Revista Jornal Empresários Novembro 2014

 

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Condomínio de casas em Jacaraípe a preço de custo O Inocoop-ES, em parceria com a Metron Engenharia, constrói na segunda quadra do mar, em Jacaraípe, na Serra, um condomínio de casas. O sistema de comercialização será por meio de cooperativa e terá preço de custo. O preço de venda de cada unidade é R$ 200 mil. Página 14 Novo prédio da Grand Construtora será no Parque das Castanheiras O edifício Vivace terá três quartos com suíte, varanda e área privativa variando entre 105,46 e 107,02 m2. Os apartamentos serão comercializados com preços a partir de R$ 598 mil. Página 15 ® do Espírito Santo ANO XV - Nº 179 www.jornalempresarios.com.br NOVEMBRO DE 2014 FOTO: ANTÔNIO MOREIRA Trânsito sem direção A falta de sincronização no sistema de semáforos de Vitória contribui para deixar o trânsito ainda mais caótico. Páginas 8 e 9 Cobra D’água aposta no pequeno varejo O empresário Lucas Izoton quer chegar com os produtos da marca em 2.500 cidades. Página 6

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2 NOVEMBRO DE 2014 VITÓRIA/ES 14 ANOS EDITORIAL❫❫ O futuro do Brasil s manifestações de rua do ano passado, quando milhares de brasileiros saíram de suas casas para protestar contra desmandos da classe política deixaram patente que a sociedade brasileira acordou. A voz das ruas demonstra que, apesar das ações em contrário, surge no Brasil uma nova consciência, que se distancia, aos poucos, de valores meramente mercantis e apega-se a conceitos de solidariedade e de cidadania. O Brasil mudou, transformouse na sétima economia do mundo e assumiu lugar de destaque em fóruns internacionais, como país líder da América do Sul. Sua política de integração regional, as posições assumidas frente a questões relacionadas a outras nações, muitas em conflito, e os programas sociais desenvolvidos para o público interno o colocam na dianteira da política mundial. Com a reeleição da presidente Dilma Rousseff, o Brasil inaugura o quarto quadriênio de um novo modelo de gestão. O país se distancia do ordenamento do mercado e se aproxima cada vez mais de uma política de fortalecimento do Estado como indutor de ações de desenvolvimento, com o foco principal centrado no social. Um período de transição, difícil e arriscado, por conta de oposição política e de erros e equívocos do próprio governo. O nível do ordenamento social melhorou, mas de outro lado existem problemas crônicos, como a falta de saneamento básico na maioria dos centros urbanos, o atendimento médico-hospitalar, o atraso no setor educacional e a insegurança. Sem contar os casos de corrupção envolvendo homens públicos, em decorrência de um sistema político atrasado e propício à prática criminosa. A presidente reeleita chama ao diálogo. Espera-se, para o bem de toda a sociedade, uma abertura de novos canais de comunicação que envolva o governo central, as casas legislativas e o mundo político como um todo, a fim de que o modelo cívico importe mais do que o econômico e o ser humano seja cada vez mais valorizado. Desse modo, o futuro será de esperança, em uma nova concepção de existir. ■ DELFIM NETTO A Não é incompetência Brasil não volta a crescer a não ser quando enfrentarmos o problema do sucateamento da indústria nacional, graças ao fato de ter sido submetida a políticas inadequadas (com destaque para as de câmbio) há pelo menos duas décadas. O problema se agravou nos anos mais recentes quando lentamente a produção nacional foi sendo substituída pelos importados. Apesar de algumas críticas inspiradas no velho complexo de “vira-latas” que ainda resiste em nossa sociedade, não é por falta de competência do nosso parque manufatureiro que se operou aquela substituição. Foi porque tomaram do setor industrial as condições isonômicas de competição: a alta tributação que pesa sobre o produtor não pode ser inteiramente descontada na exportação; um sistema de tarifas efetivas complica as transações; não funciona mais um mecanismo de “draw back” efi- O ciente; por longo período não se manteve a taxa de câmbio razoavelmente competitiva; e estimulou-se o aumento do salário real muito acima da produtividade, de forma que o setor industrial, primeiro, perdeu a demanda externa que tinha – ele era exportador eficiente, sempre foi respeitado no comércio mundial. Perdeu, depois, a demanda interna. Hoje, cálculos mostram “a grosso modo” que nos últimos dez anos foi subtraído da indústria brasileira um montante de recursos equivalente a 300 bilhões de dólares. Se não corrigirmos essas políticas, não vamos voltar ao crescimento: o governo pode fazer o que quiser, mas sem o revigoramento da indústria a economia brasileira não voltará a prosperar. Espero que a Presidente Dilma mova seu Governo nessa direção. Devemos entender que ainda há um período tormentoso que atinge toda a economia mundial; a Eu- ropa continua afundando; os EUA tem uma recuperação lenta, embora um pouco mais firme; a China está reduzindo o crescimento; há uma contração do crescimento econômico no mundo inteiro. Nosso baixo crescimento não é por conta disso, apenas, mas não se pode fingir que a depressão mundial não nos afeta; o problema é que nós fizemos os nossos erros próprios; o pior de todos quando abandonamos o setor industrial como um todo, procurando dar respaldo a alguns poucos setores – obviamente importantes – mas não ao conjunto da manufatura brasileira. Política industrial não é para reduzir importação. Precisamos de um conjunto de políticas coerentes para aumentar as exportações e as importações; somos um mercado de consumo de mais de 200 milhões, mas o complemento externo não pode faltar para que possamos produzir competitivamen- te, tanto para exportar quanto para absorver as importações, que não são apenas produtos finais, mas componentes que integram a produção nacional que participa das exportações. É preciso, então repensar todos esses problemas: é claro que temos que dar proteção a alguns setores da produção nacional, inclusive nos programas de investimentos, mas com moderação, como se fez no passado. Podemos dar uma margem ao produtor nacional, de até 15% e quem não conseguir acompanhar isso vai ter que ampliar sua produtividade, porque não vamos prejudicar todos os projetos para exigir que qualquer que seja a válvula, ela tenha que ser fabricada no Brasil. ■ Antonio Delfim Netto é professor emérito da FEA-USP, exministro da Fazenda, Agricultura e Planejamento. contatodelfimnetto@terra.com.br EUSTÁQUIO PALHARES uando o povo saiu às ruas em junho do ano passado causando perplexidade geral no “establishement” , ditos poderes formais, autoridades constituídas e ícones da tradição, ninguém necessitou de profundo noção de sociologia ou psicologia de massas para perceber naquele espasmo, naquela catarse de causas aparentemente difusas, um sintoma de fadiga de material, de uma rejeição a um estado de coisas, de abafamento, de sufocamento que se tornam tanto mais opressores na medida da falta de perspectivas. O “sistema” foi competente para montar um esvaziamento trabalhando com o medo, jogando exatamente com a inconsistência ideológica ou a falta de articulação do processo que emergiu espontâneo, alimentado pelo inconformismo, pela revolta, pelo esgotamento da capacidade de suportar resignadamente a esquizofrenia social que acomete o Brasil há anos. Um comando nacional que opera em uma perspectiva, a do clientelismo inconsequente servindo a um democratismo de ocasião como projeto de poder que não se sustenta economicamente a longo Uma escarrada na sociedade Q prazo. E uma sociedade para quem a estrutura do ente público tem se mostrado progressivamente dispendiosa, cara, asfixiante, principalmente para a parcela produtiva, convocada a financiar a benemerência do Estado que não se preocupa em cimentar os fundamentos econômicos da justiça social que se dispõe a promover. Por falta, então, desse alinhamento, desse viés representado por uma agenda efetiva de propostas explícitas de mudanças, tão logo o vandalismo se instalou em meio ao povo, este recuou, por não ser afeito à violência e por não endossar práticas que caracterizassem um extremismo intempestivo. Mas o artifício funcionou. A depredação inibiu a manifestação, as famílias recuaram e mesmo os factoides improvisados pelos marqueteiros, a partir de Brasília, nem precisaram passar disso, de ações cosméticas que não foram além do anúncio, desde que as razões que as inspiraram, tão rapidamente como irromperam, arrefeceram... Mas aquele deve ser entendido como um espasmo fisiológico. Como uma manifestação da fisiologia social que pode ser contida ao nível da razão, mas em dado momento irromperá, qual o conviva na festa tão concorrida que, sentindo acometer-lhe o mal estar, tenta conter o vômito... As razões que geraram o desesperado repudiam a “isso tudo que está aí” , não se extinguiram, refluíram, mas seguem latejando. Continuamos com um Estado caro, com o pequeno empresário brasileiro, o grande herói urbano que gera emprego, salário e impostos, garroteados por uma carga tributária de um Estado que busca compensar-se da renda que não aufere dos patrimônios, dos bancos, das heranças, com trabalhadores que na perspectiva de uma república sindicalista mostram-se ciosos de todos os direitos numa atitude que não guardam para com os seus deveres, vide nossos baixíssimos índices de mundial produtividade, e com um maragato encastelado no Poder Público entendendo que o setor produtivo do Brasil deve carrega-lo, nutri-lo e mantê-lo qual estamento isolado da realidade brasileira. A questão do auxílio moradia para juízes, promotores, desembargadores, conselheiros e membros equivalentes do Poder Judiciário é apenas um escarro na face da sociedade brasileira. Não bastassem os salários privilegiados que desfrutam os outros tantos benefícios, a jornada de trabalho – aliás, a de qualquer funcionário público - que nenhum empresário pode se dar ao luxo de cumprir ou as aposentadorias suíças, ainda afrontam nossa capacidade de não nos indignarmos alegando que “se está na Lei é legal” .E pior, retalhando o nosso país com um cultura de patológico corporativismo em que cada segmento defende os privilégios e sinecuras de sua casta em detrimento do conjunto da coletividade, como se vê com promotores, juízes e desembargadores, nesse deplorável episódio. Farinha pouca, meu pirão primeiro, ou Mateus, primeiro meu, né doutores. Sério? Triste exemplo de quem deveria ser exatamente modelo para todos os grupos sociais. Como diria o exasperado Cícero no Senado Romano: quosque tandem abutere Catilina, patientia nostra? ■ Eustáquio Palhares é jornalista eustaquio@iacomunicacao.com.br É publicado por Nova Editora - Empresa Jornalística do Espírito Santo Ltda ME - Insc. Municipal: 1159747 - CNPJ: 09.164.960/0001-61 Endereço: Praça San Martin, 84, salas 111 e 112, Edifício Alphaville Trade Center - Praia do Canto, Vitória - Espírito Santo - CEP: 29055-170 Diretor e jornalista responsável Marcelo Luiz Rossoni Faria rossoni@jornalempresarios.com.br Repórter fotográfico Antônio Moreira Colaboradores Antonio Delfim Netto, Eustáquio Palhares e Jane Mary de Abreu Site: www.jornalempresarios.com.br E-mail: jornal@jornalempresarios.com.br Impressão: Gráfica JEP - 3198-1900 Diagramação Liliane Bragatto redacao@jornalempresarios.com.b Contato comercial comercial@jornalempresarios.com.br Telefone (27) 3224-5198 As opiniões em artigos assinados não refletem necessariamente o posicionamento do jornal.

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4 NOVEMBRO DE 2014 VITÓRIA/ES 14 ANOS JANE MARY DE ABREU Hoje eu desperto feliz! oje desperto feliz esperando que as coisas felizes de Deus venham a mim! Este é um mantra poderoso que, repetido pelo menos três vezes pela manhã, qualifica o seu dia. Parece brincadeira de criança, mas não é. Já está provado cientificamente que o pensamento é pura energia e quando lhe damos uma forma, através de imagem e som, conseguimos tornálo realidade. Quer a gente perceba ou não, criamos e moldamos a nossa vida o tempo todo através dos pensamentos. Tudo que faz parte da nossa realidade física foi primeiramente criado pela mente a partir da matériaprima chamada pensamento. A Psicologia usa com muita freqüência o termo subconsciente. No Tibete, em vez de subconsciente, os Lamas usam uma palavra que pode ser traduzida como superconsciente, ou seja, uma consciência de ordem superior, cuja função é tomar o pensamento, que é energia pura, e dar-lhe forma física no mundo material. Em outras palavras, o superconsciente é um servo prestativo e diligente, a quem damos ordens por meio de nossos padrões mentais. Toda vez que a gente tem um pensamento, bom ou mau, estamos na verdade dando um comando para o superconsciente, o nosso servo obediente, que vai realizar exatamente aquilo que nós lhe ordenamos. A realidade física nada mais é H que o espelho dos nossos padrões de pensamento. Na teoria, o entendimento desse mecanismo mental é aparentemente fácil. A Neurolinguística vem batendo nessa tecla há algum tempo, os sábios e os iluminados de todos os tempos ensinam isso desde que o mundo é mundo. Há 500 anos antes de Cristo, Buda já dizia: “Somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo.” O problema é aceitar o conceito quando estamos vivendo uma situação infeliz ou trágica... aí nos recusamos a aceitar que nós mesmos criamos a situação a partir de nossos pensamentos. Eu responsável por essa tragédia? Como? De forma alguma... Mais fácil é responsabilizar alguém pelo que nos acontece, não é assim? Ou foi a infância infeliz que tivemos, ou foi o marido traidor, a mulher infiel, o governo que não cuida das pessoas como deveria, e até Deus, que não está cumprindo bem o seu papel de Pai. A gente sempre encontra uma forma de fugir da responsabilidade de estar criando a própria realidade a partir dos pensamentos. Mas o fato é que, aceitando ou não o mecanismo da mente, nossos pensamentos determinam como será o nosso dia. Se você levanta da cama no automático e sai de casa reclamando da reunião que ainda nem aconteceu, mas que você acha que será uma chateação, é claro que ela será uma chateação monumental. Se você entra no carro já imaginando que o trânsito deve estar um inferno, com toda certeza do mundo você o encontrará assim, pois acabou de dar para o superconsciente o comando para a materialização da situação. A partir do pensamento criamos os sentimentos e as ações. Por isso é tão importante começar o dia agradecendo. A gratidão cria um espaço dentro da gente para que possamos receber todas as dádivas que o Universo planejou para todos, indistintamente. A mente de Deus não conhece a escassez, ela é abundância pura, felicidade permanente. O mantra é um instrumento valioso para unificar os padrões de pensamento e alinhá-los com os melhores e mais elevados desejos. Para usar bem essa ferramenta poderosa é preciso pronunciá-lo em voz alta, com convicção. Sinta o poder da sua voz e fale como se estivesse dando uma ordem para o superconsciente, seu servo obediente, que certamente vai atender todos os seus desejos. E não se economize na utilização do mantra – crie o hábito de repeti-lo não apenas ao acordar, mas em intervalos regulares durante o dia. E sempre que foi assaltado por pensamentos pessimistas, enfrente-os com firmeza, reduzindo-os com o poder do seu mantra: Hoje eu desperto feliz esperando que as coisas de Deus cheguem a mim! E não pense que esta é uma posição comodista. Não existe nada mais valente no mundo do que a entrega… Poucos são capazes dela, por isso poucos têm recebido as graças que estão destinadas a todos. E por falta de coragem para fazer a rendição, a maioria lamenta, reclama e vegeta. Dominados pelo ego, com o foco apenas nos prazeres que julgam que o corpo pode lhes oferecer, essas pessoas passam pela vida sem viver. Como não aprenderam a se amar, não conseguem amar ninguém. Como não reconhecem Deus, amargam a dor da orfandade. A depressão nada mais é que uma prolongada ausência da casa do Pai. Quando a gente aprende a agradecer pelo que já tem; quando aprende a enxergar o Cristo em cada pessoa que se aproxima; quando aprende a respeitar toda a criação divina – plantas, animais e seres humanos; a vida vai se transformando numa celebração permanente. Tudo começa a acontecer automaticamente sem que seja preciso fazer qualquer esforço. O que você manda para o Universo em forma de pensamento e sentimento, retorna a você na mesma intensidade. Irradie amor e você só receberá amor! Envolva-se com a tristeza e ela atrairá para a sua vida pessoas e situações com a mesma vibração. E não adianta reclamar porque foram os seus pensamentos e seus senti- mentos que criaram esta realidade que você vive hoje. Você é inteiramente responsável pela vida que está vivendo! Esta é uma responsabilidade intransferível! Desista da ideia louca de ter razão, queira mais da vida – queira ser feliz! Abra mão dos julgamentos, entenda de uma vez por todas que cada um de nós está se esforçando para fazer o melhor, cada um de nós está na experiência que precisa viver, então, não existe essa história de erro e nem de acerto... de pecado e nem de culpa... tudo que vivemos são apenas lições pelas quais precisamos passar para que um dia possamos ser graduados na universidade da vida como seres humanos de verdade – seres íntegros, éticos, compassivos e amorosos. Quando a gente age em harmonia com todas as coisas do universo, as bênçãos nos chegam automaticamente, não é preciso fazer qualquer esforço. O que Deus planejou para os seus filhos é a felicidade permanente, que pode ser acionada a todo instante a partir de pensamentos edificantes... Hoje desperto feliz, esperando que as coisas felizes de Deus venham a mim! ■ Jane Mary de Abreu é jornalista, Consultora de Comunicação e Marketing, autora do livro Tudo é perfeito do jeito que é. www.janemary.combr janemaryconsultoria@gmail.com

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14 ANOS INFORME PUBLICITÁRIO VITÓRIA/ES NOVEMBRO DE 2014 5 Pedra Azul se organiza para virar patrimônio natural da humanidade O distrito de Pedra Azul, no município de Domingos Martins, está se preparando para virar Patrimônio Natural e Cultural da Humanidade. A caminhada para alcançar o título, concedido pela Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), teve início há dois anos, desde outubro de 2012. Questões como a preservação da natureza, o reconhecimento do potencial estético e turístico do local, serão mais destacados, gerando visibilidade nacional e internacional. Por sua vez, o título é dado a monumentos naturais que possuam um valor excepcional relativo à estética, que sejam habitat de espécies animais e vegetais ameaçados ou alto valor do ponto de vista da ciência, conservação ou beleza natural. Para o presidente do Grupo Izoton, Lucas Izoton, o objetivo de transformar Pedra Azul em patrimônio natural da humanidade segundo a UNESCO é de fundamental importância para o turismo, não somente das montanhas capixabas, mas de todo o Espírito Santo e do Brasil. “Pedra Azul é considerada por muitos a capital das montanhas capixabas, por concentrar potencial de alta gastronomia, enologia e prática de esportes de aventura; que várias gerações de uma família procuram” , destaca. Izoton ressalta ainda que Pedra Azul e todo o Estado tendem a ser beneficiados com esse título, que pode alavancar o turismo e a economia. “Os poucos lugares do mundo que são detentores deste título passaram a atrair turistas do mundo inteiro” , disse. O distrito precisará tomar medidas ambientais, para preservar o cenário no qual está inserido e o seu entorno. Diante disso, em dezembro, a secretária de Meio Ambiente do Estado, Diane Rangel, participará de uma conferência internacional da UNESCO para apresentar o projeto de candidatura de Pedra Azul, como Patrimônio Natural da Humanidade. Após a aprovação, o título será oficializado no início de 2015. Pedra Azul será o primeiro monumento natural capixaba a ter reconhecimento mundial pelo órgão da ONU, unindo-se a outros destinos turísticos brasileiros, como o Pantanal, no Mato Grosso do Sul e as Cataratas do Iguaçu, no Paraná.

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6 NOVEMBRO DE 2014 VITÓRIA/ES 14 ANOS Cobra D’agua investe no pequeno varejo e redes multimarcas O objetivo é chegar a 2.500 cidades e R$ 200 milhões de faturamento anual até 2016 Novos produtos e grandes varejistas Ir além da bermuda e da camiseta, carroschefes da empresa, é uma das estratégias para aumentar a rentabilidade tanto para a Cobra D’agua quanto para os clientes lojistas de todo país. Após estudos de mercado, a marca passou a investir em produtos diferenciados como camisas polo, jeans, cintos, carteiras e bonés. A empresa, além disso, buscou-se licenciamentos para a marca na linha de acessórios como mochilas, cadernos, agendas, sandálias e sapatênis. A cada ano, a Cobra D’agua lança 2.000 novos produtos divididos em quatro coleções. As grandes lojas multimarcas também são alvo da empresa, que investiu em parcerias para instalar as chamadas 'store in store'. Comum fora do Brasil, o modelo conta com espaços diferenciados dentro dos pontos de venda. Nele os produtos da Cobra D’agua ficam dispostas em um ambiente exclusivo, para expor a essência e o conceito da marca. “A instalação de um corner de 9 m², por exemplo, triplica nossas vendas no local” , explica Izoton. Este padrão já foi adotado em grandes redes e mesmo lojas multimarcas localizadas nos estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Norte, Amazonas e São Paulo. Com diversas frentes de expansão, o modelo de negócios da Cobra D’agua permite um crescimento sustentado mesmo em um momento de desaceleração da economia, enfatiza Izoton. “Nossas vendas hoje são pulverizadas em uma ampla rede. Como as lojas e os produtos são muito diversos, nosso público é amplo – inclui desde a classe B até a classe C em algumas cidades. A diversidade, que é a cara do país, faz parte do nosso DNA e é o nosso grande trunfo para continuarmos crescendo." ■ FOTO: ANTÔNIO MOREIRA E xpandir suas operações no pequeno e médio varejo multimarca, chegando a 2.500 municípios do País até 2016. Essa é a principal estratégia de crescimento da Cobra D’agua, companhia capixaba que completou 26 anos de mercado em 2014. Atualmente as roupas e os acessórios da marca, voltados para o público jovem, estão disponíveis em mais de 12 mil pontos de venda em 1.800 cidades. No ano passado, o grupo movimentou R$ 150 milhões em volume de negócios e, neste ano, prevê alcançar um faturamento de R$ 165 milhões, cerca de 10% superior a 2013. Fundada em 1988, a Cobra D’agua tem sua trajetória marcada por grandes realizações e conquistas no cenário da moda nacional. A marca de moda jovem atende todos os 27 estados brasileiros. O coração do negócio é o seu sistema de distribuição por regiões, o que permitiu à marca chegar aos lojistas mesmo em municípios remotos. Hoje a Cobra D’agua é a marca com maior presença nacional, referência em pequenas e médias cidades e também em algumas capitais como Belém, Cuiabá, Campo Grande e Goiânia. Cerca de 11 milhões de jovens usaram seus produtos. Em parceria com lojistas que já comercializam produtos da empresa, a marca lança o projeto Cobra D’agua Multi Store. O objetivo é abrir 12 unidades multimarcas sob a bandeira Cobra D’agua, com artigos diferenciados, até 2015. “Esse formato é mais flexível do que as franquias tradicionais e pode ser feito em lojas já existentes. A ideia é que o lojista fidelize seus atuais clientes e, ao mesmo tempo, conquiste novos públicos” , explica Lucas Izoton, presidente da empresa. Para participar, os parceiros precisam ter o mix composto por 60% de produtos da marca. A Cobra D’agua, por sua vez, atuará como uma consultoria do empreendedor, com orientações técnicas sobre melhorias operacionais, de marketing, finanças, mix de produtos, além de treinamento de equipes. O objetivo é aumentar as vendas gradativamente e com baixo custo. A Cobra D’agua também investe na capacitação dos pequenos varejistas, que são os principais vendedores de seus produtos. A formação – por meio de livros, vídeos, newsletters e encontros – inclui desde dicas gerais de atendimento até orientações sobre como tornar as vitrines mais atrati- FOTO: DIVULGAÇÃO O empresário Lucas Izoton leva a marca Cobra D’água a todos os estados vas. Para Izoton, esse apoio é fundamental no momento em que grandes varejistas chegam a novos mercados. “A concorrência é brutal para quem não está preparado. Nosso objetivo é ajudar o empreendedor para que ele tenha um negócio sustentável, aumentando as vendas, seja de produtos da Cobra D’agua ou de outras marcas” , enfatiza. Cobra D’água tem loja no Shopping Vitória

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8 14 AN Trânsito de Vitória à esper FOTOS: ANTÔNIO MOREIRA Em Vitória, o trânsito ruim aumenta a irritação dos motoristas que não entendem porque os semáforos não são sincronizado rânsito organizado com mobilidade urbana de qualidade. A frase expressa um desejo de gestores públicos, políticos e, principalmente, da população de Vitória, diante da situação caótica do trânsito na cidade, invadida diariamente por centenas de novos veículos automotores. A situação só tende a piorar, apesar das medidas anunciadas pelo governo, levando em conta que a maioria delas privilegia, exatamente, o causador do problema: o automóvel. Enquanto não houver uma política que desencoraje o uso do automóvel e priorize o transporte coletivo a soluções ficam mais difíceis, impossíveis até, afirmam estudos técnicos. A construção de ciclovias, de forma isolada e sem a preocupação de interligar uma à outra, formando uma faixa contínua de vias apropriadas, ligando bairros e municípios, demonstra ser inócua e se presta mais à prática de esporte. Por ser a capital do Estado e situada entre outros três grandes municípios, Vila Velha, Serra e Cariacica, Vitória recebe um fluxo de veículos acima da capacidade de escoamento de um fluxo normal por suas vias. Só de Cariacica e de Vila Velha, vindos da Segunda Ponte, entram 42 mil veículos por dia na capital. Pela Terceira Ponte, trafegam 70 mil veículos/dia, em média, segundo dados do Detran. O volume de veículos aumenta, novos problemas surgem a cada dia e as soluções ficam mais distantes, deixando a população decepcionada à espera de prometidas mudanças. Apesar desse cenário, antigos empecilhos permanecem. Um deles está relacionado com a questão dos semáforos, cuja falta de sincronização deixa o Trânsito lento, para desespero de quem cumpre horário. Vitória sofre com o excesso de semáforos. Há, T em média, um semáforo a cada 1,9 quilômetro. Em algumas vias, como na avenida Saturnino de Brito, há sinais a cada 100 metros. Na Nossa Senhora dos Navegantes, há semáforos a cada 50 metros, totalizando, somente nesta vida, cerca de 30 sinais. Em alguns locais, como na avenida Dante Michelini, há fala de sincronização, o mesmo ocorrendo na Reta da Penha. O que se observa é que o foco está voltado unicamente para obras caras e ideias radicais que amenizam o caos no trânsito. No entanto, iniciagivas simples, inteligentes e baratas, fruto de uma boa gestão, podem causar efeitos imediatos nos engarrafamentos. A faixa exclusiva para ônibus (BRT), cujas obras foram iniciadas há três meses, só vai funcionar se todas as etapas estiverem funcionando com excelente qualidade. Um exemplo é a cidade de Curitiba, que encontrou soluções em projetos simples e baratos, na administração do arquiteto Jaime Lerner. "O segredo de Curitiba é a simplicidade", explica. A questão é complexa e passa por uma decisão que envolve não apenas a administração da capital, mas de toda a região metropolitana. No entanto, quando a discussão da questão passa para esse patamar, perde força e as políticas públicas são adotadas de forma isolada. O problema afeta a população de Cariacica, Vila Velha, Serra e Vitória, pois os gargalos se encontram próximos às divisas entre os quatro municípios e prejudicam todo o sistema de acesso à região central da capital, que acaba recebendo um fluxo de veículos três vezes maior que sua frota. Neste cenário, as mudanças permanecem em compasso de espera, enquanto a população é obrigada a enfrentar os problemas, que se avolumam, e vendo as soluções a cada dia mais distantes.

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NOS VITÓRIA/ES NOVEMBRO DE 2014 9 ra da mudança Uso de bicicleta “não pega” Como ação de marketing pode ate funcionar, segundo a visão de quem a colocou em prática, mas o fato é que o prefeito Luciano Rezende pelo menos até agora colhe poucos dividendos em decorrência de sua performance para chegar de bike à Prefeitura de Vitória, como faz toda sexta-feira. Ao tentar imitar o prefeito de Londres, que se desloca costumeiramente de bicicleta para seu trabalho, o prefeito de Vitória não deve ter levado em consideração algumas diferenças básicas, relacionadas à cultura das duas cidades. Em conseqüência, a multiplicação de sua demonstração pode ter confirmado sua boa forma, como ex-atleta que é, mas não provocou entusiasmo nos munícipes, que continuam a utilizar o precário sistema de transporte coletivo, principalmente nos horários de pico. O fato é que o cenário de Vitória é totalmente inverso ao de Londres, a começar pelas condições climáticas. E depois, a infraestrutura da capital londrina e de outras cidades européias, onde o uso das bikes é comum, é diferente e propicia o uso desse veículo. Por aqui não existem bicicletários, com exceção de alguns poucos e, além disso, a cultura do automóvel é muito forte entre os brasileiros. E eles contam com a cumplicidade dos gestores das políticas públicas, cujos projetos privilegiam justamente o uso do carro e não de bicicletas. Pelo menos é isso que se observa no plano de obras do município. Mesmo sendo a bicicleta reconhecida pelo código de trânsito como um veículo de transporte, além de uma opção inteligente que não agride o meio ambiente, a capital esquece o que é primordial para o ciclista: a acomodação segura de seus veículos. A Prefeitura de Vitória tem a Lei 8.352 de 2012, que determina que locais como parques, shopping centers, supermercados, agências bancárias, igrejas, estabelecimentos de ensino, órgãos públicos, hospitais, instalações desportivas, museus, teatros, cinemas, casas de cultura e até indústrias a tenham bicicletários. A quantidade de vagas é pré estabelecida de acordo com o tamanho da área do comércio, pelo Plano de Desenvolvimento Urbano (PDU). Mesmo assim, são poucos os locais onde a lei é cumprida. Compartilhamento de bicicletas, implantação de paraciclos e realização de campanhas educativas são algumas das ações que a Prefeitura de Vitória está desenvolvendo para promover o uso desse veículo Licitação da quarta ponte teve processo suspenso os, como mostra a foto maior, para impedir os constantes engarrafamentos Projetos não saem do papel Túnel, mergulhão, retorno do aquaviário, BRT e quarta ponte, são apenas alguns dos projetos anunciados nos últimos anos e que permanecem no papel ou em apresentações em PowerPoint, para públicos fechados e reduzidos. Alguns desses projetos serão herdados pelo futuro governo do Estado, sem garantia de continuidade. Um dos projetos mais ambiciosos, apresentado pelo secretário de Estado dos Transportes, Fábio Damasceno, é o da quarta ponte, que faria a ligação entre os municípios de Vitória e Cariacica utilizando a rodovia Serafim Derenzi, em São Pedro – Vitória - até Porto de Santana - Cariacica. O objetivo é tirar parte do fluxo de veículos do Centro de Vitória e da Segunda Ponte. O BRT, aquaviário, quarta ponte e Leste-Oeste, formam um conjunto de 50 obras e programas que integram o projeto mais ousado do governo do Estado. O BRT irá interligar os municípios de Vitória, Vila Velha, Cariacica e Serra com 32 km de corredores exclusivos para ônibus. O sistema BRT também contará com estações de embarque e desembarque nos canteiros centrais, adaptados para acessibilidade de todos os passageiros. O retorno do sistema aquaviário, cuja paralisação até hoje não foi devidamente explicada, depende ainda de uma série de providências burocráticas, para atender à legislação. Com tudo isso, o fato é que o projeto do BRT caminha a passos lentos, a partir da primeira intervenção na Avenida Leitão da Silva, para alargamento da pista e outras obras. Outras medidas paliativas têm sido adotadas, mas o resultado apenas reduz os efeitos do problema. É o caso de projeto aprovado pela Câmara de Vereadores de Vitória, que proíbe os motoristas de ônibus da Capital de acumular a função de cobrador. Mais de 300 profissionais dirigem os coletivos dessa forma e dessa forma ajudam a tornar o tráfego de veículos mais lento, provocando engarrafamentos, que se tornaram comuns a cada dia na cidade. ■ Como o prefeito de Londres, Boris Johnson, Luciano dá bom exemplo e vai ao trabalho de bicicleta, mas somente às sextas-feiras SERVIÇO ■ CICLOVIAS: 30 quilômetros ■ CICLOFAIXAS: 17 quilômetros ■ SISTEMA VIÁRIO: cerca de 534 quilô- metros de extensão ■ MÉDIA DE CARROS EM CIRCULAÇÃO POR DIA: 100 mil como meio de transporte na cidade. A administração municipal já está implantando ciclovias e ciclofaixas para estimular o modal sustentável, melhorar a mobilidade urbana e incentivar a prática de exercícios físicos entre a população. No entanto, a utilização desse veículo está mais relacionada com a prática de esportes, como pode ser constatado nos fins de semana, com as ciclovias cheias. No horário comercial, as ciclovias permanecem sem uso ou funcionando como pista para veículos automotores.

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10 NOVEMBRO DE 2014 VITÓRIA/ES 14 ANOS Ganhos com estacionamento Serão quase três mil vagas distribuídas em três bairros de Vitória, que garantem faturamento diário de R$ 44 mil a capital, os motoristas que circularem pelo Centro, Praia do Canto e Santa Lúcia devem encontrar mais facilidade para estacionar seu veículo. Isso porque começou a funcionar no dia 17 o estacionamento rotativo nesses bairros. A cobrança será feita das oito horas da manhã até às seis da tarde, de segunda a sexta. E, aos sábados, das oito horas da manhã até às duas da tarde. À noite, não haverá cobrança. Ao todo, serão criadas 2.999 vagas rotativas em Vitória: 800 no Centro, 1.849 na Praia do Canto, e outras 350 em Santa Lúcia. Os valores cobrados para estacionar serão de R$ 1,00 para 30 minutos, R$ 1,50 para uma hora, R$ 2,00 para duas horas e R$ 3,00 para quem estacionar por três horas. O pagamento poderá ser feito com moedas e cartões recarregáveis comercializados pela empresa administradora ou em estabelecimentos credenciados. A subsecretária de Transportes de Vitória, Júlia Schuartz Pegneau, explicou que a implanta- N ção do sistema nesses bairros é fruto de um estudo feito pela prefeitura, que apontou a necessidade da democratização do estacionamento nessas regiões. “Em um dia, uma vaga que hoje está sendo usada por apenas um veículo, poderá receber três ou mais carros no mesmo período, após a implantação do rotativo” , ressaltou. O desenvolvimento do projeto por parte da prefeitura foi debatido com moradores e comerciantes. O presidente da associação de moradores da Praia do Canto, Márcio Esteves disse que a mudança era necessária: “O potencial do comércio da Praia do Canto aumentou muito nos últimos anos, e muitos clientes ficam insatisfeitos porque faltam vagas para estacionar. Quem trabalha em empresas aqui na região, por exemplo, costuma ocupar uma vaga por um dia inteiro, sem possibilidade de rotatividade” , concluiu. Para escolha de uma administradora para o novo sistema, a prefeitura realizou uma licitação. A vencedora foi a Tecgold Sistemas LTDA. Dentre as observações em contrato, a empresa deverá desenvolver em até um ano, um sistema de pagamento para o rotativo por meio de um aplicativo em smartphones. Por dia, a Tecgold deve receber até R$ 15,00 por cada uma dessas vagas. Somadas, as 2.999 vagas arrecadam mais de R$ 44 mil em um dia. Desse faturamento da empresa, 32,78% será repassado à prefeitura para aplicação em melhorias no trânsito e na mobilidade urbana. Sendo que, 50% desse valor tem que ser aplicado no bairro onde funciona o rotativo, em obras como reformas de calçadas ou ciclovias. Os moradores desses bairros que não tem vaga de garagem no prédio ou na casa onde moram, ou ainda, só tem uma vaga, mas possuem mais de um veículo, vão ter que solicitar a isenção do pagamento do rotativo junto à prefeitura de Vitória, por meio de um cadastramento. Cada endereço terá direito a apenas uma isenção. Mais de 50 ruas com estacionamento pago Ao todo, 53 ruas vão ganhar estacionamento rotativo na capital. Dessas, 34 ficam localizadas no Centro de Vitória, 15 na Praia do Canto e quatro em Santa Lúcia. O sistema vai começar a funcionar aos poucos. Inicialmente, na Praia do Canto, em oito ruas: Joaquim Lírio, Fortunato Ramos, Saul Navarro, Celso Calmon, Rio Branco, Elesbão Linhares, Aleixo Neto e Chapot Presvot. E, no Centro, nas ruas Graciano Neves, do Rosário e Sete. Em Santa Lúcia, o sistema vai chegar por último. De acordo com a prefeitura, nenhuma mudança significativa deve ser feita no trânsito para a implantação do serviço. A Tecgold Sistemas tem até 150 dias para incluir o estacionamento rotativo em todas as ruas previstas no contrato assinado no último dia 29 de agosto. Ou seja, o prazo vai até o final do mês de janeiro de 2015. Desde o mês de outubro, moradores e comerciantes das regiões estão sendo orientados por profissionais da empresa administradora e aprendendo a fazer uso dos parquímetros. Quem trabalha na área está animado com o início do funcionamento do sistema. É o caso da comerciante Luana Sena que trabalha na Rua Chapot Presvot, na Praia do Canto. "Será ótimo termos rotativo aqui na rua, principalmente para os nossos clientes que terão mais facilidade de estacionar o carro", observou. Os equipamentos são sustentáveis. Funcionam a partir de energia solar por meio de um painel com células fotossensíveis que captam a energia do sol, para uma bateria interna do equipamento. Os aparelhos também terão comunicação por GPRS (tecnologia que permite transporte de dados) com a empresa administradora e com a prefeitura. Esses mesmos bairros que serão atendidos pelo estacionamento rotativo irão ganhar reforço na segurança pública com a instalação de 120 câmeras de vide monitoramento pela empresa administradora, a cada 130 metros ou cada quarteirão. O monitoramento será feito pela Secretaria Municipal de Segurança Urbana (Semsu). A Tecgold Sistemas, vencedora da licitação, vai explorar o serviço nessas áreas por dez anos. ■

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14 ANOS VITÓRIA/ES NOVEMBRO DE 2014 11 As 200 maiores empresas O Instituto Euvaldo Lodi, IEL, ligado à Federação do Estado do Espírito Santo, Findes, publicou em seu anuário Instituto Euvaldo Lodi (IEL-ES) publicou, em sua 18ª edição, do Anuário IEL, a relação das 200 Maiores Empresas no Espírito Santo durante cerimônia realizada dia 13, no Itamaraty Hall, em Vitória. Pela primeira vez, a Petrobras conquistou o primeiro lugar no ranking geral, que levou em conta a receita operacional bruta. A melhor empresa segundo seu desempenho econômico foi o Frigorifico Cofril. No ranking de O José Elcio Lorenzon maior empresa privada com controle de capital, o primeiro lugar ficou com a Cisa Trading pela segunda vez consecutiva. A Lorenge, maior construtora do Espírito Santo, representada pelo seu presidente, José Elcio Lorenzon, foi considerada a Empresa Destaque 2014. A vencedora do Prêmio IEL em Gestão Empresarial 2014 foi a Pred Engenharia e o diretor presidente da Samarco, Ricardo Vescovi, foi escolhido o Executivo Destaque 2014. Durante o evento, o IEL-ES também lançou o Prêmio IEL ABRH de melhor empresa para se trabalhar no Espírito Santo. A premiação será entregue a partir do ano que vem. De acordo com o superintendente do IEL-ES, Fábio Dias, foi feita parceria com a Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH) Para realização do evento. “Nós sabemos a importância das pessoas no processo produtivo e no sucesso do negócio, portanto a empresa que tiver um programa eficiente de gestão de pessoas com certeza será contemplada no pró- FOTOS: DIVULGAÇÃO Os diretores dos Sistema Findes entregaram o prêmio Empresa Destaque ao presidente da Lorenge, José Elcio ximo ano” , disse Fábio Dias. O presidente do Sistema Findes, Marcos Guerra, destacou a importância do Anuário IEL 200 Maiores Empresas 2014 como referência para a economia estadual e nacional. “As páginas amarelas mostram um balanço das empresas, avaliações técnicas e, principalmente, projeções por meio de pesquisas” , disse. O evento contou com as presenças de diversas autoridades do Estado: o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, destacou que o Anuário 200 Maiores Empresas já é uma fonte consolidada de pesquisa e uma referência para empreendedores que desejam investir no Estado. "É uma maneira de apresentar o nosso Estado para o Brasil e também de reconhecer as principais empresas atuantes aqui” , disse. ■

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12 NOVEMBRO DE 2014 VITÓRIA/ES 14 ANOS FOTO: BANCO DE IMAGENS JE Atacadistas participam da Expo Construções O Salão do Distribuidor teve por objetivo ampliar a integração entre vários segmentos do setor Idalberto Moro preside o Sincades grande novidade da feira de negócios da Expo Construções deste ano, realizada na primeira semana de novembro no Pavilhão de Carapina, foi o Salão do Distribuidor, promovido pelo Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do Espírito Santo (Sincades). Com essa iniciativa, o principal encontro do setor de construção civil no Estado ampliou a integração de vários segmentos, gerando maior volume de negócios. A Expo Construções é uma promoção do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Espírito Santo (Sinduscon) e, este ano, buscou maior integração dessa cadeia produtiva, que funcionada como maior gerador de empregos do país. Os expositores apre- A sentaram para um público ávido por novidades os últimos lançamentos em cerâmicas, metais e outros materiais. Segundo o presidente do Sincades, Idalberto Moro, o objetivo é o fortalecimento do intercâmbio comercial e fomentar o segmento atacadista e distribuidor com maiores oportunidades de negócios. “O salão da Expo Construções funciona nos mesmos moldes de outras feiras. É um espaço onde nossos associados podem manter contatos diretos com os compradores, ampliando a possibilidade de negócios imediatos” , firma o presidente do Sincades. O Salão do Distribuidor é um ambiente exclusivo do segmento dentro da Expo Construções, dedicado à ex- posição e negociação de produtos e serviços das empresas atacadistas e distribuidoras. Este ano, a feira recebeu seis associados do setor de material de construção: Caetano Distribuição, Composé, Diaço, Eletrosolda, Fio e Ferro e Open Vix. Entre os produtos negociados, o porcelanato com diferencial estético, que pode ser usado para revestimento de piso ou de balcão, cozinha industrial, chapas de aço pintado como se fosse madeira. Estiveram expostos, também, equipamentos de segurança pessoal, discos de alvenaria, e o "Quickhet” , um sistema exclusivo de formas, que substitui o método tradicional de carpintaria e proporciona maior velocidade e segurança. ■ FOTOS: DIVULGAÇÃO A Fio e Ferro participou do Salão do Distribuidor Empresas do setor de distribuição e atacadistas participaram da Expo Construções, promovida pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Espírito LUIZ MARINS Mestres em enganar no trabalho revista THE ECONOMIST, a mais importante revista de economia e negócios do mundo (inglesa), publicada desde 1843, em sua edição de 25 de outubro de 2014, traz um interessante artigo sobre a arte de enganar no trabalho, com o irônico título “Um Guia para Enganar (no trabalho): como prosperar no trabalho com o mínimo de esforço.” No artigo a revista descreve desde o an- A tigo artifício de deixar o paletó no encosto da cadeira para que o chefe pense que o funcionário já chegou ou ainda não saiu, até truques mais modernos como ficar com olhar sério e fixo no computador fingindo estar vendo algo importante referente ao trabalho e, na verdade, estar no Facebook papeando com amigos ou marcando uma festa. Todos nós conhecemos esses mestres em enganar no trabalho. Muitos deles fazem questão de dizer que são os primeiros a chegar e os últimos a sair. Mostram-se preocupados com tudo o que acontece. Fazem-se de ocupados o tempo todo e fazem aquilo que os ingleses chamam de “teatro do entusiasmo”. São os primeiros a aplaudir novas ideias e projetos, mas na hora de fazer estão sempre ocupados, marcam viagens e acompanham tudo, mas sempre lon- ge da execução de fato. E no do mundo, afirma. final de tudo, aparecem paA maneira mais eficaz de ra receber os elogios e até pegar essas pessoas enganamesmo, espertamente, elo- doras é estar presente no logiar os colegas que fizeram cal de trabalho, acompanhar acontecer. de perto o que fazem, enfim A revista mostra que esse participar ativamente da problema é maior em gran- execução e não ficar fechades empresas. Quanto maior do em gabinetes, como faz a a empresa, mais fácil é enga- maioria dos gestores. nar, diz a THE ECONOMIST, Pense nisso. Sucesso! sem falar no serviço público, sem dúvida o local mais propício para os mestres na en- Luiz Marins é antropólogo ganação em qualquer lugar contato@marins.com.br

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14 ANOS VITÓRIA/ES NOVEMBRO DE 2014 13 FOTOS: ANTÔNIO MOREIRA Shopping Vila Velha prejudica mobilidade urbana na região Trânsito de veículos difícil e falta de segurança causam desvalorização no preço dos imóveis Claudionor Caldas aponta distorões rguido no meio de uma área densamente povoada, tendo como acesso principal a estreita avenida Luciano das Neves, o shopping Vila Velha contribui para aumentar problemas no tráfego de veículos, com reflexos negativos na mobilidade urbana da região, provocando redução no preços de imóveis. O maior centro de consumo do Espírito Santo foi inaugurado em agosto deste ano, mas para funcionar plenamente tem pela frente uma série de exigências a serem cumpridas. As empresas responsáveis pelo shopping tiveram que assinar um termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Prefeitura de Vila Velha e a Associação dos Moradores do bairro Divino Espírito Santo. Pelo documento, fica estabelecido um total de 19 obrigações que visam reduzir o impacto do aumento do tráfego de veículos, a regularização fundiária de áreas localizadas em torno do shopping, melhoria de praças, entre outras exigências. A situação fica mais complicada porque não houve um estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) para a construção do empreendimento, mas os empresários alegam que atenderam ao Plano Diretor Municipal. Três meses depois de ser inaugurado,o shopping Vila Velha ainda tem vários espaços vazios, à espera de solução de questões necessárias ao bom funcionamento. Para o experiente corretor de imóveis Claudionor Caldas, que também é registrado no Cadastro Nacional de Avaliadores de Imóveis (CNAI), a construção do shopping não valorizou os imóveis na região, como se pensava. “Os problemas causadas na mobilidade urbana, a falta de áreas adequadas e a insegurança assustam e levam os preço para baixo” . Ele informa que houve valorização de algumas áreas, mas isso ocorreu antes da construção do shopping, por conta da pavimentação de vias próximas. O shopping Vila Velha foi construído em parceria entre as empresas Incospal e a Littig, tendo como operadora a BR Malls – maior administradora de shoppings da América latina. Segundo o projeto, são mais de 75 mil m2 de ABL (área bruta locável), com 233 lojas-satélite, 26 âncoras e megalojas, praça de alimentação com 30 operações, alameda gourmet com seis restaurantes, cinema Multiplex com oito salas, Game Center, um hipermercado de 9 mil m² e um estacionamento com quatro mil vagas. De acordo com o projeto, depois de concluído o seu plano de expansão o Shopping Vila Velha se tornará o terceiro maior do Brasil, ultrapassando o BarraShopping, no Rio de Janeiro. Equanto isso não acontece, várias lojas ainda estão fechadas, aguardando autorização do Corpo de Bombeiros e a solução de questões relacionadas à segurança. E O tráfego de veículos na Avenida Luciano das Neves, via de acesso principal do empreendimento, registra volume acima do suportável Segurança é um dos grandes problemas A insegurança é um dos principais problemas de quem passa e também dos moradores de bairros que ficam nas proximidades do shopping Vila Velha. Apesar de ter um comércio intenso, a região possui áreas consideradas perigosas, com a existência de bocas de fumo e outros redutos de bandidos. Quem passa a pé, motoristas que encostam o carro nas imediações, e passageiros que esperam o ônibus no ponto, quase em frente ao shopping, ninguém escapa. Os bandidos agem principalmente em bicicletas. Os objetos roubados tem destino certo: as bocas de fumo que ficam nas imediações do novo empreendimento, nos bairros Boa Vista, Divino Espírito Santo e Santa Mônica. As câmeras do município flagram diariamente os assaltos, e a polícia alerta para o perigo. Um exemplo da insegurança foi o arrombamento de uma joalheria instalada dentro do shopping Vila Velha, um dia depois de sua inauguração. Os bandidos agiram como profissionais e levaram cerca de R$ 500 mil em joias, todas em ouro. O empresário disse à polícia que trancou a loja às 21h50 e foi embora. Vinte minutos depois, os bandidos entraram no local, por meio de um buraco feito numa das paredes do corredor de serviços do shopping. O buraco levou os ladrões exatamente à sala onde fica o cofre da loja. "Eles ficaram posicionados em um ponto onde as câmeras não filmavam direito", contou ele, que prefere ter o nome mantido em sigilo. Além da mercadoria do cofre, os ladrões ainda levaram algumas peças do mostruário, e fugiram pelo mesmo buraco feito na parede do corredor de funcionários. A joalheria possui unidades no interior do Estado. A loja assaltada, no entanto, é a primeira da rede na Grande Vitória. A insegurança no bairro Boa Vista é antiga e chegou ao ponto de fazer com que escolas públicas fechem as portas em algumas ocasiões por conta de tiroteio entre facções de bandidos, segundo o noticiário diário e registros da polícia, que intensifica suas ações na região, visando conter o avanço da violência. A Prefeitura de Vila Velha colabora com as autoridades policiais e acaba de colocar em funcionamento sua Guarda Armada, com poder de polícia. Apesar do perigo, os acessos ao shopping não possuem um sistema de controle de circulação de pessoas mais rígido, contando apenas com o videomonitoramento, que não consegue cobrir todas as áreas. Nas saídas do grande estacionamento, em períodos noturnos, a ameaça é maior, principalmente nas nas mais distantes da avenida Luciano das Neves. ■ As comunidades próximas ao shopping aguardam o cumprimento do acordo para regularização dos terrenos

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14 NOVEMBRO DE 2014 VITÓRIA/ES 14 ANOS Condomínio de casas em Jacaraípe O Inocoop-ES lança condominio diferenciado com crédito facilitado e prazo de até 80 meses para pagamento orar em ambientes seguros, próximos à praia, sem perder a privacidade, é o que oferece o Inocoop-ES no balneário Jacaraípe, uma das áreas mais valorizadas do município da Serra. Trata-se do Village Atlântico, um condomínio de casas com infraestrutura completa, que começa a ser construído em parceria com a Metron Engenharia. O Village Atlântico será erguido em uma área de mais de 20 mil metros quadrados, a 200 metros da praia. Terá 170 casas duplex geminadas, com dois quartos e área privativa média de 58 metros quadrados, e vaga na garagem para morador e visitante. Completa o empreendimento uma área de lazer para toda a família, com salão de festa, piscina, churrasqueira, playground e quadra esportiva cimentada. Para garantir maior segurança o Village Atlântico terá uma guarita. Os interessados em adquirir M unidades no empreendimento contam com financiamento facilitado, seguindo uma tradição do Inocoop-ES. “O Village Atlântico é uma excelente opção para a primeira ou segunda moradia. Estamos lançando este produto diferenciado com a vantagem de financiamento em até 80 meses e crédito facilitado, em um dos locais mais aprazíveis da Grande Vitória, perto de rodovia e de belas praias” , afirma Aristóteles Passos Costa Neto, presidente do Inocoop-ES. As casas estão sendo comercializadas a partir de R$ 222.610,00. “Esse tipo de empreendimento permite que a família tenha mais espaço e conforto, além de ser uma ótima opção para os , ressalta amantes da natureza” Arízio Varejão Neto, superintendente administrativo Financeiro do Inocoop-ES. ■ FOTO: BANCO DE IMAGENS JE FOTO: DIVULGAÇÃO O condomínio será construído próximo à rodovia e praias FOTO: DIVULGAÇÃO Aristóteles diz que Village Atlântico é uma excelente opção de moradia As casas são geminadas, com 60 m2 e área de lazer

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14 ANOS VITÓRIA/ES NOVEMBRO DE 2014 15 FOTOS: DIVULGAÇÃO Sala de ginástica, piscina e playground compoem a área total de cada apartamento, que possue 3 quartos com uma suite e ampla sala com varanda De frente para as belezas de Vila Velha O empreendimento de alto padrão será lançado ainda este mês e incluirá área de lazer com vista de 360 graus da cidade magine acordar todos os dias e ter o privilégio de admirar a beleza de três cartões postais de Vila Velha: o Convento da Penha, a Terceira Ponte e o Morro do Moreno. Isto vai ser possível para quem garantir um apartamento no edifício Vivace, empreendimento de alto padrão localizado na Praia da Costa, dentro do Parque das Castanheiras, que será lançado em poucos dias. O projeto tem todos os quartos e salas com saída para uma varanda ampla, permitindo que os ambientes sejam claros e arejados, e de onde é possível vislumbrar as belas paisagens da cidade. Morar com tanto conforto pode ser tornar realidade em um apartamento que reúne requinte e funcionalidade. As vendas começaram no dia 22. Todas as unidades terão três quartos com uma suíte. Ao todo a área privativa vai variar de 105,46 até 107,02metros quadrados. Inspirado na preciosidade de uma joia, o Vivace será construído em uma região segura e tranquila, com alta valorização, em terreno estratégico que permitirá que cada andar tenha oito apartamentos, sendo cinco deles de frente para as ruas Aquino Araújo e Espírito Santo. Os outros três serão laterais. Ao todo, o prédio vai ter 64 apartamentos. “Um dos pontos positivos desse projeto é que todas as plantas têm a mesma qualidade de distribuição dos ambientes, tanto os apartamentos de frente, como os laterais” , justificou o diretor comercial da Grand Construtora, Gustavo Rezende Oliveira. Os imóveis serão vendidos a partir de R$ 598 mil. “Um preço alinhado com a qualidade do produto oferecido. Nossa expectativa é vender de 30 a 40% das unidades já no lançamento” , comemorou Rezende. O alto padrão do empreendimento estará garantido pelo luxo no acabamento. Arquiteta da Grand Construtora, Karol Simonasse, explicou que todos os ambientes vão ter rebaixamento de teto em gesso, que serão decorados nas salas, nos quartos e nos banheiros. O requinte da decoração será marcado pelo granito exótico em todas as bancadas e do porcelanato polido na área social. Os apartamentos contam com tubulação de ar condicionado Split nos quartos e na sala. A construtora também estuda a possibilidade de deixar todo o projeto preparado para receber automação, uma ino- I vação nas construções atuais. Cada apartamento contará com duas ou três vagas na garagem, que ficarão na parte de baixo do edifício. O prédio terá ao todo 12 andares, sendo oito só com moradias. O primeiro andar terá o diferencial de equivaler ao quarto. Outro ponto que surpreenderá no empreendimento será a área de lazer, a ser construída na cobertura, com uma vista de 360 graus de Vila Velha, donde será possível contemplar até a vista da Baía de Vitória. As piscinas adulta e infantil também ficarão de frente para o Convento da Penha. Ingredientes para uma vida saudável farão parte do condomínio, como SPA com hidromassagem e repouso, sauna e academia. Para as crianças, playground e brinquedoteca. E pensando em atender melhor aos moradores, além do salão, a área de lazer terá também duas churrasqueiras, distantes uma da outra, permitindo a realização de duas festas diferentes ao mesmo tempo. SERVIÇO Edifício Vivace ■ REALIZAÇÃO: Grand Construtora ■ LOCALIZAÇÃO: Ruas Aquino Araújo e Es- O edifício Vivace será construído no Parque das Castanheiras, uma das áreas mais tranquilas da Praia da Costa pírito Santo, no Parque das Castanheiras, Praia da Costa - Vila Velha/ES ■ LANÇAMENTO: dia 22 de novembro ■ APARTAMENTOS: 3 quartos com suíte ■ ÁREA PRIVATIVA: entre 105,46 e 107,02 m² ■ ACABAMENTO: rebaixamento em gesso decorado, bancadas de cozinha em granito exótico, tubulação para coifa de cozinha ■ CONDOMÍNIO: 64 apartamentos divididos em 8 andares. Por andar, são 5 apartamentos de frente e 3 laterais. Prédio com 12 andares no total. ■ CARACTERÍSTICAS: preparação para ar condicionado Split em quartos, suíte e sala; instalação bifásica para chuveiro, medidor individual de água, gás e energia; ponto de lava louças na cozinha. ■ VALOR NO MERCADO: a partir de R$ 598 mil. ■ VAGAS DE GARAGEM: duas ou três. ■ ÁREA DE LAZER COM APROXIMADAMEN- Economia de energia e água Sustentabilidade será outra característica do Vivace. Elevadores que economizarão energia e reaproveitamento da água do banho são algumas das ideias para o novo empreendimento. Os elevadores escolhidos economizarão até 70% de energia, usando uma tecnologia que permite armazenar a força utilizada durante a movimentação do equipamento, convertida depois em energia para as áreas comuns do prédio. Eles também não exigem uso de lubrificante, marcando sua sustentabilidade. São movimentados por cintas com fios de aço revestidos com poliuretano. O equipamento também possui sistema antipânico com baterias que são acionadas em caso de queda ou falta de energia, e levam o aparelho até ao andar mais próximo. “Além da economia de despesas com energia e de água, o projeto resultará também numa contribuição para nossos filhos e netos terem um futuro melhor. São ideias que precisam ser colocadas em prática já, com urgência” , observou o diretor comercial da Grand Construtora, Gustavo Rezende Oliveira. Ainda pensando em sustentabilidade, está em estudo a possibilidade de implantação no Vivace de um sistema de reaproveitamento da água do banho e da chuva para uso nas descargas dos banheiros e limpeza das áreas comuns do prédio. A Grand Construtora está há um ano e meio no mercado e nesse período já fez a entrega de dois residenciais: Arezzo e Fellini em Itaparica. A empresa é fruto do desmembramento de uma construtora que já era referência no mercado imobiliário de Vila Velha com mais de vinte obras entregues. A advogada Rowena Tabachi ficou satisfeita com o trabalho da construtora. Ela e seu marido Alexsander Covre estão vivendo há seis meses no edifício Arezzo. “Não precisei mexer em nada quando entrei. Surpreendeu-me bastante a qualidade dos materiais utilizados” , destacou a advogada. O próximo empreendimento a ser entregue pela Grand Construtora, também em Vila Velha, é o Prime Office que garante altíssimo padrão em salas comerciais, e já tem 60% de suas unidades vendidas, com previsão de entrega para meados de 2015. Também estão em fase de construção os empreendimentos Meliá e Pienza. “Queremos nos posicionar no mercado imobiliário como uma empresa que oferece velocidade no andamento de suas obras e que entrega qualidade no acabamento de seus produtos” , concluiu o diretor presidente da construtora, Rodrigo Barbosa Gomes. ■ TE 1.000 M²: piscinas adulta e infantil com vista para o Convento da Penha, spa com hidromassagem e repouso, sauna e academia. Salão de festas com cozinha e duas churrasqueiras e varanda com vista para o Morro do Moreno e a Baía de Vitória. Para as crianças, playground e brinquedoteca. ■ CONTATO: (27) 4009-9898

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