões de hidrocarbonetos e sua influência na formação de nuvens e de chuva na Amazônia está sendo realizado. Ele integra a campanha científica Green Ocean Amazon (GOAmazon), programa do Departamento de Energia (DoE) conduzido em parceria com a FAPESP e com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM). Os pesquisadores estudam, no projeto denominado Goble (GOAmazon Boundary Layer Experiment), aerossóis secundários presentes tanto em ambientes limpos como em ambientes poluídos na Camada Limite Atmosférica (CLA) da Amazônia. O

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Projeto – coordenado por Celso von Randow, do Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE), e por Marcelo Chamecki, professor na Pennsylvania State University, nos Estados Unidos – visa estudar o ciclo de vida de aerossóis secundários e vem sendo conduzido em duas regiões na Amazônia Central: uma com ar e paisagem de floresta primitiva e outra próxima à cidade de Manaus, que é influenciada pela poluição. Os pesquisadores utilizam torres e balões para medir a distribuição vertical dos aerossóis e de núcleos de condensação de nuvens na CLA. Um dos objetivos do projeto é entender melhor como a cobertura florestal pode influenciar a formação de nuvens, especialmente como o ar da camada limite é injetado na camada de nuvens, e como esses processos são alterados sob a influência da poluição de uma cidade como Manaus. Eles têm realizado medições com balão em uma área denominada T1 pelo projeto GoAmazon, ocupado por floresta primitiva. O balão pode atingir 1.800 metros de altitude. Em breve, será adquirida uma segunda unidade, para medições em outro sítio. Eles também têm usados outros instrumentos – como anemômetros sonoros, para medir a turbulência – e combinado medições obtidas por outros projetos, de modo a conseguir resultados mais completos. Leia a matéria completa clicando aqui. Cientistas descobrem barreira que protege Terra de radiações Texto extraído do G1 (28/11/2014). Cientistas identificaram uma barreira quase impenetrável ao redor da Terra que impede que elétrons ultra-energéticos atinjam o planeta. Esse escudo fica no Cinturão de Van Allen, uma camada formada por partículas eletricamente carregadas mantidas no lugar pelo campo magnético terrestre. Nasa capta poderosa erupção no Sol – Esse cinturão – formado por um cinturão interno (que fica entre 640 e 9,6 mil km acima da superfície terrestre) e outro externo (que fica entre 13,5 mil e 57 mil km) – foi descoberto em 1958. Sabe-se que eles são capazes de se expandir e de encolher e que se mantêm separados por alguma força. Quando observações mostraram que elétrons muito energéticos mantinham-se sempre a uma certa distância da Terra, descobriu-se que a borda interna do

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cinturão mais externo de Van Allen funciona como uma fronteira que esses elétrons não conseguem penetrar em condições normais. Os pesquisadores acreditam que a chamada plasmasfera, uma nuvem gigante de partículas carregadas que fica a cerca de mil km da superfície terrestre, estendendo-se até o cinturão mais externo de Van Allen, pode ser a responsável por esse escudo. As partículas na borda externa da plasmasfera fazem com que as partículas do cinturão externo se dispersem e passem a se movimentar rapidamente ao redor do nosso planeta. Esse movimento é capaz de repelir os elétrons mais energéticos que tentam se mover na direção da Terra. Caso não fossem impedidos de chegar ao seu destino, esses elétrons poderiam ser prejudiciais. Leia mais clicando aqui. IBGE mapeia potencial de agressividade climática na Amazônia Texto extraído do Portal do IBGE (17/11/2014). O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentou o mapa do Potencial de Agressividade Climática na Amazônia Legal, que integra os estudos produzidos pelo Diagnóstico Ambiental da Amazônia Legal, que engloba os estados do Acre, Amazonas, Roraima, Amapá, Pará, Rondônia, Tocantins, Mato Grosso e parte do Maranhão. Foram analisados dados provenientes de 326 estações climatológicas e pluviométricas do banco de dados do antigo Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica (DNAEE) e da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), coletados entre 1960 a 1990, além de informações do Atlas Climatológico da Amazônia Brasileira (SUDAM, 1984) e do acervo do IBGE. O mapa conjuga a análise das variáveis climáticas, ajustadas às características do relevo e da cobertura vegetal da Amazônia Legal, que ameniza os efeitos do clima. A partir da integração e análise de todas as variáveis foram estabelecidas três

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grandes classes de agressividade (alta, média e baixa), subdivididas em níveis (fatores), segundo a combinação dos elementos: índice de concentração de chuvas; números de meses com excesso, número de meses com deficiência e totais médios anuais de chuva. Leia a matéria completa clicando aqui. 2) Ciências Afins Sistema permite fazer diagnósticos e projeções ambientais Texto extraído do Estado de Minas (10/11/2014). O Laboratório de Modelagem Ambiental (Lamam) do Centro de Sensoriamento Remoto (CSR), do Instituto de Geociências (IGC) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) realiza em suas atividades projeções no meio ambiente, cujo acesso poderá ser feito de forma remota pela internet, que tem como importância primordial a aplicação em políticas públicas territoriais e na diminuição do impacto das mudanças climáticas. De acordo com professor Britaldo Silveira Soares Filho, coordenador do CSR e da pósgraduação em análise e modelagem de Sistemas Ambientais da UFMG “Estamos falando de planejamento territorial, de uso sustentável dos recursos naturais, como água, planejamento da agricultura, conciliação entre produção agrícola e conservação no Brasil. Hoje, nosso grande desafio é buscar conciliar essas duas áreas. Nosso país é um dos maiores produtores de commodities agrícolas do mundo, mas também tem um patrimônio ambiental muito grande, já que 60% do nosso território ainda é área de vegetação nativa. Como conciliar desenvolvimento agrícola e conservação ao mesmo tempo? Quais as políticas públicas que podem levar o Brasil a esse sucesso? E o laboratório vem ajudar nesse sentido”. O Laman lançou uma plataforma de mapas virtuais construída por meio de software livre pela equipe de computação do CSR, que pode ser acessada por qualquer indivíduo (Plataforma de mapas: http://www.csr.ufmg.br/maps Software: http://www.csr.ufmg.br/dinamica). A Dinâmica ego é uma plataforma de modelagem e pode ser baixada gratuitamente. Por meio dele é possível ter acesso a todo o conteúdo do Laboratório de Modelagem Ambiental. O professor Britaldo Soares, coordenador do CSR, falou que as principais instituições e órgãos de pesquisas do Brasil já estão utilizando o software, como o Serviço Florestal Brasileiro, que quer avaliar a viabilidade econômica das florestas nacionais que seriam leiloadas para se tornar concessões florestais. “Eles queriam

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saber quais áreas eram mais viáveis economicamente e para isso desenvolveram um modelo aproveitando o nosso modelo Dinâmica ego”, pontua. Leia a matéria completa clicando aqui. Abobrinha é o alimento com mais resíduos de agrotóxicos Texto extraído da Agência Brasil (14/11/2014). A abobrinha foi o alimento no qual foram encontrados mais resíduos de agrotóxicos, segundo pesquisa divulgada no relatório final do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Entre as amostras de abobrinha, alface, feijão, fubá de milho, tomate e uva, 25% apresentaram irregularidades. As amostras foram coletadas em 2012 em supermercados e feiras, em todos os estados brasileiros. O levantamento mostra que 1,9% dos alimentos tem uma quantidade de agrotóxico acima do limite, e em 23% foram encontrados resíduos de produtos não autorizados para a cultura do alimento. Além disso. entre as 229 amostras de abobrinha, 48% foram consideradas insatisfatórias, 45% por terem ingredientes ativos não autorizados. Segundo a gerente-geral de toxicologia da ANVISA, Ana Maria Vekic, isso pode acontecer porque existem poucos produtos registrados para o cultivo da abobrinha. Das 240 amostras de alface 45% foram reprovadas, do feijão (245 amostras) teve 7,3% insatisfatórias, do fubá de milho, das 208 amostras 2,9% foram insatisfatórias; no caso do tomate, das 246 amostras, 16% e da uva, das 229, 29% estavam com irregularidades. Apesar dos resultados, a superintendente de toxicologia da ANVISA, Sílvia Cazenave, assegura que os benefícios de consumir alimentos in natura superam os riscos da ingestão de resíduos de agrotóxicos. “A melhor recomendação é que as pessoas devem variar muito o tipo e de alimento que consomem”, recomendou Sílvia. Leia a matéria completa clicando aqui.

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INPE disponibiliza desmatamento software livre para estimar emissões por Texto extraído do Portal Notícias/INPE (29/10/2014). O INPE-EM (Emission Model) é um sistema do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) que apresenta estimativas anuais de emissões de gases do efeito estufa (GEE) por mudanças de cobertura da terra no Brasil de modo espacialmente explícito. A versão atual do INPE-EM disponibiliza estimativas anuais de emissões para a Amazônia Brasileira com base nos dados do sistema PRODES, também do INPE. Desde 2012 são apresentadas estimativas de 1ª Ordem (que supõe de modo simplificado que 100% das emissões ocorram no momento da mudança de uso/cobertura)e de 2ª Ordem(que buscam representar o processo gradativo de liberação e absorção do carbono como ocorre de fato). Diversas melhorias foram introduzidas este ano. Além das estimativas anuais de CO2, o sistema passou a apresentar estimativas de emissões de CH 4, N2O, CO e NOx para toda a região, e também em mapas de emissão. As tabelas e mapas estão disponíveis para download em formato excel e shapefile. A maior novidade, no entanto, é a apresentação do código fonte do arcabouço que estima emissões de 1ª e 2ª ordem para o processo de desmatamento corte raso. Além das emissões brutas relacionadas ao corte raso, o sistema também estima emissões líquidas, que consideram a dinâmica de crescimento/corte da vegetação secundária. Os resultados indicam um aumento da influência do crescimento da vegetação secundária no balanço de carbono da região, decorrente da diminuição da área de floresta primária desmatada na última década e manutenção da área de vegetação secundária. Já as estimativas de emissões de 2ª Ordem apresentam uma resposta atenuada em relação a oscilações da taxa do desmatamento (aumentos e quedas), pois carregam a influência das emissões históricas, isto é, dos processos de decomposição/queima da biomassa remanescente dos desmatamentos ocorridos nos anos anteriores. Logo, o aumento observado pelo PRODES na taxa de desmatamento entre 2012 e 2013 se refletirá ao longo dos próximos anos nas estimativas de 2ª Ordem combinado à futura trajetória (de aumento ou queda ou estabilização). Leia a matéria completa clicando aqui.

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Em momento histórico sonda-robô Philae aterrissa em cometa Texto extraído da Exame.com (12/11/2014). O módulo Philae aterrissou no dia 12 de novembro com sucesso sobre a superfície do cometa 67/P Churyumov-Gerasimenko, no qual ficará por vários meses para estudá-lo em profundidade. A Agência Espacial Europeia (ESA) informou, a partir do centro de controle de operações da cidade de Darmstadt (Alemanha) que a aterrissagem aconteceu às 16h02 GMT (14h02 de Brasília). O diretor-geral da ESA, Jean-Jacques Dordain, classificou a aterrissagem do Philae sobre o cometa 67/P como “um grande passo para a civilização humana”. “Fomos os primeiros a consegui-lo, e isso ficará para sempre”, acrescentou Dordain. Durante o processo de pouso na superfície do cometa, o Philae fez uma série de imagens, a primeira delas do satélite mãe Rosetta, obtida imediatamente depois da manobra de separação. O Philae – que tem o tamanho de uma geladeira e pesa 98 quilos – obteve essa imagem com o sistema CIVA-P, um dos dez instrumentos que leva a bordo para os experimentos. A primeira imagem que o Philae registrou mostra um dos painéis solares de 14 metros de extensão do Rosetta. O Philae se separou do Rosetta às 8h35 GMT e, às 9h03 GMT, chegou à Terra na velocidade da luz o sinal de telemetria indicando que essa manobra tinha sido bem sucedida. Sete horas depois, o Philae aterrissou na superfície do cometa. Os dados de telemetria demoram 28 minutos para chegar à Terra porque as naves estão a 511 milhões de quilômetros de distância. O módulo medirá, nos próximos meses, o campo magnético do cometa e fará testes, de até 30 centímetros de profundidade, dos materiais da superfície do núcleo na fase de máxima atividade, quando se aproxima do Sol. A ESA vai estudar em detalhes o desenvolvimento do coma (atmosfera) do cometa e averiguar se há moléculas complexas. Caso a água do cometa seja como a da Terra e o cometa tenha aminoácidos, ESA terá a prova de que foram esses corpos os que trouxeram a água e a vida à Terra. Leia a matéria completa clicando aqui.

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América Latina pesquisadoras tem taxa mais alta do mundo de mulheres Texto extraído do Portal UOL (12/11/2014). América Latina tem a taxa mais alta do mundo de pesquisadoras mulheres, 45% de todos os seus cientistas, e o Brasil se destaca nos investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento, revelou a diretora da Divisão de Ciências Políticas e Desenvolvimento Sustentável da Unesco, Lidia Brito. “É preciso mais pesquisadores neste campo” das ciências, assinalou a representante da Organização das Nações Unidas para a Ciência, a Educação e a Cultura (UNESCO). Segundo o último “Relatório Ciência” da Unesco, de 2010, Brasil, Argentina, Chile e México concentram 90% dos investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da América Latina, e o Brasil é responsável por 60% desse volume. É importante reconhecer que é uma região que esta crescendo, mas que ainda tem muito esforço para fazer”, assinalou a representante da Unesco. Países como o México e Argentina “estão se posicionando muito bem e estão destacando em nível internacional, mas o Brasil é o país que tem feita a grande parte”. Em 1965 a Unesco publicou o primeiro relatório sobre o investimento em ciência na região e estabeleceu uma série de metas e investimentos para as cinco décadas seguintes. “Após 49 anos apenas o Brasil alcançou o objetivo. Portanto temos que continuar trabalhando”, afirmou Brito, que assinalou que o investimento em P&D na América Latina está “um pouco melhor” do que na África e Oceania, mas sua capacidade “deve ser muito maior”, e pediu que os países “continuem aumentando” a aposta. Brito pediu que trabalhem para fomentar os investimentos dentro do setor privado e mencionou que em 2012, das 100 empresas privadas que mais investiram em P&D no mundo, só uma era da região. Leia a matéria completa clicando aqui.

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3) Educação Pesquisa mostra que 12% dos pais são comprometidos com a educação dos filhos Texto extraído da Agência Brasil (06/11/2014). A Pesquisa Atitudes pela Educação, divulgada pela ONG Todos pela Educação, mostra que 19% dos pais de estudantes são considerados distantes do ambiente escolar e da própria relação com os filhos. No outro extremo, 12% dos pais sãos comprometidos, ou seja, acompanham o desempenho dos filhos na escola, comparecem às atividades escolares e têm relação próxima com crianças e jovens. A pesquisa envolveu 2.002 pais ou responsáveis de alunos de 4 a 17 anos, matriculados da educação infantil ao ensino médio, em escolas públicas e particulares de todas as regiões do país. Dependendo da maior ou menor valorização da educação e vínculo com a criança ou jovem, o estudo classifica os pais como envolvidos (25%), vinculados (27%), intermediários (17%), comprometidos e distantes. Entre os pais considerados distantes, 25% procuram se informar sobre a proposta de ensino da escola, 37% ajudam a organizar o material para as aulas e 20% conversam com o filho sobre talentos no estudos e em outras atividades. Além disso, 60% gostam dos momentos que passam com parentes e 59% acreditam que há uma relação de respeito entre todos na família. Dos 12% comprometidos, 86% se informam sobre a proposta de ensino da escola, 98% observam as faltas, 91% respeitam a opinião das crianças e dos jovens, 79% mantêm contato com a escola sobre o desenvolvimento do aluno, 100% gostam dos momentos em família e 99% acreditam que há uma relação de respeito entre seus membros. Em relação à presença nas reuniões escolares, o levantamento mostra que 53% participaram de todas, 26% de algumas e 19% não participam de nenhuma. A principal justificativa (66%) é a falta de tempo. Leia a matéria completa aqui.

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Computador está fora da sala de aula na maioria das escolas públicas Texto extraído da Agência Brasil (10/11/2014). A maioria das escolas públicas do país (99%) tem computador e acesso à internet (95%), mas a tecnologia ainda não está na sala de aula. Os dados são da pesquisa TIC Educação divulgada em novembro pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI) por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC). Segundo a pesquisa, feita em 1.125 escolas em áreas urbanas e que ouviu estudantes, professores e diretores, em apenas 6% dos estabelecimentos os computadores estão instalados nas salas de aula e 85% nos laboratórios de informática. Em 30% das escolas o uso do computador acontece prioritariamente na sala de aula, mas por esforço dos educadores. Para o coordenador do Programa Cidadania dos Adolescentes do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Mário Volpi, ainda faltam estratégias para uso dos avanços tecnológicos no ensino. Segundo ele, a maioria dos estados gastou tempo e dinheiro do poder público para aprovar no Legislativo uma lei que proíbe o celular na sala de aula, quando deveria gastar o tempo “para pensar como potencializar os processos pedagógicos com o uso do celular”. Apesar da disseminação dos computadores e acesso à rede, a velocidade das conexões ainda aparece como um problema. De acordo com a pesquisa, 57% das escolas têm conexões até 2megabits por segundo, velocidade mínima prevista pelo Programa Banda Larga nas Escolas. Essa velocidade só é superada em 19% dos estabelecimentos de ensino. Em 17% dos casos, a velocidade é inferior a 1 megabit por segundo. Há ainda a disparidade regional. O acesso à internet é universal (100%) nas escolas do Sul e do Sudeste, mas atinge 86% dos estabelecimentos do Norte e Nordeste. Em relação à velocidade, o Nordeste e o Centro-Oeste concentram as conexões mais lentas, com 51% e 61% respectivamente das redes funcionando abaixo de 2 megabits por segundo. Leia a matéria completa aqui.

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Aprovada pela Comissão de Educação a inclusão de mudança climática e biodiversidade no ensino Texto extraído do Portal Agua Online (13/11/2014). A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou proposta que inclui os temas de mudanças do clima, da proteção da biodiversidade, e dos riscos e das vulnerabilidades a desastres socioambientais na Política Nacional de Educação Ambiental, criada pela Lei 9.795/99. Por recomendação do relator na Comissão de Educação, deputado Eurico Júnior (PV-RJ), o texto aprovado é o substitutivo acatado anteriormente pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável ao Projeto de Lei 5203/13, do deputado Márcio Macêdo (PT-SE). A proposta original previa apenas a inclusão das mudanças do clima e da proteção da biodiversidade entre os temas da política. “As modificações inseridas no substitutivo aperfeiçoam a prop osição original”, resumiu Eurico Júnior. Ele ofereceu ainda ao texto duas subemendas para adequar termos da área de educação e evitar detalhamentos terminológicos desnecessários. Conforme o texto aprovado, entre os objetivos da educação ambiental passará a ser incluído o estímulo à participação individual e coletiva, inclusive das escolas de todos os níveis de ensino, nas ações de prevenção, mitigação e adaptação às mudanças do clima, no estancamento da perda de biodiversidade, bem como na educação voltada à percepção de riscos e vulnerabilidades a desastres socioambientais. No item que estabelece finalidades para os estudos, pesquisas e educação ambiental, passará a ser incluído o desenvolvimento de instrumentos e metodologias visando a assegurar a efetividade nas ações educadoras comprometidas com a prevenção, mitigação e adaptação, relacionadas às mudanças do clima e aos desastres socioambientais, assim como ao estancamento da perda de biodiversidade. Pelo texto, o Poder Público, nos níveis federal, estadual e municipal, incentivará a sensibilização da sociedade para esses temas. Leia a matéria completa aqui.

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FNDE lançará sistema para agilizar distribuição de livros didáticos Texto extraído da Agência Brasil (13/11/2014). Para reduzir eventuais problemas de falta de livro didático em algumas escolas e evitar situações em que os estudantes esperam até o segundo semestre para receber um ou outro exemplar, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) do MEC vai lançar no ano que vem um sistema que permite que escolas cadastrem o número de estudantes matriculados e os livros que receberam a mais ou a menos. Com isso, os centros de ensino poderão se comunicar e fazer os remanejamentos necessários. Anualmente, as escolas públicas recebem livros pelo PNLD, cujas compras são feitas pelo FNDE. O número de exemplares adquiridos é baseado em projeção feita pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) com base no número de estudantes cadastrados no último Censo Escolar. É calculada ainda uma reserva técnica de 3% do total de estudantes de cada rede de ensino para eventuais aumentos inesperados de matrículas. Caso esses livros não sejam suficientes para atender a demanda, é possível solicitar uma compra complementar. Esse processo, no entanto, é demorado e o estudante tem acesso aos livros apenas no segundo semestre. Para buscar resolver a questão, o FNDE reformulou o Sistema de Controle de Remanejamento e Reserva Técnica (SISCORT), que ficou no ar de 2004 a 2011. O novo SISCORT estará no ar em fevereiro de 2015. No sistema, as escolas poderão atualizar o número de alunos e especificar os livros que receberam a mais ou a menos. Para as escolas onde faltam livros, o próprio sistema informará, de acordo com a proximidade, escolas no mesmo município ou estado que receberam as obras a mais. Aquelas que têm livros sobrando receberão uma notificação caso outros centros de ensino precisem dos livros. O sistema também disponibilizará os contatos para que os gestores se comuniquem. O transporte das obras deverá ser custeado pelas secretarias de Educação, que também acompanharão o processo. Leia a matéria completa aqui.

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4) Oportunidades Interáguas busca consultores Hidrometeorológica nacional para modernizar a Rede Estão abertas duas contratações para consultores no âmbito do Programa de Desenvolvimento do Setor Água (Interáguas). Os profissionais deverão prestar consultoria para elaboração de critérios para subsidiar ações de planejamento e modernização das redes pluviométrica (que acompanha chuvas) ou fluviométrica (rios), que fazem parte da Rede Hidrometeorológica Nacional. As inscrições podem ser realizadas até 3 de dezembro através do site do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) http://www.iica.org.br/index_editais_pessoafisica.htm. Na página os interessados deverão se cadastrar e anexar seus currículos. A duração de ambos os contratos é de 210 dias e para ambas as seleções, os profissionais têm que ter dez anos de graduação numa das áreas da Engenharia, Ciências Agrárias, Ciências Exatas ou Ciências da Terra. Nos dois casos, os consultores também deverão ter experiência em recursos hídricos ou em planejamento, gestão e monitoramento de redes hidrometeorológicas. Para a área de pluviometria requer consultores com conhecimento em: Meteorologia, Climatologia, Mudanças Climáticas ou Geoestatística. Também são exigidas pós-graduações em áreas específicas. Processo Seletivo de Mestrado e Doutorado do PPGCC-UFRN O Programa de Pós-Graduação em Ciências Climáticas (PPGCC) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, estão com inscrições abertas até o dia 12 de dezembro de 2014 para os Processos Seletivos 2015.1 nos Cursos de Mestrado e de Doutorado. As inscrições serão realizadas on-line através do link: http://www.sigaa.ufrn.br/sigaa/public/programa/portal.jsf?lc=pt_BR&id=5211 ou no portal do Programa www.posgraduacao.ufrn.br/ppgcc.

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Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia Os interessados em participar do Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia podem fazer as inscrições até o dia 23 de fevereiro de 2015. Com tema "Popularização da Ciência", os candidatos podem se inscrever em uma das seguintes categorias: Iniciação Científica, Estudante Universitário, Jovem Pesquisador e Integração. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site do Prêmio. A categoria Iniciação Científica permite inscrição individual ou por equipes de estudantes do ensino médio - inclusive da modalidade de educação de jovens e adultos (EJA) - que tenham no máximo 21 anos. Estudante Universitário é uma categoria de premiação individual, para alunos do ensino superior (graduandos), sem limite de idade. A categoria Jovem Pesquisador também é individual e voltada a pesquisadores graduados com no máximo 35 anos até 10 de outubro de 2014. Já a categoria Integração destacará equipes de pesquisadores graduados, sem limite de idade. Cada equipe deve ser composta por pelo menos dois pesquisadores residentes em países membros ou associados ao Mercosul, de nacionalidades ou naturalidades diferentes. As equipes compostas por pesquisadores de um só país serão desclassificadas. Para mais informações clique aqui. 5) Agenda Conferência sobre Energia e Mudanças Climáticas No período de 27 a 29 de janeiro de 2015 será realizada em Washington (EUA) a 15ª Conferência Nacional e o Fórum Global sobre Ciência, Política e Meio Ambiente, organizada pelo Conselho Nacional para Ciência e Meio Ambiente dos EUA (NCSE) que tem como tema deste ano Energia e Mudanças Climáticas. Este evento discutirá e apresentará os avanços que incidem sobre a transição do mundo para um novo sistema energético de "baixo carbono" e de "resiliência do clima". Para mais informações clique aqui.

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