Webzine Portalegre Core #13

 

Embed or link this publication

Description

Webzine Cultural da Cidade de Portalegre

Popular Pages


p. 1

PORT ALEGRE CORE #13 Novembro2014 1º ANIVERSÁRIO

[close]

p. 2



[close]

p. 3

sumário Nota Informativa 3 Informamos os nossos estimados leitores que a Portalegre Core não utiliza o novo acordo ortográfico. PORTALEGRE CORE 16 DVD PTCORE FEST O Presidente da Associação conta-nos como foi criada a Portalegre Core. Já está disponível o DVD do primeiro Festival Portalegre Core. 10 MAGNETIC ROLL BAR 18 SPINNING SPARKS Entrevista ao projecto musical portalegrense que já conta com algumas idas ao estrangeiro. Entrevista a Spinning Saprks após a sua actuação no Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre. 14 BIOGRAFIA 21 CRÓNICA: G. GARÇÃO Joaquim Perdigão, um nome bem conhecido na nossa região no que diz respeito à musica. Mais uma crónica de Gaspar Garção, desta vez dedicada ao associativismo local. CONTACTOS PORTALEGRE CORE portalegrecore@gmail.com www.facebook.com/portalegrecore www.portalegrecore.com

[close]

p. 4

Fo no praz Kuch culo alter pass proje Câm bora parc H Qu ugo Correia, Presidente da Associação Cultural Portalegre Core, dá-nos uma palavra sobre como surgiu a Portalegre Core e um resumo deste primeiro ano de actividade. Core Como nasceu a Portalegre Core? A Portalegre Core surgiu em inícios de Julho de 2013, com a vontade de unir, divulgar e enaltecer todos os projectos musicais e músicos Portalegrenses. Em outros tempos tentei angariar vários temas de alguns projectos Portalegrenses de forma a elaborar uma colectânea e disponibilizá-la na internet para que todos possam ouvir o que de boa música se faz e se pratica em Portalegre. Consegui apenas alguns temas, que davam para um EP, e não um CD como era pretendido. Decidi assim não cruzar os braços pela nossa cidade e pelo projecto. Nasceu assim a Portalegre Core através do Facebook. Foi criada uma página onde fui divulgando inúmeros projectos musicais da nossa cidade, falando um pouco sobre eles e colocando disponíveis algumas músicas que tinha no meu disco externo, assim como as que me tinham feito chegar anteriormente. Foi de pronto um sucesso e várias pessoas me congratularam pelo feito e que tudo isto seria uma mais valia para os músicos Portalegrenses. teria zaçã resta poss Qu proje nosc não ções vos. Fam mes Mem va, o 4

[close]

p. 5

oi apresentado o projecto Pecha Kucha Night. Como surgiu a escolha dos membros da Associação? Inicialmente quando foi criada a Portalegre Core era necessário um logotipo. Apareceu assim o Paulo Silva que deu um enorme contributo no arranque da mesma, procedendo à criação do logótipo e de um vídeo de introdução para as entrevistas que posteriormente iriam ser realizadas. De seguida em conversação com Joaquim Ribeiro , Director do Centro de Artes e Espectáculo de Portalegre, surgiu o nome de Pedro Mangerona, este qual possuía inúmeros conhecimentos de Música assim como uma Licenciatura em Música. Por último com a ideia de lançarmos a Webzine Mensal necessitamos de recorrer a um jornalista, recaindo a opção de Susana Serra que se mostrou disponível em cooperar desde pronto. É verdade! Em Outubro de 2013 tive o zer de apresentar este projecto no Pecha ha Night no Centro de Artes do Espectáo de Portalegre após alguns incentivos. Foi então aqui que realmente tudo se rou e de onde um mero projecto pessoal sou a ser uma Associação Cultural. Fui de novo congratulado pela ideia do ecto e recebi desde pronto um convite da mara Municipal de Portalegre para a elaação de um Festival na nossa cidade em ceria com estes. uando foi criada a ACPC? A ACPC (Associação Cultural Portalegre e) foi criada a 18 de Novembro de 2013. Com a realização do Festival em mãos a mesmo de ter de avançar com a legalião deste projecto, o que sem a ajuda dos antes membros da direcção não seria sível. Foi a escolha acertada? Claro que sim. O sentido de responsabilidade de todas as pessoas ligadas à Portalegre Core é de elevada qualidade. Se não fossemos as pessoas adequadas para os cargos creio que nenhum de nós estaria aqui correcto? uem faz parte da ACPC? Creio que toda a gente faz parte deste ecto, desde que, queira colaborar conco e pretenda elevar a cultural musical e só de uma forma livre e sem remuneras. Afinal todo o projecto é sem fins lucrati. O que oferecem à população? Oferecer é um termo um tanto ou quanto duro. Nós não oferecemos, nós promovemos a divulgação cultural e as pessoas que pretendem trabalhar connosco e nos dedicam algum tempo, seja ele em entrevistas, como com qualquer tipo de ajuda. Se podemos unir-nos para que estarmos separados? Chamamos a este grupo de pessoas, mília Portalegre Core. Todos lutamos pela sma causa. Já no que diz respeito à Direcção e mbros da Associação, sou eu, o Paulo Silo Pedro Mangerona e a Susana Serra. 5

[close]

p. 6

Quais os eventos que já realizaram? Este projecto é muito mais do que um simples evento físico. Poderei responder face ao que já construímos e elaborámos. Inicialmente as entrevistas em modo vídeo, que serve de promoção para a ou as pessoas envolvidas. De seguida passou para a escrita e inserção das mesmas na Webzine Mensal que conta com um ano de existência. Está é a nossa edição de aniversário e estamos todos muito felizes com o feito. Eventos, realizámos até à data um único evento em parceria com a Câmara Municipal de Portalegre e o Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, o Festival Portalegre Core. Foi um sucesso embora com algumas contrapartidas nos tenham aparecido pelo caminho. Creio que serve de exemplo para futuros eventos. Primamos pela organização e profissionalismo que dedicamos em tudo o que fazemos, com a realização deste Festival fomos vangloriados com várias nomeações para o Portugal Festival Awards, que veio surpreender toda a equipa que trabalhou arduamente no decorrer do festival. Contámos também com o convite para participarmos no evento “Sons da Cidade” em Coimbra, promovido pela Jazz ao Centro. Cedemos a equipa técnica de áudio para a realização do evento, o que para nós foi de extrema importância e interesse, colocando claro o maior profissionalismo e empenho. Portugal Festival Awards É verdade, parece que Portalegre tem decididamente o seu valor, uma vez mais demonstrado com esta nomeação. O noss Festival, e quando refiro nosso, refiro-me cidade de Portalegre, foi nomeado para 4 Awards, sendo eles: - Melhor Festival Urbano - Melhor Micro Festival - Melhor Cartaz - Contribuição para a Divulgação da Música Portuguesa. Isto é um espelho de que todos temo de lutar pela nossa cidade. Agenciamento Portalegre Core 6 Ainda não conheces o agenciamento da Portalegre Core? Pode ou enviares um email para portalegrecore@gmail.com. Se tens tempo em consultar os nossos serviços.

[close]

p. 7

s? No decorrer do Festival tivemos conhecimento de várias pessoas a queixarem-se do barulho. Quanto a isto eu faço algumas observações. Todas as “festas” em Portalegre são ruidosas. Porque apenas existem reclamações quando o evento é destinado ao público mais jovem? Se for música popular a tocar à porta dessas mesmas pessoas dizem que não é incomodativa, apenas porque é “tradição”. É algo incompreensível. Mais ainda, será que devemos dar ouvidos a uma minoria que prefere reclamar e acabar com o que de bom é feito na nossa cidade, ou continuar a lutar por eventos como este que valeu a Portalegre 4 nomeações para o Portugal Festival Awards. De reflectir... etc… Há que apostar em eventos de modo a chamar mais gente para o interior do país. O Festival Portalegre Core encontra-se nesse patamar? Patamar? Encontramo-nos com os pés assentes na terra e com inúmeras dificuldades. Lutamos para elevar o nome da nossa cidade e isso foi conseguido; colocámos Portalegre no mapa dos Festivais de Verão e de certo que haverá um acompanhamento diferente e será visto com outros olhos pelas nomeações que tivemos. m so à A culpa da falta de eventos deve-se à população descontente? De modo algum. Não culpo nenhuma dessas pessoas e não critico o não gostarem de ouvir “barulho” até às 4h da manhã. Apenas peço compreensão devido a serem apenas três dias no decorrer de um ano. A falta de eventos deve-se à falta de organização desses pelas entidades competentes, sejam estas pessoas, Câmara, Associações, Juntas 2ª Edição em vista? Esperemos bem que sim, todo queremos que seja realizada a 2ª edição. Mas infelizmente não depende unicamente de nós devido às dificuldades financeiras. Poderei adiantar que na primeira edição não obtivemos qualquer lucro com ma realização do mesmo, inclusive tivemos que colocar algum ainda do nosso bolso para suportar todos os custos. Não foi nenhuma fortuna, mas é algo que não deveria ser assim se existissem mais apoios. os es consultar detalhes através do website oficial (www.portalegrecore.com) uma banda e necessitas de quem tome conta da tua agenda não percas 7

[close]

p. 8

É o vosso primeiro aniversário. É verdade, e sentimo-nos muito bem por termos sobrevivido ao primeiro ano. Temos em mãos todos os dias dificuldades que tentam ser ultrapassadas da melhor forma e agradecemos a ajuda que nos têm dado na resolução das mesmas, nomeadamente à Vânia Ascensão da Câmara Municipal de Portalegre que tem sido uma pessoa incansável. Não deixando de parte claro, todas as outras pessoas da Câmara Municipal de Portalegre, Centro de artes do Espectáculo e todos os voluntários. Todas estas pessoas estão de parabéns e às quais agradeço de todo o coração. Este evento tem um cariz solidário! Sim. Como é do conhecimento de toda a gente o nosso grande amigo Luciano Parelho esteve e está em tratamento após uma situação menos boa que aconteceu junto de todos nós. Queremos assim proceder a um primeiro aniversário que se torna numa festa solidária para o ajudar com despesas de medicação e tratamentos, é o mínimo que todos nós poderemos fazer por ele. Hoje ajudamos o Luciano, amanhã quem sabe não precisaremos nós de ajuda por algum motivo. Uma palavra de apelo, compareçam todos nestes dias no CAE Portalegre. Obrigado. 8

[close]

p. 9

9

[close]

p. 10

MAGNETIC ROLL BAR Há quanto existe Mag Roll Bar? A banda exi 2007. Qual o co mais marc para vós? O s Magnetic Roll`Bar nasceram em Janeiro de 2007 entre uma conversa de Sérgio Laranjo ( Ex :Locus Horrendus , Arquivo Distrital e Alcer Ortega) e João Sequeira (ex: Grub,tsunami) no antigo bar de Portalegre,"Alibábá"; com a necessidade de um baterista e com a amizade mutua , aparece o Sérgio Fé ( ex: Arquivo Distrital e Rob Roto) para ocupar esse mesmo lugar. Depois vem a estrada e inúmeros concertos entre 2007 e 2009/10 , com passagens por palcos grandes e salas pequenas, partilhando o mesmo com Clã , Bruto and Canibals , The Magotts ,BunnyRanch,ect. ao mesmo tempo que passavam também entre palcos em Espanha , nomeadamente na comunidade de Estremadura. Durante esse período nasce o Ep " Revivalism" . Com a saída em 2010 de Sérgio Fé , e com a bateria vazia, os Magnetic Roll`Bar , param ou acabam ou não se sabendo bem. Em Outubro de 2013, Deus desceu à terra e ficou entalado nas chaminés da Robison em Portalegre, e assim aparece João Reis (ex: Alcer Ortega e Classic Bordeux) para ocupar o lugar vazio da banda. De notar que Sérgio Laranjo já tinha trabalhado com João Reis em Alcer Ortega. Foram muit conta uma histor podemos dizer q reiro no Bar Albu tocámos pelas 0 e, como o bar er estava tão cheio quando fechou p que conseguimo carros para vir e Mais marca concerto, talvez vez que tocamos Maior, onde Sérg acaba por ser el braços no meio de tecto a rodare tros de suas cab mos a primeira v mos no CAEP, u também ele únic ma importância caminho percorr bem como os pa aquele que toda sabe , que teve apostar numa ba nunca tinha visto sido pelo cheiro Novos Socios Portalegre core 10 Ainda não és sócio da Portalegre Core? Do que esperas para associação? Preenche já a ficha de candidatura em www.porta dados. (Quota Anual: 12,00€)

[close]

p. 11

o tempo gnetic ? Trocaram recentemente de baterista. Como está a correr essa “Restruturação?” Muito bem, uma adaptação muito rápida e o João é um baterista do Car..........o ! É o David Grohl do Alentejo (risos). iste desde oncerto cante ? Quais as mais valias que João Reis tem trazido a Magnetic? O João é fantástico. Leva muito vinho para o ensaio, e escavaca muitas baquetas , que guardamos para acender a lareira. Alem de tocar com uma intensidade de super-herói e tem muito bom ouvido… Mas nunca sabe do saca-rolhas (risos). os, cada um ria, mas que o do Barurrica ,onde 02h da manhã ra pequeno e o, que só pelas 06h é os carregar os embora. ante como a primeira s em Rio gio Laranjo levado em de ventoinhas em a milímebeça. Realçavez que tocáum concerto co e de extrepara todo o rido depois, arabéns para a a gente a coragem de anda que o - deve ter a Rock. Tocaram recentemente no CAEP . Como viram esse concerto? Foi brutal , é sempre bom ir ao CAE tocar. Tanto pelas condições espectaculares que nos proporcionam, assim como pelo público, que é pessoal amigo e por ser em casa sabe a pato (risos). te juntares a nós e teres descontos e regalias nos eventos organizados pela alegrecore.com e aguarda por um email de confirmação e validação dos teus 11

[close]

p. 12

Muitas pessoas afirmaram que este vosso concerto foi um dos melhores a que o CAEP já assistiu. Concordam? Epá .... Ainda bem que gostaram, demos um bom concerto, sim. Para quando um novo EP ou CD? Para finais de 2015. Tocam muitas vezes em Espanha. Como classificam o público Espanhol? Louco, amigo, surdo, poeirento, parte dele drogado. É uma soma de pessoal muito fixe. Recebem muitos elogios nas vossas idas ao estrangeiro? Sim. O pessoal lá fora gosta dos Magnetic Roll`Bar, mesmo quem vê pela primeira vez, gosta e fala connosco transmitindo isso mesmo. Quais os Planos Futuros? Futuro, futuro próximo é comprar umas cervejas e continuar no ensaio a fazer e desfazer malhas e esperar que o telefone toque. Que seja alguém para concertos ou com “guito” para gastar connosco (um rico qualquer) ou as nossas amadas a dizer que já é tarde que temos que ir para casa . ”Obrigado à Po fixe para as band nos dizer: “ad 12

[close]

p. 13

*Todas as fotos foram gentilmente cedidas por Magnetic Roll Bar. ortalegre Core. Tem sido uma base das e para quem anda nisto. Restadios” amigos, vemo-nos por aí!” 13

[close]

p. 14

BIOGRAFIA o seu ouvido musical fez com que nos últimos dois anos ou assim, fo que quase sempre ouvia as music tocar e tirava as notas como se to musica nos vários instrumentos, c cial atenção para pormenores que ouvidos não tinham, e explicava/e aos outros membros da banda co o que tocar, e ao mesmo tempo fo do um pouco de tudo. Foi por essa altura com 19/20 2000/2001, que essa banda termi pessoal começou a ir estudar par versidades e afins. Foi através do da banda de baile Kano Band Dav que conheceu os membros da su banda, completamente diferente d até agora e mais de acordo com o gostos musicais, os Mouzkito (fac mouzkito), de Fronteira, Portalegr Zuri, o Riba e o Tiço e o Graça. U com influências hardcore/metal/ro onda de Deftones, Soulfly, Rage A Machine, Limp Bizkit, entre outras por tocar guitarra ritmo, mas com baterista da altura, o Graça de Po sem ter ninguém para o substituir tocar bateria nas “covers” e origin banda ia fazendo. N 14 Joaquim Perdigão Nascido a 13 de Outubro do ano de 1981, Joaquim Luís Batista Mendes Perdigão começou a sua carreira musical pelos 14/15 anos no Agrupamento Musical Kano Band, da modesta pacata Vila de Cano, concelho de Sousel, Distrito de Portalegre Alto Alentejo. Aí foi vocalista dessa aclamada banda até aos 19/20 anos, tendo mais de 30 espectáculos por ano, em média das 10 da noite até as 3 da manhã, com um repertório com mais de 100 musicas pimba entre outras mais pop para o final da noite para a malta mais jovem. Durante esse período o interesse e curiosidade pelos outros instrumentos começou a ser mais visível quando começou a dar uns toques na bateria, umas notas na guitarra, umas outras no baixo, até que De 2000/2001 até 2006/2007 baixista da banda Mouzkito Zuri, S ceu e a banda acabou, foram mui certos que tiveram por todo o país sonho de qualquer miúdo que gos ca e queira ter uma banda. Viven no limite e acima de tudo sempre no que fazia, tocando por gosto, m vezes sem pagamento, sem dorm só ir, tocar, ter aquela hora de pra cima de um palco depois de sema sar nisso e a preparar-se para iss A partir de 2004/2005, depois estudar para Portalegre em 2001, banda que mais tarde ficou conhe An_Der_Skor (facebook.com/ anderskoroficial) depois de uma jo gráfica de sua autoria, em conjun

[close]

p. 15

e, por gosto, osse ele cas para ocava essa com espee outros ensinava omo tocar e oi aprenden- 0 anos, em inou pois o ra fora, unio baterista vid Psica ua próxima do que tinha os seus cebook.com/ re, com o Uma banda ock/punk na Against the s. Começou a saída do ortalegre, e r, começou a nais que a 7 quando o Sérgio, faleitos os cons, vivendo o ste de músindo sempre com prazer muitas mir, comer, azer em anas a penso. s de ter ido , formou a ecida como ogada ortonto com o Bruno Azeitona, que ainda se encontra como baixista. Mais uma vez começou como guitarrista, mas a falta de bateristas e de qualidade em outros que fizeram a audição, fez com que mais uma vez assumisse o controlo da bateria nessa banda com estilo tribal metal core. Banda sempre com musicas originais, sempre compostas por ele e pelo baixista, com a exceção da maioria das letras — músico poeta não é com ele. Dessa data até 2012 fmanteve-se em Na-Der-Skor enquanto a formação mudou algumas vezes. Muitos foram os concertos de norte a sul do pais, onde partilharam o palco com Mind da Gap, Primitive Reason, Terrakota, Sam the Kid, entre outros. Recorda que foram bons tempos, com uma banda quase perfeita, espírito criativo ao máximo, boa simbiose entre todos os membros. Com a entrada do actual guitarrista Vintém em 2010/2011 salvo erro, foram os melhores tempos da carreira musical em termos de satisfação própria, e de libertação de espírito criativo, juntamente com a partilha de criatividade ao mesmo nível. Falta de oportunidades de crescimento fez com que infelizmente em julho de 2012 tenha deixado a banda com muita tristeza e agarrado uma oportunidade de trabalho na Irlanda, onde vive até hoje. Já teve alguns projectos musicais em Cork, e faz parte da banda The Lost Gecko (facebook.com/TheLostGecko) que maioritariamente toca covers nos pubs irlandeses de Cork, mas está a gravar um álbum. Toca djembe e darbuka e cajon e outros instrumentos de percussão, e faz segundas vozes na medida do possível. De 2007 a 2012 viveu em Lisboa onde teve uma banda de metal celta progressivo meio escuro chamada YAR (facebook.com/ yarprogressive) com membros Ucranianos/Russos onde tocou bateria. De 2009 a 2011 gravaram um álbum chamado Dreamland e tiveram alguns concertos na zona de Lisboa. De momento toca então com The Lost Gecko em Cork, e também com mais guitarristas/artistas, tocando percussão em Open Mic Nights nos pubse nas ruas da cidade fazendo “busking”. Pertence também a uma banda na empresa onde trabalha que toca em festas da empresa “covers” só em jeito de diversão e ocasionalmente. 15

[close]

Comments

no comments yet